The Boys, a contraditória paródia que se tornou aquilo que debochava

Cena de The Boys. Plano médio de cinco personagens reunidos em um laboratório ou instalação industrial de tom azulado. À esquerda, Frenchie aponta para frente com o braço estendido; ao seu lado, Kimiko observa com expressão de raiva. No centro, está Leitinho com uma blusa preta e outra de cor vinho por baixo. Também ao centro está Luz-Estrela, vestindo uma jaqueta de couro cinza. Os dois olham na mesma direção com semblantes preocupados. À direita, Hughie Campbell aparece com o braço estendido para o lado oposto, parecendo alertar o grupo. Ao fundo, há grandes maquinários brancos com portas e escotilhas.
The Boys começou como uma paródia aos filmes de super-heróis (Foto: Prime Video)

Guilherme Moraes

O movimento natural de um gênero cinematográfico é o revisionismo e a paródia após o ápice para matar a maneira antiga de se fazer certo tipo de filmes e criar algo novo. O exemplo mais claro disso são os faroestes, que atingiram o seu ponto mais alto nas décadas de 1940 e 1950; passaram a ser refletidos no final dos anos 1950 e 1960 e parodiados a partir do decênio de 1970. A série The Boys apareceu em 2019 junto com Watchmen como parte desse processo de parodiar o gênero de super-herói que havia encontrado seu ponto mais alto, mercadologicamente e narrativamente, naquele mesmo ano com Vingadores: Ultimato.

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A Fera do Mar é a animação que a Netflix sempre sonhou em ter

“A nossa história é uma mentira. Por gerações, os reis nos fizeram odiar as feras, e fizeram os caçadores destruírem elas. E, com cada mentira, esse império cresceu” (Foto: Netflix)

Amábile Zioli

Na busca incessante em produzir uma animação que consiga competir com outros grandes estúdios já consolidados nesse mercado, como a Disney e a Universal, a Netflix recorreu à pessoa certa: Chris Williams. O currículo do diretor está longe de ser fraco e o cineasta tem seu nome em algumas das produções mais aclamadas dos anos 2000 – Bolt, o Supercão, Mulan, Detona Ralph e A Nova Onda do Imperador são alguns exemplos. Nessa nova empreitada, fica claro que o diretor e roteirista sabe o que está fazendo e isso se confirma em seu novo trabalho, A Fera do Mar.

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Thor: entre tropeços e vitórias

Chris Hemsworth vive o Deus do Trovão nos cinemas (Foto: Marvel)

Vitor Evangelista

Ciência e magia derivam do mesmo significado. O mago e o sábio andam lado a lado. Em 2011, a Marvel lançou a trilogia de Thor, o Deus do Trovão, e se baseou muito nessa dualidade. Com um tom não-linear e má recepção da crítica e da audiência, o Vingador bambeou e quase caiu, mas agora está pronto para enfrentar Thanos, com ou sem martelo.

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