Marina Sena mostra que ainda guarda muito a revelar (Foto: Gabriela Schmidt)
Tarsila Borsari
Para dar início ao esquenta do Carnaval de 2026, Marina Sena lançou oEP Marinada vol.01 ainda no final de dezembro de 2025. Um projeto curto, com seis faixas e cerca de 19 minutos de duração. O trabalho transita entre a pulsação do feriado nacional e canções mais tranquilas para embalar o verão. O título funciona como mais um ‘gostinho’ de seu último álbum, Coisas Naturais (2025).
O Homem-Aranha de Tom Holland volta a sua essência dos quadrinhos com este novo filme (Foto: Sony Pictures)
Stephanie Cardoso
O que torna uma interpretação do Homem-Aranha realmente marcante? Em menos de 20 anos, o amado amigão da vizinhança já teve três adaptações cinematográficas completamente diferentes entre si. A primeira – e a mais referenciada – teve Tobey Maguire no papel principal, trazendo uma versão que ficou eternizada na mente do público. Já a segunda trouxe Andrew Garfield no papel do herói aracnídeo e, apesar de interpretar o mesmo personagem, apresentou uma proposta bastante diferente. Anunciado em 2015, Tom Holland teve que encarar o desafio de ser o terceiro intérprete do famoso super-herói. O desafio não era pequeno, principalmente porque o público já tinha uma visão muito bem definida do que esperava de um bom filme do Cabeça de Teia.
Harry Styles fez três shows com a Together Together Tour no Brasil (Foto: Instagram/@HSHQ/Anthony Pham)
Ana Beatriz Zamai
Seja pela polêmica do cancelamento do show do dia 21, pelo ato de abertura divisor de opiniões, pelos passeios e corridas por São Paulo ou ‘apenas’ pelo espetáculo em si, a curta residência de Harry Styles no Brasil com a Together Together Tour deu o que falar. Ainda se fossem somente os shows, já teria muito a ser falado, visto que o cantor conseguiu transformar o estádio do MorumBis em uma noite de balada de Roma ou Berlim.
Com orçamento de aproximadamente 250 milhões de dólares, é a produção mais cara feita por Christopher Nolan (Foto: Universal Pictures)
Lucas Barbosa
Após 72 anos da sua última grande produção nos cinemas, A Odisseia volta a grande tela com a magnitude de um poema épico da Grécia Antiga, o texto de Homero conta através de memórias a saga de Odisseu, Rei de Ítaca, que após a Guerra de Tróia, fica 10 anos na tentativa de voltar para sua terra natal. Coube a Christopher Nolan a responsabilidade de produzir, roteirizar e dirigir uma das maiores obras da humanidade. E para quem fez Interestelar (2014) e Oppenheimer (2023) é a garantia de um filme com todo o esplendor que a história precisa: Grandes navios, armaduras gigantescas, monstros grotescos, e uma fotografia primordial. O problema disso? A obra se simplifica em um filme de ação e em certo modo foge do épico mitológico do poema homérico.
Souheila Yacoub, de Clímax (2018), protagoniza o sexto filme da franquia (Foto: Ghost House Pictures)
Davi Marcelgo
O primeiro filme da franquia, Evil Dead (1981), recebeu, no Brasil, o título de Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio propriamente, pois não só o protagonista Ash Williams (Bruce Campbell) foi levado ao limite – de covarde para bad ass na mesma madrugada – como as produções sucessoras dobraram a aposta, enriquecendo a mitologia dos deadites. Em Army of Darkness (1992), o terceiro capítulo da saga, a cabana deixa de ser o cenário e é substituída pela paisagem medieval; Williams é sugado por um portal e enviado para o período do aço e das espadas. Já a série Ash vs. Evil Dead (2015-2018) aproveitou o terreno construído por Sam Raimi nos três longas para extrapolar tanto a lore quanto os temas abordados. Twist and Shout, sétimo episódio do terceiro ano, tateia os massacres em escolas americanas, por exemplo. Enquanto a trajetória da franquia é marcada por inovação, A Morte do Demônio: Em Chamas se contenta em apenas ser uma faísca. Continue lendo “A Morte do Demônio: Em Chamas é fogo que não arde e nem se vê”
O longa estreou nos cinemas do Brasil em 2 de julho (Imagem: Universal Pictures)
Eduardo Dragoneti
Situado na Era de Ouro de Hollywood, Minions e Monstros fecha a trilogia derivada da franquia Meu Malvado Favorito (2010). Com um novo trio protagonista, James, Henry e Ed, o longa explora a importância da liberdade criativa, repudia a submissão e explora a amizade como os outros dois filmes da saga não haviam feito. Após mais uma procura incessante por um ‘mini-chefe’, os Minions, em especial James, se encontram no Cinema, onde viram celebridades nos anos 1920.
Milly Alcock entrega carisma e uma performance dedicada a nova versão de Supergirl (Foto: DC Studios)
Mariana Bezerra
A nova versão de Supergirl (2026) chegou aos cinemas como parte dos blockbusters do verão estadunidense, assim como Superman (2025) no ano anterior. A nova versão se baseia na minissérie de quadrinhos Supergirl: A Mulher do Amanhã (2021-2022) escrito por Tom King e ilustrado pela brasileira Evelyn Bilquis, a qual dá nome a um dos planetas apresentados no filme. O que vemos agora é uma Kara Zor-el muito diferente: mais impulsiva e nonchalante – mas não menos heroica — daquela conhecida pelos fãs das séries da DC, produzidas pela CW.
Desenhado por Cathy Cooper, o figurino é um recorte primordial da história narrada (Foto: Strand Releasing/Trimark Pictures)
Victor Hugo Aguila
Poucas obras dos anos 1990 captam tão bem o sentimento de perturbação juvenil quanto The Doom Generation, de Gregg Araki. Lançado em 1995 e sendo o segundo filme da chamada Trilogia do Apocalipse Adolescente, o longa acompanha Amy (Rose McGowan), Jordan (James Duval) e Xavier (Johnathon Schaech) em uma viagem sem rumo por um Estados Unidos coberto por violência, consumo e moralmente falido.
O Youtuber de apenas 20 anos traz sua websérie para as telonas (Foto: A24)
Davi Marcelgo
É o sonho de muitos cinéfilos estrear o primeiro longa-metragem aos 20 anos e fazer bem feito. É ainda mais tentador entrar para a história com 21 anos ao lançar Evil Dead (1981), como Sam Raimi fez. Kane Parsons conseguiu a proeza de ser contratado pela A24 aos 19 anos para levar aos cinemas a sua websérie Backrooms, disponível no YouTube. Ainda é cedo para cravar que seu found footage, Backrooms: Um Não-Lugar, entrou para a história ao lado de A Bruxa de Blair (1999) e REC (2007), mas enquanto o rolo gira, nota-se a competência do novato em causar medo e dominar a linguagem do Cinema. Continue lendo “Deixa o menino brincar: Kane Parsons e o seu Backrooms: Um Não-Lugar”
Tom Hanks e Tim Allen retornam como as vozes originais de Woody e Buzz (Foto: Pixar)
Davi Marcelgo
“Precisava?”, é dito por algum internauta quando é anunciada a quarta ou quinta sequência de uma franquia. Parece ser difícil compreender que esse é o modus operandi de Hollywood, mesmo que os trailers antes de Toy Story 5 começar revelem a situação da cidade dos grandes estúdios: live action de Moana, o próximo Homem-Aranha do Tom Holland e o terceiro capítulo da saga dos Minions. Diante disso, aceitamos amargamente a realidade em que filmes são às vezes mais mercadoria do que Arte e assim, talvez a gente consiga se divertir. Pode ser com A Era do Gelo: Mundo de Lava ou Street Fighter, dificilmente com a nova história dos brinquedos animados. Continue lendo “Toy Story 5, 6, 7, 8… até a gente cansar de brincar”