Scream: eles sempre voltam

Cena da série Scream. Na foto, em um primeiro plano, vemos uma pessoa vestindo uma capa preta, luvas pretas e uma máscara cirúrgica branca, empunhando uma faca.
Ao contrário dos filmes, a série Scream não ganhou um nome traduzido e permaneceu homônima ao título original da franquia (Foto: MTV)

Vitória Lopes Gomez

Em uma época em que os slashers já estavam mais do que consolidados, Pânico se tornou um clássico por um motivo: o filme de Wes Craven revitalizou o subgênero ao se aproveitar das próprias convenções e regras e subvertê-las a seu favor. As fórmulas e os clichês viraram brincadeira nas mãos do diretor e do roteirista Kevin Williamson. Com muita referência, metalinguagem e, acima de tudo, autoconsciência, Pânico deu um jeito de satirizar o Terror ao mesmo tempo que se tornava um dos maiores clássicos do gênero.

Como a franquia de filmes apontou, “eles sempre voltam”. E assim foi: alguns anos e algumas sequências depois, a MTV resolveu dar continuidade às obras no formato televisivo. Afinal, “adolescentes” era basicamente o carro-chefe da emissora e, contanto que as vítimas agissem como a idealização das pessoas da idade, até um assassino à solta renderia conteúdo. O primeiro desafio veio, justamente, em adaptar os 120 minutos dos longas para os 10 episódios da primeira temporada de Scream. O próprio Noah avisou no piloto: slashers não duram muito tempo.

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Expectativas superadas e clima caótico de romance na segunda temporada de Eu Nunca…

Foto. Devi está à esquerda, Eleanor ao centro e Fabiola à direita. Eleanor está abraçando as duas pela cabeça lateralmente então as três estão próximas. Há uma mesa vermelha na frente delas. Todas as três estão sorrindo e com semblante de felicidade. Devi está usando uma jaqueta jeans de lavagem clara e está com o cabelo solto e ondulado. Ela está com o cotovelo direito apoiado na mesa. Eleanor está com uma blusa preta por baixo e uma blusa colorida por cima, de manga comprida, ela é solta no corpo e possui estampas do tipo persa em tons avermelhados e com detalhes em branco. Seu cabelo é castanho escuro liso na altura dos ombros e usa uma franja. Fabiola usa uma camiseta gola careca de manga curta listrada azul marinho com listras menores em azul claro e escuro, rosa queimado, amarelo claro e vermelho. Seu cabelo está solto. Ela está com as mãos cruzadas e apoiadas na mesa. Elas estão em um espaço aberto e o dia está ensolarado. Ao fundo, há algumas janelas brancas e foscas. No chão, bem atrás delas, há um canteiro com arbustos num verde bem vivo e o sol bate neles. 
As melhores amigas estão de volta com mais tretas e muito amor envolvido (Foto: Netflix)

Maria Vitória Bertotti 

Um triângulo amoroso; uma nova colega de classe também indiana; traumas à tona e hormônios à flor da pele. Com a trama ainda mais recheada de representatividade e situações comuns da adolescência, a segunda temporada de Eu Nunca… está disponível desde 15 de julho na Netflix para arrasar o coração dos amantes da série e dividir opiniões sobre quem Devi Vishwakumar (Maitreyi Ramakrishnan) deve escolher como namorado antes de se mudar para a Índia. 

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Young Royals: o romance queer chega na realeza causando um escândalo

Cena da série Young Royals, na imagem está o casal de protagonistas, Wilhelm interpretado por Edwin Ryding e Simon, interpretado por Omar Rudberg. Wilhelm tem a pele branca, seus cabelos são curtos e lisos e de tons loiro escuro, veste o uniforme de Hillerska um blazer vinho, camiseta branca e gravata. Simon é negro claro, seus cabelos são curtos e ondulados de tons castanho escuro, também veste o uniforme Hillerska, um veste blazer vinho, camiseta branca e gravata, a imagem não mostra calças. Os dois estão em um quase beijo, com seus lábios próximos e entreabertos. A imagem tem tons roxos azuis cintilantes sobre eles
Ao longos dos 6 episódios, a química eletrizante do casal de Young Royals deixa todos de queixos caídos e coração quentinho (Foto: Netflix)

Thuani Barbosa

Escândalos na realeza, desde uso de drogas, romances escondidos, crises financeiras e familiares até preconceito e morte. Todas essas vertentes você vai ver em Young Royals, o novo romance LGBTQIA+ queridinho da Netflix. Seguindo a linha de raciocínio de outros seriados como The Crown, a obra mostra o lado difícil de ser parte da monarquia e, ainda assim, nos contempla com a aventura da adolescência muito similar a Elite. Dever, status, lealdade e amor é tudo que esperamos do romance sueco. 

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