15 anos do melhor dos dois mundos de Hannah Montana

A foto tem formato retangular com uma claridade opaca. Como elemento que compõe a foto, temos um palco de dois andares coberto por um carpete de pelos. Ao fundo, no topo do palco, em desfoque, temos um varal de roupas coloridas e brilhantes. No centro da imagem, sentada no primeiro degrau do palco, temos a personagem Miley Stewart que olha tristemente para o canto inferior esquerdo da foto. Seu cabelos tem um tom de castanho escuro nas raízes e um tom de castanho claro que se estendem até o caimento dos fios na altura de sua barriga. Miley veste uma blusa amarela de manga curta, uma calça justa preta e um chinelo preto de correia dupla.
Uma das cenas mais emocionantes da última temporada – Miley relembra os momentos cativantes que viveu entre sua vida dupla e pensa em revelar seu segredo (Foto: Reprodução)

Vinícius Santos

Here we go everybody! Quem nunca se divertiu cantando a música de abertura e se imaginando vivendo o melhor dos dois mundos? Não é novidade que Hannah Montana foi um sucesso fenomenal. A franquia, que completa 15 anos em 2021, foi criada por Michael Poryes, Rich Correll e Barry O’Brien e conseguiu render ao canal de TV Disney Channel onze DVDs, dezessete discos, dois filmes, vinte e quatro livros e seis jogos eletrônicos oficiais, além de ser indicada a 4 prêmios Emmy

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A sombra de Shadow of the Colossus continua gigantesca

Um gigante parecido com uma montanha segura um porrete na mão direita e está prestes a enfrentar um humano, que segura uma lança. A cena do jogo é escuro e sombreada, vemos apenas o contorno dos personagens, sem muitos detalhes
O clássico do PS2 completou 15 anos em outubro (Foto: Reprodução)

Gabriel Oliveira F. Arruda

Lançado inicialmente para o PlayStation 2 em 2005 e mais tarde remasterizado para o PlayStation 3 e inteiramente refeito para o PlayStation 4, Shadow of the Colossus possui um legado especial na história dos videogames. Estreando próximo de jogos clássicos de mundo aberto como Grand Theft Auto: San Andreas, considerado um dos formadores do gênero, a obra prima de Fumito Ueda e do Team Ico permanece tão influente hoje quanto foi 15 anos atrás. Inspirando incontáveis análises de sua narrativa trágica e de seu game design que vai de contrapartida a muitas tendências atuais.

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Atenção, babuínos bobocas balbuciando em bando: o Cálice de Fogo completa 15 anos 

A imagem mostra a taça do torneio tribruxo, a qual é transparente com sua base e alças em um prata decorado. Dentro da taça há um líquido azul. Ao fundo há uma grande janela.
Há 15 anos, Harry Potter e o Cálice de Fogo chegava às telas dos cinemas (Foto: Reprodução)

Júlia Paes de Arruda

Não há dúvidas quanto ao sucesso das histórias emocionantes envolvendo o mundo de Harry Potter. O quarto filme da saga britânica, Harry Potter e o Cálice de Fogo, já deixa isso claro 15 anos atrás, quando faturou mais de 100 milhões de dólares em apenas três dias em cartaz nos Estados Unidos. É plausível dizer que essa conquista não veio dos novos cortes de cabelos que os atores, como Daniel Radcliffe e Rupert Grint, adotaram na época. Na verdade, é a partir desse filme que a trama mais sombria adentra no universo mágico com a chegada de Lord Voldemort.

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15 anos de Confessions: o lar que Madonna construiu

Capa do álbum Confessions on a Dance Floor, de Madonna. A cantora é uma mulher branca e usa um vestido curto rosa. Ela está no centro da imagem, de costas, com os joelhos e a mão direita apoiada no chão. A mão esquerda no ar apontada para a esquerda. A cantora olha para cima. Foi adicionado um fundo preto com bolinhas coloridas, o texto "MADONNA" em rosa e azul. O desenho de um globo de espelhos substitui a letra O da palavra MADONNA. Abaixo, foi adicionado "Confessions on a Dance Floor" em letra cursiva.
Capa do álbum (Foto: Reprodução)

Leonardo Teixeira

Uma sirene corta a noite, enquanto carros buzinam no que parece ser uma rua movimentada. Mas não é só o ruído urbano que se ouve. Vem vindo um compasso, seco e sintetizado, que se aproxima aos poucos. Logo, a cidade é engolida pela batida eletrônica. Estamos na pista de dança. É assim que é introduzida I Love New York, faixa 5 do décimo disco de estúdio de Madonna, Confessions on a Dance Floor (2005). A música homenageia não só a cidade que acolheu a aspirante a dançarina, quando ali ela desembarcou – com apenas 35 dólares no bolso, reza a lenda -, mas também o tipo de estado de espírito noturno e eufórico que resiste nas ruas e explode sob a luz de estrobo. 

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Há 15 anos, o clássico de Jane Austen estreava no cinema com orgulho, mas sem preconceito

“É estranho pensar que todas as grandes mulheres da ficção tenham sido, até o advento de Jane Austen, não só retratadas pelo outro sexo, mas apenas de acordo com sua relação com o outro sexo”.   (Virginia Woolf)

Na foto vemos cinco mulheres numa sala, com a protagonista, Elizabeth Bennet, na frente
Da esquerda para a direita: Kitty, Sra. Bennet, Elizabeth, Lydia, Jane e Mary, ao fundo (Foto: Reprodução)

Vanessa Marques

Orgulho e Preconceito (2005), dirigido por Joe Wright, é a adaptação para o cinema da obra famosa de Jane Austen. Sob uma capa de aparente inocência, a trama retrata os costumes rígidos e patriarcais da aristocracia rural inglesa do século 19. Estrelado por Keira Knightley (Elizabeth Bennet) e Matthew Macfadyen (Darcy), o longa-metragem, que retornou ao catálogo da Netflix em seu ano de debutante, mergulha o espectador numa estética delicada e sensorial, fruto da tríade indicada ao Oscar — produção, direção de arte e trilha sonora.

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How I Met Your Mother: 15 anos da enrolação mais amada da TV

Ao lado de Naruto, How I Met Your Mother é uma das melhores enrolações já feitas (Foto: Reprodução)

Isabella Siqueira

15 anos atrás, Ted Mosby começava uma longa história sobre como conheceu a mãe de seus filhos. A partir daí, pode se dizer que How I Met Your Mother é um eterno filler, mas no bom sentido. A sitcom fez sua estreia pela CBS em 2005, e aproveitava o momento para adotar os órfãos de Friends, que acabara um ano antes. Com aquela mesma fórmula sobre um quinteto jovem em Nova York, mas dessa vez aproveitando os dias em um pub. Contudo, apesar das ressalvas, foram nove temporadas incríveis que acompanharam o amadurecimento (ou não) de personagens muitos cativantes.

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Há 15 anos, Maria Rita se mostrava pela segunda vez uma das maiores vozes da música brasileira

Capa do álbum “Segundo”, lançado em setembro de 2005 (Foto: Reprodução)

Ana Júlia Trevisan

Maria Rita Camargo Mariano era a voz que todos queriam ouvir. Filha da consagrada Elis Regina, Maria Rita era promessa de sucesso mesmo antes de dar sua voz a grandes compositores, como Milton Nascimento, Lenine e Marcelo Camelo. E em seu álbum de estreia homônimo, lançado em 2003, a artista não decepcionou. Batendo recorde de vendas, Maria Rita foi reconhecida pela classe artística sendo a primeira brasileira a ganhar o Grammy Latino de Artista Revelação, sendo premiada com 3 vitrolas naquela noite de 1° de setembro de 2004.

Após essa avalanche de sucesso do seu primeiro disco, o ano de 2005 trouxe a ansiedade para o próximo projeto da artista, junto do questionamento se ela continuaria se provando como uma grande cantora. À quem tinha dúvidas, ela mais uma vez mostrou uma entrega inigualável. Com uma estética “clean”, o álbum que recebeu o nome de Segundo tem começo, meio e fim. Nele, a cantora se permite sentir a música e transpassa a mesma sensação ao ouvinte.

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