As atrizes já caracterizadas como as protagonistas de As Five (Foto: Reprodução)
Nicole Saraiva
Uma grande aposta da Globo, As Five acaba de finalizar a sua primeira temporada no Globoplay e com certeza se consagra como uma das melhores ideias que o autor Cao Hamburguer já teve. A série chega no streaming como um spin-off de Malhação: Viva a Diferença e se passa 5 anos após o fim da novelinha.
Black is King estreou no Disney+ no dia 31 de julho de 2020 e nos mostra Beyoncé como a artista multifacetada que é; com figurinos deslumbrantes e um roteiro de tirar o fôlego, ela nos leva a uma viagem ao continente-mãe da humanidade (Foto: Reprodução)
Felipe Bascope
Em 2016, Beyoncé lançou o álbum visual Lemonade,trazendo para o topo grandes discussões sobre questões raciais, e revolucionando a indústria da música de muitas formas. Em sua nova obra visual, Black is King, ela cria uma linda ponte entre a cultura pop e o continente africano, entre as gerações anteriores e as novas. E mostra um lado do continente antes desconhecido, cheio de cores, vida, bem vibrante, como podemos ver nos primeiros minutos do filme, onde são mostradas diversas regiões da África. A narrativa de O Rei Leão serviu como inspiração para uma linda e repaginada história tão marcante em nossas vidas.
Com o título como referência ao falho projeto de coexistência entre Israel e Palestina, o romance trata de uma relação familiar conturbada sem uma reconciliação eminente (Foto: Reprodução)
Isabella Siqueira
Dispensando sutilezas e panos quentes, Michel Laub escancara o Brasil com maestria em Solução de Dois Estados. Lançado em outubro de 2020, o premiado escritor traça uma narrativa sobre um problema familiar e privado para abranger todo o ódio existente entre dois lados opostos, mas igualmente raivosos e ressentidos. Apesar das primeiras impressões quanto a sinopse carregada, onde o primeiro pensamento é menos é mais, chega-se à conclusão de que seus exageros são carregados de verdades.
“Eu não acreditei que eu conseguiria fazer show algum, e agora chegamos a 80 shows”: em meio ao caos, Ariana Grande triunfa (Foto: Kevin Mazur)
Laís David
De cantora prodígio na Broadway, atriz da Nickelodeon até grande nome da música pop, foi quase impossível não escutar sobre Ariana Grande na última década. Entre álbuns que lideram os charts, um Grammy, múltiplos hits e turnês esgotadas, ela alcançou sucesso em tudo que se propôs. Agora, a jovem se aventura estreando na Netflix com excuse me, i love you, um show e documentário sobre a última turnê de Grande, a Sweetener World Tour.
A melhor parte de entrar em contato com gêneros, ritmos e cantores que não estamos acostumados a escutar é ter uma experiência totalmente nova, que se intensifica de acordo com nossa entrega. E nada seria mais intenso do que Punisher, de Phoebe Bridgers. O disco que concorre a Melhor Álbum de Música Alternativa noGrammy 2021 é uma descoberta transcendental de entrega e história, embalada pela mais perfeita melodia. Novo, fresco e autêntico, ele encanta por elevar a todas as potências sem perder a mão.
No longínquo ano de 2011, o programa The X-Factor UK era protagonizado por quatro jovens mulheres: Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock, Jesy Nelson e Perrie Edwards, integrantes do recém formado Little Mix. A única girlband a vencer a competição manteve-se no mercado mesmo com o fim do programa, e hoje seu sucesso é comparável às Spice Girls, ícone pop dos anos noventa.
Agora, pela primeira vez na gravadora Columbia Records, é lançado o álbum de estúdio da banda, Confetti. Com uma estética disco e toques dopop chiclete, o CD aborda temas como amor próprio, superação, renovação, independência e clichês da indústria musical. Contudo, 2020 trouxe aos fãs do Little Mixnão apenas uma nova obra, mas também o fim da formação original da banda.
Apesar de não ser muito comentada, a nova série da NBC, disponibilizada no Brasil pelo Globoplay, tem tudo o que é preciso para ser um grande sucesso (Foto: Reprodução)
Milena Pessi
Quais são as chances de ocorrer um terremoto no momento em que você está fazendo um exame na ressonância magnética? Na vida real, poderia dizer que as probabilidades são bem pequenas, mas não para Zoey Clarke, a protagonista de Zoey e sua Fantástica Playlist. Tudo começou por causa de uma dor de cabeça interminável e terminou da maneira mais estranha possível: ela ganhou a capacidade de ouvir o pensamento das pessoas a partir de números musicais, porém, somente ela conseguia ouvi-los. No começo, a programadora via seu novo poder como uma maldição ou até mesmo um castigo, mas com o passar dos episódios, Zoey entende que foi por causa dele que se tornou uma pessoa melhor, mais empática e disposta tanto a ouvir quanto a ajudar aqueles que estão à sua volta.
A família mais aclamada dos romances de época ganha vida no serviço de streaming (Foto: Reprodução)
Carol Dalla Vecchia
Em 2000, Julia Quinn (pseudônimo de Julie Pottinger) dava um dos maiores passos de sua carreira como escritora ao lançar o primeiro livro da série Os Bridgertons. Mais tarde, ela seria mundialmente reconhecida como um dos maiores nomes no gênero romance de época, com seus diálogos efervescentes, personagens petulantes e intrigas polêmicas que estavam presentes desde O Duque e Eu, volume que dá início à coleção. Mesmo com tanto sucesso, foram necessários vinte anos para que a autora realizasse o sonho de ver sua obra adaptada para outras plataformas: a série Bridgerton chegou à Netflix em 25 de dezembro de 2020 e já divide opiniões.
Pôster de divulgação da dizi Sen Çal Kapimi (Foto: Reprodução)
Mariana Chagas
Assim como no Brasil a família se reúne na frente das telaspara assistir as tão famosas novelas, o que prende o público da Turquia na televisão são as diversas dizis. Uma mistura de novela com série, os programas que passam semanalmente tem uma duração média de duas horas por bölüm (episódio). Com a temática variando principalmente entre drama, comédia romântica e ação, as novelas turcas possuem um público alvo grande e bem variado. E, dentre tantas dizis, uma que se destacou dentro e fora da Turquia foi a engraçada e cativanteSen Çal Kapimi (Bata na minha porta).
O longa foi gravado enquanto o astro de Pantera Negra lutava contra um câncer agressivo (Foto: Reprodução)
Vanessa Marques
“O blues é uma forma visceral de rebeldia.” Com raízes africanas, oritmo melancólico e potente do blues nasceu entre os escravos do sul dos Estados Unidos, a partir do século XIX. Ao longo das margens do Rio Mississipi, os homens e mulheres escravizados cantavam melodias lentas ou soturnas enquanto cumpriam o percurso comum do trabalho árduo no campo. Este legado da cultura negra é honrado em A Voz Suprema do Blues, último filme de Chadwick Boseman, falecido precocemente em 2020, que divide cena com a memorável Viola Davis.