Entre fanservice e inovação, The Mandalorian volta para mostrar seu lugar na galáxia

Cena da série The Mandalorian. Na imagem, vemos Din Djarin, vestindo a armadura mandaloriana e segurando Grogu em um dos braços. Ao centro, os dois voam pelo céu, ao fundo.
A segunda temporada de The Mandalorian estreou em outubro na Disney+, com novos episódios lançados semanalmente (Foto: Reprodução)

Vitória Lopes Gomez

Menos de duas semanas antes do fim da segunda temporada de The Mandalorian, a Disney+ anunciou 10 novas séries originais do universo Star Wars. O furor com as novas produções, com os nomes inéditos e antigos sendo divulgados, teasers e teorias agitaram as redes sociais por dias, o que poderia distrair a excitação para a finale da pioneira dos live-action. Felizmente, a série prova, mais uma vez, que é grandiosa e se consolida como uma das melhores produções da franquia bilionária criada por George Lucas.

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5 anos depois, O Despertar da Força ainda marca o encontro de Disney e Star Wars

Imagem do filme Star Wars VII: O Despertar da Força.
Os outros sistemas vão se curvar perante a Primeira Ordem” (Foto: Reprodução)

Gustavo Alexandreli

O ano de 2015 foi marcado por grandes sucessos de bilheteria, como Velozes e Furiosos 7, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros e Vingadores: Era de Ultron. E para encerrar o ano com uma saga clássica e postulante ao sucesso, em 17 de dezembro foi lançado no Brasil Star Wars VII: O Despertar da Força. O êxito – já esperado – se concretizou, assim que o filme tornou-se a maior bilheteria dentre os já lançados pela franquia, e a quarta maior bilheteria mundial, arrecadando um total de 2,066 bilhões de dólares. O Despertar da Força é, cronologicamente – na saga -, o primeiro filme após a trilogia original, iniciada  pelos episódios IV (Uma Nova Esperança, de 1977) e V (O Império Contra-Ataca, de 1980). E 32 anos após o encerramento da história com o episódio VI (O Retorno de Jedi, de 1983), sua continuação chegou aos cinemas.

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The Mandalorian é uma nova esperança para os fãs de Star Wars

The Mandalorian estreou em 2019 e foi a grande aposta da novata Disney+ (Foto: Reprodução)

Vitória Lopes Gomez

Nem em seus melhores sonhos George Lucas poderia imaginar o que o futuro reservava quando escreveu a história do jovem Luke Skywalker, este foi somente o pontapé inicial da franquia multibilionária que revolucionou o cinema e a cultura pop e conquistou uma legião de fãs. O universo Star Wars deu tão certo que, 47 anos após o lançamento do primeiro filme, há ainda histórias para contar através da galáxia criada por Lucas. Mas é em meio a uma recente decepção com A Ascensão Skywalker e uma acirrada disputa entre as plataformas de streaming que The Mandalorian, a primeira série live-action da franquia, chega, como uma nova esperança para os fãs da saga.

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A Ascensão Skywalker encontra equilíbrio entre a covardia e o vexame

O novo Star Wars joga seguro e não consegue emocionar nos momentos de maior necessidade (Foto: Reprodução)

Vitor Evangelista 

A risada do Imperador Palpatine no primeiro teaser do Episódio IX já entregava tudo que devíamos saber: Star Wars se acovardou. Retornando com tramas já finalizadas em filmes passados, o fecho da trilogia encerra num tom deplorável, sem alma. Na ânsia de dar pra trás com todas as corajosas decisões tomadas em Os Últimos Jedi (2017), A Ascensão Skywalker apenas atesta o medo da Disney em subverter expectativas, afinal, jogando seguro, os cheques ainda cairão. J.J. Abrams retorna à saga para imprimir toda sua falta de originalidade, criando, assim, uma história de Guerra nas Estrelas completamente imemorável, beirando o riso do ridículo. 

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Han Solo: Uma História Star wars e a reconstrução de um personagem clássico

Esse texto contém spoilers, mas daquele tipo que só vão te deixar com mais vontade de ver o filme e não estragar a sua experiência!

(Foto: Reprodução)

Fellipe Gualberto

É uma ótima época para ser fã de Star Wars. Em um ano temos um filme da nova trilogia acrescentando narrativas que se passam após a saga original, e no ano seguinte temos um spin off contando histórias que se situam entre a trilogia prequel e a clássica, tem sido assim desde 2015. Mas será que é realmente uma época boa para ser fã de Star Wars? As novas produções do universo de George Lucas, como de costume, são carregadas de muito hype e inevitavelmente vão ter um exército de apoiadores e um exército de opositores. Quando fui assistir “Han Solo: Uma História Star wars” um dia após a estreia pensei que ia encontrar poucas cadeiras vagas no cinema. A sala estava praticamente vazia.

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J.J. Abrams: O prodígio de Hollywood

Fonte - ColliderO diretor no set de Star Wars (fonte: Collider)

Camila Ramos

Jeffrey Jacob Abrams, usualmente conhecido como J.J Abrams, é um diretor, produtor, roteirista, escritor, ator e compositor norte-americano. Um prodígio no cinema Hollywoodiano que tem uma extensa lista de produções de sucesso em seu currículo. Abrams começou muito cedo sua carreira: Em 1982, aos 16 anos escreveu músicas para o filme Nightbeast. A partir desde momento, ele encara uma série de roteiros próprios na década de 1990.

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Star Wars: Sem inspiração na Força

O primeiro filme da saga Star Wars após a venda da LucasFilm, do diretor George Lucas,  para a Walt Disney apela para a nostalgia, porém a falta de ideias novas para a franquia causa um gosto amargo no final da sessão.

star wars
Créditos: Divulgação

João Pedro Fávero

Em “O Despertar da Força”, trinta anos se passaram desde que os Rebeldes venceram o Império, mas uma nova ameaça, bem semelhante à já enfrentada nos filmes da trilogia original, entra em cena para governar a galáxia. Chamada de Primeira Ordem, o grupo liderado pelo Supremo Líder Snoke (Andy Serkis), por seus pupilos Kylo Ren (Adam Driver) e General Hux parece ter sido inspirado no regime Nazista e segue a mesma agenda do Império, incluindo os mesmos planos que fracassaram antigamente – como a Estrela da Morte, dessa vez maior e com um nome diferente: Starkiller. A única esperança da Resistência é Luke Skywalker e seu paradeiro é desconhecido.

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