
Arthur Caires
A comédia dramática Overcompensating parte de um lugar muito pessoal: nasceu como uma esquete nas redes sociais do comediante Benito Skinner, baseada em sua experiência como um adolescente tentando mascarar sua sexualidade por meio de uma performance hipermasculina. O que começou como piadas sobre gostar de Gossip Girl enquanto fingia adorar futebol americano evoluiu para um show de stand-up e, finalmente, chegou ao streaming pelas mãos da A24 e Amazon MGM Studios. Agora, transformado em uma série de oito episódios com produção executiva de Charli XCX e roteiro comandado por Scott King (Mad TV), a produção tenta se decidir entre ser uma paródia de seriados da década de 2000 ou um coming-of-age tardio em meio à referências do TikTok. Continue lendo “Overcompensating: quando um millennial tenta sair do armário em 2025 com referências de 2015”






![Cena de Killing Eve. Na imagem, duas moças jovens estão sentadas lado a lado em um salão de paredes vermelhas. À esquerda, está a personagem Villanelle, uma mulher branca que usa um terno com estampa rosa e azul. Com cabelos loiros, ela não usa acessórios e olha serenamente para o horizonte. À direita, está Eve Polastri, mulher de ascendência sul-coreana e cabelos escuros cacheados, que veste uma blusa preta de gola alta e mangas cumpridas. A personagem também olha para o horizonte, mas com feição preocupada.]](http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image3-2-800x400.jpg)


