Como Perder um Homem em 10 Dias: 20 anos do clássico que uniu humor e emoção em uma aposta oculta de paixão

Cena do filme Como Perder um Homem em 10 Dias. Um homem segura o rosto de uma mulher com suas duas mãos. Ambos estão sorrindo e próximos um do outro. Observa-se os dois de perfil, virados de lado e se olhando. De fundo, uma avenida com carros passando pode ser observada, assim como uma porta de táxi próxima da mulher.
Com sucesso enorme de bilheteria desde seu lançamento, a clássica comédia romântica protagonizada por Kate Hudson e Matthew McConaughey comemora seus 20 anos de renome em 2023 (Foto: Paramount Pictures)

Luiza Lopes Gomez

Inspirado em um quadrinho de comédia, Como Perder um Homem em 10 Dias comemora seus 20 anos de lançamento no ano de 2023. Conhecido como uma das maiores romcoms da atualidade, o longa mantém sua relevância atemporal, mesmo sendo alvo de certa necessidade de reparação mediante concepções antigas e sexistas perpetuadas na época de sua criação. Manter sua notabilidade não é um problema para o filme de Donald Petrie graças ao desenvolvimento de personagens comuns e identificáveis, estrelados pelos renomados atores Kate Hudson e Matthew McConaughey, que formam um par romântico imperfeito, porém certeiro.

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Lagum: tem gente que só começa Depois do Fim

Capa do álbum Depois do Fim, da banda Lagum. Quatro homens estão centralizados na imagem, distantes, sentados em uma janela em cima de um telhado. A casa na qual o telhado está, queima em chamas, com fumaça e fogo aparecendo nos cantos. Os homens aparentam estar tranquilos, conversando no local, que está anoitecendo e sendo iluminado apenas pelas chamas.)
A estética de casa em chamas aparece no quarto álbum de estúdio da banda Lagum e aponta para um recomeço pós destruição (Foto: Sony Music)

Luiza Lopes Gomez

Angústias, perdas, negação e reencontro. Estas são algumas das palavras que caracterizam e são usadas como base para a criação do quarto álbum da banda mineira Lagum. Depois do Fim é lançado como um olhar diferenciado sobre o mundo e traz à tona questões filosóficas talvez nunca aprofundadas nos últimos discos – pelo menos, não na mesma intensidade. A chegada do projeto recorre a jornadas internas em meio ao entendimento do despertar depois do fim, abordando temáticas como o destino e o acaso, a saudade, o reconhecimento pessoal e esclarecimentos internos na mente de um jovem reflexivo. 

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Midnights: a genialidade de Taylor Swift em percorrer o passado e desenvolver novas jornadas

Capa do CD Midnights de Taylor Swift. Fotografia quadrada centralizada no rosto da cantora Taylor Swift. Uma mulher loira, com maquiagem brilhante e delineado preto. Nas mãos segura um isqueiro aceso. No topo na lateral esquerda encontra-se o nome do álbum em cor azul, “Midnights”.
Entrando para a história como o maior debut da indústria musical, o décimo disco de Taylor Swift conta com 13 faixas que permeiam o passado e as expectativas para o futuro (Foto: Beth Garrabrant)

Luiza Lopes Gomez

Reflexões na madrugada, nostalgia de inquietudes antigas e diálogos internos marcam as composições do décimo álbum de estúdio de Taylor Swift que reafirma seu posto como artista flexível e inovadora, capaz de movimentar multidões e quebrar recordes. Com o anúncio do disco em meio ao seu discurso de agradecimento no VMA 2022, Swift introduziu ao público uma nova era. Permeado por mistérios e noites sem dormir, Midnights foi apresentado de forma instigante e milimetricamente arquitetada antes mesmo do seu lançamento, partindo de uma coleção de vídeos postados nas redes sociais, revelando os nomes das composições e recheados de easter eggs, referências já tão próprias da artista.

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