Há cinco anos, Julie and the Phantoms chegava à beira da perfeição mas foram impedidos de continuar brilhando

Cena de Julie and the Phantoms. A cena mostra um grupo musical de quatro jovens, composto por três homens e uma mulher, performando em um palco iluminado. A mulher, Julie, é negra e tem cabelos cacheados volumosos, está no centro, vestindo um vestido roxo com saia de tule e jaqueta brilhante. Os homens, brancos, usam roupas estilosas: Reggie com colete vermelho com tachas, Luke com jaqueta azul marinho e sem mangas e Alex com um blazer rosa claro. Todos seguram microfones e estão cantando, com expressões de empolgação. O palco é iluminado por um fundo de luzes vibrantes em tons de vermelho e branco, simulando fogos de artifício. A cena é vista de um ângulo baixo, com a plateia desfocada em primeiro plano, indicando um show ao vivo. A iluminação é intensa e colorida, criando uma atmosfera enérgica e festiva. A composição é dinâmica, com os artistas posicionados de forma a enfatizar a energia da performance.
Todos os atores do elenco principal realmente tocam os instrumentos de seus personagens (Foto: Netflix)

Marcela Jardim

Cinco anos após sua estreia, Julie and the Phantoms permanece como um dos casos mais emblemáticos, e talvez frustrantes, da cultura pop adolescente recente. Cancelada pela Netflix mesmo diante de números expressivos, engajamento orgânico e forte apelo musical, a série se tornou símbolo de uma era em que sucesso nem sempre garante continuidade. O encerramento precoce deixou um rastro de pontas soltas e narrativas que impedem a obra de atingir seu pleno potencial, transformando o carinho do público em uma nostalgia agridoce. Mais do que um seriado interrompido, Julie and the Phantoms virou um luto coletivo compartilhado por seus fãs.

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Há 20 anos, você também queria ser um Wildcat com a estreia de High School Musical

Cena do filme High School Musical. Na imagem, o elenco principal do filme está no ginásio da escola East High. Eles estão performando a faixa We’re All in This Together e vestem roupas como calças e regatas brancas, vestidos e roupas vermelhas. Da esquerda para a direita, há uma mulher branca de cabelo louro e ondulado, um homem negro de cabelo cacheado e castanho claro, um homem branco de cabelo liso cor de mel, um homem negro de cabelo crespo castanho escuro e uma mulher branca de cabelo castanho escuro ondulado.
Hino de superação e amizade, We’re All in This Together segue como uma das canções mais potentes da trilogia (Foto: Disney Channel)

Guilherme Machado Leal

Quando chegou às telonas em 2006, High School Musical iniciava – ao lado de Hannah Montana e Zack & Cody: Gêmeos em Ação, séries de 2005 – uma nova era no Disney Channel. Há 20 anos, o amor entre o capitão do time de basquete da escola East High e a aluna recém chegada na cidade de Salt Lake abriu portas para uma trilogia que abordaria o crescimento da juventude, a busca pelos sonhos e o encontro da sua melhor versão. 

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Cuidado! Em Abracadabra 2, as bruxas estão de volta – mas só por uma noite

Cena do filme Abracadabra 2. Na imagem, as bruxas Mary, Winifred e Sarah Sanderson aparecem em um palco, iluminadas por um holofote. Mary (Kathy Najimy) é uma mulher de pele clara, com cabelos castanhos, presos em formato de cone, e veste roupas vermelhas e laranjas. Winifred (Bette Midler) é uma mulher de pele clara, cabelos ruivos, e veste roupas verdes. Sarah (Sarah Jessica Parker) é uma mulher branca, de cabelos loiros platinados, e veste roupas roxas.
Que comece o show! As Irmãs Sanderson vão enfeitiçar você (Foto: Disney+)

Laura Hirata-Vale

Salém, Dia das Bruxas e uma noite de lua cheia. Nessa receita de poção mágica, faltam somente dois ingredientes para que as irmãs Sanderson voltem à vida: alguém virgem, que acendesse uma vela de chama escura. Na noite de 31 de Outubro de 1993, dentro de um casebre abandonado, Max Dennison (Omri Katz) faz todos os passos do ritual, achando que nada iria acontecer. Dessa forma, as três bruxas retornam do mundo dos mortos, à procura de crianças e adolescentes para devorar. A história de Abracadabra (1993) termina com Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica  Parker) e Mary Sanderson (Kathy Najimy) virando pó com o raiar do Dia de Todos os Santos, para a alegria dos protagonistas.

Porém, 29 anos depois, uma nova narrativa começa. Abracadabra 2 traz – de forma nostálgica e musical – as bruxas mais comicamente assustadoras de volta. Cheio de feitiços, piadas e risadas maléficas, o segundo longa homenageia o original, tentando superá-lo, mas não conseguindo. Em uma outra noite de Dia das Bruxas, com a lua cheia brilhando no céu, uma vela de chama escura é acendida. Seria isso um acidente? O que as irmãs Sanderson vão aprontar dessa vez?

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Julie and The Phantoms consegue o melhor de ambos os mundos

“Não desistiremos da música. Nós podemos tocar de novo, esse é um dom que nenhum músico negaria” – Luke (Foto: Reprodução)

Anna Clara Leandro Candido 

“You get the best of both worlds,  Chillin’ out, take it slow. Then you rock out the show.” É quase impossível que qualquer um pertencente a geração de crianças dos anos 2000 seja capaz de ler essa frase sem cantá-la. Hoje, produções como essa estão em decadência, sendo substituídas por narrativas que agradam mais as novas gerações que estão chegando e preferem streamings ao bom e velho sofá em frente à TV.

Contudo, uma onda de remakes recentemente começou a trazer séries e filmes de 10-20 anos atrás e adaptá-las a nova realidade onde seu público-alvo se encontra. Julie and The Phantoms é exatamente isso, uma série com os mesmo moldes de Hannah Montana, As Visões da Raven e High School Musical, mas atualizadas para a nova geração de crianças e adolescentes.

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