Há cinco anos, a cantora lançou seu primeiro álbum que a tornou a pessoa mais jovem a ganhar o prêmio de Álbum do Ano no Grammy (Foto: Kenneth Cappello)
Guilherme Barbosa
Billie Eilish entrou para a história em 2020, na 62ª edição do Grammy Awards, quando seu álbum de estreia aclamado, WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?, ganhou o prêmio de Álbum do Ano, o que a tornou a garota mais jovem a conquistar essa categoria. Ao longo das 14 faixas que compõem o disco, a artista navegou por diferentes sentimentos, desde os melancólicos até os mais obscuros.
O uniforme todo branco de O-Ren lembra o da Yuki, principal personagem de Lady Snowblood (Foto: Miramax Films)
Guilherme Moraes
Apostar em uma maior cadência depois do sucesso do primeiro filme, que foi inspirado no clássico Lady Snowblood, é um desafio. No entanto, Kill Bill – Volume 2mostra que essa foi uma escolha acertada ao encerrar a saga dando mais substância à protagonista. Quentin Tarantino nos surpreende ao diminuir a violência em tela, mostrando que o caminho que a personagem trilhava era em direção ao fim do ciclo sangrento em que ela vivia, mas que, paradoxalmente, exigia o sacrifício de mais alguns personagens.
Dev Patel atua, dirige e roteiriza em Fúria Primitiva (Foto: Diamonds Filmes)
Guilherme Machado Leal
Em 2008, um jovem ator britânico estrelou o drama adolescente Skins como um coadjuvante. No mesmo ano, protagonizou um sucesso que chegou ao Oscar, o longa-metragem Quem Quer Ser Um Milionário?. Esses são apenas dois dos trabalhos que marcam a carreira de Dev Patel. Agora, com Fúria Primitiva, o artista inicia sua carreira atrás das câmeras. Nos papéis de roteirista, diretor e ator principal, ele dá vida a Kid, um rapaz que luta em um clube clandestino com o codinome Monkey Man para sobreviver e pagar as contas.
A nova promessa de Dua Lipa chegou aos streamings no Brasil em Maio (Foto: Warner Records)
Davi Marcelgo e Guilherme Machado Leal
Na música pop, artistas femininas são colocadas a prova a cada trabalho que realizam. Criam-se rivalidades entre cantoras, de Madonna à Gaga até Taylor Swift e Katy Perry. Seja pela sonoridade, pelos vocais ou pela composição, as mulheres do gênero musical precisam se esforçar duas vezes mais se comparadas aos cantores masculinos. Com Dua Lipa, a situação não foi diferente: desde a sua estreia, com o álbum homônimo, mesmo com números exorbitantes – a exemplo o clipe de New Rules, que possui mais de três bilhões de visualizações no Youtube –, a cantora não ficou ilesa das críticas devido aos seguintes questionamentos: ‘ela vai aprender a dançar?” e ‘ela irá superar o primeiro trabalho?’. Após o lançamento do Future Nostalgia, em 2020, a britânica provou que, daqui 40 anos, vamos sentir saudades do seu dance-pop.
Helena Ignez traz para o seu filme parceiros de longa data, com quem já trabalhou outras vezes, como o amigo artista Ney Matogrosso e sua filha, a atriz Djin Sganzerla (Fonte: Mercúrio Produções)
Giovanna Freisinger
Não se pode dizer que A Alegria é a Prova dos Nove não é uma experiência. Até os últimos minutos, paira a dúvida: é uma sátira, né? Por esses breves momentos, se torna genial, seria uma crítica afiada às cirandas de uma nova esquerda totalmente desorientada. Há momentos de frivolidades tão cômicos que só poderiam ser propositalmente irônicos. Mas, em seu desenrolar, o filme segue confirmando que não. Não é uma sátira, são só os devaneios de uma classe alheia à realidade do presente.
O casal inesperado surpreende pela pouca química e muita afinação (Foto: Warner Bros. Pictures)
Maria Vitória Bertotti e Nathalia Tetzner
Lançado em Abril de 2024, Evidências do Amor é a mais nova comédia romântica brasileira banhada a humor e uma trilha sonora um tanto quanto inesquecível. Com Fábio Porchat e Sandy Leah protagonizando o longa e formando um casal mediano e sem química, o filme conta a história de amor dos dois e de como a música Evidências, de Chitãozinho e Xororó, acompanha essa jornada de (muitas) lembranças, visitas literais ao passado e reconquista.
Lola Tung esbanja carisma na segunda temporada de O Verão Que Mudou A Minha Vida, mesmo que a sua personagem não o faça (Foto: Amazon Prime Video)
Guilherme Machado Leal
As formas de caracterizar a relação entre personagens são chamadas de tropes literárias e possuem um papel importante em relação à narrativa de uma obra. Em Crepúsculo, por exemplo, Bella, Edward e Jacob vivem em um complicado triângulo amoroso e a relação interpessoal do trio dita os rumos da saga. Nesse sentido, a autora Jenny Han – conhecida pela trilogia de livros Para Todos Os Garotos Que Já Amei e o spin-off televisivo Com Carinho, Kitty–, conta em O Verão que Mudou Minha Vida a história de uma adolescente e seus devaneios com o uso desse recurso literário.
Marcélia Cartaxo dá vida à Macabéa, protagonista do livro e da adaptação cinematográfica de A Hora da Estrela (Foto: Sessão Vitrine Petrobras)
Guilherme Machado Leal
A Hora da Estrela, filme de 1985 baseado no livro homônimo escrito por Clarice Lispector, conta a história da datilógrafa Macabéa, que pouco da vida conhece, mas vive com o mínimo porque foi ensinada dessa maneira. Dirigido por Suzana Amaral, o longa-metragem ganhou uma nova versão remasterizada com o apoio da Sessão Vitrine Petrobras como distribuidora e foi lançado nos cinemas em 2024, sendo a chance do público brasileiro conhecer ou revisitar uma das histórias nacionais mais emocionantes já feitas.
A comédia Quiz Lady traz duas irmãs opostas e distantes em um programa de quiz que pode ser a solução dos problemas delas (Foto: Disney+)
Marina Iwashita Canelas
Com elenco de peso, Jessica Yu volta após seis anos desde o seu último longa-metragem com Quiz Lady, que tem como missão unir duas irmãs distantes para pagarem a dívida deixada pela mãe e salvarem o cachorro de Anne, Mr. Linguini. As atrizes Sandra Oh (Jenny) e Awkwafina (Anne) são escaladas nessa trama que dá papel à representatividade asiática, ressignificando e mostrando a força da família e do amor.
Os brincos de hanafuda de Tanjiro são um presente ancestral, passado de pai para filho e que revelam mistérios sobre o anime (Foto: Ufotable)
Thuani Barbosa
Em meio a lutas épicas, a busca por uma cura desconhecida e a construção de amizades improváveis, Tanjiro Kamado tece sua história repleta de coragem, bravura e sensibilidade. Assim, se cria Demon Slayer (originalmente: Kimetsu No Yaiba), anime que segue seus conterrâneos Attack on Titan e Naruto, que trabalham com narrativas recheadas de sentimentalismo fraternal e batalhas sangrentas, tudo em um só combo. O resultado é uma mistura que conquistou não só o público asiático, mas rompeu barreiras e alcançou o ocidente.