Episódios como Os Três Robôs, O Lixão e Proteção Contra Alienígenas se apoiam num humor pessimista (Foto: Reprodução)
Vitor Evangelista
Hollywood é carente de ideias originais. Na era dos remakes e revivals, produtos recém-nascidos (quando bem feitos) enchem os olhos. Sob o astuto comando de Tim Miller (Deadpool), a Netflix disponibiliza 18 curtas animados, cada um mais inovador que o anterior e que acendem a chama da esperança de renovações lá na América do Norte. Chega Love Death + Robots.
Da esquerda para a direita: Trinity The Tuck, Monique Heart, Gia Gunn, Jasmine Masters, Naomi Smalls, Latrice Royale, Valentina, Monet X Change, Manila Luzon e Farrah Moan (Divulgação)
Eduarda Motta
Estreando no canal Logo em fevereiro de 2009, o programa RuPaul’s Drag Race surgiu na televisão americana com uma competição entre drag queens, cujo objetivo era mostrar o talento, personalidade, carisma e humor de cada participante que concorria pelo título de próxima superestrela drag dos Estados Unidos. O sucesso e singularidade do show lhe renderam 11 temporadas, além do spin-offAllStars, que chegou à sua quarta edição no ano passado. Continue lendo “All Stars 4: grandes estrelas e polêmicas ainda maiores”
Um dos pontos altos de Umbrella Academy é o tiroteio ao som de Don’t Stop Me Now, do Queen (Foto: Reprodução)
Vitor Evangelista
Dentre as grandes equipes, a franquia dos mutantes da Marvel é a mais desgastada nos cinemas. Diversas adaptações, correções de rumo, escalação de novos atores. Os X-Men nunca tiveram sorte nas telonas e, junto disso, nenhuma de suas trilogias conseguiu enfatizar o cerne de sua origem: o sentimento de família. Isso anotado, a Netflix (de mal com a Marvel) inaugura sua trupe disfuncional – e super-heróica, em The Umbrella Academy, seriado que lida com traumas humanos num ambiente em que macacos falam e robôs são mães.
No dia 8 de fevereiro, a Netflix finalmente lançou no seu catálogo a terceira temporada de One Day at a Time, após uma intensa mobilização dos fãs e dos produtores nas redes sociais para que a série fosse renovada. A trama se concentra na rotina dos Alvarez, uma família americana de origem cubana que vive em Los Angeles. É protagonizada por Justina Machado no papel de Penelope, uma veterana do exército que vive com seus dois filhos adolescentes e sua mãe, algumas vezes até com o intrometido senhorio do prédio onde moram.
O produtor Norman Lear (conhecido por trabalhos como All in the Family e The Jeffersons) desenvolveu a série original e está no comando do remake junto com Mike Royce e Gloria Calderón Kellett. A série é inspirada na produção homônima de 1975. O que poderia ser apenas mais uma comédia entre família assinada pela Netflix, se mostra um show de extrema importância nos tempos atuais.
As premiações Hollywoodianas podem ser um tanto controversas e dificilmente agradam a todos. Mas, algumas vezes, certas produções se mostram tão boas que é impossível negar suas conquistas. Esse é o caso da série original da Netflix O Método Kominsky (The Kominsky Method, 2018), que no dia 6 de janeiro conquistou 76º Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia ou Musical e Melhor Ator de Série para esse mesmo segmento, fazendo o experiente Michael Douglas levar a estatueta para casa por sua interpretação como o protagonista Sandy Kominsky.
O filme conta com mais de cinco horas de material gravado: a experiência pode tomar de 40 a 90 minutos, até um dos finais (Foto: Reprodução)
Vitor Evangelista
Black Mirror caiu nas graças do público entregando episódios antológicos, recheados de uma tensão crescente e sempre com uma bomba caindo no colo de quem assista nos últimos momentos de cada capítulo. A produção construiu sua fama percorrendo caminhos seguros e sempre jogando dentro de sua zona de conforto. Mas haviam pontos fora da curva.
Talvez mais tarde do que deveria (ou talvez não) Hora de aventura chegou ao seu fim contando com 10 temporadas e 208 episódios. Fonte: Reprodução/ Cartoon Network
Fellipe Gualberto
Hora de Aventura se apresenta como o carro-chefe do Cartoon Network desde 2010. A animação criada por Pendleton Ward conta as aventuras de Finn, um garoto humano, e Jake, seu cão amarelo com poderes elásticos. Juntos eles são heróis da terra de Ooo, um reino encantado com princesas feitas de doces, vampiros e magos.
Brooklyn Nine-Nine narra a rotina dos detetives da 99ª delegacia de polícia do Brooklyn e é protagonizada por Jake Peralta (Andy Samberg). A série ganhou reconhecimento pela forma como usa do humor inteligente para denunciar abusos e preconceitos — crédito de seus criadores, Dan Goor e Michael Schur (ambos famosos por Parks and Recreation).
O piloto foi ao ar em 2013, pela Fox. Com episódios curtos e roteiros perfeitamente escritos, Brooklyn Nine-Nine se tornou uma mistura de temáticas e gêneros distintos que poderia ter fracassado completamente, mas acabou se tornando algo realmente único. Continue lendo “Brooklyn Nine-Nine: a polícia do avesso”
O atraso (proposital) do lançamento tornou o seriado inelegível ao Emmy 2017, concorrendo apenas na edição seguinte, que ocorre em 17 de setembro [Foto: HBO]Vitor Evangelista
Numa leva menor de capítulos, Game of Thrones aparou as arestas e foi direto ao ponto. Com uma linha narrativa ágil, o penúltimo ano leva o público aos preparativos finais para dar fim às histórias de Westeros. A sétima temporada conseguiu juntar seus protagonistas, guinando a história para seu derradeiro final, a guerra contra o exército do Rei da Noite.