Met Gala 2026: A arte é viva!

Em um fundo granulado rosa, com cantos superiores preenchidos com flores rosadas, o título centralizado evidencia o dress code do Met Gala deste ano, Moda é Arte. Da esquerda para a direita, Anok Yai, mulher negra com maquiagem dourada e vestido preto com um capuz; Sabrina Carpenter, mulher loira, branca com vestido preto de rolo de fita cinematográfico e adorno de diamantes na cabeça; Jisoo, mulher asiática de cabelo preto e mechas soltas, usando um vestido rosa claro e detalhes em azul; Naomi Osaka, mulher negra asiática com vestido e chapéu branco com detalhes de folhas e luva em vermelho; Hunter Schafer, mulher trans branca, loira, vestida de branco com detalhes florais e pequenas rosas brancas no vestido e um laço em seu cabelo, e Beyoncé, mulher negra, loira usando um adorno semelhante a uma coroa em diamantes e seu vestido que simula um esqueleto também com pedras brilhantes.
O Met Gala 2026 homenageia todas as formas de se produzir arte (Arte: Livia Queiroz)

Jhenifer Oliveira e Livia Queiroz

A primeira segunda de maio é um dos momentos mais aguardados quando se trata de juntar moda, cinema e luxo: o Met Gala. Ela resguarda não só a audiência de quem tem sede pelo conhecimento têxtil, mas também aqueles que são apaixonados pelo corpo como uma forma de se expressar. O dress code escolhido por Anna Wintour este ano explora justamente este conceito, a moda como arte.

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O Diabo Veste Prada 2 se veste de passado para se reinventar no novo

Duas mulheres estão lado a lado, encarando a câmera com expressão confiante. Ambas usam óculos escuros pretos e roupas em tons escuros. À esquerda, uma mulher mais velha, de cabelo curto grisalho, veste um blazer preto e brincos discretos. À direita, uma mulher mais jovem, com cabelo longo castanho ondulado, usa um colete preto com listras finas e um colar de pérolas.
A produção de O Diabo Veste Prada 2 mantém a essência e os principais criativos do original, incluindo o diretor David Frankel (Foto: Wendy Finerman Productions)

Catarina Pereira e Jhenifer Oliveira

Há 20 anos, O Diabo Veste Prada marcou uma geração traduzindo os bastidores da moda de luxo ao mundo e trazendo curiosidades sobre a produção editorial. O longa se tornou icônico, atingindo uma bilheteria de enorme sucesso – 326,6 milhões de dólares – e conquistando um Globo de Ouro e inúmeras outras premiações, como BMI Film Award e Satellite Awards, além de contar com as atuações brilhantes de Anne Hathaway e Meryl Streep. Em 2026, a obra ganha uma sequência que chega aos cinemas com muita antecipação do público.

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Menos impactante que o primeiro, mas ainda valioso, Wicked: Parte II

Na imagem, há duas personagens: à esquerda, uma mulher de pele verde com trajes escuros e expressão séria e à direita uma mulher de pele branca com uma roupa delicada e sorrindo suavemente. As duas estão em um ambiente de luz quente olhando para o horizonte.
Segundo filme utiliza uma paleta de cores mais escura para marcar a virada dramática da história (Foto: Universal Pictures)

Jhenifer Oliveira

Wicked: Parte II, um dos lançamentos mais esperados do ano, chega às telonas trazendo o desfecho da história que marcou a Broadway e encantou diversas pessoas em sua adaptação para o cinema. O diretor Jon M. Chu, que transformou Wicked – Ato I em uma das experiências cinematográficas mais arrebatadoras de 2024, agora amplia esse triunfo em 2025 ao explorar o espetáculo com mais profundidade emocional e maturidade estética.

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