Há 5 anos, Sombra e Ossos provava que o impossível é apenas improvável

Três pessoas estão em um ambiente escuro e sombrio, iluminado por uma lâmpada laranja ao fundo. À esquerda, um homem negro usa uma cartola marrom, um colete verde sobreposto por uma jaqueta marrom. No centro, uma mulher de ascendência nepalesa com cabelos pretos presos veste um traje preto com fivelas, cachecol e armas na cintura. À direita, um homem branco usa um chapéu preto e um sobretudo longo de gola alta. Todos têm expressões determinadas e sérias.
Elogiada pela crítica, a série foi indicada ao IFTA Film & Drama Awards, ao Emmy e a outras premiações (Foto: Netflix)

Vitória Mendes

Uma das maiores críticas de telespectadores a respeito de adaptações literárias é a dificuldade em atingir as expectativas do público sem mudar drasticamente a narrativa ou torná-la incoerente. Construir o universo já consolidado no imaginário coletivo através da caracterização do elenco, dos figurinos e da montagem é um trabalho intricado e árduo. Nesse cenário, desde os anúncios iniciais, Sombra e Ossos não apenas correspondeu às expectativas, como se estabeleceu e agradou aos fãs. Ainda que tenha sido cancelada pela Netflix em um momento de muitas possibilidades na trama, a série se mantém amada mesmo após 5 anos.

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