A Casa do Dragão se arrasta até a guerra e molda uma Rhaenyra mais cruel na terceira temporada

Aviso: Esse texto contém spoilers

Cena da terceira temporada de A Casa do Dragão. Uma mulher de cabelos platinados aparece em primeiro plano usando uma armadura de metal escura sobre uma cota de malha e um elmo adornado junto com uma coroa dourada. Ela olha ligeiramente para baixo com expressão séria. O ambiente ao redor é escuro, destacando o rosto e os detalhes metálicos da armadura.
A cena do ressurgimento de Sunfyre colocou 23 dublês em chamas ao mesmo tempo, superando o recorde anterior de Game of Thrones (Foto: HBO)

Eduardo Dragoneti

Mesmo que os fãs queiram, A Casa do Dragão (2022) jamais será Fogo & Sangue (2018). A adaptação da Dança dos Dragões precisa transformar em quatro temporadas uma história que, no livro original, ocupa apenas seis seções. Ao mesmo tempo em que esta parte precisa preparar os acontecimentos que levarão ao desfecho da guerra, a série precisa preencher um número limitado de episódios.

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Aniquilação e o papel do “eu” num mundo repleto de cópias

Dirigido por Alex Garland, ficção científica traz Natalie Portman comandando um elenco de respeito (Foto: Netflix)

Vitor Evangelista

A fusão entre ficção científica e filosofia está presente na Sétima Arte desde muito antes dos filmes de Stanley Kubrick ou James Cameron. A maneira como essa arte apresenta aspectos íntimos do ser humano e os debate em ambientes místicos e distantes da realidade vivida pelo homem ecoa na mente do espectador, brindando a ele obras-primas e filmes com muito significado a ser discutido.

Aniquilação, distribuído pela Netflix, dirigido por Alex Garland e protagonizado por Natalie Portman, faz jus ao gênero cientifico-filosófico ao narrar a história de um grupo de cientistas que partem numa missão secreta. Essa que acaba por culminar num território vivo que desafia as leis de natureza e oferece perigos ao mundo.

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