
Felipe Monteiro
“Olhando de perto, ninguém é normal.” Essa citação é o ponto de partida para o enredo de Síndromes, peça de Miguel Falabella e Maria Carmen que aborda problemas psicológicos modernos.
Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.

Felipe Monteiro
“Olhando de perto, ninguém é normal.” Essa citação é o ponto de partida para o enredo de Síndromes, peça de Miguel Falabella e Maria Carmen que aborda problemas psicológicos modernos.
Adriano Arrigo
“Os japoneses são, no mais alto grau, agressivos e amáveis, militaristas e estetas, insolentes e corteses, rígidos e maleáveis, submissos e rancorosos, leais e traiçoeiros, valentes e tímidos, conservadores e abertos aos novos costumes. Preocupam-se muito com o que os outros possam pensar de sua conduta, sendo também acometidos de sentimento de culpa quando os demais nada sabem do seu deslize.” Ruth Benedict em O Crisântemo e a Espada

Leonardo Teixeira
Beyoncé tem se tornado uma artista que dispensa apresentações. Desde sua juventude à frente do R&B empoderado do Destiny’s Child, passando por seus incontáveis hits cuidadosamente moldados pelos produtores mais competentes que sua gravadora pôde conseguir, a cantora tem se esforçado para ganhar lugar de respeito em uma indústria que, no fim das contas, ela domina. Lançando em meio a polêmicas, o aguardado Lemonade é uma narrativa sobre solidão, confiança (ou a falta dela) e contestação social. Continue lendo “LEMONADE: Amor, confiança e empoderamento”

Danielle Cassita
Uma boa forma de reviver um clássico da literatura infanto-juvenil é trazê-la de volta como filme, e foi o que aconteceu com O Escaravelho do Diabo. O livro de Lúcia Machado de Almeida foi lançado na década de 70, e traz uma história que mescla o suspense policial com terror. Na pequena cidade do Vale das Flores, os ruivos estão sendo assassinados por um serial killer. Antes de morrerem, recebem um escaravelho. Continue lendo “Um escaravelho, algum suspense e vários clichês”
Julio Cortázar publicou há 50 anos Todos os Fogos o Fogo, um dos principais livros de contos de sua carreira e da literatura argentina.

Lucas Marques
Quando da publicação de Todos os Fogos o Fogo, em 1966, Julio Cortázar era o escritor sul-americano de mais prestígio além-mar: três anos antes O Jogo da Amarelinha abalara a própria concepção de romance – já que os capítulos do livro poderiam ser lidos em múltiplas ordens-, e em 1966 o diretor cinematográfico Micheangelo Antonioni adaptara o conto As Babas do Diabo para a produção do clássico Blow-Up.
Continue lendo “Todos os Fogos o Fogo: a escrita abrasadora de Cortázar”

Matheus Fernandes
Na década de 70, Nova Iorque era o inferno na terra. A divida impagável crescia na medida em que o arrecadamento caia e a classe média abandonava a cidade pelos recém criados Suburbs. A situação econômica motivou uma série de cortes na máquina pública, principalmente nos mecanismos de bem-estar social, gerando as condições perfeitas para picos históricos de criminalidade. Filmes da época como The Warriors e Escape From New York retratam bem a impressão que se tinha, de uma violência epidêmica que dominava tudo. Mesmo Taxi Driver, clássico de Martin Scorcese, exibe a cidade como epicentro da degeneração humana.
Continue lendo “The Get Down: uma homenagem às origens do hip-hop”

João Pedro Fávero
Na segunda metade dos anos 80 para o começo dos 90, o Metallica não era nada parecido com a banda que se tornou durante o final daquela década e o começo do século XXI, tanto em sua sonoridade como pelo apelo do público. A exposição que o Metallica tinha durante os anos 80 era sempre calcada na sua base de fãs mais do que por qualquer outra ação promocional que a banda tomava. Isso era mostrado pela presença nula que a banda tinha na programação da MTV, maior expoente musical daquela década o qual a banda só foi se render em 1989, durante a promoção do seu quarto álbum …And Justice For All, com o vídeo para “One”. Continue lendo “The Black Album: 25 anos do álbum que vendeu o Metallica para o mundo”
Cantora americana encerra a última noite do Festival, em Bauru

Raíssa Pansieri
Na noite do último sábado, 13 de agosto, China Moses subiu aos palcos do Sesc Bauru para o encerramento da quinta edição do festival Jazz & Blues. Dona de um gingado marcante e de uma voz inconfundível, China provou que é uma artista completa. O talento da cantora vem das influências artísticas que cresceu ouvindo – entre elas, a própria mãe, Dee Dee Bridgewater. Continue lendo “Festival Sesc Jazz & Blues apresenta: China Moses”

Mariana Faria
Experimentação: essa é a palavra-chave que define o que o sétimo álbum dos Beatles representou no repertório da banda. Lançado em agosto de 1966, Revolver trouxe inovações não só para a banda inglesa, mas também para todo o cenário musical dos últimos anos da década de 60. Continue lendo “Revolver: 50 anos do início da fase psicodélica dos Beatles”

Victor Pinheiro
De ilustração do mundo do boxe a filme motivacional projetado em corporações, Rocky – Um lutador (1976) representa um marco no cinema, sobretudo na produção de um dos personagens mais icônicos da história de Hollywood. Embora o roteiro do filme tenha sido escrito por Sylvester Stallone em apenas três dias e rodado em menos de um mês, a obra dirigida por John G. Avildsen, que também produziu Karate Kid (1984), foi premiada com os Oscars de melhor filme, melhor direção e melhor edição e ainda arrecadou mais de 200 milhões de dólares. Continue lendo “Nascido do improvável, Rocky luta há 40 anos”