
Carlos Botelho, Gabriel Ferreira e Leonardo Santana
A bruxa tá solta.

Carlos Botelho, Gabriel Ferreira e Leonardo Santana
A bruxa tá solta.

Gabriel Leite Ferreira
Escrever sobre música é uma tarefa ingrata. De todas as artes, é a mais abstrata, mais subjetiva, mais intangível. As artes plásticas e a literatura tem vertentes, cada qual com suas especificidades. A música também possui tendências e características identificáveis, mas, ao mesmo tempo, é muito difícil de se explicar. Afinal, por que explicá-la se podemos ouvi-la?
Continue lendo ““Daydream Nation” continua uma baita de uma viagem”

Guilherme Luis e Cezar Augusto
Pabllo Vittar chega de cara nova com Não Para Não, seu novo álbum. Explorando ritmos como o brega e o tecnobrega, as novas música são uma junção da regionalidade do norte e nordeste brasileiros. O novo projeto foi gravado nos Estados Unidos e contou com artistas como Ludmilla, Dilsinho, Diplo e Urias. Aqui, Pabllo evolui e mostra versatilidade nos mais variados estilos musicais.

Rafaela Martuscelli
Em 6 de julho de 2017, a banda Twenty One Pilots se calou. Como tudo o que envolve a banda, a despedida não seria simples e direta. Algumas imagens em preto, branco e vermelho – que faziam referência direta ao álbum Blurryface – com partes de músicas que falavam sobre escuridão, noite e solidão, foram postadas.
O vermelho da imagem, que começou em formato de um grande círculo, foi se fechando como se fosse um exausto olho após um dia agitado, até o total silêncio e a escuridão ganhasse forma na figura que se formava. Até que a multidão tivesse sumido. E esse foi o último sinal do duo por um ano.
Continue lendo “A volta de Twenty One Pilots e o misterioso mundo de Trench”

Hanna Queiroz
In Utero foi o terceiro e último álbum de estúdio do Nirvana, lançado em 13 de setembro de 1993, seis meses antes da morte do vocalista Kurt Cobain. Depois de muita discussão acerca do nome do álbum, que se chamaria I Hate Myself and I Want To Die, o título definitivo foi retirado de um poema que Courtney Love escreveu. In Utero teve vida curta nos vocais do genialíssimo Kurt, mas tem vida longa na mente do público.
Continue lendo “In Utero completa 25 anos de autenticidade grunge”

Carlos Botelho, Gabriel Ferreira, Jho Brunhara e Leonardo Santana
Foi um mês longo. A briga entre Nicki Minaj e Cardi B já é lendária e Kanye West entrou em parafuso de novo. Em terras tupiniquins, a sensação do momento é o Dilmazap e muita gente se posicionou politicamente — quem preferia ficar em cima do muro não saiu ileso. Fora a volta d’A Fazenda. Musicalmente, setembro não foi tão frutífero. Mas, com tanta coisa acontecendo, quem teve tempo de ouvir música?
Outubro promete.

Gabriel Leite Ferreira
“A arte reflete a vida. Tempos extremos demandam respostas extremas. Silêncio é ridículo. Barulho é sempre a resposta.” Essa é a frase de abertura da biografia virtual do Napalm Death, pioneiros da música extrema – mais especificamente do grindcore, subgênero notório pela velocidade alucinante e vocais ininteligíveis. O grupo foi fundado em 1981 no interior da Inglaterra, mas somente em setembro de 1988 gravou sua obra definitiva, aquela que consolidou uma das formas mais peculiares de se fazer música pesada.
Continue lendo “Napalm Death: 30 anos depois, o barulho ainda é a resposta”

Fellipe Gualberto
O primeiro single de Bloom, My My My!, foi lançado na madrugada de 10 de janeiro de 2018 e os fãs de Troye Sivan reagiram de uma maneira muito positiva, rasgando elogios ao cantor nas redes sociais. Mas o choque, com certeza, aconteceu.
O segundo álbum do cantor australiano tem muito pouco de Blue Neigborhood, sua estreia. No primeiro trabalho encontramos um garoto tímido, ainda muito inseguro com a sua homossexualidade, praticamente pedindo desculpas a todos por ser gay e perguntando a si mesmo se, após sua morte, irá para o Céu.
Continue lendo “Bloom: Troye Sivan floresceu”

Guilherme Luis
“Sweetener”, o quarto álbum de Ariana Grande foi lançado em agosto envolto em muita expectativa, seja dos fãs ou da crítica. Isso porque o disco prometia muito por todo o material que fora lançado até então. Além disso, soma-se o fato de que esse é o primeiro trabalho da cantora após o atentado terrorista em seu show em Manchester e as entrevistas que ela mesmo deu afirmando de que esse seria seu disco mais pessoal… não deu outra: as esperanças e as pré-afirmações de que esse seria o melhor CD pop do ano não eram poucas. No que será que isso deu?
Carlos Botelho, Egberto Santana Nunes e Leonardo Santana
Dos nossos escolhidos do mês, todos de alguma forma se relacionam com Aretha Franklin. Fica provado o que já era óbvio: a Rainha do Soul nos deixou, mas o legado permanece fortíssimo.