Nino de Sexta a Segunda: Estreia de Pauline Loquès observa juventude diante da fragilidade

Uma foto cinematográfica granulada de ângulo fechado do ator Théodore Pellerin no papel de Nino. Ele veste uma jaqueta verde oliva e está de perfil para a esquerda, olhando para baixo com uma expressão pensativa e contida. O primeiro plano e o fundo estão borrados por luzes de neon vermelhas e azuis e silhuetas desfocadas, emoldurando o rosto de Nino e criando uma sensação de isolamento e introspecção em um ambiente urbano noturno.
Théodore Pellerin, interpretando Nino, imerso no labirinto de confusões e no isolamento emocional de Paris (Foto: Filmes do Estação)

Arthur Caires

Sair de um consultório com um diagnóstico de câncer é o tipo de clichê que o cinema costuma transformar em um melodrama piegas. Em Nino de Sexta a Segunda, a diretora Pauline Loquès prefere focar na reação, e não na resolução. Nino (Théodore Pellerin) tem três dias para processar que seu corpo virou uma bomba-relógio antes que a quimioterapia comece na segunda-feira. 

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