
Arthur Caires
Sair de um consultório com um diagnóstico de câncer é o tipo de clichê que o cinema costuma transformar em um melodrama piegas. Em Nino de Sexta a Segunda, a diretora Pauline Loquès prefere focar na reação, e não na resolução. Nino (Théodore Pellerin) tem três dias para processar que seu corpo virou uma bomba-relógio antes que a quimioterapia comece na segunda-feira.
