Music, Fashion, Film explora o subjetivo da arte e da vida de Charli XCX

Texto alternativo: É uma foto em preto e branco tirada em uma cozinha com três homens: na esquerda está John Cale, um homem branco com cabelos e uma pequena barba branca, vestindo um casaco preto, sentado em um banco com a mão em uma bancada de cozinha. No meio, Marc Jacobs, homem branco com cabelo cacheado e barba, vestindo roupas pretas e uma sapatilha da mesma cor, com as mãos juntas encostado em um armário. Na esquerda, Martin Scorsese, homem branco com cabelos brancos e roupas pretas, sentado atrás de um balcão. Os três estão com uma expressão normal.
Na capa do disco, Charli XCX quis trazer três pessoas de cada área citada que representasse algo em sua carreira e no mundo (Foto: Aidan Zamiri)

Isabela Nascimento

Em 2016, depois do pop-punk de Sucker (2015), Charli XCX aprofundou sua aproximação com a música eletrônica experimental em Vroom Vroom (2016). Produzido por SOPHIE, o EP seria posteriormente reconhecido como um dos trabalhos fundamentais para a popularização do hyperpop. Com esse feito, a britânica fortaleceu sua condição de artista cultuada por um público mais específico, explorando ritmos, sons e estéticas diferentes. Após dez anos deste lançamento, os seus fãs veem ela em uma mudança semelhante, aventurando-se em um novo lugar com Music, Fashion, Film

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