Algumas coisas só existem quando o sol se põe, e BUDAH nos apresenta a complexidade do universo noturno em FREQUÊNCIA LUNAR

Capa do álbum Frequência Lunar, de Budah. A artista aparece em um retrato em close, centralizada na composição, olhando diretamente para a câmera com expressão intensa e confiante. A imagem em preto e branco destaca seu rosto e os acessórios metálicos que utiliza, incluindo um grande aro circular posicionado diante do centro do rosto, piercings no nariz, brincos e colares em camadas. Seus cabelos longos e ondulados caem sobre os ombros, com mechas claras contrastando com os tons escuros da fotografia, enquanto um véu translúcido emoldura sua cabeça. O fundo escuro e a iluminação dramática reforçam a atmosfera mística, sensual e futurista que caracteriza a identidade visual do álbum.
Em uma fase mais intensa e livre, BUDAH mostra toda sua potência noturna e múltipla (Foto: Mateus Aguiar/Universal Music Brasil)

Sofia Ferreira Santos

Brendha Rangel, cantora capixaba que atende pelo nome artístico BUDAH, iniciou sua trajetória nas batalhas de rap de seu estado. Após marcar presença no line-up do festival The Town em 2025 e diversos outros festivais pelo Brasil, ela retorna em 2026 com seu segundo álbum, em que, logo na faixa de abertura, já faz questão de se apresentar ao novo ouvinte: “Muito prazer, minha vida, eu sou sua nova favorita”.

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Em NU, Djonga recua e vira camisa 10 do rap

“Eu falei pra minha mãe que eu tenho medo/Eu ainda tenho medo/Ela me disse que eu não tô sozinho/Esse é seu ídolo”

Capa do disco NU, de Djonga. A imagem mostra a cabeça de Djonga decepada em uma bandeja de prata, como se estivesse sendo servida. Em volta, pessoas estão apontando celulares para ele como se tirassem fotos, e também apontando o dedo do meio.
Capa do disco NU (Foto: Djonga/Ceia Ent.)

Elder John

Existem duas certezas na vida: uma é que vamos morrer e a outra é que dia 13/03 tem álbum do Djonga. O rapper emplacou mais uma produção pelo quinto ano seguido. Heresia (2017), O menino que queria ser Deus (2018), Ladrão (2019), Histórias da minha área (2020) e agora NU (2021).

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