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	<title>Arquivos Ana Marcílio &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Sex Education: na segunda temporada, é preciso amadurecer</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 19:29:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Marcílio Após o imenso sucesso da primeira temporada, Sex Education tinha uma grande missão a ser cumprida: manter o mesmo nível, sem perder a essência. Ter um enredo adolescente e não ser mais do mesmo é um desafio e tanto. Apesar disso, a criação de Laurie Nunn conseguiu ser inovadora, trazendo o amadurecimento do &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/sex-education-2a-temp-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Sex Education: na segunda temporada, é preciso amadurecer"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19331" aria-describedby="caption-attachment-19331" style="width: 1050px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-19331" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem1-1.jpg" alt=" Imagem promocional da segunda temporada de Sex Education. Na imagem, vemos nove personagens da trama. Da esquerda para a direita, está Adam, um homem branco de cabelos raspados. Está sentado em uma mala e tem um cachorro ao seu lado; Aimee é uma mulher branca de cabelos louros e está de pé ao seu lado. Ela segura um taco de beisebol, está usando uma jaqueta vermelha e calça jeans; Maeve, mulher branca de cabelos escuros, está sentada com a mão direita segurando o rosto. Ela usa uma jaqueta escura com franjas e meia-calça preta; Otis é um homem branco de cabelos castanhos, está de costas, usando uma jaqueta azul e vermelha e tem lenços brancos no bolso traseiro de sua calça; Eric, homem negro com cabelo raspado, está segurando o ombro de Otis com expressão de surpresa. Ele usa uma jaqueta azul e uma calça xadrez; Jean, uma mulher branca de cabelos louros, está ao seu lado, com um caderno em mãos. Ela está usando um vestido azul; Ola é uma mulher negra com cabelos cacheados e curtos, ela está agachada à frente. Usa uma jaqueta verde e uma blusa listrada colorida; Lily está ao seu lado, deitada de lado em um banco. Ela é uma mulher branca, com cabelos castanhos, em dois coques. Ela usa camiseta colorida e calça laranja; Jackson é um homem negro retinto de cabelo raspado. Ele está de pé atrás de Lily, usando uma jaqueta vermelha com um M, símbolo da escola Moordale, e uma tipoia no braço." width="1050" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem1-1.jpg 1050w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem1-1-300x171.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem1-1-1024x585.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem1-1-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19331" class="wp-caption-text">A segunda temporada de Sex Education é madura e inovadora (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Marcílio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o imenso sucesso da </span><a href="https://personaunesp.com.br/sex-education-critica/"><span style="font-weight: 400;">primeira temporada</span></a><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> Sex Education </span></i><span style="font-weight: 400;">tinha uma grande missão a ser cumprida: manter o mesmo nível, sem perder a essência. Ter um enredo adolescente e não ser mais do mesmo é um desafio e tanto. Apesar disso, a criação de Laurie Nunn conseguiu ser inovadora, trazendo o amadurecimento do roteiro para os seus personagens. </span></p>
<p><span id="more-19330"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com enfoque maior nas relações familiares, a série explora diversos sentimentos e relações, ao ponto que </span><a href="https://personaunesp.com.br/euphoria-hbo-critica/"><span style="font-weight: 400;">aborda alguns tabus</span></a><span style="font-weight: 400;"> nas entrelinhas. A segunda temporada retoma a descoberta da mãe de Otis (Asa Butterfield), Jean (Gillian Anderson), quanto às suas consultas com colegas de turma. Simultaneamente, a </span><a href="https://matracacultural.com.br/2019/04/16/como-a-serie-sex-education-ajuda-na-discussao-sobre-a-educacao-em-sexualidade/"><span style="font-weight: 400;">desinformação a respeito das ISTs</span></a><span style="font-weight: 400;"> cria uma histeria em massa entre os alunos de Moordale, a qual resulta na inversão de papéis entre mãe e filho, em que Jean se torna a nova terapeuta sexual da escola. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa sagacidade do roteiro é muito bem aproveitada no desenvolvimento da temporada. Jean e Otis apresentam personalidades contrastantes, o que reflete nas atitudes do jovem, trazendo uma nova perspectiva para o enredo. Além disso, conhecemos mais um pouco do seu pai, Remi (James Purefoy), que será a grande questão do filho durante os episódios. O adolescente tem medo de ser como ele, enquanto reproduz atitudes cada vez mais parecidas. Particularmente, acho interessante essa escolha de aprofundar o mocinho que, até então, era apenas um adolescente sem muitos conflitos, reforçando a ideia de que não existem vilões, mas sim escolhas. Outrossim, a descoberta sexual do personagem é bem explorada, tendo uma interação excepcional com a Ruby (Mimi Keene), após perder sua virgindade e ter uma conversa íntima sobre suas vidas &#8211; confesso que </span><i><span style="font-weight: 400;">shippei </span></i><span style="font-weight: 400;">o casal. </span></p>
<figure id="attachment_19332" aria-describedby="caption-attachment-19332" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-19332" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem2.jpg" alt="Cena da série Sex Education. Asa Butterfield, que interpreta Otis, é um jovem branco de cabelos escuros e veste uma jaqueta vermelha e azul. Ele olha para Mimi Keene, que interpreta Ruby, ao seu lado. Ela é uma jovem branca, com cabelos lisos e castanhos, usa uma jaqueta rosa e segura um refrigerante. Ambos estão em um campo." width="640" height="330" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem2.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem2-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-19332" class="wp-caption-text">Otis e Ruby tem química, mas a roteirista não está preparada para essa conversa (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, a inversão de papéis reflete na relação do trio principal, composto também por Maeve Wiley (Emma Mackey) e Eric Effiong (</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IYkURxtVJLk"><span style="font-weight: 400;">Ncuti Gatwa</span></a><span style="font-weight: 400;">). A interação entre os três dá lugar ao foco no arco de cada um, permitindo que o espectador conheça mais dos personagens. O amadurecimento é palpável, principalmente nas relações de Maeve, que encara todos os seus problemas familiares frente a frente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença da mãe viciada, no momento em que ela decide mudar, dá à personagem uma amplitude nova. Sem deixar de ser a menina rebelde, Maeve permite que sua sensibilidade seja vista, possibilitando que a enxerguem de verdade. Ela é responsável por vários momentos emocionantes da temporada, desde a prisão da mãe ao apoio à amiga Aimee (Aimee Lou Wood). Sua trajetória no grupo de alunos destaque é o sincretismo perfeito da </span><i><span style="font-weight: 400;">bad girl</span></i><span style="font-weight: 400;"> à </span><i><span style="font-weight: 400;">nerd </span></i><span style="font-weight: 400;">das </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-garota-de-rosa-shocking-35-anos/"><span style="font-weight: 400;">comédias adolescentes</span></a><span style="font-weight: 400;">, sem perder sua autenticidade nas situações vividas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A outra parte do trio se encontra em meio a um triângulo amoroso. Com a chegada de Rahim (Sami Outalbali), novo aluno estrangeiro, e a volta de Adam (Connor Swindells) do colégio militar, Eric é pressionado a decidir entre ambos. Apesar de ser uma trama interessante, as relações são bem polêmicas. O novo aluno gosta do trombonista desde sua primeira aparição, sendo uma participação quase insignificante para o restante da história. Já Adam é bastante controverso, visto que praticou </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying </span></i><span style="font-weight: 400;">com</span> <span style="font-weight: 400;">Effiong anteriormente. Mesmo assim, o enredo consegue explorar temas importantes, como a descoberta da bissexualidade do valentão e a religiosidade de Eric. A </span><a href="https://observatoriodocinema.uol.com.br/series-e-tv/2020/01/netflix-acerta-ao-deixar-eric-com-spoiler-em-sex-education"><span style="font-weight: 400;">reviravolta final</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi tema de discussões entre os fãs de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;">, criando o gancho perfeito para </span><a href="https://www.uol.com.br/splash/noticias/2021/02/03/sex-education-terceira-temporada-otis.htm"><span style="font-weight: 400;">a terceira temporada</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<figure id="attachment_19334" aria-describedby="caption-attachment-19334" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-19334" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem3.jpg" alt="Cena da série Sex Education. Na imagem, George Robinson, que interpreta Isaac; ele é um homem branco de cabelos castanhos. George veste uma blusa lilás, com jaqueta azul por cima, e uma calça jeans escura. Ele é portador de deficiência física e está em uma cadeira de rodas. Ao seu redor existem trailers e plantas." width="768" height="512" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem3.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem3-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-19334" class="wp-caption-text">George Robinson é um dos novos atores da segunda temporada (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de Rahim, outros dois personagens entraram nessa temporada. Viv (Chinenye Ezeudu) é uma das alunas destaque e par romântico de Jackson (Kedar Williams-Stirling). Completamente opostos, o casal se constrói nos pequenos detalhes, sendo um dos pontos fortes dos episódios. Para mais, Isaac (George Robinson) foi outra surpresa incrível. Além de trazer a </span><a href="https://www.teenvogue.com/story/sex-education-george-robinson-isaac"><span style="font-weight: 400;">representatividade que faltava na série</span></a><span style="font-weight: 400;">, o personagem participa do arco de Maeve, que abre uma nova fase no relacionamento dela e Otis. Com diálogos inteligentes, revela-se uma grande chave para o terceiro ano da série. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como na primeira temporada, os temas relacionados ao </span><a href="https://claudia.abril.com.br/blog/mulheres-polemica-atualidade/sex-education-e-o-debate-sobre-o-que-une-as-mulheres/"><span style="font-weight: 400;">feminismo e à resistência feminina</span></a><span style="font-weight: 400;"> estão presentes. Dessa vez, a história se desenrola em torno de Aimee, que, enquanto está a caminho da escola, sofre um episódio de assédio. A atriz sabe interpretar o turbilhão de sentimentos da personagem, tornando, então, palpável ao público todo o desenrolar desse trauma. A partir disso, a narrativa apresenta as cenas com a sensibilidade necessária, principalmente ao mostrar a união das meninas para enfrentar juntas tal acontecimento, protagonizando uma cena incrível dentro do ônibus. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das garotas, observamos a união feminina também na esfera adulta de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Surpreendentemente, Maureen Groff (Samantha Spiro), mãe de Adam, recebe mais tempo de tela acompanhada de Jean, que a ajudará na redescoberta da sua sexualidade. Após anos ao lado do autoritário Mr. Groff (Alistair Petrie), Mrs. Groff decide pedir o divórcio, enquanto vive um processo de autoconhecimento. A amizade entre ela e a terapeuta tem seus momentos cômicos, mas também traz algumas discussões sérias à trama, como a liberdade sexual. Um perfeito exemplo do que é </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;">: a junção do riso ao imprescindível. </span></p>
<figure id="attachment_19333" aria-describedby="caption-attachment-19333" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19333 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4.jpeg" alt="Cena da série Sex Education. Na imagem, há seis personagens mulheres. Da esquerda para a direita, está Ola, que é uma mulher negra de cabelos cacheados curtos. Ela usa um macacão jeans e olha para o lado direito; ao seu lado, está Lily, que é uma mulher branca, tem cabelos castanhos em dois coques. Ela usa uma blusa rosa claro e olha para o lado esquerdo; em seguida, está Olivia, que é uma mulher marrom de cabelo preto cacheado. Ela usa uma blusa verde e olha para a direita; Aimee, uma mulher branca de cabelos louros, sorri ao seu lado. Ela usa uma jaqueta vermelha e está abraçada a sua mochila; Maeve, mulher branca de cabelos castanhos, segura a mão de Aimee. Ela sorri e olha para frente. Veste uma jaqueta escura com franjas; Viv é uma mulher negra, tem tranças em seu cabelo. Ela segura sua mochila e sorri olhando para frente. Elas estão sentadas no fundo de um ônibus." width="1920" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4.jpeg 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4-300x169.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4-1024x576.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4-768x432.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4-1536x864.jpeg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/imagem4-1200x675.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19333" class="wp-caption-text">A cena do ônibus ficou entre os destaques nas redes sociais pela sua sensibilidade (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Na atualização, os personagens secundários ganham ainda mais notoriedade. Entre Otis e Maeve, Ola (Patricia Allison) era força e autocontrole. Porém, sua postura de indomável é colocada em cheque em meio ao triângulo da primeira temporada. Como alguém imperfeito, Ola precisa reconhecer suas próprias inseguranças e isso resulta na análise do relacionamento com o pseudoterapeuta sexual. Frente ao término, o público é abraçado por um desenvolvimento novo. Agora, sua amizade com Lily (Tanya Reynolds) toma rumos diferentes assim que percebe ter sentimentos pela amiga. </span><a href="https://www.vogue.pt/sex-education-entrevista-tanya-reynolds-patricia-allison"><span style="font-weight: 400;">As duas</span></a><span style="font-weight: 400;"> são responsáveis por um dos beijos mais fofos da temporada, revelando muita compreensão e verdadeira troca no relacionamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já no último episódio, ambas reescrevem e produzem a peça de William Shakespeare, </span><a href="https://www.omelete.com.br/netflix/sex-education-musical-romeu-julieta"><i><span style="font-weight: 400;">Romeu e Julieta</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, com toques da imaginação de Lily. Em meio a tentáculos, figurinos exuberantes e genitálias, encerra-se uma temporada forte e, verdadeiramente, única. </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;"> cumpre sua missão de forma brilhante, com a atenção do espectador em todos os momentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio de novos enredos, Laurie nos mostra que é preciso amadurecer e encarar, até mesmo, seus maiores fantasmas. Apesar disso, a sua essência sempre estará com você. É preciso se entregar para viver e sonhar com outras pessoas, mas crescer para viver e sonhar sozinho.</span></p>
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					<description><![CDATA[<p>2020 foi um ano extremamente atípico, mas isso já é de conhecimento geral. Todos sabemos que os cinemas fecharam e o conteúdo passou do presencial para o ambiente virtual. Nessa virada de mesa, quem se beneficiou foi a Netflix, citada à exaustão nas seleções abaixo. Outros gigantes de streaming, como a Amazon, a Apple e &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/os-melhores-filmes-de-2020/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os Melhores Filmes de 2020"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19286" aria-describedby="caption-attachment-19286" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19286 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/melhores-filmes-wordpress.jpg" alt="Arte retangular de fundo verde. Ao lado esquerdo, foi adicionada uma colagem com 8 personagens dos filmes que estão na legenda. Na mesma ordem, esses são: Fern (Frances McDormand), Emicida, Joe (Jamie Foxx), Canário Negro (Jurnee Smollett), Norman (Chadwick Boseman), Autumn (Sidney Flanigan), David (Alan Kim) e Tutar (Maria Bakalova). Ao lado direito, foi adicionado o texto OS MELHORES FILMES DE 2020, em verde, dentro de um retângulo de cor preta. No canto inferior direito foi adicionado o logo do Persona, com a íris do olho na cor verde." width="1024" height="538" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/melhores-filmes-wordpress.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/melhores-filmes-wordpress-300x158.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/melhores-filmes-wordpress-768x404.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19286" class="wp-caption-text">Destaques de 2020 no Cinema: Nomadland; AmarElo; Soul; Aves de Rapina; Destacamento Blood; Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre; Minari e Borat 2 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um ano extremamente atípico, mas isso já é de conhecimento geral. Todos sabemos que os cinemas fecharam e o conteúdo </span><a href="https://www.papodecinema.com.br/noticias/oscar-2021-academia-autoriza-que-filmes-lancados-direto-em-streaming-possam-ser-indicados/#:~:text=and%20hit%20enter%3A-,Oscar%202021%20%3A%3A%20Academia%20autoriza%20que%20filmes%20lan%C3%A7ados%20direto%20em,O%20esperado%20aconteceu."><span style="font-weight: 400;">passou do presencial para o ambiente virtual</span></a><span style="font-weight: 400;">. Nessa virada de mesa, </span><a href="https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,no-ano-da-pandemia-netflix-teve-o-maior-aumento-de-assinantes-da-historia,70003586865"><span style="font-weight: 400;">quem se beneficiou foi a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, citada à exaustão nas seleções abaixo. Outros gigantes de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">, como a </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon</span></i><span style="font-weight: 400;">, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Apple </span></i><span style="font-weight: 400;">e a </span><a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/disney-tem-crescimento-de-mais-de-250-em-assinantes-178912/#:~:text=Com%20a%20chegada%20a%20novos,representam%20um%20crescimento%20de%20258%25."><i><span style="font-weight: 400;">Disney</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">também tiraram uma casquinha do cenário pandêmico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As indicações ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar 2021</span></i><span style="font-weight: 400;"> foram anunciadas e, com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">angariando </span><a href="https://www.omelete.com.br/oscar/oscar-2021-netflix-mais-indicacoes-ranking"><span style="font-weight: 400;">35 nomeações</span></a><span style="font-weight: 400;">, o futuro não pode andar para trás. Daqui em diante, o digital terá a força que os grandes estúdios sempre temeram. E, falando em </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;">, as regras para um filme (ou curta, ou documentário, ou </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><span style="font-weight: 400;">o que quer que seja</span><i><span style="font-weight: 400;"> Hamilton</span></i></a><span style="font-weight: 400;">) entrar na lista de Melhores do Ano foram um pouco mais puxadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De cara, qualquer produção que fez parte da temporada de premiações anterior não entra aqui. Com lançamento nacional em 2020, </span><a href="https://personaunesp.com.br/joias-brutas-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Joias Brutas</span></i></a><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> 1917</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/retrato-jovem-chamas-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Retrato de uma Jovem em Chamas</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/parasita-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Parasita</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> não puderam passar de menções honrosas, impedidos de integrar qualquer </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking</span></i><span style="font-weight: 400;">. Isso por conta do péssimo mercado de distribuição nacional, que atrasa o que pode para lucrar com o </span><i><span style="font-weight: 400;">buzz </span></i><span style="font-weight: 400;">dos prêmios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda considerando o careca dourado e seu </span><a href="https://www.metropoles.com/entretenimento/cinema/oscar-2021-e-adiado-e-academia-estende-prazo-de-elegibilidade-de-filmes"><span style="font-weight: 400;">prazo de elegibilidade maior</span></a><span style="font-weight: 400;">, a lista do Persona abarca lançamentos entre primeiro de janeiro de 2020 e vinte e oito de fevereiro de 2021, a mesma janela delimitada para algo concorrer ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar </span></i><span style="font-weight: 400;">desse ano, que acontece no fim de abril, </span><a href="https://www.tecmundo.com.br/cultura-geek/212817-esnobados-surpresas-entre-os-indicados-oscar-2021.htm"><span style="font-weight: 400;">dois meses atrasado pela pandemia</span></a><span style="font-weight: 400;">. E vale a data de lançamento tanto no país de origem como no Brasil, desde que obedeça à regra anterior de ter ficado de fora dos prêmios passados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre inclusiva e multifacetada, a lista da </span><b>Editoria </b><span style="font-weight: 400;">e dos </span><b>colaboradores do Persona</b><span style="font-weight: 400;"> tem de tudo. Lançamentos pré-pandêmicos, filmes da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, obras apresentadas na </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">44ª Mostra Internacional de São Paulo</span></a><span style="font-weight: 400;"> (que rendeu cobertura com direito a </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/persona-entrevista/"><span style="font-weight: 400;">entrevistas</span></a><span style="font-weight: 400;">) e produções normalmente escanteadas num ano comum e cheio de </span><i><span style="font-weight: 400;">blockbusters </span></i><span style="font-weight: 400;">no Cinema. O texto sobre </span><b>Os Melhores Filmes de 2020</b><span style="font-weight: 400;"> atrasou para abraçar lançamentos da temporada, mas finalmente chegou. Sente-se confortavelmente para embarcar numa viagem cheia de detalhes, nuances e vozes diferenciadas no Cinema do ano mais terrível para todos nós.</span></p>
<p><span id="more-19189"></span></p>
<figure id="attachment_19190" aria-describedby="caption-attachment-19190" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19190" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1_Giovanne_Ma-Raineys.jpg" alt="Cena do filme A Voz Suprema do Blues. Na imagem um homem centralizado sentado de frente para a câmera e de costas para um piano encostado na parede. De pele negra escura, está encostado de braços abertos no piano olhando para o lado. Usa uma camisa social branca com listras pretas e mangas levantadas até o cotovelo, um colete cinza com um lenço no bolso, calça cinza e uma gravata marrom com detalhes pretos. O cabelo crespo está repartido ao meio." width="1200" height="650" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1_Giovanne_Ma-Raineys.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1_Giovanne_Ma-Raineys-300x163.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1_Giovanne_Ma-Raineys-1024x555.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1_Giovanne_Ma-Raineys-768x416.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19190" class="wp-caption-text">Chadwick Boseman foi uma perda enorme, e a sua última obra em vida reafirma seu inestimável talento; ele será lembrado, Wakanda para sempre! (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Giovanne Ramos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um ano trágico em diversos sentidos devido ao vírus que prefiro não nomear aqui. Num momento de incertezas, os adiamentos foram inevitáveis na indústria cinematográfica, mas, com esforços e saídas criativas, fomos alimentados por uma variedade de filmes. E, com certeza, um dos filmes que fez o ano valer a pena foi </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-voz-suprema-do-blues-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Voz Suprema do Blues</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, não tinha como ser diferente numa obra protagonizada por Viola Davis e o eterno Chadwick Boseman. Com pouquíssimos cenários (uns 3?), o forte da trama são os diálogos significativos e o </span><i><span style="font-weight: 400;">show </span></i><span style="font-weight: 400;">de atuação das personagens. O enredo não fica atrás, o drama da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">explora uma complexidade de temas como racismo, religião e a indústria musical e apagamento na perspectiva dos olhares negros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trazendo muita reflexão e um nível absurdo de profundidade &#8211; desde que você se entregue por completo &#8211; fomos agraciados por mais uma animação da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar </span></i><span style="font-weight: 400;">&#8211; e </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney </span></i><span style="font-weight: 400;">-, </span><a href="http://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O filme segue a mesma carga dramática e divertida dos antecessores </span><i><span style="font-weight: 400;">Viva </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Divertida Mente</span></i><span style="font-weight: 400;"> e entrega uma mensagem otimista, tudo o que precisamos. Na mesma linha de positividade, tivemos a sequência da maior heroína da atualidade, </span><a href="https://personaunesp.com.br/mulher-maravilha-1984-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Mulher Maravilha 1984</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Ao contrário do longa-metragem de introdução às telinhas, temos acesso a uma Diana Prince mais madura e acostumada com o ‘mundo dos homens’. As cenas de lutas constantes diminuíram também comparado ao anterior, mas as sequências de ações da metade para o fim foram suficientes para consagrar a sequência de títulos como os poucos acertos do universo recém construído pela </span><i><span style="font-weight: 400;">DC Comics</span></i><span style="font-weight: 400;"> no cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, falando em </span><i><span style="font-weight: 400;">DC Comics</span></i><span style="font-weight: 400;">, ao contrário do universo cinematográfico que tenta se estabelecer nos trancos e barrancos, o seu império das animações é reconhecido e a qualidade inegável. </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UK-iiiJsCd4"><i><span style="font-weight: 400;">Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é tudo o que os diretores Zack Snyder e Joss Whedon sonham para um futuro dos heróis no </span><i><span style="font-weight: 400;">live-action.</span></i><span style="font-weight: 400;"> A sequência fecha definitivamente com chave de ouro a adaptação da linha editorial </span><i><span style="font-weight: 400;">Os Novos 52</span></i><span style="font-weight: 400;"> com um mega evento de heróis, onde todos tiveram espaço para brilhar na história. E, fechando a lista, não poderia deixar de citar </span><a href="https://personaunesp.com.br/black-is-king-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Black is King</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Inspirado no enredo de </span><i><span style="font-weight: 400;">O Rei Leão</span></i><span style="font-weight: 400;">, Beyoncé faz um resgate de ancestralidade africana com muito simbolismo, ostentação e um conjunto de músicas e parcerias incríveis, os pretinhos agradecem.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> A Voz Suprema do Blues / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Black is King / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Mulher Maravilha 1984 / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_19191" aria-describedby="caption-attachment-19191" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19191" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago.jpg" alt="Cena do filme Os 7 de Chicago. Sacha Baron, que interpreta Abbie Hoffman, e Jeremy Strong, que interpreta Jerry Rubin, caminham no centro de um corredor cercado de fotógrafos. Os fotógrafos estão atrás de uma barreira de segurança de metal. Eles estão indo para um julgamento judicial. Sacha Baron veste uma jaqueta preta e camisa social azul clara, Jeremy Strong veste uma jaqueta verde e camiseta listrada amarela e marrom. Os dois são homens brancos e têm cabelos bagunçados, Jeremy Strong tem barba. " width="1200" height="1200" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago-300x300.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/2_Bruno_Os-7-de-Chicago-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19191" class="wp-caption-text">Sacha Baron Cohen, como Abbie Hoffman, e Jeremy Strong, como Jerry Rubin, em Os 7 de Chicago (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Bruno Andrade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tempo fica mais difícil fazer uma lista de favoritos. Talvez porque seja cada vez mais subjetivo escolher o que é melhor comparado a outro. Em 2020 — apesar da pandemia impedir lançamentos em cinema —, filmes muito bons foram lançados, alçando o </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">a um patamar ainda maior. </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me surpreendeu positivamente. A animação que chegou ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+ </span></i><span style="font-weight: 400;">consegue ser profunda e delicada — assim como </span><i><span style="font-weight: 400;">Toy Story</span></i><span style="font-weight: 400;"> — sem perder o compasso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio aos protestos do </span><i><span style="font-weight: 400;">Black Lives Matter,</span></i><span style="font-weight: 400;"> o filme </span><a href="https://personaunesp.com.br/destacamento-blood-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Destacamento Blood</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">chegou à </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. Como já de costume na carreira do diretor Spike Lee, o filme tem um olhar irônico e também dramático sobre a questão racial. Com cenas de depoimentos de Angela Davis e Malcolm X, o longa levanta um olhar particular sobre a Guerra do Vietnã e traz a ideia de que, junto aos interesses coloniais, estavam presentes ideias racistas já antigas no país. Também em diálogo com a força que movimentos fundamentalistas e racistas retomaram, a sequência que acompanha o irreverente jornalista Borat também chegou em um momento oportuno. Com as críticas ainda mais afiadas e, até certo ponto, um pouco mais polidas e direcionadas, </span><a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> trouxe em diversos momentos a sensação de rir de algo dramático, como a situação política dos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com lançamento em meio às eleições presidenciais — e também com Baron Cohen no elenco —, </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-7-de-chicago-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> desenvolve a trama quase fielmente à sequência de fatos que ocorreram nesse que é um dos casos mais emblemáticos de parcialidade judicial nos EUA. Misturado com </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks </span></i><span style="font-weight: 400;">e um enredo bem amarrado, o filme não deixa de emocionar em nenhum momento. Termino a lista com </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YJs96ZqAfv4&amp;ab_channel=Ingresso.com"><i><span style="font-weight: 400;">O Homem Invisível</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, readaptação do filme de 1933, baseado no livro de H.G. Wells, que conseguiu colocar no clássico a discussão de relacionamentos abusivos e a questão de vítimas de violência doméstica. Uma atualização complicada, porém necessária.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Os 7 de Chicago / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Destacamento Blood / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">O Homem Invisível / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Soul / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte </span></p>
<hr />
<figure id="attachment_19192" aria-describedby="caption-attachment-19192" style="width: 1912px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19192" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo.png" alt="Ilustração presente no filme AmarElo: É Tudo Pra Ontem. A imagem retrata um protesto em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, ilustrado ao fundo. O teatro é pintado em um tom cinza claro e tem uma arquitetura clássica. A fachada, que é a parte visível na ilustração, possui janelas arredondadas que emanam uma luz amarela de dentro do local. Na frente do teatro, de costas para o prédio e de frente para a imagem, existem centenas de pessoas protestando, algumas com a mão direita levantada. A multidão levanta faixas brancas que dizem ‘POR IGUALDADE RACIAL’, ‘ABAIXO AO RACISMO’, e ‘CONTRA A DISCRIMINAÇÃO’. Está de noite e o céu é pintado de preto. " width="1912" height="1074" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo.png 1912w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo-300x169.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo-1024x575.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo-768x431.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo-1536x863.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/3_Raquel_AmarElo-1200x674.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19192" class="wp-caption-text">O documentário AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem é uma das obras imperdíveis de 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Raquel Dutra</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ano horrível, filmes fantásticos. Que coisa curiosa o Cinema ter oferecido tanto material incrível nascido em um ano tão, tão, tão ruim. Particularmente, eu coloco esse mérito na conta dos muitos cineastas independentes e narrativas costumeiramente ignoradas pelas grandes produções, quase sempre encabeçadas por mulheres e pessoas não-brancas, que encontraram seu espaço num ano que rasgou todos os planos e adiou boa parte de seus grandes lançamentos. Produções de diretoras estreantes, como o ácido e perfeito </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=51RIAEha23s"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a>, <span style="font-weight: 400;">e a obra-prima </span><i><span style="font-weight: 400;">indie</span></i><span style="font-weight: 400;"> capturada pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney,</span></i> <a href="https://personaunesp.com.br/nomadland-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a>,<span style="font-weight: 400;"> encontraram visibilidade e todos os elogios mais que merecidamente, e que só ficarão de fora da minha lista para dar lugar a outras produções igualmente louváveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começo meu pódio já consagrando o primeiro lugar com o filme que representa tudo de melhor que eu vi no Cinema de 2020. </span><a href="https://personaunesp.com.br/never-rarely-sometimes-always-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me revirou em silêncio de uma forma reconfortante. O que o drama faz a partir de uma história sobre direitos reprodutivos é um conto preciso, sensível, respeitoso e representativo, assim como </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DtK_r2DuWCQ"><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, outra obra fascinante pela sensibilidade e pelo domínio técnico que demonstra ter com uma história delicada nas mãos. Qualidades que também transbordam em </span><a href="https://personaunesp.com.br/amarelo-emicida-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O documentário do grandioso projeto multimídia de Emicida é formação obrigatória para todo brasileiro que conserva respeito pelo povo que construiu o nosso país &#8211; concreta e culturalmente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No 4º lugar, eu agradeço por existir uma produção tão corajosa quanto </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=hX3o0kKJeZk"><i><span style="font-weight: 400;">Judas e o Messias Negro</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que não tem medo de ser radical ao defender a memória de um dos movimentos mais importantes para a história recente da América. Por fim, cito o filme que representa uma das coisas mais legais que fiz em 2020: cobrir uma mostra de Cinema e entrevistar uma cineasta brasileira. </span><a href="https://personaunesp.com.br/extase-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Êxtase</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi um dos filmes que me tirou o fôlego na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo enquanto participava da cobertura do Persona, e a conversa que eu tive com a diretora do documentário marcou meu 2020. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre </span><b>/ 2.</b><span style="font-weight: 400;"> Minari </span><b>/ 3.</b><span style="font-weight: 400;"> AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem </span><b>/ 4.</b><span style="font-weight: 400;"> Judas e o Messias Negro </span><b>/ 5.</b><span style="font-weight: 400;"> Êxtase</span></p>
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<figure id="attachment_19193" aria-describedby="caption-attachment-19193" style="width: 1366px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19193" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente.png" alt="Cena do filme Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre. Duas mãos conectadas pelos mindinhos, apoiadas contra uma superfície de tijolos enegrecidos. Ambas as mãos são caucasianas, a da direita com uma manga bege e a da esquerda com uma manga azul." width="1366" height="710" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente.png 1366w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente-300x156.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente-1024x532.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente-768x399.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/4_Gabriel_-Nunca-Raramente-1200x624.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19193" class="wp-caption-text">O silêncio e a simplicidade enquadram a narrativa de Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Gabriel Oliveira F. Arruda</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando eu penso sobre o que mais me marcou em 2020, minha mente inevitavelmente vai para um momento de </span><a href="https://personaunesp.com.br/never-rarely-sometimes-always-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, escrito e dirigido por Eliza Hittman. Assim como o resto do longa, é um momento simples, parte de uma odisseia silenciosa e extremamente pessoal, mas que traduz uma intimidade tão profunda entre suas duas protagonistas que é difícil até de ser posta em palavras. É uma obra que nunca deixa te esquecer as personagens que a habitam, mesmo nas circunstâncias mais trágicas, e por isso é, sem dúvidas, o meu filme favorito do ano.</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wxMtEean_V8"><i><span style="font-weight: 400;">Shirley</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, dirigido por Josephine Decker, é exatamente o meu tipo de experiência: um quebra-cabeça com peças que aparentemente não se encaixam e que te deixa perdido do início ao fim, uma história fictícia sobre pessoas reais, um conto de terror erótico e sinistro centrado numa das melhores performances da carreira de Elisabeth Moss. Por outro lado, o retorno triunfal da direção de Alice Wu em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TVXvxjm6FF8"><i><span style="font-weight: 400;">Você Nem Imagina</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi uma das melhores surpresas do ano: uma comédia romântica sensível e atenta a seus personagens como poucas são, foi um dos filmes que eu simplesmente desejava que nunca tivesse acabado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a boa sorte de ter podido ver numa tela </span><i><span style="font-weight: 400;">IMAX</span></i><span style="font-weight: 400;">, logo percebi que </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (o melhor título de qualquer filme em 2020) foi a maior diversão que eu tive no cinema desde que saí encantado por </span><i><span style="font-weight: 400;">Homem-Aranha no Aranhaverso</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2019). Cathy Yan comanda um </span><i><span style="font-weight: 400;">blockbuster </span></i><span style="font-weight: 400;">esteticamente distinto que reinventa suas personagens em meio às melhores coreografias de luta do gênero, entregando pura diversão cinematográfica. E, por fim, não há como não citar o trabalho mais recente de Spike Lee, </span><a href="https://personaunesp.com.br/destacamento-blood-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Destacamento Blood</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, marcado tragicamente por uma das últimas performances de Chadwick Boseman, que serve para nos lembrar do incrível talento que perdemos ano passado. Uma obra sobre o presente, passado e a maneira como escolhemos nos lembrar do trauma que sofremos e causamos.</span></p>
<p><b>Filmes favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre /</span><b> 2.</b><span style="font-weight: 400;"> Shirley /</span><b> 3.</b><span style="font-weight: 400;"> Você Nem Imagina /</span><b> 4.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa /</span><b> 5. </b><span style="font-weight: 400;">Destacamento Blood</span></p>
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<figure id="attachment_19194" aria-describedby="caption-attachment-19194" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19194" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro.jpg" alt="Cena do filme Isso Não É um Enterro, É uma Ressurreição. Mary Twala, uma senhora negra de 80 anos, está vestida toda de preto, com um vestido que cobre até a cabeça. Ela está sentada em uma cama com lençol branco e, no seu colo, está apoiada uma mulher negra e jovem de uns 30 anos. A mulher chora e está vestida com uma roupa preta que a cobre por inteiro. Ao fundo, na parede bege marcada, está pendurado um crucifixo com Jesus. " width="2048" height="1153" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro-1024x577.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro-1536x865.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/5_Carol-C_Enterro-1200x676.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19194" class="wp-caption-text">A viúva descrente da falecida Mary Twala foi uma das melhores interpretações da temporada, mas, infelizmente, ignorada pela crítica (Foto: Divulgação Imprensa/Mostra SP)</figcaption></figure>
<p><b>Caroline Campos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com o déficit de obras e lançamentos devido ao apocalipse insano que o mundo vem experimentando, o Cinema &#8211; aquele com C maiúsculo &#8211; não se deixa abater. Falar dos melhores filmes de 2020 é um assunto delicado, visto que foi um ano que necessitamos, acima de tudo, de um pouco de conforto que só a arte pode oferecer. A 44ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que ganhou uma cobertura deslumbrante pelo Persona, foi </span><i><span style="font-weight: 400;">online </span></i><span style="font-weight: 400;">e nos possibilitou o encontro cultural com os países mais remotos e suas mentes criativas. De lá, trouxe dois nomes para minha lista: a obra-prima lesotiana </span><a href="https://personaunesp.com.br/isso-nao-e-um-enterro-e-uma-ressurreicao-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Isso Não É um Enterro, É uma Ressurreição</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, dono de uma resistência incomparável,</span> <span style="font-weight: 400;">e o sérvio </span><a href="https://personaunesp.com.br/pai-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Pai</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, com a peregrinação de Goran Bogdan &#8211; dois filmes que abordam a crueza e a complexidade da natureza humana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como uma fã devota de filmes de terror, o ano passado veio recheado. </span><i><span style="font-weight: 400;">Relic</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> O Que Ficou Para Trás </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">O Farol </span></i><span style="font-weight: 400;">são menções obrigatórias, mas o vencedor da vaga foi o guatemalteco </span><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-55975532"><i><span style="font-weight: 400;">La Llorona</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que mescla a lenda da Mulher Que Chora com o genocídio da população indígena sob a justificativa do anticomunismo. Político, assustador e belo. Outro dos favoritos, que até poderia ser chamado de terror por retratar um medo diário e constante das mulheres do mundo, é o amargo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=51RIAEha23s"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Com a direção decidida de Emerald Fennell, a satisfação que seu clímax gera é daquelas de gargalhar. Obrigada, Carey Mulligan!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Obviamente, foi quase impossível fechar uma lista com apenas 5 filmes. Burlando as regras na surdina, os que ficaram de fora do pódio, mas foram aplaudidos por essa que vos fala, foram o histórico </span><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i><span style="font-weight: 400;">, o sensível </span><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i><span style="font-weight: 400;"> e seu elenco magnífico, e o divertido </span><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i><span style="font-weight: 400;">. No entanto, encerrando o top 5, eu coloco o documentário </span><a href="https://personaunesp.com.br/amarelo-emicida-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Leandro Roque de Oliveira é um dos cantores mais geniais em atividade, e a mescla política-musical-histórica que percorre </span><i><span style="font-weight: 400;">AmarElo </span></i><span style="font-weight: 400;">é pontual e dolorosa. Fora a apresentação incrível do cantor no Theatro Municipal de São Paulo &#8211; Emicida é mesmo um em um milhão.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Isso Não É um Enterro, É uma Ressurreição /</span><b> 2. </b><span style="font-weight: 400;">La Llorona /</span><b> 3. </b><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span> <span style="font-weight: 400;">/</span><b> 4. </b><span style="font-weight: 400;">Pai</span> <span style="font-weight: 400;">/ </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem</span></p>
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<figure id="attachment_19195" aria-describedby="caption-attachment-19195" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19195 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat.jpg" alt="Cena do filme Borat 2. O protagonista está no centro da imagem. Ele é um homem branco, com cabelo preto cacheado e bigode. Ele veste terno e calça social cinza. A camisa é verde escuro e a gravata amarela. Ele carrega uma mochila marrom. Ele está carregando uma caixa de madeira, puxado por duas rodas. Esta caixa está atrás dele, e suas mãos estão segurando o cabo de madeira que carrega ela. À direita vemos vários homens. À esquerda vemos duas crianças. À direita, mais ao fundo, vemos alguns telhados. O chão é de lama." width="1440" height="810" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat.jpg 1440w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/6_Leticia_Borat-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19195" class="wp-caption-text">Cena do Filme Borat: Fita de Cinema Seguinte em que o protagonista se prepara para viajar aos EUA (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Letícia Ramalho</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A quantidade de filmes lançados em 2020 foi pouca comparada aos anos anteriores, e por isso mesmo foi fácil e difícil ao mesmo tempo escalar os melhores do ano pandêmico. Começando pelo mais recente, </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi a animação lançada pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney </span></i><span style="font-weight: 400;">no último Natal. Conta a história do Joe, músico de</span><i><span style="font-weight: 400;"> jazz</span></i><span style="font-weight: 400;">, que sofre um acidente e passa a lutar pela vida na companhia da enérgica Número 22. Dessa vez, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;"> se afasta bastante do mundo infantil, com conteúdo e camadas da história bem filosóficas. Nem todos os pais curtiram assistir com os filhos, mas, para quem está atrás de uma animação esteticamente instigante de assistir e uma história reflexiva, </span><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i><span style="font-weight: 400;"> é o filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já</span> <a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> corre para o lado oposto, é o tipo ácido e provocativo na base do humor que escancara as incoerências do mundo político nos EUA. Cheio de ironias que podem incomodar se não gosta tanto assim. Um filme documentário que registra as relações humanas na atualidade. Outro longa que pode incomodar, mas dessa vez por ser difícil de entender, é </span><a href="https://personaunesp.com.br/estou-pensando-em-acabar-com-tudo-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Estou Pensando em Acabar com Tudo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, o filme mais recente do diretor, produtor e roteirista </span><span style="font-weight: 400;">Charlie Kaufman,</span><span style="font-weight: 400;"> reconhecido por suas montagens doidas e pouco convencionais, e ele mantém o estilo nesse de 2020. Interessante na medida em que cada espectador entende algo diferente, as interpretações podem ir de um extremo ao outro, enquanto conversam com as experiências individuais de quem assiste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para encerrar minha lista, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=91b5TEbVTcQ"><i><span style="font-weight: 400;">Sergio</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> a biografia estadunidense do brasileiro que foi diplomata no Iraque. Estrelado por Wagner Moura, que soube criar um personagem sério e respeitado enquanto responsável por decisões importantes em guerras, sem perder a fragilidade do homem pai e amante. Vale a pena assistir ao filme e conhecer a história do brasileiro que foi muito honrado depois de sua trágica morte. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Estou Pensando em Acabar com Tudo / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Sergio / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></p>
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<figure id="attachment_19196" aria-describedby="caption-attachment-19196" style="width: 1357px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19196" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul.png" alt="Foto de divulgação do filme Soul. Na imagem o personagem Joe Gardner tem pele negra e usa blusa preta de gola alta, chapéu cinza e óculos com armação preta, em seu ombro está o gato Mittens, de pelagem laranja, preta e branca e olhos esverdeados. Ao lado direito estão as almas de Joe e 22, ambas têm baixa estatura e tonalidade azulada. " width="1357" height="750" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul.png 1357w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul-300x166.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul-1024x566.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul-768x424.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7_Jamily_Soul-1200x663.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19196" class="wp-caption-text">Soul nos põe para repensar nosso caminho (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Jamily Rigonatto</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um ano excepcionalmente conturbado como 2020, o que não me faltou foi tempo para explorar os antigos e novos lançamentos do audiovisual, e digo de antemão que o Cinema soube muito bem como lidar com tudo de caótico e nos proporcionou obras maravilhosas que me fizeram hesitar várias vezes para escrever essa lista. Depois de relembrar tudo que assisti, foi impossível deixar de dar destaque às produções que me foram mais reflexivas e reconfortantes, e sim, meu top 5 não poderia ser menos clichê. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo no início da quarentena esbarrei com </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tdwLRHGQVG8"><i><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> no catálogo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, e, sinceramente, foi um roteiro com cenário adolescente surpreendente, a trama soube encantar com a trajetória romântica entre os protagonistas </span><span style="font-weight: 400;">Violet Markey (Elle Fanning) e Theodore Fitch (Justice Smith), e ainda entregar personagens profundos com histórias comoventes. Seguindo a linha dos dramas, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XkuStMTguRc"><i><span style="font-weight: 400;">Clouds</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">pode ser definido como emocionante. A adaptação do livro </span><i><span style="font-weight: 400;">High in the Clouds</span></i><span style="font-weight: 400;"> é facilmente associável a títulos como </span><i><span style="font-weight: 400;">A Culpa é das Estrelas</span></i><span style="font-weight: 400;"> e ao longa também dirigido por Justin Baldoni, </span><i><span style="font-weight: 400;">A Cinco Passos de Você</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas dessa vez o bônus são mais lágrimas e uma bela reflexão sobre os sonhos e a efemeridade da vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais um achado da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">foi o extremamente fofo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TVXvxjm6FF8"><i><span style="font-weight: 400;">Você Nem Imagina</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, explorando a evolução e os sentimentos da introvertida e complexa personagem, </span><span style="font-weight: 400;">Ellie Chu </span><span style="font-weight: 400;">(</span><span style="font-weight: 400;">Leah Lewis</span><span style="font-weight: 400;">), o filme traz representatividade </span><i><span style="font-weight: 400;">LGBT</span></i><span style="font-weight: 400;"> e consegue desenvolver lindos laços sem ser previsível. Não seria justo deixar de consagrar </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vb3oREG_DdA"><i><span style="font-weight: 400;">Miss Juneteenth</span></i></a><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">um drama sobre a falta de oportunidade de mulheres negras e o mundo dos concursos de beleza, com um contexto social e uma história comovente, ele com certeza vale a pena. Por fim, o meu primeiro lugar precisa ficar com </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, animação da</span><i><span style="font-weight: 400;"> Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;"> que merece 5 estrelas. Retratando a frustração de um músico de 40 anos, o filme desbrava a alma, pré e pós-vida, e faz repensar sobre quem somos, quais nossas prioridades e o que realmente importa. Além disso, a produção é acompanhada por uma trilha sonora incrível e um humor mais maduro do que outras animações </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Soul / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Miss Juneteenth /</span><b> 3. </b><span style="font-weight: 400;">Você Nem Imagina</span><span style="font-weight: 400;"> /</span><b> 4. </b><span style="font-weight: 400;">Clouds /</span><b> 5. </b><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis</span><b></b></p>
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<figure id="attachment_19197" aria-describedby="caption-attachment-19197" style="width: 1800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19197" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth.jpg" alt="Cena do filme Babyteeth. Na cena, vemos o casal num close-up, de perfil. Ele está à esquerda, tem pele branca, cabelo moicano comprido, usa uma corrente e tem uma tatuagem atrás da orelha. Ela é branca, usa uma peruca azul. Eles se olham nos olhos e entre eles está uma estrutura de sofá cor de creme. " width="1800" height="1132" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth.jpg 1800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth-300x189.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth-1024x644.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth-768x483.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth-1536x966.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/8_Vitor-E_-Babyteeth-1200x755.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19197" class="wp-caption-text">No ano do isolamento social, minha lista de Melhores Filmes reflete produções com forte senso familiar; na foto, Babyteeth (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chega a ser injusto encabeçar uma lista do tipo com </span><a href="https://personaunesp.com.br/nomadland-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O trabalho conjunto de Chloé Zhao e Frances McDormand é diferente de tudo que é feito no mercado americano, e suas maiores virtudes estão exatamente na capacidade de fazer Cinema não como um exercício de ego, e sim como uma demonstração ímpar de amor e dever ao contar histórias que merecem ser alastradas. O mesmo pode ser dito sobre a delicadeza de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KQ0gFidlro8"><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito e dirigido por Lee Isaac Chung, a história de amadurecimento conjunto de uma família de imigrantes nos anos 70 é o filme mais amável de 2020. Sobram momentos recheados de afeto e cuidado, principalmente por parte do pequeno Alan Kim e de Youn Yuh Jung, sua avó na tela. A obra mais descarada da lista é </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4qgayhcNRyg"><i><span style="font-weight: 400;">Babyteeth</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, um </span><i><span style="font-weight: 400;">sick-lit</span></i><span style="font-weight: 400;"> que toca todas as notas certas e umedece os olhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa australiano é comandado com a mão de fada de Shannon Murphy, diretora que eleva o grau clichê da história do casal de apaixonados mas acometidos por uma doença fatal, e dá as deixas perfeitas para que Eliza Scanlen e Toby Wallace entreguem atuações críveis e dolorosas de acompanhar. Outro lançamento marcante do meio do ano é </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=azkVr0VUSTA"><i><span style="font-weight: 400;">The King of Staten Island</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. De Judd Apatow e com Pete Davidson no papel principal, é um </span><i><span style="font-weight: 400;">coming-of-age </span></i><span style="font-weight: 400;">tardio mas sóbrio. Por fim, destaco Sofia Coppola e seu </span><a href="https://personaunesp.com.br/on-the-rocks-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">On the Rocks</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que revive narrativas familiares ao mesmo tempo em que cristaliza o carisma de Rashida Jones, e apenas por isso deve ser condecorado. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Nomadland / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Babyteeth / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Minari / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> The King of Staten Island / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> On the Rocks</span></p>
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<figure id="attachment_19198" aria-describedby="caption-attachment-19198" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19198" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9_Caio_A-Metamorfose.jpg" alt="Cena do filme A Metamorfose dos Pássaros. Fotografia retangular colorida. No centro está um jovem, personagem do filme. Um homem branco, com barba feita e cabelo preto curto. Ele veste uma camisa social vermelha. Está escondido atrás de folhas grandes e metade de seu rosto está coberto pelas folhas. " width="1170" height="780" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9_Caio_A-Metamorfose.jpg 1170w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9_Caio_A-Metamorfose-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9_Caio_A-Metamorfose-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/9_Caio_A-Metamorfose-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19198" class="wp-caption-text">Filmes incríveis tiveram a oportunidade de brilhar mesmo num ano difícil como 2020; na foto, A Metamorfose dos Pássaros (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Caio Machado</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha relação com o Cinema se tornou mais próxima e intensa neste ano conturbado que foi 2020. Com o fechamento dos cinemas e o adiamento de vários filmes por causa da pandemia, a </span><i><span style="font-weight: 400;">internet </span></i><span style="font-weight: 400;">e os festivais de cinema </span><i><span style="font-weight: 400;">online </span></i><span style="font-weight: 400;">desempenharam um papel importantíssimo para que eu conhecesse obras incríveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Meu destaque principal vai para </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=H6MtkI0JS0Q"><i><span style="font-weight: 400;">A Metamorfose dos Pássaros</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">filme-ensaio de Catarina Vasconcelos. Através de um relato sensível das memórias da família da diretora, a obra faz poesia através das imagens e nos faz refletir sobre a vida, a morte, o amor e nossa relação com aqueles que amamos. Em seguida, o estilo e a energia vibrante de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qsSi3EicQDQ"><i><span style="font-weight: 400;">Meu Nome É Bagdá</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">também me conquistaram. Filmado de um jeito quase documental, acompanhar o cotidiano da </span><i><span style="font-weight: 400;">skatista </span></i><span style="font-weight: 400;">adolescente que dá nome ao título flui de uma maneira tão natural e cativante que nem dá para sentir o tempo passar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 também foi o ano do novo filme de Christian Petzold, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=El4-2zrNppA"><i><span style="font-weight: 400;">Undine</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">Ao inserir a figura mitológica europeia no contexto da Berlim atual, o cineasta alemão apresenta um conto de fadas contemporâneo, preocupado em valorizar os gestos mais simples (como o abraço de um casal apaixonado) mas sem um </span><i><span style="font-weight: 400;">“e viveram felizes para sempre…”</span></i><span style="font-weight: 400;"> no final.  Por fim, não podia deixar de mencionar </span><a href="https://personaunesp.com.br/never-rarely-sometimes-always-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">A jornada de Autumn, adolescente que precisa lidar com uma gravidez indesejada, expõe quão doloroso pode ser tomar grandes decisões quando se é jovem demais para isso, num mundo tão vasto que parece não se importar contigo. Por outro lado, também demonstra o valor que a amizade tem em situações assim: é ela que torna a vida mais suportável, mais leve.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> A Metamorfose dos Pássaros / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Meu Nome É Bagdá / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">Undine / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre</span></p>
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<figure id="attachment_19200" aria-describedby="caption-attachment-19200" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19200" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton.jpg" alt="Cena do musical Hamilton. Na imagem, vemos o personagem Alexander Hamilton, com a vestimenta de cavaleiro branca e azul, sobre um tablóide, enquanto é iluminado por um feixe de luz. Logo atrás, outros seis cavaleiros estão sobre cadeiras espaçadas no palco. Todos olham para frente" width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/10_Ana-Marcilio_Hamilton-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19200" class="wp-caption-text">Hamilton está entre os filmes mais assistidos de 2020 na plataforma Disney+ (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Marcílio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após um ano repleto de surpresas no audiovisual, foi complicado criar um </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking </span></i><span style="font-weight: 400;">com apenas cinco produções, por isso trouxe algumas menções honrosas. Não tem como sair de 2020 sem falar sobre </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, uma animação linda e profunda, sem perder o tom divertido, característico da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">. Outra menção honrosa é o filme </span><a href="https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/12/03/em-m8-quando-a-morte-socorre-a-vida-jeferson-de-mostra-racismo-escancarado-fala-sobre-maioria-dos-brasileiros.ghtml"><i><span style="font-weight: 400;">M8 &#8211; Quando a morte socorre a vida</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">uma surpresa incrível anunciada no ano passado e comprada, recentemente, pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><i><span style="font-weight: 400;">M8</span></i><span style="font-weight: 400;"> soube abordar assuntos importantíssimos em meio a um enredo instigante, com a atuação admirável de Mariana Nunes e Juan Paiva, mãe e filho no longa. Jeferson De fez um ótimo trabalho na direção, a fotografia sabe ressaltar bem os sentimentos durante os diálogos, sendo um dos grandes destaques da produção &#8211; uma dica: assista o pós-créditos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como amante dos filmes de época, não poderia deixar </span><a href="http://personaunesp.com.br/emma-2020-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Emma.</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">de fora, mais uma adaptação dos livros de Jane Austen. Apesar das opiniões contraditórias quanto à personagem principal, a atuação de Anya Taylor-Joy permite que o público veja a profundidade dos sentimentos e conflitos da protagonista. Além disso, o figurino e os cenários dão a ambientação perfeita para a história. Já o terceiro e o quarto lugar tiveram disputas acirradas, mas os escolhidos foram </span><a href="https://cinemacomrapadura.com.br/criticas/572117/critica-o-homem-invisivel-2020-o-terror-de-relacionamentos-abusivos/"><i><span style="font-weight: 400;">O Homem Invisível</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, um dos </span><i><span style="font-weight: 400;">thrillers </span></i><span style="font-weight: 400;">mais bem produzidos da última década, e </span><a href="https://cinemacomrapadura.com.br/criticas/588134/critica-o-que-ficou-para-tras-netflix-2020-poderoso-e-impactante-conto-de-terror/"><i><span style="font-weight: 400;">O Que Ficou Para Trás</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, um horror psicológico britânico de tirar o fôlego. Ambos apresentam roteiros impecáveis e uma produção minuciosa, preocupada com a experiência do telespectador. Vale a ênfase para a fotografia muito bem desenvolvida, aproveitando-se da luz e sombra e do foco nas cenas de suspense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas primeiras posições, aqueles que me arrepiaram da cabeça aos pés. Em segundo lugar, </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com toda sua genialidade e exuberância. A saída dos palcos para as telas foi sagaz, garantindo ao filme a posição de mais assistido do </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;">. Lin-Manuel Miranda merece tudo isso, com um espetáculo marcante e inigualável, o musical é o melhor dos dois mundos: real e ficcional. Apesar disso, o pódio é comandado por </span><a href="https://personaunesp.com.br/amarelo-emicida-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, um documentário sensível, necessário e brilhante. Emicida é um dos grandes artistas da atualidade e carrega um talento admirável. O roteiro é criativo, consegue amarrar diversos símbolos e torna o filme uma obra-prima. Uma das criações mais emocionantes do último ano, deixando sua marca na cultura brasileira.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> AmarElo &#8211; É Tudo Pra Ontem / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Hamilton / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> O Que Ficou Para Trás / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">O Homem Invisível / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Emma.</span></p>
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<figure id="attachment_19201" aria-describedby="caption-attachment-19201" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19201" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-scaled.jpg" alt="Cena do filme Enola Holmes, em que a protagonista, interpretada por Millie Bobby Brown, segura uma madeira e faz o gesto como se tivesse para atirar uma flecha de um arco. Ela tem pele branca, veste uma camisa branca e um corpete amarelo com flores e está com o cabelo amarrado em trança. Ao fundo, o cenário do escritório é composto por cortinas, um candelabro, livros e elementos de decoração. " width="2560" height="1072" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-300x126.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-1024x429.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-768x322.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-1536x643.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-2048x858.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/11_Larissa-Vieira_Enola-Homes-1200x503.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19201" class="wp-caption-text">“A lutar. Foi para isso que minha mãe me criou” (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Larissa Vieira </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um ano que nos exigiu muito, e filmes e séries foram um dos únicos reconfortos que encontramos em meio a tantas incertezas. Os filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">Sessão da Tarde</span></i><span style="font-weight: 400;"> foram os que mais me agradavam, já que ver o mundo desabando já não parecia tão ficção assim. Foi assim que produções do </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;">, recém-chegado ao Brasil, agradaram tanto o paladar de uma amante dos universos mágicos e apaixonantes. A animação </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> tem destaque na lista dos favoritos como um dos mais consoladores do ano, ao mesmo tempo que abria nossos olhos a um dos temas mais pertinentes do ano: a morte. Tema que ainda é pertinente em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XkuStMTguRc"><i><span style="font-weight: 400;">Clouds</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, um retrato de uma história real, que toca o coração de maneira que você sente a perda como se fosse um parente seu, mas ainda assim termina o filme feliz e sorrindo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, de outro modo, reconfortou nossos corações com clichês de comédias românticas. Trazendo ex-estrelas do </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney Channel</span></i><span style="font-weight: 400;">, a plataforma agradou ao criar</span> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=hrzrcegbBEc"><i><span style="font-weight: 400;">Feel The Beat</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/dancarina-imperfeita-critica/">Dançarina Imperfeita</a> (Work It)</span></i><span style="font-weight: 400;">, com enredos clichês parecidos porém super convenientes ao período que vivemos; mas a plataforma surpreendeu ao descobrir uma nova forma de contar essas histórias românticas já conhecidas. Foi o caso de </span><a href="https://personaunesp.com.br/tudo-bem-no-natal-que-vem-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Bem no Natal que Vem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que traz uma nova representação do Natal: nada de neve, e sim o calor de 30º brasileiro, confusões de família ao invés daquela troca de presentes perfeita! A comédia previsível de Leandro Hassum tem uma reviravolta tão clichê, porém tão inesperada… </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse inesperado é o que garante à </span><a href="https://personaunesp.com.br/enola-holmes-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Enola Holmes</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> o topo da lista. Trazer o clichê de histórias de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sherlock Holmes</span></i><span style="font-weight: 400;"> para uma nova visão é o que torna o filme tão surpreendente. O desenvolvimento brilhante da personagem, em contraponto a história de herói do irmão, é mérito, em grande parte, da atuação de </span><span style="font-weight: 400;">Millie Bobby Brown</span><span style="font-weight: 400;">, que nasceu certa para o papel, mas também da forma como a história foi contada, com o protagonismo das personagens femininas, os “locais” em que as personagens masculinas foram postas e todo o cenário criado para a história.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos</b><span style="font-weight: 400;">: </span><b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Enola Holmes / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Tudo Bem no Natal que Vem / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">Clouds / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Feel The Beat</span></p>
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<figure id="attachment_19202" aria-describedby="caption-attachment-19202" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19202" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs.jpg" alt="Cena do filme Palm Springs. Na esquerda, uma mulher de cabelos escuros até o ombro, com um óculos escuro de armação branca, ao seu lado um homem branco e moreno, também com óculos escuros, usando uma camisa vermelha florida. No fundo temos uma paisagem de montanha com céu azul e o começo de uma casa à direita." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/12_Marcela_Palm-Springs-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19202" class="wp-caption-text">Cristin Milioti, que interpreta Sarah, mostrou bastante versatilidade com um papel que a possibilitou explorar outros lados da sua atuação ao lado de Andy Samberg (Nyles) (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Marcela Zogheib</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mim, </span><i><span style="font-weight: 400;">timing </span></i><span style="font-weight: 400;">é muito importante quando você decide ver um filme, e não sei dizer como 2020 se encaixa nisso. Foi um ano estranho para o Cinema, a indústria não tinha pra onde ir e a gente não podia ir pra onde queria, as salas de cinema. Nesse ano houveram lançamentos, mas os filmes que eu mais gostei foram aqueles antigos que traziam uma lembrança de vida fora do usual (não é à toa que todo mundo surtou quando </span><i><span style="font-weight: 400;">Scooby Doo</span></i><span style="font-weight: 400;"> entrou na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">). Por isso, acho que já vou começar com o filme que realmente mais amei esse ano, </span><a href="https://personaunesp.com.br/dois-irmaos-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, uma produção que, apesar de ser da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">, fiquei com um pouco de receio e acabei me encantando, em mais de um sentido. A história de dois irmãos e um (meio) pai que embarcam em uma aventura mística era tudo que a gente precisava no começo quando tudo que dava para fazer era esperar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveitando o tópico </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">foi o lançamento que eu mais esperei, mostrei o </span><i><span style="font-weight: 400;">trailer </span></i><span style="font-weight: 400;">para todo mundo e via sempre que lembrava. O filme toca em questões sobre a vida que chegaram no momento certo, e muito estratégico, sendo lançado no dia do Natal. Outro lançamento muito esperado, quase por cinco anos, foi </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, Lin-Manuel Miranda, o roteirista e protagonista sempre dizia que a espera ia valer a pena, e ele estava certo. O musical traz uma emoção diferente de outras peças filmadas no mesmo formato, dá para sentir a performance dos atores como se cada movimento fosse feito calculadamente para nos emocionar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No tópico filmes que eu talvez não teria visto se não tivesse atingido um alto nível de estresse do EAD e tédio de ficar em casa, </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me surpreendeu muito, todo mundo já sabe que a Arlequina é incrível e a Margot Robbie mais ainda, mas o filme traz muito mais que isso em uma produção divertida que eu nem lembrava que a </span><i><span style="font-weight: 400;">DC </span></i><span style="font-weight: 400;">sabia fazer. Por fim, o meu escolhido como melhor filme do ano é </span><a href="https://personaunesp.com.br/palm-springs-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Palm Springs</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, fui assistir sem saber absolutamente nada e ele entregou tudo que eu queria e precisava. Não quero me estender nele porque acho que a surpresa é a melhor parte, mas não tem como não esperar grandes coisas quando falamos de Andy Samberg. A história é intrigante, divertida e tem só 90 minutos, afinal acho que pouca gente consegue olhar para uma tela por mais tempo que isso a essa altura do campeonato.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Palm Springs / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Hamilton /</span><b> 4.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fabulosa</span></p>
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<figure id="attachment_19203" aria-describedby="caption-attachment-19203" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19203" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis.png" alt="Cena do filme &quot;Por Lugares Incríveis&quot;. Fotografia retangular da atriz Elle Fanning e do ator Justice Smith, dos ombros até a cabeça. Elle é loira, de cabelos bem claros, presos de &quot;maria-chiquinha&quot; mais frouxos. Ela está de perfil, com o lado direito do rosto à mostra, e veste uma camisa branca de listras azuis claras de gola. Ela sorri e está com os olhos fechados. Justice é moreno, cabelo curto e cacheado. Ele está de perfil, com o lado esquerdo do rosto à mostra, e veste uma jaqueta vinho. Os dois estão próximos, tocando o nariz e a testa um no outro, momentos antes de se beijarem, com uma parte de uma porta do carro atrás deles. Atrás da cabeça de Ellie, ao fundo, está o pôr do sol. " width="1920" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis.png 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis-300x169.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/13_Julia_Por-Lugares-Incriveis-1200x675.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19203" class="wp-caption-text">&#8220;Porque não é mentira se for como você se sente&#8221; (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Júlia Paes de Arruda</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assistir algum filme, especialmente acompanhado de pipoca, sempre foi meu refúgio para não beirar a loucura. Ano passado, cheio de preocupações, anseios e incertezas vindas de todos os lados, não foi diferente. Qualquer entretenimento que eu via, eu corria atrás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os meus favoritos do ano, </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi o que vi pela última vez dentro de um cinema. O filme solo da anti-heroína é divertido, colorido e, de certa forma, inspirador. Por se falar em inspiração, </span><a href="https://youtu.be/9zhzD0kWSi0"><i><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me deixou encantada. É aquela dose de emoção perfeita para ser vista em dias de chuva, especialmente se você está viajando de ônibus de uma cidade pra outra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já dentro da quarentena, </span><a href="https://personaunesp.com.br/dois-irmaos-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> caiu de paraquedas e tocou o coração. Animações que falam de sentimentos sempre mexem comigo. Aliás, </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> merece um destaque especial nessa lista. Não só pela temática extremamente importante, mas também por ter apresentado a 22, com sua espontaneidade e energia cativantes. Por fim, não poderia deixar de citar </span><a href="https://personaunesp.com.br/mulan-2020-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Mulan</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> que, mesmo com as mudanças de roteiro, deixou a história emocionante. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Por Lugares Incríveis / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Mulan / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></p>
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<figure id="attachment_19204" aria-describedby="caption-attachment-19204" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19204" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman.jpg" alt="Foto retangular da atriz Vanessa Kirby. Ela é uma mulher branca e loira, seu cabelo é ondulado e na altura dos ombros. Vanessa está nua, de costas e sentada numa banheira branca. Suas pernas estão levantadas na altura do ombro e o joelho dobrado em 90° graus está apoiado na parede. Suas mãos estão esticadas, alcançando seus pés. A parede é feita de azulejos brancos. À esquerda vemos uma porta cinza." width="1600" height="865" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman.jpg 1600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman-300x162.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman-1024x554.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman-768x415.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman-1536x830.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/14_AnaJuliaTrevisan_PiecesOfAWoman-1200x649.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19204" class="wp-caption-text">Com início denso, Pieces of a Woman nos faz sentir as mesmas dores de Martha Weiss (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Júlia Trevisan</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">I believe in Sacha Baron Cohen supremacy</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ator destaque em dois lançamentos &#8211; </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-7-de-chicago-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; apresentou produções antagônicas e vendeu de forma fenomenal os dois papéis. Uma delas não poderia ficar de fora do meu pódio, conquistando o primeiríssimo lugar: </span><i><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ambientada em 1969, o filme traz o julgamento de sete pessoas que lideraram manifestações contrárias a Guerra do Vietnã, que havia se iniciado no ano anterior. Tendo como cenário principal o tribunal, a direção propõe um segmento interessante para um filme de guerra longe dos campos de batalha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sucesso de </span><a href="https://personaunesp.com.br/parasita-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Parasita</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> na anterior temporada de premiações me deixou de olhos abertos para produções sul-coreanas, que ganham dois espaços nessa lista. O primeiro a conquistar meu coração foi o apaixonante </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KQ0gFidlro8"><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Apesar da produção ser estadunidense, o filme foi escrito e dirigido por Lee Isaac Chung, e estrelado por atores da mesma nacionalidade. Merecidamente, </span><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i><span style="font-weight: 400;"> pegou uma vaga em </span><i><span style="font-weight: 400;">Best Picture</span></i><span style="font-weight: 400;"> no </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar,</span></i><span style="font-weight: 400;"> e meu sonho é ouvir o discurso de vencedor do representante presente na premiação. </span><a href="https://personaunesp.com.br/call-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Call</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, foi o outro filme que me agradou. Amante dos filmes de terror que sou, me envolvi na perturbadora história de solidão de duas jovens em épocas distintas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Personagens femininas arrebatadoras com narrativas atemporais também sempre tiveram minha atenção, mas esse ano conseguiram se superar. </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1zLKbMAZNGI"><i><span style="font-weight: 400;">Pieces of a Woman</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> vai além desse </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking</span></i><span style="font-weight: 400;">, entra para a lista de filmes mais sensíveis sobre assunto pesado. Vanessa Kirby interpreta com transparência as brutais dores de Martha Weiss que perdeu sua filha recém nascida, envolvendo o telespectador no luto. Outro filme em que a protagonista é dona do enredo, se fazendo presente em todas as cenas e nos fazendo submergir na história é </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7i5kiFDunk8"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Impactante, deixa gosto amargo na boca e seu final faz reverberar todas as discussões que surgem ao longo da trama. Não é atoa que ambas atrizes estão concorrendo às principais premiações. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Os 7 de Chicago /</span><b> 2.</b><span style="font-weight: 400;"> Minari /  </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Pieces of a Woman / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Bela Vingança / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Call</span></p>
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<figure id="attachment_19205" aria-describedby="caption-attachment-19205" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19205" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys.png" alt="Flyer do filme Bad Boys Para Sempre. Dois homens negros, vestindo camisa preta e colete à prova de balas da polícia, segurando armas. Ao fundo, palmeiras, céu em cores alaranjadas e azuladas, está no final da tarde, um carro fugindo de duas motos e um helicóptero. " width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys.png 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys-300x169.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/15_Elder-John_Bad-Boys-1200x675.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19205" class="wp-caption-text">É importante se sentir representado (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Elder John </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das dificuldades apresentadas pelo ano de 2020, tivemos produções importantes nesse período, e minha lista consiste em filmes que, de alguma forma, me fizeram refletir. </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, mesmo que uma animação, foi um filme que se destacou pela temática apresentada. Assim como </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7CxKksqGrbI"><i><span style="font-weight: 400;">O Poço</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, referência nesse sentido e se tornou marcante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em contrapartida, </span><a href="https://personaunesp.com.br/destacamento-blood-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Destacamento Blood</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tdwLRHGQVG8"><i><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me despertaram um sentimento de proximidade muito forte com algumas cenas. São filmes com temáticas totalmente distintas, mas eu enxergo uma identificação com as obras e por isso o lugar especial na lista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jCCGGYvFjlw"><i><span style="font-weight: 400;">Bad Boys Para Sempre</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, talvez pelo sentimento nostálgico de rever a dupla icônica de policiais, ou até mesmo por ser fã de Will Smith e Martin Lawrence. A expectativa para 2021 é assistir mais filmes que me surpreendam e me façam sentir parte.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Bad Boys Para Sempre / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Destacamento Blood / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> O Poço /  </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul</span></p>
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<figure id="attachment_19206" aria-describedby="caption-attachment-19206" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19206" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana.jpg" alt="Cena do documentário Miss Americana, onde a cantora Taylor Swift - uma mulher branca de cabelos loiros que veste uma camiseta rosa e uma jardineira jeans - toca piano, enquanto seu gato - um filhote de pelagem que mescla branco e marrom - caminha sobre as teclas do instrumento. O piano tem tons de madeira, assim como o ambiente retratado na imagem." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/16_Ana-Beatriz-Zanuni_Miss-Americana-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19206" class="wp-caption-text">Taylor Swift e seu mais novo gato, Benjamin Button, em cena exibida no documentário Miss Americana (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Beatriz Zanuni</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definir um filme favorito em todos os quesitos é uma missão impossível. Portanto, decidi pontuar um em cada “categoria”, passando pelos tradicionais cotados para o </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar </span></i><span style="font-weight: 400;">[</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZV6sRMxt2JU"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a><span style="font-weight: 400;">], divisores de opiniões [</span><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i><span style="font-weight: 400;">], filmes de herói &#8211; ou nem tanto &#8211; [</span><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina</span></i><span style="font-weight: 400;">], documentários [</span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;">] e as comédias típicas das produções de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;"> [</span><a href="https://www.netflix.com/br/title/81350429"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Me Importo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">].</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais novo filme estrelado por Rosamund Pike &#8211; vencedora do Globo de Ouro pelo papel -, </span><i><span style="font-weight: 400;">Eu Me Importo</span></i><span style="font-weight: 400;"> é surpreendente, desconfortável e fora da caixa, relembrando os primeiros filmes produzidos pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, e que agora se encaixa no perfil das realizações do </span><i><span style="font-weight: 400;">Prime Video</span></i><span style="font-weight: 400;">. Pike carrega o longa-metragem de maneira exemplar, em uma jornada sem vilões ou heróis, que te faz duvidar da sua própria moral. Continuando nas distribuições da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/miss-americana-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fecha o arco de redenção de Taylor Swift, após os eventos de 2016, com uma obra íntima e emocionante, sendo essencial para todo e qualquer</span> <span style="font-weight: 400;">fã da cantora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estreiado há mais de um ano, </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">se coloca como um dos maiores acertos da </span><i><span style="font-weight: 400;">DC</span></i><span style="font-weight: 400;"> nos cinemas, sempre contando com o carisma de Margot Robbie, e, depois das decepções de </span><i><span style="font-weight: 400;">Mulher Maravilha 1984</span></i><span style="font-weight: 400;">, conquista o trono de melhor filme de herói do ano, tranquilamente. Falando de emancipação, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7i5kiFDunk8&amp;t=15s"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; ou o representante de </span><i><span style="font-weight: 400;">Kill Bill</span></i><span style="font-weight: 400;"> da década de 2020 &#8211; tem uma narrativa engajante, e aborda uma história de traumas, vinganças e cheia de </span><i><span style="font-weight: 400;">plot twists.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Por fim, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i><span style="font-weight: 400;">, Chloé Zhao não deixa dúvidas do porquê merece mais do que ninguém o </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;"> por Melhor Direção e Melhor Filme, com uma história reflexiva, contada brilhantemente por meio da atuação de Frances McDormand, que volta a atenção do público às questões econômicas dos Estados Unidos e a vida dos &#8216;nômades&#8217; do país em um momento extremamente necessário, quando o mundo passa por uma nova crise. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos</b><span style="font-weight: 400;">: </span><b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Nomadland / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Bela Vingança / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Miss Americana / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Eu Me Importo</span></p>
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<figure id="attachment_19207" aria-describedby="caption-attachment-19207" style="width: 1480px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19207" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos.jpg" alt="Cena do filme Sem Ressentimentos. Ao fundo, vemos uma casa de madeira verde. Próximos da parede estão sentadas três pessoas pardas, um homem, uma mulher, e outro homem. À frente deles está uma mesa, com panelas em cima. O chão é de tijolinhos." width="1480" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos.jpg 1480w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos-300x219.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos-1024x747.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos-768x560.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/17_Jho_Sem_Ressentimentos-1200x876.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19207" class="wp-caption-text">Sem Ressentimentos, primeiro longa de Faraz Shariat, captura a juventude gay e discute a migração no mundo moderno (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Jho Brunhara</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas semanas atrás li um artigo da </span><i><span style="font-weight: 400;">i-D Magazine </span></i><span style="font-weight: 400;">sobre como </span><i><span style="font-weight: 400;">mulheres assassinas</span></i><span style="font-weight: 400;"> do audiovisual e da literatura se tornam ícones para crianças LGBTQ+ durante a infância e adolescência. Resumidamente, em um mundo no qual a masculinidade é hegemônica, assistir o poder emanar de mulheres que, muitas vezes, buscam vingança e justiça, é encorajador e satisfatório. Enquanto assistia </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7i5kiFDunk8&amp;ab_channel=FocusFeatures"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">(</span><i><span style="font-weight: 400;">Promising Young Woman)</span></i><span style="font-weight: 400;">, esse era o único sentimento que explodia dentro de mim. Ao longo das 2 horas de filme, a protagonista Cassie, interpretada pela maravilhosa Carey Mulligan, transborda astúcia e meticulosidade, que, infelizmente, vem de um lugar horrível de seu passado. Enquanto enfrenta o inimigo do longa, o machismo estrutural que causa dores terríveis e arruína vidas para sempre, a personagem vira um espelho de todo espectador que alguma vez já sentiu na pele alguma forma de violência oriunda dele. Emerald Fennell costura um roteiro de tirar o fôlego e deixar na ponta do sofá. </span></p>
<p><a href="http://personaunesp.com.br/sem-ressentimentos-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Sem Ressentimentos</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;"> (Futur Drei)</span></i><span style="font-weight: 400;">, drama alemão de Faraz Shariat, é outro que luta contra um sistema preconceituoso. Nesse longa de amadurecimento, assistimos o florescer de um romance gay em um centro de refugiados, e também roemos as unhas durante o processo de uma irmã e um irmão iranianos para conseguir cidadania alemã e fugir de um país em que a homossexualidade é crime. O arrebatador </span><a href="http://personaunesp.com.br/nomadland-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Chloé Zhao, desmantela o capitalismo e prova que a solidão pode ser menos só do que aparenta. Frances McDormand se funde perfeitamente à atmosfera do filme e, em momentos, parece ser a própria Fern em carne e ossos. </span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=cnnyHZlRbDQ&amp;ab_channel=CampoCerradoProdu%C3%A7%C3%B5es"><i><span style="font-weight: 400;">Valentina</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, drama LGBTQ+ imperdível de Cássio Pereira Dos Santos, é, sem dúvidas, um dos longas mais importantes do ano. Estrelado pelas talentosíssimas Thiessa Woinbackk e Guta Stresser, o </span><i><span style="font-weight: 400;">coming-of-age </span></i><span style="font-weight: 400;">brasileiro discute a adaptação de uma menina trans numa cidade do interior de Minas Gerais, juventude, transfobia, amizade e, principalmente, identidade. Por fim, o milagroso </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KQ0gFidlro8&amp;ab_channel=A24"><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, drama familiar de Lee Isaac Chung, é muitas coisas de uma vez só, mas funciona. Exatamente como as relações de uma família de verdade, Chung consegue colocar na tela todas as sensações de tensão e pertencimento, nos fazer passar raiva e também nos emocionar. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança </span><b>/ 2.</b><span style="font-weight: 400;"> Sem Ressentimentos </span><b>/ 3. </b><span style="font-weight: 400;">Nomadland  </span><b>/ 4.</b><span style="font-weight: 400;"> Valentina </span><b>/ 5.</b><span style="font-weight: 400;"> Minari</span></p>
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<figure id="attachment_19208" aria-describedby="caption-attachment-19208" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19208" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/18_Luize_Sergio.jpg" alt="Foto da cena do filme Sergio, onde o ator Wagner Moura e a atriz Ana de Armas, que interpretam Sergio e Carolina na Cinebiografia, estão em ruínas no meio de uma floresta. Ambos se encontram de costas para a câmera e se encaram, de mãos dadas." width="768" height="512" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/18_Luize_Sergio.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/18_Luize_Sergio-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-19208" class="wp-caption-text">Cena do filme Sergio (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Luize de Paula</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um dos anos em que eu mais assisti filmes em casa pelos serviços de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">devido a pandemia, mas antes que isso acontecesse e começassem os longos meses em que chorei (e choro) de saudades de uma pipoca de cinema, a estreia de </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi um dos maiores presentes da </span><i><span style="font-weight: 400;">DC</span></i><span style="font-weight: 400;"> no Universo Cinematográfico até hoje. Desde a estreia de </span><i><span style="font-weight: 400;">Esquadrão Suicida</span></i><span style="font-weight: 400;">, os rumores de algo futuro envolvendo as personagens femininas dos quadrinhos me deixaram animada para ver novamente a Arlequina de Margot Robbie. Apesar do medo de ser uma continuação da confusão que o filme de 2016 foi, a diretora Cathy Yan não decepcionou e entregou um dos melhores filmes do ano. Desde a divulgação até a introdução de novas personagens dos quadrinhos para os cinemas, </span><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina </span></i><span style="font-weight: 400;">é, em poucas palavras, simplesmente fantabuloso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos filmes e séries de 2020 trouxeram a atenção internacional para o Brasil por causa de seu grande destaque nas plataformas de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">, como é o caso do filme norte-americano sobre o brasileiro Sergio Vieira de Mello &#8211; interpretado pelo brilhante Wagner Moura &#8211; ou</span><i><span style="font-weight: 400;"> “O Homem que queria salvar o mundo”</span></i><span style="font-weight: 400;">, título do livro que inspirou a produção da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. Mostrando parte da vida do Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=91b5TEbVTcQ&amp;ab_channel=NetflixBrasil"><i><span style="font-weight: 400;">Sergio</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é uma cinebiografia repleta de </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks</span></i><span style="font-weight: 400;"> e cenas esteticamente impecáveis e emocionantes, contando a história do diplomata e ainda com uma história de amor em segundo plano. Ana de Armas e Wagner Moura nos entregam cenas cheias de paixão e beleza, não restando dúvidas que a representação do romance de Sergio com a argentina Carolina não seria o mesmo se não fosse pela escolha desses atores. Ainda nas brasilidades, o filme </span><a href="https://personaunesp.com.br/tudo-bem-no-natal-que-vem-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Bem no Natal que Vem</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é um prato cheio de comédia, com drama e sutileza ao mesmo tempo. Leandro Hassum consegue nos tirar risadas em duas horas, ao mesmo tempo que nos faz chorar, refletir e aquece os nossos corações com uma história leve. Em uma mistura de um Natal bem brasileiro, com reviravoltas envolventes e um roteiro que lembra nostalgicamente o filme</span><i><span style="font-weight: 400;"> Click </span></i><span style="font-weight: 400;">(2006), a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">acertou novamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não podendo faltar um musical na minha lista, a gravação do musical </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">na</span><i><span style="font-weight: 400;"> Disney+ </span></i><span style="font-weight: 400;">também entra como um dos meus favoritos. Apesar de ser o pior pesadelo para quem não gosta de musicais, por ser pura música e sem diálogos ao longo de toda sua gravação, </span><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton </span></i><span style="font-weight: 400;">é agradável esteticamente e sonoramente aos que gostam e apreciam. É uma experiência única, como assistir um álbum completo com todos os seus sentidos. Também da </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;"> e com um forte apelo aos que gostam de música, a animação</span> <a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">tocou as almas de todos que assistiram. Assim como as outras grandes produções da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">, o desenho vem acompanhado de teorias de conexão com outros filmes do estúdio, o que faz a experiência não ser apenas para as poucas horas de filme. Emocionante, faz ponderar sobre seguir seus sonhos e sobre o nosso propósito na vida de maneira impactante.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Sergio / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Tudo Bem no Natal que Vem / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Hamilton  / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul</span></p>
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<figure id="attachment_19210" aria-describedby="caption-attachment-19210" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19210" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/19_AnaLaura_ODiabodeCadaDia.png" alt="Cena do filme O Diabo de Cada Dia. Mostra o personagem de Robert Pattinson sentado em um banco de igreja. Ele tem metade do corpo virado e olha para trás. Em sua mão direita, que está apoiada nas costas do banco, ele segura um livro. O personagem é um homem branco de cabelos castanhos claros e curtos. Ele usa uma blusa social branca, um relógio de ouro no pulso e um anel no dedo mindinho. Ao fundo vemos uma grande janela desfocada e mais alguns bancos marrons." width="1200" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/19_AnaLaura_ODiabodeCadaDia.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/19_AnaLaura_ODiabodeCadaDia-300x200.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/19_AnaLaura_ODiabodeCadaDia-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/19_AnaLaura_ODiabodeCadaDia-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19210" class="wp-caption-text">“Como e por que pessoas de dois pontos em um mapa, e nem sequer em linha reta, podem ter se conectado é o centro de nossa história em Knockemstiff&#8221; (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Laura Ferreira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com cinemas fechados, estreias adiadas e </span><i><span style="font-weight: 400;">sets </span></i><span style="font-weight: 400;">de filmagem lacrados, a Sétima Arte deu um jeito de driblar os empecilhos da quarentena. E dessa vontade magistral de mostrar para o mundo as maravilhas cinematográficas que os estúdios tinham guardadas na manga que fomos felizes por meio dos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ainda em tempos normais, </span><a href="https://personaunesp.com.br/dois-irmaos-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar </span></i><span style="font-weight: 400;">trouxe uma história recheada de carinhos familiares e se destacou por pegar o cinema pipoca e recheá-lo de carga dramática, tornando o filme “infantil” ideal para todas as idades &#8211; coisa que a produtora sabe bem como fazer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, já em momentos de </span><i><span style="font-weight: 400;">lockdown</span></i><span style="font-weight: 400;">, plataformas como </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon </span></i><span style="font-weight: 400;">se destacaram pelo nível de qualidade que vinham mostrando há algumas temporadas de premiações, mas que agora se comprovam de forma mais sólida a olhos leigos. Entre os destaques, </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-diabo-de-cada-dia-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Diabo de Cada Dia</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> traz uma atmosfera bruta e melancólica que conflita com doses de </span><i><span style="font-weight: 400;">thriller</span></i><span style="font-weight: 400;"> psicológico,</span> <span style="font-weight: 400;">criando uma narrativa imersiva.  Mas não podemos esquecer de </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-7-de-chicago-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que chegou com a carga política potente e abriu caminho entre as premiações, graças ao seu roteiro primoroso e a atuação de Sacha Baron Cohen.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Migrando para o gênero de comédia, Andy Samberg nos presenteou com a cômica ficção científica </span><a href="https://personaunesp.com.br/palm-springs-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Palm Springs</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que não se deixa perder no gênero, criando personagens profundos e dinâmicos. E é claro que ainda existem inúmeras produções que merecem ser consagradas por sua magnitude, entre elas </span><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i><span style="font-weight: 400;">, <i>Uma Noite em Miami</i>&#8230; e </span><i><span style="font-weight: 400;">Judas e o Messias Negro</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span><span style="font-weight: 400;"> Porém, destaco como a melhor obra </span><i><span style="font-weight: 400;">Promising Young Woman</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7i5kiFDunk8"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Pesado, complexo, dramático e poderoso de todas as formas possíveis, Carey Mulligan nos entrega a protagonista mais marcante dos últimos tempos e toca em temas delicados com a quantidade perfeita de acidez necessária para causar o incômodo que precisa. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Os 7 de Chicago / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Palm Springs / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">O Diabo de Cada Dia / </span><b>5</b><span style="font-weight: 400;">. Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></p>
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<figure id="attachment_19211" aria-describedby="caption-attachment-19211" style="width: 2000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19211" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina.jpg" alt="Cena com as protagonistas do filme Aves de Rapina: Arlequina e sua emancipação fantabulosa. Ao centro vemos Arlequina, uma mulher branca com olhos azuis e cabelos loiros com as pontas coloridas meio a meio com as cores azul e rosa. Vestindo um macacão dourado e segurando uma marreta. Ao lado direito da foto, está Cassandra Cain, uma garota asiática de cabelos pretos. Vestindo um moletom vermelho e bermuda jeans. Mais à direita, está a Canário Negro, uma mulher negra de cabelos loiros. Vestindo uma calça preta e top dourado. E está segurando um taco de baseball. Ao lado esquerdo, está a Caçadora, uma mulher branca de cabelos pretos e curtos. Vestindo uma calça e blusa na cor preta. E está segurando uma besta. Mais à esquerda, está a detetive Renee Montoya, uma mulher latina de cabelos castanhos e ondulados. Vestindo uma calça preta e camisa azul com uma regata branca por baixo. Ela está usando um soco inglês na mão esquerda." width="2000" height="1250" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina.jpg 2000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina-300x188.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina-1024x640.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina-768x480.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina-1536x960.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/20_Gabriel-Brito_Aves-de-Rapina-1200x750.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19211" class="wp-caption-text">Com mulheres ao comando da nova produção, Arlequina destaca-se devido a sua personalidade e não a sua sensualidade: cercá-la de mulheres fortes exaltou seu empoderamento e reforça ainda mais sua emancipação (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Gabriel Brito de Souza</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a turbulência de 2020, tivemos a sorte de ainda podermos contar com tantos filmes incríveis que saciaram nossa sede por entretenimento, mesmo estando longe das tradicionais salas de cinema. Muito aguardado pelos fãs da guerreira chinesa, o </span><i><span style="font-weight: 400;">live-action </span></i><span style="font-weight: 400;">de </span><a href="https://personaunesp.com.br/mulan-2020-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Mulan</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">distancia-se de um </span><i><span style="font-weight: 400;">remake</span></i><span style="font-weight: 400;"> da animação de 1998, mas rebusca na lenda folclórica chinesa uma releitura mais fiel e respeitosa. Nessa adaptação, acompanhamos a história de uma heroína na descoberta e construção de sua identidade e tudo ao seu redor, nos mostrando sua verdadeira força e espírito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, falando em animação, Michel Ocelot veio nos emocionar com sua nova produção, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HnNOqZsdAOw"><i><span style="font-weight: 400;">Dilili em Paris</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. A trama se dá quando, ao visitar Paris, a personagem descobre que um grupo maléfico vem misteriosamente sequestrando garotas na capital francesa. Junto com seu jovem amigo Orel e a Dama Emma Calvé, eles estão determinados em enfrentar a quadrilha que vêm fazendo este mal. Entre as emblemáticas fotografias parisienses, como a famosa torre Eiffel, o filme fica ainda mais adorável com a participação de figuras importantes da história, como a cientista Marie Curie e o aeronauta brasileiro Santos Dumont, além de abordar questões como racismo e empoderamento feminino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os sucessos de bilheteria, a </span><i><span style="font-weight: 400;">DC Comics</span></i><span style="font-weight: 400;"> lançou os filmes </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/mulher-maravilha-1984-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Mulher Maravilha 1984</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Acompanhar a trajetória de empoderamento da anti-heroína mais maluca dos quadrinhos e mais uma das aventuras da Amazona mais poderosa dos HQs nunca foi tão emocionante. Além dos figurinos descolados de Arlequina e o visual deslumbrante de Diana, é primordial salientar o quão importante foi a produção de ambos os filmes por direções femininas. Os olhares de Cathy Yan e Patty Jenkins sobre as personagens foi fundamental para nos entregar cenas de ações surpreendentes e tornar suas histórias ainda mais cativantes. E, ainda falando do universo </span><i><span style="font-weight: 400;">DC</span></i><span style="font-weight: 400;">, a animação </span><a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/critica-justice-league-dark-apokolips-war-164627/"><i><span style="font-weight: 400;">Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> trouxe o encerramento de uma era iniciada em 2014, do Universo de Filmes Animados da </span><i><span style="font-weight: 400;">DC Comics</span></i><span style="font-weight: 400;">. Nesta nova aventura, a Liga da Justiça prepara-se para derrotar Darkseid, buscando evitar a devastação da Terra. Entre tantos combates, nos deparamos com um cenário sombrio e realmente apocalíptico, que nos faz pensar que esse talvez seja o fim para as heroínas e heróis da Liga. Contudo, pudemos nos emocionar com o grande final de uma trama recheada de perseverança na luta do bem contra o mal.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Mulan / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Dilili em Paris / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Mulher Maravilha 1984 / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips</span></p>
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<figure id="attachment_19212" aria-describedby="caption-attachment-19212" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19212" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa.png" alt="A fotografia do filme A Casa apresenta os dois personagens principais, Javier e Tomás. Em primeiro plano, Javier é um homem branco de estatura média, pouco cabelo, olhar franzido e braços cruzados.Ele está vestindo jaqueta e camisa preta. Ao seu lado direito está Tomás, um homem branco, alto, com cabelos pretos e barba, suas mãos estão no bolso da sua calça.Ele está vestindo terno, gravata, camisa e calça em tons escuros. Em segundo plano, o fundo é composto por árvores verdes em desfoque. " width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa.png 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa-300x169.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/21_Geovana_A-Casa-1200x675.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19212" class="wp-caption-text">O suspense espanhol A Casa trabalha a questão do status social e desemprego (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Geovana Arruda</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A linha tênue entre os filmes que aquecem o coração e os que geram reflexões insaciáveis esteve presente durante todo o meu ano, principalmente com a situação caótica que estamos vivendo. </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">é o melhor dos dois mundos, a animação da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar </span></i><span style="font-weight: 400;">aborda o sentido da vida através de Joe, um professor de música do Ensino Médio, trazendo de forma leve a reflexão sobre o propósito na vida. Também seguindo a linha dos lançamentos que o </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;"> proporcionou, </span><a href="https://personaunesp.com.br/mulan-2020-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Mulan</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me surpreendeu positivamente como um </span><i><span style="font-weight: 400;">live-action</span></i><span style="font-weight: 400;"> totalmente de ação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais um da lista dos filmes conforto, </span><a href="https://personaunesp.com.br/tudo-bem-no-natal-que-vem-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Bem no Natal que Vem</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi uma surpresa ótima que me tirou lágrimas e muitas risadas. A comédia protagonizada por Leandro Hassum é um clichê de Natal, mas com o toque do humor brasileiro. Em contrapartida, a produção espanhola </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XeLAPZcnI8A"><i><span style="font-weight: 400;">A Casa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> trouxe muito incômodo em todas suas cenas e a reflexão acerca dos problemas que temos e como lidamos com eles. O suspense da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">ficou reverberando na minha cabeça durante dias e, apesar de não ser uma grande produção, é uma forma de representar todos os muitos suspenses que assisti esse ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><span style="font-weight: 400;"> </span><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: </span></i><i><span style="font-weight: 400;">Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> não se enquadra nas categorias de caos e conforto, mas foi um lançamento de 2020 que me surpreendeu. A narrativa da já famosa Arlequina (Margot Robbie) é empoderada mas sem perder sua essência, trazendo outras mulheres que querem se libertar de algo ou alguém, relacionadas a muitas problemáticas da realidade não fantasiosa, como suas roupas, sexualidade e estereótipos de comportamento. Apesar de existirem diversos pontos a serem repensados, acredito que o filme pode inspirar as novas gerações sobre ser uma mulher livre, deixando de lado muitas vezes as desavenças de lado e lutando para um bem maior de todas. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Mulan / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Tudo Bem no Natal que Vem / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> A Casa / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></p>
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<figure id="attachment_19213" aria-describedby="caption-attachment-19213" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19213" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/22_-Isabell-Siqueira-Crimes-de-Familia.jpg" alt="Cena do filme Crimes de Família. Nas imagens constam duas pessoas sentadas em uma mesa. A protagonista Alicia está de frente olhando para seu filho, Daniel, que está ao lado desfocado da câmera. Alicia é uma mulher de meia idade branca, com cabelos loiros na altura do ombro, ela veste uma blusa listrada preta e rosa claro e está de braços cruzados sobre a mesa. Daniel é um homem branco, com barba e cabelo castanho liso, ele veste um suéter cinza. O cenário por traz é branco e também está desfocado." width="1200" height="677" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/22_-Isabell-Siqueira-Crimes-de-Familia.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/22_-Isabell-Siqueira-Crimes-de-Familia-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/22_-Isabell-Siqueira-Crimes-de-Familia-1024x578.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/22_-Isabell-Siqueira-Crimes-de-Familia-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19213" class="wp-caption-text">O drama argentino Crimes de Família é protagonizado pela incrível Cecilia Roth (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Isabella Siqueira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante um ano decepcionante, estar presa em casa me inspirou a procurar novas obras e distrações para a realidade complicada, assim, a palavra diversidade é a base para contemplar meus Melhores Filmes de 2020. Começando pelo drama policial argentino da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://portalcinerama.com.br/critica-crimes-de-familia/"><i><span style="font-weight: 400;">Crimes de Família</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> não é apenas mais uma produção policial clichê. A impunidade envolvida nas agressões domésticas e os conflitos familiares e sociais são apenas a superfície do que é abordado no longa. Liderada pela incrível Cecilia Roth, a obra retrata com força o peso da responsabilidade que recai em uma mãe confrontada pelos erros do filho e do declínio da família perfeita. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já fugindo da bolha dos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://personaunesp.com.br/never-rarely-sometimes-always-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, dirigido pela sensacional </span><span style="font-weight: 400;">Eliza Hittman</span><span style="font-weight: 400;">, é aquela obra atemporal por trazer uma sensibilidade que transborda para fora da tela. Com uma narrativa centrada na angústia de uma adolescente prestes a realizar um aborto, o longa arranca emoções ao apontar sugestões sutis da violência presente na vida das protagonistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para representar a categoria comédia, </span><a href="http://personaunesp.com.br/palm-springs-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Palm Springs</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">foge dos clichês com um </span><i><span style="font-weight: 400;">looping </span></i><span style="font-weight: 400;">temporal absurdo. Os perfeitinhos Andy Samberg e Cristin Milioti estrelam o revigorante longa que mistura ficção, humor e romance. Já o coreano </span><a href="http://personaunesp.com.br/call-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Call</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">é uma boa pedida para quem tem mente aberta e topa uma trama confusa, o suspense utiliza o telefone para compor a história de duas mulheres reunidas pela solidão, mas separadas pelo tempo.  Esperando a atualização dos filmes adolescentes queridinhos da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, acabei esbarrando com a obra italiana </span><a href="https://cinepop.com.br/critica-o-sol-de-riccione-belas-praias-e-azaracao-juvenil-em-filme-italiano-estilo-malhacao-256872/"><i><span style="font-weight: 400;">O Sol de Riccione</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que mostra como as produções</span><i><span style="font-weight: 400;"> teens</span></i><span style="font-weight: 400;"> estrangeiras tem potencial. Ao estilo </span><i><span style="font-weight: 400;">Idas e Vindas do Amor</span></i> <span style="font-weight: 400;">(2010), a trama consiste em vários jovens e suas crises amorosas no verão agitado da comuna litorânea de Riccione.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Crimes de Família / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Nunca, Raramente, Ás Vezes, Sempre / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Palm Springs / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Call / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> O Sol de Riccione</span></p>
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<figure id="attachment_19214" aria-describedby="caption-attachment-19214" style="width: 1572px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19214" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda.png" alt="Foto de divulgação do filme Meu Nome é Bagdá. Ao centro, do busto para cima, vemos Bagdá, uma menina branca, de cabelos castanhos, curtos e lisos e olhos castanhos. Ela veste um top preto e uma corrente prata ao redor do pescoço e abraça um skate com a parte de baixo rosa e com a palavra “caos” pintada. Ela está em frente a uma fachada de madeira rosa clara." width="1572" height="796" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda.png 1572w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda-300x152.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda-1024x519.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda-768x389.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda-1536x778.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/23_Vitoria-Lopes_Meu-Nome-e-Bagda-1200x608.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19214" class="wp-caption-text">Meu Nome é Bagdá estreou mundialmente no Festival de Cinema de Berlim e foi premiado com unanimidade (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Vitória Lopes Gomez</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Restrita à sala de casa, recorri aos filmes: procurando me emocionar, me fazer pensar, me distrair e fugir da minha realidade, mergulhei em tantas outras. Com o meu preferido do ano, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZV6sRMxt2JU"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, foi assim, um verdadeiro mergulho. Da trilha sonora imersiva à direção atenciosa e magnífica de Chloé Zhao, acompanhar a vida nômade de Fern pelos Estados Unidos conciliou beleza e solidão e me emocionou até mais do que eu previa. O meu segundo lugar fica com </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-som-do-silencio-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Som do Silêncio</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, em que o baterista Ruben perde a audição e tem de se adaptar à nova realidade, em uma narrativa tocante e brutal que encanta também pela sonoplastia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse próximo, mais perto de casa, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qsSi3EicQDQ"><i><span style="font-weight: 400;">Meu Nome é Bagdá</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, da diretora Caru Alves de Souza, segue a vida da </span><i><span style="font-weight: 400;">skatista </span></i><span style="font-weight: 400;">Bagdá. Num </span><i><span style="font-weight: 400;">Skate Kitchen</span></i><span style="font-weight: 400;"> político e paulistano, o longa celebra o poder feminino e reivindica às mulheres espaços tipicamente masculinos &#8211; inclusive o Cinema, já que a equipe de produção é majoritariamente feminina. Outro preferido de 2020, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Gfc83zILo_I"><i><span style="font-weight: 400;">Summerland</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me pegou de surpresa: desavisada, dei </span><i><span style="font-weight: 400;">play</span></i><span style="font-weight: 400;"> esperando um romance, mas depois de assistir à reclusa Alice ser obrigada a abrigar um menino londrino e acabar formando uma relação familiar com ele, os amores do passado são só um bônus. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de fechar a lista com uma estreia de 2021, cabe aqui menções honrosas aos divertidos </span><a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i></a>,<span style="font-weight: 400;"> e aos pré-selecionados ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Melhor Filme Internacional, o francês</span> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Yp9PPAv9PyU"><i><span style="font-weight: 400;">Deux</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e o mexicano </span><a href="https://www.cinematropical.com/cinema-tropical/oscars-2021-im-no-longer-here-is-mexicos-academy-awards-candidate"><i><span style="font-weight: 400;">Ya no estoy aquí</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. E por último, mas não menos importante, </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/cinema/globo-de-ouro-gera-polemica-por-classificar-minari-como-filme-estrangeiro,593e8152f425e491b24bb366b0b63fb1t9ebo6gs.html"><i><span style="font-weight: 400;">Minari</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a delicada semi-autobiografia do diretor Isaac Lee Chung, acompanha uma família sul-coreana lutando para prosperar nos Estados Unidos. Em outro,</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=J364vYbwpzo"> <i><span style="font-weight: 400;">Farewell, Amor</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a vida da diretora americo-tanzaniana Ekwa Msangi também inspirou a narrativa de uma família de refugiados angolanos em busca do ‘sonho americano’. As jornadas são duras, mas são cheias de amor. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Nomadland / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">O Som do Silêncio / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">Meu Nome é Bagdá / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Summerland / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Minari</span></p>
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<figure id="attachment_19215" aria-describedby="caption-attachment-19215" style="width: 1486px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19215" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente.jpg" alt="A imagem é uma cena do filme A Assistente. Na imagem, está a personagem Jane, interpretada por Julia Garner. Jane é uma mulher branca, de cabelos loiros e presos em um coque; ela veste uma blusa rosa de manga comprida e gola alta e está com um relógio preto em seu pulso direito. Jane está em um escritório, segurando um telefone branco com fio com a mão direita ao seu ouvido direito, ela também está com a cabeça e olhar levemente voltado para a sua direita. O fundo da imagem está um pouco embaçado, mas é possível visualizar um outro funcionário trabalhando em uma das mesas do escritório. " width="1486" height="1039" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente.jpg 1486w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente-300x210.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente-1024x716.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente-768x537.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/24_VitoriaSilva_A-Assistente-1200x839.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19215" class="wp-caption-text">A Assistente é um dos melhores e mais subestimados filmes de 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Vitória Silva</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre todos os desafios que 2020 trouxe, o Cinema com certeza foi um dos que mais sofreu as consequências. Com salas fechadas ao redor do mundo, não foi fácil para a indústria se sustentar. Apesar de muitos lançamentos terem facilmente se adaptado para o </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming,</span></i><span style="font-weight: 400;"> alguns acabaram saindo por baixo dos panos, como foi o caso de</span> <a href="https://personaunesp.com.br/a-assistente-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Assistente</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">O filme, dirigido por Kitty Green, teve sua estreia nas telonas totalmente barrada pela pandemia, o que, infelizmente, dificultou que uma história contada de forma tão necessária tivesse conhecimento do grande público. O mesmo aconteceu com </span><a href="https://personaunesp.com.br/tres-veroes-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Três Verões</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que, por se tratar de um filme nacional, já não teria muito apelo nos cinemas, e acabou sendo ainda mais afetado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, e também se tratando de uma obra com temáticas sociais e pertinentes, </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-7-de-chicago-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">conseguiu fazer barulho suficiente via </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix,</span></i><span style="font-weight: 400;"> e já conquistou suas posições na corrida para o </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar </span></i><span style="font-weight: 400;">2021</span><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">A produção de Aaron Sorkin não poderia ter vindo em um momento político mais ideal, e entrega tudo que um drama judicial deveria entregar. Ela é instigante, triste e acalentadora em doses certas, e todos os prêmios que ainda receber virão merecidamente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um ano tão difícil e trágico, sobrou espaço para se buscar filmes que servissem de consolo. </span><a href="https://personaunesp.com.br/palm-springs-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Palm Springs</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">é facilmente um dos melhores romances já feitos, mesmo sem se esforçar muito para isso. O documentário </span><a href="https://personaunesp.com.br/amarelo-emicida-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">AmarElo: É Tudo Pra Ontem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, do Emicida, é um sopro de esperança e uma aula essencial de um dos maiores músicos da atualidade. E, se a </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;"> nos fez chorar de soluçar por tantos anos seguidos, em 2020 ela decidiu nos entregar também uma reflexão. </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">fechou com chave de ouro os 12 meses mais turbulentos da história recente, e concedeu tudo que nossos corações (e almas) precisavam ver e ouvir. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">A Assistente / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Três Verões / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> AmarElo: É Tudo Pra Ontem / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Palm Springs / </span><b>6. </b><span style="font-weight: 400;">Os 7 de Chicago</span></p>
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<figure id="attachment_19216" aria-describedby="caption-attachment-19216" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19216" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-scaled.jpg" alt=" O cenário é uma praia, à noite, com pedras grandes e uma fogueira ao fundo. No plano principal destacam-se três personagens, da esquerda para a direita temos John um homem negro de estatura alta usando um conjunto molenton vermelho, uma camisa branca e correntes de outro no pescoço; ao lado de John está Allinson, uma mulher branca, ruiva usando um conjunto de líder de torcida amarelo e branco, a personagem aparece com as mãos na cintura; por fim, ao lado de Alisson tem o personagem Max, um homem branco, alto, musculoso e que aparece sem camisa, apenas com uma calça jeans. Os três personagens estão encarando algo na sua frente que não aparece na cena." width="2560" height="1707" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-2048x1365.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/25_Nathalia_A-Baba-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19216" class="wp-caption-text">McG, diretor de The Babysitter e The Babysitter: Killer Queen, confirmou que há planos para um terceiro filme (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Nathalia Franqlin</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um ano relativamente fraco para lançamentos de filmes no Cinema nacional e internacional, atrasos em estreias, problemas nas produções e a transformação na forma de interagir com a Sétima Arte, tudo isso em decorrência, é claro, da pandemia de covid-19, que assolou o mundo ao longo do ano. Mas, nem tudo são lágrimas, em meio a tantas derrotas há, é claro, algumas vitórias. Um dos primeiros a chegar com tudo é </span><a href="https://personaunesp.com.br/aves-de-rapina-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">a emancipação de Arlequina foi esperada com temor por parte dos fãs após o fracasso de </span><i><span style="font-weight: 400;">Esquadrão Suicida</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas, visando seu público alvo, a película conseguiu agradar e servir momentos leves e divertidos, sendo o tipo de filme perfeito para um fim de tarde com as amigas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda sobre filmes divertidos e com a capacidade de elevar o astral, coisa que foi necessária para todos em 2020, temos </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FhAlgZP6pvA"><i><span style="font-weight: 400;">A Babá: Rainha da Morte</span></i></a>.<span style="font-weight: 400;"> O longa é uma continuação do filme de 2017, </span><i><span style="font-weight: 400;">A Babá, </span></i><span style="font-weight: 400;">e faz uma mescla de personagens antigos e carismáticos com novos personagens também carismáticos e inusitados &#8211; menção honrosa para Jenna Ortega, que vive a complicada e inesquecível Phoebe. O longa lavou o enredo com várias referências a filmes clássicos, como</span><i><span style="font-weight: 400;"> O Exterminador do Futuro,</span></i><span style="font-weight: 400;"> dando aquele gostinho de nostalgia para os mais antigos. No campo das animações, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney </span></i><span style="font-weight: 400;">não poderia ficar de fora, e trouxe mais um filme pra fazer marmanjo chorar de emoção. </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é uma obra extremamente sensível e necessária que cumpriu com todas as expectativas dos fãs. Já faz tempo que as animações deixaram de ser um espaço unicamente para crianças e </span><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i><span style="font-weight: 400;"> demonstra isso, sendo um filme que eleva os níveis da estética, arte, sensibilidade e maturidade trabalhados na Sétima Arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As plataformas de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">foram muito necessárias no ano em que ninguém podia sair de casa, e a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">vem novamente para essa lista com </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DjovwjAVD_o"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Me Importo</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">estrelando Rosamund Pike em mais um papel polêmico de psicopatia. Esse longa, diferente dos últimos aqui citados, não é leve e divertido, mas sim um suspense intenso e visceral, muito recomendado para aqueles que amam cair de cabeça numa narrativa em alguma tarde solitária. E, para fechar, a cereja do bolo,</span><a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"> <i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a>. A o<span style="font-weight: 400;">bra vem num formato totalmente diferente do que o Cinema tradicional costuma apresentar, o longa é a continuação do filme de 2006 e mantém a estética de falso-documentário com atores reais, o que torna a trama uma divertida experiência antropológica para aqueles que gostam de ver a nação mais orgulhosa do mundo sendo expostas como meros protagonistas de casos de desinteligência. </span><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte </span></i><span style="font-weight: 400;">é uma peça memorável por vários motivos, mas o principal é o trabalho de Sacha Baron Cohen como o protagonista do filme.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Borat: Fita de Cinema Seguinte / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> A Babá: Rainha da Morte / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Soul / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Eu Me Importo</span></p>
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<figure id="attachment_19217" aria-describedby="caption-attachment-19217" style="width: 1486px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-19217 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca.png" alt="Cena do filme Bela Vingança. Carey Mulligan, uma mulher branca adulta, está no centro da imagem. Ela tem o cabelo loiro com várias mechas coloridas e está maquiada com lápis azul nos olhos e batom vermelho nos lábios. Ela usa uma roupa de enfermeira branca com detalhes em vermelho e nas mãos está colocando uma luva na cor rosa. Sua expressão é de maldade. O fundo da imagem está desfocada, mas é possível ver alguns homens jovens conversando." width="1486" height="777" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca.png 1486w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca-300x157.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca-1024x535.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca-768x402.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/26_AnaBeatriz_BelaVinganca-1200x627.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19217" class="wp-caption-text">Na sua estreia como diretora, Emerald Fennell tratou sobre o machismo e a cultura do estupro em Bela Vingança (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Beatriz Rodrigues</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O papel de cada produto cultural e a valorização da arte foi bastante abordado no ano passado. A temporada de premiações estreou e os Melhores do Ano já começaram a ser discutidos. Para classificar esse pódio, que foi bem difícil, levei em conta o que esses filmes causaram em mim, por isso essa lista pode não ser tão duradoura e daqui uns meses tudo mudar. O quinto lugar é ocupado por comédias que estão dispostas a te dar um puxão de orelha e um pouquinho de realidade.</span> <a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">é ainda melhor que o primeiro e a produção de Sacha Baron Cohen foi capaz de levar o Globo de Ouro como Melhor Filme de Comédia ou Musical. Como um belo presente de Natal, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">estreou em dezembro o filme </span><a href="https://personaunesp.com.br/tudo-bem-no-natal-que-vem-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Bem no Natal que Vem</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">O filme estrelado por Leandro Hassum ocupou o top 10 do </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">em diversos países. Contando sobre o Natal nesse país tropical e </span><i><span style="font-weight: 400;">looping </span></i><span style="font-weight: 400;">temporal, a produção surpreendeu com um filme emocionante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2020, ganhamos outro presente também, o </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;"> finalmente chegou ao Brasil, e um dos seus principais lançamentos foi </span><a href="https://personaunesp.com.br/hamilton-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hamilton</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. A gravação do musical em 2016 veio em forma de filme. A história de um dos pais fundadores dos Estados Unidos com muito talento foi incrivelmente adicionada ao catálogo, dando prestígio a um dos musicais mais queridos do mundo. </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZV6sRMxt2JU"><i><span style="font-weight: 400;">Nomadland</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">foi o melhor em tantos sentidos que é complexo demais para explicar. O roteiro e a direção de Chloé Zhao levaram a obra a um resultado inexplicável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra obra que não pode ser deixada para trás é o longa </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=i4o8zysEr-A"><i><span style="font-weight: 400;">Bela Vingança</span></i> </a><span style="font-weight: 400;">(</span><i><span style="font-weight: 400;">Promising Young Woman</span></i><span style="font-weight: 400;">). A atuação de Carey Mulligan dança em conjunto com o roteiro, e esse movimento faz com que esse seja um filme que te faz pensar dias sobre o final. Por mais que não seja perfeito, </span><a href="https://personaunesp.com.br/palm-springs-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Palm Springs</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">foi a felicidade e escape em alguns dias tristes da quarentena. Com Andy Samberg e Cristin Milioti, a comédia, que foi sucesso no Festival de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sundance, </span></i><span style="font-weight: 400;">garantiu espaço do melhor do ano do meu coração. </span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Palm Springs / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Bela Vingança / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Nomadland / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Hamilton / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Borat: Fita de Cinema Seguinte /</span><b> 6.</b><span style="font-weight: 400;"> Tudo Bem no Natal que Vem</span></p>
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<figure id="attachment_19218" aria-describedby="caption-attachment-19218" style="width: 984px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19218" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/27_Pedro-Gabriel_Dois-Irmaos.jpg" alt="Cena do filme Dois Irmãos. A imagem mostra três elfos, um garoto grande, usando uma camiseta preta com um colete jeans e uma bermuda cargo verde, com pele e cabelos azuis, segurando um copo com canudo, aparentando confiança. Ao seu lado a metade de um homem, aparece apenas suas pernas. Ele veste uma calça social bege, meias listradas roxas, e um sapato social marrom. E ao lado dele, um garoto, com a pele e cabelos azulados encaracolados, camisa xadrez vermelha e calça jeans, segurando um cetro mágico de madeira, com cara de medo. Eles estão no meio de uma rua de uma cidade, com construções inspiradas na arquitetura medieval. " width="984" height="802" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/27_Pedro-Gabriel_Dois-Irmaos.jpg 984w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/27_Pedro-Gabriel_Dois-Irmaos-300x245.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/27_Pedro-Gabriel_Dois-Irmaos-768x626.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19218" class="wp-caption-text">A história dos dois irmãos elfos acabou sendo prejudicada pelo coronavírus: o filme, que foi lançado em março, teve uma das piores estreias da Pixar, tendo um faturamento similar ao do esquecível O Bom Dinossauro (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Pedro Gabriel</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os filmes em 2020 estiveram muito presentes, pois eram um escape para apreciar com a família na quarentena. Não posso iniciar essa lista sem citar </span><a href="https://personaunesp.com.br/dois-irmaos-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O longa-metragem, que sofreu com os efeitos do início da quarentena, acabou passando despercebido por muitos, mas não deixa de encantar quem o assiste. A história dos dois irmãos elfos é instigante e emocionante, maravilhosamente construída nesse mundo fictício, com a magia </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;">. Continuando nas produções do estúdio, novamente emocionando a todos que assistem, a animação </span><a href="https://personaunesp.com.br/soul-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">veio como um presente de Natal da </span><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i><span style="font-weight: 400;"> para o mundo. Com um dos melhores finais do estúdio, a obra transcende a tela com suas questões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na quarentena, em meio ao turbilhão de coisas que estavam acontecendo, a chegada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/quase-uma-rockstar-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Quase Uma Rockstar</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi uma grande surpresa. Esperava algo completamente diferente do que recebi, uma trama sensível e que não tem pressa em contar história. A protagonista é muito carismática, fazendo você torcer por ela logo nos primeiros segundos do filme. O mesmo sobre </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tdwLRHGQVG8"><i><span style="font-weight: 400;">Por Lugares Incríveis</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que retira dos lugares mais improváveis grandes paisagens. A narrativa do filme trabalha de forma delicada as questões de saúde mental e o amor entre os protagonistas. Foi uma grata surpresa, que retirou baldes de lágrimas enquanto assistia com a minha mãe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, fiquei muito confuso com o que escolheria. De um lado, temos o absurdo retorno de </span><a href="https://personaunesp.com.br/borat-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Borat: Fita de Cinema Seguinte</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, o jornalista do Cazaquistão, que, mesmo não tendo o grande fator surpresa do primeiro filme, consegue segurar a sequência com seu dinamismo e química com sua filha, Tutar. Mas não poderia deixar de citar </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=862Pb9oDDAo"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys in the Band</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O filme baseado na peça homônima, que conta a história de um grupo de amigos gays que se encontram em uma festa de aniversário, foi um grande presente em 2020. Os dramas que surgem nessa festa, o texto rápido teatral, e as atuações incríveis – com um destaque para o </span><span style="font-weight: 400;">Jim Parsons</span><span style="font-weight: 400;"> – tornam a produção desconfortável e com um ar intrigante. Você quer ver suas resoluções, mesmo que o caminho para isso necessite um mergulho nos traumas de cada personagem.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica / </span><b>2</b><b><i>.</i></b> <span style="font-weight: 400;">Soul  / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Quase uma Rockstar</span> <span style="font-weight: 400;">/ </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Por Lugares Incríveis / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">The Boys in the Band</span><i></i></p>
<hr />
<figure id="attachment_19219" aria-describedby="caption-attachment-19219" style="width: 2000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19219" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt.jpg" alt="Cena do filme Você Nem Imagina. Duas jovens estão deitadas na água. A da direita é uma mulher branca de cabelo escuro e blusa amarela, que olha para o céu. Ao seu lado, outra mulher branca de blusa laranja e óculos preto também tem o rosto virado para cima. Na água de tom esverdeado embaixo delas, é possível ver o reflexo de seus rostos. " width="2000" height="1500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt.jpg 2000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt-300x225.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt-1024x768.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt-768x576.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt-1536x1152.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/03/28_Mariana_TheHalfOfIt-1200x900.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-19219" class="wp-caption-text">Romance e amizade são discutidos no filme Você Nem Imagina (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Mariana Chagas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes mesmo de ser premiado no </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammy</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">folklore</span></i><span style="font-weight: 400;"> já havia se tornado meu Álbum do Ano. Com músicas íntimas, inteligentes e acima de tudo criativas, Taylor construiu um universo próprio. E no documentário </span><a href="https://disney.com.br/video/folklore-the-long-pond-studio-sessions-taylor-swift-trailer"><i><span style="font-weight: 400;">folklore: the long pond studio sessions</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a cantora abre as portas da cabana onde a mágica ocorreu e nos deixa viajar dentro da sua imaginação. Ela e seus parceiros de trabalho batem um papo sobre as histórias e memórias que inspiraram a obra. Dentre elas, uma das discussões mais interessantes é acerca da faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">my tears ricochet</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma narrativa sobre como a pessoa que você mais ama e confia é a que mais saberá te machucar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é exatamente isso que o filme </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=x24-QURldsE"><i><span style="font-weight: 400;">Malcolm &amp; Marie</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">retrata. O longa da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">tem como protagonistas  &#8211; e únicos personagens &#8211; o casal interpretado por John David Washington e Zendaya. A atuação incrível junto com a absurda química dos dois conseguiu me prender na discussão longa e incansável de um casal um tanto complicado. </span><span style="font-weight: 400;">Ainda nos romances, o terceiro lugar da minha lista vai para </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TVXvxjm6FF8"><i><span style="font-weight: 400;">Você Nem Imagina</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. A premissa é simples: o atleta da escola quer ajuda da </span><i><span style="font-weight: 400;">nerd</span></i><span style="font-weight: 400;"> para conquistar a garota popular. Mesmo com todos os elementos de um clichê, o filme segue um caminho surpreendente que o público, de fato, nem imagina. Abordando amizade, amor, autoconhecimento e sexualidade, o filme é uma tentativa certeira da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">de um romance LGBT+. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também produzido pela plataforma, o curta-metragem </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=RCmNCkIUot8"><i><span style="font-weight: 400;">Canvas</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> aqueceu meu coração. A animação melancólica mostra a tristeza e a solidão de um senhor que perdeu sua esposa. Com ajuda da sua netinha e da arte, os 9 minutos da obra são o suficiente para que o idoso ache a felicidade que havia perdido junto a sua amada. A dor da perda é tema também do filme </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SfPWRQ6SBw0"><i><span style="font-weight: 400;">Pieces of a Woman</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, protagonizado pela indicada ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;"> Vanessa Kirby. O roteiro de Kata Weber acompanha uma mulher que, quando sua filha morre no nascimento, precisa confrontar seu sofrimento, sua família e seu marido numa busca de autodescoberta e superação. Seja me fazendo chorar ou sorrir, cada uma dessas histórias deu um pouco do conforto que todos tanto necessitamos em tempos como estes.</span></p>
<p><b>Filmes Favoritos: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> folklore: the long pond studio sessions / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Malcolm &amp; Marie / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Você Nem Imagina / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Canvas / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Pieces of a Woman </span></p>
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		<title>Se Algo Acontecer&#8230;Te Amo promete te fazer chorar em 12 minutos (e cumpre)</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 17:57:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Marcílio O mundo dos curtas vem crescendo ao longo dos últimos anos. Com uma premissa rápida e certeira, esse mercado tem ganhado um público cada vez mais diverso. E é nessa onda que Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo (If Anything Happens I Love You), nova aposta da Netflix, ganhou grande visibilidade. Lançado no fim &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/se-algo-acontecer-te-amo-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Se Algo Acontecer&#8230;Te Amo promete te fazer chorar em 12 minutos (e cumpre)"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_18507" aria-describedby="caption-attachment-18507" style="width: 920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18507" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem1.jpg" alt="Cena do curta-metragem Se Algo Acontecer...Te amo. Na ilustração, vemos um homem adulto e alto, ele abraça a esposa e a filha. A esposa é uma mulher adulta de cabelos lisos e a filha uma criança usando mochila escolar e cabelo preso. Os três sorriem. O desenho está em quase todo em escala de cinza, possuindo alguns pontos de cor em tons frios." width="920" height="518" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem1.jpg 920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-18507" class="wp-caption-text">Se Algo Acontecer&#8230;Te Amo é um dos pré-selecionados para o Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Marcílio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo dos </span><a href="https://personaunesp.com.br/masters-in-short-critica/"><span style="font-weight: 400;">curtas</span></a><span style="font-weight: 400;"> vem crescendo ao longo dos últimos anos. Com uma premissa rápida e certeira, esse mercado tem ganhado um público cada vez mais diverso. E é nessa onda que </span><i><span style="font-weight: 400;">Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo </span></i><span style="font-weight: 400;">(</span><i><span style="font-weight: 400;">If Anything Happens I Love You</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span><span style="font-weight: 400;">, nova aposta da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, ganhou grande visibilidade. Lançado no fim de 2020, o curta-metragem alcançou rapidamente o top 10 da plataforma e se tornou assunto nas redes sociais, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Twitter</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">TikTok. </span></i><span style="font-weight: 400;">Além disso, entrou na lista de filmes </span><a href="https://gshow.globo.com/noticia/oscar-divulga-lista-de-pre-indicados-a-premiacao-confira-todas-as-categorias.ghtml"><span style="font-weight: 400;">pré-selecionados</span></a><span style="font-weight: 400;"> para concorrer ao <em><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oscar-2021/">Oscar</a> </em>de Melhor Curta-Metragem de Animação, garantindo a presença da plataforma de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;"> na disputa.</span> <span style="font-weight: 400;">O filme encantou todos ao redor do mundo, não apenas pelo enredo, mas também pelo cuidado da produção. </span></p>
<p><span id="more-18506"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Will McCormack e Michael Govier, </span><i><span style="font-weight: 400;">Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo</span></i><span style="font-weight: 400;"> conta a história de um casal enfrentando a dor do luto, devido a morte da filha em um tiroteio escolar. Com muita delicadeza, a produção de Laura Dern e a animação de Yougran Nho trazem a análise necessária sobre a </span><a href="https://infograficos.oglobo.globo.com/mundo/mapa-dohttps://infograficos.oglobo.globo.com/mundo/mapa-dos-tiroteios-em-escolas-nos-eua.htmls-tiroteios-em-escolas-nos-eua.html"><span style="font-weight: 400;">violência nas escolas</span></a><span style="font-weight: 400;">, recorrente nos Estados Unidos. Ao longo dos 12 minutos, o drama apresenta temas importantes como tristeza, superação e o amor, sem perder a leveza e a profundidade.</span></p>
<figure id="attachment_18508" aria-describedby="caption-attachment-18508" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-18508 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1.jpg" alt="Cena do curta-metragem Se Algo Acontecer...Te Amo. Na ilustração, duas pessoas, um homem e uma mulher, estão sentados à mesa. A mesa é longa e cada um está em uma das pontas dela. Ambos estão cabisbaixos, enquanto fazem uma refeição. Logo atrás, vemos duas sombras pretas, de uma mulher e de um homem. As sombras estão brigando. No meio da mesa há uma flor morta. O desenho está em tons frios de cinza." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Imagem2-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-18508" class="wp-caption-text">A animação utiliza as sombras para representar o sentimento dos personagens (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A animação é feita com traços que lembram rascunhos, trazendo a abstração infantil. Conta, ainda, com antíteses visuais muito marcantes, como a falta de cores no início, e a aparição delas conforme os sentimentos dos personagens se desenvolvem. Segundo os autores, a ideia era apresentar a superação </span><a href="https://deadline.com/2021/01/if-anything-happens-i-love-you-directors-will-mccormack-michael-govier-netflix-animation-interview-1234675574/"><i><span style="font-weight: 400;">“filtrada pelas lentes do luto”</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, utilizando-se da trilha sonora e das sombras &#8211; uma referência às memórias e ao processo de perda. Esse conjunto de formas é responsável pelo impacto no público, trazendo o tom certo para a reflexão de temas tão sérios. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveitando-se do tópico efemeridade da vida, os diretores criam várias analogias entre o </span><i><span style="font-weight: 400;">design</span></i><span style="font-weight: 400;"> visual e a história. Desde o título do filme aos símbolos da infância, tudo é utilizado para ambientar quem assiste. Nesse sentido, esses contrastes ao longo da trama criam uma linearidade de altos e baixos, assim como a vida é. Isso acaba por aproximar a obra do público, que se identifica na tela e acaba por sentir a dor dos personagens. A destreza dos elementos faz com que a falta de diálogo não seja incômoda, mas parte narrativa de <i>Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo</i>.</span></p>
<figure id="attachment_18509" aria-describedby="caption-attachment-18509" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-18509" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/imagem3.png" alt="Cena do curta-metragem Se Algo Acontecer...Te Amo. Na animação, há uma mulher adulta de cabelo liso sentada em uma cama. Ela olha para uma camiseta azul com desenho, que está estendida ao seu lado. Ao lado da camiseta, há um homem adulto cabisbaixo. O desenho está em tons frios de cinza." width="600" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/imagem3.png 600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/imagem3-300x300.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/02/imagem3-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-18509" class="wp-caption-text">O curta utiliza diversos contrastes, inclusive das cores (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O roteiro é cuidadoso e tem um objetivo bem definido. Com cenários apelativos, chama a atenção do espectador ao relatar uma história realista, sem ser visceral. Um filme rápido, sagaz e necessário nos tempos atuais. Para quem gosta de animação, é uma boa escolha. Inovador na cultura popular &#8211; regada de filmes da </span><a href="https://personaunesp.com.br/historia-pixar-como-revolucionou-mundo-cinema/"><i><span style="font-weight: 400;">Pixar</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;"> &#8211;</span></i><span style="font-weight: 400;">, o reconhecimento do curta pode significar a escolha de novos caminhos pelas plataformas de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa maneira, <i>Se Algo Acontecer&#8230; Te Amo</i></span><span style="font-weight: 400;"> é, acima de tudo, sensível. No fim, o que resta é o amor e saber lidar com seus próprios fantasmas. Uma boa lição a se tirar em momentos tão inconstantes. Nessa mesma temática ainda temos o curta </span><a href="https://youtu.be/RCmNCkIUot8"><i><span style="font-weight: 400;">Canvas</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">do diretor Frank E. Abney III, disponível na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, vale a pena dar uma olhada. Que a correria da vida não nos impeça de sentir e, se algo acontecer, lembre-se de dizer ‘eu te amo’.</span></p>
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		<title>As Melhores Séries de 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 17:01:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia, que descarrilou a indústria do entretenimento, fez um estrago estrondoso no cinema. A TV, entretanto, conseguiu segurar as barras e teve até a premiação do Emmy meio virtual, meio presencial, mas inteiramente inovadora. Lá, Schitt’s Creek fez história: a única série a vencer todas as 7 categorias principais de comédia. Junto do hit canadense, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/as-melhores-series-de-2020/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "As Melhores Séries de 2020"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17526" aria-describedby="caption-attachment-17526" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17526 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/melhore-series-wordpress.jpg" alt="A imagem é uma arte com fundo laranja. No canto superior direito, há um retângulo com fundo preto e escrito na cor laranja a frase &quot;AS MELHORES SÉRIES DE 2020&quot;. No canto inferior direito, há o logo do Persona, que é o desenho de um olho aberto, no qual a íris possui a cor laranja e no lugar da pupila há um botão de &quot;play&quot; na cor preta. No canto esquerdo, há personagens de algumas séries organizados em duas fileiras. Na fileira superior, da esquerda para a direita, estão: a personagem Lúcia do seriado Amor e Sorte, interpretada por Fernanda Torres, que é uma mulher branca de cabelos castanhos escuros na altura dos ombros, Fernanda está sorrindo e veste uma blusa cinza; a personagem Marianne da série Normal People, interpretada por Daisy Edgar-Jones, que é uma mulher branca de cabelos castanhos claros compridos e franja, Daisy está com o olhar voltado para a direita; a personagem Hilda da série Hilda, que é um desenho animado de uma menina branca com cabelos longos e azuis, Hilda veste um cachecol amarelo e uma blusa vermelha de manga compridas, ela está sorrindo e com as mãos apoiadas na cintura; e o personagem David Rose da série Schitt's Creek, interpretado por Daniel Levy, que é um homem branco de cabelos castanhos escuros em formato de topete, Daniel está com uma feição assustada e veste um suéter cinza e preto. Na fileira inferior, da esquerda para a direita, estão: a personagem Devi Vishwakumar da série Eu Nunca..., interpretada por Maitreyi Ramakrishnan, que é uma jovem de traços indianos e cabelo preto comprido, Maitreyi está com o rosto virado para a esquerda e com um leve sorriso, ela veste uma regata listrada, um colar e um casaco laranja; a personagem Beth Harmon da série O Gambito da Rainha, interpretada pela atriz Anya Taylor-Joy, que é uma mulher branca com cabelos ruivos curtos e franja, Anya está com o olhar voltado para a direita, veste um casaco cinza e segura um jornal em suas mãos; a personagem princesa Margaret da série The Crown, interpretada por Helena Bonham Carter, que é uma mulher branca com cabelos castanhos escuros presos em um coque alto, Helena está com um olhar sério e usa uma coroa em sua cabeça, um colar em seu pescoço e um vestido rosa e branco; e a personagem Arabella Essiedu da série I May Destroy You, interpretada por Michaela Coel, que é uma mulher negra com cabelos rosa em tom pastel na altura dos ombros, Michaela está com um olhar sério para a frente, ela veste uma camiseta cinza e um casaco branco e vermelho. " width="1024" height="538" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/melhore-series-wordpress.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/melhore-series-wordpress-300x158.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/melhore-series-wordpress-768x404.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17526" class="wp-caption-text">Os destaques de 2020: Amor e Sorte, Normal People, Hilda, Schitt&#8217;s Creek, Eu Nunca, O Gambito da Rainha, The Crown e I May Destroy You (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A pandemia, que descarrilou a indústria do entretenimento, fez um estrago estrondoso no cinema. A TV, entretanto, conseguiu </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/05/producoes-via-zoom-inovam-na-tv-mas-nao-devem-sobreviver-no-pos-pandemia.shtml"><span style="font-weight: 400;">segurar as barras</span></a><span style="font-weight: 400;"> e teve até a premiação do </span><i><span style="font-weight: 400;">Emmy</span></i><span style="font-weight: 400;"> meio virtual, meio presencial, mas inteiramente </span><a href="https://cultura.estadao.com.br/noticias/televisao,emmy-2020-cerimonia-virtual-de-premiacao-desperta-curiosidade,70003441907"><span style="font-weight: 400;">inovadora</span></a><span style="font-weight: 400;">. Lá, </span><i><span style="font-weight: 400;">Schitt’s Creek </span></i><span style="font-weight: 400;">fez história: a única série a </span><a href="https://vogue.globo.com/lifestyle/cultura/noticia/2020/09/schitts-creek-tudo-que-voce-precisa-saber-sobre-serie-que-roubou-cena-do-emmy-2020.html#:~:text=Schitt's%20Creek%20bateu%20um%20recorde,temporada%20da%20hist%C3%B3ria%20do%20Emmy."><span style="font-weight: 400;">vencer todas</span></a><span style="font-weight: 400;"> as 7 categorias principais de comédia. Junto do </span><i><span style="font-weight: 400;">hit </span></i><span style="font-weight: 400;">canadense, </span><a href="https://rollingstone.uol.com.br/noticia/com-serie-hit-euphoria-zendaya-faz-historia-no-emmy/"><span style="font-weight: 400;">Zendaya venceu Melhor Atriz</span></a><span style="font-weight: 400;"> em Drama, se tornando a ganhadora mais jovem da categoria. No campo das minisséries, narrativas fortes com enfoque em figuras femininas ditaram o tom. Teve a heroica avalanche de </span><i><span style="font-weight: 400;">Watchmen</span></i><span style="font-weight: 400;">, a comovente </span><i><span style="font-weight: 400;">Nada Ortodoxa</span></i><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://valkirias.com.br/mrs-america/"><span style="font-weight: 400;">avidez de </span><i><span style="font-weight: 400;">Mrs. America</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fora dos prêmios, </span><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i><span style="font-weight: 400;"> se tornou a </span><a href="https://www.omelete.com.br/netflix/o-gambito-da-rainha-serie-mais-assistida-netflix#:~:text=A%20Netflix%20divulgou%20hoje%20(23,na%20plataforma%20desde%20sua%20cria%C3%A7%C3%A3o."><span style="font-weight: 400;">minissérie mais assistida</span></a><span style="font-weight: 400;"> da história da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. A série da enxadrista Beth Harmon, papel taciturno de Anya Taylor-Joy, é parte do panteão de 2020. O </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">muito se beneficiou das pessoas estarem trancadas em casa: os números de acesso e visualizações estouraram a boca do balão. </span><i><span style="font-weight: 400;">Dark </span></i><span style="font-weight: 400;">se encerrou</span><span style="font-weight: 400;"> com a maestria que prometeu, e </span><i><span style="font-weight: 400;">The Crown</span></i><span style="font-weight: 400;"> finalmente nos mostrou a Lady Di. Na </span><i><span style="font-weight: 400;">HBO</span></i><span style="font-weight: 400;">, Michaela Coel retornou mais poderosa que o de costume com </span><i><span style="font-weight: 400;">I May Destroy You</span></i><span style="font-weight: 400;">, um soco no estômago empacotado em 12 episódios quase autobiográficos, discutindo o </span><a href="https://vogue.globo.com/lifestyle/cultura/noticia/2020/07/como-michaela-coel-transformou-o-trauma-do-abuso-sexual-que-sofreu-em-uma-historia-de-superacao.html"><span style="font-weight: 400;">valor do consentimento</span></a><span style="font-weight: 400;"> e as consequências do abuso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Steve McQueen encontrou na </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon</span></i><span style="font-weight: 400;"> o lar para sua poderosa </span><i><span style="font-weight: 400;">Small Axe</span></i><span style="font-weight: 400;">, antologia de filmes que lidam com racismo e luta por direitos, obras de vital importância nesse momento político em que vivemos. O sucesso foi tanto que uma porção de sindicatos da crítica está premiando </span><i><span style="font-weight: 400;">Small Axe </span></i><span style="font-weight: 400;">como </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/cinema/criticos-de-los-angeles-elegem-small-axe-o-filme-do-ano,05fcd66dd6048df3cbbe1a4a82d8e906hyu0d64d.html#:~:text=A%20Los%20Angeles%20Film%20Critics,Melhor%20%22Filme%22%20do%20ano."><span style="font-weight: 400;">Melhor Filme de 2020</span></a><span style="font-weight: 400;"> (vai entender). Aqui no Brasil, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Rede Globo</span></i><span style="font-weight: 400;"> mostrou serviço produzindo, </span><a href="https://claudia.abril.com.br/cultura/bastidores-serie-amor-sorte-globo/"><span style="font-weight: 400;">à distância</span></a><span style="font-weight: 400;">, a antologia </span><i><span style="font-weight: 400;">Amor e Sorte</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o especial </span><i><span style="font-weight: 400;">Plantão Covid</span></i><span style="font-weight: 400;">, parte da fantástica </span><i><span style="font-weight: 400;">Sob Pressão</span></i><span style="font-weight: 400;">. Com todo esse parâmetro em mente, a </span><b>Editoria do Persona</b><span style="font-weight: 400;"> se reuniu com nossos </span><b>colaboradores</b><span style="font-weight: 400;"> para elencar o que de melhor a televisão nos ofereceu em 2020. </span></p>
<p><span id="more-17333"></span></p>
<figure id="attachment_17334" aria-describedby="caption-attachment-17334" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17334 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMAGEM1-1.jpg" alt="Cena da série Normal People. Marianne, um moça branca e de cabelos pretos na altura dos ombros olha nos olhos de Connel, um homem branco que usa camiseta e jaqueta. A imagem tem tons de vermelho e eles estão sentados num banco " width="750" height="422" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMAGEM1-1.jpg 750w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMAGEM1-1-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17334" class="wp-caption-text">Marianne e Connel da série Normal People, exibida no Brasil pela StarzPlay (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Bruno Andrade</strong></p>
<p dir="ltr">Foi um ano esquisito? Foi demais. Algumas séries fizeram eu me sentir menos isolado neste ano em que estar sozinho nunca foi tão penoso. Claro que numa lista, muitas séries ficam de fora e, curiosamente, a série que mais gostei em 2020 terminou em 2019 (<em><a href="https://personaunesp.com.br/fleabag-2a-temp-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://personaunesp.com.br/fleabag-2a-temp-critica/&amp;source=gmail&amp;ust=1608758391156000&amp;usg=AFQjCNF1qaAOlUMVCvB_jlN7vYMsOR8CnA">Fleabag</a></em>, de Phoebe Waller-Bridge), mas este ano também trouxe surpresas agradáveis. <em><a href="https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/&amp;source=gmail&amp;ust=1608758391156000&amp;usg=AFQjCNEtPYBFYHCuuiyd_609V2oqIzwKWw">Normal People</a></em>, por exemplo, trouxe a reflexão de que mais importante que a existência do amor é a sensação de se sentir amado (algo a se pensar em um ano como esse). Além disso, foi uma grata surpresa ver a representação de um romance entre jovens sem a versão estereotipada já recorrente nos filmes e séries do gênero.</p>
<p dir="ltr">A segunda temporada de <em><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/&amp;source=gmail&amp;ust=1608758391156000&amp;usg=AFQjCNGCKEGngHNPLSyfCmmvWG822fDXIg">The Boys</a></em> também veio em cheio. Em um ano político, a série dialogou com questões de xenofobia e ressurgimento de grupos neonazistas. Não por acaso, a série ainda abordou questões de manipulação midiática e identidade. Destaco também a segunda temporada de <em><a href="https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-2a-temporada-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-2a-temporada-critica/&amp;source=gmail&amp;ust=1608758391156000&amp;usg=AFQjCNETu397dXUmnZk8tGA1vqd7jBrwMQ">The Umbrella Academy</a></em>, série da <em>Netflix</em> baseada na HQ de Gerard Way. Quando me dei conta já estava no último episódio, seguindo os passos de Five (sem dúvida o melhor personagem desta temporada).</p>
<p dir="ltr">Ainda ressalto a série <em>Space Force</em>, dos mesmos criadores de <em>The Office</em> e que, apesar de não ser tão boa quanto, consegue se manter interessante no melhor estilo séries-para-ver-antes-de-<wbr />dormir. Por fim, destaco a última e (espero que) definitiva temporada de <em><a href="https://personaunesp.com.br/dark-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://personaunesp.com.br/dark-critica/&amp;source=gmail&amp;ust=1608758391156000&amp;usg=AFQjCNHYf6x4lsAkvhfQ6gvx6QoAuYGUzw">Dark</a></em>, a série que merecidamente foi eleita pelo <em>Rotten Tomatoes</em> como a melhor já produzida pela <em>Netflix</em> e ensinou como abordar de forma original um tema já desgastado na ficção científica.</p>
<div>
<p><strong>Séries favoritas:</strong> <strong>1.</strong> Normal People (Hulu) / <strong>2.</strong> The Boys (Amazon Prime Video) / <strong>3.</strong> The Umbrella Academy (Netflix) /<strong> 4.</strong> Space Force (Netflix) / <strong>5.</strong> Dark (Netflix)</p>
<hr />
</div>
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<figure id="attachment_17335" aria-describedby="caption-attachment-17335" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17335 size-full" style="font-weight: bold; background-color: transparent; text-align: inherit;" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-scaled.jpg" alt="Cena da série Nada Ortodoxa. Vemos um homem judeu branco, de barba e cachos de cabelo caindo nos lados do rosto, ele segura o paletó no braço esquerdo. Ao seu lado, está Esty, uma mulher judia, de cabelos raspados e pele branca. Ela veste uma blusa com estampa verde e leva uma bolsa no ombro direito. Ao fundo, vemos em desfoque prédios de Berlim e um céu azul" width="2560" height="1709" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-1024x684.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-768x513.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-1536x1025.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-2048x1367.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/imagem-nada-ortodoxa-1200x801.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17335" class="wp-caption-text">Shira Haas foi indicada ao Emmy pelo papel de Esty (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
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<p><b>Vanessa Marques</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para nós, brasileiros, 2020 foi um ano de resistência férrea. Em meio ao cenário turbulento da maior pandemia do século, nada como a arte e o entretenimento para nos trazer boas doses de conforto, ternura, humanidade e esperança. O catálogo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> alcançou o seu ápice com mulheres fortes, reais, pioneiras ou até mesmo cômicas (Devi, de </span><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i><span style="font-weight: 400;">). Houve tempo para emoção e catarse em </span><a href="http://personaunesp.com.br/nada-ortodoxa-netflix-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Nada Ortodoxa</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">adaptação da biografia homônima de Deborah Feldman. Após fugir de uma comunidade de judeus ortodoxos no Brooklyn, a jovem Esther (Shira Haas) começa uma vida secular e quase livre de amarras para ser mulher na Alemanha. Em quatro capítulos, ‘Esty’ trilha uma jornada de bravura, autodescoberta e libertação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já </span><a href="http://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fez história como a série mais vista do </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">. Além da memorável Anya Taylor-Joy, no papel de Beth Harmon, o elenco do </span><i><span style="font-weight: 400;">hit</span></i><span style="font-weight: 400;"> contou com nomes de </span><i><span style="font-weight: 400;">Game of Thrones</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">12 Anos de Escravidão</span></i><span style="font-weight: 400;">. A genialidade da atriz, que rendeu o primeiro lugar neste Top 5, também levou o público a acreditar que a trajetória da campeã enxadrista fosse real. Mas quem de fato existiu e teve o seu legado contado de forma sensível e brilhante foi a empresária negra Madame C. J. Walker. Ambientada nos Estados Unidos pós-escravidão, </span><a href="http://personaunesp.com.br/self-made-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Self Made</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">reafirma a importância das narrativas sobre racismo estrutural, machismo e empoderamento. Dona de um império de beleza afro-americana, Sarah (Octavia Spencer, de </span><i><span style="font-weight: 400;">Histórias Cruzadas</span></i><span style="font-weight: 400;">) emociona do início ao fim, travando uma luta desmedida para conquistar o seu espaço (e o da comunidade negra) num mundo ainda dominado por homens brancos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um pouco de humor e pinceladas de drama tornaram </span><a href="http://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> uma série divertida, inspiradora e leve. Exatamente como precisávamos. A criação de Mindy Kaling, de </span><i><span style="font-weight: 400;">The Office</span></i><span style="font-weight: 400;">, trouxe os dilemas naturais do amadurecimento através do olhar de Devi, uma garota de origem indiana. A diversidade ganhou luz como um dos pontos altos da trama adolescente. Por fim, a realeza britânica voltou para as telas em </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-crown-4a-temp-critica/?fbclid=IwAR15RA3aT6Jg9SjylkQuISewkLxYoyaBdzoIzrQJ08l0cBGqMVPilnK1Z_0"><i><span style="font-weight: 400;">The Crown</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> mas, dessa vez ,com a lendária Princesa Diana. O produtor Peter Morgan manteve a qualidade dos anos anteriores, focando em eventos históricos e polêmicas conhecidas da família real na década de 1980. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: </b><span style="font-weight: 400;"><strong>1.</strong> O Gambito da Rainha (Netflix) / <strong>2.</strong> Nada Ortodoxa (Netflix) / <strong>3.</strong> Self Made ou A Vida e a História de Madame C. J. Walker (Netflix) / <strong>4.</strong> Eu Nunca (Netflix)/ <strong>5.</strong> The Crown (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17346" aria-describedby="caption-attachment-17346" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17346 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault.jpg" alt="Cena do programa UNHhhh. À direita vemos Trixie Mattel, uma drag queen branca e de peruca loira. Ela veste um vestido branco com detalhes em preto na gola e uma linha no meio da roupa. Ela está quase tocando Katya, uma drag queen branca e de peruca loira, que usa um macacão dourado. Ao fundo, um fundo branco e no canto inferior esquerdo, está um logo preto e redondo, com as palavras World of Wonder escritas em branco. O primeiro O de World é o desenho do globo terrestre." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/maxresdefault-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17346" class="wp-caption-text">Em meio à pandemia, o UNHhhh está sendo filmado com medidas de distanciamento, enquanto o I Like to Watch é todo feito por chamada de vídeo, com a tela dividida ao meio (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Selecionar apenas cinco séries favoritas de 2020 é um trabalho duro, tanto é que surrupiei um pódio duplo. Antes de condecorar as produções que passaram do corte, me sinto na obrigação de enaltecer as que ficaram de fora do </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking </span></i><span style="font-weight: 400;">(serei sucinto, eu prometo). </span><a href="https://personaunesp.com.br/schitts-creek-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Schitt’s Creek</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> pegou todo mundo de surpresa no </span><i><span style="font-weight: 400;">Emmy</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas eu já esperava uma farra daquelas. <em>Pen15</em> melhorou o que já era formidável, a 2ª temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;"> fez carinho no coração, e a quarta de </span><i><span style="font-weight: 400;">Big Mouth</span></i><span style="font-weight: 400;"> se transformou num documentário. </span><a href="https://personaunesp.com.br/dark-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dark</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> acabou e eu fiquei feliz, </span><a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Modern Family</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> acabou e eu fiquei triste.</span></p>
<p><a href="https://personaunesp.com.br/ozark-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Ozark</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi o único dramão a entrar na minha lista de melhores pois, neste 2020 arregaçado, deixei a comédia reinar e me distrair da prisão do isolamento social. A série da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">chega no ápice de tensão e só promete coisa boa daqui pra frente. Seguindo, a maneira mais simples de definir </span><a href="https://personaunesp.com.br/what-we-do-in-the-shadows-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">What We Do in the Shadows</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é compará-la com </span><i><span style="font-weight: 400;">The Office</span></i><span style="font-weight: 400;"> e depois adicionar vampiros. Louca o suficiente para inovar narrativas vampirescas, a obra do </span><i><span style="font-weight: 400;">FX </span></i><span style="font-weight: 400;">merece todos os elogios. </span><a href="https://personaunesp.com.br/insecure-hbo-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Insecure</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é a série mais subestimada da </span><i><span style="font-weight: 400;">HBO</span></i><span style="font-weight: 400;">, e a quarta temporada continua na subida criativa e emocional de Issa e sua turma, simplesmente imperdível. </span><span style="font-weight: 400;">Depois de muito matutar, deixei o poético romance de </span><a href="https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Normal People</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com a medalha de prata. A saga de Marianne e Connel, que usa e abusa do drama e do choro para narrar a história de dois jovens com problemas de comunicar o que sentem, sem dúvidas é a melhor adaptação literária do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na </span><i><span style="font-weight: 400;">pole position</span></i><span style="font-weight: 400;">, guardei duas vagas para Trixie Mattel e Katya, as maiores e mais engraçadas </span><i><span style="font-weight: 400;">drag queens</span></i><span style="font-weight: 400;"> do mundo do entretenimento. Em </span><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLvahqwMqN4M2o2ZzY6Y8a626Lf286LdVl"><i><span style="font-weight: 400;">I Like To Watch</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, elas sentam na frente da TV, assistem e reagem às produções da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, regadas ao humor característico da dupla que nasceu em </span><i><span style="font-weight: 400;">Drag Race</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLhgFEi9aNUb2BNrIEecCGXApgeX7Yjwz8"><i><span style="font-weight: 400;">UNHhhh</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é um </span><i><span style="font-weight: 400;">show </span></i><span style="font-weight: 400;">próprio para as rainhas falarem sobre o que quiserem, e a quinta temporada rendeu pano pra manga: tiveram vídeos sobre literatura, sobre a etiqueta de mandar mensagem e até um </span><i><span style="font-weight: 400;">react </span></i><span style="font-weight: 400;">da </span><i><span style="font-weight: 400;">Season 7.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Depois de passar muitas noites assistindo esses programas antes de dormir, eu só poderia dar adeus à 2020 junto delas, soltando um sonoro </span><i><span style="font-weight: 400;">Ding Dong</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><b>Séries favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"><strong> 1.</strong> I Like to Watch e UNHhhh (Youtube) / <strong>2.</strong> Normal People (Hulu) / <strong>3.</strong> Insecure (HBO) / <strong>4.</strong> What We Do in the Shadows (FX) / <strong>5.</strong> Ozark (Netflix)</span></p>
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</div>
<figure id="attachment_17339" aria-describedby="caption-attachment-17339" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17339 size-full" style="font-weight: bold; background-color: transparent; text-align: inherit;" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/lovecraft.jpg" alt="Cena da série Lovecraft Country. O cenário é uma floresta escura, com fortes tons de azul e verde. Na extrema esquerda, vemos George, um homem negro de 60 anos, de bigode e cabelos pretos, ele usa camiseta verde e calça escura. Ao meio, Tic olha para a frente assustado, ele é um homem negro de 30 anos, com uma medalha de guerra pendurada no pescoço e uma camiseta amarela justa. No lado direito, está Leti, uma mulher negra de 30 anos, ela está assustada, de batom vermelho, cabelos enrolados na altura do ombro e veste um colete vermelho por cima de uma blusa estampada em marrom e preto, ela também carrega uma câmera, com o tirante atravessado no corpo e a câmera pendurada nele" width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/lovecraft.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/lovecraft-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/lovecraft-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/lovecraft-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17339" class="wp-caption-text">Lovecraft Country foi um dos grandes sucessos da HBO no ano (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Layla de Oliveira</strong></p>
<p dir="ltr">Particularmente, eu adoro umas fofocas da família real britânica, coisa que não gosto muito de admitir; porém, isso significa que <a href="https://personaunesp.com.br/the-crown-4a-temp-critica/"><em>The Crown</em></a> é um grande banquete pra minha necessidade histórica-investigativa. E a quarta temporada da série foi absolutamente grandiosa, eu até diria que foi a melhor até agora, com diversos conflitos envolvendo a tríade da segunda era elisabetano: a Rainha, a Dama de Ferro e a Princesa do Povo. Agora, saindo do território branco imperialista e indo para algo totalmente diferente, <a href="https://personaunesp.com.br/lovecraft-country-critica/"><em>Lovecraft Country</em></a> foi outra grande produção deste ano, com o terror cósmico perfeitamente misturado com questões raciais, te fazendo questionar a todo momento o que é mais assustador: um monstro gigante vindo do espaço ou um policial na esquina; ou talvez os dois, porque há grandes chances de serem a mesma coisa.</p>
<p dir="ltr">A segunda temporada de <em>The Politician</em> me ajudou a entender um pouco mais sobre o sistema eleitoral estadunidense, e acho que isso é motivo suficiente para estar entre as minhas séries do ano. Mas a sátira política teve um desempenho muito melhor no segundo ano, deixando para trás a trivialidade de uma disputa no conselho estudantil e acompanhando Payton (Ben Platt) em sua candidatura ao senado de Nova York, e, apesar de parecer ser algo chato e pouco original, os absurdos e situações exageradas deixam a trama muito divertida, e, com certeza, digna de uma maratona. Outra produção da <em>Netflix</em> que marcou 2020 foi a segunda parte da última temporada da produção espanhola <em>As Telefonistas</em>, com um enredo digno de novela das nove, e digo isso com tom elogioso. O desfecho das quatro protagonistas foi extremamente poderoso e 100% condizente com a mensagem do seriado, dignificando todo o drama e tensões vividos pelos personagens.</p>
<p dir="ltr">A última surpresa do ano foi <em>Alice in Borderland</em>, uma produção japonesa baseada no mangá homônimo. A trama já é maluca por natureza, por ser baseada na obra <em>Alice no País das Maravilhas</em>, de Lewis Carroll; mas adicione essa loucura natural da obra original com um jogo misterioso e mortal e pronto: uma agradável desagradável experiência. Agradável por conta do enredo muito bem desenvolvido, incluindo diversos desafios para os personagens muito bem construídos em pouquíssimo tempo, e a tensão sufocante em cada episódio. E desagradável por esses mesmos motivos, já que nenhum personagem na série tem a sua vida garantida, e essa capacidade de se apegar rapidamente a eles é um ótimo método para fazer o espectador sofrer. Então, fica a dica: não se apegue a ninguém. Sério.</p>
<p dir="ltr"><strong>Séries favoritas:</strong> <strong>1.</strong> The Crown (Netflix) / <strong>2.</strong> Lovecraft Country (HBO) / <strong>3.</strong> The Politician (Netflix) / <strong>4.</strong> As Telefonistas (Netflix) / <strong>5.</strong> Alice in Borderland (Netflix)</p>
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<figure id="attachment_17510" aria-describedby="caption-attachment-17510" style="width: 1800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17510 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3.png" alt="Cena da minissérie Mrs. America. Ao centro da imagem está a atriz Uzo Aduba interpretando a deputada Shirley Chisholm. Ela tem a pele negra, os cabelos pretos curtos, na altura da orelha e ondulados. A personagem também usa um vestido florido de fundo branco, com flores azuis, laranjas e vermelhas. Ela usa um óculos médio e quadrado dourado, e está de pé em um palco, mas nós a vemos de baixo, do quadril para cima. Ela está olhando para a frente, sorrindo levemente e acenando, e ao seu redor, estão cinco homens brancos, também acenando e vestindo ternos. No primeiro plano da imagem, na frente dos personagens mas sem foco, existem três bandeiras dos Estados Unidos." width="1800" height="1200" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3.png 1800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3-300x200.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3-1536x1024.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mrs-america-3-1200x800.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17510" class="wp-caption-text">Concorrendo com duas colegas de cena, Uzo Aduba venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie pelo trabalho majestoso que fez em Mrs. America como Shirley Chisholm, a primeira deputada negra dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Raquel Dutra</strong></p>
<p>Indo na direção oposta à de alguns dos meus colegas, informo que aqui vai ter muito drama para uma lista de melhores séries de um ano tão difícil quanto 2020.  Talvez numa tentativa de me distanciar da apatia de 9 meses em isolamento social, corri para sentir as emoções do mundo ficcional, dosando as incontroláveis e desesperadoras do nosso mundo real. Tomei parte das dores e das alegrias da <a href="https://personaunesp.com.br/nada-ortodoxa-netflix-critica/"><em>Nada Ortodoxa</em></a> Esty Shapiro, e mergulhei no suspense dramático de <a href="https://personaunesp.com.br/pequenos-incendios-por-toda-parte-critica/"><em>Little Fires Everywhere</em></a>, minisséries que ficarão de fora do meu pódio mas merecem ser mencionadas dentre as melhores de 2020.</p>
<p>Avisos dados, inicio com o drama mais dramático do ano. A dolorida <a href="https://personaunesp.com.br/i-know-this-much-is-true-critica/"><em>I Know This Much Is True</em></a> é um dos tesouros do ano da <em>HBO</em>, cuja densidade emocional sufoca a narrativa por completo na pele de Mark Ruffalo, que sofre não só uma, mas duas vezes, interpretando visceralmente dois irmãos gêmeos que são alvo de todos os infortúnios que a vida pode reservar. Para aliviar um pouquinho (um pouco mesmo) a minha lista, incluo o romance do ano <a href="https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/"><em>Normal People</em></a>, que encanta pelo realismo gentil e sensível num mar de retratos idealizados, irreais e por vezes violentos sobre sexo e relacionamentos amorosos.</p>
<p>História, ambientes políticos, relações de poder e dimensões sociais ligadas às individuais são alguns dos meus ingredientes favoritos, encontrados este ano na poderosa e atemporal <a href="https://personaunesp.com.br/mrs-america-critica/"><em>Mrs. America</em></a><em> , </em>e claro, <a href="https://personaunesp.com.br/the-crown-4a-temp-critica/"><em>The</em> <em>Crown</em></a>, na temporada que, provavelmente, foi a mais aguardada de 2020. Com a firmeza da Dama de Ferro Margaret Thatcher contrastando com a carga emocional que acompanha a memória coletiva da princesa Diana, o quarto ano da série é tudo o que existe de melhor na superprodução da <em>Netflix,</em> e uma das melhores até aqui. Pra encerrar, saio dos palácios da realeza britânica de 1980 para a vida urbana de Londres de 2020, a fim de coroar a série do ano com o primeiro lugar da minha lista, a obra-prima <a href="http://personaunesp.com.br/i-may-destroy-you-critica/"><em>I May Destroy You</em></a>. A genialidade da criadora, roteirista, diretora e protagonista Michaela Coel te vira do avesso, mexe com todas as emoções possíveis, nos surpreende à mesma medida em que nos abraça e é tudo o que precisamos discutir sobre sobre violência sexual, de gênero e de raça, amizade e vida na contemporaneidade, nos trazendo de volta para a realidade da qual ficamos distanciados em 2020.</p>
<p><strong>Séries favoritas:</strong> <strong>1.</strong> I May Destroy You (HBO) / <strong>2. </strong>The Crown (Netflix) / <strong>3.</strong> Mrs. America (FX) / <strong>4.</strong> I Know This Much Is True (HBO) / <strong>5.</strong> Normal People (Hulu)</p>
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<figure id="attachment_17340" aria-describedby="caption-attachment-17340" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17340 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EpzXQakXUAEYKtT.jpg" alt="Cena da série She-Ra e as Princesas do Poder. Uma mulher com traços felinos e olhos azul e amarelo estende a mão na direção da câmera" width="1200" height="673" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EpzXQakXUAEYKtT.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EpzXQakXUAEYKtT-300x168.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EpzXQakXUAEYKtT-1024x574.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/EpzXQakXUAEYKtT-768x431.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17340" class="wp-caption-text">She-Ra e as Princesas do Poder chegou ao fim em 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Gabriel Oliveira F. Arruda</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após 5 temporadas de excelência em animação, Noelle Stevenson e os animadores da </span><i><span style="font-weight: 400;">Dreamworks</span></i><span style="font-weight: 400;"> nos entregaram um dos finais animados mais satisfatórios dos últimos anos, sintetizando os temas e arcos narrativos de maneiras inesperadas mas inteiramente lindas, culminando em cenas que fizeram </span><i><span style="font-weight: 400;">She-Ra e as Princesas do Poder</span></i><span style="font-weight: 400;"> entrar imediatamente para a história da televisão moderna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continuando, a <em>websérie</em> de </span><i><span style="font-weight: 400;">Dungeons &amp; Dragons</span></i><span style="font-weight: 400;"> do </span><i><span style="font-weight: 400;">College Humor</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Dimension 20 Live: Fantasy High &#8211; Sophomore Year</span></i><span style="font-weight: 400;"> é, assim como sua antecessora, um testamento ao poder do </span><i><span style="font-weight: 400;">storytelling</span></i><span style="font-weight: 400;"> coletivo e como a diversidade de vozes impacta numa narrativa, criando histórias intrincadas de angústia adolescente e alta fantasia, momentos de humor histérico e de profundo impacto emocional, sob a supervisão do brilhante </span><i><span style="font-weight: 400;">dungeon master</span></i><span style="font-weight: 400;"> Brennan Lee Mulligan.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com menos sustos do que a </span><i><span style="font-weight: 400;">Residência Hill</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é outro triunfo do terror sofisticado de Mike Flanagan, tecendo uma narrativa complexa e impactante que justifica sua longa produção da melhor maneira possível: entregando um final que permanece na sua memória muito tempo depois da série acabar. </span><i><span style="font-weight: 400;">Beastars &#8211; O Lobo Bom</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">BNA</span></i><span style="font-weight: 400;"> são dois animes de premissas similares, mas que alcançam sucessos diferentes em suas respectivas tramas, através de animações excelentes e interpretações expressivas. Apesar de ambas serem sobre sociedades de animais antropomorfizados, </span><i><span style="font-weight: 400;">Beastars</span></i><span style="font-weight: 400;"> se desenrola na profundidade da relação romântica entre um lobo e uma coelha, enquanto </span><i><span style="font-weight: 400;">BNA</span></i><span style="font-weight: 400;"> encontra seu caminho com a animação característica e frenética do </span><i><span style="font-weight: 400;">Studio Trigger</span></i><span style="font-weight: 400;"> e na ação exagerada de suas personagens.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: </b><span style="font-weight: 400;"><strong>1.</strong> She-Ra e as Princesas do Poder (Netflix) / <strong>2.</strong> Dimension 20 Live: Fantasy High &#8211; Sophomore Year (Dropout/Youtube) / <strong>3.</strong> A Maldição da Mansão Bly (Netflix) / <strong>4.</strong> Beastars &#8211; O Lobo Bom (Netflix) / <strong>5.</strong> BNA (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17384" aria-describedby="caption-attachment-17384" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17384 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-2.png" alt="Cena da série Do You Like Brahms?, vemos dois adolescentes asiáticos, eles estão na chuva, amparados por um guarda-chuva, segurado pelo menino. Ele veste jaqueta preta e mochila da mesma cor, enquanto ela, de cabelos compridos, veste moletom bege. Eles se olham nos olhos. " width="800" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-2.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-2-300x158.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-2-768x403.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17384" class="wp-caption-text">O K-Drama da emissora SBS foi ao ar em 31 de agosto de 2020 e teve seu encerramento em 20 de outubro, após 16 episódios estrelados pelos atores Kim Min‑jae e Park Eun‑bin (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Lorrana Marino</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se tem algo bom que o complexo 2020 me proporcionou, foi tempo para apreciar as diversas produções que estrearam. De longe, a sensibilidade de </span><i><span style="font-weight: 400;">Do You Like Brahms?</span></i><span style="font-weight: 400;">, produção sul-coreana da emissora </span><i><span style="font-weight: 400;">Seoul Broadcasting System</span></i><span style="font-weight: 400;">, foi um dos conteúdos que mais tocou o espectador. O enredo nos apresenta personagens reais, que se comunicam muitas vezes apenas pela música e nem sempre tomam as atitudes ideais que esperamos, e isso incomoda. Mas aí que está, a protagonista, que não tem medo de mudar o rumo da própria vida, de fazer escolhas que serão julgadas pelos outros e, principalmente, de se priorizar quando necessário, nos traz inspiração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continuando a linha de produções sensíveis, </span><a href="https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Normal People</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi outra estreia que abraçou, beijou e apunhalou o espectador quando ele menos esperava. Sem censuras, a conexão e o medo; o ato e a consequência; a comunicação e a falta dela entre os personagens nos conecta com mágoas, alegrias e nos envolve em realidade. O que vem em contramão com a terceira temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Castlevania</span></i><span style="font-weight: 400;">, a animação fantasiosa que consegue reunir os apaixonados por ação, vampiros e boa arte gráfica. Dividindo o enredo em quatro núcleos distintos (a solidão de Alucard, as articulações da corte de Carmilla, as aventuras de Trevor Belmont e a ascensão de Isaac), a segmentação das narrativas torna a experiência prazerosa de se acompanhar e nos faz viajar para uma realidade distópica, e nos preocupar, pelo menos por algumas horas, com problemas irreais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, que Anya Taylor-Joy brilhou na representação de Beth Harmon, todos ao menos já ouvimos falar. Mas, ainda assim, a série se torna indispensável em um top 5 de 2020. Eu jamais poderia imaginar que fosse possível dar um enfoque tão artístico e emocionante quanto a produção de </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> conseguiu proporcionar ao xadrez. Mesmo que Beth seja a dama do tabuleiro, os peões a sua volta cumpriram papéis tão relevantes quanto na defesa do rei (o objetivo de vencer) contra as peças inimigas (seu vício em tranquilizantes e álcool), nos fazendo querer proteger todos os personagens envolvidos na trama. Sentimento que se estende à última queridinha da lista: </span><i><span style="font-weight: 400;">Hospital Playlist</span></i><span style="font-weight: 400;">, outro </span><i><span style="font-weight: 400;">K-Drama</span></i><span style="font-weight: 400;"> que marcou o catálogo </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> deste ano</span><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">Apesar do cenário de tensões de um centro cirúrgico e a incerteza pela vida de alguns pacientes, a produção encontra as lacunas certas para inserir leveza através de diálogos divertidos, romances sutis e </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks </span></i><span style="font-weight: 400;">curiosos. As cenas de interação entre os cinco amigos médicos e colegas de banda esbanjam a química e a boa dinâmica entre os atores, além de servir como um elogio a autora, Lee Woo-jeong, pelos diálogos da trama.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Do You Like Brahms? (SBS) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Normal People (Hulu) / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">Castlevania (Netflix) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> O Gambito da Rainha (Netflix) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Hospital Playlist (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17479" aria-describedby="caption-attachment-17479" style="width: 748px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17479 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0731.jpg" alt="Cena da série Califado. Ao centro da imagem vemos uma mulher jovem e branca. Seu cabelo é castanho e na altura do ombro. Ela veste uma roupa de lã azul, e na mão direita segura um celular. Ao fundo e ao lado dela há paredes cinzas" width="748" height="421" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0731.jpg 748w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/IMG_0731-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17479" class="wp-caption-text">Califado é uma produção sueca da Netflix (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Bianca Penteado</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Na hora de escolher algo para ver, sempre achei que os <em>trailers</em> revelavam muito e as sinopses (geralmente) não faziam jus à obra. Este ano, resolvi tornar o catálogo dos serviços de <em>streaming</em> uma roleta russa. No ramo das séries, tirando a sorte grande no acaso, encontrei <em>Califado</em>, que conquistou o topo da minha lista com seu roteiro nem um pouco maniqueísta. Em uma rede complexa de personagens e situações que são gradualmente construídas ao longo dos capítulos, a produção sueca da <em>Netflix</em> descortina uma exploração bilateral do desamparo e desenvolve uma tensão irresistível.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com o aumento da popularidade de seriados estrangeiros, a <em>Netflix</em> revelou em 2020 uma ampla abertura de catálogo para essas produções. Impossível de esquecer, <a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><em>Bom dia, Verônica</em></a> marcou presença como um seriado policial brasileiro que, com destreza e muito rock nacional, trata de questões sobre feminicídio e violência doméstica. Dando um giro de 180° tanto no gênero quanto na abordagem, esbarrei também em <em>Start Up</em>, uma produção sul-coreana que adocicou um ano tão amargo. Com todo o romance, comédia e contratempos que a categoria promete, a série cativa o coração de quem assiste.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além das produções inéditas, o serviço de <em>streaming</em> conseguiu marcar muitos gols com suas renovações. Chegando à sua terceira temporada, <em>Good Girls</em> ainda não perdeu o ritmo, e entrega aos telespectadores novas reviravoltas que são suficientemente consistentes. <a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><em>A Maldição da Mansão Bly</em></a>, por sua vez, marcou o tão esperado retorno da franquia. Trabalhando de forma muito mais madura e sensível, tornou-se, rapidamente, uma das queridinhas da plataforma.</p>
<p><strong>Séries Favoritas</strong>: <strong>1.</strong> Califado (Netflix) / <strong>2.</strong> Bom dia, Verônica (Netflix) / <strong>3.</strong> Start Up (tvN) / <strong>4.</strong> A Maldição da Mansão Bly (Netflix) / <strong>5.</strong> Good Girls (NBC)</p>
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<figure id="attachment_17474" aria-describedby="caption-attachment-17474" style="width: 596px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17474" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/fabiula_nascimento_e_emilio_dantas_gravam_amor_e_sorte_nova_serie_da_globo-3423224-300x225.jpeg" alt="Cena dos bastidores da série Amor e Sorte. Fabiula Nascimento, uma mulher de cabelos encaracolados num coque segura o celular próximo ao espelho, fotografando ela e Emílio Dantas, que está ao fundo segurando uma câmera com tripé. Ela veste camiseta branca e blusa roxa estampada e ele tem cabelos comprido e barba, veste calça escura e uma camiseta cinza. Ao fundo, vemos uma toalha azul escuro pendurada" width="596" height="447" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/fabiula_nascimento_e_emilio_dantas_gravam_amor_e_sorte_nova_serie_da_globo-3423224-300x225.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/fabiula_nascimento_e_emilio_dantas_gravam_amor_e_sorte_nova_serie_da_globo-3423224-1024x768.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/fabiula_nascimento_e_emilio_dantas_gravam_amor_e_sorte_nova_serie_da_globo-3423224-768x576.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/fabiula_nascimento_e_emilio_dantas_gravam_amor_e_sorte_nova_serie_da_globo-3423224.jpeg 1100w" sizes="auto, (max-width: 596px) 85vw, 596px" /><figcaption id="caption-attachment-17474" class="wp-caption-text">O casal Fabiula Nascimento e Emílio Dantas servindo à própria casa como cenário para a filmagem de Amor e Sorte (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Ana Júlia Trevisan</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É inegável que 2020 foi um caos. Um ano atípico e pandêmico, me tirou o prazer em assistir seriados e atrasou várias produções do audiovisual, mas também trouxe conteúdo de qualidade, principalmente na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é clara prova, a série sobre uma enxadrista órfã tem a trama tão bem construída, que a fixação da audiência sobre as partidas de xadrez da jovem se refletiram no aumento de pesquisas no </span><i><span style="font-weight: 400;">Google</span></i><span style="font-weight: 400;"> sobre o assunto, trazendo um selo de qualidade à produção. Já </span><a href="https://personaunesp.com.br/emily-em-paris-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Emily em Paris</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi um escape divertido para a dura realidade do ano. Confesso que no início não levei a sério as boas críticas em torno da série, pensando que fosse apenas uma comédia boba. Mas, ao começar assistir, cada episódio me fazia querer mais e mais de Paris e de Emily.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> trouxe boas produções nesse período, a série cancelada por ela e continuada por outro canal também merece espaço na lista. </span><i><span style="font-weight: 400;">One Day at a Time</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma das narrativas mais injustiçadas dos últimos anos, sempre tratou assuntos sérios com um toque certeiro de humor e não perdeu seu diferencial mesmo com a mudança de emissora. A quarta temporada conseguiu prender a audiência que buscou ouvir sobre tabus de forma cômica, mantendo as características marcantes das personagens e explorando </span><i><span style="font-weight: 400;">plots</span></i><span style="font-weight: 400;"> de potencial. A série ainda conseguiu driblar a pandemia construindo um episódio em formato de desenho animado. O único ponto negativo foi o cancelamento antes de um final digno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil não fica de fora das produções, trazendo o seriado mais reconfortante do ano, </span><a href="https://personaunesp.com.br/amor-e-sorte-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Amor e Sorte</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Concebida durante a quarentena, a série é prova da dedicação dos artistas brasileiros. Gravada inteiramente de forma remota, a produção traz um roteiro intimista e bem estruturado, com trilha sonora brilhante que nos envolve, e por vezes nos faz reconhecer na trama. A ideia em trazer atores que estão juntamente isolados é a cereja no topo do bolo para toda construção sentimental da narrativa. Unindo produções brasileiras e </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, temos </span><a href="https://personaunesp.com.br/coisa-mais-linda-2-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Coisa Mais Linda</span></i> </a><span style="font-weight: 400;">fechando o Top 5. A nova temporada da série trouxe um misto de suspense e revolta para o telespectador, amarrando as pontas soltas da primeira temporada e criando novos ganchos para uma próxima. </span></p>
<p><b>Séries Favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> O Gambito da Rainha (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Amor e Sorte (Globoplay) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Emily em Paris (Netflix) /</span><b> 4. </b><span style="font-weight: 400;">One Day at a Time (Pop TV) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Coisa Mais Linda (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17411" aria-describedby="caption-attachment-17411" style="width: 738px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17411 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/images-12.jpeg" alt="Cena da série animada Close Enough. Vemos uma sala com dois sofás marrons, uma mesa de centro cinza e um tapete verde. O lugar está sujo e um casal limpa ele com aspirador de pó. O homem branco, tem cabelos castanhos na altura dos ombros e veste calça jeans, camisa rosa e jaqueta vermelha. Ele segura uma mulher no colo. Ela é branca, tem cabelos compridos castanhos claro presos num rabo de cavalo e veste calça escura, blusa branca e moletom azul por cima" width="738" height="415" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/images-12.jpeg 738w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/images-12-300x169.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17411" class="wp-caption-text">Close Enough chegou ao Brasil pela Netflix (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Nathalia Franqlin</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2020 as plataformas de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">serviram qualidade quando falamos sobre séries, não apenas por novas peças, mas também por aguardadas continuações e finais provocantes. Começando pela nossa queridinha </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, J. G. Quintel, criador da série animada</span><i><span style="font-weight: 400;"> Regular Show</span></i><span style="font-weight: 400;">, nos apresentou uma peça com um traço muito familiar, mas com um enredo muito mais adulto: </span><i><span style="font-weight: 400;">Close Enough</span></i><span style="font-weight: 400;">. A trama discute os problemas enfrentados por pais de primeira viagem e adultos irresponsáveis em criar uma criança pequena, ainda sendo uma criança grande. Uma trama descontraída com sabor de nostalgia para aqueles que cresceram vendo a </span><i><span style="font-weight: 400;">sitcom </span></i><span style="font-weight: 400;">antiga do criador no </span><i><span style="font-weight: 400;">Cartoon Network,</span></i><span style="font-weight: 400;"> e agora se identificam com os problemas de Joshua e Emily na nova produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também estreando esse ano tivemos </span><a href="https://personaunesp.com.br/ratched-netflix-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Ratched</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a nova série de Ryan Murphy, estrelando Sarah Paulson como a própria enfermeira macabra Ratched. Demonstrando sucesso entre o público brasileiro já na primeira semana após seu lançamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Ratched </span></i><span style="font-weight: 400;">traz uma narrativa que conseguiu testar o estômago da audiência com sua visceralidade e, mesmo assim, segurar o interesse para as próximas temporadas. Ainda na </span><span style="font-weight: 400;">Netflix,</span><i><span style="font-weight: 400;"> Big Mouth</span></i><span style="font-weight: 400;"> trouxe mudanças para seus personagens nesta quarta temporada. As crianças, que antes estavam em trânsito para a adolescência, já são, de fato, adolescentes. A animação</span> <span style="font-weight: 400;">levantou discussões importantes para o maior desafio dessa fase: encontrar uma identidade. Nessa temporada, assuntos importantes como a transsexualidade, o que é ser socialmente um adolescente negro, </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying </span></i><span style="font-weight: 400;">e ansiedade tiveram espaço com o humor clássico da comédia..</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após três ciclos, a série alemã </span><a href="https://personaunesp.com.br/dark-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dark</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> chegou ao fim. A terceira temporada da peça seguiu num ritmo mais lento para dar descanso à mente dos espectadores e fazer as amarras do enredo. Apesar desta ter sido uma jornada relativamente curta, o final é satisfatório e provocante. </span><i><span style="font-weight: 400;">Dark </span></i><span style="font-weight: 400;">mantém o padrão de qualidade e fecha com um </span><i><span style="font-weight: 400;">casting </span></i><span style="font-weight: 400;">assustadoramente impecável, o gostinho de quero mais deixado no final faz com queiramos assistir a série em </span><i><span style="font-weight: 400;">looping </span></i><span style="font-weight: 400;">e, não por menos, essa é uma obra que marcou 2020. Para finalizar, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon Prime Video </span></i><span style="font-weight: 400;">deu segmento com a segunda temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Cada vez mais distante dos quadrinhos, mas, ainda assim, com um sucesso de público invejável, o ano dois provoca justamente por tocar em temas tão polêmicos, e tão atuais, como a alienação da população pelas mídias e redes sociais e tudo isso, claro, com o tom satírico que faz a alma da série.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1. </b><span style="font-weight: 400;">Close Enough (HBO Max) / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Ratched (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Big Mouth (Netflix) / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Dark (Netflix) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> The Boys (Amazon Prime Video)</span></p>
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<figure id="attachment_17480" aria-describedby="caption-attachment-17480" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17480 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/zoey-e-sua-fantastica-playlist.jpg" alt="Cena da série Zoey e Sua Fantástica Playlista. Nela há uma mulher jovem e branca. Seu cabelo é ruivo e abaixo aos ombros. Ela veste uma blusa de lã laranja e uma saia preta. Ao fundo há uma parede de tijolos branca e dez quadros decorativos coloridos, separados em duas fileiras de cinco cada. " width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/zoey-e-sua-fantastica-playlist.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/zoey-e-sua-fantastica-playlist-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/zoey-e-sua-fantastica-playlist-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/zoey-e-sua-fantastica-playlist-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17480" class="wp-caption-text">Zoey e Sua Fantástica Playlist, já renovada para a segunda temporada, foi uma agradável melodia no meio do caos de 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Milena Pessi</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um dos anos mais turbulentos dos últimos tempos, e foram as produções artísticas, principalmente as séries, as responsáveis por trazer um pouco de alegria e positividade, na medida do possível, à pandemia. Em sua quarta temporada, </span><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Crown</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> manteve sua elegância e alta qualidade para contar mais um capítulo da história da realeza: o casamento do príncipe Charles (Josh O’Connor) e Lady Di (Emma Corrin), e todas as dificuldades que ela enfrentou ao entrar para a família real. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">NBC</span></i><span style="font-weight: 400;">, por outro lado, investiu em uma produção mais leve e com um toque musical em </span><i><span style="font-weight: 400;">Zoey e Sua Fantástica Playlist</span></i><span style="font-weight: 400;">, no qual mostra a vida da programadora Zoey Clarke, que, após sofrer um incidente em uma ressonância, ganha o poder de ouvir os pensamentos das pessoas através de números musicais, o que a torna mais empática em relação àqueles que conhece; além do incrível elenco que conta com Lauren Graham (</span><i><span style="font-weight: 400;">Gilmore Girls</span></i><span style="font-weight: 400;">), Alex Newell (</span><i><span style="font-weight: 400;">Glee</span></i><span style="font-weight: 400;">) e Skylar Astin (</span><i><span style="font-weight: 400;">A</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">Escolha Perfeita</span></i><span style="font-weight: 400;">). </span><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma outra produtora com grandes títulos em seu catálogo, entre eles, a série de ficção e suspense estrelada por Logan Lerman (o eterno Percy Jackson) e Al Pacino, que se juntam, na década de 70, a um time treinado com o objetivo principal de matar nazistas que vivem nos Estados Unidos com identidades falsas para esconder o passado da Segunda Guerra Mundial: </span><i><span style="font-weight: 400;">Hunters</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, em 2020, não economizou em suas produções e trouxe grandes séries para todos os gostos, como é o caso do suspense </span><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Bom dia, Verônica</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e da comédia </span><a href="https://personaunesp.com.br/emily-em-paris-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Emily em Paris</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. A primeira, estrelada por Tainá Muller e Eduardo Moscovis, relata a triste realidade das mulheres que sofrem violência doméstica no Brasil e a tentativa da policial Verônica em ajudá-las. A segunda é aquela série rápida e gostosa de assistir, que acompanha a história da publicitária Emily (Lily Collins) e suas aventuras, paixões e amizades quando se muda para Paris por causa de uma promoção no trabalho. 2020, apesar de ter sido um ano caótico, foi capaz de produzir diversas produções cinematográficas que levou às pessoas momentos de paz e alegria. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> The Crown (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Zoey e Sua Fantástica Playlist (NBC) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Hunters (Amazon Prime Vídeo) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Bom dia, Verônica (Netflix) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Emily em Paris (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17397" aria-describedby="caption-attachment-17397" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17397 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a.jpg" alt="Cena da animação The Midnight Gospel. Clancy é um homem com cor de pele rosa, ele tem cabelos roxos e veste uma saia rosa mais escura que sua pele. Ele está caindo num vazio, com fundo preto cheio de riscos coloridos e luminosos de várias cores, como amarelo, azul, e roxo" width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/a-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17397" class="wp-caption-text">Clancy, o protagonista de The Midnight Gospel, usa um simulador de universos para encontrar personagens para suas entrevistas (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Flora Vieira</strong></p>
<p>Nesse ano atípico pro cinema, as séries transmitidas em <em>streaming</em> acabaram tomando o tempo de muita gente. Eu, por outro lado, acabei por me distanciar dos grandes lançamentos, focando meu tempo mais em desenhos animados do que qualquer outro tipo de mídia. Uma prova disso é a escolha por <em>The Midnight Gospel</em>, minissérie lançada em maio que chama atenção pela animação psicodélica e aparentemente sem sentido, mas é muito mais que isso, propondo discussões que passeiam por assuntos banais, como o uso de drogas, até religiões como o budismo e a relação da humanidade com a morte. Tudo regado de sensibilidade, por ser retirado de entrevistas reais do <em>podcast</em> de um dos criadores da série, o <em>Duncan Trussel Family Hour</em>.</p>
<p align="left">Ainda nas animações, a quinta e última temporada de <em>She-Ra e as Princesas do Poder</em>, uma série que pretende ser para crianças, continua a cativar os adultos ao desenvolver ainda mais os conflitos da temporada anterior, numa história que diverte e reitera ainda mais a importância de um mundo em que a diversidade seja motivo de união, amor e esperança. Dentre as séries<em> live-action</em> que tratam desse tema, se destaca <em>Sex Education,</em> que, abordando-o de forma mais adulta, consegue, na segunda temporada, aprofundar as discussões sobre sexualidade nos processos de descoberta de Adam e Ola, além de dedicar um arco inteiro (um dos melhores da série, diga-se de passagem) para falar sobre os efeitos terríveis do assédio, direcionado à personagem Aimee.</p>
<p align="left">Em questões mais subjetivas e filosóficas, o seriado<em> live-action</em> que se sobressai esse ano é <a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><em>A Maldição da Mansão Bly</em></a>. Numa <em>vibe</em> menos aterrorizante que a sua antecessora espiritual (<em>A Maldição da Residência Hill</em>), a série usa do sobrenatural para narrar um conto também sobre amor, mas, principalmente, luto. O significado e a forma de lidar com a morte para cada um dos personagens é único e extremamente humano, e a forma como são tratados os romances, sejam eles saudáveis ou não, me surpreenderam positivamente. A narrativa é menos terror, mas é mais humana – e, na minha lista dos melhores do ano, é a humanidade que mais importa.<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><br />
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<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> The Midnight Gospel (Netflix) / <strong>2.</strong> She-Ra e as Princesas do Poder (Netflix) / <strong>3.</strong> Sex Education (Netflix) / <strong>4.</strong> A Maldição da Mansão Bly (Netflix)</p>
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<figure id="attachment_17505" aria-describedby="caption-attachment-17505" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17505" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-i-am-not-okay-with-this.jpg" alt="Cena da série I Am Not Okay With This em que vemos uma menina de olhos verdes e cabelos ruivos bem curtos sentada em um carro. Ela usa uma jaqueta verde e uma blusa azul e tem o braço esquerdo erguido para fora do veículo. Ao fundo há um menino de camisa xadrez e óculos escuros, ele está desfocado." width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-i-am-not-okay-with-this.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-i-am-not-okay-with-this-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-i-am-not-okay-with-this-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-i-am-not-okay-with-this-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17505" class="wp-caption-text">Mesmo tendo tido uma boa recepção pela crítica e pelo público, além de ser uma de minhas séries preferidas no ano, I Am Not Okay With This foi cancelada pela Netflix (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
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<p><strong>Ana Laura Ferreira</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano de 2020, me vi revisitando séries do passado e maratonando </span><i><span style="font-weight: 400;">sitcoms </span></i><span style="font-weight: 400;">dos anos 1990 como se não houvesse amanhã. Mas, mesmo em meio a centenas de episódios reprisados, os lançamentos do ano se fizeram presentes e marcantes o suficiente para que o período de reclusão rendesse boas e novas experiências. Dependente dos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings </span></i><span style="font-weight: 400;">como sempre, eles trouxeram centenas de seriados, dos mais leves aos mais conturbados, fazendo valer como nunca suas assinaturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo escolhendo um <em>top</em> cinco recheado de ação, comédia e drama, muitos lançamentos tiveram de ser deixados como menções honrosas. Entre eles, </span><a href="https://personaunesp.com.br/dark-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Dark</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que finalizou sua história mantendo o nível de complexidade do resto da trama, sem nunca se perder em meio às tentadoras possibilidades que a triquetra oferecia e que poderiam fazer a narrativa ruir. Cito também a série alemã </span><i><span style="font-weight: 400;">Biohackers</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> que, apesar de pouco falada, edifica uma história envolvente e bem organizada, quase como um tímido suspiro de alívio para os carentes fãs de </span><i><span style="font-weight: 400;">Orphan Black</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas falando sobre as séries citadas abaixo, justifico minha escolha nesse </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking </span></i><span style="font-weight: 400;">como uma tentativa de abranger diversos gêneros e tipos de produções que, para mim, se destacaram. Desde de a atuação majestosa de Anya Taylor-Joy em </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, até a cômica interpretação de </span><span style="font-weight: 400;">Maitreyi Ramakrishnan em </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, passando pelo drama lindamente esculpido em </span><a href="https://personaunesp.com.br/pequenos-incendios-por-toda-parte-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Little Fires Everywhere</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, estas foram as produções que mais me marcaram como uma fuga da difícil realidade de 2020. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: </b><span style="font-weight: 400;"><strong>1.</strong> O Gambito da Rainha (Netflix) / <strong>2.</strong> The Boys (Amazon Prime Video) / <strong>3.</strong> Little Fires Everywhere (Hulu) / <strong>4.</strong> Eu Nunca (Netflix) / <strong>5.</strong> I Am Not Okay With This (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17388" aria-describedby="caption-attachment-17388" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17388 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Legendary-2.jpg" alt="Cena do reality show Legendary. Vemos 5 indivíduos lado a lado, eles são negros e se vestem com tema espacial. São roupas coloridas e extravagantes, neon, com caudas, renda e maquiagem em verde, roxo e rosa " width="640" height="427" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Legendary-2.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Legendary-2-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17388" class="wp-caption-text">Legendary chegou junto do lançamento da HBO Max, no meio de 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Giovanne Ramos</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um ano marcado por contratempos, a televisão, assim como todo o mundo, foi uma das vítimas da COVID-19. Em um período de isolamentos, perdas e resiliência, as produtoras de conteúdo no geral souberam contornar os desafios impostos pelas novas regras de convivência e nos presentearam com grandes obras que trouxeram um respiro num momento tão caótico. Entre as séries, </span><a href="http://personaunesp.com.br/i-may-destroy-you-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">I May Destroy You</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">com certeza figura no top 5 das minhas preferidas. Num equilíbrio do drama da realidade com o humor característico da sua autora, a série conseguiu conciliar temas importantes, como raça, gênero, sexualidade e outras diversas temáticas paralelas significantes, reforçando a potência que Michaela Coel é como atriz, roteirista, diretora e produtora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda no drama, não tem como não citar </span><a href="https://personaunesp.com.br/this-is-us-4a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">This Is Us</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que, nessa altura, já se tornou um clássico do gênero. A 4ª temporada trouxe a dinâmica temporal que já conhecemos, aprofundamentos entre personagens que tanto amamos &#8211; ou detestamos também &#8211; e a introdução de novas personagens e novas tramas que mantêm o seu frescor sem deixar a história se tornar cansativa. E, falando em novos rostos, esse foi o principal destaque da 4ª temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-crown-4a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Crown</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Os ricos detalhes estéticos que enchem os olhos seguem diante de novas figuras populares: Margaret Thatcher e Lady Di, a princesa Diana de Gales. Ou seja, prato cheio para quem ama uma fofoca histórica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os amantes de </span><i><span style="font-weight: 400;">reality show</span></i><span style="font-weight: 400;"> foram muito bem servidos com os programas que nos fizeram vibrar, torcer e esquecer por um segundo a negatividade para fora de nossas casas. </span><i><span style="font-weight: 400;">Legendary</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma das competições que trouxe uma temática não muito explorada no </span><i><span style="font-weight: 400;">mainstream, </span></i><span style="font-weight: 400;">o </span><i><span style="font-weight: 400;">voguing</span></i><span style="font-weight: 400;"> e as casas da cena </span><i><span style="font-weight: 400;">ballroom,</span></i><span style="font-weight: 400;"> em que essa dança moderna foi originada. A competição traz arte, dança, história e muito entretenimento. Saindo um pouquinho de solos gringos, uma surpresa que vale a pena ser citada foi a produção brasileira </span><i><span style="font-weight: 400;">Desalma</span></i><span style="font-weight: 400;">, original da </span><i><span style="font-weight: 400;">Globoplay</span></i><span style="font-weight: 400;">. As atrizes já conhecidas pelo público, Cássia Kiss, Cláudia Abreu e Maria Ribeiro, deram um show de atuação numa trama envolvente, mostrando que temos muito espaço para ótimas séries nacionais.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> I May Destroy You (HBO) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> This Is Us (NBC) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> The Crown (Netflix) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Legendary (HBO Max) / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Desalma (Globoplay)</span></p>
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<figure id="attachment_17357" aria-describedby="caption-attachment-17357" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17357 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys.png" alt="Cena da série The Boys. Do lado esquerdo da imagem vemos um homem branco de cabelos raspados e um óculos na cabeça. Ele veste uma jaqueta verde. Ao seu lado direito há uma mulher com traços asiaticos " width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys.png 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys-300x169.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/the-boys-1200x675.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17357" class="wp-caption-text">The Boys é a série mais ousada do ano: rolou até uma sátira a Vingadores Ultimato (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitória Lopes Gomez</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quase um ano em casa maratonando séries, fica difícil escolher só cinco para um “melhores do ano”. E, numa disputa acirrada, </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> leva o meu primeiro lugar. Enquanto Os Rapazes seguem na missão suicida de derrubar a </span><i><span style="font-weight: 400;">Vought, </span></i><span style="font-weight: 400;">O</span><span style="font-weight: 400;">s Sete lidam com seus próprios demônios e disputas internas. Mais sangrenta e envolvente, a segunda temporada continua a tecer críticas perspicazes ao capitalismo, populismo, </span><i><span style="font-weight: 400;">marketing </span></i><span style="font-weight: 400;">e fascismo, entre outras, e torna-se ainda mais próxima à realidade, mesmo ao tratar de super-heróis (que de heroicos não tem nada).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em segundo lugar (só porque não rola um empate em primeiro), </span><a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que já chegou com muitas expectativas, não decepcionou nem por um segundo, e me rendeu não só uma maratona, mas duas. Menos amedrontadora e mais lenta que a anterior, a sequência da antologia </span><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição</span></i><span style="font-weight: 400;"> abaixa o tom para explorar a dor e os traumas do luto, mas prende com seus personagens intrigantes, narrativas que se entrelaçam e relacionamentos esperançosos (e de partirem o coração). E, falando em narrativas entrelaçadas, a segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">The Mandalorian</span></i><span style="font-weight: 400;"> continua a nos presentear com a inusitada relação de Mando e Bebê Yoda (que não é mais Bebê Yoda). Ainda mais entrosados e com uma nova missão, os dois viajam pela galáxia e nos contemplam com visuais deslumbrantes, cenas de ação de tirar o fôlego e uma</span><i><span style="font-weight: 400;"> season finale</span></i><span style="font-weight: 400;"> indescritível, que é um verdadeiro misto de emoções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De uma família nada tradicional para a outra, a segunda temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Umbrella Academy</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> nos faz voltar no tempo com os Hargreeves, que divertem com suas individualidades e intrigas (mais que na primeira temporada), mas mostram que unidos são melhores ainda. Em quinto lugar, mas não menos importante, </span><a href="https://personaunesp.com.br/disque-amiga-para-matar-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Disque Amiga para Matar</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> continua a acertar com os erros de Jen e Judy, nos fazendo torcer para que as duas amigas se safem de seus crimes e ainda mantenham a relação que, entre trancos e barrancos, criaram.</span></p>
<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> <span style="font-weight: 400;">The Boys (Amazon Prime Video)</span><b> / </b><strong>2.</strong> <span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly (Netflix) </span><b>/ </b><strong>3.</strong><span style="font-weight: 400;"> The Mandalorian (Disney+) </span><b>/ 4.</b><span style="font-weight: 400;"> The Umbrella Academy (Netflix) </span><b>/ 5.</b><span style="font-weight: 400;"> Disque Amiga para Matar (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17377" aria-describedby="caption-attachment-17377" style="width: 2028px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17377 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks.jpg" alt="Cena da série How to Get Away with Murder. No lado esquerdo vemos a atriz Viola Davis, uma mulher negra, de cabelos preto e cacheado. Ela veste um terno azul e está sentada numa poltrona preta. Ao seu lado direto há uma mulher negra com o cabelo preso. Ela veste um terno vermelho e está sentada numa poltrona preta, com o braço esquerdo apoiada numa mesa. Nessa mesa há uma jarra e seis copos, todos de vidro. Ao fundo vemos duas janelas com cortinas verde. E um abajur ao centro." width="2028" height="1352" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks.jpg 2028w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-1-ABC-Jessica-Brooks-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17377" class="wp-caption-text">How to Get Away with Murder chegou ao fim na sexta temporada (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Ellen Sayuri</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2020 foi, sem dúvidas, o que mais acompanhei séries. Quando vou assistir algo, tenho procurado por representatividade, e, dessa forma, conheci </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que tem uma protagonista marrom, interpretada pela Maitreyi Ramakrishnan. Me identifiquei muito com ela ao ser retratada a sua relação com a cultura indiana, pois me sinto dessa forma em relação à cultura japonesa. </span><a href="http://personaunesp.com.br/pequenos-incendios-por-toda-parte-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Little Fires Everywhere</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> vem logo em seguida na minha lista de melhores do ano, fiquei encantada com as atuações da Kerry Washington e Reese Witherspoon. Além da Huang Lu, que também me comoveu bastante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabe aquelas séries que tem reviravolta até o último minuto? Pois </span><i><span style="font-weight: 400;">Hunters</span></i><span style="font-weight: 400;"> é exatamente assim. Assisti logo depois de assistir </span><i><span style="font-weight: 400;">How I Met Your Mother</span></i><span style="font-weight: 400;"> (eu sei, estou um pouco atrasada, mas antes tarde do que nunca, certo?), então foi divertido e engraçado ver Josh Radnor não sendo o Ted Mosby. Falando ainda em surpresas, a próxima da lista também tem várias delas, </span><a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> me proporcionou muitos sustos, mas também choros. Sou muito medrosa, mas a história me cativou de uma maneira que nem me importei com o medo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, toda série precisa acabar em algum momento, e é com um término que finalizo os melhores de 2020. A última temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">How To Get Away With Murder</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi fechada com chave de ouro e no momento certo. Dizer adeus é doloroso, mas necessário, antes que a história se perca. Viola Davis deu tudo de si, assim como o restante do elenco, para dar um fim digno. Apesar de ter personagens injustiçados, o que não é novidade visto que sempre alguém vai ter um final ruim, gostei do rumo da série.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Eu Nunca (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Little Fires Everywhere (Hulu) / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">Hunters (Amazon Prime Video) / </span><b>4.</b> <span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span><span style="font-weight: 400;"> (Netflix) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> How To Get Away With Murder (ABC)</span></p>
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<figure id="attachment_17383" aria-describedby="caption-attachment-17383" style="width: 620px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17383 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anne-With-an-E-Series-Finale_-Was-That-the-Perfect-Ending-You-Hoped-For_.png" alt="Cena da série Anne with an E. A personagem Anne, interpretada pela atriz Amybeth McNulty, é fotografada da cintura pra cima e está levemente posicionada à esquerda da imagem. Ela tem cabelos ruivos, a pele branca, sardas avermelhadas e olhos azuis. Anne usa um vestido azul escuro de época 9 e um chapéu coco no mesmo tom de azul do vestido com flores roxas, brancas e azuis claras. Ela segura uma sombrinha rendada num tom creme com detalhes azuis nas pontas. Anne olha para fora da imagem, com um olhar atento e levemente surpreso. Atrás dela, sem foco, existe um portão branco aberto e uma calçada bege." width="620" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anne-With-an-E-Series-Finale_-Was-That-the-Perfect-Ending-You-Hoped-For_.png 620w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Anne-With-an-E-Series-Finale_-Was-That-the-Perfect-Ending-You-Hoped-For_-300x203.png 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17383" class="wp-caption-text">Anne with an E é baseada no livro Anne of Green Gables, de Lucy Maud Montgomery (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Júlia Paes de Arruda</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apreciar o cinema e suas vertentes sempre fez parte da nossa rotina. Neste ano, com um turbilhão de sentimentos à flor da pele, acentuou-se ainda mais o prazer pela arte. Para aqueles que estimam o entretenimento sem deixar o lado social, a terceira e (infelizmente) última temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Anne with an E</span></i> <span style="font-weight: 400;">está disponível no catálogo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix. </span></i><span style="font-weight: 400;">Mesmo com certas lacunas durante a história, o amadurecimento de Anne Shirley nos deixou com um sentimento acalorado no coração. Como forma de recompensar o cancelamento da série, o serviço de <em>streaming</em> nos presenteou com o relacionamento mais aguardado das personagens. Só por esse motivo, toda a trajetória valeu a pena. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por falar em presentes, </span><a href="https://personaunesp.com.br/julie-and-the-phantoms-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Julie and The Phantoms</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;">a quinta temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Queer Eye</span></i> <span style="font-weight: 400;">são as recompensas por um ano tão caótico. A primeira começa a ser uma benção pelo fato de ser uma adaptação de uma série nacional: o orgulho de ser brasileira nunca foi tão forte. Além do mais, a trilha sonora de todo o enredo é envolvente e tocante, especialmente quando Luke canta </span><i><span style="font-weight: 400;">Unsaid Emily</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; a menção honrosa de todas as canções. Já a segunda celebra a volta do <em>Fab Five</em> para os Estados Unidos depois de uma </span><span style="font-weight: 400;">viagem</span><span style="font-weight: 400;"> pelo Japão. O </span><i><span style="font-weight: 400;">reality show</span></i><span style="font-weight: 400;"> ‘muito mais que um </span><i><span style="font-weight: 400;">makeover</span></i><span style="font-weight: 400;">’ não poderia ser o mesmo sem as emoções e as discussões que apresenta cada episódio. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, como nem tudo são flores, o final de </span><a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Modern Family</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e a renovação de </span><i><span style="font-weight: 400;">Elite</span></i><span style="font-weight: 400;"> foram as notícias mais inesperadas para os fãs. É estranho se despedir de uma história tão divertida e aconchegante como é a da </span><i><span style="font-weight: 400;">sitcom</span></i><span style="font-weight: 400;">, presente há mais de dez anos e conquistando os corações dos admiradores. O cotidiano da família Dunphy-Pritchett-Tucker é absorvido pelo público, que cria um vínculo com todos os personagens. O mesmo não pode ser dito sobre a trama espanhola que, depois de três temporadas, ainda tenta manter a audiência alcançada na primeira. A saída de atores queridos, junto com tentativa de empurrar uma continuação desnecessária, só reforça a ideia de que o fruto dessa reiteração não irá atrair os olhos dos mais aficionados. </span></p>
<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> <span style="font-weight: 400;">Anne with an E </span><span style="font-weight: 400;">(Netflix) / <strong>2.</strong> Julie and The Phantoms (Netflix) / <strong>3.</strong> Modern Family (ABC) / <strong>4.</strong> Queer Eye (Netflix) / <strong>5.</strong> Elite (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17468" aria-describedby="caption-attachment-17468" style="width: 2048px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17468 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048.jpg" alt="Cena da série I May Destroy You. A imagem apresenta a personagem Arabella, interpretada pela atriz Michaela Coel. Ela tem a pele negra, cabelos raspados e usa uma fantasia de Halloween da Malévola, com chifres pretos, asas e um top preto de couro. Ela está andando e sua expressão é série. Atrás dela, no lado direito da imagem, em segundo plano e desfocada, está a personagem Terry, interpretada pela atriz Weruche Opia. Ela usa um casaco de pelos brancos e está fantasiada de anjo, com uma auréola na cabeça. Seus cabelos são cacheados e longos e ela segura uma bolsa na mão direita. Ela está seguindo Arabella, também com uma expressão séria. As duas personagens caminham por um corredor que tem todas as paredes decoradas com fotos, painéis e pôsters. A imagem é toda colorida em tons de azul e rosa por conta da iluminação do local onde foi registada." width="2048" height="1124" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048-300x165.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048-1024x562.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048-768x422.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048-1536x843.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/tumblr_44098f878f95288f0a532bcd3977ce75_7c5f6bf3_2048-1200x659.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17468" class="wp-caption-text">&#8220;Seu nascimento é meu nascimento, sua morte é minha morte&#8221; (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Jho Brunhara</strong></p>
<p>Não teve para mais ninguém: 2020 foi de Michaela Coel. <em><a href="http://personaunesp.com.br/i-may-destroy-you-critica/">I May Destroy You</a> </em>veio como um rolo compressor, esmagando qualquer outra produção deste ano, e até de outros. A minissérie de Coel não é apenas importantíssima por tratar de assuntos extremamente necessários, como violência sexual, mas é também impecável por sua qualidade exemplar. Ainda que trate de um assunto tão delicado e pesado, Michaela usa de sua genialidade para dissecar todos os estágios de um abuso, sem perder seu talento para a dramédia.</p>
<p>E não para por aí: <em>I May </em>ainda fala sobre irmandade, homossexualidade, relações líquidas, raça, obsessão por redes sociais, liberdade criativa, <em>bullying</em>, vingança, família, poder, capitalismo e até menstruação. Apenas a mente de uma gênia poderia condensar tudo isso em doze episódios autorais de 30 minutos cada, te deixando igualmente ansioso e agoniado por cada próximo segundo. Não há mais espaço para séries que a representatividade seja apenas <em>tokenística</em>, precisamos de mais Michaelas falando o que precisa ser dito, da forma que realmente é.</p>
<p>A vampiresca <em><a href="https://personaunesp.com.br/what-we-do-in-the-shadows-critica/">What We Do In The Shadows</a> </em>também brilhou, se consolidando como uma das melhores produções de comédia que a TV tem a oferecer atualmente. Já a fantasmagórica <em>Ghosts </em>traz um humor britânico delicioso de se assistir, além do elenco talentosíssimo e carismático. <em>Hilda</em> é o desenho mais lindo do mundo, e Grimes assinar o tema da abertura é apenas um dos detalhes geniais do universo de <em>trolls, </em>elfos e magia. E mais uma minissérie para a lista: Luca Guadagnino nos presenteou com a grandiosa <a href="https://personaunesp.com.br/we-are-who-we-are-hbo-critica/"><em>We Are Who We Are</em></a>, que através de seus pequenos momentos foi capaz de capturar perfeitamente a juventude. Menção honrosa para <a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><em>Modern Family</em></a>, que dispensa comentários.</p>
<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> I May Destroy You (HBO) / <strong>2. </strong>What We Do In The Shadows (FX) / <strong>3. </strong>Ghosts (BBC One) / <strong>4.</strong> Hilda (Netflix) / <strong>5.</strong> We Are Who We Are (HBO)</p>
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<figure id="attachment_17371" aria-describedby="caption-attachment-17371" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17371 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/modern_family.jpg" alt="A imagem é de uma cena da série Modern Family. Nela, podemos ver toda a família Dunphy-Delgado-Tucker-Pritchett sorrindo reunida em uma sala de hospital, em volta de uma cama, onde a personagem Haley está deitada segurando seus filhos gêmeos. Haley, interpretada por Sarah Hyland, é uma jovem branca de cabelos castanhos compridos. Em volta da cama, da esquerda para a direita, estão: Jay, interpretado por Ed O'Neil, que é um homem branco de aparentemente 60 anos, com cabelos grisalhos, óculos e que está vestindo uma blusa preta de mangas compridas; Glória, interpretada por Sofia Vergara, que é uma mulher de traços latinos, cabelos castanhos claros compridos, está vestindo uma blusa preta e abraçando seu filho Joe por trás; Joe, interpretado por Jeremy Maguire, é um menino branco de cabelos castanhos claros curtos, e que está vestindo uma blusa verde de mangas compridas; Manny, interpretado por Rico Rodriguez, é um jovem de traços latinos, cabelo castanho escuro ralo; Phil, interpretado por Ty Burrell, que é um homem branco de cabelos pretos curtos, e veste uma camisa branca com um terno cinza; Alex, interpretada por Ariel Winter, que é uma mulher branca de cabelos pretos compridos, e veste uma blusa preta, ela está fazendo carinho nos gêmeos; Claire, interpretada por Julie Bowen, que é uma mulher branca de cabelos loiros curtos, ela veste uma blusa de mangas compridas na cor vinho e está atrás de Alex; Lily, interpretada por Aubrey Anderson-Emmons, que é uma adolescente de traços asiáticos, ela está atrás de Claire; Luke, interpretado por Nolan Goud, que é um jovem branco de cabelos castanhos claros curtos, ele veste uma blusa preta de mangas compridas e está atrás de Lily; ao lado de Lily, está Cam, interpretado por Eric Stonestreet, que é um homem branco de cabelos grisalhos curtos; ao lado de Claire, está Mitchell, interpretado por Jesse Tyler Ferguson, que é um homem branco de cabelos ruivos curtos, ele veste uma blusa laranja e carrega um ursinho nas mãos; e Dylan, interpretado por Reid Wing, que é um homem branco de cabelos castanhos escuros, ele veste uma roupa azul de enfermeiro e está ao lado de Haley." width="1200" height="632" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/modern_family.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/modern_family-300x158.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/modern_family-1024x539.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/modern_family-768x404.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17371" class="wp-caption-text">Modern Family chegou ao fim depois de 11 temporadas (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vinícius Santos</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É difícil se esquivar dos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings </span></i><span style="font-weight: 400;">neste ano de 2020. Assim como também não é surpresa que alguns tenham apresentado um certo carinho e dependência por séries de comédia. E como que ironia do destino, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">parecia saber exatamente o que lançar e quando lançar. No começo da quarentena, por exemplo, em </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, acompanhar a trama de Devi, uma estudante americana e descendente de indianos, enfrentando os vários clichês adolescentes do Ensino Médio, parecia o enredo perfeito para confortar os corações de milhares de almas amedrontadas com o futuro da pandemia. E não é que acertaram? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não muito longe disso, apostando em adaptações estrangeiras, nessa especial a brasileira, a comédia dramática musical </span><a href="https://personaunesp.com.br/julie-and-the-phantoms-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Julie and the Phantoms</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">provou mais uma vez que Kenny Ortega nunca decepciona. Com uma atuação confortável de Madison Reyes, as melodias cativantes e uma quantidade certa de piadas sobre fantasmas, o programa ganhou meu apreço. Aproveitando a deixa, uma série interessante que acaba de sair do forno, mas que já mostrou ter tudo para dar certo, é a dramática </span><i><span style="font-weight: 400;">O Preço da Perfeição</span></i><span style="font-weight: 400;">. A trama une o melhor dos dois mundos, mistério e balé, e entrega um grande espetáculo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fugir um pouco dos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings</span></i><span style="font-weight: 400;">, neste ano, a última temporada da comédia americana </span><a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Modern Family</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> deu um fim merecido e gracioso aos seus personagens. Para os fãs, é quase uma missão impossível dar adeus para o programa. O seriado, por onze anos, mostrou o crescimento de personagens aos olhos do público e esteve presente na vida de muitos ao redor do mundo. O mesmo aconteceu com </span><i><span style="font-weight: 400;">Will &amp; Grace, </span></i><span style="font-weight: 400;">que, após um </span><i><span style="font-weight: 400;">revival</span></i><span style="font-weight: 400;"> em 2017, os fãs tiveram que se despedir novamente da série. Infelizmente, em 2020, as duas séries brilharam pela última vez em tela. </span></p>
<p><b>Séries favoritas:</b> <b>1.</b><span style="font-weight: 400;"> Modern Family (ABC) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Will &amp; Grace (NBC) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Julie and the Phantoms (Netflix) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> O Preço da Perfeição (Netflix) / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17490" aria-describedby="caption-attachment-17490" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17490 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/spinning-out-1170x660-1.jpg" alt="Cena da série Spin Out. Ao lado esquerdo vemos uma mulher jovem e branca, seu cabelo preto está amarrado. Ela veste uma jaqueta vermelha e esta voltada de frente para um ator. O homem jovem de cabelo curto e loiro, veste uma jaqueta azul. O fundo é desfocado com luzes." width="1170" height="660" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/spinning-out-1170x660-1.jpg 1170w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/spinning-out-1170x660-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/spinning-out-1170x660-1-1024x578.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/spinning-out-1170x660-1-768x433.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17490" class="wp-caption-text">Spin Out foi cancelada logo depois da primeira temporada (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Luize de Paula</strong></p>
<p>No primeiro dia de 2020, a estreia de <em>Spin Out </em>na <em>Netflix</em> chamou a atenção de muitos quando trouxe a atriz Kaya Scodelario de volta ao mundo das séries, desta vez patinando no gelo. Apesar de ter sido cancelada após seus 10 episódios por baixa audiência, a obra é simples de assistir, e ainda aborda assuntos como a bipolaridade e o racismo, seguindo uma história delicada de patinação no gelo e superação. Essa, também abordada na minissérie <a href="https://personaunesp.com.br/nada-ortodoxa-netflix-critica/"><em>Nada Ortodoxa</em></a>, do mesmo serviço de <em>streaming</em>. &#8216;Maratonável&#8217; em um dia, é outra série que com uma história cativante, apresenta realidades diferentes mas com protagonistas fortes e inspiradoras.</p>
<p>A <em>Netflix</em> ainda conseguiu produzir duas séries que merecem ser mencionadas. A estreia da primeira temporada de <a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><em>Eu Nunca</em></a> e da última de <em>Alexa &amp; Katie</em>. Ambas séries leves, uma abordando a vida de uma adolescente de origem indiana nos Estados Unidos, baseada na juventude da atriz Mindy Kaling, e outra a história de duas melhores amigas passando pelo ensino médio e indo para a faculdade após a superação do câncer de Alexa &#8211; narrado nas primeiras temporadas. As duas valem a pena serem assistidas com um balde de pipoca ao lado.</p>
<p>O cancelamento de uma série muitas vezes não significa que ela era ruim. Um exemplo disso é <em>High Fidelity</em>, que mesmo após receber críticas positivas do público e de especialistas, não foi salva pelo <em>Hulu</em>. Seguindo uma releitura do filme de mesmo nome lançado em 2000 e protagonizado por John Cusack, a série é completa de referências ao longa e não precisa de mais nada além da trilha sonora e da atriz Zoë Kravitz como protagonista. Apesar da mistura do moderno e do <em>old school</em> não ter sido suficiente para brecar o cancelamento da série, a única temporada de <em>High Fidelity</em> foi uma das melhores do ano.</p>
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<p><b>Séries favoritas:  </b><strong>1.</strong> Spin Out (Netflix) / <strong>2.</strong> Nada Ortodoxa (Netflix) / <strong>3.</strong> Eu Nunca (Netflix) / <strong>4.</strong> Alexa &amp; Katie (Netflix) / <strong>5.</strong> High Fidelity (Hulu)</p>
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<figure id="attachment_17415" aria-describedby="caption-attachment-17415" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17415 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/AAAABa3NIz8SemanJL-_yrfXQ4M5QunYNnWd9ury81_31u1rHMMp1_tYaFFU9Wz0SNXTpr-jjnq5U1EempAvFwWBzl7xg2Jd.jpeg" alt="A imagem contém cena da abertura da série, com os personagens principais representados por ilustrações, cada um está em um fundo colorido. Da esquerda para direita estão representados: Jayson num fundo roxo segura um saxofone, ele possui a pele negra, cabelos escuros e veste um moletom cinza. Joey num fundo vermelho veste uma blusa branca e possui cabelo castanho claro. Sidd num fundo azul, é indiano e veste uma blusa verde militar com um agasalho azul. Leila, num fundo rosa, é asiática e veste uma blusa vermelha de gola alta, por último está Dominique num fundo amarelo vestindo, ela possui a pele negra, cabelo em tranças, e veste uma blusa listrada e argolas. " width="1024" height="576" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/AAAABa3NIz8SemanJL-_yrfXQ4M5QunYNnWd9ury81_31u1rHMMp1_tYaFFU9Wz0SNXTpr-jjnq5U1EempAvFwWBzl7xg2Jd.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/AAAABa3NIz8SemanJL-_yrfXQ4M5QunYNnWd9ury81_31u1rHMMp1_tYaFFU9Wz0SNXTpr-jjnq5U1EempAvFwWBzl7xg2Jd-300x169.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/AAAABa3NIz8SemanJL-_yrfXQ4M5QunYNnWd9ury81_31u1rHMMp1_tYaFFU9Wz0SNXTpr-jjnq5U1EempAvFwWBzl7xg2Jd-768x432.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17415" class="wp-caption-text">Além da diversidade de alunos e contextos, a série também apostou na ilustração e nos quadrinhos para ajudar a compor de forma criativa a trama. (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Isabella Siqueira</strong></p>
<p>Em um ano tão conturbado e cheio de incertezas, as obras culturais foram um grande consolo. Indo além das mesmas séries amadas que assisto em um <i>looping</i> infinito, foi difícil ignorar as produções incríveis que foram lançadas dentro e fora do s<i>treaming</i>. Exalando sensibilidade, a minissérie <a href="https://personaunesp.com.br/normal-people-critica/"><i>Normal People</i></a> não apenas conta uma história de amor que atravessa o tempo e espaço, mas também foi convincente em retratar os problemas e inseguranças do mundo jovem adulto.</p>
<p>Lançada no começo do ano, <i>Into the Night</i> é uma boa pedida para aqueles que curtem uma ficção científica absurda. Um evento solar desastroso, um avião todo lascado e personagens estrangeiros de personalidade forte compõem a receita do sucesso da viciante obra belga. Com uma pitada de <i>Euphoria</i>, <i>Grand Army </i>foge dos padrões clichês das séries adolescentes. Contando cinco histórias paralelas de jovens de uma escola pública de Nova York, a obra conquista justamente por não amenizar nenhum dos temas abordados.</p>
<p>Entre as produções nacionais que têm sido lançadas pela <i>Netflix</i>, <a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><i>Bom dia, Verônica</i></a> passa longe de ser apenas mais uma série de suspense criminal, visto que aborda a violência contra a mulher com um roteiro inteligente e um elenco impressionante. Por fim, mas não menos importante, a série russa <i>Cidade dos Mortos</i> explora a pior versão de 2020, combinando uma pandemia mortal de um vírus meio zumbi, com dramas familiares intensos nos arredores de Moscou.</p>
<p><b>Séries favoritas: </b><strong>1.</strong> Normal People (Hulu) / <strong>2.</strong> Grand Army (Netflix) / <strong>3.</strong> Into The Night (Netflix) / <strong>4.</strong> Bom dia, Verônica (Netflix) / <strong>5.</strong> Cidade dos Mortos (Netflix)</p>
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<figure id="attachment_17412" aria-describedby="caption-attachment-17412" style="width: 2400px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17412 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana.jpg" alt="Cena da série Arcanjo Renegado. A imagem mostra o personagem Mikhael, interpretado pelo ator Marcelo Mello Jr., na frente de um carro forte arma e vestido com um uniforme do excército. O personagem tem a pele negra clara, cabelos raspados e olha com uma expressão séria e concentrada para fora da imagem, mirando a arma." width="2400" height="1600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana.jpg 2400w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-2048x1365.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Arcanjo-Renagado-Imagem-de-Capa-Gabriel-Gomes-Santana-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17412" class="wp-caption-text">Arcanjo Renegado está disponível no catálogo do Globoplay (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Gabriel Gomes Santana</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O gênero de investigação policial realmente chegou a invadir meu coração em 2020. Por isso, eu não poderia deixar de colocar </span><i><span style="font-weight: 400;">Arcanjo Renegado</span></i><span style="font-weight: 400;"> em primeiro lugar da lista. Para os fãs de <em>Tropa de Elite</em> que sentem saudades de uma trama que explora os &#8216;podres da corrupção&#8217; e da tão problemática &#8216;política contra as drogas&#8217;, a série protagonizada por Marcelo Mello Jr. é uma excelente pedida.</span></p>
<p><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Bom dia, Verônica </span></i></a><span style="font-weight: 400;">também não pode ficar de fora. A trama busca prender a atenção dos espectadores ao expor assuntos como violência doméstica, estupro, assédio e machismo. Em terceiro lugar, podemos pontuar </span><a href="https://personaunesp.com.br/cobra-kai-netflix-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Cobra Kai</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que deu uma verdadeira aula de como reviver franquias de sucesso com as magníficas atuações de William Zabka e Ralph Maccio. Quem ama suspense ficou feliz em contemplar as narrativas de </span><i><span style="font-weight: 400;">Tell Me a Story</span></i><span style="font-weight: 400;">, trazendo adaptações horripilantes dos contos dos irmãos Grimm.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim e não menos importante, </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca </span></i></a><span style="font-weight: 400;">fecha a minha lista com chave de ouro. A série adolescente aborda temas como traumas, estereótipos culturais, identidade de gênero e sexualidade de maneira leve. Além disso, ela fornece o alívio cômico necessário que todos precisávamos ter para enfrentar 2020.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: </b><span style="font-weight: 400;"><strong>1.</strong> Arcanjo Renegado (Globoplay) / <strong>2.</strong> Bom dia, Verônica (Netflix) / <strong>3.</strong> Cobra Kai (Netflix) / <strong>4.</strong> Tell Me a Story (Amazon Prime Video) / <strong>5.</strong> Eu Nunca (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17476" aria-describedby="caption-attachment-17476" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17476 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1.jpg" alt="Cena da série Todas As Mulheres do Mundo. A imagem apresenta a personagem Maria Alice, interpretada pela atriz Sophie Charlotte lendo numa livraria Ela usa um vestido solto rosa claro sem mangas e seus cabelos castanhos estão presos num coque. A personagem está de pé em frente a uma estante e lê um livro. Na frente dela, do outro lado da estante, está Paulo, personagem interpretado pelo ator Emílio Dantas. Ele está encostado na estante, de lado, também lendo. O personagem usa uma camisa cinza escuro e óculos redondos pretos." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/todas-as-mulheres-2-1280x720-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17476" class="wp-caption-text">Cena clássica do filme de 1966 reproduzida na série de 2020 Todas as Mulheres do Mundo com os personagens Maria Alice (Sophie Charlotte) e Paulo (Emílio Dantas) (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Letícia Ramalho</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ano pandêmico, assisti séries que me convidaram a reflexão e evitei as que poderiam me deixar tensa e estressada. Entre meus lançamentos preferidos está</span><i><span style="font-weight: 400;"> The Midnight Gospel</span></i><span style="font-weight: 400;">, um </span><i><span style="font-weight: 400;">podcast</span></i><span style="font-weight: 400;"> de entrevistas que virou uma animação psicodélica. A série conta com oito episódios, cada um com um tema bom pra conversar em roda, entre eles: drogas, amor, morte, meditação. A série não pretende ser profunda, mas pode despertar interesses. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O Próximo Convidado Dispensa Apresentações com David Letterman</span></i><span style="font-weight: 400;">, outra série de conversas e entrevistas, teve sua terceira temporada lançada este ano. Um dos entrevistadores mais conhecidos dos EUA conversa com quatro figuras marcantes, uma em cada episódio. No último, Letterman recebe a cantora Lizzo para uma das entrevistas mais inspiradoras do programa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com relação a produção nacional, a série que mais aguardei foi </span><i><span style="font-weight: 400;">Todas as Mulheres do Mundo</span></i><span style="font-weight: 400;">, inspirada no filme de 1966 de Domingos de Oliveira. A versão de 2020 é mais interessante para quem já conhece as obras de Domingos, as todas mulheres do mundo apresentadas na série são figuras e referências não só do filme de 1966, mas de quase todos os outros filmes do autor, uma bela homenagem. Já o final que me fez chorar foi</span> <span style="font-weight: 400;">o de </span><i><span style="font-weight: 400;">Chicas Del Cable</span></i><span style="font-weight: 400;">, ou </span><i><span style="font-weight: 400;">As Telefonistas</span></i><span style="font-weight: 400;">. Para quem acompanhou os 4 anos da série e as paisagens de Madri dos anos 1920, o fim foi emocionante. Um fechamento com muita união, força, luta e amizade feminina que me fez usar batom roxo como o de Lidia. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> As Telefonistas (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> The Midnight Gospel (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Todas as Mulheres do Mundo (Globoplay) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> O Próximo Convidado Dispensa Apresentações com David Letterman (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17358" aria-describedby="caption-attachment-17358" style="width: 1000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17358 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mv5bmtk0odu0otaxmf5bml5banbnxkftztgwndezodg0ntm40._v1_.jpg" alt="Cena da série Inimigo Interno. Ao lado esquerdo da imagem vemos um homem negro. Ele veste terno e calça cinza, camisa azul e gravata vermelha, na cintura tem o distintivo de policia. Ao seu lado direto a um homem branco mais velho, ele é careca, usa óculos. Ele veste calça e terno pretos, camisa branca e gravata vermelha. Ao seu lado direto está uma mulher branca. Ela veste calça e camisa cinza e suas mãos estão entrelaçadas na altura do quadril . Seu cabelo é ruivo na altura dos ombros. Ao seu lado esquerdo há um homem branco. Ele veste calça e terno azul marinho, camisa azul e gravata cinza. Seu cabelo é preto, e na sua cintura tem o distintivo de policial. O fundo da imagem é uma sala cinza" width="1000" height="666" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mv5bmtk0odu0otaxmf5bml5banbnxkftztgwndezodg0ntm40._v1_.jpg 1000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mv5bmtk0odu0otaxmf5bml5banbnxkftztgwndezodg0ntm40._v1_-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/mv5bmtk0odu0otaxmf5bml5banbnxkftztgwndezodg0ntm40._v1_-768x511.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17358" class="wp-caption-text">Exibida pela NBC em 2019, Inimigo Interno chegou ao Brasil este ano (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Nicole Saraiva</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um ano atípico que proporcionou a muitos tempo suficiente para colocar suas séries em dia, comigo não poderia ter sido diferente. E foi buscando novidades pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Globoplay</span></i><span style="font-weight: 400;"> que eu encontrei </span><i><span style="font-weight: 400;">Inimigo Interno (Enemy Within)</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma série policial com um quê de vida real que me deixou presa em cada episódio. Dinâmica e imprevisível ela te faz duvidar de tudo e te deixa na ponta da cadeira. Assim como </span><a href="https://personaunesp.com.br/pequenos-incendios-por-toda-parte-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Little Fires Everywhere</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a minissérie da </span><i><span style="font-weight: 400;">Hulu </span></i><span style="font-weight: 400;">fez seu nome dentre os meus grandes achados deste ano, cativante e intrigante, eu nunca vi uma história tão bem contada em tão pouco tempo e isso ganhou minha atenção. Ambas conquistaram os primeiros lugares da minha lista!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">a história de </span><i><span style="font-weight: 400;">Gatunas (Trinkets) </span></i><span style="font-weight: 400;">chegou ao fim em sua segunda temporada. Eu posso afirmar que o encerramento não decepciona nem um pouco, a série colocou todos os pingos nos </span><i><span style="font-weight: 400;">is </span></i><span style="font-weight: 400;">e me deixou com o coração quentinho ao ver a jornada de Tabitha, Moe e Elodie finalizada com um selo de missão cumprida. Já na </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon</span></i><span style="font-weight: 400;">, a série </span><i><span style="font-weight: 400;">Alex Rider </span></i><span style="font-weight: 400;">me pegou de surpresa, e que incrível surpresa ver mais uma vez o espião adolescente dos livros ser retratado nas telinhas! A série de suspense entrega uma trilha sonora de tirar o fôlego, uma fotografia impecável, cenários lindos e grandes atuações, não podia ficar de fora das minhas preferidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E fecho a minha lista com um dos lançamentos mais esperados de todos: </span><i><span style="font-weight: 400;">As Five </span></i><span style="font-weight: 400;">chegou ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Globoplay </span></i><span style="font-weight: 400;">no melhor momento possível! O </span><i><span style="font-weight: 400;">spin-off</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><i><span style="font-weight: 400;">Malhação Viva a Diferença (2017) </span></i><span style="font-weight: 400;">conta a história de Tina, Lica, Benê, Ellen e Keyla 5 anos após o fim da novelinha. Com temas mais adultos, muitas provocações e cenas bem mais explícitas, a série de Cao Hamburguer veio para acabar com o estigma de que </span><i><span style="font-weight: 400;">Malhação </span></i><span style="font-weight: 400;">só entretém o público mais jovem. Além de quebrar muitos tabus da própria emissora e isso só fez com que eu me apaixonasse de novo por essa história. Aqui vai um </span><i><span style="font-weight: 400;">spoiler</span></i><span style="font-weight: 400;">:</span><span style="font-weight: 400;"> em breve você poderá ler a crítica dessa série comigo aqui no Persona, então se prepare!</span></p>
<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> Inimigo Interno (NBC) / <strong>2.</strong> Little Fires Everywhere (Hulu) / <strong>3.</strong> Gatunas (Netflix) / <strong>4.</strong> Alex Rider (Amazon Prime Video) / <strong>5.</strong> As Five (Globoplay)</p>
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<figure id="attachment_17493" aria-describedby="caption-attachment-17493" style="width: 850px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17493 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/high-fidelity-persona-2020.jpg" alt="Cena da série High Fidelity. Ao lado esquerdo vemos uma mulher jovem e negra. Ela veste colete verde e jaqueta preta. Seu cabelo está com tranças e suas mãos estão apoiadas em caixas de discos. Ao centro da imagem vemos um homem branco sentado numa caixa de discos. Ele tem barba e cabelo cacheado. Veste camiseta preta e calça marrom. Há um relógio em seu braço esquerdo. No seu lado direto há uma mulher negra, ela tem cabelo liso na altura dos ombros. Veste regata preta e calça vermelha. Ao fundo é possível ver vários discos de vinil espalhados pela parede." width="850" height="510" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/high-fidelity-persona-2020.jpg 850w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/high-fidelity-persona-2020-300x180.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/high-fidelity-persona-2020-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17493" class="wp-caption-text">High Fidelity foi cancelada prematuramente pelo Hulu (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Leonardo Teixeira</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faz tempo que seriados já não são considerados apenas entretenimento e escapismo. Mas, nossa, como precisamos desses elementos em 2020. Acabei encontrando, sim, conforto nas produções para a TV, mas não fugindo da realidade. E sim me aproximando de sentimentos humanos, algo que perdemos quando nossos afetos se reservaram ao campo virtual. E quer experiência mais visceral e humana que </span><a href="https://personaunesp.com.br/i-may-destroy-you-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">I May Destroy You</span></i></a><span style="font-weight: 400;">? A obra-prima de Michaela Coel é um testemunho do quão certeiro, triste e engraçado o texto para televisão pode ser. Foi ao ar pela </span><i><span style="font-weight: 400;">HBO</span></i><span style="font-weight: 400;">, canal responsável pela maioria dos <em>shows</em> que me conquistaram este ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Com </span><a href="https://personaunesp.com.br/we-are-who-we-are-hbo-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">We Are Who We Are</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, outro trunfo da emissora, senti o sabor agridoce e gostoso do litoral italiano e das descobertas da adolescência, como nunca vistas antes. Uma velha queridinha, </span><a href="https://personaunesp.com.br/insecure-hbo-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Insecure</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> também me arrebatou em sua quarta (e hilária) temporada, e </span><a href="https://personaunesp.com.br/lovecraft-country-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Lovecraft Country</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, nas mãos de Misha Green, levou o terror social a novos níveis. Mudando de canal, </span><i><span style="font-weight: 400;">High Fidelity</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; produção do </span><i><span style="font-weight: 400;">Hulu </span></i><span style="font-weight: 400;">protagonizada pela musa Zoë Kravitz &#8211; é um dos tesouros escondidos do ano. Mas seu cancelamento precoce, em agosto, nos lembra do período áspero e difícil que foi 2020. Tenho esperanças de renovação, vacinas e mais séries incríveis para o novo ano. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1. </b><span style="font-weight: 400;">I May Destroy You (HBO) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Insecure (HBO) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> We Are Who We Are (HBO) / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">High Fidelity (Hulu) /</span><b> 5.</b><span style="font-weight: 400;"> Lovecraft Country (HBO)</span></p>
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<figure id="attachment_17395" aria-describedby="caption-attachment-17395" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17395 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/steven-1.jpg" alt="Cena do desenho Steven Universe. A imagem mostra 7 personagens da série que estão de frente, e a câmera está um pouco para baixo. Elas estão de olhos fechados e sorrindo. Ao fundo, há um céu azul com nuvens. As personagens estão em cima de uma plataforma azul." width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/steven-1.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/steven-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/steven-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/steven-1-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17395" class="wp-caption-text">Steven Universo Futuro terminou de ser exibida em 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Fellipe Gualberto</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda um pouco desprevenido com o início da pandemia (como todos estavam no começo do ano), fui pego de surpresa pelo final de </span><i><span style="font-weight: 400;">Steven Universo</span></i><span style="font-weight: 400;">. Em sua nova série limitada, chamada </span><i><span style="font-weight: 400;">Steven Universo Futuro</span></i><span style="font-weight: 400;">, Rebecca Sugar trouxe uma rápida visão sobre a adolescência de Steven, concluiu o arco de alguns personagens e emocionou os fãs com um final pautado em saúde mental. Toda a temporada teve um clima póstumo, o que não significa que não houve diversão e gratidão por parte dos fãs a todos os momentos vividos nessa série.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto são as produções da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, posso citar duas que me chamaram a atenção esse ano. A primeira é </span><a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, continuação indireta de </span><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Residência Hil</span></i><span style="font-weight: 400;">l, a série seguiu a linha de trazer um terror mais reflexivo e com menos </span><i><span style="font-weight: 400;">jump scares</span></i><span style="font-weight: 400;">. A história de um cozinheiro que se apaixona por uma fantasma nos encheu de ternura. Todos os medos e monstros da produção podem ser entendidos como metáforas para situações da vida real, como famílias desestruturadas e problemas em relacionamentos amorosos. A segunda é </span><a href="https://personaunesp.com.br/ratched-netflix-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Ratched</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, inspirada no universo do livro </span><i><span style="font-weight: 400;">Um Estranho no Ninho</span></i><span style="font-weight: 400;">, a trama conta a história da enfermeira Ratched, com uma estética atraente e a atuação consagrada de Sarah Paulson, os episódios tem um humor suave que quase passa despercebido mas, ainda assim, arranca risos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra animação que vale a pena assistir é </span><i><span style="font-weight: 400;">Beastars &#8211; O Lobo Bom</span></i><span style="font-weight: 400;">. O anime explora uma sociedade formada por animais, com embates entre carnívoros e herbívoros, e teve coragem de ter uma trama mais adulta e com imagens mais explícitas, indo onde outras produções do gênero, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Zootopia</span></i><span style="font-weight: 400;">, não tiveram coragem. No final do ano, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">deu aos fãs de desenhos um presente de natal: a segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Hilda</span></i><span style="font-weight: 400;">, que conseguiu ser tão prazerosa de se assistir quando a primeira. A mitologia nórdica é tratada de maneira delicada, os cenários são deslumbrantes e o traço fluído torna a obra deliciosa de se assistir, sendo muito cativante com seus episódios muito bem encadeados.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Steven Universo Futuro (Cartoon Network) / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Hilda (Netflix) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Ratched (Netflix) / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Beastars &#8211; O Lobo Bom (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17392" aria-describedby="caption-attachment-17392" style="width: 1620px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17392 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5.jpg" alt="Cena da série Sex Education. Na imagem, podemos observar vários personagens da série sentados lado a lado num auditório em perspectiva. O primeiro deles, posicionado do lado esquerdo da imagem, é o personagem Eric, interpretado pelo ator Ncuti Gatwa. Ele tem a pele negra, cabelos raspados e usa uma blusa colorida e com uma expressão surpresa, escondendo os lábios. Do lado direito dele, está Otis, interpretado pelo ator Asa Butterfield. Ele é branco, seus olhos são azuis e os cabelos num tom de castanho escuro. Ele usa uma camiseta listrada branca e amarela e também tem uma expressão surpresa, mista de curiosidade e constrangimento. Do lado de Otis está Ola, interpretada pela atriz Patricia Allison. Ela tem a pele negra e seus cabelos crespos e castanhos são raspados na lateral e médios na parte de cima, formando um topete. Ela conserva a mesma expressão de curiosidade, constrangimento e riso, e usa uma jaqueta verde escura. Ao lado dela, no lado direito da imagem, está a personagem Lily, interpretada por Tanya Reynolds. Ela é branca, seus cabelos castanhos estão presos e ela usa uma blusa amarela embaixo de uma camiseta laranja. Sua expressão também é de curiosidade." width="1620" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5.jpg 1620w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5-1536x1024.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Imagem-Top-5-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17392" class="wp-caption-text">A segunda temporada de Sex Education foi lançada em janeiro de 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Ana Marcílio</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 foi um ano complicado e isso ninguém pode negar. Entretanto, tivemos diversas surpresas nas produções audiovisuais ao redor do mundo. Hoje, presos em casa, as séries são nosso momento de alívio e pausa. Pensando nisso, resolvi formar meu top 5 com as produções que foram além de um simples momento na frente da televisão. É preciso mais do que uma boa história. </span><span style="font-weight: 400;">Entre romances, jovens e um pingo de história, as escolhidas trouxeram tudo o que faltava na vida real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Começando pela segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;">, várias reviravoltas embalaram essa nova fase. Os personagens que antes eram meros adolescentes, agora estão tendo de lidar com as responsabilidades de amadurecer. Ainda nessa temática, </span><a href="https://personaunesp.com.br/i-am-not-okay-with-this-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">I Am Not Okay With This</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> tem uma boa receita: juventude, descoberta e superpoderes. Não, isso não foi um erro de digitação. Superpoderes. Confesso que, de primeira, fiquei insegura com essa temática, já que poderia dar muito errado. Mas deu certo, e é uma das séries mais interessantes desta lista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um gênero completamente diferente,</span> <a href="https://personaunesp.com.br/mansao-bly-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">A Maldição da Mansão Bly</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">foi uma das melhores descobertas deste ano. Comecei com medo e terminei chorando &#8211; o verdadeiro significado de ‘essa série virou um enterro’. Amei o rumo que o roteiro decidiu tomar e a profundidade da história, foi uma grande surpresa. Além disso, a fotografia e as atuações são de tirar o fôlego. Com muita representatividade, diálogos sagazes e personagens apaixonantes essas produções me fizeram refletir, enquanto ria de um roteiro fluído. Algumas são obrigatórias para sair de 2020 com o pé direito, sem deixar que a realidade nos consuma por completo. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Sex Education (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> A Maldição da Mansão Bly (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> I Am Not Okay With This (Netflix) / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">The Great (Hulu) / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Little Fires Everywhere (Hulu)</span></p>
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<figure id="attachment_17457" aria-describedby="caption-attachment-17457" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17457 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127.jpg" alt="Cena dos bastidores da série The Good Place. O elenco principal está se abraçando ao redor do ator Ted Danson, que interpreta o personagem Michael na série. Ele está ao centro, usando um terno azul escuro vivo sob uma camisa branca e uma gravata borboleta azul clara de bolinhas brancas. Ele é branco, seus cabelos curtos são num tom claro de cinza, quase branco, e ele usa um óculos redondo preto. Do lado esquerdo da imagem, o primeiro personagem é Jason, vivido pelo ator Manny Jacinto. Ele é asiático, seus cabelos castanhos são curtos e ele usa uma jaqueta azul e vermelha. Ao lado dele está a atriz Jammela Jamil, que interpreta a personagem Tahani. Sua pele é negra clara e ela tem longos cabelos ondulados num tom de castanho escuro e usa uma franja sob a testa. Ela usa um vestido florido roxo que aparece pouco por conta de seu cabelo comprido e dos braços de seus colegas. Do lado direito do ator Ted Danson está a atriz D'Arcy Carden. que interpreta a personagem Janet na série. Ela usa o figurino típico de sua personagem, uma camisa florida de fundo branco com flores azuis e um colete roxo. Sua pele é branca e seus cabelos castanhos tem um comprimento médio e estão ondulados. Ao lado direito dela, está o ator William Jackson Harper, que interpreta o Chidi na série. Ele tem a pele negra, cabelos curtos e pretos. Ele usa uma camisa azul escura com bolinhas brancas e um óculos quadrado de armações grossas e pretas. Do lado direito dele, por fim, está a atriz Kristen Bell, que interpreta a protagonista da série, Eleanor. Ela é branca, seus cabelos são médios, lisos e loiros. Ela usa uma blusa de moletom rosa pink. Todos estão de olhos fechados e abraçando uns aos outros, fotografados de frente e da cintura para cima." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4637127-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17457" class="wp-caption-text">Os episódios finais de The Good Place foram exibidos em 2020 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Pedro Gabriel</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao fazer uma recapitulação de tudo o que eu assisti nesse ano, percebi que diferentes momentos me fizeram apreciar diferentes produtos. Me entreguei no fim da esnobada pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">Emmy</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-good-place-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Good Place</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que teve um final digno: os caminhos que a série estava tomando não poderiam ser encerrados de uma forma melhor. Tudo tem sua hora de acabar, caso contrário, acaba se perdendo em sua grandiosidade. Ainda nas grandiosidades de início de ano, não poderia esquecer de uma das melhores séries de </span><i><span style="font-weight: 400;">high school</span></i><span style="font-weight: 400;"> da atualidade. </span><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i><span style="font-weight: 400;"> teve sua segunda temporada, e abordou os temas da primeira de forma muito mais assertiva. Ela extraiu o melhor do seu elenco de peso, mostrou o adolescente como jovem que não entende tudo da vida, e emocionou com sua empatia em assuntos tão pesados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que a comédia tenha sido a principal fonte de entretenimento durante o ano, as histórias fantásticas e surreais me prenderam muito. Entre elas, está </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que voltou para um segundo ano muito melhor que o primeiro. Com um ritmo mais frenético, personagens marcantes, e muitas explosões de cabeças, a série proporcionou diferentes reações, e instigou seus telespectadores durante sua exibição. Vale ressaltar que foi um grande acerto a exibição semanal dos episódios. Além disso, a produção acerta em entregar os paralelos do mundo real, mostrando as atitudes absurdas que as pessoas tomam, e a hipocrisia de marcas e famosos ao engajarem em causas por conta do dinheiro, ou pelo poder. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas séries que me emocionaram durante o ano: primeiro foi a biografia da </span><a href="https://personaunesp.com.br/hebe-minisserie-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hebe</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que mesmo com todos os problemas, ainda mostrou o poder do audiovisual brasileiro. Andrea Beltrão, magnífica como a Rainha da TV brasileira, entregou uma performance surpreendente, junto com uma narrativa que aprofunda em muitos momentos fora da tela. A outra, foi a delicadeza na construção de </span><i><span style="font-weight: 400;">Love, Victor</span></i><span style="font-weight: 400;">. A produção veio para fazer um contraponto com os fatos ocorridos em </span><i><span style="font-weight: 400;">Love, Simon</span></i><span style="font-weight: 400;">, que, mesmo profundo e avassalador, tinha sido criticado por ser muito utópico na vida de muitos jovens. A série mostra desde o início que Victor também acha isso, e traz um retrato mais real desse processo de aceitação, e os dramas que ele traz para a pessoa em si e para as que o rodeiam. </span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> The Good Place (NBC) / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">Sex Education (Netflix) / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">The Boys (Amazon Prime Video) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Hebe (Globoplay) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Love, Victor (Hulu)</span></p>
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<figure id="attachment_17487" aria-describedby="caption-attachment-17487" style="width: 1000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17487 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/nasce-uma-rainha-draglicious-netflix-alexia-twister-gloria-groove.jpg" alt="Cena dos bastidores da série Nasce uma Rainha. Ao lado esquerdo está a drag queen Alexia Twister. Ela usa uma peruca loira lisa na altura dos ombros e franja. Ela usa brinco de argola amarelo. Sua roupa e sua maquiagem também são amarelas. No lado direito vemos a Drag Queen Glória Groove. Sua peruca é amarela e cacheada. Sua maquiagem também é amarela. Sua roupa é branca com manchas amarelas, azuis e vermelhas. Ela usa luvas brancas." width="1000" height="667" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/nasce-uma-rainha-draglicious-netflix-alexia-twister-gloria-groove.jpg 1000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/nasce-uma-rainha-draglicious-netflix-alexia-twister-gloria-groove-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/nasce-uma-rainha-draglicious-netflix-alexia-twister-gloria-groove-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17487" class="wp-caption-text">Alexia Twister e Glória Groove, as apresentadoras da série Nasce Uma Rainha, apresentam looks icônicos a temporada toda (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Eduarda Motta</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar das limitações impostas pela pandemia do novo coronavírus às gravações de filmes e séries, houveram grandes lançamentos este ano, inclusive dentre as produções nacionais. A respeito das séries, podemos destacar </span><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Bom dia, Verônica</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Nasce Uma Rainha</span></i><span style="font-weight: 400;">, ambas disponíveis na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. O destaque merecido vem pela representatividade que elas carregam: a primeira de forma a transbordar intensidade trazendo à tona o feminicídio com toda a seriedade necessária. Já o programa protagonizado por Gloria Groove e Alexia Twister é responsável por trazer ao </span><i><span style="font-weight: 400;">mainstream</span></i><span style="font-weight: 400;"> o merecido destaque à cultura </span><i><span style="font-weight: 400;">drag</span></i><span style="font-weight: 400;"> brasileira e mais, auxilia </span><i><span style="font-weight: 400;">drags</span></i><span style="font-weight: 400;"> iniciantes a se profissionalizarem com um bom toque de intimidade, para além do </span><i><span style="font-weight: 400;">glamour.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Internacionalmente, as séries que mais tiveram destaque, na minha opinião, foram </span><i><span style="font-weight: 400;">Supernatural</span></i><span style="font-weight: 400;">, pelo lançamento de sua última temporada. Junto de </span><i><span style="font-weight: 400;">La Casa de Papel</span></i><span style="font-weight: 400;">, que está na quarta parte da trama, e</span> <a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que chegou em sua segunda temporada. Com um clima completamente diferente dos primeiros anos, a </span><i><span style="font-weight: 400;">season finale</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><i><span style="font-weight: 400;">Supernatural </span></i><span style="font-weight: 400;">veio com cenas intimistas entre os protagonistas e com a atmosfera mais pesada do que nunca. Pois, além de terem que, mais uma vez, tentar impedir o fim do mundo, os irmãos Winchester têm que lidar com a possibilidade de um matar o outro no final, o que eleva a tensão e o medo do futuro para eles e para os fãs, pois o desfecho nunca foi tão imprevisível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a quarta parte da série dos criminosos,</span><i><span style="font-weight: 400;"> La Casa de Papel,</span></i><span style="font-weight: 400;"> deixa a desejar em relação à sua primeira temporada, porém ainda merece destaque por mostrar ação em conjunto com um plano de roubo tão inteligente quanto o que deu início à trama. Além disso, houve um melhor desenvolvimento da personalidade de um dos personagens mais queridos pelo público &#8211; o complexo Berlim. Agora, o maior amadurecimento de enredo vai para </span><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i><span style="font-weight: 400;">. Em sua segunda temporada, as jornadas dos personagens, bem como seu desenvolvimento, está em primeiro plano, porém sem que as sátiras características da série fossem esquecidas. Isso mostra que a trama pode ir além do deboche sobre a cultura dos heróis e se aprofundar numa história mais rica e envolvente.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> Nasce Uma Rainha (Netflix) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> Bom dia, Verônica (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> Supernatural (The CW) /</span><b> 4.</b><span style="font-weight: 400;"> La Casa de Papel (Netflix) / </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> The Boys (Amazon Prime Video)</span></p>
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<figure id="attachment_17514" aria-describedby="caption-attachment-17514" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17514" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597.jpg" alt="Cena da série O Preço da Perfeição da Netflix. A imagem é de um estúdio de balé com piso de madeira e iluminação natural. Há 9 meninas que formam um triângulo como estão posicionadas. Elas estão vestidas com roupas pretas idênticas com coque nos cabelos. Na fotografia também há um homem branco, jovem com barba e bigode. O homem usa camiseta cinza e calça preta." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5912597-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17514" class="wp-caption-text">A série O Preço da Perfeição trata da situação de uma escola de balé após um trágico acidente com uma das alunas (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Ana Beatriz Rodrigues</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o mundo acabava, e não passava nenhum <em>reality show</em> na TV para me alienar, precisei recorrer a séries e filmes para não surtar ainda mais. Por mais que tenham sido entregues várias novas oportunidades neste ano, minhas apostas para o entretenimento focaram em produções já iniciadas, e <a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><em>Modern Family</em></a> ocupou meu coração, me fazendo viciar na comédia e sair um pouco dessa realidade. Mas o primeiro lugar do meu pódio foi ocupada pela grandíssima, e esnobada, </span><em><a href="https://personaunesp.com.br/the-good-place-critica/"><span style="font-weight: 400;">The Good Place</span></a></em><span style="font-weight: 400;">. A série que mistura comédia e filosofia, teve sua finalização este ano, e me fez ter mais vontade ainda de embarcar para um Bom Lugar no meio desse caos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, o segundo ano de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-2a-temporada-critica/"><span style="font-weight: 400;">T<em>he Umbrella Academy</em></span></a><span style="font-weight: 400;"> foi ainda mais emocionante do que esperava. A história dos Hargreeves  nessa temporada me fez roer as unhas e chorar pela história e para a <em>Netflix</em>, implorando por uma terceira parte. Embora tenha sido lançada há poucos dias, <em>O Preço da Perfeição</em> estreou na <em>Netflix</em> trazendo uma versão de <em>Elite</em> numa escola de Balé. Essa série com certeza foi uma das melhores produções deste ano, trazendo drama, suspense e a realidade obscura do mundo da dança com coreografias e uma história de tirar o fôlego. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção que não poderia faltar no meu <em>ranking</em> é a segunda temporada de </span><em><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></em><span style="font-weight: 400;">, que, mais uma vez, surpreendeu e conquistou pontos com seu público. Agora, com os adolescentes amadurecendo, os assuntos tratados continuam sendo representados de forma sensata e responsável. O último lugar foi contemplado com a minha maior surpresa de 2020: a série </span><em><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></a></em><span style="font-weight: 400;">. O meu ano foi recheado de comédias e a história de Devi não poderia ficar de fora dessa lista.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> The Good Place (NBC) / </span><b>2.</b><span style="font-weight: 400;"> The Umbrella Academy (Netflix) / </span><b>3.</b><span style="font-weight: 400;"> O Preço da Perfeição (Netflix) / </span><b>4.</b><span style="font-weight: 400;"> Sex Education (Netflix)/  </span><b>5.</b><span style="font-weight: 400;"> Eu Nunca (Netflix)</span></p>
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<figure id="attachment_17449" aria-describedby="caption-attachment-17449" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17449 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987.jpg" alt="Cena da série Bridgerton. Phoebe Dynevor, à esquerda, uma mulher branca de 25 anos está de vestido azul. Seu cabelo é castanho e comprido, e ela usa luvas até depois dos cotovelos. A sua frente, está Regé-Jean Page, um homem negro de trinta anos. Ele usa um paletó preto e possui cabelo curto preot. Ele tem barba rala e bigode. Os dois se encaram, de perfil." width="1280" height="705" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987-300x165.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987-1024x564.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987-768x423.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/bridgerton-101-unit-01798r3-1608753629987-1200x661.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17449" class="wp-caption-text">Julie Andrews é quem narra a série Bridgerton como Lady Whistledown, e não seria por menos&#8230; (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Caroline Campos</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nada como maratonar por dois dias seguidos um seriado delicioso enquanto o mundo acaba. Controle preparado, cobertor em mãos e chocolate no colo: hora de fugir de 2020. E assim seguimos desde março, sendo bombardeados pelos </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings</span></i><span style="font-weight: 400;"> em um clássico esquema de oferta e procura. No meio disso tudo, é quase impossível montar um </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking </span></i><span style="font-weight: 400;">com os melhores produtos que nos foram apresentados, que transita de vampiros tapados até uma versão de </span><i><span style="font-weight: 400;">Gossip Girl</span></i><span style="font-weight: 400;"> da aristocracia britânica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A minha primeira colocada foi um amor espontâneo e inesperado. Quem diria que, para uma leiga como eu, o xadrez pudesse ser tão atrativo. Beth Harmon roubou meu coração, e a minissérie </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gambito da Rainha</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi o maior sucesso do ano &#8211; alguém mandaria um buquê de rosas para Anya Taylor-Joy por mim? Acompanhar a vida desequilibrada da enxadrista prodígio foi uma aventura angustiante, seja pelas vitórias ultra comemoradas ou pelas recaídas assustadoras. E não podemos negar que a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">nos encheu de obras interessantes (tanto quanto genéricas). A vida de Devi, em </span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, foi a melhor comédia-que-pode-facilmente-te-levar-a-lágrimas do meu </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking</span></i><span style="font-weight: 400;">. A jovem e talentosa Maitreyi Ramakrishnan, acompanhada do elenco diverso, transformaram a série em um fenômeno, e sigo ansiosa para a continuação da história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, como se não fosse suficiente, </span><i><span style="font-weight: 400;">Bridgerton</span></i><span style="font-weight: 400;"> entrou no catálogo do serviço no dia de Natal. Que presente, meus amigos, que é acompanhar uma temporada inteira das idas e vindas entre Daphne Bridgerton e o Duque de Hastings. O casal possui uma química palpável por todos os oito episódios, e o resto dos personagens, a nobreza britânica do séc. XIX, são um <em>show</em> à parte. Bem, se eu pudesse me alongar, vocês não sairiam daqui tão cedo&#8230; Migrando para a plataforma ao lado, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Amazon</span></i><span style="font-weight: 400;"> nos deu um segundo ano de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Boys</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> caótico, quase beirando a perfeição. Capitão Pátria ganha cada vez mais camadas com o passar do tempo, como uma grande cebola psicótica. Rainha Maeve continua incrível. Eu amo a Kimiko. Essas são as informações necessárias. Próxima. Por fim, mas não em última colocada, </span><a href="https://personaunesp.com.br/what-we-do-in-the-shadows-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">What We Do In The Shadows</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi a minha cota de saudades-de-</span><i><span style="font-weight: 400;">The</span></i><span style="font-weight: 400;">&#8211;</span><i><span style="font-weight: 400;">Office</span></i><span style="font-weight: 400;">. Os vampiros da </span><i><span style="font-weight: 400;">FX </span></i><span style="font-weight: 400;">são excepcionalmente burros, curiosamente charmosos e extremamente hilários. Também na sua segunda temporada, os episódios de 20 minutos são deliciosos de assistir, e eu não me cansarei tão cedo.</span></p>
<p><b>Séries favoritas: 1.</b><span style="font-weight: 400;"> O Gambito da Rainha (Netflix) / </span><b>2. </b><span style="font-weight: 400;">The Boys (Amazon Prime Video) / </span><b>3. </b><span style="font-weight: 400;">What We Do In The Shadows (FX) / </span><b>4. </b><span style="font-weight: 400;">Bridgerton (Netflix) / </span><b>5. </b><span style="font-weight: 400;">Eu Nunca (Netflix)</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_17454" aria-describedby="caption-attachment-17454" style="width: 1253px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17454 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3.jpeg" alt="Cena da série Dark. Do lado enquerdo há um rapaz branco de cabelo liso na altura das orelhas e loira. Ele veste jaqueta preta. Ele está abraçado com uma mulher branca de cabelo preto e franja. Ela veste jaqueta amarela e está com as mãos no pescoço dele. O fundo é uma floresta desfocada." width="1253" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3.jpeg 1253w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3-300x162.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3-1024x552.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3-768x414.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/poltrona-dark_netflix_temporada-3-1200x646.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17454" class="wp-caption-text">Há quem fale o contrário, mas Dark deu uma aula sobre como encerrar uma série de forma digna e no tempo certo (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitória Silva</strong></p>
<p>Como se pode notar pelos comentários acima, as séries foram um dos melhores refúgios para a realidade assombrosa de 2020. Em minha busca incansável pelos <em>streamings,</em> resgatei diversas comédias, como <em>The Office </em>e <em>Community,</em> que serviram como um abraço caloroso ao final de dias exaustivos. E dei continuidade a colegas do passado: <a href="https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-2a-temporada-critica/"><em>The Umbrella Academy </em></a>e <em>Sex Education </em>lançaram segundas temporadas mais que surpreendentes, enquanto <em><a href="https://personaunesp.com.br/the-good-place-critica/">The Good Place</a> </em>e <a href="https://personaunesp.com.br/modern-family-final-critica/"><em>Modern Family</em></a> encerraram sua jornada de forma comovente, e já estão deixando saudades.</p>
<p>Mas 2020 também foi um momento de me desbravar por outros gêneros, como o da ficção científica, e nele encontrei <em><a href="https://personaunesp.com.br/dark-critica/">Dark</a>.</em> Com certeza, foi uma de minhas maratonas mais emocionantes, algo muito coerente para uma trama que nos faz aventurar junto com os seus personagens. As minisséries foram uma ótima alternativa para aproveitar conteúdos densos de forma mais rápida. <a href="https://personaunesp.com.br/mrs-america-critica/"><em>Mrs. America</em></a> é uma das maiores produções deste ano, com uma narrativa atemporal e extremamente necessária. E <em><a href="https://personaunesp.com.br/i-know-this-much-is-true-critica/">I Know This Much Is True</a> </em>segue a mesma linha, ambas mais que merecedoras de terem ganhado seus<em> Emmys</em> de atuação.</p>
<p>Não poderia faltar mencionar a grandiosa <em><a href="https://personaunesp.com.br/the-boys-2a-temporada-critica/">The Boys</a>,</em> que entregou uma segunda temporada superior à sua primeira (uma tarefa não muito fácil). Os personagens caricatos e as analogias diretas à nossa realidade formaram o verdadeiro <em>rir para não chorar.</em> E, falando em realidade, deixo aqui uma série que diz muito sobre o cotidiano das mulheres no Brasil, e talvez a melhor produção nacional da <em>Netflix </em>até hoje: <em><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/">Bom dia, Verônica</a>. </em>Por fim, coloco no meu pódio não as séries que me trouxeram alegria para os dias difíceis, e sim, as que foram um soco no estômago mais que necessário. E que, talvez, se todos assistissem à essas produções e refletissem um pouco, 2021 poderia ser um ano bem melhor.</p>
<p><strong>Séries favoritas: 1.</strong> I Know This Much Is True (HBO) / <strong>2. </strong>Mrs. America (FX) /<strong> 3. </strong>Dark (Netflix) / <strong>4.</strong> The Boys (Amazon Prime Video) / <strong>5. </strong>Bom dia, Verônica (Netflix)</p>
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		<title>Dash &#038; Lily é o clichê que precisávamos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2020 15:20:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Marcílio Nova York, Natal e dois jovens totalmente opostos é uma ótima receita para um clichê. E é nessa ambientação que Dash &#38; Lily, a mais nova aposta da Netflix, se desenvolve. Com a produção executiva assinada por Shawn Levy (diretor e produtor de Stranger Things) e Nick Jonas, o caçula dos Jonas Brothers, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/dash-e-lily-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Dash &#038; Lily é o clichê que precisávamos"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17315" aria-describedby="caption-attachment-17315" style="width: 725px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17315 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Dash-Lily-13-725x375-1.jpg" alt="Midori Francis está sentada em uma mesa. Ela tem os cabelos curtos e escuros, usa uma blusa florida de mangas cumpridas e um colar de pérolas alaranjado. Em suas mãos, está um caderno vermelho que ela segura aberto. Ao fundo, outras pessoas conversam em mesas." width="725" height="375" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Dash-Lily-13-725x375-1.jpg 725w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Dash-Lily-13-725x375-1-300x155.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17315" class="wp-caption-text">Série produzida por Nick Jonas é a nova comédia romântica da Netflix (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Marcílio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nova York, Natal e dois jovens totalmente opostos é uma ótima receita para um clichê. E é nessa ambientação que </span><i><span style="font-weight: 400;">Dash &amp; Lily</span></i><span style="font-weight: 400;">, a mais nova aposta da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, se desenvolve. Com a produção executiva assinada por Shawn Levy (diretor e produtor de </span><a href="https://personaunesp.com.br/stranger-things-3-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Stranger Things</span></i></a><span style="font-weight: 400;">) e Nick Jonas, o caçula dos </span><a href="https://personaunesp.com.br/jonas-brothers-retorno/"><span style="font-weight: 400;">Jonas Brothers</span></a><span style="font-weight: 400;">, a série é um aconchego para este fim de ano. Além das músicas muito bem escolhidas, o cenário e a fotografia sabem explorar o que se tem de melhor nos romances adolescentes. </span></p>
<p><span id="more-17314"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série natalina é uma adaptação do livro </span><i><span style="font-weight: 400;">O caderninho de desafios de Dash e Lily</span></i><span style="font-weight: 400;">, dos autores David Levithan e Rachel Cohn. Apesar das polêmicas que rondam as adaptações, como a falta de fidelidade ou a mudança brusca no enredo, o roteiro de Lauren Moon e Joe Tracz soube aproveitar o melhor da trama. Nela, somos apresentados à história de Lily, uma menina otimista e fã do Natal, e de Dash, um garoto sarcástico e grande crítico dos feriados de fim de ano.</span></p>
<figure id="attachment_17316" aria-describedby="caption-attachment-17316" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17316 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/20201211netflix0014.jpg" alt="Austin Abrams está de pé, ao lado de prateleiras de livros. Ele usa um suéter branco e, por cima, um casaco preto. Seus cabelos são loiros e cheios. Em suas mãos, ele segura um caderno vermelho aberto." width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/20201211netflix0014.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/20201211netflix0014-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/20201211netflix0014-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/20201211netflix0014-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17316" class="wp-caption-text">Dash é um personagem frio e calculista (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A história dos dois se cruza quando Lily, vivida por Midori Francis, se vê diante do pior Natal de sua vida. Quando percebe que nunca esteve apaixonada, seu irmão, Langston, lhe dá a ideia de criar pistas a um desconhecido e escrever em seu caderninho vermelho, que seria colocado na prateleira de uma livraria. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem encontra o caderno é Dash – interpretado por Austin Abrams, conhecido por </span><a href="https://personaunesp.com.br/twd-10a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Walking Dead</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e </span><a href="https://personaunesp.com.br/euphoria-hbo-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Euphoria</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> -, o desconhecido que embarca nesse jogo pela cidade de Nova York. A dupla troca mensagens pelo caderno, criando uma dinâmica divertida de confidencialidade com o espectador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em oito episódios de 28 minutos, a história exala a magia das comédias românticas e o frio na barriga de se apaixonar. Ainda assim, é importante salientar como </span><i><span style="font-weight: 400;">Dash &amp; Lily</span></i><span style="font-weight: 400;"> consegue se aprofundar em assuntos importantes como o </span><i><span style="font-weight: 400;">bullying</span></i><span style="font-weight: 400;">, a rejeição e a superação do passado. O casal cria o contraste perfeito para que o público sinta essa complexidade, em meio aos desafios do amadurecimento. O enredo se desenvolve sobre as expectativas dessa fase, tornando muito real o desenrolar nas telas.</span></p>
<figure id="attachment_17317" aria-describedby="caption-attachment-17317" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17317 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569.jpg" alt="À esquerda da imagem, Diego Guevara usa uma camisa preta e um casaco listrado preto e vermelho. Ele tem cabelos curtos, barba e um colar de prata. À direita da imagem está Troy Iwata. Seus cabelos são curtos e escutos e ele usa um suéter cinza. Os dois homens, ambos jovns, estão abraçados. " width="1920" height="960" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569.jpg 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569-300x150.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569-1536x768.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/DASHLILY_Season1_Episode3_00_11_28_11R-scaled-e1604752220569-1200x600.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17317" class="wp-caption-text">Langston, o irmão de Lily, precisa enfrentar seus próprios medos para viver o amor (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a produção da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">conta com coadjuvantes tão amáveis quanto os principais. As amizades e as motivações de cada personagem convencem quem está assistindo. Desde a família de Lily até Sofia, ex-namorada de Dash, interpretada pela Keane Marie, há um contraste muito interessante na construção de cada núcleo, dando a profundidade necessária para o desenrolar de conflitos. Uma menção honrosa ao melhor amigo de Dash, Boomer, chave essencial para a trama e muito bem representado por Dante Brown, um dos atores mais jovens da série. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, a </span><a href="https://www.revistajovemgeek.com.br/2019/03/sex-education-e-representatividade.html"><span style="font-weight: 400;">representatividade</span></a><span style="font-weight: 400;"> da série, tanto racial quanto LGBTQIA+, é um ponto de destaque. Somos apresentados a todas essas realidades de forma natural, uma dança muito bem coordenada pela direção. Os produtores tiveram sensibilidade o bastante para criar personalidades cativantes, as quais refletem a complexidade da juventude. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todavia, algumas cenas são um tanto arriscadas, principalmente por ter um público adolescente em grande maioria – com classificação indicativa de 10 anos. Por exemplo, a cena em que a Lily sai com seus amigos adultos e todos apoiam que ela beba &#8211; mesmo tendo apenas 17 anos &#8211; e, quando desorientada e cambaleante, não a auxiliam.</span></p>
<figure id="attachment_17318" aria-describedby="caption-attachment-17318" style="width: 620px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-17318 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/dash-lily-finale.jpg" alt="À esquerda, Austin Abrams usa um suéter azul com duas listras brancas no meio e uma calça bege. À direita, Midori Francis usa uma blusa de manga comprida e uma calça jeans. Eles se olham e estão sentados em cima de uma prateleira de livros, com luzes de natal ao redor e uma janela atrás. Está de noite." width="620" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/dash-lily-finale.jpg 620w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/dash-lily-finale-300x203.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17318" class="wp-caption-text">Dash &amp; Lily apresenta o clima perfeito para se apaixonar (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais que seja característico de séries juvenis, como em </span><a href="https://personaunesp.com.br/sex-education-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Sex Education</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Riverdale</span></i><span style="font-weight: 400;">, essa exposição e desamparo podem ser muito alarmantes. Não tem como dimensionar a influência de uma produção em pessoas mais novas. Cenas como essa, na vida real, podem ser bem mais perigosas do que aparentam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a série não perde seu sentido por isso. Um clichê digno de corrida em meio aos carros, pedrinhas na janela e beijos apaixonados. Uma história de Natal feita para o Natal. Para quem gosta de romance e esse clima de descoberta, </span><i><span style="font-weight: 400;">Dash &amp; Lily</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um prato cheio. Muito propício, inclusive, para um ano tão </span><a href="https://g1.globo.com/retrospectiva/2020/noticia/2020/12/10/retrospectiva-2020-fotos-do-ano.ghtml"><span style="font-weight: 400;">turbulento</span></a><span style="font-weight: 400;"> quanto esse 2020. Às vezes, só precisamos de algo que nos faça acreditar – seja na magia do Natal ou no amor. É sempre bom lembrar de se apaixonar pelo imprevisível. </span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/rCJx5nPmRpo?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></div>
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