Com alma humana e nova-iorquina, Paper Tiger reconhece a beleza do cinema e de um bom drama familiar

Cena do filme Paper Tiger.Plano médio em tom amarelado. Ao centro, Adam Driver, homem branco de terno escuro e cabelo castanho escuro, segura as mãos de Scarlett Johansson, uma mulher branca que está de costas no canto inferior direito, que possui cabelo loiro cacheado e veste uma camisa azul-esverdeada. À esquerda, em pé perto de uma porta branca, Miles Teller, um homem branco de óculos e camisa listrada de mangas curtas, sorri. Ao fundo e à direita, na escada de madeira da casa, dois jovens sorriem observando a cena: um garoto branco de camisa polo azul-marinho e outro mais alto usando camisa polo listrada de verde e amarelo debruçado no corrimão.
Paper Tiger foi o filme de abertura da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (Foto: Neon FIlms)

Mariana Bezerra

Paper Tiger, o novo filme do diretor estadunidense James Gray, foi o título de abertura da 50ª Mostra Internacional de São Paulo. Gray participa desta edição do evento como peça central: assina a ilustração do cartaz oficial, é o vencedor do Prêmio Leon Cakoff, o título honorário de maior prestígio da Mostra e é homenageado com a exibição especial de sua filmografia. O longa estreou no Festival de Cannes e percorreu outros grandes festivais, como o de Nova Iorque, e chegará aos cinemas em 2027. 

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