Após oito anos sem uma das grandes apresentadoras brasileiras, Hebe – A Estrela do Brasil reacende os corações com a nostalgia de revê-la novamente nas telinhas (Foto: Reprodução)
Pedro Gabriel
Ao olhar para a construção do mundo midiático brasileiro, diversas personalidades se destacam. Isso ocorre muito pela genialidade dessas pessoas ao se mostrar na frente do público, e como isso os cativou. Elas estavam em diversas áreas, sendo apresentando programas, cantando, atuando ou até praticando esportes. Em 2019, para homenagear umas das maiores apresentadoras brasileiras, foi lançado o filme Hebe – A Estrela do Brasil. O estúdio ainda transformou a obra em uma minissérie de dez episódios, que foi liberada no seu serviço de streamingGloboplay, em abril de 2020.
Uma trama adolescente com críticas preocupantes em relação ao abuso das redes sociais (Foto: Reprodução)
Gabriel Gomes Santana
Lançado em 2017 pela Star Thrower Entertainment, Ingrid Vai Para o Oeste (2017) vem causando muitas reflexões sobre o poder de influência das redes sociais no estado de saúde mental de seus usuários. Adicionado no início de maio no catálogo da Netflix, o filme retrata o descontrole obsessivo de Ingrid Thorburn perante o seu uso do Instagram. Além de trazer Matt Spicer na direção, a obra ainda conta com o protagonismo de Aubrey Plaza e Elizabeth Olsen.
Uma equipe de jogadores, um tanto quanto engraçada (Foto: Reprodução)
Gustavo Alexandreli
Desde sua criação, os videogames sempre foram muito populares entre os jovens. Nas décadas de 80 e 90, o sucesso eram os fliperamas, locais onde era possível jogar os clássicos de Arcade. Essa época ficou marcada por jogos como Pac Man (1980), Galaga (1981), Donkey Kong (1981) entre outros. Pixels, longa lançado em 23 de julho de 2015, traz ao espectador uma lembrança do nostálgico mundo dos games clássicos. Sob a direção do famoso Chris Columbus, o filme que mistura ação e ficção científica é animador, mas nada como uma piada sem graça para estragar o clima. A produção, que utiliza de muitos efeitos especiais para dar vida aos jogos, é formada pelas companhias Happy Madison, 1492 e Columbia Pictures com distribuição da Sony Pictures.
Pixels é baseado no curta-metragem – de mesmo nome – do francês Patrick Jean. Em sua adaptação para o cinema, a trama tem início no ano de 1982, quando Sam Brenner (Adam Sandler) e seu amigo William Cooper (Kevin James) vão ao fliperama, e Sam se descobre um grande jogador. A dupla então vai ao 1° Campeonato de Jogos de Fliperama, onde conhecem Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) – um louco por teorias da conspiração – e o sempre confiante e debochado Eddie Plant (Peter Dinklage). A disputa entre os jogadores é gravada por agentes da NASA e agrupada com outros eventos e elementos da cultura pop de 1982, que então é lançada em uma sonda ao espaço em busca de contato com vida extraterrestre.
Antes de desenvolver a crítica, façamos um exercício de pensamento. Quantas vezes já aconteceu de você conhecer uma pessoa, ter uma conversa envolvente, viver um momento daqueles de querer guardar para sempre num gavetinha, e no final nunca mais vê-la novamente?
Céline (Julie Delpy) e Jesse (Ethan Hawke) e Jesse vivem um dia inesquecível (Foto: Reprodução)
João Batista Signorelli
Poucos filmes foram capazes de capturar tão naturalmente a beleza dos encontros passageiros como Antes do Amanhecer (1995), que em 2020 completa 25 anos e continua tão jovem quanto em seu lançamento. Em um trem cruzando o continente europeu, dois jovens adultos, o norte-americano Jesse (Ethan Hawke) e a francesa Céline (Julie Delpy) se conhecem por acaso. Jesse convence Céline a descer em Viena, onde têm apenas uma tarde uma noite para conviverem antes que ele parta em um voo de volta aos EUA pela manhã e ela retorne a Paris de trem.
O nome do filme é em referência ao lugar onde a história se passa, Palm Springs na Califórnia (Foto: Reprodução)
Ana Beatriz Diogo Rodrigues
A rotina da quarentena é extremamente cansativa por mais que não precisemos mais sair de casa. Acordar e fazer as mesmas atividades todos os dias se tornou um ciclo desagradável e nunca achar uma saída para esse cotidiano é ainda mais preocupante. Mesmo gravado em cenário pré-pandêmico, o filme Palm Springs se relaciona com essa atual realidade. Os protagonistas vivem um looping temporal da mesma maneira que nosso isolamento é repetitivo.
Com lugar garantido na lista dos dez mais vistos da Netflix, The Old Guard está perto dos 72 milhões de espectadores (Foto: Reprodução)
Vitória Lopes Gomez
“Não é o que o tempo rouba, é o que ele deixa para trás”. Com um trailerrecheado de ação e uma pitada de mistério, e contando com ninguém mais ninguém menos que Charlize Theron como protagonista, a Netflix lançou sua nova empreitada: The Old Guard. Cada vez mais apostando em suas produções originais, desde romances adolescentes, como A Barraca do Beijo, e thrillers, como Bird Box, a plataforma arrisca pouco, mas, novamente, garante o entretenimento em seu novo longa de ação.
O filme do espetáculo de sucesso da Broadway teve sua estreia adiantada em streaming
Da esquerda para a direita: Leslie Odom Jr., Daveed Diggs, Lin-Manuel Miranda, Christopher Jackson and Renee Elise Goldsberry (Foto: Joan Marcus/Playbill)
Letícia Machado e Rafaela Thimoteo
Como um bastardo, órfão, filho de uma prostituta e pai fundador dos Estados Unidos presente na nota de dez dólares se tornou um dos maiores fenômenos na indústria dos musicais e plataformas de streaming de todos os tempos?
Hamilton: An American Musical é um musical composto, escrito e protagonizado por Lin-Manuel Miranda. Norte-americano de família porto-riquenha que nasceu em Nova York, em 1980, Miranda se inspirou na biografia de Alexander Hamilton do historiador Ron Chernow para criar essa peça.
Pôster do filme e capa do livro Cidades de Papel (Foto: Reprodução)
Gustavo Alexandreli
Após o sucesso da produtora Temple Hill em parceria com a FOX na adaptação do best-seller A culpa é das estrelas (2014), rendendo uma bilheteria de 307,2 milhões de dólares, as produtoras apostaram em mais uma adaptação da obra de John Green, desta vez em 2015. O best-seller Cidades de papel (Paper Towns) virou filme, dirigido pelo americano Jake Schreier. Em 9 de julho de 2020 a trama romântica completa cinco anos de lançamento e mantém temáticas atuais acerca de assuntos importantes, como a amizade, o amor na juventude e as transformações causadas pela chegada da vida adulta.
Estreava 25 anos atrás, o filme Clueless, ou (como foi intitulado no Brasil) As Patricinhas de Beverly Hills. Esse clássico da cultura jovem recontou o livro Emma, da escritora Jane Austen, mas levando a trama inglesa para o alto de Beverly Hills. O longa-metragem escrito e dirigido pela cineasta Amy Heckerling, conquista pelos clichês adolescentes que ainda hoje fazem sucesso. Com uma trama simples, o filme consegue mesclar bem a comédia e os estereótipos jovens: os maconheiros, os skatistas e as “material girls”.
Relembrar Toy Story 3 traz à tona emoções que confirmam seu papel marcante entre as produções da Pixar (Foto: Reprodução)
Bianca Penteado
O ano era 1995 e pela primeira vez Woody (Tom Hanks), Buzz Lightyear (Tim Allen) e seus amigos, marcavam presença nas telonas dos cinemas, com Toy Story. O longa-metragem, que pioneiro no uso integral de ferramentas de computação gráfica, teve destaque pela trama incomum que carregava: um mundo onde brinquedos são seres vivos que, na presença de humanos, fingem ser inanimados. O sucesso foi tanto, que o tempo passou e, ao passo que seu público crescia em tamanho e idade, a obra foi sequenciada, com seus enredos amadurecendo paralelamente aos fãs.