Há 20 anos, Criminal Minds mergulhava no lado mais sombrio da mente humana

Em um escritório, há 5 pessoas. Da esquerda para a direita: um homem alto com cabelo preto, um homem mais baixo com cabelo preto e barba, um homem de cabelos brancos com roupas sociais, uma mulher loira com blusa azul e uma mulher de cabelo preto e franja. A mulher loira olha para um tablet que está em sua mão. O primeiro homem também segura um tablet, mas olha para a mulher de franja, que segura um celular. Todos estão com expressões sérias. No fundo da sala há dois painéis com fotos dos crimes. Na mesa, há arquivos dos casos, fotos e tablets.
A série acumula estatuetas em premiações como People’s Choice Award, BMI TV Music Award e NAACP Image Awards, além de indicações ao Emmy (Foto: Paramount Global)

Vitória Mendes

O maior problema enfrentado pelas séries produzidas em larga escala e mantidas por décadas a fio é inovar sem perder a originalidade e a essência que as definem.  Muitas acabam com furos no roteiro, previsibilidade e narrativas inconsistentes como em Grey’s Anatomy (2005) e The Walking Dead (2010). Felizmente, Criminal Minds supera as estatísticas. Lançada em 22 de setembro de 2005, a criação de Jeff Davis, também conhecido por Teen Wolf (2011), se insere em um nicho de investigação criminal já consolidado. Ainda assim, conquista seu próprio espaço ao trazer uma nova perspectiva: a análise de perfilamento. Afinal, para capturar um criminoso, é preciso pensar como um. Continue lendo “Há 20 anos, Criminal Minds mergulhava no lado mais sombrio da mente humana”

Em sua última temporada, The Marvelous Mrs. Maisel é apresentada pela primeira vez

 Imagem da série The Marvelous Mrs. Maisel. Na imagem está a atriz Rachel Brosnahan interpretando a personagem Midge Matel. A atriz é branca de cabelos na altura dos ombros, ondulados e castanhos. Ela usa batom vermelho e tem uma expressão séria no rosto. Ela está falando em um microfone de carbono, olhando pra frente, enquanto uma mão segura o suporte do microfone a outra aponta para frente. Ela veste um vestido regata preto, com um laço dourado no peito. Ao fundo está um cenário montado de um palco, as cores predominantes são tons pastéis laranja, amarelo e roxo. Estão em segundo plano dois homens, um sentado em um banco segurando uma guitarra e outro está segurando um violoncelo.
“Quero quebrar cada regra que existe” (Foto: Amazon Prime Video)

Costanza Guerriero

Há cinco anos, The Marvelous Mrs. Maisel nos conta como é ser uma mulher comediante nos anos sessenta. Não apenas uma mulher, mas uma mulher divorciada que decide trabalhar. Não apenas trabalhar, mas trabalhar com comédia. O fim da série confirma que a produção sempre tentou trazer uma mensagem para além do que é conviver com o machismo, sendo sobre a possibilidade de quebrar as regras que a sociedade nos impõe – não porque se deve, mas porque se deseja. A produção conta uma história sobre ter coragem de fazer o que deve ser feito, para chegar nos lugares que se deseja, mesmo carregando um enorme fardo: ser uma mulher ambiciosa. Vencedora de vinte Emmys, este ano a produção chegou mais uma vez na premiação concorrendo a quatorze prêmios, incluindo Melhor Série de Comédia, e tornando-se uma das preferidas pelo seu brilhante desfecho.

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O que você perdeu em Glee: 5 anos do fim de um fenômeno

Cinco anos após a estreia de sua última temporada, o legado de Glee continua vivo e mostrando que é muito mais do que as tragédias que o cercam.

A icônica frase “E foi isso que você perdeu em Glee” era entoada pelo narrador da série a cada novo episódio, para resumir os últimos acontecimentos do show (Foto: Divulgação/Fox)

Luize de Paula

A verdade é que nunca haverá nenhuma série como Glee. Desde Nashville, passando por Brilhante Victória e até mesmo novas produções como High School Musical: O Musical: A Série, Glee (criação de Ryan Murphy,  Brad Falchuk e Ian Brennan) nunca será apenas um programa de televisão, mas um fenômeno cultural.  Mesmo cinco anos após a estreia de seu último episódio, os Tik Toks,  perfis no Twitter e podcasts (inclusive dos próprios atores) zoando cenas, tramas e momentos da série fizeram com que ela saísse de núcleos específicos das redes sociais e encontrasse o público geral.

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