A segunda temporada de The Last of Us é um apocalipse estarrecedor, mas que tem medo de fogo

Ellie é uma mulher branca de 19 anos com os cabelos morenos parcialmente presos em um coque. A mulher, localizada na extremidade direita da foto, utiliza uma blusa de frio preta e carrega, na mão esquerda, uma fonte de luz em formato de cano, que se assemelha a uma lanterna, apontada para o lado esquerdo do quadro. Ao lado esquerdo, fungos em formatos cilíndricos “agarram” um cadáver destruído e tomado pelo mesmo ser vivo, que é iluminado pela lanterna da personagem à direita.
A segunda temporada de The Last of Us diminui o ritmo do seriado (Foto: MAX )

Isabela Pitta

Mesmo que o tempo ande a passos lentos ou corra com avidez, a vingança nasce e renasce no coração humano. A cada ciclo vingativo fechado, ao menos um novo é aberto e a humanidade se perde em desesperança. Apesar de a violência já ser esperada em um mundo apocalíptico, no fundo, as próprias pessoas são a principal fonte das atrocidades consideradas, desumanas. Porém, sem o ódio e o amor, o que sobra na essência humana? A segunda temporada de The Last Of Us chegou, em abril deste ano, às telas dos assinantes da MAX com medo de mergulhar de cabeça na essência dual e complexa de Ellie.  Continue lendo “A segunda temporada de The Last of Us é um apocalipse estarrecedor, mas que tem medo de fogo”