20 anos de Orgulho e Preconceito: A adaptação que fez Jane Austen brilhar no cinema

Cena do filme Orgulho e Preconceito (2005). Na imagem, os personagens Elizabeth Bennet e Mr. Darcy estão muito próximos, prestes a se beijar. Elizabeth, uma jovem branca de cabelos castanhos escuros presos, está com os olhos fechados, com as mãos tocando a mão de Darcy. Ela usa um casaco longo escuro. Darcy também tem a cabeça inclinada para frente e os olhos fechados, em um gesto de ternura. Ele veste um casaco escuro com gola alta. Ao fundo, há um campo verde sob um céu esbranquiçado ao entardecer, transmitindo um clima romântico e íntimo
O livro de Orgulho e Preconceito é base de inspiração para novos romances modernos (Foto: Universal Studios)

Stephanie Cardoso

Em um tempo em que as telonas eram dominadas por sagas adolescentes e efeitos mirabolantes, Orgulho e Preconceito (2005) chegou como quem não quer nada e conquistou tudo. Vinte anos depois, o filme dirigido por Joe Wright continua sendo uma das adaptações mais amadas da literatura – e um dos romances mais bonitos e sinceros já feitos no cinema (e não é um exagero).

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Há 15 anos, o clássico de Jane Austen estreava no cinema com orgulho, mas sem preconceito

“É estranho pensar que todas as grandes mulheres da ficção tenham sido, até o advento de Jane Austen, não só retratadas pelo outro sexo, mas apenas de acordo com sua relação com o outro sexo”.   (Virginia Woolf)

Na foto vemos cinco mulheres numa sala, com a protagonista, Elizabeth Bennet, na frente
Da esquerda para a direita: Kitty, Sra. Bennet, Elizabeth, Lydia, Jane e Mary, ao fundo (Foto: Reprodução)

Vanessa Marques

Orgulho e Preconceito (2005), dirigido por Joe Wright, é a adaptação para o cinema da obra famosa de Jane Austen. Sob uma capa de aparente inocência, a trama retrata os costumes rígidos e patriarcais da aristocracia rural inglesa do século 19. Estrelado por Keira Knightley (Elizabeth Bennet) e Matthew Macfadyen (Darcy), o longa-metragem, que retornou ao catálogo da Netflix em seu ano de debutante, mergulha o espectador numa estética delicada e sensorial, fruto da tríade indicada ao Oscar — produção, direção de arte e trilha sonora.

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