10 anos de Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2: A Revolução não tem fim

Cena de Jogos Vorazes – A Esperança Parte 2. A cena mostra um grupo de combatentes vestidos com roupas táticas pretas em um ambiente externo de clima sombrio. Eles parecem se preparar para uma missão, todos com expressões sérias e focadas. Alguns seguram armas, reforçando o caráter militar da cena. A iluminação difusa, de um dia nublado, cria sombras suaves que aumentam a tensão. Ao fundo, uma estrutura arquitetônica clássica sugere um cenário urbano abandonado ou estratégico. Há também uma figura mais distante, em uniforme camuflado, indicando diversidade de funções no grupo. A composição dá destaque ao senso de prontidão e determinação coletiva. A cena transmite expectativa e clima pré-confronto.
Esperança Parte 2 é o quarto filme da franquia (Foto: The Lionsgate)

Marcela Jardim

Há dez anos, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2 chegava aos cinemas encerrando uma das distopias audiovisuais mais influentes do século XXI. Em 2015, o lançamento dividiu público e crítica, mas hoje, uma década depois, o filme se revela uma obra que só ganhou densidade com o tempo. A produção sintetiza o espírito de uma geração que cresceu vendo o colapso de instituições, a crise da democracia e o avanço das guerras por narrativas. Revisitar essas imagens agora, num mundo ainda mais fragmentado e polarizado, expõe a força atemporal da saga e sua capacidade de dialogar com cada novo ciclo de turbulência política. Katniss (Jennifer Lawrence), com sua mistura de heroísmo imperfeito e vulnerabilidade radical, permanece como um símbolo cultural que transcende a ficção e encontra eco nas discussões sobre poder, propaganda e resistência.

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E o Grammy vai para…Daisy Jones & The Six!

Aviso: o seguinte texto discursa sobre temas que podem se tornar gatilhos para algumas pessoas que sofrem/sofreram com dependência química e violência sexual.

Fotografia da série Daisy Jones & The Six. Na foto, os personagens Billy Dunne e Daisy Jones estão centralizados. Da esquerda para a direita, temos Daisy. Ela é ruiva, tem cabelos longos e cacheados nas pontas, usa um brinco redondo e roupas brancas com transparência. Ela está de olhos fechados. Ao seu lado, Billy possui cabelos castanhos e ondulados na altura dos ombros, usa uma jaqueta marrom e uma camisa branca. Ele olha para o horizonte. O cenário atrás dos dois é de um céu azul límpido, e a luz amarelada do pôr do sol os ilumina.
Entre brigas, farpas e composições, Billy e Daisy nos hipnotizaram com a famosa fórmula enemies to lovers (Foto: Amazon Prime Video)

Clara Sganzerla e Letícia Stradiotto

Separe sua calça boca de sino, seu óculos escuro, uma blusa com a estampa mais divertida do seu armário e entre na atmosfera dos anos 70 com a banda mais incrível que, até então, não existia. A nova série do Amazon Prime Video, baseada no livro de mesmo nome da autora Taylor Jenkins Reid, nos apresenta, com muito drama, romance e emoção, a ascensão e queda do grupo mais polêmico e amado do Reidverso. Antes de mergulhar na Los Angeles regada a drogas, sexo e rock n’ roll, não esqueça seus fones de ouvido e prepare-se para se apaixonar, chorar e voltar no tempo com Daisy Jones & The Six

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