Seja 15 anos atrás ou agora, Sex and the City 2 é uma péssima ideia

 Imagem de uma cena do filme Sex and the City 2. As personagens Samantha, Carrie, Miranda e Charlotte estão em uma varanda, sorrindo e segurando taças com drinques alaranjados. Todas estão vestidas com um estilo diferente: a primeira usa um conjunto dourado com cinto prateado, a segunda veste um vestido rosa claro e um turbante colorido, a terceira usa um vestido estampado em tons terrosos e a quarta um vestido branco e vermelho com listras.
O segundo filme de Sex and the City não foi bem recebido pelo público (Foto: Warner Bros)

Ana Beatriz Zamai

Em 1998, Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) apresentou aos telespectadores tudo sobre a vida sexual – dela e dos outros, em Nova Iorque. Sex and the City, a série, foi um sucesso que durou seis temporadas, vencendo oito Globos de Ouro e seis Emmys. Quatro anos após a finalização da produção original, a protagonista e suas três amigas retornam para um longa, Sex and the City – O Filme (2008), que se entende bem como um episódio extenso e de qualidade questionável do seriado. As personagens lidam com praticamente os mesmos problemas que enfrentaram ao longo dos seis anos, e isso inclui a relação conturbada entre a loira e Mr. Big (Chris Nott), que, enfim, se casam, mesmo depois de algumas ‘complicações’ do dia especial. E é a partir daí que Sex and the City 2 segue.

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40 anos de Mr. Bad Guy: uma declaração entusiasmada de um Freddie Mercury totalmente reinventado

Capa de um álbum musical do artista Freddie Mercury, onde aparece de óculos escuros reflexivos e bigode, olhando por cima do ombro com expressão confiante. Ele está ao ar livre sob luz do sol, com fundo esverdeado desfocado. No topo, o nome do cantor é destacado em azul e o nome “Mr. Bad Guy (Special Edition)” é posto abaixo.
O álbum Mr. Bad Guy foi o primeiro álbum musical da carreira solo de Freddie Mercury durante um intervalo da banda Queen (Foto: Musicland Studios)

Gabriel Diaz

Após quatro décadas de seu lançamento, Mr. Bad Guy permanece como um testamento da reinvenção audaciosa de Freddie Mercury, revelando-se como um diamante irregular que expõe o homem por trás do mito. Longe do peso das expectativas do Queen, o início de sua carreira solo foi seu manifesto de liberdade pessoal e artística, onde finalmente pôde explorar sem limites o pop eletrônico, a disco music e baladas de arena – territórios que seus colegas Brian May e Roger Taylor viam com desconfiança. Gravado entre 1983 e 1985, durante um intervalo da banda, o disco é um mergulho sem redes na alma de um artista exausto de ser apenas ‘o vocalista do Queen’.

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Halston tem pressa demais

Cena da série Halston. Ewan McGregor, um homem branco, ruivo, de paletó e gravata vermelha está posicionado no centro, da cintura para cima. Atrás, também podemos ver várias reproduções de Ewan, todos usando a mesma roupa.
“Halston today. Halston tomorrow. Halston forever.”; a biografia do estilista garantiu 5 indicações ao Emmy 2021 (Foto: Netflix)

Caroline Campos

Extravagante, icônico e controverso. A descrição pode ser facilmente aplicada a Ryan Murphy e suas criações, mas não há ninguém que contemple mais intensamente os três adjetivos do que o protagonista de sua nova minissérie: Halston. O rosto esquecido da moda americana, dono de um legado perdido e uma existência dramática, é tudo, menos comum. Halston chegou de mansinho no catálogo da Netflix – muito diferente do estardalhaço que o estilista fez no cenário frenético dos anos 70 – e, protagonizada por Ewan McGregor, voltou novamente os holofotes para a vida autodestrutiva daquele que revolucionou a forma como o mundo olhava para o estilo estadunidense.

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