Há 50 anos, Fleetwood Mac renascia das cinzas sob o sol da Califórnia

Descrição: Capa do álbum Fleetwood Mac (1975). A imagem é em preto-e-branco e mostra duas pessoas em pé dentro de um arco de porta. À esquerda, uma figura alta, vestindo terno escuro e segurando uma bengala, olha para cima enquanto parece soprar ou segurar uma pequena esfera. À direita, outra pessoa, mais baixa, de barba e cabelos médios, está apoiada contra a parede com uma mão levantada. Acima deles, o nome ‘Fleetwood Mac’ aparece em letras grandes e estilizadas.
Capa do álbum Fleetwood Mac, lançado em 1975, o primeiro grande sucesso da banda (Foto: Herbert Worthington)

Bianca Costa

O ano era 1975, momento em que Fleetwood Mac estava à beira do desaparecimento. Assim, nasceu o décimo álbum da banda, o autointitulado Fleetwood Mac. Não era exagero, depois de quase dez anos mergulhados no blues britânico, trocando integrantes como quem tenta remendar uma embarcação furada, o grupo parecia ter perdido o próprio pulso. Formada em 1967 por Peter Green, Mick Fleetwood, John McVie e Jeremy Spencer, o grupo nasceu como um projeto sólido de blues, mas a instabilidade criativa, marcada por saídas, crises e problemas pessoais, fez eles se perderem no próprio labirinto sonoro.

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Há 5 anos, Era Uma Vez em… Hollywood nos envolvia em um sonho californiano

Cena de Era Uma Vez em… Hollywood. Brad Pitt segue Leonardo DiCaprio por sua garagem com dois carros ao fundo enquanto o personagem de DiCaprio gesticula com os braços abertos.
Segundo Brad Pitt, Tarantino é “tão purista que não há imagens computadorizadas em suas obras” (Foto: Sony Pictures)

Bianca Costa

Era Uma Vez em… Hollywood, a nona e mais recente obra de Quentin Tarantino, está completando cinco anos de estreia. Com dez indicações ao Oscar 2020, o longa ganhou as estatuetas douradas de Melhor Direção de Arte, assinada por Barbara Ling, e de Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt. O filme é uma envolvente viagem no tempo para uma idealizada e ensolarada Califórnia na década de 1960, onde o diretor utiliza calmamente o cotidiano para expressar seu amor pela Sétima Arte, retratando um cenário que respira Cinema.

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