20 anos de E Se Fosse Verdade e a química que Hollywood esqueceu

Cena do filme E Se Fosse Verdade. Elizabeth (Reese Witherspoon) e David (Mark Ruffalo) estão sentados em um banco estofado diante de uma ampla janela à noite. Ao fundo, vê-se as luzes desfocadas da cidade de São Francisco. Elizabeth, com um sorriso suave, olha para David, que está sentado com postura curvada, mãos entrelaçadas e olhar baixo, parecendo melancólico
Como produtor, Steven Spielberg comprou os direitos do livro E Se Fosse Verdade… de Marc Levy para o cinema antes mesmo de a obra ser publicada (Foto: DreamWorks)

Henrique Marinhos

Ao completar duas décadas em 2025, E Se Fosse Verdade (Just Like Heaven) surge como um artefato nostálgico da era de ouro das romcoms e um testamento de um tempo em que a química entre atores valia mais do que propriedades intelectuais. Antes de o algoritmo da Netflix padronizar as comédias românticas em uma massa cinzenta de iluminação chapada e roteiros tão genéricos que são acusados de serem gerados por IA, existia o ecossistema em Hollywood chamado mid-budget movie

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