Há 20 anos How I Met Your Mother nos ensinava a viver de forma legendária

Frame de cinco amigos, Barney, homem loiro vestindo terno e gravata, Robin, mulher morena de jaqueta bege, Ted, homem branco de cabelo preto usando um blazer marrom, Marshall, homem branco com entradas no couro cabeludo e uma camiseta marrom, e Lily, mulher ruiva usando uma blusa azul, em uma mesa de bar sorrindo e brindando com canecas de cerveja. No fundo, figurantes circulando pelo ambiente.
Com nove anos de duração, a série narra a história de décadas da amizade imperfeita, mas sincera de um grupo de cinco grandes amigos (Fonte: CBS)

Mariana Bezerra

Em Setembro de 2005, foi ao ar, na CBS, o primeiro episódio de How I Met Your Mother (Como eu conheci sua mãe, em tradução livre). Nessa época, milhões de pessoas se sentavam em frente à televisão toda segunda-feira para acompanhar a vida dos cinco amigos sem sequer cogitar a ideia de que, um dia, todos os episódios estariam em um aplicativo para serem assistidos on demand. O mais relevante é que pouco importa a passagem do tempo ou o formato, porque a amizade, o amor, os sonhos e as frustrações – que são o cerne desse enredo – serão sempre parte de todos. Em função disso, How I Met Your Mother segue sendo um sucesso, conquistando cada vez mais espaço nas novas gerações, ganhando, inclusive, um spin-off intitulado How I Met Your Father (2022), o qual contou com participações especiais de alguns atores do elenco original.

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Podcasts no Emmy: o rumo das narrativas sonoras no universo do audiovisual

Cena da série Morrendo por Sexo. Molly, loira e de cabelos curtos veste um cachecol roxo e um gorro verde escuro e segura uma pasta azul enquanto olha para sua amiga. Na direita, Nikki, vestindo um casaco verde sorri para Molly. As duas estão sentadas em uma sala de espera de um hospital.
Adaptação de Morrendo por Sexo garante a presença dos podcasts na 77.ª edição do Emmy Awards (Fonte: Disney+) 

Mariana Bezerra 

Desde o início da história do cinema, as adaptações se tornaram um ponto marcante das produções audiovisuais. Os livros nunca pararam de virar filmes – ou séries, como vem acontecendo nas últimas décadas. No entanto, o surgimento de outros suportes midiáticos também passaram a chamar atenção dos criadores de produções seriadas. Grandes serviços de streaming como Apple TV e Amazon Studios, começaram a transformar os podcasts em seriados. Em 2025, quem ganhou destaque e garantiu presença no Emmy foi Morrendo por Sexo (Disney +), com nove indicações, incluindo as categorias de Melhor Atriz, Melhor Ator em Série Limitada e Melhor Série Limitada

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Elio: uma jornada pelo espaço e pelo luto que, infelizmente, ninguém quer pagar para ver

Texto alternativo: Cena do filme ElioNa imagem, o personagem principal, Elio Solis, está deitado na areia da praia com capacete e capa colorida improvisados aguardando ser abduzido por aliens.
Elio, novo lançamento da Pixar, acompanha um garotinho realizando seu maior sonho: o de ser abduzido (Foto: Walt Disney Pictures)

Mariana Bezerra e Valentina Ferri

Após o enorme sucesso de Divertida Mente 2 (2024), a Pixar retorna às telonas com Elio, uma aventura inédita e divertida sobre um garoto de mesmo nome que, após perder os seus pais e passar a morar com sua tia, desperta o estranho desejo de ser abduzido por alienígenas. Infelizmente, o desinteresse  do público por histórias originais, além de diversos conflitos durante a produção do longa, fizeram com que um longa bonito e emocionante como esse se tornasse a pior estreia do estúdio até então.  Continue lendo “Elio: uma jornada pelo espaço e pelo luto que, infelizmente, ninguém quer pagar para ver”