Aviso: O texto contém alguns spoilers

Davi Marcelgo
Urchin é um daqueles filmes que você já sabe o que vai acontecer, pois não trabalha com o segredo ou indicações de reviravolta, apenas com a confirmação da expectativa que o público possui. Nesse sentido, se assemelha a Anora (2024), que dilui um sonho à la Cinderela na primeira parte do enredo para depois desmanchá-lo, puxando o tapete do espectador. Com esse senso de ameaça, o roteirista e diretor estreante, Harris Dickinson, consegue tornar o peito de quem vê, um lar de angústias. A ficção faz parte de duas seções na 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Foco Reino Unido e Competição Novos Diretores. Continue lendo “A estreia de Harris Dickinson em Urchin é traiçoeira”
