Fora das telas, A Missão Pet não funciona e demonstra o esgotamento criativo de certas histórias animadas

Aviso: O texto contém alguns spoilers

Cena do filme Missão Pet. Nela, há diversos animais dentro de um trem. Da esquerda para a direita, há um cachorro cinza, uma gata laranja, um cão policial, um cachorrinho laranja e um guaxinim. Eles estão interagindo dentro do veículo, que possui assentos da cor laranja e branca.
A produção francesa apresenta um diferencial ao utilizar poucos cenários, se comparada a outros filmes do gênero (Foto: Paris Filmes)

Guilherme Machado Leal

Histórias com animais que são agentes secretos ou vigaristas não são novas no formato. No entanto, em um cenário marcado pelo excesso de CGI em obras animadas ou grandiosidades técnicas sem, de fato, uma narrativa para contar, o arroz com feijão pode servir como um respiro. É o caso de Missão Pet, filme francês comandado por Benoît Daffis e Jean-Christian Tassy. Na obra, Falcão (Damien Ferrette) é um guaxinim que ajuda a vizinhança, embora não seja o ser vivo com a moral mais correta. 

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