Há 15 anos, o vermelho de Loud transformou uma geração com Rihanna

Close-up da capa do álbum “Loud” de Rihanna: rosto da cantora em tons quentes de vermelho e rosa, com cabelos ruivos volumosos caindo sobre os ombros, olhos fechados maquiados com sombra preta esfumada, batom vermelho intenso e brilhante nos lábios entreabertos, e uma tatuagem com a palavra “rebelle” visível no pescoço. A imagem transmite sensualidade e atitude marcante.
Mais de 200 músicas foram submetidas por compositores e produtores para LOUD, refletindo o interesse da indústria em participar de um projeto com forte promessa comercial (Foto: Ramon Silva)

Sinara Martins

Em 2010, entre filtros saturados, câmeras digitais compactas e a explosão dos primeiros blogs pessoais, os videoclipes de Loud chegavam para moldar estéticas inteiras. Foi nesse cenário que, em novembro daquele ano, Rihanna virou a própria personificação da internet da época e lançou um álbum capaz de marcar gerações. A partir dali, saltos altos enormes e batom matte deixaram de ser pequenos símbolos pop e se transformaram em tendências globais. O novo projeto capturou o espírito daquele início de década e, mais do que isso, ajudou a defini-lo.

Continue lendo “Há 15 anos, o vermelho de Loud transformou uma geração com Rihanna”