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	<title>Arquivos Melhores de 2016 &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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	<title>Arquivos Melhores de 2016 &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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		<title>Os melhores álbuns de 2016</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Dec 2016 21:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[David Bowie]]></category>
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		<category><![CDATA[Hip-Hop]]></category>
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		<category><![CDATA[Melhores de 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Nilo Vieira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que ano foi 2016 para a música! Tivemos grandes perdas, é claro, mas também lançamentos impactantes. Aliás, os que se foram deixaram obras fundamentais. A lista dos cinco melhores discos do ano do Persona exalta as inovações dos artistas mais jovens, assim como põe abaixo o horrível clichê de que os veteranos da música popular não &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-albuns-2016/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os melhores álbuns de 2016"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6977" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-música.png" alt="melhores álbuns 2016" width="1024" height="1024" /></p>
<p style="text-align: justify;">Que ano foi 2016 para a música! Tivemos grandes perdas, é claro, mas também lançamentos impactantes. Aliás, os que se foram deixaram <a href="http://personaunesp.com.br/adeus-leonard-cohen-poesia-prevaleceu/">obras fundamentais</a>. A lista dos cinco melhores discos do ano do <strong>Persona</strong> exalta as inovações dos artistas mais jovens, assim como põe abaixo o horrível clichê de que os veteranos da música popular não têm mais nada a dizer.</p>
<p><span id="more-6896"></span></p>
<h3>5) Car Seat Headrest &#8211; Teens Of Denial</h3>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-2301 aligncenter" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/car-seat-headrest.jpg" alt="Car-Seat-Headrest" width="500" height="500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/car-seat-headrest.jpg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/car-seat-headrest-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/car-seat-headrest-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 85vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de dezenas de álbuns gravados no banco de trás de um carro e distribuídos pelo Bandcamp, o Car Seat Headrest surge como maior esperança do indie rock em 2016 com <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-discos-maio-2016/"><em>Teens of Denial</em></a>, disco lançado pela Matador que cataliza todo o melhor da versão noventista do gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">As canções energéticas e grudentas de Will Toledo capturam toda a angústia do período pós-adolescência, alternando entre crises de ansiedade e depressão, festas ruins repletas de drogas e gente que você odeia e a combinação entre essas duas situações. Dirigir bêbado, relacionamentos ruins, todo dia é uma oportunidade para tomar decisões ruins e depois transformá-las em música, processadas pela ironia e pelo cinismo desse período onde a única opção é desistir de tudo. <strong>&#8211; Matheus Fernandes</strong></p>
<h3>4) Frank Ocean &#8211; Blonde</h3>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-4353 aligncenter" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/blonde.jpeg" alt="blonde" width="500" height="500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/blonde.jpeg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/blonde-150x150.jpeg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/blonde-300x300.jpeg 300w" sizes="(max-width: 500px) 85vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Contrariando a máxima de que não se mexe em time que está ganhando, o cantor surpreendeu com um trabalho mais onírico e de consumo menos imediato que seu antecessor, <em>channel Orange </em>(2012). Aqui, o ex-Odd Future mostra ser um artista mais maduro, enquanto produz um som imersivo e atmosférico, que transita lentamente dentre versos acerca dos efeitos da fama e do consumismo sobre sua vida. Distorções de voz, momentos de produção fantasmagórica e tom confessional compõem a psicodelia comedida de <em>Blonde</em>, que revela um Frank Ocean retraído em meio ao caos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre créditos para <em>samples</em>, vocais de apoio e produção, o <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-discos-agosto-2016/">álbum</a> tem uma vasta lista de colaboradores — que vai de Beyoncé aos Beatles, passando por Jamie xx — e é um dos registros mais completos do ano. O público esperava muito e o intérprete de <em>Nikes </em>entendeu o recado, mas não da forma que presumíamos. Temos aqui um registro que se destaca pela originalidade e que não busca superar ou se inspirar em seu predecessor: apenas se coloca ao lado do mesmo, no panteão dos clássicos instantâneos da música recente.<strong> &#8211; Leonardo Teixeira</strong></p>
<h3>3) Danny Brown &#8211; Atrocity Exhibition</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5132 aligncenter" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/rs-danny-001-fdb4c2a1-8310-4b12-bf7d-726d88e5b85b-e1471358121338.jpg" alt="rs-danny-001-fdb4c2a1-8310-4b12-bf7d-726d88e5b85b-e1471358121338" width="500" height="500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/rs-danny-001-fdb4c2a1-8310-4b12-bf7d-726d88e5b85b-e1471358121338.jpg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/rs-danny-001-fdb4c2a1-8310-4b12-bf7d-726d88e5b85b-e1471358121338-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/09/rs-danny-001-fdb4c2a1-8310-4b12-bf7d-726d88e5b85b-e1471358121338-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 85vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A mais recente empreitada do excêntrico rapper de Detroit, como boa parte dos lançamentos aguardados do estilo neste ano, é uma obra ambiciosa e multifacetada: a produção vai do industrial ao lisérgico, passando por batidas hardcore secas e flertes com texturas do r&amp;b alternativo. Nas letras, as experiências de Danny com drogas alternam espaço com comentários sobre a violência policial, em um flow sempre intenso. As participações especiais são poucas, mas sempre eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente de boa parte dos outros discos do gênero lançados em 2016, porém, <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-discos-setembro-2016/"><em>Atrocity Exhibition</em></a> tem um repertório variado em duração enxuta &#8211; são 13 músicas em apenas 46 minutos. Isso não apenas torna a mensagem mais eficiente, como também dá ao álbum o muito bem vindo fator replay &#8211; e, se teve algo que faltou neste ano, foram discos que despertassem a vontade de revisões. Um discaço, que reafirma o hip hop como a vertente musical mais importante da década (e comprova que, sim, é possível assinar com uma gravadora major e não gerar uma catástrofe). <strong>&#8211; Nilo Vieira</strong></p>
<h3>2) David Bowie &#8211; Blackstar</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6969 aligncenter" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/bowie-blackstar-e1482688241986.jpg" alt="bowie-blackstar" width="500" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">2016 começou amargo: faleceu no dia 10 de janeiro, aos 69 anos, David Bowie, um dos cinco maiores artistas de todos os tempos. Blackstar, seu 25º álbum de estúdio, fora lançado de surpresa apenas dois dias antes e, claro, ganhou um novo significado. O que à primeira vista parecia ser um trabalho conceitual recheado de referências ao oculto transformou-se em um elogio à própria morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Bowie sempre se manteve sintonizado às novas tendências ao longo de sua <a href="http://personaunesp.com.br/tempo-espaco-david-bowie/">prolífica carreira</a> e em Blackstar não foi diferente. Segundo Tony Visconti, produtor e parceiro de longa data, o objetivo era se desviar do rock’n’roll e apostar em outros caminhos mais experimentais, como a música eletrônica do Boards of Canada, o hip hop de Kendrick Lamar e Death Grips e o jazz. O resultado foi um trabalho moderno na forma e nostálgico no conteúdo. Bowie recebeu o diagnóstico de câncer no fígado ainda em 2014 e sabia que seu tempo estava acabando. Restou-lhe se despedir dos fãs com uma última grande obra, sombria e melancólica, mas grata. “Don’t believe for just one second I’m forgetting you”, canta ele em “Dollar Days”. Nós também nunca te esqueceremos, David. <strong>&#8211; Gabriel Leite Ferreira</strong></p>
<h3>1) A Tribe Called Quest &#8211; We Got it from Here&#8230; Thank You 4 Your Service</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6752 aligncenter" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/atribecalledquest.jpg" alt="atribecalledquest" width="500" height="500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/atribecalledquest.jpg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/atribecalledquest-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/atribecalledquest-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 85vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O A Tribe Called Quest surpreendeu a todos com o anúncio de um álbum com novo material, depois de um hiato de quase 20 anos. Ao contrário do que acontece na maioria esmagadora de álbuns de reunião, o grupo não soa acomodado e olha para frente, inclusive contando com nomes do rap contemporâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Jazz-Rap clássico do grupo continua presente durante todo o álbum, com espaço para experimentações com outros estilos musicais, mostrando que a sonoridade do grupo envelheceu muito bem e ainda se mantêm relevante. Entre os nomes que aparecem como participações nas faixas estão velhos conhecidos do grupo como Consequence e Busta Rhymes, enquanto Kendrick Lamar e Anderson Paak representam a nova geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há nada de revolucionário em <a href="http://personaunesp.com.br/tribe-called-quest-metallica-dois-lados-nostalgia/">We Got It From Here&#8230; Thank You 4 Your Service</a>, mas ele cumpre justamente o que ele deveria ser e que tantos falham: é um excelente álbum, com grandes participações e boa música. Um jeito digno de se despedir de Phife Dawg e do A Tribe Called Quest. <strong>&#8211; João Pedro Fávero </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Votantes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adriano Arrigo:  <span data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}"><span class="UFICommentBody _1n4g">5  Nicolas Jaar &#8211; Sirens/ 4 Kaytranada &#8211; 99,9%/ 3 Kaitlyn Aurelia Smith &#8211; EARS / 2 Sabotage &#8211; Sabotage /1 A Tribe Called Quest &#8211; We Got It From Here&#8230; Thank You 4 Your Service</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Bárbara Alcântara: 5 Rihanna &#8211; ANTI/ 4 White Lung &#8211; Paradise/ 3 A Tribe Called Quest &#8211; We got it from Here&#8230; Thank You 4 Your service/ 2 Warpaint &#8211; Heads Up/ 1 The Coathangers &#8211; Nosebleed Weekend</p>
<p style="text-align: justify;">Gabriel Leite Ferreira:  <span data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;K&quot;}"><span class="UFICommentBody _1n4g">5 Preoccupations &#8211; Preoccupations/ 4 Radiohead &#8211; A Moon Shaped Pool/ 3 Kendrick Lamar &#8211; untitled unmastered./ 2 Nick Cave &amp; The Bad Seeds &#8211; Skeleton Tree/ 1 David Bowie &#8211; Blackstar</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">João Pedro Fávero: 5 Xiu Xiu &#8211; Xiu Xiu Plays The Music Of Twin Peaks/ 4 Car Seat Headrest &#8211; Teens Of Denial/ 3 A Tribe Called Quest &#8211; We Got It From Here&#8230; Thank You 4 Your Service/ 2 Danny Brown &#8211; Atrocity Exhibition/ 1 David Bowie &#8211; Blackstar</p>
<p style="text-align: justify;">Leonardo Santana: 5 Blood Orange &#8211; Freetown Sound/ 4 Rihanna &#8211; Anti/ 3 A Tribe Called Quest &#8211; We Got It From Here&#8230; Thank You 4 Your Service/ 2 Frank Ocean &#8211; Blonde/ 1 Beyoncé &#8211; Lemonade</p>
<p style="text-align: justify;">Lucas Marques: 5 Danny Brown &#8211; Atrocity Exhibition/ 4 A Tribe Called Quest &#8211; We Got It From Here&#8230; Thank You 4 Your Service/ 3 Frank Ocean &#8211; Blonde/ 2 Kanye West &#8211; The Life of Pablo/ 1 David Bowie &#8211; Blackstar</p>
<p style="text-align: justify;">Matheus Fernandes: 5 Parquet Courts &#8211; Human Performance/ 4 Jenny Hval &#8211; Blood Bitch/ 3 Frank Ocean &#8211; Blonde/ 2 Car Seat Headrest &#8211; Teens of Denial/ 1 Kanye West &#8211; The Life of Pablo</p>
<p style="text-align: justify;">Nilo Vieira: 5 Jenny Hval &#8211; Blood Bitch/ 4 Car Seat Headrest &#8211; Teens of Denial/ 3 David Bowie &#8211; Blackstar/ 2 Denzel Curry &#8211; Imperial/ 1 Danny Brown &#8211; Atrocity Exhibition</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Os melhores filmes de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2016 21:56:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Arrigo]]></category>
		<category><![CDATA[Elisa Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Leite Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senso comum diz que 2016 teve uma escassez de bons filmes. Realmente, muitos dos hollywoodianos tiveram uma recepção morna, mas a lista de melhores do ano do Persona mostra que tivemos sim grandes marcos no cinema. Desde modos inteligentes de se fazer películas comerciais até a surpreendente ascensão de nosso continente. Aqui estão os cinco destaques &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-filmes-2016/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os melhores filmes de 2016"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6960 size-large" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Adobe-Spark-2-1024x576.jpg" alt="Melhores filmes de 2016" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Adobe-Spark-2-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Adobe-Spark-2-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Adobe-Spark-2-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Adobe-Spark-2-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O senso comum diz que 2016 teve uma escassez de bons filmes. Realmente, muitos dos hollywoodianos tiveram uma recepção morna, mas a lista de melhores do ano do <strong>Persona </strong>mostra que tivemos sim grandes marcos no cinema. Desde modos inteligentes de se fazer películas comerciais até a surpreendente ascensão de nosso continente. Aqui estão os cinco destaques escolhidos por nós:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6894"></span></p>
<h3>5 &#8211; A Chegada</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6947" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano-1024x683.jpg" alt="a-chegada-melhores-do-ano" width="840" height="560" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano-1200x800.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/a-chegada-melhores-do-ano.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Entre E.T’s, palavras, angústia e conceitos de tempo, <a href="http://personaunesp.com.br/a-chegada-extraterrestres/"><em>A Chegada</em></a> se revela um filme de ficção que vai além de uma simples narrativa sobre invasões alienígenas. Baseada no conto de Ted Chiang <em>Story Of Your Life</em>, a obra conta a história de como Louise Banks (Amy Adams), renomada linguista, conseguiu se comunicar com extraterrestres e evitar, com isso, uma guerra desnecessária entre as duas civilizações. Ademais, o filme nos leva a reflexões acerca de como entendemos o tempo (maneira linear) e do que aconteceria se o víssemos de outra forma (o que, de acordo com o filme, poderia incluir o fim de conceitos como passado, presente e futuro).</p>
<p style="text-align: justify;">Com direção de Denis Villeneuve, roteiro de Eric Heisserer e a fotografia surpreendente de Joe Walker, A Chegada é uma história de personalidade que, apesar de conter seres de outro planeta, aborda de maneira interessante o sentimentalismo humano e seus efeitos. <strong>&#8211; Elisa Dias</strong></p>
<h3>4- Spotlight: Segredos Revelados</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6952" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/spotlight-melhores-ano-1024x658.jpg" alt="spotlight-melhores-ano" width="840" height="540" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/spotlight-melhores-ano-1024x658.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/spotlight-melhores-ano-300x193.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/spotlight-melhores-ano-768x493.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/spotlight-melhores-ano-1200x771.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os discursos da equipe de <em>Spotlight</em> ao receber o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZKV3TKuHm3k">Oscar</a> de melhor filme refletem perfeitamente as mensagens do próprio filme: não há uma exaltação do cinema ou mesmo do trabalho nele investido, mas a esperança de que a comunicação possa mudar positivamente o mundo. E deixar essa impressão nesta ainda caótica transição das mídias é louvável.</p>
<p style="text-align: justify;">À primeira vista as escolhas de direção de Tom McCarthy podem parecer simples e padronizadas. Na realidade, <a href="http://personaunesp.com.br/spotlight-segredos-revelados-empolgante-historia-sobre-jornalismo/"><em>Spotlight</em></a> se atém, assim como manda a tradicional “cartilha” do jornalismo, ao fundamental para contar uma boa história. Aliado a um elenco de primeira, o filme não chega a romantizar o jornalismo, mas nos lembra do como ele é ainda necessário. <strong>&#8211; Lucas Marques</strong></p>
<h3>3 &#8211; Boi Neon</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6954" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016-1024x576.jpg" alt="boi-neon-melhores-2016" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/boi-neon-melhores-2016.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os brasileiros que sonham escondidos por debaixo das coisas do cotidiano podem se ver representados em <a href="http://personaunesp.com.br/disruptivas-associacoes-boi-neon-brasil-nao-conhecemos/"><em>Boi Neon</em></a>, o premiadíssimo filme brasileiro dirigido por Gabriel Mascaro que mostrou ao mundo um Brasil novo, colorido, mas, ainda, contrastante entre seus sonhos e a sua dura realidade. Aliás, <em>Boi Neon</em> é, sobre tudo, o lugar onde o Brasil esteve nos últimos anos. Para mostrar isso, encontramos aqui a saga de Iremar, o jovem peão que sonha em trabalhar na indústria têxtil do sertão nordestino.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do seu rígido alicerce sobre esses novos sonhos tupiquinins, o destaque em <em>Boi Neon  </em>também se deve pelo seu apelo estético que conversa com o que há de mais moderno no cinema mundial. Planos abertos, cores vivas e longas sequências mostram um debutante cinema brasileiro que não se alicia as grandes produções nacionais pouco representativas. É, portanto, um cinema brasileiro necessário para além das amarras televisivas. <strong>&#8211; Adriano Arrigo</strong></p>
<h3>2 &#8211; O Abraço da Serpente</h3>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6958" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente-1024x576.jpg" alt="abraco-da-serpente" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/abraço-da-serpente.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por muito tempo as narrativas cinematográficas sobre a Amazônia estiveram na mão dos mesmos que a destruíram, perpetuando a visão dos nativos como seres selvagens e incivilizados em obras criminosas como Holocausto Canibal e Anaconda. Não mais. Agora a serpente é nossa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Abraço da Serpente retoma a selva para seus verdadeiros donos. A Amazônia aqui é sim violenta e febril, mas nossa, e nenhum conhecimento científico europeizado vale mais do que as tradições indígenas, apagadas cruelmente pelos colonizadores. Feito em um país onde a indústria cinematográfica luta para ressurgir após uma série de governos neoliberais e uma profunda guerra ligada ao narcotráfico, o filme não deve nada à clássicos canônicos como Apocalypse Now e Aguirre. Abraço é tão forte que até as duas maiores entidades representantes da homogeneidade do cinema ocidental e nortista, Cannes e Hollywood, tiveram que se curvar diante da genialidade da selva índigena colombiana. <strong>&#8211; Matheus Fernandes</strong></p>
<h3>1- Aquarius</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6950" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano-1024x576.jpeg" alt="aquarius-melhores-ano" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano-1024x576.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano-300x169.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano-768x432.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano-1200x675.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/aquarius-melhores-ano.jpeg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ame ou odeie, <a href="http://personaunesp.com.br/vislumbrando-futuro-alem-aguas-claras-aquarius/"><em>Aquarius</em></a> foi o filme brasileiro de maior repercussão em anos – mas pelos motivos errados. Lançado na ressaca do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, o mais novo trabalho de Kleber Mendonça Filho teve a polêmica alimentada por um protesto do próprio elenco contra a retirada da petista em Cannes. A partir daí, dá-lhe boicotes irracionais (Reinaldo Azevedo que o diga) e interpretações reducionistas da história de Clara (Sônia Braga).</p>
<p style="text-align: justify;">Seria ignorância dissociar Aquarius e política, do mesmo modo que limitar a película a isso também o é. Aquarius é sobre as contradições da vida, metaforizadas na pele de Clara, uma mulher madura com um passado de militância política e um presente tipicamente burguês. É sobre amor, sexualidade e resistência. Uma obra universal – nem petralhas nem coxinhas estão imunes. <strong>&#8211; Gabriel Leite Ferreira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Votantes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Adriano Arrigo: 5 &#8211; Mate-me Por Favor/ 4 &#8211; Boi Neon/ 3 &#8211; A Bruxa/ 2 &#8211; Aquarius/ 1 &#8211; Spotlight</p>
<p style="text-align: justify;">Elisa Dias: 5 &#8211; Boi Neon/ 4 &#8211; Spotlight/ 3 &#8211; Looking: O Filme/ 2 &#8211; Mãe Só Há Uma/ 1 &#8211; A Chegada</p>
<p style="text-align: justify;">Gabriel Leite Ferreira: 5 &#8211; A Chegada/ 4 &#8211; O Regresso/ 3 &#8211; Os Oito Odiados/ 2 &#8211; A Grande Aposta/ 1 &#8211; Aquarius</p>
<p style="text-align: justify;">Lucas Marques: 5 &#8211; Boi Neon/ 4 &#8211; Aquarius/ 3 &#8211; A Grande Aposta/ 2 &#8211; A Bruxa/ 1 &#8211; O Abraço da Serpente</p>
<p style="text-align: justify;">Matheus Fernandes: 5 &#8211; Kubo e as Cordas Mágicas/ 4 &#8211; Aquarius/ 3 &#8211; Anomalisa/ 2 &#8211; O Abraço da Serpente/ 1 &#8211; Carol</p>
<p style="text-align: justify;">Nilo Vieira: 5 &#8211; Os Dez Mandamentos/ 4 &#8211; Demônio de Neon/ 3 &#8211; Cavalo de Turim/ 2 &#8211; O Abraço da Serpente/ 1 &#8211; Youth</p>
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		<title>As melhores séries de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 21:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Alcântara]]></category>
		<category><![CDATA[Isaque Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Matheus Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores de 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Thaís Frítoli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se 2015 foi marcado pela consolidação dos serviços de streaming impulsionados por boas séries, este ano coloca ainda mais abaixo o conceito de &#8220;séries televisivas&#8221;. São produções grandes, extremamente competentes, que impactam e pautam nossas conversas virtuais como poucas coisas conseguem. Outra tendência das séries de 2016 é um olhar crítico e criativo sobre o &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-series-2016/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "As melhores séries de 2016"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6928" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-1024x538.png" alt="melhores-do-ano-capa-series" width="840" height="441" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-1024x538.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-300x158.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-768x403.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></h3>
<p>Se 2015 foi marcado pela consolidação dos serviços de streaming impulsionados por boas séries, este ano coloca ainda mais abaixo o conceito de &#8220;séries televisivas&#8221;. São produções grandes, extremamente competentes, que impactam e pautam nossas conversas virtuais como poucas coisas conseguem.</p>
<p>Outra tendência das séries de 2016 é um olhar crítico e criativo sobre o passado recente &#8211; que vai desde os divertidos filmes dos anos 80 até os conflitos raciais. Eis as cinco melhores de 2016 do <strong>Persona UNESP</strong>:<span id="more-6892"></span></p>
<h3>5 &#8211; Black Mirror</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6925 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano.jpg" alt="black-mirror-melhores-do-ano" width="768" height="509" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano-300x199.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de duas temporadas de sucesso, <em>Black Mirror</em> não desapontou nessa terceira temporada, a primeira produzida pela <em>Netflix</em>, que comprou os direitos da série ainda neste ano. A série conta com uma premissa aparentemente simples, que explora o uso excessivo da tecnologia e como essa dependência pode afetar o convívio social. Uma ideia semelhante ao clássico lançado em 1959, <em>Além da Imaginação</em>, que usava de situações fantasiosas para analisar as mudanças sociais da época.</p>
<p style="text-align: justify;">Semelhante ao seriado da década de 50, <em>Black Mirror</em> faz uso da tecnologia para mostrar como o comportamento humano pode ser perverso e espetacularizado. Com apenas seis episódios lançados nesse ano, a temporada trata de temas como vida após a morte, o cotidiano na era dos <em>likes</em>, a desumanização interpessoal, o <em>voyeurismo </em>impiedoso, entres outros tantos aspectos do comportamento social. É uma série digna de maratona, de análise e de desgraçar a cabeça, alguns dos motivos que a tornam uma das melhores séries do ano. <strong>&#8211; Thaís Fritoli</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; O.J.: Made In America</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6926" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1024x576.jpg" alt="o-j-made-in-america" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america.jpg 1534w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O.J.: Made in America</em> é o maior documentário feito sob o selo <em>ESPN 30 for 30 </em>até hoje, tanto em duração – são quase oito horas no total – quanto em importância. 2016 foi um ano marcado pelo descontentamento das populações ocidentais com suas estruturas, pela ruptura de democracias e pela irracionalidade dos conflitos internos, especialmente nos Estados Unidos de Trump. Os acontecimentos são caóticos, mas eles escancararam de vez a hipocrisia das relações. E é nesse contexto em que se insere o documentário sobre O.J. Simpson, uma tragédia dos anos 90 que ganha ainda mais força hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por Ezra Edelman, o documentário não tem pressa para chegar ao assassinato de Nicole Brown, esposa de O.J., e consequentemente ao infame julgamento. Os três primeiros episódios – que alternam a ascensão da jovem promessa negra do futebol americano no mundo dos brancos com a terrível violência policial contra os afro-americanos em Los Angeles – deixam mais do que claro que a absolvição de O.J. no tribunal foi o ponto máximo de uma tensão presente há décadas na sociedade.<strong> &#8211; Lucas Marques</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Narcos</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6940" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1024x683.jpg" alt="narcos-melhores-series" width="840" height="560" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1200x801.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Netflix decidiu divulgar o segundo ano de <em>Narcos </em>revelando o final. Que o narcotraficante Pablo Escobar iria morrer. Apesar do spoiler a série não perdeu força, e a grande questão passou a ser como isso iria acontecer. O período de um ano e meio retratado na nova temporada foi tão intenso e cheio de tensão, que fez o espectador se envolver com a trama e esquecer o inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Escobar ao mesmo tempo que fugia da polícia e lidava com a concorrência para se manter no topo do império das drogas, também fazia de tudo para proteger sua família. Essa relação familiar fez com que o personagem ganhasse mais profundidade, o que deu a chance para Wagner Moura mostrar todo seu talento. Com uma excelente atuação, mostrou um Pablo Escobar preocupado, melancólico, tenso, mas ainda muito cruel. Como se Escobar soubesse, assim como nós o que iria acontecer no final. O que fez com que a empatia em relação ao protagonista só aumentasse no decorrer dos dez episódios. A intensidade da trama juntamente com a atuação de Wagner Moura, fez de Narcos uma série imperdível no ano de 2016. <strong>&#8211; Isaque Costa</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; The Get Down</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6931" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1024x576.jpg" alt="the-get-down-melhores-do-ano" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p>Em meio a músicas, rimas, danças e batalhas de DJ, <a href="http://personaunesp.com.br/the-get-down-homenagem-origens-hip-hop/"><em>The Get Down</em></a> conta a história do surgimento do hip hop. Narrada por Zeke (personagem dublado pelo rapper Nas) nos anos 90, a série já começa com um episódio cujo nome ilustra muito bem o seu contexto: &#8220;Onde há ruínas, há esperança de tesouros&#8221;. A cidade de Nova York vive um período caótico na década de 70. Mas no South Bronx, apesar da violência intensa &#8211; as brigas de gangue retratadas em clássicos como &#8220;The Warriors&#8221; &#8211; a juventude passa, ao mesmo tempo, por uma de suas fases mais criativas e dá início a um movimento contra cultural que dura até os dias atuais (e se fortalece cada vez mais).</p>
<p>Poderia dizer que miraram em Spike Lee e acertaram em Glee, mas seria só para não perder a piada. Baz Luhrmann consegue retratar os dramas e as dificuldades dos personagens de forma romântica e divertida, intercalando documentário com musical. Uma belíssima homenagem ao hip hop! <strong>&#8211; Bárbara Alcântara</strong></p>
<h3>1 &#8211; Stranger Things</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6941" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1024x512.jpg" alt="stranger-things-melhores-do-ano" width="840" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-300x150.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1200x600.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Star Wars, Dungeons &amp; Dragons, ET, Firestarter, O Enigma de Outro Mundo. Em <a href="http://personaunesp.com.br/stranger-things-anos-80-geracao-netflix/"><em>Stranger Things</em></a>, o maior fenômeno da cultura pop em 2016, o principal trunfo é homenagear fenômenos de uma outra era, capturando como poucos a essência mágica das obras oitentistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A série, dirigida pelos estreantes irmãos Duffer, surgiu com pouca expectativa, mas com uma história simples e bem amarrada que equilibra terror, comédia e aventura, personagens carismáticos e atuações impressionantes das crianças mais legais existentes e de uma Wynona Ryder em ressurgência, Stranger Things deu uma aula de como a televisão deveria ser em 2016, eletrizando milhões em torno dos mistérios de Hawkins, Indiana. O sucesso é tanto que até os personagens mais secundários, como Barb, tem sua própria fanbase dedicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017 haverá mais uma oportunidade de ouvir a fascinante abertura da série, renovada pelo Netflix. Entre dúvidas se é possível manter o padrão em uma segunda temporada ou até onde vai a nostalgia, a principal questão sobre o futuro da série já foi respondia: Sim, Eleven está de volta. <strong>&#8211; Matheus Fernandes</strong></p>
<p><strong>Votantes:</strong></p>
<p>Bárbara Alcântara: 5 -Black Mirror/ 4 &#8211; Easy / 3 &#8211; Stranger Things / 2 &#8211; The Get Down / 1 &#8211; American Horror Story</p>
<p>Thaís Fritoli: 5 &#8211; This is Us/ 4 &#8211; Narcos/ 3 &#8211; How to Get Away With Murder / 2 &#8211; Stranger Things/ 1 &#8211; Black Mirror</p>
<p>Isaque Costa: 5 &#8211; Narcos/ 4 &#8211; Stranger Things/ 3 &#8211; Bates Motel / 2 &#8211; House of Cards / 2 &#8211; House of Cards / 1 &#8211; The Get Down</p>
<p>Matheus Fernandes: 5 &#8211; Narcos/ 4 &#8211; Atlanta/ 3 &#8211; O.J.: Made in America/ 2 &#8211; Bojack Horseman/ 1 &#8211; Stranger Things</p>
<p>Lucas Marques: 5 &#8211; The Get Down/ 4 &#8211; Westworld/ 3 &#8211; Better Call Saul/ 2 &#8211; Stranger Things/ 1 &#8211; O.J.: Made in America</p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-series-2016/">As melhores séries de 2016</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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