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	<title>Arquivos Cara Delevingne &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>A Nonsense Christmas abraça o absurdo e entrega um especial natalino engraçado e caótico</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 17:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcela Jardim Em meio a uma avalanche de clichês típicos das produções de fim de ano, A Nonsense Christmas, estrelado por Sabrina Carpenter, aposta em uma abordagem irreverente que subverte as expectativas do gênero. Apesar de seu charme inegável e do carisma da intérprete de Espresso, que transita com facilidade entre a atuação e sua &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-nonsense-christmas-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Nonsense Christmas abraça o absurdo e entrega um especial natalino engraçado e caótico"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34817" aria-describedby="caption-attachment-34817" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-34817" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-1-800x450.png" alt="A imagem mostra Sabrina Carpenter, que é uma jovem mulher loira de olhos azuis, segurando um microfone e sorrindo para a câmera. Ela veste um vestido vermelho justo, decorado com pequenas pedrarias brilhantes e detalhes de plumas brancas na parte superior. Seu cabelo é longo, liso e tem franja, emoldurando seu rosto de traços delicados. Sua maquiagem inclui blush rosado, batom suave e olhos destacados com delineador e cílios volumosos. O cenário ao fundo sugere um ambiente de bastidores, com equipamentos de produção e iluminação. A luz quente do ambiente realça sua expressão animada e carismática." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-1-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-1-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-1-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-1.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34817" class="wp-caption-text">“É uma hora de absurdo literal”, disse Carpenter à revista TIME sobre o especial em Outubro de 2024 (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Marcela Jardim</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a uma avalanche de clichês típicos das produções de fim de ano, </span><i><span style="font-weight: 400;">A Nonsense Christmas</span></i><span style="font-weight: 400;">, estrelado por </span><a href="https://personaunesp.com.br/short-n-sweet-tour-critica/"><span style="font-weight: 400;">Sabrina Carpenter</span></a><span style="font-weight: 400;">, aposta em uma abordagem irreverente que subverte as expectativas do gênero. Apesar de seu charme inegável e do carisma da intérprete de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=eVli-tstM5E"><i><span style="font-weight: 400;">Espresso</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que transita com facilidade entre a atuação e sua persona musical, a produção levanta a questão: até que ponto o ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">nonsense</span></i><span style="font-weight: 400;">’ pode sustentar uma narrativa? Enquanto alguns momentos brilham pela originalidade e criatividade, outros escorregam no excesso, deixando um ‘gostinho’ agridoce para o público.</span></p>
<p><span id="more-34816"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O grande trunfo do filme é a capacidade de Carpenter de carregar a narrativa com seu carisma e sua veia cômica, além das canções clássicas de natal e as faixas de seu EP festivo, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/7EisdwWcodpmHxgpGVE5Pg"><i><span style="font-weight: 400;">fruitcake</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2023). Sua presença magnética mantém o espectador envolvido, mesmo quando a trama parece se perder em sua própria tentativa de ser peculiar. A artista equilibra momentos de humor físico exagerado com diálogos carregados de ironia, o que reflete sua habilidade de transitar entre o absurdo e a autenticidade, fora as esquetes temáticas e duetos com grandes celebridades.</span></p>
<figure id="attachment_34818" aria-describedby="caption-attachment-34818" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-34818" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-2-800x480.png" alt="A imagem mostra Sabrina Carpenter no palco vestida com um collant/body vermelho brilhante, luvas curtas com detalhes de pelos brancos e segurando um microfone branco. O cenário é festivo, com neve cenográfica caindo e dançarinas ao fundo em trajes natalinos. O ambiente tem tons quentes, destacando cortinas vermelhas e luzes suaves." width="800" height="480" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-2-800x480.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-2-1024x614.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-2-768x461.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-2.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34818" class="wp-caption-text">Figurinos vermelhos e verdes ganharam grande destaque no filme de 50 minutos, além de muito brilho e plumas, que são marca registrada da artista (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde os primeiros minutos, Sabrina Carpenter captura a atenção com uma performance magnética de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4gB8anyCpAM"><i><span style="font-weight: 400;">buy me presents</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">single</span></i><span style="font-weight: 400;"> do EP </span><i><span style="font-weight: 400;">fruitcake</span></i><span style="font-weight: 400;">, usando um longo vestido vermelho e luvas pretas de cetim, remetendo a algo clássico e sofisticado. Ao fim da canção, a introdução da artista, que é uma paródia humorística de</span><i><span style="font-weight: 400;"> It&#8217;s the Most Wonderful Time of the Year</span></i><span style="font-weight: 400;">, é vibrante e estabelece o tom absurdo do especial. Carpenter comanda a cena com sua energia contagiante e uma plateia ao vivo reagindo entusiasmada, equilibrando humor físico com uma sagacidade que imediatamente envolve o espectador. É uma abertura que promete um espetáculo excêntrico e divertido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os cenários são muito bem planejados e remetem à época dos feriados de final de ano. O palco, ponto de algumas apresentações, é simples, porém, traz elementos adicionais em cada performance, providenciando um toque único à canção do momento. Entretanto, a estética natalina está distribuída por toda a parte: nas decorações festivas da casa cenográfica, no tema das esquetes e, principalmente, nos </span><a href="https://www.metropoles.com/colunas/ilca-maria-estevao/veja-os-looks-de-sabrina-carpenter-em-a-nonsense-christmas-da-netflix"><span style="font-weight: 400;">figurinos</span></a><span style="font-weight: 400;"> utilizados por Sabrina Carpenter e seus convidados.</span></p>
<figure id="attachment_34819" aria-describedby="caption-attachment-34819" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-34819" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3-800x578.png" alt="A imagem mostra Sabrina Carpenter no palco, segurando um microfone e cantando com expressão intensa. Ela veste um luxuoso casaco longo de pelúcia branco sobre uma roupa clara e rendada. Seu cabelo loiro e ondulado emoldura seu rosto, e sua maquiagem destaca os olhos e os lábios. A iluminação do show cria um ambiente aconchegante e elegante, com tons quentes refletindo em seu figurino. O fundo desfocado mostra elementos do palco e projeções visuais." width="800" height="578" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3-800x578.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3-1024x740.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3-768x555.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3-1200x868.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-3.png 1440w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34819" class="wp-caption-text">O material exibido ao fundo da performance de santa doesn’t know you like i do são filmagens reais dos antigos natais da família Carpenter (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabrina Carpenter traz dinamismo ao especial ao intercalar duetos, esquetes e performances solo, mantendo a atmosfera envolvente e a expectativa sobre o que virá a seguir. A primeira convidada a surgir em sua casa natalina é a cantora </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uLK2r3sG4lE"><span style="font-weight: 400;">Tyla</span></a><span style="font-weight: 400;">. Juntas, elas apresentam uma versão acústica de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=b9XNyeeJZ2k"><i><span style="font-weight: 400;">This Christmas</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Chris Brown, destacando a harmonia entre suas vozes distintas. O mesmo acontece no dueto seguinte, em que Carpenter divide o palco com ninguém menos que </span><a href="https://youtu.be/mqFLXayD6e8"><span style="font-weight: 400;">Shania Twain</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma das maiores estrelas da música </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;">. A dupla revisita </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HTCFi4l3nkY"><i><span style="font-weight: 400;">Santa Baby</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Eartha Kitt, adicionando novos arranjos e um toque de autenticidade à icônica canção natalina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As apresentações seguintes assumem um tom mais intimista e delicado. Em parceria com </span><a href="https://personaunesp.com.br/isolation-critica/"><span style="font-weight: 400;">Kali Uchis</span></a><span style="font-weight: 400;">, Sabrina Carpenter interpreta </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JnS7fDiw34Q"><i><span style="font-weight: 400;">I Saw Mommy Kissing Santa Claus</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, do grupo The Jackson 5, em uma performance aconchegante. Sentadas sobre um tapete próximo à lareira, as artistas exploram uma abordagem suave e melódica, ressaltando o calor e a nostalgia da faixa. Mantendo essa estética acolhedora, </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-rise-and-fall-of-a-midwest-princess-critica/"><span style="font-weight: 400;">Chappell Roan</span></a><span style="font-weight: 400;"> se junta à protagonista do especial para uma interpretação descontraída de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=E8gmARGvPlI"><i><span style="font-weight: 400;">Last Christmas</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, da dupla Wham!. Com um clima espontâneo e leve, a performance remete ao fim de uma festa, quando as duas se reúnem para um último número no karaokê, finalizando a sessão de duetos.</span></p>
<figure id="attachment_34820" aria-describedby="caption-attachment-34820" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34820" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-800x533.png" alt="A foto está situada em um ambiente escuro e desordenado após uma festa, duas mulheres (Carpenter e Roan) cantam ao microfone. Uma delas veste um longo vestido verde com brilho e top decorado, enquanto a outra usa um casaco de pele volumoso. O cenário inclui decorações natalinas bagunçadas, garrafas de champanhe vazias, copos vermelhos espalhados e luzes piscantes, transmitindo uma sensação de euforia decadente." width="800" height="533" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-800x533.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-1536x1024.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4-1200x800.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-4.png 1581w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34820" class="wp-caption-text">Sabrina Carpenter e Chappell Roan foram indicadas à categoria de Artista Revelação no Grammy 2025 (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">À medida que a trama avança, a interação da artista com o elenco de apoio ganha destaque. Esporadicamente, alguns dos atores convidados sugerem uma </span><i><span style="font-weight: 400;">outro</span></i><span style="font-weight: 400;"> da música </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YcSP1ZUf1eQ"><i><span style="font-weight: 400;">Nonsense</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, trecho da canção que muda a cada performance da faixa, trazendo um toque humorístico. Sean Astin, Nico Hiraga e Kyle Mooney são apenas alguns dos nomes que compõem o elenco secundário da trama, aparecendo em esquetes que humorizam e satirizam alguns clichês de Natal. Um exemplo disso é o momento em que a personagem de Sabrina Carpenter apresenta seu novo namorado aos amigos – que, por acaso, é o papai noel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em outra esquete, Quinta Brunson, Cara Delevingne e a protagonista dão vida aos fantasmas do Natal passado, presente e futuro de um influenciador milionário e excêntrico. A paródia de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AEyKKt9EfeI"><i><span style="font-weight: 400;">Os Fantasmas de Scrooge</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> não apenas revisita o clássico, mas também incorpora referências contemporâneas da geração Z. O roteiro brinca com o termo </span><i><span style="font-weight: 400;">ghosting</span></i><span style="font-weight: 400;">, utilizado quando alguém é ignorado na internet, e insere menções culturais marcantes, como a aguardada estreia de </span><i><span style="font-weight: 400;">Wicked</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o icônico festival </span><i><span style="font-weight: 400;">Coachella</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_34821" aria-describedby="caption-attachment-34821" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34821" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-800x553.png" alt="A imagem mostra três mulheres, incluindo Carpenter, de cabelo loiro e vestido azul curto, que estão em um ambiente decorado para o Natal, com uma grande árvore iluminada, guirlandas e meias penduradas na lareira. Elas parecem confrontar um homem sentado em um sofá floral, que observa a cena. A paleta de cores é composta por tons de rosa, vermelho e dourado, reforçando a atmosfera festiva." width="800" height="553" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-800x553.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-1024x708.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-768x531.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-1536x1062.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5-1200x830.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/imagem-5.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34821" class="wp-caption-text">A maioria dos atores convidados estão inseridos no mundo da comédia, como o programa SNL, por exemplo (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">As performances solo de Sabrina Carpenter em </span><i><span style="font-weight: 400;">A Nonsense Christmas</span></i><span style="font-weight: 400;"> reforçam sua versatilidade artística, equilibrando emoção e ironia com naturalidade. Em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZWzpFdr-KDw"><i><span style="font-weight: 400;">santa doesn’t know you like i do</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a cantora adota um tom nostálgico e intimista, enquanto vídeos natalinos de sua infância passam ao fundo, criando uma atmosfera melancólica e envolvente. Já no piano em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YJd9zc6l-_Y"><i><span style="font-weight: 400;">cindy lou who</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, ela mergulha em uma interpretação delicada e reflexiva, reforçando o lado sentimental do especial. O encerramento com a faixa que dá nome ao especial rompe com a melancolia anterior e traz um tom divertido e caótico, reafirmando sua assinatura </span><i><span style="font-weight: 400;">pop </span></i><span style="font-weight: 400;">irreverente e bem-humorada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao unir humor absurdo, performances musicais cativantes e um visual meticulosamente planejado, </span><i><span style="font-weight: 400;">A Nonsense Christmas</span></i><span style="font-weight: 400;"> se destaca como um especial natalino que foge do convencional. </span><a href="https://personaunesp.com.br/short-n-sweet-critica/"><span style="font-weight: 400;">Sabrina Carpenter</span></a><span style="font-weight: 400;"> conduz a produção com carisma e versatilidade, transitando entre momentos de pura excentricidade e passagens mais intimistas. Embora a aposta no ‘</span><i><span style="font-weight: 400;">nonsense</span></i><span style="font-weight: 400;">’ funcione na maior parte do tempo, alguns excessos podem comprometer a coesão da narrativa, o que talvez não agrade todos os públicos. Ainda assim, o especial cumpre sua proposta de entreter com irreverência, consolidando Carpenter como uma artista que sabe brincar com os limites entre a Comédia e a tradição festiva.</span></p>
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		<title>10 anos de 1989: o álbum que mudou a história do pop moderno</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 18:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcela Jardim Blank Space, Shake It Off e Bad Blood são apenas alguns hits de uma das eras mais icônicas da ‘loirinha’. Os clipes, a estética e as músicas do 1989 marcaram a transição de Taylor Swift do country para o pop, que mergulhou de cabeça nesse novo gênero – o que deu muito certo. &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/1989-10-anos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "10 anos de 1989: o álbum que mudou a história do pop moderno"</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34678" aria-describedby="caption-attachment-34678" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34678" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-800x800.png" alt="Uma foto estilo polaroid retratando Taylor Swift com o rosto parcialmente cortado, vestindo um suéter estampado com gaivotas voando contra um fundo azul. Abaixo da imagem, está escrito &quot;T.S.&quot; e &quot;1989&quot; em letras manuscritas." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-1024x1024.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-1536x1536.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1-1200x1200.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-1.png 1999w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34678" class="wp-caption-text">O título do álbum é uma referência ao ano em que a cantora nasceu (Foto:<br />Big Machine Records)</figcaption></figure>
<p><strong>Marcela Jardim</strong></p>
<p><a href="https://youtu.be/e-ORhEE9VVg?si=SpQwGJiPpFz0Y-zA"><i><span style="font-weight: 400;">Blank Space</span></i></a><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> Shake It Off </span></i><span style="font-weight: 400;">e</span><i><span style="font-weight: 400;"> Bad Blood</span></i><span style="font-weight: 400;"> são apenas alguns </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;"> de uma das eras mais icônicas da ‘loirinha’. Os clipes, a estética e as músicas do </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> marcaram a transição de Taylor Swift do </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;"> para o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, que mergulhou de cabeça nesse novo gênero – o que deu muito certo. </span><i><span style="font-weight: 400;">Red</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2012), o antecessor do álbum, já havia mostrado sinais de uma mudança estilística, mas </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi a confirmação dessa transformação, apresentando um som claramente mais </span><i><span style="font-weight: 400;">synth-pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> e inspirado pela década de 1980.</span></p>
<p><span id="more-34677"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado em 2014, o álbum foi um fenômeno cultural e comercial. Taylor Swift </span><a href="https://portalpopline.com.br/taylor-swift-1989-e-o-album-mais-vendido-dos-estados-unidos-no-primeiro-semestre/"><span style="font-weight: 400;">quebrou recordes</span></a><span style="font-weight: 400;">, vendendo mais de um milhão de cópias na primeira semana nos EUA e ultrapassando dez milhões de exemplares mundialmente. Nove anos depois, a relevância de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi reafirmada com o lançamento de </span><a href="https://personaunesp.com.br/1989-taylors-version-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">1989 (Taylor’s Version)</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que também atingiu números impressionantes, retificando a artista como uma potência na indústria musical. Swift se tornou a </span><a href="https://www.instagram.com/taylorswiftbrofc/p/CzHqVNWrKVZ/"><span style="font-weight: 400;">primeira</span></a><span style="font-weight: 400;"> a ter seis álbuns estreando com mais de um milhão de cópias vendidas, um feito que reflete não só sua habilidade como compositora e </span><i><span style="font-weight: 400;">performer</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas também sua conexão inabalável com os fãs.</span></p>
<figure id="attachment_34679" aria-describedby="caption-attachment-34679" style="width: 705px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34679" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-2.png" alt="Uma foto polaroid mostrando Taylor Swift, apoiada em uma estrutura branca, olhando diretamente para a câmera com um ar introspectivo. Na parte inferior da imagem, há a frase manuscrita: &quot;Broke your heart, I'll put it back together.&quot;" width="705" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-34679" class="wp-caption-text">As cópias físicas do disco acompanham 13 polaroids da artista, que também é seu número da sorte e a quantidade de faixas na primeira versão do álbum (Foto: Big Machine Records)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> marcou a revolução do </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> na década de 2010, ajudando a consolidá-lo como o gênero dominante da época, com influência de artistas como </span><a href="https://personaunesp.com.br/confessions-on-a-dance-floor-15-anos/"><span style="font-weight: 400;">Madonna</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://youtu.be/PIb6AZdTr-A?si=VQ9np1uvYAHTdTq9"><span style="font-weight: 400;">Cyndi Lauper</span></a><span style="font-weight: 400;"> e outros ícones dos meados de 1980. A cidade, o verão, as gaivotas e o ar nostálgico representados na arte do álbum ajudaram a moldar a cultura </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> da época. A narrativa de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;">, que o torna um disco autêntico e pessoal, ressoou na forma como os artistas passaram a posicionar seus trabalhos. A busca pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">storytelling</span></i><span style="font-weight: 400;"> que equilibra intimidade e universalidade se tornou uma estratégia comum no </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, exemplificada por álbuns como </span><i><span style="font-weight: 400;">25</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Adele, e </span><a href="https://personaunesp.com.br/critica-lorde-melodrama/"><i><span style="font-weight: 400;">Melodrama</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Lorde. Musicalmente, o uso de sintetizadores, batidas eletrônicas e uma produção minimalista não só inovaram, mas também influenciaram outros artistas, como Sabrina Carpenter e Olivia Rodrigo, e criaram tendências duradouras no gênero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O disco é repleto de nostalgia e reflexões pessoais, com letras que lidam com amor, desamor, crescimento pessoal e a busca por identidade. Muitas das músicas do álbum são vistas como autobiográficas, com uma mistura de romance e introspecção. A crítica especializada foi bastante positiva, destacando a maturidade na escrita da artista, que passou a explorar questões de vulnerabilidade e empoderamento de maneira mais complexa. Assim, </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> venceu em três categorias na edição de 2016 do </span><a href="https://www.grammy.com/artists/taylor-swift/15450"><i><span style="font-weight: 400;">Grammy Awards</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, incluindo Álbum do Ano, a principal da premiação.</span></p>
<figure id="attachment_34680" aria-describedby="caption-attachment-34680" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34680" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-3-800x600.png" alt="Na fotografia, Taylor Swift posa sentada em um sofá cinza com um vestido marcante e glamouroso. O vestido tem um top laranja vibrante e uma saia volumosa rosa choque que se espalha pelo sofá. Ela está usando sandálias de salto alto douradas, com três troféus Grammy ao seu lado. O fundo é um tom escuro texturizado, conferindo um ar sofisticado à composição." width="800" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-3-800x600.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-3-768x576.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-3.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34680" class="wp-caption-text">1989 deu a Taylor Swift seu segundo prêmio de Álbum do Ano no Grammys (Foto: Recording Academy)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O impacto de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> é visível no </span><a href="https://personaunesp.com.br/midnights-critica/"><span style="font-weight: 400;">sucesso subsequente</span></a><span style="font-weight: 400;"> de Taylor Swift, ao passo que a evolução de sua carreira pode ser analisada à luz do que o disco representou para sua reinvenção artística. A recepção da era, em comparação com outras fases da carreira da ‘loirinha’, foi singular. Além do sucesso do álbum, durante o mesmo período ocorreu os conflitos entre Taylor Swift e Katy Perry, o que resultou na música</span> <a href="https://youtu.be/QcIy9NiNbmo?si=zrqBe0FSjvLtbneN"><i><span style="font-weight: 400;">Bad Blood</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> faixa em colaboração de Kendrick Lamar. O videoclipe contou com a participação de celebridades e amigas da cantora, como Selena Gomez, Gigi Hadid, Cara Delevingne, Zendaya e Hayley Williams.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O disco foi marcado por videoclipes singulares e hiper produzidos. A produção da faixa de </span><i><span style="font-weight: 400;">Shake It Off</span></i><span style="font-weight: 400;"> mostra a ‘loirinha’ tentando se encaixar em diversos grupos sociais diferentes, como bailarinas, dançarinos de </span><i><span style="font-weight: 400;">hip-hop</span></i><span style="font-weight: 400;"> e líderes de torcida. “</span><i><span style="font-weight: 400;">Ao invés de escrever uma música que estivesse me vitimizando, eu quis escrever uma música alegre, que desse às pessoas uma maneira de aguentar qualquer quantidade de coisas ridículas que a vida está colocando no caminho deles. Mas que também os faça querer dançar</span></i><span style="font-weight: 400;">”, declarou a artista em </span><a href="https://taylorswift.com.br/taylor-explica-a-historia-por-tras-de-cada-faixa-do-1989/"><span style="font-weight: 400;">entrevista</span></a><span style="font-weight: 400;"> para </span><i><span style="font-weight: 400;">iHeartRadio</span></i><span style="font-weight: 400;">, explicando o significado da canção e sua representação visual, que conta com mais de 3.5 bilhões de visualizações no </span><i><span style="font-weight: 400;">Youtube</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/0108kcWLnn2HlH2kedi1gn?si=92663cac37d14ba0"><i><span style="font-weight: 400;">Blank Space</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a cantora contracena com o modelo norte-americano Sean O&#8217;Pry, onde há uma sátira em que a namorada é possessiva, carente e dramática e, ao descobrir que está sendo traída, faz a vida do ex um inferno, afirmando que ele logo será substituído. Taylor Swift inspirou sua personagem a partir das críticas e suposições da mídia em relação a sua pessoa, como disse na entrevista para </span><i><span style="font-weight: 400;">iHeartRadio</span></i><span style="font-weight: 400;">. “</span><i><span style="font-weight: 400;">Comecei a pensar em como este personagem é interessante, se ela fosse uma pessoa real com todas estas qualidades e atributos, qual música ela escreveria? E tenho quase certeza que seria assim</span></i><span style="font-weight: 400;">”, conclui. Já o clipe de </span><i><span style="font-weight: 400;">Wildest Dreams</span></i><span style="font-weight: 400;"> captura o tom emocional da música, unindo beleza visual e uma narrativa sobre a efemeridade do amor. Com uma estética deslumbrante e cinematográfica, ele evoca romantismo e saudade, apesar de enfrentar críticas por possíveis conotações colonialistas. Ainda assim, destaca-se como um marco visual na carreira de Swift.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Taylor Swift - Wildest Dreams" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/IdneKLhsWOQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao comparar as faixas </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/0TyGh27YQ5LknmiDhCzJiT?si=85dd0138cd4c4980"><i><span style="font-weight: 400;">You Are In Love</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e</span> <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/5QVVjX0ZItqlVpEuVCM9Yg?si=dd41d2deca044874"><i><span style="font-weight: 400;">This Love</span></i></a><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">revela-se uma narrativa de amadurecimento e introspecção emocional, características do universo lírico de Taylor Swift. Em ambas as músicas, encontramos retratos poéticos do amor; a primeira destaca a serenidade e a cumplicidade de uma relação estável, enquanto a segunda aborda a ideia do amor que vai e volta, sendo moldado pelo tempo e pela aceitação de sua natureza cíclica. Esses temas se conectam à visão mais madura da artista sobre relacionamentos, presente no álbum </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;">, onde ela reflete o impacto do tempo nas conexões emocionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, já em composições como </span><i><span style="font-weight: 400;">How You Get the Girl </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Wonderland</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> se </span></i><span style="font-weight: 400;">oferece visões contrastantes sobre o amor e os desafios que o cercam, refletindo a habilidade de Taylor Swift em explorar nuances emocionais complexas. Em </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/733OhaXQIHY7BKtY3vnSkn?si=26eb244e17c14a36"><i><span style="font-weight: 400;">How You Get the Girl</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, ela adota um tom direto e quase didático, descrevendo como reconquistar um amor perdido, capturando a simplicidade e a vulnerabilidade dos relacionamentos juvenis. </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/6HRsJu8vcnzYDN4t0570FY?si=e3452ed527f842ad"><i><span style="font-weight: 400;">Wonderland</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> utiliza a metáfora do clássico de Lewis Carroll, </span><i><span style="font-weight: 400;">Alice no País das Maravilhas</span></i><span style="font-weight: 400;">, para representar a sedução e o caos de um romance avassalador, onde a paixão desenfreada leva à perda de controle. Juntas, essas faixas mostram como Swift navega por diferentes dimensões do amor, equilibrando leveza e intensidade, e demonstram sua habilidade para transformar experiências pessoais em histórias que ressoam universalmente.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Taylor Swift - Out Of The Woods" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/JLf9q36UsBk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Abordando outro lado do amor, a música </span><i><span style="font-weight: 400;">All You Had To Do Was Stay</span></i><span style="font-weight: 400;"> explora diferentes estágios de frustração e nostalgia que emergem em relacionamentos complicados, destacando a habilidade de Taylor Swift em capturar nuances emocionais universais. Há um lamento direto sobre a simplicidade de manter uma conexão que foi quebrada, expressando vulnerabilidade através de um refrão marcante inspirado por um sonho peculiar. Já </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/10nqz67NQWWa7XPq7ycihi?si=147257afcddd4f93"><i><span style="font-weight: 400;">Welcome To New York</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é uma das faixas que destacam temas de autodescoberta, liberdade e o impacto da mídia na vida pessoal, compondo uma narrativa coesa sobre como Taylor Swift lida com sua imagem pública e suas experiências pessoais. Há uma celebração da reinvenção, com a cidade simbolizando um espaço de liberdade e possibilidades, a música reflete otimismo e uma visão utópica, mas também pode ser vista como um comentário sobre a busca por autenticidade em meio à pressão da mídia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/0lKUBmEyQfzsQHozyeXzES?si=1fd57f56853f49e2"><i><span style="font-weight: 400;">Clean</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, última faixa da primeira versão de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;">, foi escolhida pela artista para encerrar o álbum devido ao seu significado pessoal e emocional. Para ela, a canção representa a conclusão de um processo de superação que ela vivenciou nos últimos anos, especialmente em relação à exposição e críticas intensas sobre sua vida pessoal. Durante esse período, Swift sentiu que a atenção sobre sua vida fora da música havia ofuscado suas realizações artísticas, mesmo enquanto fazia </span><i><span style="font-weight: 400;">shows</span></i><span style="font-weight: 400;"> lotados ao redor do mundo e conquistava sucesso com suas canções. No entanto, ao finalizar o disco, a compositora sentiu que havia recuperado o controle de sua narrativa, com a música novamente no centro das discussões. A música aborda a experiência de enfrentar a dor e, com o tempo, alcançar a superação, refletindo o momento em que Taylor se sentiu renovada e em paz com sua trajetória.</span></p>
<figure id="attachment_34681" aria-describedby="caption-attachment-34681" style="width: 686px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34681" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-4-686x800.png" alt="Uma fotografia estilo polaroid com um tom vintage mostrando Taylor Swift segurando barras de metal enquanto olha para a câmera. Ela veste uma blusa branca texturizada com gola e uma saia de estampa floral. Abaixo da imagem, está a frase manuscrita: &quot;I think I am finally clean.&quot;" width="686" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-4-686x800.png 686w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-4-877x1024.png 877w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-4-768x896.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/01/imagem-4.png 1000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34681" class="wp-caption-text">1989 é o álbum com mais videoclipes da ‘loirinha’, contando com o total de seis deles (Foto: Big Machine Records)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://youtu.be/P5JLMp08GC0?si=rBUynU8Dldn3K6Oa"><i><span style="font-weight: 400;">The 1989 World Tour</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que aconteceu em 2015 para promover o álbum, foi cuidadosamente elaborada para criar uma experiência imersiva. O palco principal possuía uma passarela extensa que aproximava a cantora do público, complementado por plataformas móveis, telões gigantes e um sistema de iluminação sincronizado com cada música. Os </span><a href="https://comamordani.wordpress.com/2015/09/04/taylor-swift-o-fenomeno-looks-da-1989-world-tour-portuguesenglish/"><span style="font-weight: 400;">figurinos glamourosos e futuristas</span></a><span style="font-weight: 400;"> refletiam a estética arrojada e sofisticada do disco. Além das coreografias elaboradas e energizantes, um dos elementos mais inovadores foi a distribuição de pulseiras </span><i><span style="font-weight: 400;">LED</span></i><span style="font-weight: 400;"> aos fãs, que piscavam em sincronia com a música, transformando a plateia em parte do espetáculo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A mensagem central da turnê foi o empoderamento feminino e a celebração da auto-descoberta. Em discursos entre as músicas, a cantora frequentemente compartilhava reflexões sobre sua jornada pessoal, destacando temas de força, superação e independência. Um dos aspectos mais comentados da turnê foi a presença de convidados especiais em quase todas as apresentações, como </span><a href="https://youtu.be/O52TbIbCEKo?si=6KUjjKNeF3RPUxyt"><span style="font-weight: 400;">Mick Jagger</span></a><span style="font-weight: 400;">, Justin Timberlake, Lorde e Serena Williams. Essas participações tornaram cada show único, adicionando um elemento de imprevisibilidade e encanto ao espetáculo. Considerada como a turnê mais lucrativa de 2015, a grandiosidade do espetáculo fez com que a </span><i><span style="font-weight: 400;">The 1989 World Tour</span></i><span style="font-weight: 400;"> se tornasse um marco cultural e artístico, elevando os padrões para turnês</span><i><span style="font-weight: 400;"> pop</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma, o ato de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> na </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/taylor-swift-inicia-etapa-final-da-eras-tour-veja-quando-termina/"><i><span style="font-weight: 400;">The Eras Tour</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é uma celebração vibrante e nostálgica de uma das eras mais transformadoras da carreira de Taylor Swift. Durante os shows, a cantora revive os </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;"> como </span><i><span style="font-weight: 400;">Blank Space</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Shake It Off</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Style</span></i><span style="font-weight: 400;">, mas agora com uma energia renovada, que reflete não apenas seu crescimento como artista, mas também a ressignificação emocional dessas músicas uma década depois. Enquanto a era original de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi moldada pela estética </span><i><span style="font-weight: 400;">clean </span></i><span style="font-weight: 400;">e moderna, inspirada na década de 1980, com referências sutis à moda vintage e aos sintetizadores pulsantes que definiram o som do álbum, na </span><i><span style="font-weight: 400;">The Eras Tour</span></i><span style="font-weight: 400;"> o ato se destaca por uma produção visual grandiosa. As roupas usadas por Taylor no palco são brilhantes e glamourosas, evocando um senso de espetáculo que ultrapassa a sofisticação discreta do passado. Os telões e cenografias utilizam tons vibrantes e luzes dinâmicas, complementando a energia contagiante das músicas e recriando o ambiente </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> otimista que o disco trouxe ao cenário musical na época.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Taylor Swift | The Eras Tour (Taylor’s Version) | Official Trailer | Disney+" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/5UBl0rLEl0w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A regravação do álbum foi tão bem recebida pelos fãs da artista quanto a primeira versão. A produção do </span><a href="https://gshow.globo.com/cultura-pop/noticia/taylors-version-entenda-por-que-a-cantora-esta-regravando-seus-albuns-antigos.ghtml"><i><span style="font-weight: 400;">Taylor’s Version</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é fiel ao som cristalino e moderno da discografia original, com toques atualizados que refletem o amadurecimento vocal e técnico da cantora. Suas interpretações agora soam mais maduras, mas sem perder a energia e o frescor que tornaram </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> tão impactante. As ‘faixas do cofre’, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Is It Over Now?</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Now That We Don’t Talk </span></i><span style="font-weight: 400;">complementam perfeitamente o restante do álbum, explorando temáticas de amor, saudade e superação com a profundidade lírica característica da compositora. Essas adições não apenas enriquecem a discografia, assim como também dão aos fãs novos vislumbres das histórias e emoções da era </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;">. Assim como as regravações anteriores, </span><i><span style="font-weight: 400;">1989 (Taylor&#8217;s Version)</span></i><span style="font-weight: 400;"> reafirma a posição de Taylor como uma artista que luta pela autonomia e pelos direitos criativos, enquanto celebra sua própria evolução e relação com os fãs.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma década após seu lançamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> consolidou-se como um marco na história da música </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, redefinindo a trajetória de Taylor Swift e ampliando seu alcance artístico. O álbum apresenta letras que capturam com precisão as emoções e os dilemas de uma jovem adulta. Com </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;"> atemporais, o disco não apenas dominou as paradas, mas também trouxe uma nova estética visual, minimalista e moderna, que influenciou profundamente a cultura popular. O </span><a href="https://taylorswift.com.br/1989-dias-do-1989-a-era-em-que-taylor-swift-conquistou-de-vez-o-mundo/"><span style="font-weight: 400;">sucesso de </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> se refletiu em sua recepção crítica e comercial, incluindo múltiplos </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammys</span></i><span style="font-weight: 400;">, além de recordes impressionantes de vendas e </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><i><span style="font-weight: 400;">1989</span></i><span style="font-weight: 400;"> transcende o tempo e, mais do que apenas uma coletânea de músicas, o disco é um testemunho atemporal de reinvenção, relevância cultural e da capacidade da Arte em refletir e moldar uma geração.</span></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: 1989 (Deluxe)" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/1yGbNOtRIgdIiGHOEBaZWf?utm_source=oembed"></iframe></p>
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		<title>A 2° temporada de Only Murders in the Building mostra que o Edifício Arconia é mais misterioso do que parece</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 17:25:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Laura Hirata-Vale Quem matou Bunny Folger? É essa a pergunta que abre a segunda temporada de Only Murders in the Building, série da Hulu lançada no Brasil em Junho de 2022 pelo streaming Star+. Depois de solucionarem o assassinato de Tim Kono (Julian Cihi), os moradores Mabel Mora (Selena Gomez), Charles-Haden Savage (Steve Martin) e &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/only-murders-in-the-building-2a-temp-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A 2° temporada de Only Murders in the Building mostra que o Edifício Arconia é mais misterioso do que parece"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_30653" aria-describedby="caption-attachment-30653" style="width: 1366px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30653" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1.jpg" alt="Cena da série Only Murders in the Building. Os três personagens principais - Oliver, Charles e Mabel - aparecem nessa ordem, atrás de uma gaiola, na sala de estar de Oliver. Oliver é um homem branco, de cabelos castanhos desbotados. Charles é um homem branco, de cabelos brancos e óculos. Mabel é uma mulher branca, de cabelos castanhos e usa um brinco de argola grossa e dourada." width="1366" height="730" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1.jpg 1366w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1-800x428.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1-1024x547.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1-768x410.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-1-1200x641.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-30653" class="wp-caption-text">“Eu sei quem foi”, disse Senhora Gambolini (Foto: Hulu)</figcaption></figure>
<p><b>Laura Hirata-Vale</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem matou Bunny Folger? É essa a pergunta que abre a segunda temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/only-murders-in-the-building-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Only Murders in the Building</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, série da </span><i><span style="font-weight: 400;">Hulu</span></i><span style="font-weight: 400;"> lançada no Brasil em Junho de 2022 pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming Star+</span></i><span style="font-weight: 400;">. Depois de solucionarem o assassinato de Tim Kono (Julian Cihi), os moradores Mabel Mora (Selena Gomez), Charles-Haden Savage (Steve Martin) e Oliver Putnam (Martin Short) se juntam novamente após o corpo da mais querida e detestada síndica do edifício Arconia ser encontrado com uma agulha de tricô no peito, no apartamento de Mora. Em dez episódios, o público descobre informações sobre a história dos três protagonistas e do prédio, enquanto tenta desvendar o mistério da morte de Bunny (Jayne Houdyshell).</span></p>
<p><span id="more-30652"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série continua com sua proposta de ser um </span><i><span style="font-weight: 400;">podcast</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/true-crime/"><i><span style="font-weight: 400;">true</span></i> <i><span style="font-weight: 400;">crime</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> bem-humorado, sendo sempre narrado por um personagem. Por terem relação com a vítima, e por serem pessoas de interesse para a polícia, o trio protagonista decide – em um primeiro momento – não investigar o caso. Mas, conforme as evidências começam a surgir e a serem plantadas em seus respectivos apartamentos, o grupo percebe que não há como ficar parado: eles precisam correr contra o relógio para achar o assassino, antes que a </span><i><span style="font-weight: 400;">podcaster</span></i><span style="font-weight: 400;"> rival, Cinda Canning (</span><a href="https://personaunesp.com.br/?s=tina+fey"><span style="font-weight: 400;">Tina Fey</span></a><span style="font-weight: 400;">), e sua assistente, Poppy White (Adina Verson), montem um falso quebra-cabeça e os coloquem como culpados.</span></p>
<figure id="attachment_30654" aria-describedby="caption-attachment-30654" style="width: 1366px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30654" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2.jpg" alt="Cena da série Only Murders in the Building. Uma mão branca segura uma peça de quebra-cabeça, que contém o rosto de Bunny Folger, uma mulher branca idosa, de cabelos grisalhos curtos e óculos de grau redondos. Ao fundo, várias peças de quebra-cabeça aparecem, desfocadas." width="1366" height="732" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2.jpg 1366w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2-800x429.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2-1024x549.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2-768x412.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-2-1200x643.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-30654" class="wp-caption-text">O assassinato de Bunny Folger é um quebra cabeça a ser montado (Foto: Hulu)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a temporada, conhecemos ainda mais o que acontece por dentro das paredes do Arconia. Moradores – antigos e </span><a href="https://youtu.be/oLw_dmFcj6k"><span style="font-weight: 400;">novos</span></a><span style="font-weight: 400;"> – têm suas histórias apresentadas e, dessa forma, tentamos resolver o mistério junto a Charles, Mabel e Oliver. Além disso, os capítulos permanecem com o conceito de recontar o passado enquanto se está no presente. A série utiliza </span><i><span style="font-weight: 400;">flashes</span></i><span style="font-weight: 400;"> com vislumbres de cenas</span> <span style="font-weight: 400;">para</span> <span style="font-weight: 400;">mostrar alguns acontecimentos, que, por causa do recurso escolhido, dão um ar de dúvida para a investigação. Por causa da grande quantidade de fatos e momentos contados ao longo da trama, o espectador pode ficar confuso em relação à sequência da narrativa. Porém, </span><i><span style="font-weight: 400;">Only Murders in the Building</span></i><span style="font-weight: 400;"> mantém sua </span><a href="https://br.nacaodamusica.com/posts/trilha-sonora-38-musicas-da-serie-only-murders-in-the-building/"><span style="font-weight: 400;">trilha sonora ótima</span></a><span style="font-weight: 400;">, feita por Siddhartha Khosla, responsável pelo mesmo departamento em </span><a href="https://personaunesp.com.br/this-is-us-5a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">This Is Us</span></i></a><span style="font-weight: 400;">: são músicas bem-humoradas, escolhidas a dedo, que beiram a metalinguagem por falarem sobre assuntos tratados durante os episódios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história do segundo ano se desenvolve em idas, vindas e reviravoltas, além de possuir </span><i><span style="font-weight: 400;">flashbacks</span></i><span style="font-weight: 400;"> que voltam para a noite do crime. Depois de uma celebração da vida e morte da síndica, Oliver recebe uma herança inusitada de Bunny Folger: o papagaio Senhora Gambolini. A ave é um ser intrigante, boca suja e até ranzinza, como era sua falecida dona, e, com uma frase, torna o fim do episódio </span><i><span style="font-weight: 400;">Incriminados</span></i><span style="font-weight: 400;"> chocante. As quatro palavras que formam a fala “</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BS2GT1FWyaw"><i><span style="font-weight: 400;">eu sei quem foi</span></i></a><span style="font-weight: 400;">” também guiam o terceiro capítulo, intitulado </span><a href="https://www.star-brasil.com/novidades/only-murders-in-the-building-o-ultimo-dia-de-bunny-e-algumas-pistas-importantes"><i><span style="font-weight: 400;">O último dia de Folger</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Nele, vemos ‘tim-tim por tim-tim’ o que Bunny fez no seu último dia de vida. Assim, conhecemos ainda mais a mulher que estava por trás do gerenciamento do Arconia, quais eram seus segredos, hábitos e tradições, enquanto vemos, em detalhes, o que poderia ter levado ela à morte. </span></p>
<figure id="attachment_30655" aria-describedby="caption-attachment-30655" style="width: 1366px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-30655" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3.jpg" alt="Cena da série Only Murders in the Building. Mabel Mora, personagem vivida por Selena Gomez aparece no centro da imagem, segurando uma carta de jogo, que contém uma silhueta de um homem, e o escrito ‘Son of Sam’ (filho de Sam, em inglês). Selena é uma mulher branca, de cabelos castanhos na altura do ombro, olhos castanhos escuros e usa um suéter azul escuro." width="1366" height="735" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3.jpg 1366w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3-800x430.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3-1024x551.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3-768x413.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/only-murders-s2-imagem-3-1200x646.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-30655" class="wp-caption-text">Quem é o assassino filho de Sam? (Foto: Star+)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O quinto capítulo,</span><i><span style="font-weight: 400;"> O Indício</span></i><span style="font-weight: 400;">, é um dos melhores. Ambientado quase que inteiramente no apartamento de Mabel, vemos uma festa feita por Alice (Cara Delevingne) que, para o trio de </span><i><span style="font-weight: 400;">podcasters</span></i><span style="font-weight: 400;">-detetives, serve para revelar segredos e mentiras. Oliver propõe aos convidados uma diversão: um jogo parecido com “</span><a href="https://www.fabricadecultura.org.br/jogo-cidade-dorme"><span style="font-weight: 400;">Cidade Dorme</span></a><span style="font-weight: 400;">”, que jogava durante os seus anos de juventude e usava para descobrir qual era o vestígio que seus amigos e colegas davam quando estavam mentindo. Putnam procura quem é o “</span><i><span style="font-weight: 400;">assassino filho de Sam</span></i><span style="font-weight: 400;">” em uma sequência de cenas bem montadas, que misturam o tempo real e a brincadeira. Por causa disso, vemos os figurinos corriqueiros e atuais da série se intercalarem com roupas feitas para remeter aos anos 70. O episódio ainda é regado com a música </span><a href="https://open.spotify.com/track/7dSCxR4LqkmxoBrq9MzVSD"><i><span style="font-weight: 400;">Psycho Killer</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, dos Talking Heads, fazendo uma grande conversa entre a cena, a série, o jogo e os acontecimentos recentes das vidas dos protagonistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto processamos esses acontecimentos, a primeira temporada da produção criada por Steve Martin e John Hoffman recebeu 17 indicações ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Emmy </span></i><span style="font-weight: 400;">2022, e venceu três, incluindo Melhor Ator Convidado em Série de Comédia, pela atuação de Nathan Lane no papel de Teddy Dimas. Além disso, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zx9-y-U29OI"><span style="font-weight: 400;">Meryl Streep</span></a><span style="font-weight: 400;">, Paul Rudd, Ashley Park e Jesse Williams entraram para o elenco, e dessa forma, o seriado televisivo começa a preparação para seu terceiro ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">Only Murders in the Building</span></i><span style="font-weight: 400;"> é genial, cheia de muitos detalhes. Em um </span><a href="https://personaunesp.com.br/glass-onion-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">whodunnit</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> bem feito, a série consegue se encaixar, sempre deixando uma ponta solta – ou uma peça faltando – para iniciar uma nova fase. Bem escrita, possui suas </span><a href="https://formigaeletrica.com.br/cinema/artigos/whodunnit-suspense/"><span style="font-weight: 400;">reviravoltas</span></a><span style="font-weight: 400;"> e seus instantes que deixam o espectador boquiaberto, em choque, quase sem reação, e continua com a proposta de ser como uma montanha-russa, possuindo momentos de tensão e relaxamento, de comédia e risadas, e de drama e lágrimas. É um bom </span><i><span style="font-weight: 400;">podcast</span></i><span style="font-weight: 400;"> visual, que nos faz tentar resolver, junto a Charles, Mabel e Oliver, esse grande quebra-cabeça que habita o Arconia. </span></p>
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