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	<title>Arquivos Maria Fernanda Beneton &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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	<title>Arquivos Maria Fernanda Beneton &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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		<title>Estante do Persona – Outubro de 2025</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 14:08:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o terror? É apenas o susto que faz o coração acelerar, ou algo mais profundo, que nos obriga a encarar aquilo que escondemos de nós mesmos? O horror literário fascina porque nos faz perguntar: até onde iríamos para sentir medo? Que monstros moram no mundo e quais habitam dentro de nós? É &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/estante-do-persona-outubro-de-2025/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Estante do Persona – Outubro de 2025"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_36090" aria-describedby="caption-attachment-36090" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-36090" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-800x450.png" alt="Na ilustração, em um fundo roxo com teias de aranha, há uma prateleira branca com 5 livros em tons de laranja. Da esquerda para a direita, há um livro na vertical, em pé, com um olho vermelho, com um play dentro da íris, estampado. O livro está entreaberto. No topo da imagem, no centro, há o mesmo olho. Na direita, há 4 livros, três deitados e um em pé, apoiado nos que estão na horizontal. De baix para cima, está escrito na lombada do primeiro &quot;outubro de 2025&quot;, do segundo &quot;persona&quot; com um troféu do símbolo do olho em dourado no canto esquerdo e no último &quot;estante do&quot;. O livro na vertical possui capa laranja e nada escrito na capa." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arte-site.png 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-36090" class="wp-caption-text">Entre passagens de tirar o fôlego e clássicos da literatura de Terror, o Estante de outubro garante aos leitores um Halloween inesquecível (Arte: Maria Fernanda Beneton/Texto de abertura: Bianca Costa)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O que é o </span><a href="https://blog.jamboeditora.com.br/terror-genero-favorito/"><span style="font-weight: 400;">terror</span></a><span style="font-weight: 400;">? É apenas o susto que faz o coração acelerar, ou algo mais profundo, que nos obriga a encarar aquilo que escondemos de nós mesmos? O </span><a href="https://www.infoescola.com/generos-literarios/horror/"><span style="font-weight: 400;">horror literário</span></a><span style="font-weight: 400;"> fascina porque nos faz perguntar: até onde iríamos para sentir medo? Que monstros moram no mundo e quais habitam dentro de nós? É possível que a história de uma página seja mais assustadora que a realidade que nos cerca?</span></p>
<p><span id="more-36085"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://personaunesp.com.br/estante-do-persona-outubro-de-2024/"><span style="font-weight: 400;">Estante</span></a><span style="font-weight: 400;"> está de volta para te fazer roer as unhas. Com o mês do horror terminando, o Persona te convida a entrar no clima de </span><i><span style="font-weight: 400;">Halloween </span></i><span style="font-weight: 400;">e se perder em um suspense horripilante, daqueles que prende o fôlego. A literatura de </span><a href="https://www.editorawish.com.br/blogs/novidades/horror-x-terror-qual-a-diferenca?srsltid=AfmBOopwFqgZ-jUrC-fP3JVXD_12jnSGSW4Qyh_20WyuDetJOYOLV6de"><span style="font-weight: 400;">terror e horror</span></a><span style="font-weight: 400;"> sempre foi mais do que um simples susto: é devorar um livro com o coração acelerado, virar a página sem perceber a hora e o desespero para chegar ao final. Desde as primeiras histórias contadas, o medo habita a imaginação humana, mudando de forma a cada século. Já foi castigo, já foi delírio, já foi profecia. Hoje, é o espelho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://baquaraneurotico.wordpress.com/2018/10/30/uma-breve-historia-da-literatura-de-horror/"><span style="font-weight: 400;">gênero</span></a><span style="font-weight: 400;"> nasceu junto do impulso de narrar. O horror literário sempre refletiu aquilo que o ser humano mais teme enxergar: a si mesmo. O que antes se escondia em florestas e castelos agora vive entre becos úmidos, escritórios silenciosos e janelas que jamais se abrem. O terror moderno dispensa trovões, mas basta o som repetido de um relógio, o arranhar de unhas na madeira, o eco de passos no corredor para acender o pavor. O medo se tornou íntimo, cotidiano, palpável. O monstro, agora, veste a nossa pele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas páginas, o horror observa o banal e o devolve distorcido. Uma sombra alongada demais, um reflexo que se move depois de você. Ele revela o que apodrece por baixo da normalidade e lembra que o real é sempre mais estranho do que parece. Há quem diga que o inferno é uma invenção distante, porém Alan Moore e Eddie Campbell o desenharam com bisturis e delírios em </span><a href="https://www.veneta.com.br/shop/do-inferno-305"><i><span style="font-weight: 400;">Do Inferno</span></i></a><span style="font-weight: 400;">; Ana Paula Maia o construiu com carne, suor e trabalho em </span><a href="https://www.record.com.br/produto/assim-na-terra-como-embaixo-da-terra/"><i><span style="font-weight: 400;">Assim na Terra como Embaixo da Terra</span></i></a><span style="font-weight: 400;">; e Stephen King o fez explodir de dentro de uma garota que só queria ser aceita em </span><a href="https://n.companhiadasletras.com.br/livro/9788581050362/carrie-a-estranha"><i><span style="font-weight: 400;">Carrie, a estranha</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Poe, por sua vez, nos ensinou que às vezes basta um gato, ou uma culpa, para enlouquecer em</span> <a href="https://www.martinclaret.com.br/produtos/o-gato-preto-em-quadrinhos/"><i><span style="font-weight: 400;">O Gato Preto</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i><span style="font-weight: 400;"> E, em algum beco de Londres, Jack ainda caminha, invisível, entre as vozes e a névoa em</span><a href="https://www.darksidebooks.com.br/rastro-de-sangue-jack-o-estripador/p"> <i><span style="font-weight: 400;">Rastro de Sangue: Jack, O Estripador.</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do castigo divino ao crime urbano, o terror se reinventa, mas nunca desaparece. Ele muda de máscara, muda de época, muda de tom, e ainda assim continua a mesma coisa: o retrato fiel daquilo que tentamos esconder. É uma lente que amplia o desconforto e um espelho que devolve o rosto deformado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enfim, o Estante de outubro adentra esse espaço entre o real e o delírio: o medo ganha textura, cheiro e voz com as indicações dos nossos redatores. Os próximos parágrafos não prometem consolo, mas garantem companhia e uma leitura atenta, na qual até tirar os olhos das páginas é arriscado demais. Só um aviso antes de começar: se ouvir algum barulho vindo de trás, não olhe. Provavelmente é só o vento. Provavelmente.</span></p>
<hr />
<p><b style="color: #1a1a1a; font-size: 16px;">Alan Moore e Eddie Campbell – Do Inferno (592 páginas, Editora Veneta)</b></p>
<figure id="attachment_36093" aria-describedby="caption-attachment-36093" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-36093" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/capa_do_inferno_1410-1.jpg" alt="A capa da história em quadrinhos &quot;Do Inferno&quot; possui um desenho em tons de cinza de uma caixa torácica humana rasgada horizontalmente por quatro faixas de papel vermelho vivo. O título, DO INFERNO, está em letras pretas grandes na primeira faixa vermelha, e os nomes dos autores, ALAN MOORE &amp; EDDIE CAMPBELL, aparecem logo abaixo em letras pretas menores na segunda faixa." width="600" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-36093" class="wp-caption-text">Do Inferno é vencedora de 5 prêmios Eisner e garantiu a seu autor, Alan Moore, 3 anos consecutivos o prêmio de melhor roteirista entre 1995-1997 (Foto: Editora Veneta)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“<i>Do Inferno</i>” ocupa os primeiros lugares nas listas dos leitores de Alan Moore, junto a <i>Watchmen</i>, <i>V de Vingança</i>, <i>Monstro do Pântano</i> e tantos outros. Mesmo assim, ao ler a sinopse, é fácil pensar: “O que tem de tão especial em outra versão de Jack, o Estripador?” Talvez o mais interessante esteja no mundo em que a história se passa. E não, não é a ambientação neogótica da Inglaterra vitoriana, com noites soturnas e um preto marcante que persegue o leitor em cada página; ao recuar, a escuridão prepara-se para encarnar figuras igualmente macabras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, o que há de tão interessante para uma leitura de quase 600 páginas? A resposta está na pergunta que reside na penumbra da obra: “O que é o mal?” Alan Moore apresenta um mal macabro, soturno e encarnado, que também reside nos corações dos que o enxergam e, em certa medida, anseiam encontrá-lo. No deslizar das páginas pretas e brancas, o leitor se pega a todo momento ansioso, desejoso e esperançoso para contemplar as diversas faces daquilo que deveria permanecer sigiloso a todos: nossos desejos mais perversos, escondidos em entranhas escuras, e as diferentes formas de ver um mal radicalmente humano – tão visceral que o ocultamos, dizendo ser próprio apenas do Inferno.</span><b> – Pedro Domênico</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><b>Ana Paula Maia – </b><b>Assim na Terra como embaixo da Terra (144 páginas, Editora Record)</b></p>
<figure id="attachment_36094" aria-describedby="caption-attachment-36094" style="width: 517px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-36094" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/91UrbtIoL._UF10001000_QL80_-517x800.jpg" alt="A capa do livro Assim na Terra como embaixo da Terra é branca possui a ilustração de um javali em preto, que parte do canto superior direito e ocupa grande parte do retângulo. O título da obra aparece em letras espremidas, ocupando o canto inferior esquerdo ao lado do nome da autora, Ana Paula Maia, no canto inferior direito. Ambos também escritos em preto." width="517" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/91UrbtIoL._UF10001000_QL80_-517x800.jpg 517w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/91UrbtIoL._UF10001000_QL80_.jpg 646w" sizes="(max-width: 517px) 85vw, 517px" /><figcaption id="caption-attachment-36094" class="wp-caption-text">Em 2018 a escritora venceu o prêmio São Paulo de Literatura com a obra Assim na Terra como embaixo dela (Foto: Editora Record)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ana Paula Maia é uma escritora brasileira que ganhou destaque na literatura nacional por suas histórias sempre aterrorizantes envolvendo violências e questionamentos, principalmente sobre pautas de negligência social. E nessa narrativa, por meio de uma escrita fluída e cativante, a autora convida o leitor a conhecer o ambiente claustrofóbico de uma colônia penal decadente prestes a ser desativada, e que abriga os criminosos que o Estado buscou esquecer. Lá dentro, os personagens estão sob o comando de um oficial que perdeu a sanidade por conta do isolamento, e o perigo e a aflição os rondam constantemente, além da fuga parecer impossível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através de sua escrita,  a autora cria uma experiência na qual a tensão e o desconforto só se agravam com o passar das páginas, e cada descoberta sobre o real intuito da instituição contribui  para prender a atenção do público do início ao fim. Além disso, o texto não dá sossego um segundo sequer, já que a ameaça não cessa e é perceptível que, naquele lugar onde os corpos são privados de sua humanidade, não há salvação ou esperança nem através da suposta liberdade.</span><b> – Luana Corrêa</b></p>
<hr />
<p><b>Stephen King – Carrie, a estranha (208 páginas, Editora Suma)</b></p>
<figure id="attachment_36102" aria-describedby="caption-attachment-36102" style="width: 549px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-36102" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9-549x800.jpg" alt="A capa do livro Carrie, de Stephen King, tem um fundo rosa-escuro com manchas e gotas de sangue escorrendo. No centro, aparece o rosto de uma garota com olhar sério e traços de sangue no rosto, criando um clima assustador. O nome do autor está escrito em letras grandes e brancas na parte de cima, e o título Carrie aparece em branco na parte de baixo. A imagem passa uma sensação de mistério e terror, combinando com a história do livro." width="549" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9-549x800.jpg 549w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9-703x1024.jpg 703w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9-768x1119.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9-1055x1536.jpg 1055w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-9.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 549px) 85vw, 549px" /><figcaption id="caption-attachment-36102" class="wp-caption-text">A obra de estreia do mestre do terror representa um marco inovador, sendo um dos romances mais impactantes de todos os tempos (Foto: Editora Suma)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Narrado de forma fragmentada e com tom quase documental, </span><i><span style="font-weight: 400;">Carrie</span></i><span style="font-weight: 400;">, primeiro livro de Stephen King, publicado em 1974, combina trechos de jornais e entrevistas para reconstruir a trágica história de Carrie White. Tímida e introvertida, a adolescente é alvo constante de humilhações por parte dos colegas e vive sob a opressão da mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Tudo muda, porém, após um episódio traumático na escola (quando a protagonista tem sua primeira menstruação e é cruelmente ridicularizada pelas outras meninas): ela descobre possuir poderes de telecinesia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme o bullying e a opressão aumentam, esses poderes crescem junto com a raiva e o desespero dela, culminando em um baile de formatura trágico e inesquecível, que se tornou um dos momentos mais icônicos da literatura e do cinema de terror. O impacto da obra foi tão grande que abriu caminho para uma série de outras adaptações baseadas nas obras de King, como </span><i><span style="font-weight: 400;">O Iluminado</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">It: A Coisa</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">À Espera de um Milagre</span></i><span style="font-weight: 400;">, que continuaram a explorar, cada uma à sua maneira, os medos, traumas e conflitos que assombram a condição humana. </span><b>– Nathalia Helen</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_36086" aria-describedby="caption-attachment-36086" style="width: 471px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-36086" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Jack-o-estripador-Kerri-Maniscalco.png" alt="Imagem da capa do livro Jack, o Estripador de Kerri Maniscalco. Há um fundo escuro em tons de preto e cinza com nuvens. No centro, há uma mulher branca com vestido vitoriano verde escuro e luvas rendadas pretas, segurando uma adaga prateada. Ela usa um colar com pedra vermelha, tem cabelos castanhos e lábios pintados de vermelho. Na parte inferior, intrínseco ao vestido, aparecem prédios antigos de Londres envoltos em névoa. O título, o nome da série “Rastro de Sangue”, da editora e da autora ocupam a metade inferior da imagem." width="471" height="708" /><figcaption id="caption-attachment-36086" class="wp-caption-text">Em sua estreia, Kerri Maniscalco explora um dos mistérios mais sombrios do Século XIX e apresenta uma heroína que desafia o impossível (Foto: DarkSide Books)</figcaption></figure>
<p><b>Kerri Maniscalco &#8211; Jack, o Estripador (354 páginas, DarkSide Books)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambientado em Londres na </span><a href="https://personaunesp.com.br/autoras-horror-era-vitoriana-artigo/"><span style="font-weight: 400;">Era Vitoriana</span></a><span style="font-weight: 400;">, a série </span><i><span style="font-weight: 400;">Rastro de Sangue</span></i><span style="font-weight: 400;"> acompanha Audrey Rose Wadsworth, uma jovem investigadora dedicada à medicina forense. Desafiando a vontade de seu pai e as expectativas da sociedade sobre como uma mulher deveria se portar, ela realiza autópsias no laboratório do tio e, de repente, se envolve em um dos crimes mais brutais que assombram a cidade. Na companhia de Thomas Cresswell, aprendiz de seu tio, Audrey Rose embarca na perigosa investigação na esperança de resolver o caso antes que novas vítimas sejam feitas. Entre ciência forense, suspense psicológico e a constante sensação de perigo, o mistério está cada vez mais perto de ser revelado.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Jack, o Estripador</span></i><span style="font-weight: 400;"> é o primeiro livro da série e estabelece a construção psicológica e narrativa que se mantém constante ao longo das obras. Com uma ambientação sombria e um </span><a href="https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/130-anos-depois-identidade-de-jack-o-estripador-pode-ter-sido-desevendada.phtml"><span style="font-weight: 400;">crime</span></a><span style="font-weight: 400;"> impossível de ser resolvido, o livro explora relações familiares e sociais complexas, motivações sinistras e tragédias arrebatadoras. Ao longo da história, Audrey Rose e Thomas se aventuram em diferentes lugares e cruzam caminho com outras figuras históricas do período, como Príncipe Drácula, Harry Houdini e H. H. Holmes. Além disso, abre espaço para pitadas de um romance fadado pelo destino. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra mantém um equilíbrio perfeito entre elegância e crueldade. Entre </span><i><span style="font-weight: 400;">corsets</span></i><span style="font-weight: 400;">, festas do chá e um jogo de gato e rato, a narrativa entrelaça o suspense com o cotidiano da época. Embora foque na parte forense, com análises detalhadas de cada procedimento técnico, o livro oferece uma visão única do infame caso </span><a href="https://revistaesquinas.casperlibero.edu.br/arte-e-cultura/true-crime-a-ascensao-do-genero-na-literatura-e-nos-streamings/"><span style="font-weight: 400;">não resolvido</span></a><span style="font-weight: 400;">. Ilustrações </span><i><span style="font-weight: 400;">vintages</span></i><span style="font-weight: 400;"> e macabras mergulham o leitor na narrativa, enquanto a atmosfera gótica e os personagens astutos tornam tudo envolvente. Analisar as pistas enquanto tenta adivinhar o assassino antes dos detetives torna a leitura surpreendentemente agradável e cativante. <b>– </b></span><b>Vitória Mendes</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_36087" aria-describedby="caption-attachment-36087" style="width: 539px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-36087" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/817AX1fb0L._AC_UF10001000_QL80_-539x800.jpg" alt="Foto da capa do livro O Gato Preto e Outros Contos Extraordinários, de Edgar Allan Poe. O fundo é escuro, com tons de cinza e preto, além de possuir a face de um gato desenhado. No canto superior esquerdo, há a silhueta de um gato preto sentado, e na letra “A” de “Edgar”, do título, surgem traços que imitam bigodes. O nome do autor, “Edgar Allan Poe”, aparece em letras grandes e amarelas no centro da imagem. Abaixo, em letras brancas ornamentadas, lê-se “O Gato Preto e Outros Contos Extraordinários”. No rodapé, está o logotipo da editora Camelot." width="539" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/817AX1fb0L._AC_UF10001000_QL80_-539x800.jpg 539w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/817AX1fb0L._AC_UF10001000_QL80_.jpg 674w" sizes="auto, (max-width: 539px) 85vw, 539px" /><figcaption id="caption-attachment-36087" class="wp-caption-text">O Gato Preto foi publicado em 1843 (Foto: Camelot Editora)</figcaption></figure>
<p><b>Edgar Allan Poe &#8211; O Gato Preto e Outros Contos Extraordinários (160 páginas, Camelot Editora)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">O Gato Preto</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um dos contos mais conhecidos de </span><a href="https://www.purepeople.com.br/noticia/serie-a-queda-da-casa-de-usher-para-maratonar-na-netflix-com-poucos-episodios-de-edgar-allan-poe_a410614/1"><span style="font-weight: 400;">Edgar Allan Poe</span></a><span style="font-weight: 400;"> e talvez o que melhor define o horror psicológico do autor. A história acompanha um homem comum que, afundado no álcool, começa a maltratar os animais que antes amava, até que sua fúria o leva a um ato irreversível. O que se segue é o peso da culpa e a paranoia de que algo, ou alguém, ainda o observa. Poe não precisa de fantasmas nem de castigos divinos para causar medo, basta a mente humana em colapso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conto é uma leitura curta e de ritmo acelerado. Cada ação do narrador tem uma consequência imediata, e o terror surge da frieza com que ele descreve suas próprias atrocidades. </span><a href="https://personaunesp.com.br/um-dia-um-gato-60-anos/"><span style="font-weight: 400;">O gato</span></a><span style="font-weight: 400;">, símbolo de tudo o que ele tenta esquecer, retorna como a lembrança assombrosa de que a culpa sempre encontra um jeito de ser ouvida. É justamente o fato de haver algo inevitável no percurso do personagem que torna o desfecho tão perturbador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicado para quem busca um clássico acessível e envolvente, </span><i><span style="font-weight: 400;">O Gato Preto</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma porta de entrada perfeita para as obras de Poe e para o </span><a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2025/10/um-ano-sem-verao-como-uma-catastrofe-climatica-ajudou-a-dar-origem-a-frankenstein"><span style="font-weight: 400;">horror literário</span></a><span style="font-weight: 400;"> do século XIX. O cerne está na ideia de que o verdadeiro terror nasce dentro de casa, quando o instinto grita mais alto que a razão e a consciência já não consegue silenciar seus próprios erros. <b>– </b></span><b>Eduardo Dragoneti Ferreira</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_36088" aria-describedby="caption-attachment-36088" style="width: 540px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36088 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/rebecca-540x800.png" alt="Foto da capa do livro “Rebecca”, de Daphne du Maurier. O fundo é preto com moldura decorativa fina em linhas brancas. O nome da autora aparece na parte superior, em letras grandes, brancas, com estilo tipográfico ornamentado. Logo abaixo, o título “Rebeca” está escrito em letras grandes e sinuosas, na cor rosa forte. À esquerda, acima do título, há a silhueta de uma mulher de perfil, também em rosa, com cabelos presos em coque. Galhos de árvores secos, em cinza claro, se espalham pelo fundo. Na parte inferior direita, há a ilustração de uma mansão antiga com janelas pequenas e detalhes arquitetônicos góticos, desenhada em cinza. Na base da capa, centralizado, aparece o nome da editora “DarkSide” em letras pequenas brancas." width="540" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/rebecca-540x800.png 540w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/rebecca.png 589w" sizes="auto, (max-width: 540px) 85vw, 540px" /><figcaption id="caption-attachment-36088" class="wp-caption-text">Um clássico que prova que fantasmas podem ser apenas memórias que não aceitam morrer (Foto: Darkside)</figcaption></figure>
<p><b>Daphne du Maurier &#8211; Rebecca (448 páginas, Darkside)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora britânica </span><a href="https://veja.abril.com.br/cultura/daphne-du-maurier-a-autora-de-rebecca-que-foi-de-hitchcock-a-netflix/"><span style="font-weight: 400;">Daphne du Maurier</span></a><span style="font-weight: 400;"> definitivamente sabe prender a atenção de seus leitores em suas obras. No romance </span><i><span style="font-weight: 400;">Rebecca</span></i><span style="font-weight: 400;">, a escritora cria uma atmosfera tão imersiva que torna difícil se afastar da história. O livro narra a jornada de uma jovem mulher que, após se casar com o misterioso viúvo Maxim de Winter, muda-se para a imponente mansão Manderley. A protagonista se vê rapidamente envolvida pelo fantasma da antiga esposa de Maxim, a lendária Rebecca, cuja presença continua a dominar todos os espaços e silêncios da casa. Nada é dito abertamente, mas tudo parece sussurrar o nome dela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Du Maurier constrói uma narrativa onde insegurança, amor e memória se misturam como sombras que se alongam ao entardecer. Há algo de cruel e fascinante em observar a protagonista tentando descobrir quem ela é em meio a tantos vestígios de alguém perfeito demais para existir. O suspense cresce devagar, quase como um desconforto íntimo, e quando percebemos já estamos tão enredados quanto ela. </span><a href="https://quatrocincoum.com.br/resenhas/literatura/quem-foi-rebecca/"><span style="font-weight: 400;">Manderley</span></a><span style="font-weight: 400;"> nunca se revela por completo, e talvez seja exatamente essa névoa que torna a experiência tão inesquecível. <b>– </b></span><b> Débora Munhoz</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_36089" aria-describedby="caption-attachment-36089" style="width: 533px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-36089" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/61nyhOxM-yL._AC_UF10001000_QL80_-533x800.jpg" alt="Foto da capa do livro “Ilha do Medo”, de Dennis Lehane. A imagem mostra o rosto de um homem branco em close, com expressão séria e olhar fixo, parcialmente iluminado pela chama de um fósforo que ele segura diante do rosto. Na parte inferior da capa, vê-se uma ilha isolada cercada pelo mar revolto, onde se destaca um grande prédio sombrio, o hospital psiquiátrico que ambienta a história. O título “ILHA DO MEDO” aparece em letras maiúsculas e alaranjadas, com textura metálica e um leve brilho, logo abaixo da imagem da ilha. Acima, em letras pequenas e vermelhas, está a frase “O medo é contagioso.” Na parte inferior, à direita, o logotipo da editora Companhia das Letras é acompanhado da informação “Originalmente publicado como Paciente 67”" width="533" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/61nyhOxM-yL._AC_UF10001000_QL80_-533x800.jpg 533w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/61nyhOxM-yL._AC_UF10001000_QL80_.jpg 666w" sizes="auto, (max-width: 533px) 85vw, 533px" /><figcaption id="caption-attachment-36089" class="wp-caption-text">Um suspense sombrio onde a chama da verdade é tão perigosa quanto a escuridão que a cerca (Foto: Companhia das Letras)</figcaption></figure>
<p><b>Dennis Lehane &#8211; </b><b><i>Ilha do Medo</i></b><b> (352 páginas, Editora Record)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ler </span><a href="https://oglobo.globo.com/cultura/ilha-do-medo-20342247"><i><span style="font-weight: 400;">Ilha do Medo</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é como embarcar em uma viagem sem retorno à mente humana e ao que ela é capaz de esconder. Dennis Lehane constrói um suspense psicológico de tirar o fôlego, daqueles que fazem a gente duvidar até das próprias certezas. Tudo começa quando o agente federal Teddy Daniels e seu parceiro Chuck Aule são enviados a </span><i><span style="font-weight: 400;">Shutter Island</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma ilha isolada onde funciona um hospital psiquiátrico para criminosos. A missão, de começo, parece simples: investigar o desaparecimento de uma paciente. Mas, à medida que a investigação avança, fica claro que nada ali é o que parece.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atmosfera criada por </span><a href="https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000136084/"><span style="font-weight: 400;">Lehane</span></a><span style="font-weight: 400;"> é sufocante. A cada página, a tensão cresce, e nós, leitores, somos arrastados para o mesmo estado de confusão e paranoia que consome o protagonista. Os detalhes, as falas e os silêncios carregam significados ocultos que só fazem sentido quando tudo se revela. É o tipo de leitura que te faz virar páginas compulsivamente, e ao final, te obriga a repensar tudo o que achava saber. <b>– </b> </span><b>Ryan Rodrigues</b></p>
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		<title>As Melhores Séries de 2024</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 18:06:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2023 foi conturbado em Hollywood, com o atraso de inúmeras produções e o adiamento de algumas cerimônias de premiação. Nesse sentido, 2024 sofreu muito das consequências da greve, porém, foi uma etapa importante na luta pelos direitos dos artistas e, agora, ao que parece, estamos voltando à normalidade. Séries postergadas foram lançadas &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/as-melhores-series-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "As Melhores Séries de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35117" aria-describedby="caption-attachment-35117" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35117 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-640x800.jpg" alt="" width="640" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-640x800.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-819x1024.jpg 819w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-768x960.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35117" class="wp-caption-text">A Netflix foi a produtora que mais recebeu indicações na lista de 2024 do Persona (Texto de abertura: Guilherme Moraes; Arte de capa: Eduarda Anselmo)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O ano de 2023 foi conturbado em Hollywood, com o atraso de inúmeras produções e o adiamento de algumas cerimônias de premiação. Nesse sentido, 2024 sofreu muito das consequências da greve, porém, foi uma etapa importante na luta pelos direitos dos artistas e, agora, ao que parece, estamos voltando à normalidade. Séries postergadas foram lançadas e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Emmy </span></i><span style="font-weight: 400;">voltou a ser transmitido em Setembro, como ocorre anualmente. Contudo, muitos dos seriados que estavam em produção tiveram um atraso, afetando muito a última </span><a href="https://olhardigital.com.br/2024/12/27/cinema-e-streaming/de-volta-as-telas-o-que-2024-revelou-sobre-o-futuro-do-cinema/"><span style="font-weight: 400;">temporada</span></a><span style="font-weight: 400;">. A lista anual de melhores séries do </span><i><span style="font-weight: 400;">Persona</span></i><span style="font-weight: 400;"> reflete um pouco o panorama geral da Televisão nesse período, com apenas 23 produções sendo selecionadas, menos da metade do ano anterior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as indicadas, há um equilíbrio muito grande, com as duas mais mencionadas sendo a animação </span><a href="https://personaunesp.com.br/arcane-2a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Arcane</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e a minissérie britânica </span><a href="https://personaunesp.com.br/bebe-rena-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Bebê Rena</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, ambas com quatro votos. Logo em seguida vem a adaptação do romance </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=X8vGnkXd9rA"><i><span style="font-weight: 400;">One Day</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">(3) e um empate quíntuplo entre </span><a href="https://personaunesp.com.br/heartstopper-3a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Heartstopper</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/agatha-desde-sempre-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Agatha All Along</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-casa-do-dragao-1a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">House of the Dragon</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://personaunesp.com.br/abbott-elementary-3a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Abbot Elementary</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e </span><a href="https://personaunesp.com.br/de-volta-aos-15-2a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">De volta aos 15</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que receberam duas menções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na disputa entre os </span><i><span style="font-weight: 400;">streamings</span></i><span style="font-weight: 400;">, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> se destaca com dez aparições. Em segundo lugar vem a </span><i><span style="font-weight: 400;">Max</span></i><span style="font-weight: 400;"> (3) e empatados em terceiro lugar estão o </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Prime Video </span></i><span style="font-weight: 400;">(2). Não é novidade que as produções dos Estados Unidos são a maioria, mas devido à greve em Hollywood, o ano de 2024 teve uma diversidade maior de países. Nesse contexto, o Brasil se sobressai com três menções, dentre elas, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AGT5bUsOPLk"><i><span style="font-weight: 400;">Senna</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e a terceira temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">De Volta aos 15</span></i><span style="font-weight: 400;">. Contudo, ainda há espaço para duas obras japonesas e uma inglesa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algo que chama muito a atenção na lista é a ausência de </span><i><span style="font-weight: 400;">Xógum: A Gloriosa Saga do Japão</span></i><span style="font-weight: 400;">, vencedora do </span><a href="https://www.omelete.com.br/emmy/emmy-2024-vencedores-lista"><i><span style="font-weight: 400;">Emmy</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">de melhor série dramática. Além disso, alguns seriados consagrados também ficaram de fora, como </span><a href="https://personaunesp.com.br/what-we-do-in-the-shadows-4-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">What We Do in the Shadows</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://personaunesp.com.br/only-murders-in-the-building-3a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Only Murders on the Building</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Dentre as 21 indicadas, 13 são estreantes, sendo apenas oito já conhecidas pelo público. Abaixo você pode ver como ficou a nossa lista de melhores de 2024, selecionadas pelos membros da nossa </span><b>Editoria</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span id="more-35024"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_35038" aria-describedby="caption-attachment-35038" style="width: 681px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35038" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Abott-Elementary-Ludmila-Henrique.jpg" alt="Cena da terceira temporada de Abbott Elementary. Na imagem temos a presença de Janine Teagues (Quinta Brunson), uma mulher negra, de cabelos castanhos e cacheado, ela está vestindo um vestido branco com detalhes listrados na cor preta, azul e amarela. Ao seu lado está Gregory Eddie (Tyler James Williams), um homem negro, de olhos castanhos e cabelo preto raspado. Ele está vestindo uma camiseta e um jeans preto. Na imagem também temos a presença do Mr. Johnson (William Stanford Davis), um homem negro de meia idade, olhos castanhos e careca, vestindo uma jaqueta de couro preta. Eles estão dentro de uma cozinha, é possível identificar uma mesa redonda com alguns jogos de tabuleiro em cima, um fogão branco e outros utensílios de cozinha, como temperos e panelas." width="681" height="383" /><figcaption id="caption-attachment-35038" class="wp-caption-text">A quarta temporada do seriado ainda não tem data de estreia no Brasil (Foto: Disney+)</figcaption></figure>
<p><b>3° temporada de Abbott Elementary </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Encerrando o período de férias escolares, as aulas em </span><a href="https://personaunesp.com.br/abbott-elementary-3a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Abbott Elementary</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">retornam com novas metas para este ano. Após duas temporadas, a série que reúne humor com temas reais sobre o sistema público de ensino norte americano, precisa superar ela mesma para conseguir se estabelecer nas telas e manter a audiência. Com o mesmo roteiro criativo das fases anteriores, a </span><a href="https://personaunesp.com.br/abbott-elementary-2a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">sitcom</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> volta para o catálogo da </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;"> ainda mais engraçada, trazendo novas abordagens sobre a vida pessoal de seus personagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os corredores da </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ww1qEyVG6IA"><span style="font-weight: 400;">Willard R. Abbott</span></a><span style="font-weight: 400;"> seja o palco principal da trama dos professores, ao longo dos anos, o seriado busca mostrar outros aspectos da rotina dos funcionários da escola, aprofundando sua narrativa para outros assuntos, como contextos familiares e vida amorosa. E, falando em amor, o romance </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HowbGM9fDp8"><i><span style="font-weight: 400;">slow burn</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> entre Janine (Quinta Brunson) e Gregory (Tyler James Williams) finalmente tomou forma no decorrer desta temporada, no entanto, ainda não se sabe como esse relacionamento pode implicar na dinâmica profissional do casal, enquanto os dois dividem o mesmo espaço de trabalho. Mesmo sem um rumo aparente para solucionar os próximos problemas, uma coisa é certa: Em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ocKB_lkWD9A"><i><span style="font-weight: 400;">Abbott Elementary</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, tudo será resolvido com muita originalidade e humor. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique</b></p>
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<figure id="attachment_35027" aria-describedby="caption-attachment-35027" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35027" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-800x450.webp" alt="Cena da série A Casa do Dragão. Rhaenyra Targaryen aparece em primeiro plano, vestindo uma túnica vermelha decorada com bordados prateados, com expressão determinada e o rosto levemente sujo. Ao fundo, dois dragões destacam-se sobre um cenário rochoso e montanhoso." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-800x450.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-1024x576.webp 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-768x432.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-1536x864.webp 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1-1200x675.webp 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/HOUSE-OF-DRAGON-010824-default-07_19_HOTD_S02-1.webp 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35027" class="wp-caption-text">“Há quem confunda minha cautela com fraqueza, que essa seja a sua ruína” (Foto: Max)</figcaption></figure>
<p><b>2ª temporada de A Casa do Dragão (House of the Dragon)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segunda temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">A Casa do Dragão</span></i><span style="font-weight: 400;"> trouxe de volta o universo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Westeros</span></i><span style="font-weight: 400;">, carregando a essência das melhores fases de </span><a href="https://personaunesp.com.br/game-of-thrones-10-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">Game of Thrones</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com uma produção muito mais refinada. Apesar de tropeços ocasionais, a série mantém a nostalgia viva, entregando momentos de grande impacto visual e emocional. É uma temporada que aposta na construção detalhada das relações e na exploração de temáticas complexas, mesmo que em um ritmo mais lento do que o esperado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos maiores acertos está na forma como a série desenvolve os paralelos entre Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) e Alicent Hightower (Olivia Cooke). Embora os </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rVcDJ4Hi5IA&amp;t=1554s&amp;pp=ygUPbWlrYW5ubiBhbGljZW50"><span style="font-weight: 400;">livros</span></a><span style="font-weight: 400;"> não mergulhem tão profundamente nessa amizade transformada em rivalidade, a perspectiva da produção enriquece a narrativa, mostrando duas mulheres ligadas por laços do passado e divididas por interesses conflitantes. Além disso, a batalha épica entre Rhaenys Targaryen (Eve Best) e os irmãos Aemond (Ewan Mitchell) e Aegon (Tom Glynn-Carney) foi, sem dúvida, o clímax da temporada, com uma despedida de Rhaenys ao lado de Meleys que emocionou e deixou sua marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, o arco de Daemon (Matt Smith) em </span><i><span style="font-weight: 400;">Harrenhal </span></i><span style="font-weight: 400;">tentou fugir do previsível ao brincar com os delírios do personagem, mas se perdeu em repetições, e o ritmo da temporada, mais lento que o da </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-casa-do-dragao-1a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">primeira</span></a><span style="font-weight: 400;">, deixou a desejar em momentos de grande impacto. Mesmo assim, a discussão sobre legitimidade, como nos dilemas de Corlys Velaryon (Steve Toussaint) e Jace Targaryen (Harry Collet) e o ponto de vista do sofrimento da população de </span><i><span style="font-weight: 400;">King’s Landing</span></i><span style="font-weight: 400;"> por meio de novos rostos secundários trouxe profundidade à trama. No fim das contas, </span><i><span style="font-weight: 400;">A Casa do Dragão</span></i><span style="font-weight: 400;"> conseguiu manter um saldo positivo, alimentando a expectativa para a terceira temporada. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
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<figure id="attachment_35036" aria-describedby="caption-attachment-35036" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35036" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2-800x800.jpeg" alt="Cena da série A Diplomata, a cena mostra a vice-presidente dos Estados Unidos, Grace Penn, interpretada por Allison Janney, uma mulher branca de meia-idade, com os cabelos loiros. Ela usa um blazer vermelho, com um broche da bandeira de seu país, sobre uma camisa verde. Ela está em frente à residência oficial da embaixadora norte-americana em Londres, uma mansão neoclássica com janelas compridas, colunas gregas, e um frontão triangular com imagens esculpidas." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2-800x800.jpeg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2-1024x1024.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2-150x150.jpeg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2-768x768.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-diplomata-guilherme-siqueira2.jpeg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35036" class="wp-caption-text">Allison Janney impõe sua presença na segunda temporada de A Diplomata (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>2ª temporada de A Diplomata (The Diplomat)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na segunda temporada de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=RHWvvesnpi4"><i><span style="font-weight: 400;">A Diplomata</span></i></a> <span style="font-weight: 400;"> na </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, Kate Wyler (Keri Russell), embaixadora americana em Londres, recentemente descobriu uma armação britânica sobre um desastre avassalador. A explosão de um navio militar serviu de gatilho para a temporada passada e faz parte de um iceberg muito profundo de tramas e conspirações. Em meio a disputa voraz de interesses, Wyler deve ter jogo de cintura para trazer tudo à luz, sem colocar em risco a Aliança Britânico- Americana e sua própria reputação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série de Debora Cahn, que esteve na lista de </span><a href="https://personaunesp.com.br/as-melhores-series-de-2023/"><span style="font-weight: 400;">melhores séries de 2023</span></a><span style="font-weight: 400;"> do Persona, volta a figurar este ano. Isso se dá graças a sua percepção mordaz da política internacional e do roteiro refinado e bem humorado. As atuações de Keri Russell e Rufus Sewell nos papéis principais não decaem nem um pouco em relação à temporada original e ganham o impulso da interpretação magnética de Allison Janney. No papel de uma ultra-dedicada vice-presidente dos EUA, Janney traz um novo frescor ao Thriller político</span><b> &#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
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<figure id="attachment_35041" aria-describedby="caption-attachment-35041" style="width: 780px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35041" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-2.png" alt="" width="780" height="438" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-2.png 780w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-2-768x431.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35041" class="wp-caption-text">Em Agatha Desde Sempre, o amor, o ódio e a raiva andam de mãos dadas (Foto: Disney+)</figcaption></figure>
<p><b>Agatha Desde Sempre </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem estava bagunçando tudo? Era a Agatha, todo esse tempo! Em referência à </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=P8u8md-NiHM"><span style="font-weight: 400;">canção</span></a><span style="font-weight: 400;"> presente em </span><i><span style="font-weight: 400;">WandaVision</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Agatha Desde Sempre </span></i><span style="font-weight: 400;">mostra a história de Agatha Harkness, antes e depois dos eventos causados por Wanda Maximoff em Westview. Conhecida por ter êxito na magia e fracasso na vida, Harkness perdeu muitas coisas nesse longo trajeto, e – segundo a lenda – é a única bruxa que conseguiu atravessar o Caminho das Bruxas. Por causa disso, Teen (Joe Locke) vai ao encontro de Agatha, para tentar entender seus poderes e achar sua identidade real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio de momentos irônicos e sarcásticos, e através do passado e do presente, a minissérie conta como uma jovem se transformou na bruxa mais malvada de todos os tempos. Dessa forma, é possível descobrir como a vida de Agatha Harkness se cruzou com as histórias de tantas outras feiticeiras, e como ela se tornou tão odiada pela maior parte do mundo mágico. Além de ser recheada de comédia, </span><a href="https://personaunesp.com.br/agatha-desde-sempre-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Agatha Desde Sempre</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> ainda conta com diversos instantes de drama e leves sustos, sem deixar o mistério e os encantamentos de lado. </span><b>– Laura Hirata-Vale</b></p>
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<figure id="attachment_35034" aria-describedby="caption-attachment-35034" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35034" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a-promessa-do-golfe-guilherme-siqueira.jpg" alt="Cena da série A Promessa do Golfe, a cena mostra Gawain, um menino de aproximadamente 8 anos, cabelos loiros e curtos, com olhos azuis. Ele veste uma camisa amarela com suspensórios vermelhos e uma calça verde, segura um taco de golfe atrás de suas costas, após fazer uma tacada. Ao lado de Gawain está sua professora Kiria, que olha impressionada. Ela é uma mulher de pele clara, cabelos lisos e pretos que formam uma franja, usa uma blusa laranja e calças xadrez. Os dois estão em um campo com muitas árvores e um céu azul." width="640" height="360" /><figcaption id="caption-attachment-35034" class="wp-caption-text">A Promessa do Golfe proporciona uma alegria diferente a cada tacada (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>1ª Temporada de A Promessa do Golfe (Rising Impact)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma série esportiva fofa e hipnotizante. Assim é </span><i><span style="font-weight: 400;">A promessa do Golfe</span></i><span style="font-weight: 400;">, disponível na Netflix. O anime derivado do mangá de Nakaba Suzuki não é apenas um passatempo, mas uma fonte de motivação do dia-a-dia. A Jornada de Gawain Nanaumi para descobrir o seu enorme potencial em um esporte que ele sequer sabia da existência é a garantidora de uma experiência agradavelmente leve à qualquer um que esteja assistindo. Apesar do enfoque maior ao público mais jovem, com o bom humor não tão sutil e a simplicidade da narrativa, a série merece estar entre as melhores de 2024 graças a elementos como doçura dos personagens, a precisão das descrições de elementos técnicos do </span><a href="https://flixlandia.com.br/a-promessa-do-golfe-critica-da-serie-anime-netflix-2024/"><span style="font-weight: 400;">golfe</span></a><span style="font-weight: 400;"> e uma visão otimista de mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os protagonistas e coadjuvantes da série são igualmente apaixonantes, em muitos momentos eles parecem ser muito mais próximos de nós do que os traços 2D da animação possam levar a crer. Traços esses que, por si só, são um espetáculo à parte. Os objetos têm características como brilho e peso muito bem definidas e a movimentação, essencial na temática esportiva, é fluida, veloz e delicada. Em um momento em que a Netflix expande os </span><a href="https://animesinjapan.com.br/noticia/398/netflix-aumenta-o-seu-investimento-no-ramo-dos-animes-em-2024-com-a-adicao-futura-de-17-animacoes-licenciadas-pela-sony-crunchyroll-n"><span style="font-weight: 400;">negócios</span></a><span style="font-weight: 400;"> em busca do público consumidor da cultura japonesa,</span><i><span style="font-weight: 400;"> A Promessa do Golfe</span></i><span style="font-weight: 400;"> é sem dúvidas um grande destaque. </span><b>&#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
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<figure id="attachment_35047" aria-describedby="caption-attachment-35047" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35047" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-800x341.jpg" alt="A imagem retangular mostra cinco personagens da série em um cenário escuro com uma luz central amarelada. Da esquerda para a direita, respectivamente, temos uma personagem branca, de cabelos ruivos, que veste armadura com detalhes dourados. Ao lado, um personagem marculino de barba e cabelos médios presos por uma tiara, que segura um escudo grande em um dos braços e se põe por trás do mesmo. Ao centro, uma personagem com roupa naval e que segura uma espingarda em uma das mãos, além de vestir uma boina branca sob seus cabelos longos lisos e pretos. Ao lado, uma personagem de cabelos pink, que usa grandes luvas de metal no punho. Ao lado dela, um personagem de pele verde, que veste uma boina preta. Todos olham para a frente." width="800" height="341" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-800x341.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-1024x437.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-768x328.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-1536x655.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-1200x512.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1.jpg 1999w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35047" class="wp-caption-text">Após três anos de uma espera ansiosa, Arcane não deixa a desejar em sua sequência, o que engrandece ainda mais todo seu enredo (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Arcane 2º Temporada </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Que a </span><i><span style="font-weight: 400;">Riot Games</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um sucesso entre milhares de pessoas não restam dúvidas. Desde o lançamento do estrondoso </span><a href="https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/09/league-of-legends-e-o-jogo-de-computador-mais-popular-do-mundo-entenda-esports.ghtml"><i><span style="font-weight: 400;">League of Legends</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a empresa coleciona admiradores e uma legião de fãs que compra toda nova ideia. Quando o projeto da série </span><a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/11/08/jogo-lol-league-of-legends-serie-netflix-arcane-segunda-temporada"><i><span style="font-weight: 400;">Arcane</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">surgiu em 2021, a surpresa positiva com toda a potência visual, narrativa e a escolha detalhista para roteiro e vozes brilhou nos olhos do público, caindo nas graças. Em 2024, a empresa repete o feitiço ao entregar uma nova temporada tão brilhante quanto a anterior e mostrar que ideias e um alto nível de execução não estão em falta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um ritmo mais acelerado, o espectador é convidado a embarcar em uma </span><a href="https://personaunesp.com.br/arcane-2a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">história igualmente frenética</span></a><span style="font-weight: 400;">. Conseguindo unir algumas pontas soltas da primeira parte, a história se desenrola em um clima que prende e faz qualquer um ficar grudado à tela. Mesmo deixando a desejar em expandir e dar mais atenção para histórias de personagens como Rosa Negra, Jinx e Jayce, a segunda temporada mostra muita maturidade no conteúdo, emoção e deixa um gostinho de que valeu a pena esperar  </span><b>&#8211; Aryadne Xavier</b></p>
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<figure id="attachment_35040" aria-describedby="caption-attachment-35040" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35040" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/As-Bicampeas-800x450.jpg" alt="Imagem da série As Bicampeãs. Na fotografia, as atletas de vôlei Fabi Alvim, Fabiana Claudino, Jaqueline, Paula Pequeno, Sheilla e Thaísa se reúnem para uma selfie. Todas estão vestidas formalmente para a gravação de declarações para o documentário do Globoplay." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/As-Bicampeas-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/As-Bicampeas-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/As-Bicampeas-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/As-Bicampeas.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35040" class="wp-caption-text">As Bicampeãs trouxe os bastidores por trás da geração mais vitoriosa do vôlei feminino brasileiro (Foto: Globoplay)</figcaption></figure>
<p><b>As Bicampeãs</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, documentários sobre grandes ícones do esporte falham em despertar a empatia do público ao colocarem, a todo momento, seus protagonistas no topo do mundo. Alguns, no entanto, conseguem derrubar as visões criadas pela mídia para, então, reerguer o astro ao seu lugar de glória. </span><a href="https://globoplay.globo.com/v/12761200/"><i><span style="font-weight: 400;">As Bicampeãs</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> arrasta seis jogadoras de vôlei de volta ao inferno em uma jogada perfeita que mostrou os sacrifícios para alcançar a glória eterna. Nesse caso, o tão sonhado ouro olímpico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série, exibida pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">Sportv2</span></i><span style="font-weight: 400;"> e disponibilizada no </span><i><span style="font-weight: 400;">Globoplay</span></i><span style="font-weight: 400;">, é emocionante e vital para se entender o atual cenário do </span><a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/as-bicampeas-serie-mostra-a-conquista-dos-ouros-olimpicos-do-volei-feminino-do-brasil"><span style="font-weight: 400;">vôlei feminino brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400;">. Partindo desde a rixa histórica com Cuba nas quadras, passando pela pressão de um jornalismo esportivo historicamente machista e aterrissando no bicampeonato olímpico, </span><i><span style="font-weight: 400;">As Bicampeãs </span></i><span style="font-weight: 400;">escancarou do que Fabi Alvim, Fabiana Claudino, Jaqueline, Paula Pequeno, Sheilla e Thaísa são feitas: muita determinação, sangue nos olhos e, claro, pressão do técnico Zé Roberto Guimarães. </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
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<figure id="attachment_35033" aria-describedby="caption-attachment-35033" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35033" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena-800x450.webp" alt="Na imagem se encontram um homem e uma mulher em um bar. Ele, de camisa pólo marrom, cabelo curto castanho, barba rala e pele branca, se encontra dentro da área na qual se fazem os drinks e olha para uma mulher branca, de cabelos ruivos, que veste uma roupa rosa rendada. Ela ri livremente e parece se divertir de algo que ele fala. " width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena-800x450.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena-1024x576.webp 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena-768x432.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena-1200x675.webp 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/beberena.webp 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35033" class="wp-caption-text">Extremamente desconfortável e impossível de não olhar, Bebê Rena é fatal em prender sua atenção por 7 episódios como se fosse só um (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Bebê Rena (Baby Reindeer) </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em uma tentativa de lavar-se de uma história que marcou sua vida pessoal, Richard Gadd interpreta a si mesmo, sob o nome de </span><span style="font-weight: 400;">Donny, e roteiriza uma das minisséries de maior sucesso da </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Bebê Rena</span></i><span style="font-weight: 400;">, que se tornou a produção mais premiada do </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/xogum-hacks-e-bebe-rena-sao-as-grandes-vencedoras-do-emmy-2024/"><i><span style="font-weight: 400;">Emmy 2024</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, levando 4 prêmios para a casa. </span><span style="font-weight: 400;">Mostrando a complexidade do que é o </span><i><span style="font-weight: 400;">Stalking</span></i><span style="font-weight: 400;"> (perseguição intencional que ameaça a integridade da vítima e/ou invade sua privacidade e direito de ir e vir), o </span><a href="https://personaunesp.com.br/bebe-rena-critica/"><span style="font-weight: 400;">roteiro não se prende</span></a><span style="font-weight: 400;"> a contar a história como a vilã e o mocinho, mas trabalha todas as nuances que permeiam o psicológico de ambos e demonstra a teia que se constrói nessa relação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que não entregue em um formato perfeito e com seus ‘erros’ de roteiro e produção, que podem desagradar parte do público ou tornar a história mais plausível, já que tudo se baseia em uma experiência pessoal de Richard. Com uma história que incomoda, mas prende a atenção, </span><i><span style="font-weight: 400;">Baby Reindeer</span></i><span style="font-weight: 400;"> (no original) é um aviso filmado dos malefícios da </span><a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/06/28/brasil-registra-mais-de-3-casos-de-stalking-por-hora-mostra-anuario.ghtml"><span style="font-weight: 400;">banalização de obsessões</span></a><span style="font-weight: 400;"> na sociedade atual </span><b>&#8211; Aryadne Xavier</b></p>
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<figure id="attachment_35029" aria-describedby="caption-attachment-35029" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35029" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/3a-Temporada-de-De-Volta-aos-15-800x450.jpg" alt="Cena da 3ª temporada da série De Volta aos 15. A cena mostra a personagem Anita, a qual é interpretada por Maisa, em uma aula de pintura. Seu cabelo é enrolado, escuro e da altura dos ombros. Ela está virada para um cavalete de pintura e seu rosto observa a amiga ao lado, com uma expressão de preocupação. Atrás, há um cenário de ateliê, com várias pinturas. Ao lado de Anita, está Filipa, personagem interpretada por Larissa Manoela, a qual está olhando para frente e parece estar muito concentrada. Seu cabelo possui um tom de caramelo escuro, o qual cobre parte do seu rosto. Sua blusa possui mangas brancas e ela está usando um colete vermelho por cima. À frente de Filipa, há um cavalete de pintura também." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/3a-Temporada-de-De-Volta-aos-15-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/3a-Temporada-de-De-Volta-aos-15-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/3a-Temporada-de-De-Volta-aos-15-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/3a-Temporada-de-De-Volta-aos-15.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35029" class="wp-caption-text">A última temporada de De Volta aos 15 retoma papel “‘comfort’” com a estreia de Larissa Manoela (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>3ª temporada de De Volta aos 15</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A última temporada de </span><a href="https://youtu.be/d6rQv71QNDE?si=brD-BRzF6RpkWyyJ"><i><span style="font-weight: 400;">De Volta aos 15</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi lançada em 21 de agosto de 2024 pela</span><i><span style="font-weight: 400;"> Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">. A produção nacional continua com o clichê adolescente sobre amizade ao longo do tempo e revela a importância dos relacionamentos verdadeiros. Vale ressaltar que não só a última temporada, mas toda a série, possui grande poder, principalmente, lançando novos atores mirins, os quais contribuem para o incentivo da carreira no Brasil. Na terceira temporada, diversos atores coadjuvantes estreiam seus primeiros papéis, de modo a buscar portas para projetos futuros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A temporada conta com a estreia de Larissa Manoela, interpretando uma personagem de </span><a href="https://youtu.be/Retu9mfueGY?si=OAnJSiOpCIxqwTKB"><span style="font-weight: 400;">caráter misterioso</span></a><span style="font-weight: 400;">. Maisa</span> <span style="font-weight: 400;">continua sendo a protagonista que cresceu ao longo das últimas temporadas. Além disso, João Guilherme consegue interpretar um papel de um personagem desafiador, comparado com o que está acostumado e vê oportunidades de cantar, inclusive, músicas de seu pai. A última temporada reúne os personagens nostálgicos da turminha dos anos 2000 de </span><i><span style="font-weight: 400;">Carrossel</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Cúmplices de um Resgate</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
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<figure id="attachment_35053" aria-describedby="caption-attachment-35053" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35053" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-800x450.png" alt="Cena de Disclaimer. Nela vemos Catherine Ravenscroft, interpretada por Cate Blanchett. Catherine é uma mulher branca, de meia idade e cabelos loiros. Ela veste um vestido preto, que não aparece totalmente em tela. Catherine está encarando a câmera, enquanto no desfocado fundo, está acontecendo um jantar de gala." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35053" class="wp-caption-text">Disclaimer tem uma das histórias mais originais e imperdíveis do ano (Foto: AppleTV+)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada de Disclaimer</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais que ainda não tenha caído totalmente nas graças do público, a </span><a href="https://exame.com/tecnologia/apple-planeja-gastar-us-1-bi-por-ano-em-producoes-de-cinema/"><i><span style="font-weight: 400;">AppleTV+</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> rapidamente virou queridinha de atores e diretores quando o assunto é série original. Logo, só de ter o peso de Cate Blanchett em uma história de alguém com o cacife de Alfonso Cuarón, já traz para </span><i><span style="font-weight: 400;">Disclaimer</span></i><span style="font-weight: 400;"> uma curiosidade que vai muito além da novidade da plataforma de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=so6XoqZgbVM&amp;ab_channel=AppleTV"><i><span style="font-weight: 400;">Disclaimer</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">conta a história de uma jornalista renomada que um dia recebe um pacote em sua casa. O conteúdo? Um livro onde ela claramente é a personagem principal e – para azar dela – não é nada ficcional. A produção e roteiro são de outro nível, isso porque Cuarón não está preocupado em fazer TV, mas sim em usar sua estrutura e forma de contar histórias para dar asas ao seu projeto. Combinado com a atuação de Blanchett e de todo o elenco, a série é uma das maiores jóias do ano, que merece ser encontrada. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
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<figure id="attachment_35035" aria-describedby="caption-attachment-35035" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35035" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dungeon-meshi-guilherme-siqueira-800x450.jpg" alt="Cena da série Dungeon Meshi, a cena mostra Marcille (Emily Rudd), uma elfa, uma mulher branca com orelhas pontudas, um cabelo loiro trançado, olhos verdes, vestindo um manto azul. Ela está provando uma fatia de torta de frutas." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dungeon-meshi-guilherme-siqueira-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dungeon-meshi-guilherme-siqueira-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/dungeon-meshi-guilherme-siqueira.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35035" class="wp-caption-text">Dungeon Meshi é uma aventura deliciosa em muitos sentidos (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada de Dungeon Meshi</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Dungeon Meshi</span></i><span style="font-weight: 400;">, já seria uma série muito boa se apenas fosse um anime com personagens de RPG ao melhor estilo </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/entre-telas/series/caverna-do-dragao-ganha-episodio-final-apos-41-anos,b74c699f346fb6e1220ec5e6d22c3bbfyolselrb.html"><span style="font-weight: 400;">caverna do dragão</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas a adaptação do mangá de Ryōko Kui vai muito além. A criatividade engenhosa do enredo se aprofunda em paralelo à exploração do calabouço no fundo da terra, habitado por ecossistema equilibrado de monstros como dragões, sereias e grifos. A temática medieval e fantástica serve apenas como artifício em uma comédia sobre relacionamentos interpessoais, o equilíbrio ecológico, como a atividade humana pode o atrapalhar ou ajudar e como culturas muito diferentes podem se unir em torno de um traço em comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série segue o aventureiro Laios e sua equipe, que, em busca de sua irmã sequestrada por um dragão, se vê sem recursos para explorar o calabouço. Sem poder retornar à superfície para buscar comida, a única solução encontrada é cozinhar e comer os monstros que encontram pelo caminho. Nesse processo, os roteiristas nos enchem de informações e detalhes que enriquecem esse universo fantástico e tornam toda a série mais cativante. Nessa mistura de personagens amáveis, história envolvente e cenário elaborado, </span><a href="https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/dungeon-meshi-anime-1a-temporada-critica"><i><span style="font-weight: 400;">Dungeon Meshi</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">aprisiona nossa atenção muito mais que qualquer masmorra. </span><b> &#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
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<figure id="attachment_35031" aria-describedby="caption-attachment-35031" style="width: 681px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35031" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/InterviewWiththeVampire.Season2.MAIN_.webp" alt="Cena da série Entrevista com o Vampiro. A imagem se passa à noite, tem luminosidade baixa e o fundo é cinza. À esquerda está Lestat, um homem branco, de cabelo loiro até os ombros, vestido uma camisa branca com os dois primeiros botões abertos, ele está ensanguentado da garganta para baixo, sua mão esquerda está levantada encostando no queixo de Louis, que está à sua direita. Louis é um homem negro de cabelo curto e veste um casaco preto." width="681" height="454" /><figcaption id="caption-attachment-35031" class="wp-caption-text">Mais uma temporada do romance tempestuoso de Louis e Lestat (Foto: AMC)</figcaption></figure>
<p><b>2ª temporada de Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segunda temporada de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wT4QihIavo"><span style="font-weight: 400;">&#8220;Entrevista com o Vampiro&#8221;</span></a><span style="font-weight: 400;"> adapta a metade final do livro homônimo escrito por Anne Rice, o primeiro de sua saga </span><i><span style="font-weight: 400;">As Crônicas Vampirescas</span></i><span style="font-weight: 400;">. Situada em uma Paris pós-Segunda Guerra Mundial, Louis (Jacob Anderson) e Claudia (Delainey Hayles) buscam por outros vampiros e pela descoberta da vida sem o amor e abusos de Lestat (Sam Reid). A série lidera a recente renascença dos vampiros na mídia da melhor forma possível, apresentando romances </span><i><span style="font-weight: 400;">queer </span></i><span style="font-weight: 400;">góticos e personagens complexos, para os quais é impossível se aplicar a moralidade humana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O roteiro entrosa a narrativa do passado com o presente de Louis, nos engajando em sua jornada atual de contar sua história, enquanto Daniel (Eric Bogosian) o enquadra, fazendo-o questionar a precisão de suas memórias e encarar a realidade de tudo que viveu. Jacob Anderson interpreta os conflitos de Louis diante de sua odisseia de recordação com maestria, entregando uma das melhores performances do ano. Assad Zaman também se destaca, tendo incorporado o papel de Armand com toda a suavidade arrepiante que um vampiro ancestral pode ter. A história de amor (ou terror, dependendo dos olhos de quem vê) entre Louis e Lestat segue uma das mais envolventes da televisão e foi </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4KcYh0umT8U"><span style="font-weight: 400;">renovada</span></a><span style="font-weight: 400;"> para sua terceira temporada. </span><b>&#8211; Ana Eloisa Leite</b></p>
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<figure id="attachment_35052" aria-describedby="caption-attachment-35052" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35052" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3-800x450.png" alt="Cena de Fallout. Nela vemos Lucy, personagem de Ella Purnell. Lucy é uma mulher branca de olhos verdes e cabelo preto. Ela veste um macacão azul com detalhes amarelos no zíper. Lucy está saindo de um bunker, que está entreaberto ao fundo. Suas roupas estão sujas de poeira e ela coloca a mão na altura do rosto para tentar encobrir o sol." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-3.png 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35052" class="wp-caption-text">Grata surpresa, Fallout consegue traduzir para as telas uma das melhores narrativas dos games (Foto: Prime Video)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada de Fallout</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo que ainda não tenha alcançado o nível de excelência dos consoles, os games e o audiovisual vivem uma lua de mel quando o assunto é adaptação. E, sem sombra de dúvidas, o exemplo mais certeiro da crescente nos gêneros vem, na verdade, de quem mais abdica de um deles. </span><i><span style="font-weight: 400;">Fallout </span></i><span style="font-weight: 400;">vem com cara de grande produção, da outra plataforma ela só pega a narrativa – ponto mais forte da </span><a href="https://bethesda.net/pt/studios"><span style="font-weight: 400;">Bethesda</span></a><span style="font-weight: 400;">, empresa que criou o game – e a estética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contando a história de um mundo 200 anos depois de uma guerra nuclear, </span><i><span style="font-weight: 400;">Fallout</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma perfeita síntese de traduzir uma história de uma mídia para outra. Aqui, o tom aventuresco fica de lado e, fazendo jus às produções de </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/entre-telas/antes-de-fallout-jonathan-nolan-passou-dois-anos-sem-escrever-nunca-experimentei-nada-parecido,80fc14146b29ff9acf5b682abfb8a088q5md18vj.html"><span style="font-weight: 400;">Jonathan Nolan</span></a><span style="font-weight: 400;">, assumem uma roupagem mais séria que se equilibra perfeitamente com o caráter fantástico (coisa que ele conseguiu replicar em </span><a href="https://personaunesp.com.br/westworld-3-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Westworld</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> anteriormente). Soma-se a isso os personagens cativantes de Ella Purnell e do brilhante Walter Goggins, que, sozinhos, já conseguiriam levar a série nas costas, e, por sorte, ainda contam com uma ótima estrutura por trás, que caminha para entregar uma das melhores produções da TV nos próximos anos. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
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<figure id="attachment_35032" aria-describedby="caption-attachment-35032" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35032" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Hacks-Season-3-Hannah-Einbinder-Jean-Smart.webp" alt="Cena da série Hacks. A imagem se passa de dia, ao ar livre, há carrinhos de golf e árvores no fundo. Vemos Ava, uma mulher branca de cabelo ruivo na altura do queixo, ela usa uma viseira branca na cabeça e um colete azul escuro escrito “caddy”. Ao seu lado direito, vemos Deborah, uma mulher branca mais velha, loira, também de viseira, vestindo um colete rosa com zíper fechado na frente, por baixo ela veste uma blusa de manga longa azul claro e rosa, e usa uma luva branca na mão esquerda." width="600" height="337" /><figcaption id="caption-attachment-35032" class="wp-caption-text">Com o apoio de Ava, Deborah vai atrás de seu tão desejado programa de auditório. (Foto: MAX)</figcaption></figure>
<p><b>3ª temporada de Hacks</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação de Deborah Vance (Jean Smart) e Ava Daniels (Hannah Einbinder) torna-se ainda mais difícil de descrever na terceira temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/hacks-3-temp-critica/#more-33960"><i><span style="font-weight: 400;">Hacks</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">Co-dependência, amor, amizade, obsessão, ódio, todos existem simultaneamente e as atraem uma para a outra ao longo da série. Mais do que nunca, as protagonistas são forçadas a equilibrar suas ambições individuais com o desejo de manter um bom relacionamento, tanto pessoal quanto profissional. Essa tarefa se prova desafiadora e coloca à prova o quanto estão dispostas a arriscar para conseguir o que desejam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os criadores e roteiristas da série, Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky evidenciaram os conflitos internos de Deborah com suas ambições, sua idade e a necessidade de aceitar o tempo presente como ele é. Ao passo que Ava começa a colocar os ensinamentos de Deborah em prática, após muitas batalhas entre sua razão e emoção ao longo dos nove episódios. A série vem recebendo suas devidas flores nas grandes premiações, tendo conquistado Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz em Série de Comédia (Jean Smart) em ambos </span><a href="https://www.hollywoodreporter.com/tv/tv-news/2024-emmy-hacks-best-comedy-series-1236002833/"><i><span style="font-weight: 400;">Emmys</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.rollingstone.com/tv-movies/tv-movie-news/hacks-wins-best-television-series-musical-comedy-2025-golden-globes-1235225694/"><i><span style="font-weight: 400;">Golden Globes</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. </span><i><span style="font-weight: 400;">Hacks </span></i><span style="font-weight: 400;">foi renovada para uma quarta temporada com </span><a href="https://www.tvinsider.com/1149559/hacks-season-4-premiere-date-trailer-cast-episodes-filming-details/"><span style="font-weight: 400;">previsão de estreia</span></a><span style="font-weight: 400;"> para Maio de 2025. </span><b>&#8211; Ana Eloisa Leite</b></p>
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<figure id="attachment_35028" aria-describedby="caption-attachment-35028" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35028" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-800x400.jpg" alt="Cena de Heartstopper com dois adolescentes se encarando de forma carinhosa em um ambiente externo à noite. O menino da esquerda, chamado Nick, tem cabelo liso e veste um moletom cinza com capuz. Ele sorri de maneira suave enquanto olha para o menino da direita, chamado Charlie, que tem cabelo cacheado e veste um casaco verde claro. O fundo está escuro, com leves sombras de árvores e uma cerca." width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-800x400.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-1536x768.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-2048x1024.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/heartstopper-imagem-1-1200x600.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35028" class="wp-caption-text">É possível notar o amadurecimento de Nick e Charlie desde a estreia da série, mas isso fica bem mais nítido na terceira temporada (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>3ª temporada de Heartstopper</b><b><br />
</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde sua estreia, </span><a href="https://personaunesp.com.br/heartstopper-1a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Heartstopper</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">estabeleceu uma atmosfera idealizada e otimista como sua principal característica, algo que dividiu opiniões no público. Apesar de alguns momentos poderem parecer exagerados, o propósito da série é claro: oferecer uma alternativa à visão sombria da adolescência presente em obras como </span><a href="https://personaunesp.com.br/euphoria-part-1-rue-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Euphoria</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Funcionando quase como um ‘manual’ para os jovens e um conforto nostálgico para os mais velhos, a produção mantém essa essência. Na terceira temporada, lançada em outubro de 2024, o tom doce persiste, mas agora acompanhado de uma abordagem mais autêntica e realista ao explorar temas mais profundos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O foco da nova temporada está na saúde mental, um tema que ganha destaque ao expandir o arco do distúrbio alimentar de Charlie Spring (Joe Locke), introduzido no </span><a href="https://personaunesp.com.br/heartstopper-2a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">ano anterior</span></a><span style="font-weight: 400;">. Nick Nelson (Kit Connor), por sua vez, enfrenta seu próprio estresse ao tentar apoiar Charlie sem saber como lidar com a situação e com a possibilidade de se afastar dele. Esse cuidado em tratar tópicos relevantes da juventude e questões da comunidade LGBTQIAPN+ com respeito e sensibilidade é o maior legado de </span><i><span style="font-weight: 400;">Heartstopper</span></i><span style="font-weight: 400;">. A série não apenas aborda essas questões com profundidade, mas também preserva o quentinho reconfortante que a tornou tão especial para diferentes gerações. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
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<figure id="attachment_35037" aria-describedby="caption-attachment-35037" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35037" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ninguem-Quer-Giovanna-800x534.webp" alt="Cena da série Ninguém Quer. A cena mostra a personagem Joanne a esquerda e o personagem Noah a direita, com os corpos virados um de frente para o outro, se olhando. Joanne está com os cabelos loiros soltos e uma blusa de manga comprida vermelha. Noah está vestindo um traje típico de rabino. Os dois estão em uma sinagoga. Atrás deles, algumas pessoas encaram o casal." width="800" height="534" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ninguem-Quer-Giovanna-800x534.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ninguem-Quer-Giovanna-768x512.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ninguem-Quer-Giovanna.webp 1000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35037" class="wp-caption-text">Kristen Bell e Adam Brody dão uma aula de química boa demais para perder em Ninguém Quer (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada de Ninguém Quer (Nobody Wants This)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix </span></i><span style="font-weight: 400;">ouviu as nossas preces e, em 2024, entregou uma comédia romântica adulta perfeita. </span><a href="https://youtu.be/i57S8G4283A?feature=shared"><i><span style="font-weight: 400;">Ninguém Quer</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> tem tudo o gênero pede: romance e comédia (claro), tensão, reflexões e uma cena de primeiro beijo de dar borboletas no estômago como não víamos há tempos. O enredo coloca duas pessoas de mundos totalmente opostos para se encontrarem em um cativante conflito de realidades. De um lado, uma mulher pra frente que divide um podcast com sua irmã, no qual discutem experiências amorosas e sexuais sem papas na língua e, do outro, um jovem rabino dedicado à religião, que até ontem estava de casamento marcado, seguindo todos os passos que a sua família tradicional judaica sonhou para ele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A série é água com açúcar, mas não é boba. </span><i><span style="font-weight: 400;">Ninguém Quer </span></i><span style="font-weight: 400;">aborda questões muito reais sobre identidade, dogmas e sacrifícios em relacionamentos a dois. A história nos instiga a questionar até que ponto podemos nos entregar ao outro sem perder a nós mesmos e quando devemos repensar nossas certezas em nome da felicidade. Com apenas dez episódios de 20 a 30 minutos cada, é uma série leve e boa de maratonar de uma vez só, para depois ficar com aquele gostinho que quero mais. Por sorte, a </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;"> já confirmou uma </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/ninguem-quer-tera-2a-temporada-mas-com-novos-roteiristas-diz-site/"><span style="font-weight: 400;">segunda temporada</span></a><span style="font-weight: 400;">. &#8211; </span><b>Giovanna Freisinger</b></p>
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<figure id="attachment_35042" aria-describedby="caption-attachment-35042" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35042" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-800x400.png" alt="Cena da 3ª temporada da série The Bear. Na imagem, cinco pessoas estão encostadas em uma bancada de cozinha de restaurante. A primeira pessoa é Sydney Adamu (Ayo Edebiri), uma mulher negra, de cabelos escuros trançados, presos em um coque; ela veste um vestido grafite, colares e anéis prateados, e segura um copo. O segundo a aparecer é Richie Jerimovich (Ebon Moss-Bachrach), um homem branco, de cabelos escuros e curtos, e barba; ele usa camisa, gravata e terno pretos, e segura um copo. Luca (Will Poulter) aparece em seguida: ele é um homem branco, de cabelos loiros penteados em um topete, e tem tatuagens nos braços; ele usa roupas pretas, relógio e segura uma taça. A quarta pessoa a aparecer é Jessica (Sarah Ramos),uma mulher branca de cabelos castanhos, semi presos; ela usa um terno preto, e segura um copo. Rene Gube faz Ever GM; ele é um homem de ascendência filipina, e tem cabelos pretos, arrumados em um topete; ele usa um terno cinza, e segura um copo. Por último, Garrett (Andrew Lopez) é um homem de ascendência filipino-coreana, ele tem bigode e cavanhaque, e possui cabelos pretos, arrumados em um topete; ele usa um terno preto, e está com os braços cruzados. " width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-800x400.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-1024x512.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-768x384.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2.png 1140w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35042" class="wp-caption-text">Tudo tem seu começo, meio e fim – até mesmo um restaurante (Foto: Disney+)</figcaption></figure>
<p><b>3ª temporada de O Urso (The Bear)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A terceira temporada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/the-bear/"><i><span style="font-weight: 400;">The Bear</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> traz a receita de sempre: uma cozinha caótica, personagens emocionalmente instáveis e muitas discussões. Mesmo assim, a série continua a tentar desenvolver as histórias dos funcionários do The Bear, e também a do próprio restaurante: a temporada começa logo após o primeiro serviço do estabelecimento. Natalie (Abby Elliott) se vê forçada a ligar para a mãe, DeeDee (Jamie Lee Curtis), em um dos dias mais importantes de sua vida. Sidney (Ayo Edebiri) se depara com decisões importantes, que vão de comprar um sofá a dar mais passos na carreira. E Carmy Berzatto (Jeremy Allen White)? Continua praticamente o mesmo: agitado, ansioso e ambicioso, com altos parâmetros – a lista de ‘inegociáveis’ é como um resumo do personagem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de mostrar a rotina de cozinhas profissionais – por meio de diálogos corridos e montagens do cotidiano culinário –, a terceira temporada de </span><i><span style="font-weight: 400;">The Bear</span></i><span style="font-weight: 400;"> faz Carmy não só encarar, mas como enfrentar seu passado – principalmente com o retorno de Luca (</span><a href="https://variety.com/2023/tv/features/will-poulter-the-bear-luca-hot-chef-1235657992/"><span style="font-weight: 400;">Will Poulter</span></a><span style="font-weight: 400;">), Andrea Terry (Olivia Colman) e David Fields (Joel McHale) – e pensar no seu futuro como chefe de cozinha. Será que ele e Syd vão receber boas avaliações e conseguir atingir a tão sonhada estrela Michelin no The Bear? Essas perguntas – ainda não respondidas – incomodarão os protagonistas nas próximas temporadas. </span><b>– Laura Hirata-Vale</b></p>
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<figure id="attachment_35050" aria-describedby="caption-attachment-35050" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35050" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image3-800x450.png" alt="ena de Pinguim. Nela vemos Oswald Cobblepot, mais conhecido como Pinguim. Ele é um homem adulto, gordo e com cicatrizes no rosto. Ele veste uma camisa na cor vinho e um terno branco. Pinguim está olhando para baixo enquanto segura algo que está pegando fogo. Ao fundo, a escuridão da noite." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image3-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image3-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image3.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35050" class="wp-caption-text">Pinguim abdica do fantástico e aposta no capital humano da DC (Foto: Max)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada de Pinguim (The Penguin)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se teve ideia do desenvolvimento de uma série sobre o vilão </span><a href="https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/pinguim-serie-hbo-critica"><span style="font-weight: 400;">Pinguim</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma dúvida se instaurou. Muito porque ele já vinha com a premissa de expandir uma tentativa de se separar de um universo compartilhado em ruínas. Mas o resultado foi o melhor que se esperava, porque a produção resolveu abdicar completamente de tudo que podia prendê-lo ao gênero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem estar sobre a sombra da capa do </span><a href="https://personaunesp.com.br/batman-critica/"><span style="font-weight: 400;">morcegão</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Pinguim</span></i><span style="font-weight: 400;"> se prende aos aspectos puramente urbanos do longa de Matt Reeves, para contar a tentativa de tomada do império criminoso de Gotham feito pelo vilão interpretado por Colin Farrell, após o vácuo de poder causado pela morte de Carmine Falcone. Com um primor técnico absurdo, a produção parece retroceder ao início dos anos 2000, onde se tinha vergonha de uma história de herói se parecer com uma história de herói e, nesse retorno, ela acertadamente bebe muito de </span><i><span style="font-weight: 400;">Família Soprano</span></i><span style="font-weight: 400;">, revitalizando as histórias de máfia e mostrando que, quando o gênero não é tratado como a fábrica que imprime as páginas dos quadrinhos à exaustão, ele dá carto. </span><b> &#8211; Guilherme Veiga</b></p>
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<figure id="attachment_35030" aria-describedby="caption-attachment-35030" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35030" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-800x554.webp" alt="Cena da minissérie Senna. A imagem apresenta o personagem Ayrton Senna, interpretado pelo ator Gabriel Leone, o qual está dentro de um carro de Fórmula 1 da Marlboro. Ele está olhando fixamente para frente e parece estar concentrado. Ao seu lado, há o capacete ícone de Senna: amarelo, com detalhes em verde e vermelho. O carro da Marlboro é vermelho e branco. O ambiente atrás revela a garagem de carros para o preparatório da corrida." width="800" height="554" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-800x554.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-1024x709.webp 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-768x532.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-1536x1063.webp 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda-1200x831.webp 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Senna-Maria-Fernanda.webp 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35030" class="wp-caption-text">A biografia nacional de Ayrton Senna foi a minissérie de língua não inglesa mais vista durante a primeira semana de Dezembro (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Senna</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A minissérie </span><a href="https://youtu.be/AGT5bUsOPLk?si=c48E5wgWznwkYp3c"><i><span style="font-weight: 400;">Senna</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi lançada em 29 de novembro de 2024 pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, de modo a biografar a vida do piloto Ayrton Senna, após 30 anos de sua morte. É preciso lembrar que essa foi uma produção nacional com alto investimento, de forma a ser comparada com produções internacionais. Além disso, a minissérie faz uma excelente alusão aos anos 80 e 90, o que deixa o espectador imerso na época em que Senna estava no auge de suas corridas e, com certeza, traz nostalgia para quem viveu o período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante ressaltar que a produção fez uma ótima seleção de elenco, pois é perceptível que os atores possuem alta semelhança com as pessoas presentes na história de</span><i><span style="font-weight: 400;"> Senna</span></i><span style="font-weight: 400;">. O ator Gabriel Leone conta a preparação e o </span><a href="https://youtu.be/1M3AMw-FgTw?si=WL41szFMGknBlQqn"><i><span style="font-weight: 400;">Making Of</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> de toda a trajetória. A minissérie retrata os desafios que Ayrton</span> <span style="font-weight: 400;">enfrentou em cada corrida e traz um olhar emocionante e de heroísmo para a figura do piloto. No entanto, é preciso lembrar que, assim como alguns críticos apontam, os poucos minutos de tela de Adriane Galisteu mostraram que partes da história foram omitidas conforme fora conveniente. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
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<figure id="attachment_35039" aria-describedby="caption-attachment-35039" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35039" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-800x450.jpg" alt="Cena da minissérie Um Dia. Na imagem temos a presença de Dexter Mayhew (Leo Woodall), um jovem branco, de olhos azuis e cabelo loiro curto. Ele está vestindo um terno preto e uma camiseta branca de gola. Ao seu lado está Emma Morley (Ambika Mod), uma jovem com ascendência indiana, de olhos castanhos escuros e cabelo ondulado castanho escuro. Ela está vestindo um vestido azul bufante. Eles estão olhando um para o outro, ao fundo temos uma parede branca, sendo iluminada por uma luz amarelada. " width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-1536x864.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/One-Day-Ludmila-Henrique.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35039" class="wp-caption-text">A minissérie é uma adaptação do romance homônimo de David Nicholls (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Um Dia (One Day)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amores enredados são reflexo da inquietação de duas almas. Indivíduos em eterna busca de algo para se segurar, mas que não pretendem, de nenhum modo, abrir mão de sua vaidade para se fixar em tal compromisso. Na noite de 15 de julho de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=X8vGnkXd9rA"><span style="font-weight: 400;">1988</span></a><span style="font-weight: 400;">, na universidade de Edimburgo, a história de amor entre Emma Morley (</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3eIfL3qhBJY"><span style="font-weight: 400;">Ambika Mod</span></a><span style="font-weight: 400;">) e Dexter Mayhew (</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=cb_YIoy1Pgk"><span style="font-weight: 400;">Leo Woodall</span></a><span style="font-weight: 400;">) se inicia e escapa no momento em que amanhece. Aquele dia teve o seu fim, apesar disso, o vínculo entre eles está apenas começando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Roteirizado por </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=S1ctKw2ULT8"><span style="font-weight: 400;">Nicole Taylor</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Um Dia</span></i><span style="font-weight: 400;"> narra o romance que atravessa décadas. Em cada episódio acompanhamos um flagrante na vida dos protagonistas, sempre marcado pela mesma data, ao longo dos anos. Ao tomar essa decisão, a minissérie cresce em termos de extensão de tempo, saltos temporais que avançam juntamente com os </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KBzU-yvenmM"><span style="font-weight: 400;">personagens</span></a><span style="font-weight: 400;">, desenvolvendo a jornada de Em e Dex com mais riqueza de detalhes. Ao trazer uma visão única ao telespectador, o </span><i><span style="font-weight: 400;">show</span></i><span style="font-weight: 400;"> é sublime em aproximar o público com a história do casal, como se estivesse em cena, presenciando aquele exato momento exibido em tela, criando uma identificação com pelo menos um dos personagens. </span><a href="https://www.netflix.com/tudum/articles/one-day-release-date"><i><span style="font-weight: 400;">Um Dia</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, fala sobre a juventude, as consequências de se apaixonar, com todas as mágoas e acertos, ainda assim, continuam carregadas de momentos memoráveis. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique </b></p>
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<figure id="attachment_35051" aria-describedby="caption-attachment-35051" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35051" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-800x450.png" alt="Cena da animação X-Men 97’. Nela vemos Gambit montado nas costas de Wolverine. Gambit é um homem branco, magro e alto, com cabelo castanho. Ele veste um sobretudo marrom e um traje preto e rosa. Wolverine é um homem branco, baixo e musculoso. Ele veste um traje clássico nas cores amarelo, azul e preto. Wolverine está com os braços abertos enquanto suas garras estão rosa, por conta do poder de Gambit. E Gambit segura seu tradicional bastão de metal. Ao fundo, um cenário de pedras." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image4.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35051" class="wp-caption-text">A Marvel ainda tem jeito (Foto: Marvel)</figcaption></figure>
<p><b>1ª temporada da X-Men 97’</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde que a Fox foi adquirida pela Disney, muito se esperava da forma como os mutantes seriam incorporados ao Universo Cinematográfico da Marvel. De fato, isso ainda não aconteceu, mas sua introdução ao público veio da maneira mais inesperada possível: </span><a href="https://personaunesp.com.br/x-men-97-1a-temporada-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">X-Men 97’</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> retoma uma clássica animação e assume que a história de Ciclope, Wolverine e companhia na verdade é uma baita novela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história, com produção e criação de</span><a href="https://www.tecmundo.com.br/minha-serie/288332-beau-demayo-entenda-polemica-envolvendo-marvel-criador-x-men-97.htm"><span style="font-weight: 400;"> Beau DeMayo</span></a><span style="font-weight: 400;">, se passa um ano após os eventos da X-Men: The Animated Series, com o professor Xavier em coma e com o vilão Magneto que assume a liderança do grupo para usá-lo em uma batalha entre humanos e mutantes. O acerto de </span><i><span style="font-weight: 400;">X-Men 97</span></i><span style="font-weight: 400;">’ na verdade está no fato de toda expectativa estar sendo jogada para os cinemas, sem necessidade de participações especiais ou referências de outras obras. A produção se concentra em si mesma e entrega a melhor história da Marvel no ano. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
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		<title>Os Melhores Discos de 2024</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 23:33:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por mais impossível que pareça, até que dá para passar um ano inteiro sem ver filmes, ou até mesmo perder a temporada daquela única série que você assiste, mas experimenta ficar esse mesmo período sem Música? É praticamente impensável. E não há como fugir disso, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/os-melhores-discos-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os Melhores Discos de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35105" aria-describedby="caption-attachment-35105" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35105 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Arte-Melhores-Discos-800x420.jpg" alt="" width="800" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Arte-Melhores-Discos-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Arte-Melhores-Discos-768x404.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Arte-Melhores-Discos.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35105" class="wp-caption-text">2024 foi o ano das mulheres, seja no pop, no rap ou no country (Texto de abertura e edição: Guilherme Veiga e Laura Hirata-Vale/Arte: Rafael Gomes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais impossível que pareça, até que dá para passar um ano inteiro sem ver filmes, ou até mesmo perder a temporada daquela única série que você assiste, mas experimenta ficar esse mesmo período sem Música? É praticamente impensável. E não há como fugir disso, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Ela está lá, no carro da rua que passa tocando o </span><a href="https://spectrumforu.substack.com/p/resenha-do-arrocha-j-eskine?utm_campaign=post&amp;utm_medium=web"><i><span style="font-weight: 400;">hit </span></i><span style="font-weight: 400;">do carnaval</span></a><span style="font-weight: 400;">; no verão ensolarado é ela quem dá o clima; nos corações partidos, o primeiro ombro amigo vem de seus acordes e nas comemorações; é ela que intensifica a euforia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2024 não foi diferente, pra onde você olhava, havia Música, e melhor, ela fazia história. No ano marcado pela ‘treta’ de Drake e Kendrick, ponto para o </span><i><span style="font-weight: 400;">rapper </span></i><span style="font-weight: 400;">de Compton, que, além de fazer o mundo inteiro trucidar seu oponente, ainda teve as honrarias máximas reconhecidas pela indústria. Em outra briga, dessa vez, menos sanguinária, Taylor Swift e suas várias versões do antológico </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-tortured-poets-department-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">THE TORTURED POETS DEPARTMENT</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> batia de frente com quem ameaçasse seu pódio nos </span><i><span style="font-weight: 400;">charts</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas não há como negar que foi o ano delas. O mundo foi </span><a href="https://personaunesp.com.br/brat-critica/"><span style="font-weight: 400;">pintado de verde</span></a><span style="font-weight: 400;"> pela efervescência de Charli xcx. A própria Swift ampliou ainda mais seu império, mas foi outra ‘loirinha’ – mais irônica e com intenção de instigar – que mostrou seu lado </span><a href="https://personaunesp.com.br/short-n-sweet-critica/"><span style="font-weight: 400;">curto e doce</span></a><span style="font-weight: 400;"> para os holofotes. Foi o ano das também das voltas; uma veio </span><a href="https://personaunesp.com.br/cowboy-carter-critica/"><span style="font-weight: 400;">a galope</span></a><span style="font-weight: 400;"> para reivindicar a música </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;">, enquanto outra saiu do crepúsculo de seu hiato para </span><a href="https://personaunesp.com.br/eternal-sunshine-critica/"><span style="font-weight: 400;">alvorecer</span></a><span style="font-weight: 400;"> com sua </span><a href="https://personaunesp.com.br/wicked-critica/"><span style="font-weight: 400;">voz de fada</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">pop </span></i><span style="font-weight: 400;">de gente grande; enquanto o terror dos primos nos almoços de família, </span><a href="https://personaunesp.com.br/hit-me-hard-and-soft-critica/"><span style="font-weight: 400;">Billie Eilish</span></a><span style="font-weight: 400;">, chegou como quem não quer nada e nos afogou em suas questões e genialidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como em todo ano e já de praxe nessa Arte, foi a diversidade que dominou. Enquanto POCAH reconta sua história através de todas as suas versões, </span><a href="https://personaunesp.com.br/clancy-critica/"><span style="font-weight: 400;">Twenty One Pilots</span></a><span style="font-weight: 400;"> dava um fim (?) para a sua. Se o The Cure voltou depois de 16 anos para o reino da tristeza com um álbum de inéditas, Rachel Chinouriri estreou abordando a mesma tristeza quase que com uma autopiedade cômica. </span><a href="https://personaunesp.com.br/chromakopia-critica/"><span style="font-weight: 400;">Tyler, The Creator</span></a><span style="font-weight: 400;"> voltou com o pé na porta, já Gracie Abrams chegou com tudo. Luan Santana cantou amor, enquanto Duda Beat cantou tesão. Linkin Park entoou novamente o gutural típico do </span><i><span style="font-weight: 400;">nu metal</span></i><span style="font-weight: 400;">, diferente de Adrianne Lenker, que murmurou sentimentos doloridos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas uma coisa é certa, mais uma vez a já tradicional lista de </span><a href="https://personaunesp.com.br/?s=melhores+discos"><span style="font-weight: 400;">Melhores Discos</span></a><span style="font-weight: 400;"> retorna do jeito que é. No ano em que perdemos </span><b>Liam Payne</b><span style="font-weight: 400;">, o </span><b>Persona</b><span style="font-weight: 400;"> segue uma direção: usar da Música e das Artes no geral para lembrar quem somos e discutir quem podemos ser.</span></p>
<p><span id="more-34950"></span></p>
<figure id="attachment_34968" aria-describedby="caption-attachment-34968" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34968" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Alligator-Bites-Never-Heal-Ludmila-Henrique-800x800.png" alt="Capa do disco Alligator Bites Never Heal. Na imagem temos a presença da cantora Doechii, uma mulher negra, de olhos castanhos, usando tranças nagô com miçangas na cor preta. Ela está vestindo uma camisa branca de mangas compridas, uma saia verde longa com detalhes em xadrez, uma meia branca e um sapato marrom. Ela está sentada em uma cadeira de madeira enquanto segura um jacaré completamente branco. Ao fundo temos uma tela verde escuro e no chão um tapete com vários detalhes. " width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Alligator-Bites-Never-Heal-Ludmila-Henrique-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Alligator-Bites-Never-Heal-Ludmila-Henrique-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Alligator-Bites-Never-Heal-Ludmila-Henrique-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Alligator-Bites-Never-Heal-Ludmila-Henrique.png 952w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34968" class="wp-caption-text">Doechii conquistou três indicações ao Grammy 2025 nas categorias de Melhor Artista Revelação, Melhor Álbum Rap e Melhor Performance de Rap (Foto: Top Dawg Entertainment)</figcaption></figure>
<p><b>Doechii &#8211; Alligator Bites Never Heal </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cuidado! </span><i><span style="font-weight: 400;">Swamp Princess</span></i><span style="font-weight: 400;"> mandou avisar que em Tampa, Flórida existem muitos pântanos e nós sabemos que mordidas de jacaré nunca curam, </span><i><span style="font-weight: 400;">ya dig</span></i><span style="font-weight: 400;">? Em</span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/60UzB8mOCMpc7xkuJE6Bwc?si=Sb_O0OjBTfyNnZqlaE4CFw"> <i><span style="font-weight: 400;">Alligator Bites Never Heal</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">mixtape</span></i><span style="font-weight: 400;"> produzida e interpretada por Doechii, encaramos de frente a sua versatilidade. Sintetizando suas raízes no </span><i><span style="font-weight: 400;">hip-hop old school</span></i><span style="font-weight: 400;"> e no </span><i><span style="font-weight: 400;">R&amp;B</span></i><span style="font-weight: 400;">, a </span><i><span style="font-weight: 400;">rapper </span></i><span style="font-weight: 400;">explora temas sensíveis sobre a sua vida, como relacionamentos, revoltas e ascensão à fama. Em seu novo álbum, a artista apresenta uma narrativa tão sincera e por vezes brincalhona a respeito de si mesma, que as rimas guardam uma </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=F0cdbR5ognY"><span style="font-weight: 400;">comicidade</span></a><span style="font-weight: 400;"> e originalidade única, dando </span><i><span style="font-weight: 400;">match </span></i><span style="font-weight: 400;">com a sua personalidade sagaz . </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O disco surge através da série </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6skI89ZGaV4&amp;list=PLVBbjY9E_mIBZ_UlfFzu-mI52IiS4p37K"><i><span style="font-weight: 400;">Swamp Sessions</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, onde a cantora se desafiava com um cronômetro de uma hora para escrever suas músicas, que posteriormente eram publicadas semanalmente às sextas-feiras em seu canal do </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-91vymvIH0c"><span style="font-weight: 400;">YouTube</span></a><span style="font-weight: 400;">. Desse projeto nasceu as letras </span><i><span style="font-weight: 400;">BULLFROG</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">CATFISH</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">FLORIDA WATA</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">SUNDAY’S BEST</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iGbeZNqklic"><i><span style="font-weight: 400;">NISSAN ALTIMA</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, canção indicada ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammy</span></i><span style="font-weight: 400;"> na categoria de Melhor Performance de Rap. Com seu lançamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">Alligator Bites Never Heal</span></i><span style="font-weight: 400;"> escancara o talento de Doechii, mostrando sua criatividade e língua afiada nas 19 faixas presentes no disco, evidenciando pra quem ouve, que isso é só um fragmento de suas habilidades e que os próximos lançamentos da artistas promete ser de alta qualidade. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique </b></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> CATFISH, BULLFROG, DENIAL IS A RIVER </span></p>
<hr />
<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_34969" aria-describedby="caption-attachment-34969" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34969" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-800x800.jpg" alt="Capa do disco All Born Screaming de St. Vincent. Na arte, a cantora, uma mulher branca de cabelos escuros, está em chamas. A câmera captura a sua figura por completo. St. Vincent está em frente a um plano de fundo escuro que realça a situação retratada na arte de capa do disco." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING-1200x1200.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/ALL-BORN-SCREAMING.jpg 1400w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34969" class="wp-caption-text">All Born Screaming recebeu quatro indicações ao Grammy de 2025, vencendo três delas (Foto: Virgin Music Group)</figcaption></figure>
<p><b>St. Vincent &#8211; All Born Screaming</b></p>
<p><a href="https://personaunesp.com.br/tag/st-vincent/"><span style="font-weight: 400;">St. Vincent</span></a><span style="font-weight: 400;"> voltou com um disco inteiramente produzido por ela. </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/3nRlJXz5W39luXRto5hc4f"><i><span style="font-weight: 400;">All Born Screaming</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é um compilado das melhores características de uma das personalidades mais interessantes do </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> contemporâneo. Em um misto de sonoridades que variam desde o </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> progressivo até o </span><i><span style="font-weight: 400;">dance pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, Annie Clark desafia a si mesma, criando um disco que, não surpreendentemente, acerta mais do que erra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, com exceção de </span><i><span style="font-weight: 400;">Sweetest Fruit</span></i><span style="font-weight: 400;"> – faixa com intenção de homenagear </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/sophie/"><span style="font-weight: 400;">SOPHIE</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas que acaba soando </span><a href="https://www.them.us/story/st-vincent-sophie-tribute-song-backlash"><span style="font-weight: 400;">fora do tom</span></a><span style="font-weight: 400;"> em mais de um sentido –, </span><i><span style="font-weight: 400;">All Born Screaming</span></i><span style="font-weight: 400;"> justifica a vitória do </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammy</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Melhor Álbum de Música Alternativa por se tratar de um retrato flamejante de toda a artisticidade de St. Vincent. A produção ganhou até mesmo uma regravação em espanhol, intitulada </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1RXC4kHEPA006xjHMtlI7O?si=tx1gRl1XRcm5YS8KIPEwtA"><i><span style="font-weight: 400;">Todos Nascen Gritando</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Hell Is Near; Big Time Nothing; Violent Times.</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_34970" aria-describedby="caption-attachment-34970" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34970" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Amarissima-Leonardo-Quinalha.jpeg" alt="Capa do álbum Amaríssima de Melly. A imagem mostra a cantora, mulher jovem de pele preta, com piercings no lábio inferior, nariz e sobrancelha e cabelo encaracolado ruivo e com uma tatuagem com o nome do álbum, Amaríssima, abaixo do olho direito, num fundo avermelhado." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Amarissima-Leonardo-Quinalha.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Amarissima-Leonardo-Quinalha-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34970" class="wp-caption-text">Amaríssima é sentir e viver um relacionamento do início ao fim em um álbum (Foto: Som Livre)</figcaption></figure>
<p><b>Melly &#8211; Amaríssima</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Melly, cantora e compositora baiana, foi a artista revelação do Prêmio Multishow 2023, com seu  </span><i><span style="font-weight: 400;">single</span></i> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LR2sheQdWLI"><i><span style="font-weight: 400;">Azul</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. No entanto, foi com o álbum </span><i><span style="font-weight: 400;">Amaríssima</span></i><span style="font-weight: 400;"> que a intérprete  se destacou e abriu suas asas para voar ainda mais alto. </span><span style="font-weight: 400;">Nas 13 faixas que compõem o projeto, a jovem mistura</span><span style="font-weight: 400;"> ritmos de </span><i><span style="font-weight: 400;">R&amp;B </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Soul</span></i><span style="font-weight: 400;"> com letras que exploram temas profundos como o </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/amarissima-melly-explora-as-faces-do-amor-em-album-de-estreia/"><span style="font-weight: 400;">amadurecimento</span></a><span style="font-weight: 400;">, além de trazer participações especiais como Liniker e Russo Passapusso</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Amaríssima, Melly explora diferentes fases de um relacionamento com a combinação de canções de diferentes gêneros, como samba-</span><i><span style="font-weight: 400;">reggae</span></i><span style="font-weight: 400;"> e afropop. Os estilos musicais marcam o álbum, porém a cereja do bolo é o </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BCy16g7mre0"><span style="font-weight: 400;">curta metragem incrível</span></a><span style="font-weight: 400;">, idealizado pela cantora. Se amadurecer é desconfortável, Melly faz disso poesia e consegue estabelecer uma conversa com seus fãs da maneira mais pura.  O álbum é um convite para o mundo dela, sem deixar de conversar com os universos particulares de cada um, e isso não poderia ser mais perfeito. <strong>&#8211;</strong> </span><b>Leonardo Quinalha</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Cacau, Paraíso e </span><span style="font-weight: 400;">Bye Bye</span></p>
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<figure id="attachment_34971" aria-describedby="caption-attachment-34971" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34971" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-800x797.jpg" alt="Capa do álbum Batidão Tropical Vol. 2 de Pabllo Vittar. A imagem mostra a drag-queen, um homem negro, com uma peruca de cabelos escuros, utilizando apenas uma calcinha da cor preta. A drag-queen está com as mãos em cima dos peitos e, na mão direita, ela segura uma blusa da cor preta. O fundo da capa é da cor bege. Na parte de cima da foto, há o título do álbum, que está estilizado nas cores azul e verde. No lado esquerdo inferior, há três ícones, todos da cor laranja. Ao lado direito, há o nome da artista na vertical, com a cor vermelha." width="800" height="797" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-800x797.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-1024x1020.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-768x765.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2-1200x1195.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/batidao.tropical.vol_.2.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34971" class="wp-caption-text">Segundo volume do projeto baseado em regravações de clássicos do Norte e Nordeste reafirma a versatilidade da drag queen (Foto: Gabriel Renné/Sony Music)</figcaption></figure>
<p><b>Pabblo Vittar &#8211; Batidão Tropical Vol. 2</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando lançou, em 2021, o primeiro volume do </span><i><span style="font-weight: 400;">Batidão Tropical</span></i><span style="font-weight: 400;">, projeto baseado em regravações de sucessos que ouviu durante a infância, clássicos amados pelos fãs ficaram de fora da </span><i><span style="font-weight: 400;">tracklist</span></i><span style="font-weight: 400;"> final. Após três anos, Pabllo Vittar voltou com seu </span><a href="https://personaunesp.com.br/batidao-tropical-vol-2-critica/"><span style="font-weight: 400;">sexto álbum</span></a><span style="font-weight: 400;"> de estúdio e a continuação daquele que é um de seus melhores trabalhos. Ampliando a nostalgia e dando uma nova roupagem às versões já conhecidas, a </span><i><span style="font-weight: 400;">drag queen </span></i><span style="font-weight: 400;">mostrou o que sabe fazer de melhor: entregar um tecnobrega que reverencia o passado e, ao mesmo tempo, traz algo diferente, contribuindo para a sua produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um dos </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;"> da banda Calypso, na faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">Pra Te Esquecer</span></i><span style="font-weight: 400;">, passando pela homenagem à Banda Batidão, em</span><i><span style="font-weight: 400;"> Ai Ai Ai Mega Príncipe,</span></i><span style="font-weight: 400;"> a produção do disco – encabeçada por nomes como Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo, Ruxell, Zebu e Lux &amp; Tróia – consegue dar um toque </span><i><span style="font-weight: 400;">fresh</span></i><span style="font-weight: 400;"> às composições que ficaram famosas nos anos 2000. Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Não Desligue o Telefone </span></i><span style="font-weight: 400;">com</span> <span style="font-weight: 400;">Maderito, por exemplo, a artista utiliza o </span><a href="https://escolamusicartchapeco.com.br/glossario/o-que-e-drum-bass/"><span style="font-weight: 400;">drum and bass</span></a><span style="font-weight: 400;">, gênero da música eletrônica marcado por batidas rápidas. Somando os dois volumes, o trabalho da performer é um teletransporte à história daqueles que cresceram com o brega e as suas performances de tirar o fôlego. </span><b>&#8211; Guilherme Leal</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b>Rubi, Hoje à Noite (Alone) e Ai Ai Ai Mega Príncipe</p>
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<figure id="attachment_34972" aria-describedby="caption-attachment-34972" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34972" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-1-800x800.jpg" alt="Capa do disco BRAT. Ela consiste apenas em um quadrado verde com o nome do álbum em letra cursica minúscula com fonte aumentada e na cor preta" width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-1-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-1-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34972" class="wp-caption-text">Carimba que é Brat (Foto: Atlantic Records)</figcaption></figure>
<p><b>Charli xcx &#8211; BRAT</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Houve uma época, no auge dos anos 2000, em que o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> era categoricamente mais fútil, sem isso se tornar um demérito. Sem dúvidas, reflexo de tempos um pouco menos complicados. Roupas extravagantes, personalidades exageradamente excêntricas, </span><a href="https://www.buzzfeed.com/tessafahey/00s-girls-then-now"><i><span style="font-weight: 400;">it girls</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e músicas milimetricamente pensadas para ecoar apenas nos clubes de dança, como uma espécie de refúgio que beira o distópico da sociedade. Com o passar dos anos, nota-se certo pragmatismo na Música e ela, ao invés de ser esse reduto, se tornou cada vez mais identificável para com a sociedade, com intérpretes que são basicamente um reflexo de seu público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E é exatamente no meandro desses dois mundos que </span><a href="https://personaunesp.com.br/brat-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">BRAT</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, sexto disco de estúdio de Charli xcx, se consagra. É notável que o intuito da cantora foi voltar as atenções para si, assim como qualquer garota pirralha – tradução mais apurada do termo título, mas o registro consegue fazer isso de diferentes formas. Expansivo e megalomaníaco, ele conquista com seu </span><i><span style="font-weight: 400;">hyperpop</span></i><span style="font-weight: 400;"> conduzido pela intérprete em parceria com o produtor de longa data </span><a href="https://www.instagram.com/agcook404/"><span style="font-weight: 400;">A.G Cook</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas também cativa o público mais atual com letras duras e nada romantizadas sobre calvários atuais como rivalidade feminina e insegurança com a própria imagem. Cômico em sua premissa, chamou atenção e viralizou; capaz de se sustentar, ele virou conceito, mas acima de tudo ele fez o que um bom disco do gênero precisa, ser transgressor e de quebra se transformou num dos registros mais icônicos do ano.</span><b> &#8211; Guilherme Veiga</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Von dutch</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Apple</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Everything is romantic</span></p>
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<figure id="attachment_34973" aria-describedby="caption-attachment-34973" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34973" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-800x800.jpg" alt="Capa do álbum de remixes de brat. Imagem quadrada com fundo verde vibrante contendo texto em preto, exibido de forma invertida (espelhada). A frase é: 'Brat and it's completely different but also still Brat', traduzindo-se para 'Brat e é completamente diferente, mas ainda assim Brat'." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX-1200x1200.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/BRAT-REMIX.jpg 1425w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34973" class="wp-caption-text">Charli XCX estendeu o ‘verão BRAT’ com a ajuda de parcerias inusitadas (Foto: Atlantic Records)</figcaption></figure>
<p><b>Charli XCX &#8211; Brat and it’s completely different but also still brat</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem aperta o </span><i><span style="font-weight: 400;">play</span></i><span style="font-weight: 400;"> em </span><a href="https://personaunesp.com.br/brat-and-its-completely-different-but-also-still-brat-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">brat and it’s completely different but also still brat</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> custa a acreditar que esse é o primeiro álbum de </span><i><span style="font-weight: 400;">remixes</span></i><span style="font-weight: 400;"> de </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/charli-xcx/"><span style="font-weight: 400;">Charli XCX</span></a><span style="font-weight: 400;">. A cantora, que iniciou sua carreira atrás da mesa de </span><i><span style="font-weight: 400;">DJ</span></i><span style="font-weight: 400;">, elevou um clássico instantâneo com a ajuda de nomes inusitados, entre eles, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Z8BmhdyFG7E"><span style="font-weight: 400;">Julian Casablancas</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=th4u1yrpuRE"><span style="font-weight: 400;">Bon Iver</span></a><span style="font-weight: 400;"> que, apesar de toda a melodramaticidade intrínseca de seus trabalhos, capturaram a essência </span><a href="https://personaunesp.com.br/brat-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">BRAT</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com versos reflexivos por cima de muitas batidas por minuto – com direito a Casablancas cantando sobre um divórcio conturbado enquanto XCX evoca com orgulho o fato de ser uma ‘garota má’. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No topo do mundo por grande parte de 2024, Charli XCX bebeu da cultura </span><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2024/06/6878147-brat-evoca-o-brilhantismo-e-vanguarda-da-cultura-clubber.html"><i><span style="font-weight: 400;">clubber</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> para viver seu ‘</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bvy6aox2Sgw"><span style="font-weight: 400;">momento Elvis</span></a><span style="font-weight: 400;">’ em toda a glória que as casas noturnas podem oferecer. Em um ano em que a sonoridade feminina foi vendida de forma tão superficial pela indústria musical, coube à sósia de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dMK_npDG12Q"><span style="font-weight: 400;">Lorde</span></a><span style="font-weight: 400;"> a tarefa de criar um dos melhores hinos de ‘inimizade’ de todos os tempos. Desde ‘</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IC0tq6n1zkY"><span style="font-weight: 400;">dancinha</span></a><span style="font-weight: 400;">’ viral no </span><i><span style="font-weight: 400;">TikTok</span></i><span style="font-weight: 400;">, passando por polêmicas e brigas entre </span><i><span style="font-weight: 400;">fandoms</span></i><span style="font-weight: 400;"> até chegar em uma turnê conjunta com </span><a href="https://ffw.uol.com.br/materias/o-fashion-show-de-charli-xcx-e-troye-sivan-na-sweat-tour/"><span style="font-weight: 400;">Troye Sivan</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">brat and it’s completely different but also still brat</span></i><span style="font-weight: 400;"> veio para consolidar o impacto cultural do disco que pintou o mundo de verde. </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">360 featuring robyn &amp; yung lean; Girl, so confusing featuring lorde; Mean girls featuring julian casablancas.</span></p>
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<figure id="attachment_34974" aria-describedby="caption-attachment-34974" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34974" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bright-Future-Giovanna.jpeg" alt="Capa do álbum Bright Future. A imagem é uma fotografia em close do rosto da autora do álbum, Adrianne Lenker. A cantora está com um semblante sério, olhando diretamente para a câmera. Ela está com um chapéu de cowboy branco e a cabeça apoiada na mão direita, com uma luva sem dedos preta." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bright-Future-Giovanna.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Bright-Future-Giovanna-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34974" class="wp-caption-text">Adrianne Lenker é integrante do grupo Big Thief e costuma performar algumas músicas de seu trabalho solo, inclusive do álbum Bright Future, em shows com o grupo (Foto: 4AD)</figcaption></figure>
<p><b>Adrianne Lenker &#8211; Bright Future</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez a marca mais forte da arte da </span><a href="https://www.thecut.com/article/adrianne-lenker-bright-future-album-interview.html"><span style="font-weight: 400;">Adrianne Lenker</span></a><span style="font-weight: 400;"> seja a sua capacidade de se despir emocionalmente por completo em suas composições. </span><i><span style="font-weight: 400;">Bright Future </span></i><span style="font-weight: 400;">é algo maior do que a cantora-compositora, é um pedaço de si que ela entrega ao mundo para assumir novas formas a cada ouvido que atravessa. O álbum dispensa rodeios, a voz da autora cede uma sinceridade tão crua e, por isso, familiar, que dói e conforta ao mesmo tempo. Lenker abre a obra com </span><i><span style="font-weight: 400;">Real House</span></i><span style="font-weight: 400;">, um relato de quase seis minutos no qual ela relembra memórias de sua infância. De cara, na primeira faixa, seu peito está aberto como um convite para que espiem e, inevitavelmente, virem o olhar para si mesmos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A narrativa da obra brinca de alegorias com o trivial e ordinário, como pequenas crônicas que, ao falarem sobre o que parece nada, falam sobre tudo. As melodias imprevisíveis emulam fluxos de consciência que acompanham as letras. Os arranjos de </span><i><span style="font-weight: 400;">folk</span></i><span style="font-weight: 400;">, com um quê de </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;">, sobre a base predominante de violão, piano e violino conferem ao álbum a sua atmosfera autêntica e intimista. Se </span><i><span style="font-weight: 400;">Bright Future</span></i><span style="font-weight: 400;"> está nessa lista, deve-se destacar a faixa </span><a href="https://youtu.be/GmycsQ30obg?feature=shared"><i><span style="font-weight: 400;">Sadness As A Gift</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, uma das maiores da carreira de Lenker e entre as melhores músicas de 2024. </span><b>&#8211; Giovanna Freisinger</b></p>
<p><b>Faixas favoritas:</b> <span style="font-weight: 400;">Sadness As A Gift</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Free Treasure</span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;">Fool</span></p>
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<figure id="attachment_35001" aria-describedby="caption-attachment-35001" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35001" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Caju. Nela vemos Liniker, uma mulher negra de cabelo raspado baixo na cor caju. Ele está em um carro antigo com as portas na cor vermelho e o teto na cor creme. Ela coloca sua mão esquerda no vidro, onde mostra ter vários anéis. Ao fundo, o céu azul." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/caju.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35001" class="wp-caption-text">Segundo álbum da carreira solo de Liniker, Caju alcançou mais de 200 milhões de reproduções nas plataformas de áudio (Foto: BREU ENTERTAINMENT)</figcaption></figure>
<p><b>Liniker – CAJU</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No gosto proeminente de um pseudofruto, Liniker se lambuza em frutose com </span><a href="https://personaunesp.com.br/caju-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">CAJU</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O álbum de 14 faixas é um verdadeiro passeio pela diversidade do sentir, contemplando desde a necessidade de um amor com intimidade ao respirar aliviado dos fins com tom de recomeço. Além das múltiplas facetas temáticas, o disco também encontra espaço para fazer um belo mix de ritmos musicais, trazendo o </span><i><span style="font-weight: 400;">soul</span></i><span style="font-weight: 400;">, o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, a</span><i><span style="font-weight: 400;"> mpb</span></i><span style="font-weight: 400;"> e até o pagode para serem parte da construção da miscelânia.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tom angelical, dramático e ousado de</span><i><span style="font-weight: 400;"> CAJU</span></i><span style="font-weight: 400;"> ganha ainda mais cor com a presença de</span><i><span style="font-weight: 400;"> feats</span></i><span style="font-weight: 400;"> de peso, como o duo Anavitória, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Ao Teu Lado</span></i><span style="font-weight: 400;">, BaianaSystem, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Negona dos Olhos Terríveis</span></i><span style="font-weight: 400;">, e Melly, em </span><i><span style="font-weight: 400;">Papo de Edredom</span></i><span style="font-weight: 400;">. Entre muitos outros adjetivos possíveis, a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kEJstdoOJyY"><span style="font-weight: 400;">produção</span></a><span style="font-weight: 400;"> é simplesmente encantadora e, de longe, um dos melhores trabalhos musicais do cenário nacional contemporâneo. </span><b>– Jamily Rigonatto </b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: Caju, Veludo Marrom e Ao Teu Lado. </span></p>
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<figure id="attachment_34976" aria-describedby="caption-attachment-34976" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34976" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-800x800.jpg" alt="Cada da trilha sonora original de Challengers. A arte se trata de uma pintura da face de Zendaya, atriz principal do filme, uma mulher negra de olhos escuros e cabelos claros. Ela veste um óculos de sol que reflete a visão dos coadjuvantes, dois homens brancos que, na trama, são jogadores de tênis. Na parte inferior da capa, estão escrito “Challengers” e “Music by Trent Reznor &amp; Atticus Ross”." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os-1200x1200.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/challengers-os.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34976" class="wp-caption-text">16 faixas compõem a trilha sonora original de Challengers (Foto: Milan Records)</figcaption></figure>
<p><b>Trent Reznor and Atticus Ross &#8211; Challengers (Original Score)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se, por um lado, partidas de tênis nunca foram tão interessantes quanto em </span><a href="https://personaunesp.com.br/rivais-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Rivais</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2024), por outro, a trilha sonora original certamente adicionou uma camada extra de tensão ao trio protagonista do filme de </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/luca-guadagnino/"><span style="font-weight: 400;">Luca Guadagnino</span></a><span style="font-weight: 400;">. Com momentos que buscam inspiração nas </span><i><span style="font-weight: 400;">raves</span></i><span style="font-weight: 400;"> da década de 1990 e no cenário da cultura </span><i><span style="font-weight: 400;">techno</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Berlim, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/2NHhf3qtcoVPDEb03G8RFv"><i><span style="font-weight: 400;">Challengers (Original Score)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> apresentou 16 faixas impressionantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ter sido </span><a href="https://www.instagram.com/p/DGgpBxcSJiU/"><span style="font-weight: 400;">esnobado</span></a><span style="font-weight: 400;"> pelas principais premiações do Cinema, o disco rendeu nas redes sociais, viralizando a sonoridade com </span><i><span style="font-weight: 400;">memes</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">edits</span></i><span style="font-weight: 400;"> criados por admiradores. Fazendo jus ao </span><a href="https://variety.com/2024/artisans/news/challengers-trent-reznor-atticus-ross-zendaya-luca-guadagnino-score-1235976130/"><span style="font-weight: 400;">convite</span></a><span style="font-weight: 400;"> de Guadagnino aos compositores e membros do Nine Inch Nails </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iB4_qdtdtXU"><span style="font-weight: 400;">Trent Reznor e Atticus Ross</span></a><span style="font-weight: 400;"> – “</span><i><span style="font-weight: 400;">Você quer participar do meu próximo filme? Vai ser super sexy</span></i><span style="font-weight: 400;">” – </span><i><span style="font-weight: 400;">Challengers (Original Score)</span></i><span style="font-weight: 400;"> brinca com os sintetizadores enquanto prepara o ambiente para a tensão (e o tesão) em cena. </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Stopper; Brutalizer 2.</span></p>
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<figure id="attachment_34977" aria-describedby="caption-attachment-34977" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34977" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/charm.jpeg" alt="Capa do álbum Charm, de Clairo. Na imagem, vemos a cantora, uma mulher branca de cabelos castanhos. Ela está deitada em um sofá verde, e a fotografia foca apenas em seu rosto e seus braços. Clairo olha para seu lado esquerdo, sem esboçar emoções. Ambos os braços estão apoiados no sofá, mas seu braço direito está com o cotovelo apoiado e ela segura seus cabelos com a mão direita. No canto superior direito, estão escritos os nomes da cantora e do álbum em um tom de verde mais claro." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/charm.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/charm-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34977" class="wp-caption-text">Charm foi indicado na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa no Grammy 2025, representando a primeira nomeação de Clairo na premiação (Foto: Clairo Records)</figcaption></figure>
<p><strong>Clairo &#8211; Charm</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se fosse possível dar uma boa olhada dentro do cérebro de Clairo, seria seguro presumir que o fluxo de consciência dela é semelhante ao de qualquer pessoa com 20 e poucos anos. Segundo a cantora, as </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Zpam0KK9FlI"><span style="font-weight: 400;">experiências íntimas</span></a><span style="font-weight: 400;"> que ela aborda em seu terceiro álbum de estúdio têm a ver com “</span><i><span style="font-weight: 400;">momentos fugazes (&#8230;) em que fui encantada ou encantadora</span></i><span style="font-weight: 400;">” e as fantasias que esses momentos podem produzir. Quem nunca esteve nessa posição? E quem nunca precisou recorrer à Música para saber que não é a única pessoa do mundo a sentir tudo o que isso envolve?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto </span><i><span style="font-weight: 400;">Immunity</span></i><span style="font-weight: 400;"> explora a juventude e </span><i><span style="font-weight: 400;">Sling</span></i><span style="font-weight: 400;"> mergulha na complexidade que envolve o ato de crescer e amadurecer, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1KNUCVXgIxKUGiuEB8eG0i?si=ZD1vCiW1QpOX5OaTuHOvlg"><i><span style="font-weight: 400;">Charm</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> está no meio-termo, ao passo que se debruça sobre o sentimento de se apaixonar por alguém. São 38 minutos de </span><i><span style="font-weight: 400;">jazz</span></i><span style="font-weight: 400;"> sussurrante, elementos do </span><i><span style="font-weight: 400;">soft rock</span></i><span style="font-weight: 400;">, toques orquestrais </span><i><span style="font-weight: 400;">groovy</span></i><span style="font-weight: 400;"> e um calor aconchegante, com o lirismo de Claire Cottrill cantarolando junto com cada melodia descontraída. O álbum escancara o que a cantora e sua Arte sempre foram: um charme. </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
<p><b>Faixas favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Second Nature, Juna e Add Up My Love</span></p>
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<figure id="attachment_34978" aria-describedby="caption-attachment-34978" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34978" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/chromakopia.jpeg" alt="Capa do álbum CHROMAKOPIA, de Tyler, The Creator. Na imagem, vemos o próprio cantor, que é um homem negro. Ele veste terno, usa uma máscara e tem seu cabelo estilizado. Ele olha para o lado esquerdo, fora do frame da fotografia, e faz um gesto com sua mão direita. A imagem é preta e branca, e é possível notar que existe uma luz profissional voltada para ele." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/chromakopia.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/chromakopia-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34978" class="wp-caption-text">“Sou o maior da cidade depois de Kenny, agora isso é um fato” (Foto: Columbia Records)</figcaption></figure>
<p><strong>Tyler, The Creator &#8211; CHROMAKOPIA</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer um que esteja em dia com o cenário do </span><i><span style="font-weight: 400;">rap</span></i><span style="font-weight: 400;"> atual sabe que Tyler, The Creator é uma de suas jóias mais brilhantes, e </span><a href="https://personaunesp.com.br/chromakopia-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">CHROMAKOPIA</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> evidencia esse fato. Em sua produção mais inventiva até o momento, o artista amplia um pouco mais seus limites criativos e aprimora sua habilidade como contador de histórias, demonstrando uma vasta maturidade artística ao longo de todo o processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O álbum é uma mistura de todos os temas que o artista já abordou em seus trabalhos anteriores sem parecer explicitamente com nenhum deles. A sensação é que as </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0U28P0QVB1QRxpqp5IHOlH?si=D_bHyTUVRVuL9hZVPv58-Q"><span style="font-weight: 400;">14 faixas</span></a><span style="font-weight: 400;"> aqui presentes são as que mais se assemelham com o verdadeiro Tyler Okonma, ainda que não se pareçam com nada que ele já tenha feito. Essa é uma proposta empolgante para os fãs de longa data, uma vez que abre um mundo novo de possibilidades para um dos nomes mais relevantes da Música contemporânea. </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
<p><b>Faixas favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Rah Tah Tah, Sticky (feat. GloRilla, Sexyy Red &amp; Lil Wayne) e Take Your Mask Off (feat. Daniel Caesar &amp; LaToiya Williams)</span></p>
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<figure id="attachment_34979" aria-describedby="caption-attachment-34979" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34979" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Clancy-2.png" alt="Capa do álbum Clancy. Nela, temos um fundo predominante na cor vermelha, com alguns detalhes nas cores preta e amarela, que remetem a chamas. Na imagem também há Josh Dun e Tyler Josep´h. Josh usa uma jaqueta preta com as mangas branca se uma calça preta e Tyler usa uma jaqueta preta, calça preta uma balaclava na cara e uma faixa preta com os dizeres CLANCY estilizados por sua extensão. Na parte cetnral e superior, também estilizado, está escrito CLANCY na vertical." width="768" height="768" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Clancy-2.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Clancy-2-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34979" class="wp-caption-text">Clancy prova que além de Música, o Twenty One Pilots é ótimo de narrativa (Foto: Fueled by Ramen)</figcaption></figure>
<p><b>Twenty One Pilots &#8211; Clancy</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de quase 10 anos, o Twenty One Pilots encerra uma </span><i><span style="font-weight: 400;">lore</span></i><span style="font-weight: 400;"> que dura quatro álbuns e que traz consigo não só uma legião de fãs como também todo o amadurecimento do duo. </span><a href="https://personaunesp.com.br/clancy-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Clancy</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é a prova de que o grupo atingiu sua forma máxima e como resultado, promove uma revisitação a toda sua carreira, sem mirar em um álbum específico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em questão de gêneros, talvez seja o álbum mais diverso do grupo: as estrofes rimas estão lá, mas dividem espaço com uma bateria mais carregada que remete ao </span><i><span style="font-weight: 400;">pop punk</span></i><span style="font-weight: 400;"> e elementos que descambam de vez para o </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;">. Essa miscelânea de estilos converge com um Tyler que consegue abordar a batalha mental – que sempre foi mote dos últimos trabalhos do Twenty One Pilots – através de diferentes metáforas, que no final das contas, funcionam como uma recompensa para os fãs que batalharam junto ao longo da última década. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Next Semester,</span> <span style="font-weight: 400;">Oldies Station,</span> <span style="font-weight: 400;">Paladin Strait</span></p>
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<figure id="attachment_34981" aria-describedby="caption-attachment-34981" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34981" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1-800x800.jpg" alt="Capa do disco COWBOY CARTER. A arte se trata de uma fotografia de Beyoncé sentada em cima de um cavalo em movimento enquanto segura a bandeira dos Estados Unidos. A cantora é uma mulher negra de cabelos platinados longos que são fotografados balançando junto a bandeira do país. Ela está de frente para a câmera e veste um chapéu branco com uma vestimenta tradicional de cowboys nas cores branco, azul e vermelho. O cavalo é branco e é representado em movimento. Ao fundo, o cenário é um vazio preto com um chão desértico estilo faroeste." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/COWBOY-CARTER-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34981" class="wp-caption-text">COWBOY CARTER venceu três Grammys: Melhor Álbum Country, Melhor Perfomance Country em Dupla e Grupo e Álbum do Ano (Foto: Parkwood Entertainment)</figcaption></figure>
<p><b>Beyoncé &#8211; COWBOY CARTER</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De volta para as suas raízes texanas, Beyoncé fez de </span><a href="https://personaunesp.com.br/cowboy-carter-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">COWBOY CARTER</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">a sua principal aposta de redenção. Flutuando pelo </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">R&amp;B</span></i><span style="font-weight: 400;"> durante a maior parte de sua carreira, a artista finalmente se aventurou em um universo que não aprecia forasteiros: o </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;"> estadunidense. De fato, para a surpresa de poucos, o disco foi esnobado pela principal premiação do gênero, o </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/cowboy-carter-de-beyonce-e-esnobado-no-country-music-awards/"><i><span style="font-weight: 400;">Country Music Awards</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. No entanto, pode-se afirmar que a força das 27 faixas se somatizaram em outra grande cerimônia da indústria, o </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/grammys/"><i><span style="font-weight: 400;">Grammy Awards</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que, até o momento, ainda devia uma estatueta de Álbum do Ano à artista mais nomeada e vencedora de sua história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quase como um enorme trabalho em grupo sobre o </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;"> e os limites entre diferentes sonoridades, a segunda obra da trilogia produzida durante a pandemia de covid-19 apresentou colaborações, no mínimo, singulares. Em meio a veteranos e novatos, as parcerias variaram desde a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UbxUSsFXYo4"><span style="font-weight: 400;">Dolly Parton</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8MECfUH3GBs"><span style="font-weight: 400;">Stevie Wonder</span></a><span style="font-weight: 400;"> até </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G7KNmW9a75Y"><span style="font-weight: 400;">Miley Cyrus</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wXhTHyIgQ_U"><span style="font-weight: 400;">Post Malone</span></a><span style="font-weight: 400;">. O destaque, contudo, ficou sempre para a voz inconfundível de Beyoncé que, aqui, ecoou de forma ainda mais potente. Agora, é esperado que o encerramento do trio de discos venha acompanhado de uma pegada </span><a href="https://igormiranda.com.br/2024/02/beyonce-album-rock-teoria/"><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;"> à la</span></i> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=GC5E8ie2pdM"><span style="font-weight: 400;">Tina Turner</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma das grandes inspirações da </span><i><span style="font-weight: 400;">popstar</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">16 CARRIAGES; BODYGUARD; DAUGHTER.</span></p>
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<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_34983" aria-describedby="caption-attachment-34983" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34983" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Cria de Caxias. Nela, vemos POCAH, uma mulher negra de cabelos pretos e longos. Ele está grudada em uma placa de trânsito com fita silvertape. Seu top e mini-saia são da cor prata, fazendo uma alusão a fita e ela veste também uma bota alta com estampa de onça. Ao fundo, a placa é na cor verde com os dizeres em letra maipuscula &quot;SAÍDA 171&quot; e logo abaixo &quot;DUQUE DE CAXIAS&quot; e onde estaria &quot;DUQUE&quot; está pixado com letras estilizadas &quot;CRIA&quot;. Além disso, há pixações também que dizem &quot;POCAH&quot;, &quot;VIVIANNE&quot; e &quot;MC POCAHONTAS&quot; fazendo alusão aos nomes da artista, ao fundo, uma rodovia movimentada e no canto inferior esquerdo, o selo &quot;PARENTAL ADVISORY EXPLICIT CONTEXT&quot;" width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/SaveClip.App_472409141_18488637397048802_7494543957089836358_n.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34983" class="wp-caption-text">Mesmo com o polêmico uso de inteligência artificial, POCAH entrega um ótimo álbum (Foto: Warner Music Brasil)</figcaption></figure>
<p><b>POCAH &#8211; Cria de Caxias</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><a href="https://open.spotify.com/album/3J7pd00FYE2TSKfvwVVpn4?si=tbCsgcbpQ8CEdWCYethHRA"><i><span style="font-weight: 400;">Cria de Caxias</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, POCAH celebra e relembra sua própria história. O disco mostra três momentos da cantora e suas canções são intercaladas por interlúdios,</span> <span style="font-weight: 400;">grafados de formas diferentes: </span><a href="https://open.spotify.com/track/3xkLkicrm5duKk94VCC5WM?si=Mbrz3SSVS5eTKAOTxTAdfg&amp;context=spotify%3Aalbum%3A3J7pd00FYE2TSKfvwVVpn4"><i><span style="font-weight: 400;">MC POCAHONTAS</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://open.spotify.com/track/080Q6ex13eDl3vPdxAxjkt?si=7MjI0OU4QQe4ji-aE6SXDQ&amp;context=spotify%3Aalbum%3A3J7pd00FYE2TSKfvwVVpn4"><i><span style="font-weight: 400;">pocah</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://open.spotify.com/track/37QZOXTrPFApAYA8orVEwD?si=FjgRhzLbT4yEwjcaYaduBQ&amp;context=spotify%3Aalbum%3A3J7pd00FYE2TSKfvwVVpn4"><i><span style="font-weight: 400;">Viviane</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Além dessa distinção estilística, o álbum traz uma ecleticidade interessante – indo do funk carioca, passando pelo 150 bpm, até músicas reflexivas, cada um dos atos traz um ritmo diferente, e mostra a versatilidade de POCAH. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A definição perfeita de </span><i><span style="font-weight: 400;">Cria de Caxias</span></i><span style="font-weight: 400;"> é mudança e amadurecimento. Diversos momentos importantes da vida da cantora estão presentes no trabalho, como troca do nome artístico – de Mc Pocahontas para somente POCAH – e o nascimento de sua filha Vitória. O primeiro e o segundo ato começam com a mesma batida – assim como </span><a href="https://personaunesp.com.br/brat-critica/"><span style="font-weight: 400;">Charli xcx</span></a><span style="font-weight: 400;"> fez com as canções </span><i><span style="font-weight: 400;">360</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">365</span></i><span style="font-weight: 400;"> –, enquanto o último é repleto de calma e cheio de amor: a música </span><a href="https://open.spotify.com/track/3qEXRDyn4B0mQQNlTOWzFT?si=zig4CFwjTu-kqX5tzHpYdg&amp;context=spotify%3Aalbum%3A3J7pd00FYE2TSKfvwVVpn4"><i><span style="font-weight: 400;">Vitória</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> se comporta como uma declaração e encerra o disco de forma tranquila. </span><b>&#8211; Laura Hirata-Vale </b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">ASSANHADINHA, cria de caxias e Vitória</span></p>
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<figure id="attachment_34984" aria-describedby="caption-attachment-34984" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34984" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/eternalsunshine.jpg" alt="Em uma capa quadrada, se encontram duas figuras femininas, de costas. A mais à esquerda está apoiada sob o ombro da figura mais à direita, usa uma camiseta branca com detalhes nas costas e uma gola, além de ter um cabelo com luzes loiras preso em um rabo de cavalo e uma tatuagem na nuca. A figura mais à direita possui o mesmo cabelo e veste a mesma camiseta. O fundo é de cor marrom. " width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/eternalsunshine.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/eternalsunshine-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34984" class="wp-caption-text">Em mais um trabalho brilhante, Ariana demonstra vocais, história e se faz atual e relevante como em todas as suas eras (Foto: Universal Republic Records)</figcaption></figure>
<p><strong>Ariana Grande &#8211; Eternal Sunshine</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficando na lista dos </span><a href="https://www.nsctotal.com.br/noticias/os-albuns-mais-ouvidos-no-mundo-em-2024"><span style="font-weight: 400;">cinco álbuns mais ouvidos de 2024</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">Eternal Sunshine</span></i><span style="font-weight: 400;"> tem seu valor registrado na história. O sétimo disco de Ariana Grande vem como um recomeço grandioso na carreira da artista, possuindo um vínculo profundo com o momento que a Grande passava em sua vida pessoal, após o término de seu relacionamento com  Dalton Gomez. Transformando a dor e a vontade de se reencontrar, e com um impulso da chegada aos 30 anos, Ariana entrega ao ouvinte 13 novas músicas, pelas quais passeia por ritmos e sensações em uma delicadeza e poder únicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O amadurecimento da cantora e de seu público se torna palpável no disco; para o espectador, chega na nova forma de escutar e entender cada referência, melodia e letra, e, para a cantora, na forma com a qual se apresenta. Sempre guardando uma surpresa para os fãs, Ariana expõe ao mundo </span><a href="https://personaunesp.com.br/eternal-sunshine-critica/"><span style="font-weight: 400;">seu novo trabalho</span></a><span style="font-weight: 400;"> de forma sentimental e inteira, demonstrando como lidar com as memórias é importante para criar novas conexões e novos caminhos, e deixando a todos uma bela memória musical logo no início do ano, como uma carta de que mesmo nos momentos ruins, tudo vai melhorar. </span><b> &#8211; Aryadne Xavier</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">we can&#8217;t be friends (wait for your love), eternal sunshine, bye</span></p>
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<figure id="attachment_35003" aria-describedby="caption-attachment-35003" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35003" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Esquinas. Nela, vemos a esquerda, Ana, uma mulher branca de cabelo liso e castanho e Vitória, uma mulher branca de cabelo loiro platinado e cacheado. Ana olha para Vitória, que olha para a frente. O fundo da imagem está borrado." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/esquinas.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35003" class="wp-caption-text">Esquinas foi lançado acompanhado de uma visual experience delicada no Youtube (Foto: F/Simas)</figcaption></figure>
<p><strong>Anavitória &#8211; Esquinas </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que pode acontecer quando viramos uma esquina e não a outra? Em seu quinto álbum de estúdio, Anavitória não se dispõem a responder, mas a suscitar essa pergunta. </span><i><span style="font-weight: 400;">Esquinas</span></i><span style="font-weight: 400;">, lançado em Dezembro de 2024, encerra a era </span><a href="https://personaunesp.com.br/cor-anavitoria-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">COR</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2021), abusando do modo subjuntivo em um disco leve, grandioso e recheado de carga dramática. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Composto por 12 faixas, o trabalho representa as possibilidades em letras que tem como tema principal a vida; simples, contínua e incerta. O aspecto mais genial da obra é fazer com que quem escuta se sinta exatamente como as músicas interpretadas pelas artistas: longe de descobrir, mas como quem também</span><i><span style="font-weight: 400;"> “queria saber como seria”</span></i><span style="font-weight: 400;">.  Seja no claro ou no escuro, a única certeza é que virar a rua em que se encontra </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HNHlYPtophU&amp;t=2194s"><i><span style="font-weight: 400;">Esquinas</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">pelo caminho, é um doce presente. </span><b>– Jamily Rigonatto </b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: Navio ancorado no ar, Espetáculo estranho e Água-viva. </span></p>
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<figure id="attachment_34985" aria-describedby="caption-attachment-34985" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34985" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1-800x800.jpg" alt="Capa do álbum From Zero, da banda Linkin Park. Nela vemos ao fundo um auto-falante típico de caixas de som. Ele está coberto de um líquido rosa que parece estar em movimento pela vibração do alto-falante. No centro, em branco, temos o logo da banda." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/from-zero-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34985" class="wp-caption-text">Se o emo voltou de vez, agora é a vez do nu metal (Foto: Warner Records)</figcaption></figure>
<p><b>Linkin Park &#8211; From Zero</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;">, nascido com a premissa de quebrar paradigmas, em uma relação inversamente proporcional, se tornou um dos gêneros mais conservadores – talvez só perdendo para a música clássica. O próprio Linkin Park já teve que lidar com certa rejeição quando veio ao mundo e, depois de provar seu talento, fincou seu nome na safra do início do século. Agora, sete anos após seu </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/5Eevxp2BCbWq25ZdiXRwYd"><span style="font-weight: 400;">último álbum</span></a><span style="font-weight: 400;"> de estúdio e sem a cara principal da banda, Chester Bennington, o grupo precisou se provar mais uma vez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando </span><a href="https://www.instagram.com/emilyarmstrong/"><span style="font-weight: 400;">Emily Armstrong</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi anunciada como a </span><i><span style="font-weight: 400;">frontwoman</span></i><span style="font-weight: 400;"> escolhida para substituir Chester, a tarefa parecia ainda mais difícil. Mas o resultado foi um registro que, ao mesmo tempo em que preserva a história do Linkin Park, também coloca a banda como precursora nas mudanças do gênero. Mike Shinoda, agora com total controle da produção, conduz magistralmente o grupo de volta para um </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> mais sujo e pesado instrumentalmente, para que a força vocal de Emily ecoe em um trabalho que agrada de gregos a troianos.</span><b> &#8211; Guilherme Veiga</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Heavy Is the Crown</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">The Emptiness Machine,</span> <span style="font-weight: 400;">Two Faced</span></p>
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<figure id="attachment_34986" aria-describedby="caption-attachment-34986" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34986" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta-800x800.png" alt="Capa do álbum 'Funk Generation' da artista Anitta. A imagem mostra Anitta posando em frente a uma grade de arame, à noite, com a cidade iluminada ao fundo. Ela está usando um look chamativo, com um biquíni jeans e acessórios brilhantes, como correntes e joias que cobrem seu corpo e cabelo. A estética é sensual e remete ao universo do funk. No canto superior direito, há um selo amarelo com o título do álbum escrito." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta-1024x1024.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/funk-generation-anitta.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34986" class="wp-caption-text">“Sou bem puta e todos sabem, né? Todos sabem” (Foto: Republic Records)</figcaption></figure>
<p><b>Anitta &#8211; Funk Generation</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde quando Anitta anunciou em 2017 que ia começar a apostar em sua carreira internacional e levar o </span><i><span style="font-weight: 400;">funk </span></i><span style="font-weight: 400;">para o mundo, diversas tentativas foram feitas: O projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Checkmate </span></i><span style="font-weight: 400;">e seus </span><i><span style="font-weight: 400;">singles</span></i><span style="font-weight: 400;">, o primeiro álbum trilíngue, </span><a href="https://personaunesp.com.br/kisses-anitta/"><i><span style="font-weight: 400;">Kisses</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">(2019), várias colaborações com artistas globais e o polêmico </span><a href="https://personaunesp.com.br/versions-of-me-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Versions of Me</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2022). Todos esses trabalhos tiveram seu valor, artístico e/ou estratégico, mas nenhum deles realmente transmitia nossa cultura. Porém, em 2024, a cria de Honório Gurgel finalmente fez o disco prometido, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/6z6VObudfoxrvGNC5MtiTY?si=c3af39d600724c9f"><i><span style="font-weight: 400;">Funk Generation</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O álbum tem a coesão e a artisticidade que há muito tempo faltavam nas músicas da cantora. Produzido majoritariamente por artistas brasileiros, </span><i><span style="font-weight: 400;">Funk Generation</span></i><span style="font-weight: 400;"> resgata elementos dos diversos subgêneros do </span><i><span style="font-weight: 400;">funk </span></i><span style="font-weight: 400;">como o carioca, o paulista, o melódico, o dos anos 2000, entre outros. A sensação é de estar em um </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iaXt5shHFL8&amp;pp=ygUaZnVuayBnZW5lcmF0aW9uIGV4cGVyaWVuY2U%3D"><span style="font-weight: 400;">bailão</span></a><span style="font-weight: 400;"> do início ao fim. Mesmo que cante na maior parte do tempo em inglês e espanhol, Anitta conseguiu entregar qualidade tanto para nós, quanto para os gringos que estão conhecendo cada vez mais o </span><i><span style="font-weight: 400;">brazilian funk</span></i><span style="font-weight: 400;">. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Lose Ya Breath e Savage Funk</span></p>
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<figure id="attachment_35002" aria-describedby="caption-attachment-35002" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35002" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Gambiarra Chic. Pt 1. Nela vemos, duas mulheres que estáo triplicadads na imagem. Uma mulher é negra de cabelo loiro com mechas rosa e outra é uma mulher negra de cabelos pretos. Eles vestem um biquini azul e uma saia. Várias versões multiplicadas de Isma e Vita em diversas poses, sentadas em pedras em um fundo que simula o pôr do sol." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gambiarra-chic.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35002" class="wp-caption-text">Irmãs de Pau foram referência em experimentação no funk em 2024 (Foto: Irmãs de Pau)</figcaption></figure>
<p><strong>Irmãs de Pau &#8211; Gambiarra Chic Pt. 1 </strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Gambiarra Chic</span></i><span style="font-weight: 400;"> caminha por experimentações frenéticas e dançantes que dominaram as pistas das baladas LGBTQIA+ do Brasil. Com a ajuda de DJs como: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-UryVbeU8As"><span style="font-weight: 400;">CyberKills</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://hashtagpop.com.br/clementaum-e-eleita-dj-do-ano-no-womens-music-event-awards-brasil/"><span style="font-weight: 400;">Clementaum</span></a><span style="font-weight: 400;">, DJ Dayeh, Brunoso e</span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/musica/mu540-e-apontado-como-um-dos-djs-mais-inovadores-da-cena-internacional-de-2024,06b8ff6f53884331d3b276d16f5dce0csw3xmwt9.html"><span style="font-weight: 400;"> MU540</span></a><span style="font-weight: 400;"> que ajudaram na produção e levaram as músicas da dupla pelo país inteiro. Assim, elas conquistaram uma legião de fãs que adoram os seus </span><i><span style="font-weight: 400;">beats</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">flows</span></i><span style="font-weight: 400;"> explosivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As experiências de mulheres trans são o ponto central das letras do projeto, ao abordar essa temática dentro do funk,</span><a href="https://midianinja.org/isma-e-vita-as-destemidas-irmas-de-pau-celebram-uma-decada-de-melodias-culminando-em-gambiarra-chic-2/"><span style="font-weight: 400;"> Irmãs de Pau</span></a><span style="font-weight: 400;"> reivindicam o seu lugar nos bailes, baladas e pistas do Brasil todo.  </span><b>&#8211; João Pedro do Nascimento Fontes</b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: Voo 1360 e </span><span style="font-weight: 400;">Disk P@#$%&amp;!</span></p>
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<figure id="attachment_34987" aria-describedby="caption-attachment-34987" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34987" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gary.jpg" alt="Em um fundo de tecidos amarelo dourado, cinco homens vestidos de roupas pretas se posicionam na tela. Eles foram a palavra GARY juntos, sendo os dois primeiros se dividindo para fazer a letra G (um curvando o braço e o outro agachado ao chão), ao lado um homem fazendo o A, seguido de um homem fazendo o R e outro fazendo o Y." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gary.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/gary-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34987" class="wp-caption-text">Provando que envelheceu como vinho, Gary soa como uma versão perfeita de Blossoms em seu novo trabalho. (Foto: ODD SK Recordings)</figcaption></figure>
<p><strong>Blossoms &#8211; Gary</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história por trás do nome </span><a href="https://www.rollingstone.co.uk/music/features/blossoms-interview-gary-photos-gary-lineker-tom-ogden-43083/"><i><span style="font-weight: 400;">Gary</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">trás um toque especial a todo o conceito: se inspirando em uma figura conhecida do Reino Unido nomeada Gary, um gorila de fibra de vidro com mais de dois metros de altura, a faixa-título narra a história do desaparecimento do mesmo. E não era possível esperar a mesmice de tantos álbuns da atualidade dentro do novo trabalho da banda só de conhecer o que foi o pontapé para o trabalho.  Em seu quinto registro e estreando sob selo próprio, </span><i><span style="font-weight: 400;">Blossoms </span></i><span style="font-weight: 400;">surpreende positivamente com uma musicalidade que mescla tudo de melhor que a banda já ofereceu até hoje, com ritmos contagiantes, melodias gostosas de ouvir e uma escrita divertida – por vezes até irônica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A junção de tantas referências em um único trabalho, por vez, cria </span><a href="https://www.popload.com.br/blossoms-a-banda-inglesa-em-busca-da-batida-indie-perfeita-lanca-o-single-perfect-me"><span style="font-weight: 400;">algo original e único</span></a><span style="font-weight: 400;">, o que transforma o disco em uma experiência agradável e uma boa companhia para o dia a dia. Entre as dez novas músicas, nenhuma cai no limbo de “se sentir descartável”. Mais de uma década após sua criação e em um momento marcante de reinício, </span><i><span style="font-weight: 400;">Blossoms </span></i><span style="font-weight: 400;">se mostra atual, sólido e com muita força para continuar reinventando, além de ser um convite e tanto para uma nova parcela de ouvintes no outro lado do globo. </span><b> &#8211; Aryadne Xavier</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Perfect Me, Slow Down, I Like Your Look</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_34988" aria-describedby="caption-attachment-34988" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34988" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/81pUYIO6QSL._UF10001000_QL80_-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Girl With No FaceNa imagem, a cantora Allie X está centralizada, ela está com as mãos em uma máscara que cobre seu rosto. A máscara está abrindo ao meio, em um risco na vertical, revelando o nariz e boca da artista. A máscara é na cor branca e possui o rosto de Allie X. O cabelo, que parece ser uma peruca, é na altura dos ombros, de cor preta e franja curta. Os cotovelos estão apoiados em uma mesa de cor laranja, assim como o fundo da imagem também é desta cor. Allie X veste uma roupa com luvas, ambas na cor preta." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/81pUYIO6QSL._UF10001000_QL80_-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/81pUYIO6QSL._UF10001000_QL80_-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/81pUYIO6QSL._UF10001000_QL80_-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/81pUYIO6QSL._UF10001000_QL80_.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34988" class="wp-caption-text">A cantora Allie X tem uma colaboração com Troye Sivan e Mitski (Foto: Twin Music)</figcaption></figure>
<p><strong>Allie X &#8211; Girl With No Face</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouvir </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/10o3OFqQt0gqemtIcCh72x?si=k9YvQ41CSXmkQzKKKGoZUQ"><i><span style="font-weight: 400;">Girl With No Face</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, lançado em fevereiro de 2024, é entrar nas discotecas dos anos 1980 e ferir os tímpanos com os sintetizadores típicos da música </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">. Embora os ritmos façam o corpo querer dançar – com exceção da introspectiva e misteriosa faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">Saddest Smile</span></i><span style="font-weight: 400;"> – e os falsetes gritados da cantora contribuam para o estilo, as composições abordam temas sensíveis, como disforia, transtornos alimentares e padrões de beleza. Em </span><a href="https://escutai.com/girl-with-no-face-allie-x-fala-sobre-novo-album-e-participacao-com-frimes-e-tolentino/"><i><span style="font-weight: 400;">Off With Her Tits</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a repetição do refrão pedindo para retirar os seios, gruda na cabeça, assim como as imposições do sistema. A garota pode até não possuir rosto, mas esbanja personalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito majoritariamente pela própria Allie X, </span><i><span style="font-weight: 400;">Girl With No Face</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi uma das surpresas mais agradáveis de 2024. Os tons contraditórios entre conteúdo e música conseguem fisgar o público que, oriundo da </span><i><span style="font-weight: 400;">internet</span></i><span style="font-weight: 400;">, construiu uma personalidade ácida de fazer diversão com traumas e problemas. O disco é uma espécie de laboratório do que é ser uma mulher, e a canadense cria seu conceito – afinal, toda mulher pode vestir uma face. Infelizmente, Allie X ainda não explodiu nas paradas, nem virou </span><i><span style="font-weight: 400;">trend</span></i><span style="font-weight: 400;"> no </span><i><span style="font-weight: 400;">TikTok</span></i><span style="font-weight: 400;"> – o fato de não querer estar em </span><a href="https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2024/04/23/allie-x-canadense-misteriosa-que-encanta-fas-lgbts-nao-gosta-de-pop-e-diz-recusar-festivais.ghtml"><span style="font-weight: 400;">festivais</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode ter ajudado nisso –, mas com seu talento quem sabe no próximo ano. <strong>&#8211; Davi Marcelgo</strong></span></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Galina, Black Eye e Truly Dreams</span></p>
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<figure id="attachment_34989" aria-describedby="caption-attachment-34989" style="width: 798px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34989" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-798x800.jpg" alt="Capa do álbum Hit me Hard and Soft, da cantora Billie Eilish. Nela, vemos Billie, uma mulher branca de capelos pretos. ele veste uma camisa preta e calças pretas; No parte central superior, há uma porta branca na horizontal que está aberta. Billie se movimenta como se estivesse caindo dessa porta e se afogando, já que o fundo da capa representa um fundo de um lago/mar" width="798" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-798x800.jpg 798w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-1022x1024.jpg 1022w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-768x770.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_-1200x1203.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/hit.me_.hard_.and_.soft_.jpg 1244w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34989" class="wp-caption-text">Em Hit me Hard and Soft, Billie Eilish se sente confortável na própria pele e divide com os fãs o entendimento de sua sexualidade (Foto: Darkroom/Interscope Records)</figcaption></figure>
<p><b>Billie Eilish &#8211; Hit Me Hard and Soft</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">À altura do terceiro álbum, é inegável o sucesso de Billie Eilish. Desde que lançou o </span><i><span style="font-weight: 400;">debut</span></i> <span style="font-weight: 400;"> </span><a href="https://personaunesp.com.br/when-we-all-fall-asleep-where-do-we-go-5-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">WHEN WE ALL FALL ASLEEP, WHERE DO WE GO?</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, já foram dois prêmios do </span><i><span style="font-weight: 400;">Oscar</span></i><span style="font-weight: 400;"> e nove vitórias ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammy</span></i><span style="font-weight: 400;">, maior premiação da indústria fonográfica. Com </span><a href="https://personaunesp.com.br/hit-me-hard-and-soft-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Hit Me Hard and Soft</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, a cantora abriu – ainda mais – o coração e chegou a locais que até então não eram sua marca, a exemplo de sua extensão vocal em </span><i><span style="font-weight: 400;">BIRDS OF A FEATHER</span></i><span style="font-weight: 400;">. A canção, aliás, finalizou o ano de 2024 como a mais tocada no </span><i><span style="font-weight: 400;">Spotify</span></i><span style="font-weight: 400;"> e entrou na boca do povo como uma das faixas mais aclamadas de sua carreira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A virada de </span><a href="https://personaunesp.com.br/happier-than-ever-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Happier Than Ever</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> se tornou uma sonoridade conhecida – e bem executada – da artista. Agora, há momentos iguais a esse no projeto. Em L’AMOUR DE MA VIE, a performer de 22 anos brinca com efeitos sonoros e mostra que sabe utilizar o </span><i><span style="font-weight: 400;">autotune</span></i><span style="font-weight: 400;"> a seu favor a partir da mudança da música. Com influências de </span><i><span style="font-weight: 400;">dance pop,</span></i><span style="font-weight: 400;"> nas 10 faixas que compõem o trabalho, a irmã de Finneas – seu produtor e membro da família — se firma como uma grande contadora de histórias, sejam elas trágicas ou animadas, mas sempre muito, muito bem interpretadas. </span><b>&#8211; Guilherme Leal</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b>BIRDS OF A FEATHER, BLUE E L’AMOUR DE MA VIE</p>
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<figure id="attachment_34991" aria-describedby="caption-attachment-34991" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34991" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Humanamente-Leonardo-Quinalha.jpeg" alt="Capa do álbum Humanamente de Lvcas. A imagem mostra o cantor, homem branco com um bigode e cavanhaque e um brinco de argola na orelha esquerda, com seu torso aberto e dele saindo fogo, e nascendo plantas,flores e raízes, num fundo branco com o nome do álbum (Humanamente) escrito ao lado superior direito." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Humanamente-Leonardo-Quinalha.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Humanamente-Leonardo-Quinalha-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34991" class="wp-caption-text">Lvcas grita seus sentimentos reprimidos no fundo do coração em Humanamente (Foto: Lvcas)</figcaption></figure>
<p><b>Lvcas &#8211; Humanamente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com fluidez similar à que produz conteúdo nas redes sociais há anos, o </span><i><span style="font-weight: 400;">youtuber</span></i><span style="font-weight: 400;"> Lucas Inutilismo, utilizando o nome artístico de Lvcas, lança seu primeiro álbum Humanamente, que junta elementos de </span><i><span style="font-weight: 400;">metalcore</span></i><span style="font-weight: 400;">, funk e eletrônica. Com 16 composições autorais, Lucas é responsável por gravar vocais e todos os instrumentos das músicas, e co-assina a produção ao lado de Marcelo Braga, seu parceiro nos clássicos vídeos de releituras musicais de retrospectiva do artista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O álbum apresenta apenas uma colaboração especial com Luana Victoria, a irmã do artista, na faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">Te Espero Aqui</span></i><span style="font-weight: 400;">, que serve como um momento de tranquilidade no disco, composto por graves usados tanto para bate-cabeça quanto para dança. O </span><i><span style="font-weight: 400;">metalcore</span></i><span style="font-weight: 400;"> é a principal inspiração, mas há alusões ao </span><i><span style="font-weight: 400;">trap</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">hip-hop</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> hardcore</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">djent </span></i><span style="font-weight: 400;">enquanto traz reflexões sobre </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-lado-humano-e-pesado-de-lucas-inutilismo-em-seu-1-album-entrevista/"><span style="font-weight: 400;">dilemas próprios</span></a><span style="font-weight: 400;"> do ser humano nas letras, mas sem ser conceitual demais a ponto de contar história através da música. Em 2025, Lvcas inicia a sua turnê em São Paulo com </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/lvcas-inutilismo-promete-show-caotico-em-estreia-de-turne-em-sp-poe-esse-celular-no-bolso/"><span style="font-weight: 400;">show caótico</span></a><span style="font-weight: 400;"> e é promessa no cenário de metal alternativo do Brasil. &#8211; </span><b>Leonardo Quinalha</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Flores, Meu jeitinho e Te espero aqui</span></p>
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<figure id="attachment_34992" aria-describedby="caption-attachment-34992" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34992" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/in-search-of-the-antidote.jpeg" alt="Capa do álbum In Search Of The Antidote, de FLETCHER. Na imagem, vemos parte do rosto da cantora, já que seus cabelos, ao vento, impedem a visão completa dele. Ela é uma mulher branca de cabelos castanhos que usa um batom rosa. O fundo da capa é azul e, na canto superior direito, está a etiqueta de “parental advisory”. A palavra “antidote” se encontra em letras maiúsculas na cor salmão na parte inferior da imagem. Em cima das letras T e E, está escrito “in search of the” em letras minúsculas, na cor branca e em outro tipo de fonte." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/in-search-of-the-antidote.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/in-search-of-the-antidote-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34992" class="wp-caption-text">In Search Of The Antidote é, em sua essência, sobre a busca pelo amor próprio (Foto: Capitol Records)</figcaption></figure>
<p><strong>FLETCHER &#8211; In Search Of The Antidote</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde que FLETCHER usou o nome da namorada de sua ex em uma </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=98CpVsXyQhE"><span style="font-weight: 400;">música</span></a><span style="font-weight: 400;">, ela tem sido considerada um ícone </span><i><span style="font-weight: 400;">queer</span></i><span style="font-weight: 400;"> no setor por seu lirismo irônico que encapsula, com sucesso, a experiência do relacionamento amoroso entre mulheres. No entanto, ao invés de continuar na narrativa dos rompimentos angustiantes e inseguranças pessoais do primeiro álbum, </span><i><span style="font-weight: 400;">In Search Of The Antidote </span></i><span style="font-weight: 400;">oferece uma análise tumultuada de identidade e realização pessoal, englobando o lado sombrio do processo de cura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, Cari Fletcher se mostra como uma mulher complexa, vulnerável, forte, sexy e sem pudor, deixando claro que este é um dos </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1ZXvAPiGoqDXWsLHd3oZ8Q?si=NRhUWG-CSZe9pwxs5vdGsg"><span style="font-weight: 400;">trabalhos</span></a><span style="font-weight: 400;"> mais honestos e consistentes de sua carreira. Envolvendo a bagunça das emoções pós-término em cortes </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> que fogem às regras, a artista prova, mais uma vez, que ninguém faz hinos de corações partidos da mesma forma que ela. </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Lead Me On, Pretending e Antidote</span></p>
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<figure id="attachment_34993" aria-describedby="caption-attachment-34993" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34993" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/im-not-afraid-of-music-anymore-coin.jpg" alt="Capa do álbum I'm Not Afraid of Music Anymore da banda COIN. A imagem apresenta uma escultura de pedra representando duas figuras humanas fundidas em um abraço, com um fundo verde vibrante, transmitindo uma estética minimalista e expressiva." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/im-not-afraid-of-music-anymore-coin.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/im-not-afraid-of-music-anymore-coin-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34993" class="wp-caption-text">“Acho que existe algo que eu esteja fugindo, ou é apenas quem eu sou?” (Foto: TenThousand Projects)</figcaption></figure>
<p><b>COIN &#8211; I&#8217;m Not Afraid Of Music Anymore</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sexto álbum de estúdio da banda COIN, intitulado </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0iYfLtcJwYEl23TtnwTibd?si=2887dea8bb774ecd"><i><span style="font-weight: 400;">I&#8217;m Not Afraid Of Music Anymore</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, chega após um período de bloqueio criativo do grupo. As ideias dos membros não convergiam entre si, mas um sentimento único as conectava: o medo. Foi a partir dessa inquietação que surgiu o disco mais coeso e maduro da carreira deles. Diferentemente de produções anteriores, em que Chase Lawrence, Ryan Winnen e Joe Memmel soavam como se estivessem compondo colagens musicais, este trabalho se destaca por construir um </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aaUVoU6sF9M"><span style="font-weight: 400;">quebra-cabeça</span></a><span style="font-weight: 400;"> cuidadosamente montado do começo ao fim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sonoridade do álbum presta uma homenagem aos primeiros trabalhos da banda, resgatando o característico </span><i><span style="font-weight: 400;">rock </span></i><span style="font-weight: 400;">de garagem. No entanto, com a produção de Gabe Simon – conhecido por colaborações com </span><a href="https://personaunesp.com.br/blue-banisters-critica/"><span style="font-weight: 400;">Lana Del Rey</span></a><span style="font-weight: 400;"> e Noah Kahan –, os instrumentais ganham uma polidez que os torna mais equilibrados e harmônicos. Nesse clima nostálgico, o grupo aproveita para reconhecer a importância de seus fãs. Na delicada </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Cj2UTS-kC1Q"><i><span style="font-weight: 400;">Sing Along</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, Lawrence canta: “</span><i><span style="font-weight: 400;">Quantas tentativas posso encaixar em uma música/Esperando que você ainda cante junto?</span></i><span style="font-weight: 400;">”. Essa conexão com o público é a maior conquista de COIN, e</span><i><span style="font-weight: 400;"> I&#8217;m Not Afraid Of Music Anymore</span></i><span style="font-weight: 400;"> não apenas reforça, mas também celebra essa história.  –</span><b> Arthur Caires</b></p>
<p><b>Faixas favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Problem e Sing Along</span></p>
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<figure id="attachment_34994" aria-describedby="caption-attachment-34994" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34994" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/kansas-anymore-role-model.jpg" alt="Capa do álbum Kansas Anymore do artista ROLE MODEL. A imagem em preto e branco mostra o artista de perfil, usando um chapéu de cowboy e uma jaqueta de couro, em uma pose descontraída com o fundo liso e minimalista. O título do álbum e o nome do artista estão em letras pequenas e discretas na parte central da imagem." width="600" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/kansas-anymore-role-model.jpg 600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/kansas-anymore-role-model-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34994" class="wp-caption-text">“Para ser honesto, gosto da sensação de deixar tudo queimar” (Foto: Interscope Records)</figcaption></figure>
<p><strong>Role Model &#8211; Kansas Anymore</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não há nada melhor do que um </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tollGa3S0o8&amp;pp=ygUMYWxsIHRvbyB3ZWxs"><span style="font-weight: 400;">álbum </span><i><span style="font-weight: 400;">country </span></i><span style="font-weight: 400;">de término de relacionamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> escrito por um corno. Esse é </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/4OZ6nCbn8w0cHr1m0qiD2s?si=7oO5_aOrScuj-Cyv3b_L9Q"><i><span style="font-weight: 400;">Kansas Anymore</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, o segundo disco de estúdio de Tucker Pillsbury, mais conhecido como ROLE MODEL. Após terminar com uma das influenciadoras da Geração Z mais conhecidas, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=cpFc1RPOF7s"><span style="font-weight: 400;">Emma Chamberlain</span></a><span style="font-weight: 400;">, o cantor entrega seu trabalho mais coeso até então. Entre melodias contagiantes, sua marca registrada, e a autoconsciência de sua personalidade sedutora, é possível aproveitar 40 minutos de músicas íntimas e divertidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao mesmo tempo que supera o fim de seu relacionamento, Pillsbury também se vê imerso na superficialidade de Los Angeles. As referências a drogas e tratamentos estéticos evidenciam um descontentamento crescente com o estilo de vida da cidade. A nostalgia por suas origens e o desejo de fuga explodem em faixas como </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Cd6ZPEgs83I&amp;pp=ygUVdGhlIGRpbm5lciByb2xlIG1vZGVs"><i><span style="font-weight: 400;">The Dinner</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, onde o artista expressa o desejo de abandonar a futilidade da vida urbana e retornar para casa. Após seu primeiro álbum, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1PhcZ4Ov6ZxuaUZF8r9rbk?si=h-lDW_rrSBekveKyBDIWtQ"><i><span style="font-weight: 400;">Rx</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, não ter alcançado grandes destaques, </span><i><span style="font-weight: 400;">Kansas Anymore</span></i><span style="font-weight: 400;"> é um passo na direção certa na carreira de ROLE MODEL. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Writing’s On The Wall e Slipfast</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_34995" aria-describedby="caption-attachment-34995" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34995" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda-800x800.jpg" alt="Capa do disco Luan Santana Ao Vivo na Lua - Crescente. A imagem mostra o cantor Luan Santana no centro da capa. O cantor está no ambiente de universo, com estrelas, um borrão azul e o planeta Vênus ao fundo. À frente, é mostrada a superfície da Terra. Ao centro da parte inferior da capa, há a palavra “CRESCENTE” em letras brancas e maiúsculas. Luan Santana está de olhos fechados e segurando um microfone. Sua cabeça está inclinada para cima e ele possui tatuagens no braço direito. Sua roupa é bege, com brilho e detalhes nos ombros que descem até o peito." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Luan-Santana-Ao-Vivo-na-Lua-Crescente-Maria-Fernanda.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34995" class="wp-caption-text">Luan Santana continua projeto na Lua e traz uma experiência mais imersiva aos fãs (Foto: Sony Music Brasil)</figcaption></figure>
<p><b>Luan Santana &#8211; LUAN AO VIVO NA LUA &#8211; CRESCENTE</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/2a9sL47ztb0zlKUl0uZxL8?si=DgpoNwqrQZCNIa6Bb9uc-A"><span style="font-weight: 400;">novo álbum</span></a><span style="font-weight: 400;"> de</span> <span style="font-weight: 400;">Luan Santana</span> <span style="font-weight: 400;">conta com mais uma fase da</span><i><span style="font-weight: 400;"> Lua</span></i><span style="font-weight: 400;">: depois do  </span><i><span style="font-weight: 400;">EP </span></i><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0SXQI9rQAxolmySULiXLi0?si=iNDd3e3xROGDN0Giotuo8A"><i><span style="font-weight: 400;">LUA &#8211; NOVA</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, veio a versão </span><i><span style="font-weight: 400;">CRESCENTE</span></i><span style="font-weight: 400;">, lançada em 21 de novembro de 2024. O disco mostra uma nova perspectiva sobre as turnês que Luan pretende construir. Além disso, o cantor permanece trazendo músicas que não perdem a originalidade do seu sucesso inicial. O álbum continua com o estilo das faixas românticas que o público costumava vibrar, como a famosa música </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/0tD1sypxaMDpTd6qH1labJ?si=e11efae4e8554213"><i><span style="font-weight: 400;">Meteoro</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> – o primeiro marco de sua carreira, lançada em 2009. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência é totalmente imersiva, de modo que a tecnologia de palco está sendo utilizada para trazer uma ideia de um </span><i><span style="font-weight: 400;">show</span></i><span style="font-weight: 400;"> realizado no espaço: Luan</span> <span style="font-weight: 400;">esclarece isso na apresentação de </span><a href="https://youtu.be/6hzdm2goo2c?si=_YZfKu0JOzc6wFQo"><i><span style="font-weight: 400;">CERTEZA</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O cantor sempre procura oferecer novos ambientes para o seu público e </span><i><span style="font-weight: 400;">LUA &#8211; CRESCENTE </span></i><span style="font-weight: 400;">não foi diferente. De maneira geral, pode-se afirmar que o álbum marca uma divisão para os próximos projetos do cantor, que agora competem com os desafios do seu papel de paternidade. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">CERTEZA &#8211; Ao vivo, PARECE &#8211; Ao vivo, COISAS QUE EU NÃO VOU DEIXAR DE TER &#8211; Ao vivo</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35005" aria-describedby="caption-attachment-35005" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35005" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ceunovela-800x800.jpg" alt="Capa do disco Novela. A imagem de capa é uma fotografia da cantora Céu, dos ombros para cima. Ela está com os cabelos cacheados soltos, preenchendo todo o quadro da imagem. Sua expressão é séria, com o olhar direcionado para o horizonte. Tem um ponto de luz branca forte à direita da artista." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ceunovela-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ceunovela-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ceunovela-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/ceunovela.jpg 1008w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35005" class="wp-caption-text">Novela é o sexto álbum de estúdio de Céu (Foto: Urban Jungle Records/ONErpm)</figcaption></figure>
<p><b>Céu &#8211; Novela</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Novela </span></i><span style="font-weight: 400;">é carinhoso e prazeroso. A primeira faixa, </span><i><span style="font-weight: 400;">Raiou</span></i><span style="font-weight: 400;">, já te transporta para o oásis do álbum, longe do mundo real, mas próximo da natureza. As melodias desapressadas conduzem uma experiência de transe ao ouvinte que, se deixar o corpo solto, acompanha os movimentos musicais sem perceber. É um álbum para ouvir e se deixar derreter nele. A sonoridade especial mescla com elegância MPB, reggae e </span><i><span style="font-weight: 400;">soul</span></i><span style="font-weight: 400;">, guiada pela voz de veludo de </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/ceu-retorna-as-raizes-com-novela-6-album-de-ineditas-tudo-que-eu-sei-fazer-e-misturar/"><span style="font-weight: 400;">Céu</span></a><span style="font-weight: 400;">, que é um espetáculo à parte. A cantora sabe transitar pelos gêneros, conferindo a cada um que cruza a sua impressão autoral única.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O álbum foi gravado ao vivo, de maneira orgânica, o que acentua ainda mais a intimidade instantânea do ouvinte com a obra. </span><i><span style="font-weight: 400;">Novela </span></i><span style="font-weight: 400;">só falta respirar, é vivo. Céu não tem dificuldade em amarrar à mesma obra conceitos independentes, o que a permite brincar com faixas como a divertida </span><i><span style="font-weight: 400;">Cremosa</span></i><span style="font-weight: 400;"> e com o rock nostálgico de </span><i><span style="font-weight: 400;">Lustrando Estrela</span></i><span style="font-weight: 400;">. Nessa grande salada mista, ainda tem espaço para colaborações de ótimo gosto, que só elevam a qualidade para além da estratosfera. A cantora divide os vocais com convidados em três faixas bilíngues (</span><i><span style="font-weight: 400;">Raiou</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span> <a href="https://youtu.be/cvglSoxOMDU?feature=shared"><i><span style="font-weight: 400;">Gerando na Alta</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Into My Novela</span></i><span style="font-weight: 400;">). </span><b>&#8211; Giovanna Freisinger</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><i><span style="font-weight: 400;">Into My Novela</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><i><span style="font-weight: 400;"> Corpo e Colo</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Gerando na Alta</span></i></p>
<hr />
<figure id="attachment_35006" aria-describedby="caption-attachment-35006" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35006" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ontem-Eu-Tinha-Certeza-Ludmila-Henrique-800x800.png" alt="Capa do disco Ontem Eu Tinha Certeza (Hoje Eu Tenho Mais). Na imagem temos a presença dos integrantes da banda Jovem Dionísio. Eles estão com um efeito distorcido então é difícil descrever os detalhes. Mas todos os integrantes estão vestindo calça cargo na cor bege e uma jaqueta marrom. O cantor Ber Pasquali diferente dos outros está usando um moletom vermelho e o Rafael Mendes “Fufa” está segurando uma guitarra azul. Ao fundo temos uma tela preta e no canto superior direito temos o nome da banda e do disco em tons vermelhos. " width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ontem-Eu-Tinha-Certeza-Ludmila-Henrique-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ontem-Eu-Tinha-Certeza-Ludmila-Henrique-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ontem-Eu-Tinha-Certeza-Ludmila-Henrique-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Ontem-Eu-Tinha-Certeza-Ludmila-Henrique.png 952w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35006" class="wp-caption-text">A banda foi indicada ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa (Foto: JD Produções)</figcaption></figure>
<p><b>Jovem Dionisio &#8211; Ontem Eu Tinha Certeza (Hoje Eu Tenho Mais)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nome do disco surge através da letra de </span><i><span style="font-weight: 400;">Neste Contexto</span></i><span style="font-weight: 400;">, canção apresentada ao público como o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400;">single </span></i><span style="font-weight: 400;">dessa nova fase da banda. Agora, sem dúvida nenhuma, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/20tdkGDqEJFZJs6TYEqifo?si=c-BIKH2yRDSxZH9JGoKirw"><i><span style="font-weight: 400;">Ontem Eu Tinha Certeza (Hoje Eu Tenho Mais)</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, simboliza a trajetória e a convicção de que esse é o caminho que a Jovem Dionisio pretende seguir nos próximos anos. Antes do lançamento oficial do álbum, os “meninos hidratados&#8221; entregaram um </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZiXxivGolP0&amp;t=14s"><i><span style="font-weight: 400;">teaser</span></i><span style="font-weight: 400;"> filme</span></a><span style="font-weight: 400;">, com um roteiro fantasioso digno do subgênero terrir sobre um chefe </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/5M0ajbNpBuenxLiJQhDI3k?si=60ce01d5588440b6"><span style="font-weight: 400;">bagre</span></a><span style="font-weight: 400;">, dono de uma cadeiraria e que vive assombrando seus funcionários. O curta-metragem também escapa alguns </span><i><span style="font-weight: 400;">spoilers</span></i><span style="font-weight: 400;"> das canções presentes no disco, além da nova identidade visual da banda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor de </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/7i67Zql4x6mQ3tdgl12ZZj?si=pIhnp13tSJSJtQwIfgMPbw"><i><span style="font-weight: 400;">Acorda, Pedrinho</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> volta com mais profundidade. Sendo o trabalho mais experimental produzido pela banda, o principal desafio na composição do disco foi, sem dúvidas, em como conduzir essa pluralidade de arranjos e histórias, de maneira coesa para a compreensão do ouvinte, sem que a narrativa se perdesse nela mesma. Algo que foi pensado em conjunto como um grupo e revisitado inúmeras vezes pelos integrantes, que chegou em seu resultado final: um dos melhores álbuns </span><i><span style="font-weight: 400;">indie</span></i><span style="font-weight: 400;"> no cenário atual da música brasileira. Fora o sucesso de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1lvEFHCWBX4"><i><span style="font-weight: 400;">to bem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que dispensa apresentações, </span><i><span style="font-weight: 400;">Ontem Eu Tinha Certeza (Hoje Eu Tenho Mais)</span></i><span style="font-weight: 400;"> também traz grandes parcerias, como o Grupo Menos É Mais, na canção</span> <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/5SADxMQyhgSl5DR3sJZmav?si=3b0b53ba93ad4572"><i><span style="font-weight: 400;">sinto muito (demo)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e de Arnaldo Antunes, em </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/0TIiAUocHUlmjQsHuq6HEh?si=79e3af99a5e24982"><i><span style="font-weight: 400;">passeando do seu jeito</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, marcando o encontro de gêneros musicais presentes na segunda discografia da banda. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique </b></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Neste Contexto, sinto muito (demo), eu preciso te dizer que</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35007" aria-describedby="caption-attachment-35007" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35007" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Orquídeas. Na imagem, a cantora Kali Uchis está prensada em uma superfície de vidro, com o lado esquerdo do rosto virado para cima. Ela está nua e em todo seu corpo há pétalas de orquídeas nas cores: roxo, rosa e azul, em vários tons. Há também um líquido rosa espalhado pelo espaço e pelo corpo da cantora. No canto inferior direito, há o aviso de conteúdo explícito no álbum. Kali Uchis é uma mulher na faixa dos 30 anos de ascendência colombiana e possui cabelos escuros. " width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-kali.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35007" class="wp-caption-text">O álbum possui feats com Karol G e Peso Pluma (Foto: Geffen Records)</figcaption></figure>
<p><b>Kali Uchis &#8211; Orquídeas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amor, sedução, desejo e fertilidade costumam ser as associações que a flor orquídea recebe de muitas culturas. </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/5U20AVSsUvycGtWip4XQfo?si=AtIUCsqUTwO1loSrszdt4w"><i><span style="font-weight: 400;">Orquídeas</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Kali Uchis, também pode ganhar esses significados – e sentimentos para quem ouve – através das canções sobre traições, pensamentos intrusivos que trazem lembranças de amantes e o amor incondicional de uma mãe para com o filho. A faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">Tu Corazón Es Mío… </span></i><span style="font-weight: 400;">é dedicada ao nascimento do filho de Uchis com Don Toliver: a artista, grávida no </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TaxJKDaciqk"><span style="font-weight: 400;">clipe</span></a><span style="font-weight: 400;">, preferiu resguardar a gestação dos holofotes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o álbum consegue transpassar o calor do amor por meio dos ritmos quentes do </span><i><span style="font-weight: 400;">R&amp;B </span></i><span style="font-weight: 400;">e do </span><i><span style="font-weight: 400;">reggaeton</span></i><span style="font-weight: 400;">, assim como seu antecessor </span><i><span style="font-weight: 400;">Red Moon in In Venus</span></i><span style="font-weight: 400;">, porém mais enérgico e sem espaço para as músicas melódicas. </span><i><span style="font-weight: 400;">Te Mata</span></i><span style="font-weight: 400;">, canção sobre uma mulher que conseguiu se libertar de uma relação ruim, é uma experiência que se assemelha a assistir a um filme do </span><a href="https://ffw.uol.com.br/noticias/cinema/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-pedro-almodovar-o-cinema-e-a-moda/"><span style="font-weight: 400;">Almodóvar</span></a><span style="font-weight: 400;">. Embora a letra pareça um sertanejo universitário genérico, os arranjos e vocais de Uchis sobem a temperatura dos ouvidos de uma forma extremamente luxuosa. <strong>&#8211; Davi Marcelgo</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>F</strong></span><b>aixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Igual Que Un Ángel, Te Mata, Tu Corazón Es Mío…</span></p>
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<figure id="attachment_35008" aria-describedby="caption-attachment-35008" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35008" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Plan-A-Leonardo-Quinalha.jpeg" alt="Capa do álbum Plan A de Lil Tecca. A imagem mostra o rapper, homem jovem de pele preta, e cabelo crespo com dreads, vestindo uma jaqueta com estampa de onça e tampando metade do rosto com ela, ele usa vários aneis nos dedos e duas pulseiras todas de prata e também um óculos escuro na altura da testa, num fundo de tom marrom e dourado, No canto inferior direito vemos o aviso de conteúdo explícito." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Plan-A-Leonardo-Quinalha.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Plan-A-Leonardo-Quinalha-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35008" class="wp-caption-text">Para Lil Tecca sempre existiu apenas um plano (Foto:Galactic Records/Lil Tecca)</figcaption></figure>
<p><b>Lil Tecca &#8211; Plan A </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com apenas 16 anos, ainda no colegial, Tecca lançou </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1XzY2ij_vL4&amp;pp=ygUGcmFuc29t"><i><span style="font-weight: 400;">Ransom</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, seu maior hit até hoje. Cinco anos depois, entre transições suaves e batidas de </span><i><span style="font-weight: 400;">hip-hop</span></i><span style="font-weight: 400;"> melódicas, Tecca ainda consegue conquistar o coração dos fãs com seus novos projetos: não foi diferente com </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=151SppD5qwg&amp;list=PL3fL6ZRIZG76mUB9yr-7_5CMMQfhUxMbm"><i><span style="font-weight: 400;">Plan A</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Em seu quarto álbum de estúdio, o artista expressa que nunca teve outro plano para seu futuro, apenas o ‘plano A’. </span><i><span style="font-weight: 400;">Taste</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span> <span style="font-weight: 400;">a faixa de abertura do álbum,</span> <span style="font-weight: 400;">recebe um destaque especial devido ao seu ritmo mais lento, trazendo uma coesão perfeita entre as rimas de Tecca por cima do instrumental </span><i><span style="font-weight: 400;">cloud trap</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com 18 faixas e apenas uma colaboração, sendo em </span><i><span style="font-weight: 400;">I Can’t Let Go </span></i><span style="font-weight: 400;">com Don Toliver, eram esperados mais participações especiais no álbum, porém a batida </span><i><span style="font-weight: 400;">rage rap</span></i><span style="font-weight: 400;"> experimental não deixou a desejar na faixa. É relevante destacar que as fantásticas transições entre as músicas do projeto tornam a experiência de ouvir o álbum como um todo algo incrível e único. O disco demonstrou a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zX7eDJq6aLM"><span style="font-weight: 400;">grande maturidade</span></a><span style="font-weight: 400;"> adquirida pelo artista ao longo dos anos. Seja como pessoa e produtor, com apenas um plano em mente, Tecca está conseguindo concretizá-lo. &#8211; </span><b>Leonardo Quinalha</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Taste, Bad Time e Number 2</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35009" aria-describedby="caption-attachment-35009" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35009" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/post-human-nex-gen.jpeg" alt="Capa do álbum POST HUMAN: NeX GEn, da banda Bring Me The Horizon. A imagem mostra uma ilustração digital de uma personagem futurista, com pele, cabelos e camiseta em tons de rosa. Suas olheiras são alaranjadas, seus olhos são verdes e vermelhos e ela possui uma cicatriz na testa. Ela usa um brinco dourado de lua em uma das orelhas e possui piercings no rosto, no espaço entre os olhos. No canto inferior esquerdo, é possível ver um ursinho de pelúcia preto e branco, que parece estar em seu colo. Do lado direito, na altura do ombro da boneca, vemos um robô pequeno, composto por asas de borboleta e cabeça e pernas de boneca, voando. Ao lado dele, preso na boneca, há uma espécie de aparelho vermelho que mede as batidas de seu coração e que, provavelmente, ajuda ela a sobreviver. A boneca olha diretamente para frente, sem expressar emoções, e o fundo verde possui algumas texturas." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/post-human-nex-gen.jpeg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/post-human-nex-gen-150x150.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35009" class="wp-caption-text">POST HUMAN: NeX GEn foi lançado de surpresa após quase quatro anos de espera (Foto: Sony Music Entertainment)</figcaption></figure>
<p><strong>Bring Me The Horizon &#8211; POST HUMAN: NeX GEn</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, a banda britânica Bring Me The Horizon tem passado uma mensagem muito clara para o público: ‘não temos </span><a href="https://www.dazeddigital.com/music/article/59991/1/oli-sykes-bring-me-the-horizon-interview"><span style="font-weight: 400;">medo de mudanças</span></a><span style="font-weight: 400;"> e usamos nossa criatividade como bem entendemos’. Esse forte posicionamento fez com que os integrantes não se prendessem a um único gênero, algo que não costuma acontecer no meio em que estão inseridos, e é o que faz a banda crescer a cada lançamento – mesmo estando na indústria há duas décadas. </span><i><span style="font-weight: 400;">POST HUMAN: NeX GEn</span></i><span style="font-weight: 400;">, a segunda parte de um projeto que retrata uma sociedade pós-apocalíptica, é um dos álbuns que mais sustentam esse argumento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao adicionar </span><i><span style="font-weight: 400;">electronica</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">hiperpop</span></i><span style="font-weight: 400;"> à mistura usual de </span><i><span style="font-weight: 400;">metalcore</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">nu metal</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">pop rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">emo</span></i><span style="font-weight: 400;">, a banda produz um disco diversificado, mas que ainda carrega a personalidade e o talento lírico que sempre teve. </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1k7OXnGQPV4zF3seDwRroD?si=UzGXq-kMQlipn5bARsn6xA"><i><span style="font-weight: 400;">NeX GEn</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é um álbum que está em contato com o passado, ciente do presente e idealizando o futuro – algo que pouquíssimos artistas chegaram perto de realizar em 2024. </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">YOUtopia, Top 10 staTues tHat CriEd bloOd e DArkSide</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35048" aria-describedby="caption-attachment-35048" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35048" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Prelude To Ecstasy. Nela, vemos uma cômoda de pedra com várias flores e velas e um quadro, onde as cinco integrantes da banda aparecem. São todas mulheres brancas e, da esquerda para a direita, uma está de vestido vermelha, outra de vestido branco, outra de vestido preto e mais uma de vestido branco. E no meio a vocalista está de vestido dourado. Eles se vesteme como se estivessem na era vitoriana do séc XIX" width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/tldp.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35048" class="wp-caption-text">Disco um dos indicados Mercury Prize, maior premiação fonográfica da Inglaterra (Foto: Universal Island Records)</figcaption></figure>
<p><strong>The Last Dinner Party &#8211; Prelude To Ecstasy </strong></p>
<p>Com o passar dos anos, cada vez mais expoentes femininas estão conquistando seu lugar no <em>rock</em>, principalmente vindos da vertente britânica do gênero. Nesse ano, foi a vez do <a href="https://escutai.com/the-last-dinner-party-e-um-banquete-para-quem-gosta-de-musica/">The Last Dinner Party</a> alçar os holofotes de uma forma bastânte única e cheia de excêntricidade, colocando a banda como um dos maiores achados desta década.</p>
<p>O quinteto gótico, que seu conheceu nos pubs enquanto cursavam a faculdade, não reinventa a roda. Pelo contrário, ele usa de referências muito distantes uma da outra e as canaliza e um <em>pop barroco</em> repleto de <em>glam rock</em>. Como qualquer obra de origem feminina, <em><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1ycq58KRtWt3wFtbuIkvLn">Prelude to Ecstasy</a> </em>vem carregado de críticas a masculinidade e a percepção feminina da sociedade, que são intesificadas por cinco artistas que fazem questão de ir contra a forma com que a humanidade imagina e idealiza uma mulher. <strong>&#8211; Guilherme Veiga</strong></p>
<p><strong>Faixas favoritas: </strong>Nothing Matters, Ceasar on a TV Screen, Beautiful Boy</p>
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<figure id="attachment_35010" aria-describedby="caption-attachment-35010" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35010" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Room-Under-the-Stairs-Ludmila-Henrique-800x800.png" alt="Capa do disco Room Under the Stairs. Na imagem temos a silhueta do rosto do Zayn ampliada em tons de azul. No interior da figura temos a imagem de uma escada em meio a um local rodeado por árvores e arbustos. No canto inferior esquerdo está escrito o nome do cantor em letras grandes, nas cores branca e azul." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Room-Under-the-Stairs-Ludmila-Henrique-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Room-Under-the-Stairs-Ludmila-Henrique-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Room-Under-the-Stairs-Ludmila-Henrique-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Room-Under-the-Stairs-Ludmila-Henrique.png 952w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35010" class="wp-caption-text">Room Under the Stairs ganhou uma versão deluxe com quatro músicas inéditas: Ignorance Ain’t Bliss, Lied To, In The Bag e Gave (Foto: Mercury Records)</figcaption></figure>
<p><b>ZAYN &#8211; ROOM UNDER THE STAIRS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escolher deixar uma parte sua para trás requer boas doses de sanidade e de falsos começos. Para ZAYN, essa mudança começa através de</span><i><span style="font-weight: 400;"> insights</span></i><span style="font-weight: 400;"> que ecoam em seu íntimo e que ganham pulsação através das 15 faixas presentes em seu novo disco, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0PGluYePuY9INYN7SQheZ0?si=5VvOkZAeTS-js0vRXJY8tA"><i><span style="font-weight: 400;">ROOM UNDER THE STAIRS</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Sendo uma expressão de seus anseios e inquietações, o álbum representa um recomeço próprio para o cantor e para a sua música. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Três anos separam o trabalho atual do seu último registro, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/2yuQqhSklmfWgn8lmJNk5t?si=LSpiIKhSQ3uQQb3p7jjgOg"><i><span style="font-weight: 400;">Nobody Is Listening</span></i> </a><span style="font-weight: 400;">(2021), um disco também introspectivo, mas que demandava de uma grande produção para alcançar o </span><i><span style="font-weight: 400;">rhythm &amp; blues</span></i><span style="font-weight: 400;"> moderno pensado e desejado pelo artista. Diferente disso, o quarto álbum é mais cru e intimista em sua composição, se aproximando das sonoridades do </span><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i><span style="font-weight: 400;"> e do </span><i><span style="font-weight: 400;">blues</span></i><span style="font-weight: 400;"> original. Com apenas voz e violão – e </span><i><span style="font-weight: 400;">a little bit of soul</span></i><span style="font-weight: 400;"> –, Zayn aproxima suas letras de seus ouvintes, atingindo a maturidade que faltava em sua discografia. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> False Stars, The Time, Alienated</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35011" aria-describedby="caption-attachment-35011" style="width: 774px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35011" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/serenata-da-GG.png" alt="Capa do disco Serenata da GG, Vol. 1 (Ao Vivo). A imagem mostra um coração rosa que ocupa todo o espaço central da capa e possui um relevo profundo, onde Gloria Groove está sentada. A cantora está usando um vestido vermelho, com luvas vermelhas e saltos vermelhos e seu cabelo também está da mesma cor. Ela utiliza jóias no pescoço, orelhas e mãos. Ao lado dela, está escrito “Serenata da GG” em letras rosas com sombra vermelha. Abaixo, em uma fonte menor, está escrito “Vol.1”. Ao fundo da imagem, a cor é preta." width="774" height="774" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/serenata-da-GG.png 774w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/serenata-da-GG-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/serenata-da-GG-768x768.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35011" class="wp-caption-text">Gloria Groove aposta em mistura de música clássica e pagode em seu álbum Serenata da GG, Vol.1 (Foto: SB Music)</figcaption></figure>
<p><b>Gloria Groove &#8211; Serenata da GG, Vol.1 (Ao Vivo) </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado em maio de 2024, </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/2rKJHBwHEuztGQqjBkDDAK?si=jSXQ2PJaQS-8K62NXZ3WyA"><i><span style="font-weight: 400;">Serenata da GG, Vol.1 (Ao Vivo)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fez Gloria Groove sair do </span><i><span style="font-weight: 400;">funk</span></i><span style="font-weight: 400;"> e do </span><i><span style="font-weight: 400;">pop </span></i><span style="font-weight: 400;">brasileiro. A chegada da cantora no pagode, por meio de músicas inéditas e regravações de clássicos dos anos 2000, mostra que a voz de Groove recebeu um toque surpreendente. O disco conta com 13 faixas, com participação de Ferrugem, em </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/1baKllsMyEEdKIUiNx58KA?si=09fcc08d3f9f415e"><i><span style="font-weight: 400;">Câmera Frontal &#8211; Ao Vivo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, e o cantor Belo, em</span> <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/5Y0RHqLgXOvZ9PtCf5Jb5n?si=3ef37a813d134e7f"><i><span style="font-weight: 400;">Eu Era Feliz &#8211; Ao Vivo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">drag queen</span></i><span style="font-weight: 400;"> inovou o estilo que está acostumada a cantar, de modo que o álbum traz mais romance para sua música, ao contrário de </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/4Qq4x0tJGWEFZt6jnvOKrQ?si=1i9nI3dtQmWSI2YqmEv-eQ"><i><span style="font-weight: 400;">LADY LESTE</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que possui faixas voltadas para o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o </span><i><span style="font-weight: 400;">hip hop</span></i><span style="font-weight: 400;">. Em</span><i><span style="font-weight: 400;"> Serenata da GG, Vol. 1</span></i><span style="font-weight: 400;">, Gloria Groove</span> <span style="font-weight: 400;">preocupa-se em trazer um pouco mais do ritmo típico brasileiro, além de misturar sua música com ícones do Brasil, como Alcione</span><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">na faixa </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/5SSOaOh6W2vjiRVfPKSqoS?si=3f12611cf536493b"><i><span style="font-weight: 400;">A Loba &#8211; Ao Vivo</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Essa nova visão da cantora, com certeza, deixa qualquer um em dúvida sobre qual será sua próxima aposta. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Nosso Primeiro Beijo &#8211; Ao Vivo , Eu Odeio Dia 12 &#8211; Ao Vivo, Radar &#8211; Ao Vivo</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35012" aria-describedby="caption-attachment-35012" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35012" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-sexto-sentido.png" alt="" width="768" height="768" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-sexto-sentido.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/capa-sexto-sentido-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35012" class="wp-caption-text">Produzido de maneira independente, Sexto Sentido é o segundo álbum da carreira de Luanna (Foto: MC Luanna)</figcaption></figure>
<p><b>MC Luanna – Sexto Sentido</b><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Nome marcante da cena feminina do </span><i><span style="font-weight: 400;">Rap</span></i><span style="font-weight: 400;">, Mc Luanna cresce sem medo e, em 2024, provou novamente que não à toa. Com o lançamento de</span><i><span style="font-weight: 400;"> Sexto Sentido</span></i><span style="font-weight: 400;">, a cantora mostrou que a menina de </span><a href="https://open.spotify.com/album/54SQtN4KEfykOFgjtKXLzr"><i><span style="font-weight: 400;">44</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2022) amadurece a cada dia com rimas mais críticas e </span><i><span style="font-weight: 400;">beats</span></i><span style="font-weight: 400;"> complexos, se tornando a mulher que sabe o quão contra a corrente nada. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Longe de achar graça nessa realidade de ser um nome entre poucos quando se trata de mulheres negras com visibilidade na Música, a artista trata de destacar a insatisfação com essa realidade: “</span><i><span style="font-weight: 400;">sou uma mulher negra falam pra ser mais forte/pra correr duas vezes porque a gente é sem sorte/pra que expor sentimento se não vou ganhar flores?</span></i><span style="font-weight: 400;">”.  Da vulnerabilidade e dor de não poder sequer aparentar fraqueza, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7oHTdUPKkBo"><span style="font-weight: 400;">Luanna</span></a><span style="font-weight: 400;"> mostra que sua força está em ser a inspiração de tantas mostrando exatamente o que o mundo a fez achar errado expor: humanidade.  </span><b>– Jamily Rigonatto </b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: Ainda Sinto Muito, Rotina 2 e Cartas a Uma Garota Negra.</span></p>
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<figure id="attachment_35013" aria-describedby="caption-attachment-35013" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35013" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-800x800.jpg" alt="Capa do disco Short n’ Sweet, da cantora Sabrina Carpenter. Sabrina Carpenter é uma mulher branca, de cabelos loiros e olhos azuis. Ela aparece em frente de um fundo azul, olhando por cima do ombro. Em seu ombro, há uma marca de beijo, feita com batom vermelho escuro." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image2.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35013" class="wp-caption-text">Short n’ Sweet é para todos os gostos (Foto: Island Records)</figcaption></figure>
<p><b>Sabrina Carpenter &#8211; Short n&#8217; Sweet</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cafeinado, pequeno e doce, </span><a href="https://personaunesp.com.br/short-n-sweet-critica/?fbclid=PAY2xjawG1wohleHRuA2FlbQIxMAABpjRHsWpQF02kAauBdiwaWYoU4D4uaGYn1UTqsN7akHvbTiuFZvmZ5KWt8w_aem_Zj6Lh1_FSKr20M1Vh13Yxw"><i><span style="font-weight: 400;">Short n’ Sweet</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> mostra ainda mais o lado sedutor e apaixonado de Sabrina Carpenter. Por meio de trocadilhos e piadinhas levemente sexuais, a cantora consegue ainda mais se distanciar da imagem de atriz mirim da </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney</span></i><span style="font-weight: 400;"> e se aproximar do estrelato do mundo </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> – e mostra que já atingiu a maioridade. Carpenter apresenta um disco enérgico e divertido, flerta com o </span><i><span style="font-weight: 400;">synth pop </span></i><span style="font-weight: 400;">e o </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jbJhdc2zLz0"><i><span style="font-weight: 400;">country</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, além de afirmar que mulheres podem sim demonstrar a sexualidade e a sensualidade de formas positivas, sem sentirem vergonha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por meio de um </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> chiclete, Sabrina Carpenter evolui ainda mais seu trabalho com a </span><i><span style="font-weight: 400;">Island Records</span></i><span style="font-weight: 400;"> – que acompanha a pequena loirinha desde o emocional </span><i><span style="font-weight: 400;">emails i can&#8217;t send</span></i><span style="font-weight: 400;"> –, e se estabelece na cena musical. Com </span><i><span style="font-weight: 400;">singles</span></i><span style="font-weight: 400;"> viciantes – </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=eVli-tstM5E"><i><span style="font-weight: 400;">Espresso</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com sua cafeína, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=cF1Na4AIecM"><i><span style="font-weight: 400;">Please Please Please</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> com suas repetições e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KEG7b851Ric"><i><span style="font-weight: 400;">Taste</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">com suas fofocas – e músicas ainda mais gostosas de ouvir, Carpenter mostra que a sua Música possui tons alegres e cômicos, e que sempre pode retornar para temas reflexivos – como em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=moMdJBDCblE"><i><span style="font-weight: 400;">Dumb &amp; Poetic</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Laura Hirata-Vale </b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Good Graces, Taste, Don&#8217;t Smile</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35014" aria-describedby="caption-attachment-35014" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35014" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17304685106724da9e50bc5_1730468510_1x1_md.jpg" alt="Capa do disco Songs Of A Lost WorldNa imagem, a cabeça de uma escultura em pedra está caída em um fundo preto. Não possui rosto, apenas traços de boca e olhos. No canto superior direito, está escrito o nome da banda, com “the” em minúsculo e “Cure” em caixa alta. Abaixo da cabeça, está o título do álbum “Songs Of A Lost World”." width="768" height="768" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17304685106724da9e50bc5_1730468510_1x1_md.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/17304685106724da9e50bc5_1730468510_1x1_md-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35014" class="wp-caption-text">Songs Of A Lost World é o primeiro álbum inédito da banda em 16 anos (Foto: Universal Music)</figcaption></figure>
<p><b>The Cure &#8211; Songs Of A Lost World</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Canções De Um Mundo Perdido</span></i><span style="font-weight: 400;"> (em tradução livre) marca o retorno </span><span style="font-weight: 400;">–</span><span style="font-weight: 400;"> e a </span><a href="https://www.radiorock.com.br/2024/10/14/cure-planeja-aposentadoria-e-turne-para-comemorar-50-anos-da-banda/"><span style="font-weight: 400;">despedida</span></a> <span style="font-weight: 400;">–</span><span style="font-weight: 400;"> da banda britânica comandada pelo vocalista, guitarrista e compositor Robert Smith. O novo álbum, embora melancólico, é sobretudo potente, e questiona o mundo atual através da forma e conteúdo. Com os celulares, rádios, </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming </span></i><span style="font-weight: 400;">e músicas aceleradas, o disco de oito músicas e 49 minutos de duração vai na contramão das tendências e exige do ouvinte um momento de contemplação para as cargas dramáticas de The Cure. Introduzido por </span><i><span style="font-weight: 400;">Alone</span></i><span style="font-weight: 400;"> com guitarra e bateria, a voz de Smith só entra depois de três minutos, assim como as outras canções &#8211; a faixa </span><i><span style="font-weight: 400;">Endsong </span></i><span style="font-weight: 400;">de dez minutos só apresenta letra aos seis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Esse é o final de todas as canções que já cantamos</span></i><span style="font-weight: 400;">”</span><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">anuncia a banda. O disco reflete sobre a experiência de luto que Robert Smith passou ao longo dos anos, com a </span><a href="https://rollingstone.com.br/noticia/cure-robert-smith-revela-que-morte-da-mae-do-pai-do-irmao-influenciou-novo-disco/"><span style="font-weight: 400;">morte do irmão</span></a><span style="font-weight: 400;">, da mãe e do pai. É um homem que se encontra desconcerto sobre o lugar que vive. </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/4wjxmqXnSQvBZWL3IbYngX?si=lIZtRR5_QO6hhYhCmaLF0g"><i><span style="font-weight: 400;">Songs Of A Lost World</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> é incrível e faz você sentir cada sentimento através das cordas e da voz de Smith &#8211; que nada envelheceu. O mais interessante é que, mesmo aos 65 anos, o mundo do líder da banda não está deteriorando pelas pautas raciais ou de sexualidade &#8211; como de costume com os ‘rebeldes’ do </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> -, mas sim pela sua íntima experiência com o fim da vida, das relações e de sua banda.</span> <b>&#8211; Davi Marcelgo</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Alone, Fragile Thing e I Can Never Say Goodbye  </span></p>
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<figure id="attachment_35015" aria-describedby="caption-attachment-35015" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35015" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias-800x800.jpg" alt="Capa do álbum Submarine da banda The Marías. A imagem apresenta uma mulher submersa em um ambiente aquático com tons predominantemente azuis. Ela está agachada, com o cabelo solto flutuando na água e vestindo um vestido escuro com detalhes claros. A iluminação suave cria um contraste dramático, destacando sua silhueta e expressão contemplativa." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/submarine-the-marias.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35015" class="wp-caption-text">“Eu me pergunto como é estar sozinho, se você não me ligar de volta, acho que saberei” (Foto: Atlantic Records)</figcaption></figure>
<p><b>The Marías &#8211; Submarine</b></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=IqT1eE_8Psw"><i><span style="font-weight: 400;">Submarine</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, o segundo álbum da banda </span><i><span style="font-weight: 400;">indie-pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> The Marías, é um mergulho sonoro que confirma a identidade única do grupo de Los Angeles. Formada pela vocalista porto-riquenha María Zardoya, criada no estado de Geórgia, pelo baterista e produtor Josh Conway, pelo guitarrista Jesse Perlman e pelo tecladista Edward James, os membros continuam a navegar entre momentos de introspecção e explosões de energia em suas músicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O título ‘Submarino’ é uma descrição precisa da atmosfera do álbum, que nos transporta para um mundo aquático onde a música flui como uma correnteza suave. O </span><i><span style="font-weight: 400;">dream pop</span></i><span style="font-weight: 400;"> característico do grupo envolve o ouvinte em camadas de melodias etéreas, como se a música oscilasse entre a superfície e as profundezas. O encanto de Submarine reside na combinação de vocais delicados, sintetizadores hipnotizantes e linhas de baixo marcantes. As letras, muitas vezes introspectivas, giram em torno das </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=9NOlqJHvAZo&amp;pp=ygUOcnVuIHlvdXIgbW91dGg%3D"><span style="font-weight: 400;">frustrações e desconexões em relacionamentos</span></a><span style="font-weight: 400;">, um tema central que confere unidade ao álbum. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
<p><b>Faixas favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">Love You Anyway e Run Your Mouth</span></p>
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<figure id="attachment_35016" aria-describedby="caption-attachment-35016" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35016" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Capa-do-album-Tara-e-Tal-800x800.png" alt="A imagem mostra Duda Beat em um deserto surrealista com caixas de som pegando fogo e caules secos de árvores, seu figurino é composto por faixas de aspecto metálico na parte superior e botas prateadas." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Capa-do-album-Tara-e-Tal-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Capa-do-album-Tara-e-Tal-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Capa-do-album-Tara-e-Tal-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Capa-do-album-Tara-e-Tal.png 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35016" class="wp-caption-text">Na semana de estreia, Tara e Tal estreou na parada de álbuns do Spotify, sendo o segundo da artista a entrar na parada. (Foto: Som Livre)</figcaption></figure>
<p><strong>DUDA BEAT &#8211; Tara e Tal</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Tara e Tal</span></i><span style="font-weight: 400;">, DUDA BEAT explora uma sonoridade mais frenética do que nunca e flerta com o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">rock</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">EDM</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ao longo do ano de 2024, a artista embarcou em uma turnê que promoveu o disco e colocou multidões para dançar muito em faixas como: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=eyQWGHmJuVk"><i><span style="font-weight: 400;">NiGHT MARé</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wKq2XqhteuA"><i><span style="font-weight: 400;">SAUDADE DE VOCÊ</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O trabalho foi </span><a href="https://www.tracklist.com.br/review-duda-beat-tara-e-tal/181705"><span style="font-weight: 400;">reconhecido por suas referências</span></a><span style="font-weight: 400;"> não-convencionais e a habilidade de DUDA em transformar seu repertório em um disco coeso e competente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A habilidade de conseguir mais uma vez ter um trabalho admirado pelo seu público e </span><a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-10-melhores-albuns-nacionais-de-2024/"><span style="font-weight: 400;">crítica especializada</span></a><span style="font-weight: 400;">, fez com que mesmo com a falta de grandes </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;"> comerciais, Tara &amp; Tal fosse lembrado como um lançamento essencial para a indústria musical nacional no ano de 2024. </span><b>&#8211; João Pedro do Nascimento Fontes</b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: NiGHT MARé, SAUDADE DE VOCÊ, q prazer</span></p>
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<figure id="attachment_35018" aria-describedby="caption-attachment-35018" style="width: 640px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35018" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1.jpg" alt="A imagem mostra o rosto da artista em fundo escuro com uma tipografia contemporânea escrita “Taurus Vol. 2”." width="640" height="640" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1.jpg 640w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35018" class="wp-caption-text">Duquesa venceu Revelação do Ano no Prêmio Multishow 2024 (Foto: Boogie Naipe)</figcaption></figure>
<p><b>Duquesa &#8211; Taurus, Vol. 2</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Taurus, Vol. 2</span></i><span style="font-weight: 400;"> narra o desenvolvimento da carreira de Duquesa através do olhar da artista, explorando os sentimentos que a fama trouxe para a vida dela. Durante 2024, o álbum foi responsável por colocar a </span><i><span style="font-weight: 400;">rapper</span></i><span style="font-weight: 400;"> em uma lugar de destaque na cena do rap brasileiro, junto de outras mulheres como: </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7PXsNesbCOg"><span style="font-weight: 400;">Ebony</span></a><span style="font-weight: 400;"> e a dupla </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=X8DgAysALBs"><span style="font-weight: 400;">Tasha &amp; Tracie</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O álbum foi bem recebido pelo público e </span><a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2024/12/16/melhores-discos-rap-brasil-2024/"><span style="font-weight: 400;">crítica especializada</span></a><span style="font-weight: 400;">, explorando gêneros como </span><i><span style="font-weight: 400;">rap</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">R&amp;B</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">house music</span></i><span style="font-weight: 400;">, sendo consumido por diversos públicos, posicionando ele como um trabalho que transcende as barreiras do gênero no país. </span><b>&#8211; João Pedro do Nascimento Fontes</b></p>
<p><b>Faixas favoritas</b><span style="font-weight: 400;">: Voo 1360 e </span><span style="font-weight: 400;">Disk P@#$%&amp;!</span></p>
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<figure id="attachment_35019" aria-describedby="caption-attachment-35019" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35019" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-800x800.png" alt="Foto da capa do álbum The Secret of Us. Ela apresenta Gracie Abrams, uma mulher de pele clara com cabelo curto e castanho, exibindo uma expressão introspectiva e um olhar direcionado para o lado direito, com os lábios levemente entreabertos, transmitindo contemplação ou curiosidade. A modelo usa brincos de argola duplos dourados, e o fundo é branco, minimalista, destacando seu rosto. O título The Secret of Us está escrito no topo em uma fonte cursiva amarela estilizada." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1024x1024.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35019" class="wp-caption-text">O sucesso do álbum deu a Abrams a oportunidade de ser host de um episódio do aclamado programa de televisão americano SNL (Foto: Interscope Records)</figcaption></figure>
<p><b>Gracie Abrams &#8211; The Secret of Us</b></p>
<p><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/56bdWeO40o3WfAD2Lja4dl"><i><span style="font-weight: 400;">The Secret of Us</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> segundo álbum de Gracie Abrams, destaca-se como uma das melhores produções de 2024 por sua profundidade emocional e evolução artística. Lançado pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Interscope Records</span></i><span style="font-weight: 400;">, o disco apresenta uma colaboração notável com Taylor Swift na faixa </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7IcYAGAm6P8"><i><span style="font-weight: 400;">us. (feat. Taylor Swift)</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, evidenciando o reconhecimento de Abrams na indústria musical.  A produção de Aaron Dessner e Jack Antonoff contribui para a sonoridade expansiva e narrativa envolvente, refletindo o crescimento da jovem artista como compositora e vocalista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde seu lançamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Secret of Us </span></i><span style="font-weight: 400;">recebeu uma versão </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0hBRqPYPXhr1RkTDG3n4Mk"><i><span style="font-weight: 400;">deluxe</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, incluindo quatro novas faixas.  O álbum também rendeu a Abrams uma indicação ao </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammy</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Melhor Artista Revelação, além de uma nomeação conjunta com Taylor Swift na categoria de Melhor Performance Pop em Dupla ou Grupo pela colaboração em uma das faixas do disco</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i><span style="font-weight: 400;"> A artista lançou videoclipes para faixas como</span> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=uxjhN_Donfw"><i><span style="font-weight: 400;">I Love You, I&#8217;m Sorry</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, demonstrando sua versatilidade e conexão com o público, além de versões acústicas das canções de maior sucesso do disco.</span><b> &#8211; Marcela Jardim</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas: </b><span style="font-weight: 400;">I Love You, I’m Sorry, us. (feat. Taylor Swift), That’s So True</span></p>
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<figure id="attachment_35020" aria-describedby="caption-attachment-35020" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35020" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-800x800.png" alt="A imagem é a capa do álbum The Tortured Poets Department, de Taylor Swift. Ela apresenta um retrato em preto e branco da cantora deitada em uma cama, cercada por travesseiros. A artista, está vestindo uma blusa preta de alças finas, que escorrega levemente pelo ombro, e um short escuro. Sua posição é relaxada, com um dos braços cruzando o peito e a outra mão pousando suavemente sobre o abdômen. Seu olhar está direcionado para o lado, parcialmente encoberto pelo cabelo solto, transmitindo um ar de introspecção e melancolia. A luz na imagem é suave, criando sombras delicadas e um efeito etéreo. No topo da fotografia, o título &quot;The Tortured Poets Department&quot; aparece em uma fonte serifada simples e elegante. A imagem está centralizada dentro de uma moldura bege, criando um design minimalista e sofisticado, alinhado à estética melancólica e poética do título." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-1024x1024.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-1536x1536.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1-1200x1200.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image1-1.png 1999w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35020" class="wp-caption-text">O álbum deu a Taylor Swift o recorde de disco mais vendido em 2024 nos EUA, com quase 7 milhões de cópias vendidas (Universal Republic Records)</figcaption></figure>
<p><b>Taylor Swift &#8211; The Tortured Poets Department</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o álbum </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-tortured-poets-department-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Tortured Poets Department</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, Taylor Swift conquistou um lugar de destaque em 2024 por sua abordagem inovadora, que mistura poesia contemporânea com sonoridades experimentais. Trata-se de uma obra que transcende a simples classificação de gênero, apresentando letras carregadas de significados profundos, narrativas densas e um apelo emocional raro. A complexidade lírica da cantora e compositora  e a riqueza instrumental dialogam de forma brilhante, criando um equilíbrio entre o introspectivo e o compartilhado. O álbum lançado pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Universal Republic Records</span></i><span style="font-weight: 400;"> explora temas como dor, redenção e a tristeza de um término de relacionamento, oferecendo uma experiência que convida à reflexão e à imersão. Essa originalidade foi amplamente reconhecida pela crítica e pelo público, consolidando o projeto como um marco da música contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o lançamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Tortured Poets Department</span></i><span style="font-weight: 400;"> não apenas cumpriu, mas superou expectativas, quebrando recordes de </span><i><span style="font-weight: 400;">streaming</span></i><span style="font-weight: 400;"> em plataformas digitais e sendo amplamente celebrado em premiações importantes da indústria musical, como os </span><i><span style="font-weight: 400;">Grammys</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o </span><i><span style="font-weight: 400;">VMA</span></i><span style="font-weight: 400;">. O videoclipe de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=q3zqJs7JUCQ"><i><span style="font-weight: 400;">Fortnight (feat. Post Malone)</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, em conjunto com o rapper Post Malone, e a versão </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/5H7ixXZfsNMGbIE5OBSpcb?si=ot0YiSruSiuplF1tHVRAWg"><i><span style="font-weight: 400;">deluxe</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Tortured Poets Department</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">The Anthology</span></i><span style="font-weight: 400;">, que conta com 15 faixas adicionais refletem o sucesso iminente do disco da loirinha. Os dois trabalhos, , aliados ao impacto cultural que a obra gerou, reafirmam a relevância e a influência de Taylor Swift no cenário musical atual. </span><b>&#8211; Marcela Jardim</b></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> My Boy Only Breaks His Favorite Toys, Guilty as Sin?, Who’s Afraid of Little Old Me?</span></p>
<hr />
<figure id="attachment_35021" aria-describedby="caption-attachment-35021" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35021" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/What-A-Devastating-Turn-of-Events-Ludmila-Henrique-800x800.png" alt="Capa do disco What A Devastating Turn of Events. Na imagem temos a presença da cantora Rachel Chinouriri no centro, uma jovem negro, de olhos castanhos e cabelo liso preto. Ela está vestindo uma baby tee preta, com detalhes floridos rosa e de manga listrada nas cores bege, marrom e laranja. Também está vestindo uma saia longa com a mesma estampa da manga da baby tee e um tamanco preto. Ela está segurando um violão com vários desenhos. Ao seu redor tem outras quatro figuras da Rachel vestida com uma jaqueta branca, calça jeans e tênis branco, cada uma fazendo uma tarefa diferente. Uma está ao lado de uma bicicleta lilás, outra está colocando o lixo pra fora, uma está pendurando bandeiras da Inglaterra na janela e a outra está escrevendo em um caderno. Elas estão ao lado externo, em frente a uma casa de tijolos marrons e janelas brancas." width="800" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/What-A-Devastating-Turn-of-Events-Ludmila-Henrique-800x800.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/What-A-Devastating-Turn-of-Events-Ludmila-Henrique-150x150.png 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/What-A-Devastating-Turn-of-Events-Ludmila-Henrique-768x768.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/What-A-Devastating-Turn-of-Events-Ludmila-Henrique.png 952w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35021" class="wp-caption-text">Rachel Chinouriri foi indicada aos prêmios de Melhor Artista Revelação e Melhor Artista do Ano no BRIT Awards 2025 (Foto: Parlophone Records)</figcaption></figure>
<p><b>Rachel Chinouriri &#8211; What a Devastating Turn of Events </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sinônimo de casa pode ter significados diferentes para quem o procura. A busca por pertencimento nos faz questionar sobre a nossa trajetória como indivíduo e quando se é uma mulher na indústria musical, esse sentimento é quase sucessivo. Em </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/1Td1oiZTQFYR7N1QX00uhr?si=TFknkOYPTymYsW6NfQ4ddA"><i><span style="font-weight: 400;">What a Devastating Turn of Events</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, produzido e interpretado por Rachel Chinouriri, ouvimos sobre a série de eventos devastadores que uma artista negra, nascida na Inglaterra, precisou passar até lidar com as </span><a href="https://youtu.be/J78G0sYCSRs?si=eGqMze9t_mDoUZ-R"><span style="font-weight: 400;">adversidades</span></a><span style="font-weight: 400;"> e encontrar a sua própria maneira de fazer arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assinado pela gravadora </span><i><span style="font-weight: 400;">Parlophone Records</span></i><span style="font-weight: 400;">, o álbum de </span><i><span style="font-weight: 400;">debut</span></i><span style="font-weight: 400;"> conta com 14 faixas que combinam </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=WHDjBjnuZ1s"><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G5lKmUw_Vxs"><i><span style="font-weight: 400;">indie rock</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> com uma lírica sensível e representativa. Mergulhando em narrativas difíceis sobre solidão, decepções e autocrítica, o disco representa, com muita sinceridade, o processo de aceitação vivenciado por </span><a href="https://www.rachelchinouriri.com/"><span style="font-weight: 400;">Chinouriri</span></a><span style="font-weight: 400;">, sobre ela mesma e o seu trabalho. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique </b></p>
<p><b>Faixas Favoritas:</b><span style="font-weight: 400;"> Never Need Me, All I Ever Asked, So My Darling </span></p>
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		<title>Os Melhores Filmes de 2024</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 22:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Qual imagem te lembra o Cinema em 2024? A Zendaya com os seus twinks do tênis ou da ficção científica? O discurso poderoso da Demi Moore no body horror de Coralie Fargeat? Ou você se lembra da marcante cena de Eunice Paiva e seus cinco filhos na sorveteria? O fato é que as mulheres dominaram &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/os-melhores-filmes-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Os Melhores Filmes de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 2000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35103 size-full" src="https://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602.jpg" width="2000" height="1051" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602.jpg 2000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602-1024x538.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602-768x404.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602-1536x807.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/word-press_wordpress904147820930494602-1200x631.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption class="wp-caption-text"><cite></cite><cite></cite>Sexualidade, Terror e protagonismo feminino foram os destaques do ano (Texto de Abertura: Davi Marcelgo e Guilherme Leal/Arte de capa: Nicole Tiemi Kussunoki)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Qual imagem te lembra o Cinema em 2024? A Zendaya com os seus </span><span style="font-weight: 400;"><i>twinks</i></span><span style="font-weight: 400;"> do </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/rivais-critica/">tênis</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/duna-parte-2-critica/">da ficção científica</a></span><span style="font-weight: 400;">? O discurso poderoso da Demi Moore no </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/a-substancia-critica/"><i>body horror</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> de Coralie Fargeat? Ou você se lembra da marcante cena de Eunice Paiva e seus cinco filhos na sorveteria? O fato é que as mulheres dominaram as telonas e foram reconhecidas pelo público e crítica com histórias memoráveis. Ao todo, 33 obras foram mencionadas na lista de Melhores Filmes do Ano do </span><b>Persona</b><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/anora-critica/">De profissionais do sexo</a></span><span style="font-weight: 400;"> a vampiros sugadores de casadas, os longas-metragens citados possuem uma caractéristica que os une: o êxito em provocar sentimentos que ultrapassam a pupila e acessam outras partes do corpo para te fazer sentir.</span></p>
<p><span id="more-35059"></span><span style="font-weight: 400;">Nessa lista, seis obras se destacam pela sua relação com sexo ou corpo. Nas narrativas, há uma linha tênue entre querer ser e ter aqueles personagens, se reconhecer ou não fazer parte daquela realidade, mas compreender as ações das pessoas, que nem sempre estarão de acordo com as nossas convicções. Diferente de uma<a href="https://www.bazardotempo.com.br/blogs/bazar-do-tempo/uma-reflexao-critica-sobre-a-putofobia-na-vitoria-de-mikey-madison-no-oscar"> parcela do público</a>, essas produções </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/baby-critica/">não julgam</a></span><span style="font-weight: 400;"> seus protagonistas, não possuem um desenvolvimento simplista e se afastam das condenações morais dos espectadores. Desse modo, cineastas escolheram analisar vivências consideradas lascivas e virar do avesso o pensamento preconceituoso sobre a diversidade de viver.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Só porque os meus sonhos são diferentes dos seus, não significa que eles não são importantes” &#8211; </span><span style="font-weight: 400;"><i>Adoráveis Mulheres </i></span><span style="font-weight: 400;">(2019)</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">No </span><span style="font-weight: 400;"><i>ranking</i></span><span style="font-weight: 400;"> da nossa </span><b>Editoria</b><span style="font-weight: 400;"><i>, </i></span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/ainda-estou-aqui-critica/"><i>Ainda Estou Aqui</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">aparece dez vezes; sete das menções colocam a obra de Walter Salles na primeira colocação. Além da história sobre a família Paiva, outras três produções nacionais tiveram destaque: </span><span style="font-weight: 400;"><i>Baby</i></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/oeste-outra-vez-critica/"><i>Oeste Outra Vez</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/motel-destino-critica/"><i>Motel Destino</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. Fora do país, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Duna: Parte 2</i></span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;"><i>Rivais</i></span><span style="font-weight: 400;"> empataram no coração dos redatores: com sete menções, os enredos dirigidos por Denis Villeneuve e Luca Guadagnino se alinharam à </span><span style="font-weight: 400;"><i>Substância</i></span><span style="font-weight: 400;">, que foi relembrado seis vezes por sua crítica à indústria </span><span style="font-weight: 400;"><i>hollywoodiana</i></span><span style="font-weight: 400;"> e ao etarismo com as mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Simplificar a Arte e procurar respostas para tudo não é o caminho: o Cinema precisa da subjetividade e do senso crítico na medida em que as transformações socioculturais ocorrem. Mais do que uma representação, a Sétima Arte também se comporta como um acervo da memória de um gênero narrativo, grupo minoritário ou história de um país. Pode abarcar dores diversas, sem definir qual é mais ou menos importante; quais devem ser </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/lobby-oscar-artigo/">premiadas</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou dignas de serem contadas. Nos filmes, tudo deve ter espaço, inclusive as tramas que causam desconforto, ira e nos tiram do lugar comum &#8211; afinal, existe maneira melhor de alcançar respeito e pensar em mudanças que não seja adentrar em facetas distantes de nós? No texto a seguir, o </span><b>Persona</b><span style="font-weight: 400;"> convida você a recordar os </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/?s=Melhores+Filmes">Melhores Filmes</a></span><span style="font-weight: 400;"> de 2024.</span></p>
<figure id="attachment_35065" aria-describedby="caption-attachment-35065" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35065" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-800x336.jpg" alt="Cena de Conclave. Nela vemos um salão do Vaticano, de pé direito alto e pinturas nas paredes. Mesas vermelhas dividem simetricamente esse salão, duas de cada lado. Elas estão preenchidas por cardeais, todos de idade um pouco avançada que vestem túnicas vermelhas também, com exceção de um cardeal ortodoxo, que está no canto direito e veste túnica preta. No centro da imagem e de costas, o personagem principal Cardeal Lawrence, que veste túnicas na cor vinho." width="800" height="336" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-800x336.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-1024x430.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-768x323.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-1536x645.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707-1200x504.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e529c72c-bf30-41b2-a089-1336dbb1d707.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35065" class="wp-caption-text">Para os órfãos de Succession, Conclave é a versão católica e ainda mais fashion (Foto: Focus Features)</figcaption></figure>
<p><b>Conclave (Conclave)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando Edward Berger aterrissou no </span><span style="font-weight: 400;"><i>Oscar</i></span><span style="font-weight: 400;"> de 2023, muitas dúvidas pairavam sobre seu nome. Nas tentativas de desqualificar seu filme </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/nada-de-novo-no-front-critica/"><i>Nada de Novo no Front</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">(2022), que estava longe de ser um queridinho, um dos argumentos era que a Primeira Guerra é um tema relativamente fácil de se dramatizar e de enorme apelo para público e crítica. Sua próxima incursão, então, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Conclave</i></span><span style="font-weight: 400;">, para sacramentar de vez seu talento, vai no caminho contrário para um dos temas mais difíceis de se extrair conteúdo cinematográfico com esse teor: a Igreja Católica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No longa, o Papa está morto e se acompanha justamente esse vácuo de poder que se instaura no alto clero até a escolha de um novo representante. Diferente de outras obras que abordam essa temática, como </span><span style="font-weight: 400;"><i>Game of Thrones </i></span><span style="font-weight: 400;">ou </span><span style="font-weight: 400;"><i>Succession</i></span><span style="font-weight: 400;">, aqui todo o perigo do jogo de poder é quase silencioso. A direção de Berger é bastante consciente ao isolar cada cardeal e mostrar seus embates individuais com a fé católica, enquanto o roteiro é sagaz ao constatar que, no momento em que todos estão no mesmo patamar de poder, sobra apenas o humano por baixo da túnica. Instigante, cheio de ritmo e primoroso, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/conclave-critica/"><i>Conclave</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">é, sem dúvidas, um dos filmes mais completos da temporada, seja em forma ou em conteúdo. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_35066" aria-describedby="caption-attachment-35066" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35066" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-800x400.jpeg" alt="Cena de Nosferatu. Uma moça de pele branca (Ellen, personagem principal do longa) está em uma janela. Ela aparenta assustada, com lágrimas em seus olhos e boquiaberta. A jovem usa um vestido florido e brincos médios, seu cabelo escuro está dividido ao meio e preso em um coque. Sobre a face e o busto da personagem, aparece a sombra de uma mão com grandes dedos e unhas. É noite, atrás de Ellen está completamente escuro e, em ambos os lados de sua silhueta, aparecem cortinas brancas." width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-800x400.jpeg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-1024x512.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-768x384.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-1536x768.jpeg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther-1200x600.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Nosferatu-Esther.jpeg 2000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35066" class="wp-caption-text">Em Nosferatu, as imagens do exterior do Castelo de Orlok foram gravadas no Castelo de Corvin, onde Vlad III foi prisioneiro por dez anos (Foto: Focus Features)</figcaption></figure>
<p><b>Nosferatu (Nosferatu)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A releitura do clássico de F. W. Murnau estreou nas telonas dos Estados Unidos às vésperas de 2025, mas a tempo de conquistar sua posição entre os expoentes da Sétima Arte lançados em 2024. Na nova versão de </span><span style="font-weight: 400;"><em><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgpy81ql1zo">Nosferatu</a></em></span><span style="font-weight: 400;">, Robert Eggers convida o público a uma viagem no tempo com destino à Europa efervescente do século XIX e a extrema atenção do diretor aos detalhes convence o espectador de que, realmente, está naquele mundo. Para além do </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://casavogue.globo.com/lazer-e-cultura/filmes/noticia/2025/01/cenarios-nosferatu.ghtml">detalhismo</a></span><span style="font-weight: 400;"> evidente, a atuação de Lily Rose-Depp contribui para o destaque da obra: a agonia e sofrimento constantes de Ellen estariam claros, ainda que na ausência de palavras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazendo jus às suas quatro indicações ao </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oscar-2025/">Oscar 2025</a></span><span style="font-weight: 400;">, o longa não conquista seu espectador por meio de personagens carismáticos, trama comovente ou roteiro inovador. A riqueza do filme reside na fidelidade do cineasta ao seu compromisso em eternizar o Conde Orlok através das gerações. O espectador que desconhece as versões de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://cinepop.com.br/nosferatu-entenda-por-que-o-filme-original-quase-foi-extinto-625180/">1922</a></span><span style="font-weight: 400;"> e 1979 compreende plenamente o universo que circunda os protagonistas da trama. Aqui, o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/por-que-robert-eggers-nao-se-interessa-em-fazer-filmes-contemporaneos-diretor-responde/">diretor</a></span><span style="font-weight: 400;"> se vê exitoso com sua proposta e responsável por um dos melhores lançamentos do Cinema no ano. </span><b>&#8211; Esther Chahin</b></p>
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<figure id="attachment_35068" aria-describedby="caption-attachment-35068" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35068 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-800x420.jpg" alt="O cenário é de um bar com a parte interna azul. Ao fundo está um portão verde e do lado externo estão dois carros, um azul e outro vermelho. Mais próximo estão dois personagens se olhando. À esquerda está o personagem do Babu, com um copo de bebida na mão. À direita está o personagem do Ângelo Antônio também com um copo de bebida. Ambos estão sentados em mesas distintas e se encarando." width="800" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-1024x538.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-768x403.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-1536x806.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9-1200x630.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/62b4a1ad4f014e34d5bde64a614c55c9.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35068" class="wp-caption-text">O filme estreou nos cinemas brasileiros no dia 27 de Março (Foto: O2 Play)</figcaption></figure>
<p><b>Oeste Outra Vez</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra de Erico Rassi se notabilizou ao conquistar o prêmio de Melhor Filme do Festival de Gramado em 2024. Ainda no ano passado o longa passou por outros festivais, incluindo a </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/48a-mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/">48º Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</a></span><span style="font-weight: 400;">, no entanto é só em 2025 que ele vai chegar ao </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.omelete.com.br/filmes/oeste-outra-vez-faroeste-brasileiro-ganha-data-nos-cinemas">público geral</a></span><span style="font-weight: 400;">. No enredo, Totó (Ângelo Antônio) é abandonado por sua mulher, que decide ficar com Durval (Babu). Em retaliação, ele manda matar o personagem. Ao sobreviver, Durval contrata assassinos para irem atrás de Totó, perpetuando a violência cotidiana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trama consegue debater questões como o machismo e a objetificação sem ser apelativo e expositivo, se utilizando muito do subtexto. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/oeste-outra-vez-critica/"><i>Oeste Outra Vez</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> se trata, afinal, de homens que não conseguem lidar com suas fragilidades. A escolha por uma pegada faroeste não é à toa, pois, o gênero vem explorando a masculinidade a partir de sua própria história. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ns0I6jSpQAE">Erico Rassi</a></span><span style="font-weight: 400;"> se destaca ao colocar a falta de comunicabilidade como uma maneira de gerar outras formas de expressão, nesse caso, a barbárie. &#8211; </span><b>Guilherme Moraes</b></p>
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<figure id="attachment_35069" aria-describedby="caption-attachment-35069" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35069" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/wicked-800x533.jpg" alt="Em uma imagem retangular, se encontram Elpabha, uma bruxa de pele verde que veste um chapéu pontiagudo e um vestido na cor preta, próxima a Glinda, uma bruxa de cabelos loiros, pele rosada e que usa um vestido na cor rosa. Ambas olham para cima e tem cara de leve surpresa." width="800" height="533" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/wicked-800x533.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/wicked-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/wicked-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/wicked.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35069" class="wp-caption-text">Encantador e mágico, Wicked trás o brilho que faltava nas produções Hollywoodianas com classe e carisma (Foto: Universal Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Wicked (Wicked)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adaptação do musical da </span><span style="font-weight: 400;"><i>Broadway </i></span><span style="font-weight: 400;">mais aguardada desde que foi anunciada, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/wicked-critica/"><i>Wicked</i></a></span><span style="font-weight: 400;"><i>,</i></span><span style="font-weight: 400;"> chegou aos cinemas em Novembro de 2024, levando fãs de diva </span><span style="font-weight: 400;"><i>pop</i></span><span style="font-weight: 400;">, desavisados e admiradores de musical às salas, tendo o sucesso de surpreender positivamente todos eles. A prequela (história anterior) do famoso </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Mágico de Oz</i></span><span style="font-weight: 400;"> já foi adaptada muitas vezes no palco de maior sucesso de musicais do mundo e movimenta milhões todos os anos. Com um duo grandioso, a primeira parte da adaptação tem o trunfo de trazer a </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/cynthia-erivo-diz-que-trouxe-sua-identidade-negra-e-queer-para-wicked-e-uma-carta-de-amor-a-quem-se-sente-diferente/">primeira Elphaba negra e </a></span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/cynthia-erivo-diz-que-trouxe-sua-identidade-negra-e-queer-para-wicked-e-uma-carta-de-amor-a-quem-se-sente-diferente/"><i>queer</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, interpretada por Cynthia Erivo, e Ariana Grande, cantora que retoma as suas origens na atuação e realiza o seu </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://capricho.abril.com.br/entretenimento/por-que-ariana-grande-decidiu-usar-o-nome-completo-em-creditos-de-wicked">sonho de interpretar Glinda</a></span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com tamanha entrega, a atuação de ambas tira o fôlego e merece todas as indicações e aplausos que vem recebendo. Somando </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.terra.com.br/diversao/entre-telas/wicked-alem-de-levar-2-trofeus-este-foi-o-feito-inedito-do-filme-no-oscar-2025,a5d77a3bf857f775edab462b74fc6815it7l9kuj.html#:~:text=Apesar%20de%20n%C3%A3o%20ser%20a,e%20Melhor%20Figurino%20para%20Paul">duas estatuetas no Oscar 2025</a></span> <span style="font-weight: 400;"><i>e</i></span><span style="font-weight: 400;"> reiterando a caminhada de sucesso do musical que já coleciona </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_awards_and_nominations_received_by_Wicked_(musical)">64 indicações</a></span><span style="font-weight: 400;"> ao longo de sua existência, em quase 3h, o filme nos leva a viajar para outro universo, com canções agradáveis e contagiantes, nos levando a reflexões, emoções e uma paixão sem fim, que anseia pela parte dois. </span><b>&#8211; Aryadne Xavier.</b></p>
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<figure id="attachment_35070" aria-describedby="caption-attachment-35070" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35070" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-800x461.jpg" alt="Cena do filme Mufasa. A cena mostra dois leões, conhecidos como os personagens Taka e Mufasa, além de uma leoa, a personagem Nala. O leão Taka está mais ao fundo da imagem. Os leões possuem pelo na cor caramelo. Um macaco está com um cajado, o qual é o personagem Rafiki do Rei Leão, com um pelo mais escuro. Atrás, existem montanhas e uma névoa que deixa a paisagem ao fundo quase imperceptível. Os leões e o macaco parecem prestar atenção em algo mais a frente." width="800" height="461" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-800x461.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-1024x590.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-768x442.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-1536x884.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda-1200x691.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Mufasa-O-Rei-Leao-Maria-Fernanda.jpg 1777w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35070" class="wp-caption-text">Mufasa retoma a franquia Rei Leão com cenas fotorrealistas geradas por computador (Foto: Disney)</figcaption></figure>
<p><b>Mufasa: O Rei Leão (Mufasa: The Lion King)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mufasa</span><span style="font-weight: 400;"> possui uma personalidade muito admirável no primeiro filme da franquia, iniciada em 1994 com <em>O Rei Leão</em>. Acompanhar a história do seu crescimento, em <em>Mufasa: O Rei Leão</em><b>,</b> traz à tona muitas nostalgias dos longas anteriores. A tecnologia das cenas produzidas em computador continua a surpreender, ainda que existam opiniões contrárias à realidade do filme 3D, a mesma da produção live-action </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/J57HnR6FPW0?si=ZHmAsrpm-ucC4iAS"><i>O Rei Leão</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, de 2019.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/4m0Tu3A4sITB4KKlB6EZlK?si=nDLfu93TTPu2ejdj6pIi3A">trilha sonora</a></span><span style="font-weight: 400;"> da obra não se compara à da trilogia original, entretanto, não deixa de ser cativante. O longa continua com o tradicional musical das produções da </span><span style="font-weight: 400;"><i>Disney</i></span><span style="font-weight: 400;">, o que retoma a magia de filmes voltados ao público infantil. A obra possui uma espetacular ênfase no desenvolvimento de </span><span style="font-weight: 400;">Mufasa (Aaron Pierre)</span><span style="font-weight: 400;">, o qual desperta curiosidade no público, principalmente, devido à passagem de um relacionamento de honestidade e humildade com</span><span style="font-weight: 400;"> Scar (Kelvin Harrison Jr.) </span><span style="font-weight: 400;">para um relacionamento de inimizade. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
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<figure id="attachment_35071" aria-describedby="caption-attachment-35071" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35071" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Meu-Malvado-Favorito-4-Luisa-Machado-Tabchoury-800x346.png" alt="Cena do filme Meu Malvado Favorito 4. Na esquerda, Gru, personagem branco careca de casaco preto e cachecol ciza listrado, olha de canto para suas filhas (da esquerda para a direita) - Edith, Margo e Agnes - sentadas na cozinha atrás de uma bancada em que há muitas garrafas de leite." width="800" height="346" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Meu-Malvado-Favorito-4-Luisa-Machado-Tabchoury-800x346.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Meu-Malvado-Favorito-4-Luisa-Machado-Tabchoury-768x332.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Meu-Malvado-Favorito-4-Luisa-Machado-Tabchoury.png 987w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35071" class="wp-caption-text">A quarta produção da franquia marca o maior período entre os filmes, com 7 anos desde a última sequência. (Foto: Illumination Entertainment)</figcaption></figure>
<p><b>Meu Malvado Favorito 4 (Despicable Me 4)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em mais uma aventura como agente da Liga Antivilões, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Meu Malvado Favorito 4</i></span><span style="font-weight: 400;"> é um dos melhores filmes de 2024. A animação continua com Gru (Steve Carell) e sua família, Lucy (Kristen Wiig), Margo (Miranda Cosgrove), Edith (Dana Gaier) e Agnes (Madison Polan), que agora contam com um novo membro: Gru Jr. O enredo traz mais uma missão a ser concluída, derrotar o inimigo Maxime Le Mal (Will Farrell) e sua namorada Valentina (Sofía Vergara), mas, diferente dos outros filmes em que o personagem principal morava em sua casa onde vivia com suas filhas adotadas, o protagonista precisa lidar com a paternidade de ter um bebê e uma vizinha adolescente intrometida e irritante. Com muita maestria, o longa foi </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/meu-malvado-favorito-4-e-o-maior-filme-da-universal-pictures-no-brasil/">o maior da </a><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/meu-malvado-favorito-4-e-o-maior-filme-da-universal-pictures-no-brasil/"><em>Universal Pictures</em></a><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/meu-malvado-favorito-4-e-o-maior-filme-da-universal-pictures-no-brasil/"> no Brasil</a></span><span style="font-weight: 400;">, com uma bilheteria de mais de 140 milhões de reais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme recebeu indicações no <em>Academy of Science Fiction</em>, <em>Fantasy &amp; Horror</em> <em>Films</em> (Melhor Filme Animado), <em>Hollywood Music In Media Awards</em> (Melhor Música Original) e <em>Chinese American Film Festival</em>, no qual venceu a categoria como o Filme Norte-Americano Mais Popular na China. Para quem está procurando uma produção mais leve, com muitas risadas e um herói divertido, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=seSIJf5mhPE">Gru e sua equipe fiel de incontáveis Minions</a></span><span style="font-weight: 400;">, devem ser a escolha para aproveitar uma sessão de cinema em casa com a família e um balde de pipoca. </span><b>&#8211; Luísa Tabchoury</b></p>
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<figure id="attachment_35072" aria-describedby="caption-attachment-35072" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35072" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-800x432.jpg" alt="Cena do filme Eu Vi o Brilho da TV. Na cena, os dois personagens principais aparecem de costas, lado a lado, no canto direito da imagem. À esquerda, Owen está usando um vestido em tons de rosa. À direita, Maddy está toda de preto, com mangas longas e calça comprida. Eles estão em um campo de futebol vazio, à noite, olhando para as árvores mais para frente. No céu estrelado tem uma lua cheia sobre eles, com a imagem de um rosto no centro." width="800" height="432" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-800x432.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-1024x553.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-768x415.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-1536x829.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0-1200x648.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/e56024e7-e406-4d5a-a5fc-d8ace0b3e4a0.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35072" class="wp-caption-text">Eu Vi o Brilho da TV usa de inspiração e faz referências a Buffy, a Caça-Vampiros (Foto: A24)</figcaption></figure>
<p><b>Eu Vi o Brilho da TV (I Saw the TV Glow)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/eu-vi-o-brilho-da-tv-critica/"><i>Eu Vi o Brilho da TV</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">não furou a bolha o suficiente para ser lembrado pelas grandes premiações do ano como merecia, mas com certeza deixou uma marca duradoura em quem assistiu. Dirigido e escrito por Jane Schoenbrun, o filme mistura terror, drama e fantasia. A verdadeira ameaça da trama é uma tragédia muito real para muitos: passar pela vida sem viver a sua verdade. A alegoria mais óbvia proposta pelo roteiro, e reforçada por símbolos imagéticos, relaciona-se com a experiência trans e de não conformidade de gênero, mas a abordagem dessas lutas é tão sensível que ecoa para as experiências de toda a comunidade </span><span style="font-weight: 400;"><i>quee</i></span><span style="font-weight: 400;">r e até qualquer outra pessoa que se identifique com uma jornada de autoconhecimento isoladora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme tem um </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AHKFHYBdqEc">visual</a></span><span style="font-weight: 400;"> único e particular. As imagens e os sons surreais evocam sentimentos no espectador que chegam antes da compreensão dos porquês. </span><span style="font-weight: 400;"><i>Eu Vi o Brilho da TV </i></span><span style="font-weight: 400;">cria uma atmosfera sufocante sobre uma sensação de nostalgia amarga. A obra utiliza as memórias dos personagens para borrar os limites entre o real e a imaginação. A posição da plateia é desconfortável e agonizante do começo ao fim dos 100 minutos de duração do longa, mas ao rolarem os créditos e a digestão do que se acabou de ver assentar, fica a mensagem de esperança em dias melhores: “</span><span style="font-weight: 400;"><i>Ainda há tempo</i></span><span style="font-weight: 400;">”. </span><b>&#8211; Giovanna Freisinger</b></p>
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<figure id="attachment_35074" aria-describedby="caption-attachment-35074" style="width: 739px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35074" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/a.semente.do_.fruto_.sagrado.jpg" alt="Cena do filme A Semente do Fruto Sagrado. A imagem mostra três mulheres da mesma família. Da esquerda para a direita, há uma mulher mais velha de cabelos curtos com a boca aberta, uma mulher jovem de cabelos curtos com uma expressão séria e uma mulher mais nova de cabelos cacheados com uma expressão de medo." width="739" height="415" /><figcaption id="caption-attachment-35074" class="wp-caption-text">A Semente do Fruto Sagrado concorreu ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2025, mas perdeu para Ainda Estou Aqui (Foto: Mares Filmes)</figcaption></figure>
<p><b>A Semente do Fruto Sagrado (The Seed of the Sacred Fig)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/01/13/mohammad-rasoulof-iraniano-diretor-de-a-semente-do-fruto-sagrado-gostaria-de-nao-precisar-fugir-do-meu-pais.ghtml">Mohammad Rasoulof</a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><i>A Semente do Fruto Sagrado</i></span><span style="font-weight: 400;"> é, inicialmente, um drama sobre a política em Teerã, capital do Irã. Com a promoção de Iman (Missagh Zareh) dentro dos cargos da ditadura que comanda o país, Rezvan (Mahsa Rostami) e Sana (Setareh Maleki), filhas do homem, se veem em um conflito dentro de casa: seguir as próprias convicções ou aceitar viver sob o regime autoritário, dentro e fora de casa. Mais do que uma discussão sobre a vida em sociedade, o filme examina a lente do lado que opera os atos de perseguição e silenciamento de um povo marcado pelo medo e o desejo pela sua liberdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os 167 minutos do longa-metragem são acompanhados por um tom agonizante e reflexivo em relação aos limites da perversidade que um ser humano pode cometer. Na virada do primeiro para o segundo ato, a produção segue por um caminho mais introspectivo: ao invés de analisar as consequências externas, a obra se concentra em abordar o imaginário de personas antagônicas: aqueles que lutam pela sua independência &#8211; cultural, religiosa e social &#8211; e os que tentam acabar com ela. Reconhecida pela crítica especializada, a trama da Alemanha apareceu na categoria de Melhor Filme Internacional em premiações, como o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oscar/"><i>Oscar</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Critics Choice Awards</i></span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;"><i>Globo de Ouro</i></span><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Guilherme Leal</b></p>
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<figure id="attachment_35075" aria-describedby="caption-attachment-35075" style="width: 735px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35075" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/A-Noite-Que-Mudou-o-Pop-Ludmila-Henrique.jpg" alt="Cena do documentário A Noite que Mudou o Pop. Na imagem temos a presença do cantor Lionel Richie, um homem negro, de olhos castanhos, com o cabelo comprido cacheado e bigode nas cores pretas. Ele está vestindo uma camiseta verde escuro com detalhes ondulados e um terno prateado reluzente. Ao seu lado está o produtor Quincy Jones, um homem negro, de olhos castanhos, com o cabelo curto e de barba nas cores pretas. Ele está usando um óculos de armação preta e uma camiseta branca com uma faixa preta no meio. Eles estão dentro de um estúdio de gravação, rodeados de pessoas da equipe em volta." width="735" height="414" /><figcaption id="caption-attachment-35075" class="wp-caption-text">O documentário foi indicado na categoria de Melhor Filme Musical na 67ª edição do Grammy Awards (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>A Noite Que Mudou o Pop (The Greatest Night In Pop)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/track/3Z2tPWiNiIpg8UMMoowHIk?si=6dd85c466c104b6f"><i>“We are the world, We are the children”</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. Dispensando apresentações, a música que marcou uma geração de pessoas e colocou como foco o combate à fome no continente africano, ganhou pela </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MD3oU1gowu4"><i>Netflix</i></a></span><span style="font-weight: 400;"><i>,</i></span><span style="font-weight: 400;"> um documentário detalhado sobre o processo de criação do </span><span style="font-weight: 400;"><i>single</i></span><span style="font-weight: 400;">, além de registros inéditos dos 45 artistas que participaram do projeto </span><span style="font-weight: 400;"><i>USA for Africa</i></span><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/a-noite-que-mudou-o-pop-critica/"><i>A Noite que Mudou o Pop</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, dirigido pelo cineasta Bao Nguyen, tem uma narrativa que conquista aos poucos. A grande verdade é que o público tem conhecimento sobre a canção, sua motivação e os cantores que participaram deste marco musical, no entanto, não se sabe exatamente o que aconteceu naquela noite de janeiro de 1985.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com essa premissa, ao explorar os bastidores da composição de</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nqAvFx3NxUM"> Lionel Richie</a></span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=oRdxUFDoQe0">Michael Jackson</a></span><span style="font-weight: 400;">, produzida pelo compositor </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3rxIQc9kWT6Ueg4BhnOwRK?si=Okvuyw0wQsqkG4cqJMWT0g">Quincy Jones</a></span><span style="font-weight: 400;">, também responsável pelo direcionamento do grupo vocal, o filme documental se desenvolve pela curiosidade do telespectador. O relato atual dos músicos que participaram daquela noite, como </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LPn0KFlbqX8">Cyndi Lauper</a></span><span style="font-weight: 400;"> e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=129kuDCQtHs">Bruce Springsteen</a></span><span style="font-weight: 400;">, e claro, de Richie, que conduziu grande parte da história do documentário, também deixou tudo mais íntegro, pois transfere a visão e a experiência dos próprios artistas em tela. </span><span style="font-weight: 400;"><i>A Noite que Mudou o Pop</i></span><span style="font-weight: 400;"> é um registro sublime para os apaixonados por </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=s3wNuru4U0I"><i>We Are The World</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, além de ser uma prova viva de que a música é capaz de salvar vidas. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique</b></p>
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<figure id="attachment_35076" aria-describedby="caption-attachment-35076" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35076" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/93ee82a6-c7bb-44c7-adf2-87c813f1ebc4-800x334.jpg" alt="Cena do filme Robô Selvagem. A imagem, que se passa num campo verdejante, retrata um robô de aparência desgastada e um raposo de pelagem avermelhada compartilham um momento de curiosidade e conexão. O robô, de forma arredondada e metálica, tem um design futurista, com um corpo esférico, braços articulados e olhos brilhantes em tons de azul neon. Seu casco exibe marcas de arranhões e sujeira, sugerindo uma longa jornada ou anos de exposição aos elementos. Ele está sentado na relva alta e seca, com uma postura relaxada, como se estivesse interagindo de forma pacífica com seu companheiro animal. No topo de sua cabeça, uma pequena antena luminosa emite um brilho sutil.O raposo, por sua vez, observa atentamente o robô com os olhos curiosos e as orelhas erguidas. Seu focinho quase toca o rosto metálico da máquina, criando um contraste entre a suavidade de sua pelagem e a frieza do metal. A paisagem ao redor, com gramíneas ondulando ao vento e nuvens suaves tingidas de tons alaranjados e lilases, adiciona uma atmosfera serena e melancólica. A cena transmite um misto de inocência e mistério, sugerindo um encontro improvável entre natureza e tecnologia, onde a sensibilidade transcende as barreiras entre o orgânico e o artificial." width="800" height="334" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/93ee82a6-c7bb-44c7-adf2-87c813f1ebc4-800x334.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/93ee82a6-c7bb-44c7-adf2-87c813f1ebc4-1024x428.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/93ee82a6-c7bb-44c7-adf2-87c813f1ebc4-768x321.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/93ee82a6-c7bb-44c7-adf2-87c813f1ebc4.jpg 1170w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35076" class="wp-caption-text">A dublagem original do longa conta com grandes nomes como Lupita Nyong’o, Pedro Pascal e Kit Connor (DreamWorks Animation)</figcaption></figure>
<p><b>Robô Selvagem (</b><b><i>The Wild Robot</i></b><b>)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><i>Robô Selvagem</i></span> <span style="font-weight: 400;">surpreendeu ao se consolidar como uma das animações mais intrigantes de 2024, unindo uma trama emocionalmente profunda com temas filosóficos e sociais. Baseado no </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.peterbrownstudio.com/books/the-wild-robot/">livro de Peter Brown</a></span><span style="font-weight: 400;">, o longa aborda a jornada de uma robô que busca entender seu lugar em um mundo selvagem, explorando a coexistência entre tecnologia e natureza. A narrativa, carregada de momentos introspectivos e dilemas éticos, ressoou de maneira poderosa em um público amplo, incluindo adultos e crianças. Com animação detalhada e direção sensível, a produção foi reconhecida por críticos como uma obra que transcende seu gênero de “filme sobre robôs”, sendo indicado a prêmios como o </span><span style="font-weight: 400;"><i>Annie Awards</i></span><span style="font-weight: 400;"> e o Globo de Ouro, reafirmando o potencial de histórias que equilibram reflexão e entretenimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://www.primevideo.com/-/pt/detail/Rob%C3%B4-Selvagem/0H5X9VAJP3WU9CMN0CPCM63K2S">longa</a> de Chris Sanders tem a habilidade de dialogar com questões contemporâneas, como o impacto da automação na sociedade e a necessidade de harmonia entre progresso e preservação ambiental. Desde sua estreia, o filme acumulou elogios por sua abordagem original e ganhou prêmios em festivais de cinema animado pela profundidade de seu roteiro e pelo design visual inovador. Mais do que uma aventura animada, o longa tornou-se um estudo sobre humanidade, identidade e conexão, posicionando-se como uma produção que define o papel da animação como um veículo poderoso de transformação social. </span><b>&#8211; Marcela Jardim</b></p>
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<figure id="attachment_35077" aria-describedby="caption-attachment-35077" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35077" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-800x400.jpg" alt="Imagem de Paul Atreides, personagem de Duna: Parte 2, interpretado por Timothée Chalamet. Paul está no deserto, com o rosto parcialmente coberto por um capuz bege que faz parte de um traje fremen, e usa um respirador no nariz, característico dos habitantes de Arrakis. Seus olhos azuis brilhantes, resultado da exposição à especiaria, destacam-se na expressão séria e determinada. Ao fundo, outros fremen, também usando trajes típicos do deserto, aparecem em desfoque." width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-800x400.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-1536x768.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-2048x1024.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Dune-Part-Two-1200x600.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35077" class="wp-caption-text">Paul Atreides, interpretado meticulosamente por Timothée Chalamet, enfrenta a decisão de se tornar ou não o messias prometido (Foto: Warner Bros. Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Duna: Parte 2 (Dune: Part Two)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Denis Villeneuve, fã de carteirinha do gênero </span><span style="font-weight: 400;"><i>Sci-Fi</i></span> <span style="font-weight: 400;"><a href="https://br.ign.com/star-wars/132828/news/tudo-descarrilou-em-1983-apesar-de-ser-grande-fa-de-star-wars-denis-villeneuve-nao-tem-interesse-em">desde criança</a></span><span style="font-weight: 400;">, prova novamente que é a pessoa ideal para adaptar a grandiosa obra de Frank Herbert. Em </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/duna-parte-2-critica/"><i>Duna: Parte 2</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, indicado a seis categorias no </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oscar/">Oscar 2025</a></span><span style="font-weight: 400;">, incluindo Melhor Filme, o diretor leva o público a uma imersão total no deserto de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Arrakis</i></span><span style="font-weight: 400;">, onde a narrativa épica ganha um novo fôlego. Se a primeira parte foi </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/duna-critica-dune">alvo de críticas</a></span><span style="font-weight: 400;"> pelo ritmo mais pausado, esta sequência se destaca por um senso de precipitação do início ao fim. O cineasta equilibra perfeitamente as nuances de poder, sacrifício e destino em um roteiro que ressoa tanto na grandiosidade das batalhas quanto na profundidade das relações humanas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os destaques técnicos são os personagens principais de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=QqmbrvluQRA&amp;pp=ygUUZHVuYSBwYXJ0ZSAyIHRyYWlsZXI%3D"><i>Duna: Parte 2</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. A fotografia e o som, especialmente se apreciados nas telas <em>IMAX</em> para as quais o longa foi concebido, transportam o espectador diretamente para as imensidões de areia. Paisagens deslumbrantes, gravadas em </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/cenarios-de-duna-parte-2-vao-de-cemiterio-na-italia-a-desertos-no-oriente-medio/">desertos reais</a></span><span style="font-weight: 400;">, e uma trilha sonora hipnotizante se unem para criar uma experiência cinematográfica pouco vista ultimamente. Nesta obra, Villeneuve reafirma sua maestria, entregando não apenas uma sequência à altura de seu antecessor, mas um capítulo definitivo no universo de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Duna</i></span><span style="font-weight: 400;">. –</span><b> Arthur Caires</b></p>
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<figure id="attachment_35078" aria-describedby="caption-attachment-35078" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35078" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-800x450.png" alt="Cena do filme Rivais, de Luca Guadagnino. À esquerda, vemos Mike Faist, um homem branco e loiro, que veste camiseta e boné vermelhos. À direita, vemos Josh O’Connor, um homem branco de cabelos pretos, que usa uma camiseta branca e um relógio em seu pulso esquerdo. Eles estão sentados, olhando um para o outro. Ao fundo, por detrás de um vidro, é possível ver algumas árvores desfocadas." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/challengers.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35078" class="wp-caption-text">Ainda que seja um dos maiores lançamentos de 2024, o longa não recebeu nenhuma indicação ao Oscar 2025 (Foto: Amazon MGM Studios)</figcaption></figure>
<p><strong>Rivais (Challengers)</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se tem algo que Luca Guadagnino sabe fazer com maestria é explorar o desejo por meio da sutileza – e, sendo dirigido por ele, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/rivais-critica/"><i>Challengers</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> (no original) não poderia seguir um caminho diferente. Cada cena do filme é carregada de um erotismo que não precisa de cenas explícitas para se fazer presente, ao mesmo tempo em que oferece uma análise profunda sobre questões como o ego e a ambição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O triângulo amoroso composto por </span><span style="font-weight: 400;">Zendaya</span><span style="font-weight: 400;">, Josh O’Connor e Mike Faist emite uma energia imparável constante, ao passo que eles se comportam como verdadeiras estrelas de Cinema do começo ao fim. A mistura do caos hipnótico causado por eles e a superfície plácida do luxuoso mundo do tênis resulta em uma experiência fascinante, cujo único objetivo é fazer com que o público se deleite com a diversão pura e decadente desses </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MDnVk5jIJr0"><i>Rivais</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. Afinal, amor e ódio são os lados de uma mesma moeda, certo? </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
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<figure id="attachment_35079" aria-describedby="caption-attachment-35079" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35079" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira-800x527.jpg" alt="Cena do filme Alien: Romulus. A cena mostra a personagem Rain, interpretada por Cailee Spaeny, uma mulher de pele clara e cabelos lisos, em um ambiente muito escuro, ela usa um traje espacial, com um capacete de vidro iluminado internamente com luzes amareladas. Ela olha para sua esquerda com uma expressão de assombro." width="800" height="527" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira-800x527.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira-1024x675.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira-768x506.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira-1200x791.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Alien-Romulus-Guilherme-Siqueira.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35079" class="wp-caption-text">Alien: Romulus é o híbrido genético perfeito do terror com a ficção científica (Foto: 20th Century Studios)</figcaption></figure>
<p><b>Alien: Romulus (Alien: Romulus)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/alien-romulus-critica/"><i>Alien: Romulus</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> foi anunciado em um momento delicado para a franquia </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/alien-isolation-10-anos/#google_vignette"><i>Alien</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, já que </span><span style="font-weight: 400;"><i>Prometheus </i></span><span style="font-weight: 400;">(2012) e </span><span style="font-weight: 400;"><i>Alien: Covenant </i></span><span style="font-weight: 400;">(2017), últimos filmes relacionados à série, dirigidos pelo primeiro idealizador das criaturas, Ridley Scott, não tiveram os resultados esperados em crítica e bilheteria. Mas esse filme inverteu qualquer expectativa negativa, não por sorte, mas por talento e jogo de cintura do diretor Fede Álvarez que soube resgatar o terror visceral que fez do primeiro filme da série um dos mais impactantes na cultura </span><span style="font-weight: 400;"><i>pop</i></span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambientado novamente em lugares fechados e claustrofóbicos, acompanhando a história de jovens que tentam escapar da colônia espacial insalubre em que vivem e trabalham, o longa dialoga com seu precursor de 1979 de diversas formas. Como, por exemplo, a temática do poder cada vez mais ilimitado das grandes corporações, o avanço brutal e impossível de se conter da inteligência artificial e da tecnologia em geral, bem como a tentativa vã da humanidade de controlar os elementos naturais do universo, seja por ganância ou mesmo por sobrevivência. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2EmyntY2myo"><i>Alien: Romulus</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> teve o seu lugar de destaque e injetou uma dose generosa de ficção científica da melhor qualidade nos cinemas em 2024. </span><b>&#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
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<figure id="attachment_35080" aria-describedby="caption-attachment-35080" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35080" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-800x448.jpg" alt="Cena do filme Ainda Estou Aqui. A imagem mostra uma família, composta por uma mãe, um filho e três filhas, sentados em um quarto de jovens garotas, decorado com papel de parede e posters. A mãe é Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, que está sentada na cama de pernas cruzadas. Ela é uma mulher branca, de cabelos castanhos de tamanho médio, escovados para trás. Ela usa uma camiseta estampada com formas geométricas em tons de verde e uma saia esverdeada. Uma das filhas está sentada na cama, ao lado Eunice; ela é Mabiu Paiva, interpretada por Cora Mora. Ela é uma menina branca, de cabelos castanhos, lisos e longos. Ela usa uma camiseta florida. Embaixo, sentado no chão, está Marcelo Rubens Paiva, interpretado por Guilherme Silveira. Ele é um menino branco, de cabelos castanhos e lisos, em corte tigelinha. Ele usa uma camiseta amarela pastel. De costas para a câmera, aparecem as filhas Nalu Paiva, interpretada por Bárbara Luz, e Eliana Paiva, interpretada por Luiza Kosovski. Nalu é uma menina branca, e tem cabelos castanhos, curtos e cacheados. Eliana é uma menina branca, e tem cabelos castanhos, lisos e longos. " width="800" height="448" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-800x448.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-1024x573.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-768x430.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-1536x860.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596-1200x672.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/976947f0-3b52-43c7-8a1a-baa8b0155596.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35080" class="wp-caption-text">Ainda Estou Aqui relembra, de forma extremamente necessária, os horrores da Ditadura Militar Brasileira (Foto: Globoplay)</figcaption></figure>
<p><b>Ainda Estou Aqui</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Maria Lucrécia Eunice Facciolla Paiva. Como começar a explicar Eunice Paiva? Advogada. Defensora dos direitos humanos. Especialista em direito indígena. Mãe. Viúva. Vítima da Ditadura Militar Brasileira. Essas palavras são poucas para definir quem é Eunice. Marcelo Rubens Paiva recorda suas próprias </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://oglobo.globo.com/cultura/livros/em-ainda-estou-aqui-marcelo-rubens-paiva-expoe-delicado-acerto-de-contas-com-mae-17098466">memórias</a></span><span style="font-weight: 400;"> no livro </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/ainda-estou-aqui-critica/"><i>Ainda Estou Aqui</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> – que foi adaptado para o Cinema pelas mãos de Walter Salles. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/P3TZjP_vVso?si=wSvHipbmfuj3rfg1">Fernanda Torres</a></span><span style="font-weight: 400;"> encarna Eunice; Selton Mello interpreta o ex-deputado </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://memorialdaresistenciasp.org.br/pessoas/rubens-beyrodt-paiva/">Rubens Paiva</a></span><span style="font-weight: 400;">. As atuações são emocionantes e únicas não só pelo talento dos atores, mas também pela caracterização e ambientação da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fernanda Torres fez um trabalho excepcional ao viver Eunice Paiva. A dor, a indignação com a situação e o sofrimento pela perda de Rubens se demonstram em um olhar, um pequeno gesto, um abraço, um sorriso. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/gDunV808Yf4?si=KD8mRkPPlgmLeYRN"><i>Ainda Estou Aqui</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> é importantíssimo para lembrar dos horrores vividos no Brasil após o Golpe de 1964. A tortura, os sumiços, os assassinatos nunca podem ser esquecidos. A violência vivenciada no país teve vários formatos: indo da física à psicológica; até a crueldade dos desaparecimentos e de não se ter respostas – a cena em que Torres esbraveja “</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/na27WFDA08c?si=xPNFVFFrWCT4pGGg"><i>cadê meu marido?!</i></a></span><span style="font-weight: 400;">” é um dos momentos mais marcantes do longa. O sucesso de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Ainda Estou Aqui </i></span><span style="font-weight: 400;">não é à toa – as </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7dgzlevx4o.amp">três indicações</a></span><span style="font-weight: 400;"> e uma vitória no </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://personaunesp.com.br/tag/oscar"><i>Oscar</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> 2025 não mentem –, e, com os acontecimentos recentes do mundo, não custa lembrar: ditadura nunca mais. </span><b>– Laura Hirata-Vale</b></p>
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<figure id="attachment_35081" aria-describedby="caption-attachment-35081" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35081" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-800x400.jpeg" alt="Cena de Longlegs. Um homem branco, de olhos claros, rosto esbranquiçado e cabelos grisalhos, na altura do ombro, olha fixamente para a câmera. Ele veste uma camisa verde clara, com um lenço de listras verdes no pescoço. Ambas as peças estão cobertas por uma jaqueta cinza, com um broche de flor dourado, e uma mochila azul nas costas. Atrás do personagem, aparece um gramado, coberto por uma fina camada de neve, e uma placa indicando um ponto de ônibus. O céu está repleto de nuvens." width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-800x400.jpeg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-1024x512.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-768x384.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-1536x768.jpeg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther-1200x600.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Longlegs-Esther.jpeg 1800w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35081" class="wp-caption-text">Para interpretar Longlegs, Nicolas Cage se inspirou nos comportamentos de sua mãe, diagnosticada com depressão e esquizofrenia (Foto: NEON Rated, LLC)</figcaption></figure>
<p><b>Longlegs &#8211; Vínculo Mortal (Longlegs)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O emblemático longa de Oz Perkins, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Longlegs &#8211; Vínculo Mortal</i></span><span style="font-weight: 400;">, destaca-se em meio às recentes estreias do Horror. Diferentemente do que ocorre nos gritos desesperados de Cecília em </span><span style="font-weight: 400;"><i>Imaculada</i></span><span style="font-weight: 400;"> (</span><span style="font-weight: 400;"><i>Immaculate</i></span><span style="font-weight: 400;">, originalmente) ou nas cenas violentas de </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Mal Que Nos Habita</i></span><span style="font-weight: 400;"> (</span><span style="font-weight: 400;"><i>When Evil Lurks</i></span><span style="font-weight: 400;">), mecanismos </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/09/03/por-que-longlegs-e-tao-assustador-conheca-filme-que-esta-aterrorizando-publico-nos-cinemas.ghtml">pouco óbvios</a></span><span style="font-weight: 400;"> são o que constroem a atmosfera macabra nessa trama. A característica hipnotiza os fãs pouco sedentos por sangue, mas muito saudosos da adrenalina própria do gênero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><span style="font-weight: 400;"><i>Longlegs</i></span><span style="font-weight: 400;">, o arrepio na espinha e o frio na barriga tomam o público nos momentos menos prováveis: o preto e vermelho gritantes ao som de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000099104/">T. Rex</a></span><span style="font-weight: 400;">, as aproximações repentinas e silenciosas em pontos do enquadramento e – claro – a ousada primeira aparição de Dale Kobble (Nicolas Cage); o diretor escolhe exibir na tela apenas parte do rosto do personagem. Incrivelmente assustadora, a obra e a </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://ffw.uol.com.br/materias/longlegs-por-tras-do-visual-do-aguardado-filme/">figura</a></span><span style="font-weight: 400;"> que a nomeia conquistaram seu posto no imaginário do público – e, por consequência, nos melhores lançamentos do Cinema em 2024. </span><b>&#8211; Esther Chahin </b></p>
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<figure id="attachment_35082" aria-describedby="caption-attachment-35082" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35082" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-800x450.jpg" alt="Cena de Um Homem Diferente. Nela, vemos três pessoas em um sofá verde escuro com algumas almofadas brancas e pretas. No centro, está Edward, um homem branco e de cabelos pretos. Ele veste uma camisa marrom de manga comprida e gola alta e uma calça preta. Edward está sério olhando para frente e segura uma máscara no colo. Do lado direito, temos Ingrid, uma mulher branca de cabelos castanhos. Ela veste um vestido preto com detalhes em branco na parte de cima. Ela está de pernas cruzadas e olhando para cima. Do lado esquerdo, temos Oswald, um homem branco de cabelos pretos. Oswald tem o rosto desfigurado devido a uma doença chamada neurofibromatose. Ele veste um terno marrom e gravata marrom claro. Oswald está em pé atrás do sofá e apoiado nele com as mãos, enquanto olha para Ingrid. Ao fundo, a cozinha de um apartamento." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-1536x864.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/9362f185-bbfa-47a3-997f-d06c12493833.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35082" class="wp-caption-text">No ano em que o terror corporal junto com a crítica social dominou as telas, Um Homem Diferente o replica da forma mais inventiva e não óbvia possível (Foto: A24)</figcaption></figure>
<p><b>Um Homem Diferente (A Different Man)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, não podemos negar que 2024 foi o ano de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/a-substancia-critica/"><i>A Substância</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, mas ao se olhar um pouco mais para fora dos holofotes, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Um Homem Diferente </i></span><span style="font-weight: 400;">emula os mesmos méritos do longa de Coralie Fargeat, mas de forma mais sútil e sem escancarar tanto que se trata de uma obra crítica. Para isso, o diretor e roteirista Aaron Scheinberg conta com um humor desconfortavelmente ácido para traduzir outra história de obsessão e padrões da sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No longa, acompanhamos Edward (Sebastian Stan), um homem que sofre com neurofibromatose, uma doença que acaba desfigurando seu rosto. Ele passa então por uma cirurgia inédita que o coloca nos padrões da sociedade, mas, mesmo com a confiança restaurada, vê a vida que sonhava ruir a partir do momento em que, secretamente, aceita participar de uma peça sobre ele mesmo. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/um-homem-diferente-critica/"><i>Um Homem Diferente</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> mostra sua força e originalidade através de um roteiro intencionado em conduzir a percepção do espectador para diferentes caminhos, que chega nesse resultado através da atuação de seu trio principal – destaque para Adam Pearson, que realmente sofre da doença – mas, principalmente para Sebastian Stan, se provando uma força da atuação que teve nesse ano seus melhores trabalhos. </span><b>&#8211; Guilherme Veiga</b></p>
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<figure id="attachment_35083" aria-describedby="caption-attachment-35083" style="width: 735px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35083" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Todo-Tempo-Que-Temos-Ludmila-Henrique.jpg" alt="Cena do filme Todo o Tempo que Temos. Na imagem temos a presença de Almut (Florence Pugh), uma mulher branca, de olhos verdes e cabelo loiro liso preso em um coque. Ela está vestindo uma camisa branca de mangas compridas. Ao seu lado está Tobias (Andrew Garfield), um homem branco, de olhos castanhos e cabelo curto ondulado. Ele está vestindo uma camisa cinza de mangas compridas. Eles estão se abraçando enquanto olham um para o outro. Eles estão em um local fechado, com uma luz baixa e meio amarelada." width="735" height="449" /><figcaption id="caption-attachment-35083" class="wp-caption-text">A trajetória de um casal correndo atrás do tempo (Foto: A24)</figcaption></figure>
<p><b>Todo Tempo Que Temos (We Live In Time)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história de amor entre Almut (</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/adoraveis-mulheres-5-anos/">Florence Pugh</a></span><span style="font-weight: 400;">) e Tobias (</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tick-tick-boom-critica/">Andrew Garfield</a></span><span style="font-weight: 400;">, se constrói em ínfimos espaços de tempo. Um encontro sem data e nem hora, de supetão mesmo. Mas que alcança a maturidade após uma notícia abrupta atingir o casal. Em </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MH02yagHaNw"><i>Todo Tempo Que Temos</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, acompanhamos, por meio de linhas temporais, o romance de uma década, embarcada através de movimentos de sua trajetória, desafiando toda a existência presente em uma ou mais vidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pelo olhar poético de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OwYLVi8AvP8">John Crowley</a></span><span style="font-weight: 400;">, o longa-metragem toma forma através do simples. É a simplicidade de uma vida, assim como ela deveria ser, obviamente com alguns altos e baixos, mas que deixa a história do casal tão real. O enredo do filme explora perfeitamente esse ‘acaso’ presente na rotina deles, endossando em certos momentos para criar um </span><span style="font-weight: 400;"><i>clímax</i></span><span style="font-weight: 400;"> em algumas cenas, mas que de nenhum modo relata algo impossível de acontecer. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/todo-tempo-que-temos-critica/"><i>We Live In Time</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> (no original) carrega alguns clichês presentes no gênero, no entanto, continua sendo uma linda história de superação de medos e um lembrete para aproveitar cada detalhe que a nossa jornada oferecer. </span><b>&#8211; Ludmila Henrique</b></p>
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<figure id="attachment_35084" aria-describedby="caption-attachment-35084" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35084" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Jurado-no2-800x450.jpg" alt="Ao fundo estão os personagens de Cedric Yarbrough e Rebecca Koon. O primeiro está à direita com uma camiseta preta e o olhar vago e a segunda está à esquerda com uma camiseta rosa e uma blusa branca, ela está olhando para algo fora do plano. Mais a frente, em foco e no centro da imagem está o personagem de Nicholas Hoult, ele está com uma expressão preocupada, olhando para algo fora da câmera." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Jurado-no2-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Jurado-no2-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Jurado-no2.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35084" class="wp-caption-text">O filme chegou direto no streaming na maioria dos países (Foto: Warner Bros. Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>Jurado Nº2 (Juror #2)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a temporada de premiações, como o Globo de Ouro, o <em>BAFTA</em> e o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oscar-2024/"><i>Oscar</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/jurado-no2-critica/"><i>Jurado Nº2</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">ficou deixado de lado pela <em>Warner Bros</em>, que preferiu focar a sua campanha para </span><span style="font-weight: 400;"><i>Duna 2</i></span><span style="font-weight: 400;">. A fita não chegou nem a ser lançada nos cinemas na maioria dos países, com exceção aos Estados Unidos, no resto do mundo o longa foi direto para o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000116296/"><i>streaming</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">da Max. No entanto, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/cry-macho-o-caminho-para-redencao-critica/">Clint Eastwood</a></span><span style="font-weight: 400;"> mostra que quem perde é a empresa e as premiações, pois ele acaba de lançar a sua mais nova obra-prima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na trama, Justin (</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-1000121196/">Nicholas Hoult</a></span><span style="font-weight: 400;">) e Allison (Zoey Deutch) são casados e esperam seu primeiro filho, em uma gravidez de risco. Em meio a isso, o protagonista é convocado para ser um dos jurados em um julgamento. Contudo, o que não esperava é que ele estava envolvido com o caso, podendo levá-lo direto para a cadeia. O cineasta desconstrói os conceitos de justiça e a narrativa vendida sobre imparcialidade do sistema americano. A obra</span> <span style="font-weight: 400;">não é um drama de tribunal que busca descobrir o que aconteceu. O seu maior apelo está no questionamento: o que é verdade e o que é justiça? &#8211; </span><b>Guilherme Moraes</b></p>
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<figure id="attachment_35085" aria-describedby="caption-attachment-35085" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35085" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha-800x400.png" alt="A cena mostra as personagens Kyomoto com seu cabelo desgrenhado e franja cobrindo o rosto e Fujino com seu cabelo curto coberto por um gorro, elas olham apreensivas e nervosas para uma revista enquanto estão em uma loja de conveniência." width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha-800x400.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha-1024x512.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha-768x384.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha-1200x600.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Look-Back-Leonardo-Quinalha.png 1437w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35085" class="wp-caption-text">Look Back é uma história emocionante e trágica sobre crescimento (Foto: Cinecolor)</figcaption></figure>
<p><b>Look Back</b><strong> (Look Back)</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fujino (Yuumi Kawaii), uma estudante do ensino médio que adora desenhar e é amada por todos da classe, descobre, um dia, que outra colega, Kyomoto (Mizuki Yoshida), desenha melhor que ela, causando-lhe inveja. Após dividirem as publicações de tirinhas no jornal da escola, as duas se encontram ao final do ensino médio e iniciam uma jornada que envolve carinho, autoconhecimento, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.jbox.com.br/2024/09/24/critica-look-back-e-uma-reflexao-sobre-a-humanidade-da-arte/">descobrimento do mundo</a></span><span style="font-weight: 400;"> e uma pitada de dor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no mangá </span><span style="font-weight: 400;"><i>one-shot </i></span><span style="font-weight: 400;">(2021</span><span style="font-weight: 400;"><i>) </i></span><span style="font-weight: 400;">de mesmo nome, escrita pelo mangaká </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://ovicio.com.br/conheca-a-historia-de-tatsuki-fujimoto-o-criador-de-chainsaw-man/">Tatsuki Fujimoto</a></span><span style="font-weight: 400;">, criador de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Chainsaw man</i></span><span style="font-weight: 400;">, o longa de apenas 58 minutos dirigido por Kiyotaka Oshiyama e que ganhou prêmio de melhor animação no</span><span style="font-weight: 400;"><i> Japan Academy Awards, é </i></span><span style="font-weight: 400;">encantador para qualquer um que ame animações. A beleza nos movimentos envoltos com a trilha sonora tornam a obra uma jornada emocionante, ao mesmo tempo, doce e amarga para todos que já lutaram por um sonho, trazendo assim uma linda mensagem sobre crescimento. &#8211; </span><b>Leonardo Quinalha</b></p>
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<figure id="attachment_35086" aria-describedby="caption-attachment-35086" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35086" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-800x450.jpg" alt="Cena do filme Feios. A imagem mostra a personagem Tally, interpretada pela atriz Joey King, que está se olhando em um espelho eletrônico, no qual é capaz de mudar sua aparência. No espelho, a moça possui cabelos com luzes, entretanto seu cabelo real é castanho. No espelho, seus olhos são dourados, sua boca é maior e ela está vestindo uma blusa preta de gola alta. É possível ver o cabelo e uma pequena parte do rosto da personagem enquanto ela se olha no espelho." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-1536x864.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Feios-Maria-Fernanda.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35086" class="wp-caption-text">Feios retrata uma nova ideia de distopia que dita a beleza social (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b>Feios (Uglies)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/EUL6v8rFrzE?si=Efr0Ehw4uLaCZt02"><i>Feios</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> possui extrema relevância social, uma vez que retrata uma sociedade futurística com muito apego aos padrões de beleza em detrimento das características humanas. A produção possui efeitos especiais muito bons e que expressam uma ambientação científica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa traz uma trama parecida com a franquia </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/ALIaNcHNcUs?si=D6kgb7nlMAEWKgTj"><i>Divergente</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. No início da obra, é possível prever as ideias da história e como ela vai terminar. No entanto, dá para se surpreender, pois o desenvolvimento e o desfecho da história não possuem o mesmo roteiro visto em filmes de distopia jovem. Pode-se afirmar que o final é um daqueles em que se perde a cabeça. A produção é um divisor de águas: você ama ou odeia. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
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<figure id="attachment_35087" aria-describedby="caption-attachment-35087" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35087" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-800x600.png" alt="Cena do filme Guerra Civil, de Alex Garland. Na imagem, vemos Kirsten Dunst, uma mulher branca com cabelos loiros presos. Ela usa uma camisa branca de manga comprida, um colete preto por cima, uma bolsa na transversal de seu corpo e duas câmeras penduradas em seu pescoço, na qual uma delas se encontra em suas mãos. Ela olha para a câmera com uma expressão apreensiva. Toda a imagem possui tons alaranjados e é possível ver pontos de luz atrás dela." width="800" height="600" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-800x600.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-1024x768.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-768x576.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-1536x1152.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war-1200x900.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/civil-war.png 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35087" class="wp-caption-text">Com um orçamento de 50 milhões de dólares, Guerra Civil está entre os filmes mais caros da produtora A24 (Foto: Diamond Films)</figcaption></figure>
<p><strong>Guerra Civil (Civil War)</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os bons filmes de guerra são feitos para deixarem os espectadores desconfortáveis diante do que estão assistindo. É o que faz sentido: o confronto é desumano e qualquer representação dele deve ser tingida com a dura realidade. No entanto, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aDyQxtg0V2w"><i>Civil War</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">(no original) possui um propósito diferente. A distopia de Alex Garland é um apelo à reflexão sobre como nos recusamos a deixar que esse tipo de imagem nos afete. O diretor não quer nos fazer sentir, mas quer que nos questionemos por que não sentimos nada, e essa foi uma escolha extraordinária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia do longa é retratar que só consegue passar por esses horrores quem se &#8216;desliga’ deles, e essa interpretação está longe de servir apenas para o universo fictício onde </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/homem-aranha-2-20-anos/">Kirsten Dunst</a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/marighella-critica/">Wagner Moura</a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/priscilla-critica/">Cailee Spaeny</a></span><span style="font-weight: 400;"> e Stephen Henderson são fotojornalistas. Apesar de ter sido lançado em um ano carregado por medo e tensão, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Guerra Civil</i></span><span style="font-weight: 400;"> evita qualquer correlação direta com o cenário político atual, e tal fato só deixa suas entrelinhas ainda mais claras. </span><b>&#8211; Raquel Freire</b></p>
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<figure id="attachment_35088" aria-describedby="caption-attachment-35088" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35088" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-800x450.webp" alt="Cena do filme Megalópolis Na imagem, o personagem Cesar Catilina está no topo de um prédio, se equilibrando para não cair da beirada. O prédio, no canto esquerdo, possui muitas janelas de vidro. À direita há o céu, o horizonte da cidade e o sol amarelo. Cesar é um homem branco na faixa dos 40 anos, de cabelos escuros e curto. Ele veste um terno preto." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-800x450.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-1024x576.webp 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-768x432.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-1536x864.webp 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1-1200x675.webp 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/megalopolis-1.webp 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35088" class="wp-caption-text">O diretor Coppola levou 40 anos para lançar sua obra mais ambiciosa (Foto: American Zoetrope)</figcaption></figure>
<p><b>Megalópolis (Megalopolis)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicado ao </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.metropoles.com/entretenimento/cinema/coringa-2-e-megalopolis-lideram-indicacoes-ao-framboesa-de-ouro-2025">Framboesa de Ouro 2025</a></span><span style="font-weight: 400;">, fracasso de bilheteria e esculhambado por crítica e público, afinal, por que </span><span style="font-weight: 400;"><i>Megalópolis</i></span><span style="font-weight: 400;"> faz parte desta lista? O filme, financiado por Francis Ford Coppola, é mais um caso do panteão de obras não compreendidas pelo seu tempo, tal como </span><span style="font-weight: 400;"><i>Homem-Aranha 3 </i></span><span style="font-weight: 400;">(2007) e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/garota-infernal-critica/"><i>Garota Infernal</i></a></span> <span style="font-weight: 400;">(2009) &#8211; e deve ser alvo do revisionismo daqui a alguns anos. Assim como o protagonista Cesar Catilina (Adam Driver), um arquiteto visionário que deseja construir uma cidade utópica, o longa é uma quimera.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A castração dos olhos do público acostumado com o cinza da</span><span style="font-weight: 400;"><i> Marvel Studios</i></span><span style="font-weight: 400;"> ou pela ausência de contato com a filmografia do cineasta, que já havia concebido imagens artificiais e oníricas em </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Fundo do Coração</i></span><span style="font-weight: 400;"> (1982) e </span><span style="font-weight: 400;"><i>Drácula de Bram Stoker</i></span><span style="font-weight: 400;"> (1992), pode justificar a má recepção de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/megalopolis-critica/"><i>Megalópolis</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. A obra caminha em oposição ao realismo e o cinismo de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Hollywood</i></span><span style="font-weight: 400;">, compondo cenas abstratas e com o texto bastante inocente e um final meloso, crédulo em um futuro melhor. O sonho do diretor merece um lugar nesta lista, porque em 2024 ele ousou desafiar o </span><span style="font-weight: 400;"><i>status quo</i></span><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Davi Marcelgo</b></p>
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<figure id="attachment_35089" aria-describedby="caption-attachment-35089" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35089" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-800x333.jpg" alt="Imagem do filme A Substância. Na cena, as personagens Sue e Elizabeth Sparkle estão sentadas se encarando em horror durante uma briga sangrenta. À esquerda, Sue é uma jovem branca de cabelos escuros e olhos claros. Já à direita, Sparkle é uma senhora deteriorada, a aparência é produzida por maquiagem. O fundo se trata do apartamento super rosa que as duas dividem." width="800" height="333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-800x333.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-1024x427.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-768x320.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-1536x640.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance-1200x500.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/The-Substance.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35089" class="wp-caption-text">A Substância recebeu cinco indicações ao Oscar 2025; algo não comum para uma premiação que tem horror ao gênero (Foto: Mubi)</figcaption></figure>
<p><b>A Substância (The Substance)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sintetizadores eletrizantes ajudam a ambientar </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/a-substancia-critica/"><i>A Substância</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, um dos filmes mais comentados nas redes sociais em 2024. Dirigido pela francesa Coralie Fargeat, o longa se trata de um </span><span style="font-weight: 400;"><i>body horror</i></span><span style="font-weight: 400;">, surpreendentemente fácil de digerir. Mesmo com referências a grandes clássicos do gênero, como </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Iluminado</i></span><span style="font-weight: 400;"> (1980) e </span><span style="font-weight: 400;"><i>Carrie, A Estranha</i></span><span style="font-weight: 400;"> (1976), o público abocanhou todo pedaço de </span><span style="font-weight: 400;"><i>gore</i></span><span style="font-weight: 400;"> que Fargeat atirou em nossas faces a cada cena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as atuações esplêndidas de Demi Moore e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/maid-critica/">Margaret Qualley,</a></span><span style="font-weight: 400;"> o universo de Elizabeth Sparkle e sua versão mais nova, Sue, é trágico, ao mesmo tempo que intoxicante. Além das entregas extraordinárias das atrizes, os detalhes da concepção visual de </span><span style="font-weight: 400;"><i>A Substância</i></span><span style="font-weight: 400;"> explicam as cinco nomeações e uma vitória no </span><span style="font-weight: 400;"><i>Oscar</i></span><span style="font-weight: 400;">, incluindo as categorias de Melhor Filme, Atriz, Roteiro Original, Direção e Maquiagem (vencedor). </span><b>&#8211; Nathalia Tetzner</b></p>
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<figure id="attachment_35090" aria-describedby="caption-attachment-35090" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35090" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-800x398.jpg" alt="Em uma imagem retangular colorida, aparecem três personagens do filme na sala de comando, que representa o cérebro da personagem Riley. À esquerda, está Alegria, personagem de pele amarelada, vestido verde e cabelo curto na cor azul, assim como seus olhos. Ela olha preocupada para algo à sua frente e tenta apertar um botão enquanto, ao seu lado, se encontra Ansiedade, uma personagem de pele laranja vibrante, com cabelo todo arrepiado para cima. Sua boca é larga, seus olhos esbugalhados e seus dentes são tortinhos, e ela veste um suéter branco e laranja. Ao lado, olhando tudo, está Timidez, uma emoção de estatura pequena, com olhos grandes e pupilas grandes, cabelo verde-água escuro um pouco ondulado preso por presilhas roxas, que usa um suéter cinza de bolinhas. " width="800" height="398" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-800x398.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-1024x509.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-768x382.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-1536x764.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament-1200x597.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/divertidament.jpg 1822w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35090" class="wp-caption-text">Assistir Divertida Mente 2 é como voltar a infância e relembrar todas as emoções do filme anterior, entendendo o motivo de se emocionar tanto (Foto: Pixar)</figcaption></figure>
<p><b>Divertida Mente 2 (Inside Out 2)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lançado em 2015, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/divertida-mente-5-anos-critica/"><i>Divertida Mente</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> foi um sucesso estrondoso. Narrado por suas emoções Alegria (Amy Poehler), Tristeza (Phyllis Smith), Medo (Tony Hale), Nojinho (Liza Lapira) e Raiva (Lewis Black), a vida da pré-adolescente Riley (Kensington Tallman) cativou crianças e adultos e encantou o mundo com a magia da </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/historia-pixar-como-revolucionou-mundo-cinema/"><i>Pixar</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. Quase dez anos depois, a sequência surpreende positivamente ao trazer novas emoções e acompanhar uma fase igualmente complicada no amadurecimento de Riley: a entrada na adolescência e a chegada da puberdade. Mais madura e com conflitos maiores, o espectador é levado a acompanhar a descoberta d</span><span style="font-weight: 400;">a Ansiedade (Maya Hawke), da Inveja (Ayo Edebiri), do Tédio (Adèle Exarchopoulos) e da Vergonha (Paul Walter Hauser).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não tão original como o primeiro filme por se ater à mesma fórmula e jornada, mas igualmente valioso, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Divertida Mente 2</i></span><span style="font-weight: 400;"> emociona e diverte do mesmo jeito, ajudando a entender e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2xx3lpmj6do">visualizar de forma lúdica as emoções</a></span><span style="font-weight: 400;">. Para se agradar, talvez seja necessário se desvencilhar um pouco do brilhantismo original da obra e entender a mudança do contexto atual, não se prendendo à nostalgia e se permitindo celebrar a visualização da psique de maneira fofa e bem humorada. </span><b>&#8211; Aryadne Xavier</b></p>
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<figure id="attachment_35091" aria-describedby="caption-attachment-35091" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35091" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/16ce05ff-a998-4294-92a6-565da9f6bf72-800x400.jpg" alt="Cena do filme Uma Ideia de Você. No centro da imagem, os atores Nicholas Galitzine e Anne Hathaway aparecem de mãos dadas, andando em uma calçada na beira de um rio. Nicholas Galitzine, que faz o Hayes Campbell, é um homem branco, alto, de cabelos louros escuros. Ele veste uma calça de alfaiataria cinza-escuro, uma camiseta branca, uma jaqueta preta e coturnos pretos. Anne Hathaway, que faz a personagem Solène Marchand, é uma mulher branca, alta, de cabelos castanhos, longos e ondulados. Ela veste uma regata branca, uma saia acetinada cinza-escuro e saltos altos dourados. " width="800" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/16ce05ff-a998-4294-92a6-565da9f6bf72-800x400.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/16ce05ff-a998-4294-92a6-565da9f6bf72-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/16ce05ff-a998-4294-92a6-565da9f6bf72-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/16ce05ff-a998-4294-92a6-565da9f6bf72.jpg 1140w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35091" class="wp-caption-text">Com queridinhos dos anos 2000 e 2020, Uma Ideia de Você foi uma das maiores rom-coms de 2024 (Foto: Amazon Prime Video)</figcaption></figure>
<p><b>Uma Ideia de Você (The Idea of You)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><i>Uma Ideia de Você</i></span><span style="font-weight: 400;"> é a mistura interessante de diversos itens da cultura </span><span style="font-weight: 400;"><i>pop</i></span><span style="font-weight: 400;"> – comédia romântica, </span><span style="font-weight: 400;"><i>boybands</i></span><span style="font-weight: 400;">, um elenco bonito –, com questões atuais – como o etarismo dentro de relacionamentos e a perseguição da mídia. Anne Hathaway (de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/o-diabo-veste-prada-15-anos/"><i>O Diabo Veste Prada</i></a></span><span style="font-weight: 400;">) é Solène Marchand, uma mulher divorciada e mãe de uma adolescente não-tão-ex-fã da banda fictícia </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/e95tNU7C9dg?si=A-LOvUTRgKzCVvhl">August Moon</a></span><span style="font-weight: 400;">. Nicholas Galitzine (de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/vermelho-branco-e-sangue-azul-critica/"><i>Vermelho, Branco e Sangue Azul</i></a></span><span style="font-weight: 400;">) é Hayes Campbell, um dos membros do grupo. O par, por consequência do destino (ou o dar para trás do ex-marido de Marchand), acaba se conhecendo no </span><span style="font-weight: 400;"><i>backstage</i></span><span style="font-weight: 400;"> da área </span><span style="font-weight: 400;"><i>VIP</i></span><span style="font-weight: 400;"> do Coachella – um dos maiores festivais de música do mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme, baseado no livro homônimo escrito por Robinne Lee, mostra as dificuldades de um relacionamento entre um jovem famoso e uma mulher adulta anônima. A diferença de idade dos dois deixa Solène insegura, e – mesmo que mantido em segredo para conservar sua privacidade – o romance acaba flagrado por </span><span style="font-weight: 400;"><i>paparazzi</i></span><span style="font-weight: 400;">. A partir desse momento, a vida da curadora de arte tem uma reviravolta – ela e sua filha começam a ser importunadas pela imprensa e pelos fãs. Como se tivesse saído de uma </span><span style="font-weight: 400;"><i>fanfic</i></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/ZeIGZdfmBhg?si=FL1sOHn4M6ZkR8Ma"><i>Uma Ideia de Você</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> mostra que mulheres mais velhas podem, sim, ter uma nova chance no amor. </span><b>– Laura Hirata-Vale</b></p>
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<figure id="attachment_35093" aria-describedby="caption-attachment-35093" style="width: 768px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35093 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/TheBeekeeper-LuisaMachadoTabchoury-1.jpg" alt="Fotografia de uma cena do filme Beekeeper: A Rede de Vingança. A cena mostra o personagem James Clay (Jason Statham), um homem bracno careca e com barba, no centro da imagem vestindo seu uniforme de apicultor, um casaco cinza, e atrás dele há duas prateleiras com potes de vidro de mel. " width="768" height="512" /><figcaption id="caption-attachment-35093" class="wp-caption-text">David Ayer, diretor do pôlemico Esquadrão Suicida (2016), dirige a ação (Foto: Amazon Prime Video)</figcaption></figure>
<p><b>Beekeeper: Rede de Vingança (The Beekeeper)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao entregar uma história inusitada e um elenco de peso, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Beekeeper: Rede de Vingança</i></span><span style="font-weight: 400;"> é um dos melhores filmes de 2024. O longa conta a história de James Clay, um apicultor e ex-agente de um programa secreto que, ao ver sua vizinha querida cair em um golpe financeiro na internet, se revolta com o roubo e </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://vm.tiktok.com/ZMkV62tc9/">passa a caçar (literalmente)</a></span><span style="font-weight: 400;"> todos os envolvidos nessa organização criminosa. A inovação e diferença desta obra para outras que possuem protagonistas justiceiros é a verossimilidade do enredo com os tempos atuais. Quem nunca caiu em uma farsa virtual ou conhece um amigo que já passou por isso? Essas trapaças trazem uma revolta em todos os enganados e, por isso, a produção traz uma sensação de que “a justiça foi feita”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa é protagonizado por Jason Statham que, além de ator, foi uma perfeita escolha para o papel ao ser um </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ySFh1dRlU50">lutador de artes marciais</a></span><span style="font-weight: 400;">. Além dele, Josh Hutcherson, da distopia de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/jogos-vorazes-em-chamas-10-anos/"><i>Jogos Vorazes</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, Minnie Driver, do drama </span><span style="font-weight: 400;"><i>Gênio Indomável</i></span><span style="font-weight: 400;">, e Emmy Raver-Lampman, da série </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/the-umbrella-academy-3a-temp-critica/"><i>The Umbrella Academy</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, fazem parte do filme. A obra recebeu indicações no <em>Golden Trailer Awards</em>, <em>Indiana Film Journalists Association</em>, <em>US</em> e <em>Philadelphia Film Critics Circle Awards</em>, mas não ganhou nenhum dos prêmios. Para os amantes de ação que torcem para que o lado mau da história perca todo seu império corrupto, </span><span style="font-weight: 400;"><i>The Beekeeper</i></span><span style="font-weight: 400;"> (no original) é a escolha perfeita para assistir com os amigos ou com sua família. </span><b>&#8211; Luísa Tabchoury</b></p>
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<figure id="attachment_35098" aria-describedby="caption-attachment-35098" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35098 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5-800x419.jpg" alt="Cena de Moana 2. A cena retrata Moana navegando com determinação em uma pequena embarcação de madeira sobre águas azul-turquesa. Ela segura firme um remo esculpido, que apresenta o símbolo do anzol de Maui gravado em sua lâmina, e tem uma expressão confiante no rosto. Seus cabelos cacheados e escuros estão levemente desalinhados pelo vento, e ela usa um colar com um pingente brilhante sobre seu traje de inspiração polinésia, composto por um top vermelho e uma saia adornada com detalhes tradicionais. Ao fundo, a paisagem revela um cenário exuberante e misterioso: imensas formações rochosas cobertas de vegetação emergem do mar, enquanto uma criatura colossal espreita atrás delas. Seu corpo escamoso e brilhante reflete tons azulados e arroxeados, e seus múltiplos olhos circulares observam atentamente a jovem navegadora. " width="800" height="419" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5-800x419.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5-1024x536.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5-768x402.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5-1200x628.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/5dce1e83-4712-4e94-8b95-b8b5c3acb3c5.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35098" class="wp-caption-text">Moana 2 bate mais de 1 bilhão de dólares na bilheteria global e está no top 3 filmes mais vistos de 2024 (Walt Disney Animation Studios)</figcaption></figure>
<p><b>Moana 2 (Moana 2)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aguardada sequência de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Moana: Um Mar de Aventuras</i></span><span style="font-weight: 400;"> trouxe à tona um enredo que equilibra nostalgia e inovação, consolidando o universo criado pela <em>Disney</em> como um dos mais ricos de sua era. </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.disney.com.br/filmes/moana-2"><i>Moana 2</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> mergulha ainda mais fundo na relação entre humanos e natureza, além de resolver o dilema se existem ou não outros povos espalhados pelo oceano. A trilha sonora conta com canções vibrantes e letras que ressoam os temas de superação e da conexão com as raízes. Lançado em um momento de reflexão ambiental global, o filme foi aclamado por críticos e público, além de solidificar seu lugar no imaginário popular com visuais deslumbrantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde os materiais promocionais até o lançamento, <a href="https://www.ingresso.com/noticias/filme-moana-2-recordes-estreia-cinemas"><em>Moana 2</em></a> provou ser mais que uma sequência previsível, na verdade é um marco em representatividade e inovação de narrativa. A produção não se limita à beleza estética, mas também reflete seu papel em fomentar diálogos sobre responsabilidade ambiental e cultural. Comparado ao impacto de seu antecessor, a segunda parte trouxe um tom mais maduro e corajoso, reafirmando a importância de histórias que transcendem gerações. O </span><span style="font-weight: 400;">impacto social gerado por debates sobre a preservação dos oceanos elevam o longa como um marco necessário no Cinema de animação atual. </span><b>&#8211; Marcela Jardim</b></p>
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<figure id="attachment_35099" aria-describedby="caption-attachment-35099" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35099" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds-800x532.jpg" alt="Cena do filme O Senhor dos MortosNa imagem, o personagem de Vincent Cassel está à esquerda, com uma camisa cinza e um sobretudo preto. Um pouco à direita está a personagem de Soo-Min, com um vestido preto. Ela está com o rosto virado para para o personagem de Cassel, mas seu olhar é vago, pois sua personagem é cega. Ela segura o rosto de Vincent Cassel, e ele a observa." width="800" height="532" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds-800x532.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds-1024x681.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds-768x511.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds-1200x799.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/shrouds.jpg 1360w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35099" class="wp-caption-text">“Você nunca substituirá Becca” (Foto: SBS)</figcaption></figure>
<p><b>O Senhor dos Mortos (The Shrouds)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/tag/48a-mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/">48º Mostra Internacional de Cinema em São Paulo</a></span><span style="font-weight: 400;">, pouco se falou sobre </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/o-senhor-dos-mortos-critica/"><i>O Senhor dos Mortos</i></a></span><span style="font-weight: 400;"><i>, </i></span><span style="font-weight: 400;">um dos filmes mais divisivos do evento. O mais novo longa de David Cronenberg foi lançado em diversos festivais em 2024, mas ainda não chegou ao público geral de vários países, incluindo o Brasil. Na trama, Karsh (Vincent Cassel) é um homem que perdeu sua esposa, Becca (Diane Kruger) e a enterrou em seu cemitério de alta tecnologia em que é possível ver o cadáver dentro do caixão. Certo dia, ele é avisado que os túmulos foram depredados e vai em busca do culpado e do motivo, ao mesmo tempo em que tenta superar a sua falecida mulher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de polêmico, a obra se ganha pela auto análise que o canadense se propõe a fazer. Ele explora sua filmografia, por meio do personagem principal, olhando de um jeito até cômico para a naturalidade com que ele explora o mórbido. Ademais, é por meio da Arte que artistas como ele conseguem se expressar. Nesse sentido, o diretor escreveu o longa-metragem</span> <span style="font-weight: 400;">como forma de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://cinepop.com.br/the-shrouds-david-cronenberg-revela-que-inspiracao-veio-apos-morte-da-esposa-489315/">revelar a dor</a></span><span style="font-weight: 400;"> que sentiu pela perda da sua esposa que faleceu em 2017, além de uma maneira de homenageá-la. &#8211;</span><b> Guilherme Moraes</b></p>
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<figure id="attachment_35100" aria-describedby="caption-attachment-35100" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35100" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Donzela-Maria-Fernanda-800x450.webp" alt="Cena do filme Donzela. A cena mostra a personagem Elodie, a qual é interpretada por Millie Bobby Brown, deitada em uma superfície de pedra com algumas rachaduras. A imagem mostra apenas seu rosto, coberto de medo e sangue, com a parte direita de sua face iluminada pela luz. Sobre seu peito, há uma pata de um dragão a segurando contra o chão. Sua pata é preta com detalhes em amarelo e suas unhas são afiadas." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Donzela-Maria-Fernanda-800x450.webp 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Donzela-Maria-Fernanda-1024x576.webp 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Donzela-Maria-Fernanda-768x432.webp 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Donzela-Maria-Fernanda.webp 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35100" class="wp-caption-text">Millie Bobby Brown cresce sua atuação em filme sobre força feminina (Foto: Netflix)</figcaption></figure>
<p><b> Donzela (Damsel)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://youtu.be/WvFHERDoBVg?si=99EiPnY3PUmkwcsq"><i>Donzela</i></a></span><span style="font-weight: 400;"> possui efeitos visuais muito bem trabalhados, que retratam o contexto de ação do filme. Os cenários são bem ambientados e apresentam uma sociedade campista e medieval, com figurinos muito bem escolhidos. É perceptível a tentativa de criação de um conto de fadas em uma terra mais distante que a visão do público, o que funciona muito bem para a produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um aspecto bem interessante é a mensagem de um heroísmo para a figura feminina, de modo que Elodie (</span><span style="font-weight: 400;"><i><a href="https://www.instagram.com/milliebobbybrown?igsh=NWhva2VmYW11bmgx">Millie Bobby Brown</a></i><i>) </i></span><span style="font-weight: 400;">precisa tomar coragem e decisões para sobreviver de um dragão que a persegue na caverna. Entretanto, apesar da evolução da protagonista de <em>Stranger Things</em>, é perceptível que as ações de sua personagem ao final da obra tornam-se muito previsíveis, deixando o espectador já ciente do desfecho antes mesmo de seu fim. </span><b>&#8211; Maria Fernanda Beneton</b></p>
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<figure id="attachment_35101" aria-describedby="caption-attachment-35101" style="width: 770px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-35101" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/78997a2d-aa84-445c-91e9-4d15e0e08fd2.jpg" alt="Cena do filme A Verdadeira Dor. À esquerda, o personagem Benji usa uma blusa de frio com capuz vermelha escura. À direita, o personagem David usa uma camisa azul escura com uma blusa de frio em um tom um pouco mais claro de azul. Os dois estão olhando para frente, para a mesma direção. É de dia e atrás deles tem uma construção acinzentada. " width="770" height="416" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/78997a2d-aa84-445c-91e9-4d15e0e08fd2.jpg 770w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/04/78997a2d-aa84-445c-91e9-4d15e0e08fd2-768x415.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35101" class="wp-caption-text">A Verdadeira Dor foi produzido pela empresa que Emma Stone fundou junto ao marido, chamada Fruit Tree (Foto: Searchlight Pictures)</figcaption></figure>
<p><b>A Verdadeira Dor (A Real Pain)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Jesse Eisenberg se colocou à frente e atrás da câmera para contar a história de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iH4DDsO17dY"><i>A Verdadeira Dor</i></a></span><span style="font-weight: 400;">. Além de assumir o papel do protagonista, Eisenberg escreveu, dirigiu e produziu a comédia dramática que acompanha dois primos que não poderiam ser mais diferentes um do outro em uma viagem de grande valor emocional, após a morte da sua avó. O enredo explora com muito tato e um humor sensível os temas de perda, luto e traumas, mas o que realmente o destaca como algo especial é o capricho voltado para o desenvolvimento dos personagens. A obra cede um olhar atento para as contradições e conflitos internos da individualidade de cada um, distanciando-se dos estereótipos rasos que estavam a fácil alcance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kieran Culkin conquistou seu lugar entre os queridinhos da indústria por sua </span><span style="font-weight: 400;"><i>performance</i></span><span style="font-weight: 400;"> na aclamada série </span><span style="font-weight: 400;"><i>Succession</i></span><span style="font-weight: 400;">. Com </span><span style="font-weight: 400;"><i>A Verdadeira Dor</i></span><span style="font-weight: 400;">, o ator provou que seu talento se adapta e, mesmo com o fim da série, ele continua no jogo. A interpretação de Culkin fez dele o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.goldderby.com/article/2025/2025-oscars-best-supporting-actor-breakdown-kieran-culkin/">queridinho das premiações</a></span><span style="font-weight: 400;">, lhe rendendo os prêmios de Melhor Ator Coadjuvante no </span><span style="font-weight: 400;"><i>Oscar</i></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Globo de Ouro</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Critics Choice </i></span><span style="font-weight: 400;">e </span><span style="font-weight: 400;"><i>BAFTA</i></span><span style="font-weight: 400;">. O trabalho de Eisenberg também foi bem reconhecido e ele venceu o </span><span style="font-weight: 400;"><i>BAFTA</i></span><span style="font-weight: 400;"> por Melhor Roteiro Original e foi indicado na mesma categoria ao </span><span style="font-weight: 400;"><i>Oscar</i></span><span style="font-weight: 400;">. O filme ganhou o </span><span style="font-weight: 400;"><i>Critics Choice</i></span><span style="font-weight: 400;"> como Melhor Filme de Comédia. </span><b>&#8211; Giovanna Freisinger </b></p>
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