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	<title>Arquivos Eloah Kaway &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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	<title>Arquivos Eloah Kaway &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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		<title>Nascida Para Você: o amor que desafia regras</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 20:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Análise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eloah Kaway Em Nascida Para Você, (Nata Per Te, no original), acompanhamos Luca, interpretado por Pierluigi Gigante, em uma trajetória que destaca não apenas o desejo de formar uma família, mas também a determinação de vencer obstáculos impostos por um sistema tradicionalista. O protagonista, homossexual e solteiro, trabalha em uma ONG que ajuda pessoas com &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/nascida-para-voce-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Nascida Para Você: o amor que desafia regras"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34787" aria-describedby="caption-attachment-34787" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-34787" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2.png" alt="" width="1600" height="1067" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2.png 1600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2-800x534.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2-1536x1024.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image2-2-1200x800.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-34787" class="wp-caption-text">Filme busca retratar o vínculo crescente entre pai e filha em um contexto para garantir seus direitos de paternidade em um sistema que ainda discrimina famílias &#8216;não tradicionais&#8217; (Foto: Bartleby Film)</figcaption></figure>
<p><b>Eloah Kaway</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Nascida Para Você</span></i><span style="font-weight: 400;">, (</span><i><span style="font-weight: 400;">Nata Per Te</span></i><span style="font-weight: 400;">, no original)</span><span style="font-weight: 400;">, acompanhamos Luca, interpretado por Pierluigi Gigante, em uma trajetória que destaca não apenas o desejo de formar uma família, mas também a determinação de vencer obstáculos impostos por um sistema tradicionalista. O protagonista, homossexual e solteiro, trabalha em uma </span><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/organizacao-nao-governamental-ong.htm"><span style="font-weight: 400;">ONG</span></a><span style="font-weight: 400;"> que ajuda pessoas com necessidades especiais, demonstrando empatia e sensibilidade desde o início. Esse pano de fundo enriquece sua motivação ao tentar adotar Alba, uma bebê com </span><a href="https://altadiagnosticos.com.br/saude/sindrome-de-down"><span style="font-weight: 400;">síndrome de Down</span></a><span style="font-weight: 400;"> que foi rejeitada por várias famílias antes.</span></p>
<p><span id="more-34786"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme mostra a resiliência de </span><a href="https://www.imdb.com/name/nm10827171/"><span style="font-weight: 400;">Luca</span></a> <span style="font-weight: 400;">ao enfrentar um sistema que dificulta adoções por parte de pessoas fora do padrão heteronormativo. Em sua busca pela guarda da criança, ele se depara com as dificuldades de quem vive à margem das convenções estabelecidas, e a trama revela suas lutas internas e externas. Além da batalha legal, o protagonista enfrenta o peso das críticas sociais, também lidando com tensões em seu relacionamento amoroso, o que torna sua trajetória ainda mais desafiadora.</span></p>
<figure id="attachment_34789" aria-describedby="caption-attachment-34789" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-34789" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1.png" alt="" width="1600" height="1067" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1.png 1600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1-800x534.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1-1536x1024.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image4-1-1200x800.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-34789" class="wp-caption-text">Com direção sensível de Fabio Mollo, a trama aborda adoção, amor incondicional e a luta por direitos em uma sociedade em transformação (Foto: Bartleby Film)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Inspirado em uma história real, o filme une romance e política ao tratar dos desafios da adoção em um sistema tradicionalista. Fabio Mollo, diretor, baseia-se na experiência de Trapanese para criar uma narrativa sensível. O enredo destaca o amor incondicional entre pai e filha. Com equilíbrio, aborda questões sociais e emocionais. Assim, a trama emociona ao retratar a luta por direitos e aceitação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história também enfatiza a relevância da figura de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Sq2J_YU-TQo"><span style="font-weight: 400;">Teresa</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma advogada que se junta a Luca para ajudá-lo a navegar pelo emaranhado judicial. Uma mãe solteira, oferece a Luca mais do que apoio jurídico, ela personifica o olhar solidário e a força feminina que reconhece a legitimidade de seu desejo de criar uma família. Juntos eles enfrentam um processo que escancara as dificuldades e a frieza de um sistema legal, que pouco se adapta às mudanças sociais e às novas composições familiares.</span></p>
<figure id="attachment_34788" aria-describedby="caption-attachment-34788" style="width: 1999px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-34788" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2.png" alt="" width="1999" height="1333" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2.png 1999w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2-800x533.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2-768x512.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2-1536x1024.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image3-2-1200x800.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-34788" class="wp-caption-text">Teresa Saponangelo divide o protagonismo de Nascida Para Você (Foto: Gianni Fiorito)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma abordagem direta e acessível, o </span><a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt23708786/?reasonForLanguagePrompt=browser_header_mismatch"><span style="font-weight: 400;">filme</span></a> <span style="font-weight: 400;">evita o linguajar técnico, o que torna a luta do protagonista mais fácil de ser compreendida pelo público. A simplicidade na narrativa jurídica valoriza o aspecto emocional e o longa se apoia na realidade do caso que inspirou a história, mostrando como as limitações das leis podem afetar pessoas que apenas desejam amar e serem amadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dualidade entre amor e burocracia permeia o enredo, construindo uma tensão que cativa o espectador. Ao mesmo tempo em que nos emocionamos com o vínculo entre Luca e Alba, vemos os desafios desgastantes do processo judicial que eles enfrentam. É uma narrativa que abre espaço para debates profundos sobre o que define uma família e sobre as regras que governam o direito à parentalidade em sociedades que ainda valorizam mais as aparências do que o amor.</span></p>
<figure id="attachment_34791" aria-describedby="caption-attachment-34791" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34791" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image1-2.png" alt="" width="1200" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image1-2.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image1-2-800x533.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image1-2-1024x683.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/02/image1-2-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-34791" class="wp-caption-text">Pierluigi Gigante, que interpreta Luca Trapanese no filme Nata Per Te, compartilha cenas emocionantes com a pequena Alba (Foto: @Trapaluca no Instagram)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O longa não apenas emociona, mas também questiona os limites da legislação frente a mudanças sociais. A história destaca como uma vida é afetada pela rigidez do sistema, ao mesmo tempo que nos encoraja a considerar como o amor é capaz de subverter essas normas em prol de uma vida mais justa. É um filme que, ao mostrar a perseverança de Luca, sugere que transformações podem ocorrer quando histórias como essa ganham visibilidade.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Nascida Para Você</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma obra que convida à reflexão sobre inclusão e aceitação. A relação entre Luca e Alba é um forte lembrete de que o amor deve ser livre de preconceitos e normas impostas pela sociedade. O filme esteve disponível no Festival de Cinema Italiano no Brasil, que aconteceu entre Novembro e Dezembro de 2024.</span></p>
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		<title>Estante do Persona &#8211; Outubro de 2024</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 19:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos têm medo de filmes de terror. Produções gráficas de violência, sangue, sustos em formato jumpscare, gore e outras possibilidades da linguagem audiovisual acumulam fãs e haters por todo o mundo, mas, e na Literatura? O que o horror é capaz de fazer? O Estante do Persona de Outubro vem te responder essa pergunta e, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/estante-do-persona-outubro-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Estante do Persona &#8211; Outubro de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34368 size-full" src="https://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/wp-image7099994186769339465.jpg" width="1024" height="538" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/wp-image7099994186769339465.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/wp-image7099994186769339465-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/wp-image7099994186769339465-768x404.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption class="wp-caption-text">No Estante do Persona de Outubro o horror está nas páginas (Arte: Aryadne Xavier/Texto de abertura: Jamily Rigonatto)</figcaption></figure>
<p>Muitos têm medo de filmes de <a href="https://personaunesp.com.br/tag/terror/">terror</a>. Produções gráficas de violência, sangue, sustos em formato <span style="font-weight: 400;"><i>jumpscare</i></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;"><i>gore</i></span><span style="font-weight: 400;"> e outras possibilidades da linguagem audiovisual acumulam fãs e<em> haters</em> por todo o mundo, mas, e na Literatura? O que o horror é capaz de fazer? O Estante do Persona de Outubro vem te responder essa pergunta e, como de costume, fazer indicações, dessa vez, horripilantes.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relato escrito de horror existe há muito tempo, com os primeiros registros sendo as gravuras nas paredes de cavernas e espaços afins, que já faziam uma espécie de documentação dos mitos e folclores que assustavam os homens muito antes dessa espécie de narrativa ser categorizada. O fluxo seguiu com menção a monstros, acontecimentos fantásticos, eventos sanguinários e muito mais ocupando diários, crônicas e, inclusive, <a href="https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/08/biblia-e-literatura-de-horror-como-um-dialoga-com-o-outro.html">textos religiosos</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o século XVIII, a materialização de textos voltados para o terror começa a aumentar. A incidência da teoria do pensamento lógico impulsiona a popularização de histórias que exploram o sobrenatural com menos enfoque na vontade divina. Nesse período, ocorre o lançamento de </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Castelo de Otranto (1764)</i></span><span style="font-weight: 400;">, de Horace Walpole, considerado o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ASJR6SJBIdY]">primeiro romance gótico</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No século seguinte, clássicos do gênero caem no gosto da população e se tornam lendas imortais. Entre os mais famosos estão </span><span style="font-weight: 400;"><i>Frankenstein (1818)</i></span><span style="font-weight: 400;">, de Mary Shelley, </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/dracula-critica/"><i>Drácula (1897)</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, de Bram Stoker, e a coletânea de livros de <a href="https://personaunesp.com.br/historias-extraordinarias-critica/">Edgar Allan Poe</a>. Estes, já sendo considerados inspirações inesgotáveis para diversas estórias de monstros, além de base para suas versões cinematográficas, lançadas com mais de 50 anos de diferença. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desse momento para frente, a ruptura promove uma revolução, com autores do mundo todo explorando os mais diversos aspectos do terror e horror. Nomes como <a href="https://personaunesp.com.br/territorio-lovecraft-livro-critica/">H.P. Lovecraft</a>, <a href="https://personaunesp.com.br/carrie-critica/">Stephen King</a>, <a href="https://personaunesp.com.br/tag/shirley-jackson/">Shirley Jackson</a>, Charles Beaumont, Neil Gaiman e incontáveis outros se tornaram referências para produções macabras com subcategorias e muita profundidade </span><span style="font-weight: 400;">– algumas até questionáveis</span><span style="font-weight: 400;">. De caça às bruxas a pequenas meninas que entram em portais macabros, a </span><span style="font-weight: 400;"><i>Horror Literature</i></span><span style="font-weight: 400;"> cria mundos ou narra o real com garras afiadas, suspense e imprevisibilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse texto não contempla nem metade das possibilidades que o gênero criou no universo literário e deixa, inclusive, de passear pelos frutos suculentos do <a href="https://exame.com/pop/genio-do-horror-por-que-raphael-montes-faz-tanto-sucesso-na-literatura-e-agora-no-streaming/">cenário nacional</a>. Por isso, a palavra fica agora com nossos redatores e suas indicações para lá de frescas, com veias fartas e cheias de sangue novinho… Quer dizer, criatividade, isso mesmo, criatividade e só! Agora, é sua vez de aproveitar e tirar um tempinho para adentrar esse imaginário, mas, por favor, deixe de fora o alho, as tochas e a caça aos monstros.</span></p>
<p><span id="more-34361"></span></p>
<hr />
<p><strong>Dicas do mês</strong></p>
<figure id="attachment_34365" aria-describedby="caption-attachment-34365" style="width: 534px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34365" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1-534x800.jpg" alt="Capa do livro A Cor Que Caiu do Céu de H.P. Lovecraft. A capa é azul escura, na parte superior dela está o nome do autor, H.P. Lovecraft, estilizado e decorado com três caveiras no canto esquerdo e um polvo sobre a letra “c”. No centro da capa há um pequeno círculo, representando a boca de um poço vista de seu fundo. Na parte inferior da capa está escrito “A Cor Que Caiu do Céu” " width="534" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1-534x800.jpg 534w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1-684x1024.jpg 684w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1-768x1150.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1-1026x1536.jpg 1026w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/a-cor-que-caiu-do-ceu-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 534px) 85vw, 534px" /><figcaption id="caption-attachment-34365" class="wp-caption-text">Um livro sobre o indescritível, A Cor Que Caiu Do Céu perturba a imaginação de qualquer um (Foto: Editora Pandorga)</figcaption></figure>
<p><b>Howard Phillips Lovecraft &#8211; A Cor Que Caiu do Céu (135 páginas, Editora Pandorga)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Das suas adoradas paisagens bucólicas da Nova Inglaterra, H.P. Lovecraft garimpa loucuras que não vem de assombrações e espíritos existentes nas obras de seus contemporâneos, mas de lugares mais antigos que o tempo e mais distantes que as estrelas. Em </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.com.br/cor-que-caiu-c%C3%A9u/dp/8584422854"><i>A Cor Que Caiu do Céu</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, o autor acaba por definir um dos conceitos mais fundamentais de suas obras: seres e objetos cuja mera existência traria loucura imediata a qualquer um que a presenciasse. Ao estudar a construção de um reservatório de água no nordeste dos Estados Unidos, o protagonista do livro se aprofunda em uma série de lendas macabras e relatos grotescos sobre um meteorito que transformou animais e homens em deformidades profanas e indescritíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O escritor polêmico pelos próprios preconceitos, os quais não se envergonhava ao transcrever pelas páginas, traz neste conto uma perturbação às mentes mais sadias. A forma a qual ele descreve os cheiros nauseantes, aparências dos animais mutantes, os sons que se podia ouvir do fundo do poço e do sótão, a própria paisagem que desrespeitava as leis naturais e até o sabor “</span><span style="font-weight: 400;"><i>entre o fétido e o salgado</i></span><span style="font-weight: 400;">” da água contaminada, faz com que o leitor busque, nas experiências mais desagradáveis da vida, algum parâmetro para imaginar tal terror, o resultado é de dar calafrios. </span><b>&#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_34363" aria-describedby="caption-attachment-34363" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-34363" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/frankestein-1-800x617.jpg" alt=" Fotografia da capa e quarta capa do livro Frankenstein de Mary Shelley. A capa está do lado direito, ela é verde neon e preto com o monstro Frankenstein como arte, o personagem escolhido é sua versão do filme de 1931. A fotografia é de seu rosto em perfil e o pescoço. Ele possui pontos e cicatrizes na testa e um prego enfiado abaixo da orelha. Entre capa e quarta capa está a lombada, no meio em letras estilizadas e grandes está o título “Frankenstein”. Na parte inferior o nome da autora em tamanho menor “Mary Shelley” e o desenho de uma peça chamada porca. Na parte de cima está a data de publicação 1818 e o símbolo da editora Aleph que é uma barra branca. Na quarta capa, à esquerda, a cor é roxa e há bastante texto, sinopse do livro, código de barras e citações de outros atores sobre a obra" width="800" height="617" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/frankestein-1-800x617.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/frankestein-1-768x592.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/frankestein-1.jpg 1000w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-34363" class="wp-caption-text">A adaptação mais famosa de Frankenstein para o Cinema é de 1931 (Foto: Editora Aleph)</figcaption></figure>
<p><b>Mary Shelley &#8211; Frankenstein (</b><b>336 páginas</b><b>, Editora Aleph)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><span style="font-weight: 400;"><i>Ele está vivo! Com certeza</i></span><span style="font-weight: 400;">”, você já ouviu essa frase e sabe que se trata de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://editoraaleph.com.br/products/frankenstein?variant=49223521009947"><i>Frankenstein</i></a></span><span style="font-weight: 400;">, a ficção científica gótica de Mary Shelley. Victor Frankenstein é obcecado por filosofia natural desde a infância e tem uma vida pacata, até que decide brincar de Deus e cria uma criatura que profana a existência; essa história você já conhece. Mas o assunto sobre o que Shelley estava falando no século XIX ressoa ainda em 2024. Com uma escrita maravilhosa, poética e fluída, o enredo não perde fôlego e até o começo da história, com o monstro de fora, é estimulante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recente edição de </span><span style="font-weight: 400;"><i>Frankenstein </i></span><span style="font-weight: 400;">no Brasil é da editora Aleph, a publicação é a história original de 1818 – Mary Shelley fez algumas alterações na linguagem para a terceira edição de 1831 e, desde então, grande parte dos </span><span style="font-weight: 400;"><i>Frankenstein </i></span><span style="font-weight: 400;">no país são traduções desta. Além disso, o livro possui cartas da autora, uma introdução escrita por ela e ilustrações. Alegoria para pessoas </span><span style="font-weight: 400;"><i>queer</i></span><span style="font-weight: 400;">, uma atualização do mito de </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.worldhistory.org/trans/pt/1-11877/prometeu/">Prometeu</a></span><span style="font-weight: 400;">, uma história de libertação de corpos ou um monstro terrível que aterroriza as ruas, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Frankenstein </i></span><span style="font-weight: 400;">pode ser o que você quiser e muito mais. </span><b>&#8211; Davi Marcelgo </b></p>
<hr />
<figure id="attachment_34364" aria-describedby="caption-attachment-34364" style="width: 527px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34364" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/OQUEESTALAFORA-1.webp" alt="A imagem mostra o livro O Que Está Lá Fora, de Kate Alice Marshall, publicado pela DarkSide. A capa é predominantemente escura, com tons de preto e cinza, retratando folhas e galhos em meio a uma teia de aranha, criando uma atmosfera sombria e misteriosa. O título está em letras grandes e vermelhas, destacando-se contra o fundo escuro. No canto superior da capa, há uma citação da autora Alice Feeney, elogiando o livro." width="527" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-34364" class="wp-caption-text">Naomi retorna à cidade natal para desvendar segredos sombrios (Foto: Editora Darkside)</figcaption></figure>
<p><b>Kate Alice Marshall &#8211; O que está lá fora (352 páginas, Darkside)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><span style="font-weight: 400;"><i>O Que Está Lá Fora</i></span><span style="font-weight: 400;">, Naomi Shaw retorna à cidade natal onde, anos antes, quase perdeu a vida em um ataque brutal numa floresta misteriosa. Na adolescência, ela e suas amigas, Cassidy e Olivia, criaram o enigmático Jogo da Deusa, embaladas pela atmosfera sombria e mágica da floresta. O incidente transformou as três em heroínas locais, mas segredos sombrios e uma verdade enterrada acompanham Naomi desde aquele verão fatídico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, uma nova morte próxima ao local do antigo ataque desperta questões sobre o que realmente aconteceu. Naomi precisa enfrentar as sombras do passado e desvendar mentiras cuidadosamente guardadas, mesmo que isso signifique arriscar tudo. Escrito por Kate Alice Marshall, o </span><span style="font-weight: 400;"><i>thriller</i></span><span style="font-weight: 400;"> explora amizade, traição e o poder de enfrentar os próprios demônios, em uma narrativa repleta de tensão e reviravoltas</span><b>. &#8211; Eloah Kaway</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_34362" aria-describedby="caption-attachment-34362" style="width: 260px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-34362" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/9786555982237-px8otjkwuq.png" alt="" width="260" height="369" /><figcaption id="caption-attachment-34362" class="wp-caption-text">Contos de Horror da Mimi é rotineiro e absurdo (Foto: Darkside)</figcaption></figure>
<p><b>Junji Ito &#8211; Contos de Horror da Mimi (248 páginas, Darkside)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se nos Estados Unidos os fãs do gênero se dividem entre eleger Stephen King e Edgar Allan Poe como o ‘rei do terror’, no Japão não há dúvidas do nome que leva esse título: </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ws6v-SoUwDI">Junji Ito</a></span><span style="font-weight: 400;">. Com seus mangás perturbadores, o autor coleciona coletâneas de pequenas crônicas com absurdos aterrorizantes, de espíritos à robôs com braços mecânicos macabros, o que não falta é possibilidade. Uma de suas antologias ilustradas, </span><span style="font-weight: 400;"><i>Contos de Horror da Mimi</i></span><span style="font-weight: 400;">, não decepciona nesse sentido. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passeando pelas historietas da jovem Mimi, o </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://br.ign.com/manga/105701/feature/nao-acho-possivel-desenhar-horror-sem-negatividade-diz-junji-ito-em-entrevista-ao-ign-brasil-leia">livro</a></span><span style="font-weight: 400;"> mostra suas experiências com o absurdo em narrativas com corte brusco que abrem espaço para a inquietude da mente – o texto surpreende ainda mais quando descobre-se que é inspirado nos contos reais de Hirokatsu Kihara e Ichiro Nakayama. Sob a tradução de Jéssica Ilha da Silva, a obra é agoniante, instigante e absolutamente fácil de devorar, mas necessita de atenção: o abocanhado pode ser você. </span><b>– Jamily Rigonatto </b></p>
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		<title>Estante do Persona &#8211; Agosto de 2024</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:34:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido como o mês infinito, Agosto não está entre os favoritos da população geral. Entretanto, quando se trata do meio literário, o período entrega boas pérolas brilhantes que se escondem nas conchas da confusa maré que domina os extremos da estação. No meio dessas, o Estante do Persona de Agosto de 2024 vai atrás do &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/estante-do-persona-agosto-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Estante do Persona &#8211; Agosto de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33920" aria-describedby="caption-attachment-33920" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-33920" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Estante_CAPA_WORDPRESS-800x420.jpg" alt="" width="800" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Estante_CAPA_WORDPRESS-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Estante_CAPA_WORDPRESS-768x404.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Estante_CAPA_WORDPRESS.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33920" class="wp-caption-text">Seja entre Mel e Girassóis ou espécies de Jabuti, o Estante do Persona de Agosto brada a natureza encantadora da Literatura (Arte: Aryadne Xavier/ Texto de Abertura: Jamily Rigonatto)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecido como o mês infinito, Agosto não está entre os favoritos da população geral. Entretanto, quando se trata do meio literário, o período entrega boas pérolas brilhantes que se escondem nas conchas da confusa maré que domina os extremos da estação. No meio dessas, o </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/estante-do-persona/"><b>Estante</b> <b>do Persona </b></a><span style="font-weight: 400;">de Agosto de 2024 vai atrás do tesouro e o traz aos holofotes na edição de hoje. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">No dia 06, uma novidade chegou ao universo de uma das premiações literárias mais famosas e respeitadas do Brasil: <a href="https://www.premiojabuti.com.br/academico/">o Prêmio Jabuti</a>. De forma inédita, aconteceu a primeira edição Prêmio Jabuti Acadêmico, voltada a contemplar obras científicas, técnicas e profissionais. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A noite do evento foi sediada no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, e trouxe diversos pesquisadores de múltiplas áreas do conhecimento para fazer parte. Como destaque, foi escolhido pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) o nome de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ccSjcgGhEOk">Silvia Pimentel</a>, professora e especialista em direito das mulheres, como Personalidade Acadêmica. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">No total, foram contemplados vencedores em 29 categorias, incluindo o eixo Ciência e Cultura e os Prêmios Especiais. Além disso, 24 editoras tiveram seus títulos reconhecidos – com a <a href="https://personaunesp.com.br/tag/companhia-das-letras/">Cia das Letras</a> recebendo quatro estatuetas. Entre a lista de vencedores nomes conhecidos como o de Marilena Chauí marcaram presença.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Foi uma estreia para lá de especial e o futuro do Jabuti Acadêmico parece tão promissor quanto à caminhada que o prêmio tradicional percorre ao longo dos últimos <a href="https://www.premiojabuti.com.br/jabuti/historia/">66 anos</a>. Para embalar essa novidade ao bom e velho hábito da leitura, fique agora com a tradicional lista de indicações da editoria.<br />
</span><span id="more-33911"></span></p>
<hr />
<h3>Dicas do Mês</h3>
<figure id="attachment_33912" aria-describedby="caption-attachment-33912" style="width: 513px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-33912" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas-513x800.jpg" alt=" Capa do livro A Casa dos Budas Ditosos. A imagem da capa é uma ilustração de várias bocas, abertas e semiabertas, desenhadas encostadas uma na outra, em diversos ângulos. Os lábios e dentes são azul bem claro e a parte interna das bocas vermelha. Sobre a ilustração, um retângulo com o mesmo tom de vermelho serve de fundo para o título, o nome do autor e da editora, escritos com o mesmo azul do desenho." width="513" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas-513x800.jpg 513w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas-656x1024.jpg 656w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas-768x1199.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas-984x1536.jpg 984w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Casa-dos-Budas.jpg 1004w" sizes="auto, (max-width: 513px) 85vw, 513px" /><figcaption id="caption-attachment-33912" class="wp-caption-text">Em tempos de conservadorismo, uma obra como A Casa dos Budas Ditosos não se esconde do que há de mais humano em nós (Foto: Editora Alfaguara)</figcaption></figure>
<p><b>João Ubaldo Ribeiro &#8211; A Casa dos Budas Ditosos (128 páginas, Editora Alfaguara)</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">A Casa dos Budas Ditosos</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi publicado inicialmente em 1999, como parte da coleção </span><i><span style="font-weight: 400;">Plenos Pecados</span></i><span style="font-weight: 400;">. É o quarto volume de sete livros, por sete autores, que retratam cada um dos pecados capitais. João Ubaldo Ribeiro escreve sobre a luxúria através dos relatos de uma narradora de 68 anos, que reconta em detalhes as experiências sexuais de sua juventude e vida adulta &#8211; da Bahia, onde nasceu, ao Rio de Janeiro, onde reside. A personagem é descarada e desbocada, descreve como sempre viveu a favor de suas vontades e desejos sem nenhum traço de culpa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O livro foi adaptado para o teatro por Domingos de Oliveira em 2004, em um monólogo encenado por Fernanda Torres. Vinte anos depois, a atriz rodou o país novamente com apresentações da peça no primeiro semestre deste ano e também levou a montagem à Portugal. A recepção das audiências provou que a história é atemporal e, por isso, merece o status que recebe: clássico. O texto pode ser reimaginado e redistribuído por anos e gerações futuras e continuar fresco, provocante e hilário. </span><b>&#8211; </b><b>Giovanna Freisinger</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33913" aria-describedby="caption-attachment-33913" style="width: 517px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-33913" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/OEstrangeiro.JPG-517x800.jpg" alt="Capa do Livro O Estrangeiro de Albert Camus. A capa é verde água, como três linhas pretas verticais compostas por pequenos círculos pretos. O nome do autor aparece centralizado na vertical, enquanto o nome do livro aparece em um retângulo negro na margem direita da capa." width="517" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/OEstrangeiro.JPG-517x800.jpg 517w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/OEstrangeiro.JPG.jpg 646w" sizes="auto, (max-width: 517px) 85vw, 517px" /><figcaption id="caption-attachment-33913" class="wp-caption-text">Publicado há 82 anos, O Estrangeiro é um marco importante na história dos romances do século XX (Foto: Record)</figcaption></figure>
<p><b>Albert Camus &#8211; O Estrangeiro (126 páginas, Editora Record)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um clássico da L</span><span style="font-weight: 400;">iteratura,</span> <a href="https://www.record.com.br/produto/o-estrangeiro/"><i><span style="font-weight: 400;">O Estrangeiro</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Albert Camus, marcou o debate filosófico de uma geração, ao questionar a vida cotidiana e a liberdade como conceitos que flertam e se intercalam com o absurdo. A genialidade do autor proporciona ao mesmo tempo uma trama envolvente que seduz o leitor ao observar banalidades da rotina que são atemporais e independentes de qualquer contexto geográfico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Obra acompanha os dias estranhamente comuns de Mersault, um europeu radicado na Argélia, então </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ak9aBZue9pw"><span style="font-weight: 400;">colônia francesa</span></a><span style="font-weight: 400;"> no norte da África. O advérbio &#8216;estranhamente&#8217; se encaixa neste contexto porque logo na primeira página o protagonista recebe a notícia da morte de sua mãe com uma enorme indiferença. O personagem não se prende ao luto, ao amor, religião ou qualquer elemento abstrato que sirva de guia ou razão para a vida. Mersault é livre e se asfixia na própria liberdade.  </span><b>&#8211; Guilherme Dias Siqueira</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33914" aria-describedby="caption-attachment-33914" style="width: 536px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-33914" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/mulherzinhas-536x800.jpg" alt="Capa do livro “Mulherzinhas”. O design apresenta uma ilustração com quatro mulheres brancas onde o fundo é rosa. As personagens, da esquerda para a direita, utilizam os vestidos da cor roxo, azul, verde e amarelo. O tom de cabelo das protagonistas, da esquerda para a direita, é preto, castanho claro, ruivo e castanho escuro. No centro da capa, há o título “Mulherzinhas” no tom preto. Na parte superior central, há a frase “Posfácio de María Dueñas” e logo abaixo o nome da autora Louisa May Alcott. No centro inferior da página, há uma frase “Edição completa do livro que inspirou o filme Adoráveis Mulheres”. Logo abaixo, há o logo da Editora Planeta." width="536" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/mulherzinhas-536x800.jpg 536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/mulherzinhas-686x1024.jpg 686w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/mulherzinhas-768x1147.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/mulherzinhas.jpg 911w" sizes="auto, (max-width: 536px) 85vw, 536px" /><figcaption id="caption-attachment-33914" class="wp-caption-text">Em Mulherzinhas, a autora disseca todos os medos que surgem com a chegada da vida adulta (Foto: Editora Planeta)</figcaption></figure>
<p><b>Louisa May Alcott &#8211; Mulherzinhas (480 página, Editora Planeta)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escrito por Louisa May Alcott, </span><i><span style="font-weight: 400;">Mulherzinhas</span></i><span style="font-weight: 400;"> conta a história de quatro irmãs que lidam com a juventude e a ausência do pai por conta da Guerra Civil Americana. Jo, Meg, Amy e Beth precisam, juntas, lidar com a maturidade que a vida carrega. </span><a href="https://personaunesp.com.br/adoraveis-mulheres-critica/"><span style="font-weight: 400;">Adaptado inúmeras vezes no cinema</span></a><span style="font-weight: 400;"> e também em séries de televisão, a narrativa de Little Women (título original) é atemporal e dialoga com qualquer um que está deixando de ser criança e tem de se tornar maduro. Aqui, o início dos 20 anos é o pontapé para uma discussão acerca da vida adulta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A trama se concentra entre passado e presente e, ao longo das mais de 400 páginas, vemos quatro mulheres que possuem, individualmente, narrativas de superação de seus próprios demônios. Embora seja centrada em personagens femininas, </span><a href="https://amenteemaravilhosa.com.br/biografia-de-louisa-may-alcott/"><span style="font-weight: 400;">os escritos de May Alcott</span></a><span style="font-weight: 400;"> se tornam universais ao discutirem sobre questões de gênero, trabalho e o principal: o contraponto entre os sonhos idealizados e a realidade. </span><b>&#8211; Guilherme Leal</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33915" aria-describedby="caption-attachment-33915" style="width: 449px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33915" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/ChamadeFerro.jpg" alt="Capa do livro “Chama de Ferro”. O design apresenta uma ilustração onde o fundo é predominantemente amarelo, com tons de vermelho e preto, criando uma atmosfera misteriosa e intensa. O fogo parece se misturar com o ambiente ao redor, dando um efeito dramático e dinâmico. O título &quot;Chama de Ferro&quot; está destacado em letras grandes e estilizadas, em uma cor que contrasta com o fundo, em volta existem nuvens e dragões voando. " width="449" height="683" /><figcaption id="caption-attachment-33915" class="wp-caption-text">Sequência mais que esperada, Chama de Ferro foi lançado em agosto de 2024 (Foto: Editora Planeta)</figcaption></figure>
<p><b>Rebecca Yarros &#8211; Chama de Ferro (720 páginas, Editora Planeta)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo livro da saga mais famosa de </span><a href="https://www.rebeccayarros.com"><span style="font-weight: 400;">Rebecca Yarros</span></a><span style="font-weight: 400;"> instiga os fãs de fantasia literária a adentrarem um mundo já conhecido nas telinhas com </span><a href="https://m.imdb.com/title/tt0944947/"><span style="font-weight: 400;">Game of Thrones</span></a><span style="font-weight: 400;">: os dos dragões. Ele acompanha Violet Sorrengayl no seu segundo ano no Colégio Basgiath, e apesar de ser extenso tem uma linguagem fácil e jovial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><a href="https://www.planetadelivros.com.br/livro-chama-de-ferro/405912"><span style="font-weight: 400;">Chama de Ferro</span></a><span style="font-weight: 400;"> nos aventuramos por novos lugares, conhecemos novos personagens, e também choramos com o fim de batalhas épicas. Os <em>plots twists</em>, romance e mistérios deixam tudo mais interessante, mas os dragões continuam sendo a melhor parte! </span><b>-Léa Secchi</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33916" aria-describedby="caption-attachment-33916" style="width: 539px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-33916" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/tudo-e-rio-539x800.jpg" alt=" capa do livro “Tudo é Rio”. O design imita as águas de um rio, mesclando tons de azul, vermelho e laranja. No canto direito, na parte superior, há o logo da Editora Record. Já na parte inferior, há o título da obra em letras vermelhas, prosseguido pelo nome da autora, Carla Madeira, em letras brancas." width="539" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/tudo-e-rio-539x800.jpg 539w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/tudo-e-rio.jpg 674w" sizes="auto, (max-width: 539px) 85vw, 539px" /><figcaption id="caption-attachment-33916" class="wp-caption-text">Complexo com as águas, Tudo É Rio é turbulento (Foto: Editora Record)</figcaption></figure>
<p><b>Carla Madeira &#8211; Tudo É Rio (210 páginas, Editora Record)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se banhar nas águas dos rios de sentimentos que inundam nosso coração enquanto mergulhamos em uma história visceral e crua. É este o convite que Carla Madeira nos faz em </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo é Rio</span></i><span style="font-weight: 400;">, best-seller </span><a href="https://personaunesp.com.br/trinta-segundos-sem-pensar-no-medo-critica/"><span style="font-weight: 400;">nacional</span></a><span style="font-weight: 400;"> que marca a estreia da autora na literatura ficcional. A trama aposta em laços familiares e mostra até onde o perdão consegue chegar em nome do amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de 210 páginas, acompanhamos o casal apaixonado Dalva e Venâncio se destruir e reconstruir após uma perda trágica, brutal e inimaginável. Além da dupla, a </span><a href="http://personaunesp.com.br/como-se-estivessemos-em-palimpsesto-de-putas-critica/"><span style="font-weight: 400;">prostituta</span></a><span style="font-weight: 400;"> Lucy rouba a cena quando se divide entre personagem e leitora. Assim como nós, ela quer entender o que aconteceu para que as então alma gêmeas se tornassem desafetos declarados um do outro</span><span style="font-weight: 400;">. </span><b>&#8211; Felipe Nunes</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33917" aria-describedby="caption-attachment-33917" style="width: 296px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33917" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/51jPie-5KaL._SY445_SX342_.jpg" alt="" width="296" height="445" /><figcaption id="caption-attachment-33917" class="wp-caption-text">Romance sáfico, Em Todas as Gotas de Chuva é clichê e apaixonante (Foto: Qualis)</figcaption></figure>
<p><b>L.S Englantine &#8211; Em Todas as Gotas de Chuva (246 páginas, Editora Qualis)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em<em> Em Todas as Gotas de Chuva</em>, você é transportado para a Vila das Íris, uma cidadezinha do interior marcada por uma rivalidade antiga entre duas famílias. Embora os conflitos passados entre os Lisboa e os Salgueiros tenham criado uma barreira entre os moradores, Atena Lisboa e Cordélia Salgueiro sempre acharam essa animosidade uma invenção para dar emoção à vida de seus parentes. Elas consideravam a rivalidade uma bobagem, mas ainda assim mantinham uma distância respeitosa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo muda quando um acaso do destino força Atena e Cordélia a compartilharem um assento em uma longa e cansativa viagem de trem. Esse trajeto, que remete à infância de ambas, promete uma viagem nostálgica e cheia de surpresas. Lado a lado, em um espaço tão pequeno, será que a rivalidade poderá persistir, ou o passado está destinado a se repetir? A leitura de &#8220;Em Todas as Gotas de Chuva&#8221; promete um mergulho envolvente nas complexidades das relações familiares e na mágica capacidade de transformar rivalidades em novas conexões.<strong> &#8211; Eloah Kawai</strong></span></p>
<hr />
<figure id="attachment_33919" aria-describedby="caption-attachment-33919" style="width: 540px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33919" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/09/d3985b_f0a16300a1ba482ba40aaa516df94394_mv2-_1_.png" alt="" width="540" height="528" /><figcaption id="caption-attachment-33919" class="wp-caption-text">Coletânea literária, Palavras de Concreto Armado tem o maior peso já medido: o social (Foto: Editora Mireveja)</figcaption></figure>
<p><strong>Vários autores &#8211; Palavras de Concreto Armado (148 páginas, Editora Mireveja)</strong></p>
<p>Viabilizado por meio da PEC (Programa de Estímulo a Cultura) o livro <em>Palavras de Concreto Armado </em>foi lançado em 2023 pela <a href="https://www.editoramireveja.com/product-page/palavras">editora Mireveja.</a> Constituído por vozes diversas da cidade de Bauru, o som descrito em sua narrativa vem de um só espaço, mesmo que não alocado na mesma porção territorial: a periferia. Trazendo 26 autores e artistas para explorarem os encantos de sua subjetividade, a obra emociona e impacta.</p>
<p>Entre sonhos, vivências, desejos, traumas e saudades, os personagens passeiam pelos labirintos de existir e resistir nas comunidades à margem dos grandes centros urbanos. Com uma proposta de leitura rápida e fluída, o texto não deixa de causar baque em suas 148 páginas. Além disso, sua composição gráfica é extremamente bem construída e chegou a receber o terceiro lugar no 13º Prêmio Brasileiro de Design. Sem condições de abaixar a guarda, armado é adjetivo para a periferia. <strong>&#8211; Jamily Rigonatto </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Até que ponto Po-Wing e Lai Yiu-Fai estão Felizes Juntos?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 19:14:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eloah Kaway Felizes Juntos, dirigido por Wong Kar-Wai, é um retrato fascinante e complicado sobre relacionamentos e descoberta pessoal. O filme mostra a relação tumultuada entre Ho Po-Wing (Leslie Cheung) e Lai Yiu-Fai (Tony Leung), um casal gay de Hong Kong perdido na melancolia de Buenos Aires. Com suas cenas ambientadas nas ruas da cidade &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/felizes-juntos-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Até que ponto Po-Wing e Lai Yiu-Fai estão Felizes Juntos?"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33587" aria-describedby="caption-attachment-33587" style="width: 700px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33587" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image4-5.png" alt="Dois homens abraçados dançam ao som de tango na cozinha de casa, em um momento íntimo. Leslie Cheung, à esquerda, veste uma camisa neutra e calças bege, enquanto Tony Leung, à direita, usa camisa neutra com calças jeans azuis." width="700" height="350" /><figcaption id="caption-attachment-33587" class="wp-caption-text">Tony Leung e Leslie Cheung protagonizam uma icônica cena de tango (Foto: Golden Harvest Company)</figcaption></figure>
<p><b>Eloah Kaway</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Felizes Juntos</span></i><span style="font-weight: 400;">, dirigido por </span><a href="https://youtu.be/wDkTPT-cgvk?si=jTIWmpnLhD0HC9-o"><span style="font-weight: 400;">Wong Kar-Wai</span></a><span style="font-weight: 400;">, é um retrato fascinante e complicado sobre relacionamentos e descoberta pessoal. O filme mostra a relação tumultuada entre Ho Po-Wing (Leslie Cheung) e Lai Yiu-Fai (Tony Leung), um casal gay de Hong Kong perdido na melancolia de Buenos Aires. Com suas cenas ambientadas nas ruas da cidade e nas impressionantes </span><a href="https://www.visitefoz.com.br/pontos-turisticos/cataratas-do-iguacu/"><span style="font-weight: 400;">Cataratas do Iguaçu</span></a><span style="font-weight: 400;">, Kar-Wai cria uma história visualmente incrível que nos faz pensar no amor em todas suas formas.</span></p>
<p><span id="more-33584"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No longa, os protagonistas são retratados em um relacionamento tumultuado, marcado por intensas oscilações. Em uma tentativa desesperada de reviver o amor que compartilham, decidem viajar para a </span><a href="https://www.britannica.com/place/Argentina"><span style="font-weight: 400;">Argentina</span></a><span style="font-weight: 400;">, buscando um afastamento radical de suas vidas anteriores. O objetivo deles é visitar as Cataratas do Iguaçu, uma jornada que adquire uma dimensão simbólica à medida que o longa avança e o vínculo entre eles se desfaz mais uma vez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha da música </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xVggBkYKGsQ"><i><span style="font-weight: 400;">Cucurrucucu Paloma</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de Caetano Veloso, como pano de fundo para a cena no Patrimônio Natural da Humanidade, não apenas complementa as imagens panorâmicas como também estabelece a abertura do filme de maneira poética. O uso das cores e da canção funciona como uma metáfora das emoções turbulentas dos protagonistas. Inicialmente imersa em cores saturadas que refletem a intensidade do amor entre Po-Wing e Yiu-Fai, a obra transita para tons mais sombrios de preto e branco à medida em que o relacionamento se desintegra, capturando habilmente os altos e baixos emocionais do casal.</span></p>
<figure id="attachment_33589" aria-describedby="caption-attachment-33589" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33589" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6.png" alt="Em uma imagem em preto e branco, Leslie Cheung e Tony Leung se abraçam, seus olhares revelando confusão diante das adversidades do relacionamento." width="1280" height="690" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6.png 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6-800x431.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6-1024x552.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6-768x414.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image1-6-1200x647.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33589" class="wp-caption-text">Leslie Cheung e Tony Leung vivem um amor conturbado e belo (Foto: Golden Harvest Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Através das performances de </span><a href="https://youtu.be/gr01rovvIfU?feature=shared"><span style="font-weight: 400;">Leslie Cheung</span></a><span style="font-weight: 400;"> e Tony Leung, </span><i><span style="font-weight: 400;">Felizes Juntos</span></i><span style="font-weight: 400;"> oferece uma exploração crua e honesta da complexidade humana, tecendo um retrato comovente de um amor apaixonado, porém, turbulento, que desafia as definições convencionais. Cheung e Leung capturam com maestria a dinâmica destrutiva entre Ho Po-Wing, impulsivo e errático, e Lai Yiu-Fai, mais reservado e contemplativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reflexão sobre o título do filme ganha mais sentido conforme a história se desenvolve. </span><a href="https://youtu.be/j-Qum-HQVM4?si=gkPNepVLSyWgtwN5"><i><span style="font-weight: 400;">Chun Gwong Cha Sit</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (no original) vai além da relação complicada entre dois indivíduos que, claramente, não estão felizes, explorando também a reconciliação interior e a aceitação do passado de cada um. Essa jornada emocional ressoa profundamente, oferecendo uma nova visão sobre o que realmente significa amar e se separar. O futuro é incerto; pode haver mais noites solitárias e desesperadoras pela frente mas, agora, eles estão livres das amarras que os prendiam. É um novo começo, mesmo que não seja juntos lado a lado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Wong Kar-Wai utiliza Buenos Aires como um contraponto ao seu habitual cenário em Hong Kong, explorando semelhanças e contrastes entre essas duas metrópoles. A cidade se torna um cenário simbólico para a desorientação e a busca por identidade dos personagens, evocando uma sensação de exílio emocional e físico. A transição gradual do filme, passando do preto e branco para cores vivas, reflete não apenas a evolução do relacionamento de </span><a href="https://youtu.be/d8po9qolv7Y?feature=shared"><span style="font-weight: 400;">Po-Wing e Yiu-Fai</span></a><span style="font-weight: 400;">, como também o próprio processo de crescimento pessoal deles.</span></p>
<figure id="attachment_33586" aria-describedby="caption-attachment-33586" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33586" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6.png" alt="Ao fundo da agitada Buenos Aires, as luzes neon iluminam a cidade enquanto um relógio marca 20h43" width="1920" height="1080" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6.png 1920w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image3-6-1200x675.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33586" class="wp-caption-text">O Fotógrafo Christopher Doyle transita drasticamente entre o preto e branco, e um colorido extremamente saturado (Foto: Golden Harvest Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Um método notável do jogo de câmera é o deslocamento de foco entre os personagens, que é efetivamente utilizado pelo diretor de Fotografia, </span><a href="https://x.com/dukefeng52"><span style="font-weight: 400;">Christopher Doyle</span></a><span style="font-weight: 400;">, para enfatizar a distância emocional e desconexão entre eles. Por exemplo, em uma cena em que Lai Yiu-Fai trabalha como porteiro e Ho Po-Wing ostenta seus novos relacionamentos, a lente se afasta de Yiu-Fai para focar em Po-Wing, o deixando desfocado e em segundo plano; à medida que ele se afasta da vida do parceiro tanto de forma literal quanto metaforicamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra técnica é o uso de movimentos circulares da câmera, que espelham a natureza cíclica do relacionamento dos personagens. Durante um passeio de táxi, que simboliza mais uma reconciliação, a máquina se move em padrões giratórios, ecoando o padrão repetitivo e vertiginoso de suas separações e retornos. Este movimento circular não apenas aprimora a </span><a href="https://youtu.be/j-Qum-HQVM4?feature=shared"><span style="font-weight: 400;">experiência visual</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas também aprofunda a compreensão do espectador sobre os estados emocionais estagnados e repetitivos dos personagens.</span></p>
<figure id="attachment_33585" aria-describedby="caption-attachment-33585" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33585" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image2-6.png" alt="Ho Po-Wing e Lai Yiu-Fai dentro do carro, com expressões magoadas após uma discussão." width="600" height="384" /><figcaption id="caption-attachment-33585" class="wp-caption-text">O filme rendeu ao diretor o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes (Foto: Golden Harvest Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos aspectos notáveis em </span><i><span style="font-weight: 400;">Felizes Juntos</span></i><span style="font-weight: 400;"> é Chang, interpretado por </span><a href="https://mydramalist.com/people/678-chang-chen"><span style="font-weight: 400;">Chang Chen</span></a><span style="font-weight: 400;">, que surge de maneira discreta e gradualmente se torna amigo de Lai Yiu-fai, que estava enfrentando a solidão. Ele é como uma luz radiante em meio às dificuldades e sua personalidade curiosa, às vezes, intrometida, traz um humor peculiar ao filme, ao mesmo tempo em que revela uma tristeza subjacente, como se houvesse um vazio difícil de preencher.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chang aspira viajar por diversos lugares antes de retornar a </span><a href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/pais/taiwan/"><span style="font-weight: 400;">Taiwan</span></a><span style="font-weight: 400;">, sua terra natal. Em uma jornada em busca pela felicidade, revela-se um homem cujas motivações são desconhecidas, mas que a breve passagem pela vida de Yiu-fai é suficiente para conectar o público profundamente a esse indivíduo simples, acolhedor e repleto de histórias por descobrir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas cenas finais, Lai Yiu-fai finalmente consegue sair de Buenos Aires e viaja não para </span><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/hong-kong/"><span style="font-weight: 400;">Hong Kong</span></a><span style="font-weight: 400;">, mas para Taipei. Ele vai ao mercado noturno onde a família de Chang Chen tem uma barraca de comida. Contudo, ele não está lá por viajar pelo mundo. &#8220;</span><i><span style="font-weight: 400;">Finalmente entendi como ele poderia ser feliz correndo livre assim</span></i><span style="font-weight: 400;">&#8220;, diz Yiu-fai em seu tom de voz narrativo, baixo e triste. &#8220;</span><i><span style="font-weight: 400;">É porque ele tem um lugar para onde sempre pode voltar</span></i><span style="font-weight: 400;">&#8220;. </span><span style="font-weight: 400;">É um momento de introspecção, onde Yiu-fai reconhece a dificuldade de encontrar um sentido de pertencimento e liberdade verdadeiros, mesmo em meio às descobertas pessoais e às mudanças de cenário.</span></p>
<figure id="attachment_33588" aria-describedby="caption-attachment-33588" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33588" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2.png" alt="À esquerda, Chang, um homem asiático com um boné cinza e jaqueta jeans, está ao lado de Yiu-fai, outro homem asiático vestindo uma blusa branca de algodão. O ambiente ao redor deles é preenchido por garrafas de cerveja." width="1280" height="690" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2.png 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2-800x431.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2-1024x552.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2-768x414.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image5-2-1200x647.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33588" class="wp-caption-text">A trilha sonora melancólica de Felizes Juntos, composta por Zhang Hongzhi, complementa perfeitamente a narrativa, intensificando as emoções do filme (Foto: Golden Harvest Company)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A crítica internacional elogia </span><i><span style="font-weight: 400;">Felizes Juntos</span></i><span style="font-weight: 400;"> como uma obra-prima do Cinema contemporâneo. O filme recebeu aclamação em importantes festivais ao redor do mundo, incluindo uma indicação à Palma de Ouro e o prêmio de Melhor Diretor no Festival de</span> <a href="https://www.festival-cannes.com/en/"><i><span style="font-weight: 400;">Cannes</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> de 1997. Esse reconhecimento não só celebra a habilidade de Wong Kar-Wai como um cineasta inovador, mas também destaca como o longa continua relevante ao explorar profundamente temas de identidade e busca por conexão humana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ponto forte do filme é como ele trata a sexualidade e a identidade de seus personagens sem clichês ou simplificações. Kar-Wai mostra um grande respeito pela complexidade e singularidade das jornadas pessoais de </span><a href="https://youtu.be/eEzHOmSTYDY?feature=shared"><span style="font-weight: 400;">Ho Po-Wing e Lai Yiu-Fai</span></a><span style="font-weight: 400;">, retratando suas lutas e vitórias de maneira genuína e humana. </span><i><span style="font-weight: 400;">Felizes Juntos</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma obra em que o cineasta ressoa além das fronteiras culturais e sexuais. É um lembrete de que, em de todas as lutas e triunfos, está a busca incansável pela felicidade e pela compreensão de nós mesmos e dos outros.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="HAPPY TOGETHER 4K | Official Trailer (English)" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/5VPvFaAWX9U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Estante do Persona &#8211; Maio de 2024</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:36:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se apaixonar e se encantar por um livro pela primeira vez é uma das experiências mais marcantes de qualquer leitor. Seja fantasia, drama ou romance, as narrativas literárias transportam o público para as páginas e escritos de um autor. Por isso, o Estante do Persona deste mês celebra as primeiras indicações dos novos membros da &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/estante-do-persona-maio-de-2024/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Estante do Persona &#8211; Maio de 2024"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33467" aria-describedby="caption-attachment-33467" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33467" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ESTANTE_HEADER.jpg" alt="" width="1024" height="538" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ESTANTE_HEADER.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ESTANTE_HEADER-800x420.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/06/ESTANTE_HEADER-768x404.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33467" class="wp-caption-text">Em Maio, o Estante do Persona faz ode aos inícios (Texto de abertura por: Guilherme Machado Leal/ Artes: Julia Rodrigues)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Se apaixonar e se encantar por um livro pela primeira vez é uma das experiências mais marcantes de qualquer leitor. Seja fantasia, drama ou romance, as narrativas literárias transportam o público para as páginas e escritos de um autor. Por isso, o </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/estante-do-persona/"><b>Estante do Persona</b></a><span style="font-weight: 400;"> deste mês celebra as primeiras indicações dos novos membros da Editoria com uma lista seleta de obras marcantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De suspenses literários brasileiros a clássicos mundiais, as recomendações atravessam os mais variados gêneros e atingem todos os públicos. Entre histórias em quadrinhos e livros sobre a iminência da vida adulta, algo que une todas as indicações do mês de Maio é o amor pela Literatura e pelas histórias contadas. Das narrativas infantojuvenis às poesias profundas de </span><a href="https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2022/02/quem-foi-sylvia-plath-e-qual-sua-importancia-para-literatura.html"><span style="font-weight: 400;">Sylvia Plath</span></a><span style="font-weight: 400;">, o cardápio de obras literárias oferece arcos envolventes de personagens e tramas de tirar o fôlego. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em suma, para este mês, as indicações se pautam em liberdade. Drama, </span><a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/vitrine/distopia-8-obras-obrigatorias-para-os-entusiastas-do-genero.phtml"><span style="font-weight: 400;">distopia</span></a><span style="font-weight: 400;">, aventura e muitos outros gêneros são encontrados no Estante do Persona de maio. Pegue uma pipoca, se aconchegue e se prepare para receber inúmeras recomendações de narrativas literárias. Do tradicional ao moderno, a lista a seguir é para quem pode se chamar de ávido leitor!</span></p>
<p><span id="more-33455"></span></p>
<hr />
<figure id="attachment_33457" aria-describedby="caption-attachment-33457" style="width: 666px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33457" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Uma-Familia-Feliz-2.jpg" alt="Capa do livro Uma Família Feliz. O nome do autor, em letras maiúsculas e na cor preta, está centralizado na parte superior da capa. Logo abaixo do nome, encontra-se a cabeça de um bebê reborn de perfil. O bebê reborn tem um coração desenhado no pescoço e os olhos rabiscados. Abaixo da ilustração da cabeça do bebê reborn, está o título do livro: Uma Família Feliz. Na parte direita, no canto inferior, encontra-se a logo da editora Companhia das Letras. O fundo da capa é rosa e possui ilustrações que se assemelham a um papel de parede infantil, com nuvens, luas minguantes e estrelas." width="666" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Uma-Familia-Feliz-2.jpg 666w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Uma-Familia-Feliz-2-533x800.jpg 533w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33457" class="wp-caption-text">&#8220;A história absurda e violenta que se escuta da amiga de uma amiga&#8221; (Foto: Companhia das Letras)</figcaption></figure>
<p><b>Raphael Montes &#8211; Uma Família Feliz (352 páginas, Companhia das Letras)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novelista, roteirista e escritor </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-vilarejo-critica/"><span style="font-weight: 400;">Raphael Montes</span></a><span style="font-weight: 400;"> está de volta com uma nova narrativa repleta de suspense e mistério. Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Uma Família Feliz</span></i><span style="font-weight: 400;">, o autor nos apresenta Eva, uma artesã que faz bebês reborn e se descobre grávida de uma criança real, o primogênito Lucas. O núcleo familiar aparentemente perfeito conta ainda com as enteadas gêmeas, Sara e Ângela, e o marido, Vicente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um condomínio de luxo onde as aparências enganam, a vida dos sonhos da família nos moldes de comercial de margarina se torna um pesadelo quando o recém-nascido Luquinhas e suas irmãs idênticas aparecem violentados. Com </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-vilarejo-critica/"><span style="font-weight: 400;">reviravoltas a cada capítulo,</span></a><span style="font-weight: 400;"> até o personagem mais inocente é considerado suspeito pela protagonista, que, inclusive, passa a desconfiar de si mesma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sucesso de crítica e público, o livro ganhou uma </span><a href="https://personaunesp.com.br/bom-dia-veronica-critica/"><span style="font-weight: 400;">adaptação audiovisual homônima</span></a><span style="font-weight: 400;"> estrelada por Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini na pele do disfuncional casal que fisgou os vorazes leitores de Raphael Montes. O roteiro do longa-metragem é assinado pelo autor da trama literária que inspirou o filme. Outras obras do escritor, inclusive, já foram adaptadas para o audiovisual, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Bom Dia, Verônica </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><a href="https://oglobo.globo.com/play/series/noticia/2023/07/21/livro-de-raphael-montes-vai-virar-serie-no-globoplay-saiba-quem-esta-fazendo-o-projeto.ghtml#:~:text=%E2%80%9CDias%20perfeitos%E2%80%9D%2C%20de%20Raphael,passagem%20pela%20HBO%20Max%2C%20dirigir%C3%A1.&amp;text=Montes%20atua%20como%20supervisor%20da,com%20produ%C3%A7%C3%A3o%20da%20RT%20Features."><i><span style="font-weight: 400;">Dias Perfeitos</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.  </span><b>&#8211; Felipe Nunes</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33459" aria-describedby="caption-attachment-33459" style="width: 682px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33459" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariossylviaplath1.jpg" alt="capa do livro Os Diários de Sylvia Plath. Nela, está uma foto da escritora sentada em uma cadeira num jardim. O enquadramento da imagem permite que visualizemos apenas a parte superior do corpo de Sylvia Plath, que não olha diretamente para a câmera - vemos o seu perfil. A autora veste um top branco de renda, com uma flor vermelha presa em seu elástico de cima, enquanto segura um dente-de-leão e olha para ele. Além disso, Plath, mulher branca de cabelos loiros e curtos, está de batom vermelho - mesma cor de seu esmalte. Na foto, ela aparenta falar algo e o dia parece ensolarado. O título do livro posiciona-se entre o rosto da escritora e sua mão - segurando o dente-de-leão. Abaixo do título, há informações adicionais: anos em que os diários foram escritos e o nome de Karen V. Kukil, responsável pela organização deles. A logo da Editora Biblioteca Azul está no canto inferior direito. " width="682" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariossylviaplath1.jpg 682w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariossylviaplath1-546x800.jpg 546w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33459" class="wp-caption-text">“De repente, penso ‘onde está a garota que eu era ano passado? Há dois anos? O que ela pensaria de mim agora?’” (Foto: Editora Biblioteca Azul)</figcaption></figure>
<p><b>Sylvia Plath &#8211; Os Diários de Sylvia Plath (840 páginas, Editora Biblioteca Azul)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A coletânea </span><i><span style="font-weight: 400;">Os Diários de Sylvia Plath</span></i><span style="font-weight: 400;">, publicada em novembro de 2017, reproduz os manuscritos originais que a enigmática escritora </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wCWl8ZIgCHk"><span style="font-weight: 400;">Sylvia Plath</span></a><span style="font-weight: 400;"> redigiu entre os últimos anos de sua vida &#8211; de 1950 a 1962. A leitura, por sua vez, assinala os meandros do amadurecimento feminino, bem como a inquietude de </span><a href="https://www.poetryfoundation.org/poets/sylvia-plath"><span style="font-weight: 400;">uma das maiores poetisas do século XX</span></a><span style="font-weight: 400;">. Com suas reflexões, Plath revela a genialidade com que lidava e escrevia sobre as angústias mais íntimas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob a tradução de </span><a href="https://www.companhiadasletras.com.br/colaborador/00588/celso-nogueira"><span style="font-weight: 400;">Celso Nogueira</span></a><span style="font-weight: 400;">, os diários da autora servem como um alívio: ela possui a notória habilidade de converter sentimentos, muitas vezes indescritíveis, em palavras. Os pensamentos melancólicos, comportamentos excêntricos e questionamentos existenciais, de forma inesperada, são reconfortantes. Através deles, Sylvia Plath reforça a mensagem de que não estamos sós na escuridão de nossa subjetividade. </span><b>&#8211; Esther Chahin </b></p>
<hr />
<p><figure id="attachment_33460" aria-describedby="caption-attachment-33460" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33460" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariodeumapaixao1.jpg" alt="Capa do livro Diário de uma paixão, escrito por Nicholas Sparks. Publicado pela editora Arqueiro. A imagem de fundo é uma fotografia de uma mulher adulta de frente para o mar. Ela está agachada em um deck e se segura em uma estrutura que remete a uma escada submersa na água. Ela usa um vestido vermelho, seu cabelo está preso em um coque com uma flor. No topo da capa lê-se &quot;o amor é a força mais poderosa do universo&quot;. Foram vendidas mais de 100 milhões de cópias do livro." width="696" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariodeumapaixao1.jpg 696w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/diariodeumapaixao1-557x800.jpg 557w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33460" class="wp-caption-text">“[&#8230;] O meu nome, em breve, será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.” (Foto: Editora Arqueiro)</figcaption></figure><b>Nicholas Sparks – Diário de uma Paixão (256 páginas, Editora Arqueiro)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1996, </span><a href="https://nicholassparks.com/"><span style="font-weight: 400;">Nicholas Sparks</span></a><span style="font-weight: 400;"> escreveu em seis meses o premiado </span><i><span style="font-weight: 400;">Diário de uma Paixão</span></i><span style="font-weight: 400;">, que passou 56 semanas na lista de </span><i><span style="font-weight: 400;">best-sellers</span></i><span style="font-weight: 400;"> do </span><a href="https://www.nytimes.com/1996/12/01/books/best-sellers-december-1-1996.html"><i><span style="font-weight: 400;">New York Times</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O clássico romance, traduzido pela </span><a href="https://www.editoraarqueiro.com.br/livros/diariodeumapaixao/"><span style="font-weight: 400;">Viviane Diniz</span></a><span style="font-weight: 400;">, conta a história de Duke, um homem simples que amou muito uma pessoa sua vida inteira. Na clínica de repouso em que mora, ele lê a linda e emocionante história do casal Allie Nelson e Noah Calhoun para uma senhora com Alzheimer, à espera de um milagre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sparks é reconhecido pelos seus </span><a href="https://nicholassparks.com/work/"><span style="font-weight: 400;">diversos romances</span></a><span style="font-weight: 400;"> com escritas simples, cativantes e dramas profundos sobre o amor, e seu livro de estréia não podia ser diferente. Com </span><i><span style="font-weight: 400;">Diário de uma Paixão</span></i><span style="font-weight: 400;">, o autor nos leva a questionar o que vale mais: uma vida estável ou a emoção de um amor de verão que sempre ficou na sua cabeça. Apesar de o início da obra não conter tanta riqueza e descrição das cenas, o livro termina com uma amarração perfeita. Podemos compreender Duke e nos solidarizar com toda a sua história, esperando, um dia, amar alguém como ele amou. – </span><b>Marina Iwashita Canelas</b></p>
<hr />
<figure id="attachment_33461" aria-describedby="caption-attachment-33461" style="width: 690px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33461" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/As-vantagens-de-ser-invisivel.jpg" alt="Capa do livro As vantagens de ser invisível. No centro da imagem vemos o desenho da silhueta de um garoto em cima de uma caminhonete. Seus braços estão erguidos para o alto como se estivesse sendo liberto e ficando livre de qualquer sentimento ruim. Na parte superior, o título da obra está escrito em letras pretas, o nome do autor aparece na cor branca. O nome da Editora Rocco encontra-se na parte inferior direita da imagem, na cor verde limão. Na parte esquerda central lê-se “nova edição com trecho inédito”, já na parte inferior esquerda está escrito “o livro que inspirou o filme”, em branco. A capa da obra é verde com detalhes em tons variados." width="690" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/As-vantagens-de-ser-invisivel.jpg 690w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/As-vantagens-de-ser-invisivel-552x800.jpg 552w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33461" class="wp-caption-text">“Então, esta é a minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim.” (Foto: Editora Rocco)</figcaption></figure>
<p><b>Stephen Chbosky &#8211; As vantagens de ser invisível (224 páginas, Editora Rocco)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerado um dos </span><i><span style="font-weight: 400;">best sellers</span></i><span style="font-weight: 400;"> mundiais, </span><i><span style="font-weight: 400;">As vantagens de ser invisível</span></i><span style="font-weight: 400;">, de Stephen Chbosky, é um romance epistolar que aborda o </span><a href="https://medium.com/@renato.alm/profundidade-e-delicadeza-para-se-compreender-as-vantagens-de-ser-invis%C3%ADvel-60172a262465"><span style="font-weight: 400;">drama adolescente</span></a><span style="font-weight: 400;"> da maneira mais sincera possível. A obra, traduzida por Ryta Vinagre, conta a história de Charlie, um garoto introvertido que escreve cartas a um </span><i><span style="font-weight: 400;">querido amigo</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma pessoa anônima. Com uma construção muito bem equilibrada, a história é intimista e envolvente, o que permite ao leitor acompanhar de perto o crescimento emocional e psicológico do protagonista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Através de suas cartas, Charlie revela seus desafios de adaptação à sua nova escola, encontrando amizades significativas. Em</span> <a href="https://letras.biblioteca.ufrj.br/as-vantagens-de-ser-invisivel-stephen-chbosky/"><i><span style="font-weight: 400;">As vantagens de ser invisível</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i><span style="font-weight: 400;"> Chbosky conta uma história honesta e emocionante sobre os desafios da adolescência, sobre o enfrentamento de demônios internos e até mesmo sobre a paixão não correspondida. Em 2012, a obra chegou a ser relida nas </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mgzV9aSS2y0&amp;pp=ygUmdHJhaWxlciBhcyB2YW50YWdlbnMgZGUgc2VyIGludmlzw612ZWw%3D"><span style="font-weight: 400;">telas do cinema</span></a><span style="font-weight: 400;"> e conta com Logan Lerman, Ezra Miller e Emma Watson no elenco. </span><b>&#8211; Vitória Borges</b></p>
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<figure id="attachment_33462" aria-describedby="caption-attachment-33462" style="width: 1000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33462" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/legend1.jpg" alt="Capa do livro legend. Na parte superior está escrito “Autora bestseller do New York Times” em dourado. Ainda na parte superior, logo abaixo, está escrito “Marie Lu” em dourado. Na parte central está um símbolo criado para representar a República. O símbolo é contornado por uma cor dourada. A letra “R” está no centro do símbolo. Acima dele está uma estrela. Na parte inferior está escrito “Legend” em dourado. Mais abaixo está escrito “A verdade se tornará lenda” em preto. Mais abaixo está escrito “Rocco” em dourado." width="1000" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/legend1.jpg 1000w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/legend1-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/legend1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/legend1-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-33462" class="wp-caption-text">Legend é o primeiro livro de uma trilogia, que se completa com as obras Prodigy e Champion &#8211; alguns anos depois a autora publicou Rebel, uma continuação direta da trilogia (Foto: Editora Rocco)</figcaption></figure>
<p><b>Marie Lu &#8211; Legend (256 páginas, Editora Rocco)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um contexto em que se publicava e produzia muitos livros e filmes sobre</span> <a href="https://www.terra.com.br/diversao/entre-telas/colunistas/ygor-palopoli/jogos-vorazes-e-a-febre-das-distopias-adolescentes,988c2e1080138d62a459f18bcb169a6e9uj87hvf.html"><span style="font-weight: 400;">distopias adolescentes</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://marielu.com/"><span style="font-weight: 400;">Marie Lu</span></a> <span style="font-weight: 400;">escreveu </span><i><span style="font-weight: 400;">Legend, </span></i><span style="font-weight: 400;">um livro menos lembrado que outros clássicos infanto-juvenis recentes como </span><i><span style="font-weight: 400;">Divergente </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Jogos Vorazes</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span> <span style="font-weight: 400;">No entanto, isso não o torna menos qualificado. Apesar de manter alguns elementos típicos das distopias, a escritora utiliza os clichês a favor da sua trama e não como muleta narrativa. É importante destacar que a responsabilidade de traduzir para o público brasileiro ficou por conta da muito competente Andréia Castro Alves. Marie Lu também se diferencia ao colocar o romance como o ponto central da obra, em que todas as mudanças na narrativa se dão em torno do amor dos dois protagonistas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra divide os capítulos entre os pontos de vista dos dois protagonistas: Day e June. Day é um fora da lei, que vive à margem da sociedade e comete crimes para sobreviver e ajudar a sua família. June é uma prodígio da República, que vive na parte mais abastada da sociedade. O destino junta os dois, quando o irmão de June é assassinado e Day se torna o principal suspeito. A obra traz tudo que se pode esperar de uma </span><a href="https://bvl.org.br/noticia/distopia-e-um-genero-ou-tema-literario#:~:text=Al%C3%A9m%20dessas%2C%20h%C3%A1%20outras%20caracter%C3%ADsticas,de%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20entre%20os%20personagens"><span style="font-weight: 400;">distopia</span></a><span style="font-weight: 400;">: analisa a desigualdade e o sistema autoritário, explora a juventude dos personagens e, principalmente, envolve com o romance e o mistério </span><b>&#8211; Guilherme Moraes</b></p>
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<figure id="attachment_33463" aria-describedby="caption-attachment-33463" style="width: 680px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33463" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Diomedes1.jpg" alt="Na ilustração, o personagem Diomedes está no centro, ele pula por cima do título “Diomedes” que está escrito na parte de baixo da capa, em cor preta e letras maiúsculas. O personagem é um homem branco, baixinho e gordo. Ele tem o bigode comprido. Ele usa um chapéu e um terno, ambos. A cor cinza escuro. Veste calça cinza, usa meias cano alto e usa um sapato social marrom. Na sua mão esquerda, segura uma pistola, na direita uma ferramenta pé de cabra. No fundo, a capa está dividida na vertical, a direita é na cor vermelha e a esquerda amarela. Na parte de cima está o nome do autor, Lourenço Mutarelli, logo abaixo do logo da editora Quadrinhos na Cia. Na parte de baixo, além do título, no canto direito está escrito A trilogia do acidente edição completa. " width="680" height="1000" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Diomedes1.jpg 680w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Diomedes1-544x800.jpg 544w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-33463" class="wp-caption-text">Publicado pela primeira vez em 1999, Diomedes é um clássico dos quadrinhos brasileiros (Foto: Quadrinhos Na Cia.)</figcaption></figure>
<p><b>Lourenço Mutarelli &#8211; Diomedes (A trilogia do acidente) (432 páginas, Editora Quadrinhos Na Cia)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esqueça tudo que você conhece sobre detetives, Sherlock Holmes e Hercule</span><span style="font-weight: 400;"> Poirot</span><span style="font-weight: 400;"> nunca serão Diomedes (e ainda bem)! Covarde, interesseiro e com um casamento falido, o detetive particular não tem nenhuma das características do deus grego homônimo ou de qualquer detetive da ficção. </span><a href="https://g1.globo.com/pop-arte/blog/maquina-de-escrever/post/lourenco-mutarelli-meu-pai-e-uma-figura-central-na-minha-vida.html"><span style="font-weight: 400;">Lourenço Mutarelli</span></a><span style="font-weight: 400;"> cria uma atmosfera </span><i><span style="font-weight: 400;">noir</span></i><span style="font-weight: 400;"> e autodepreciativa que prende o leitor em um verdadeiro enigma. O quadrinho extremamente pessoal, foi escrito no período em que o pai do autor faleceu, o escritor até assume em nota da edição que as piadas contadas pelo personagem foram contadas pelo seu pai. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De assassinato a magia, a história acompanha Diomedes numa caçada para encontrar o mágico Enigmo, que desapareceu. Porém, no meio da aventura, ele vai enfrentar duplas sanguinárias, detetives canalhas e aparições fantasmagóricas enquanto discute sobre a vida e felicidade. Com uma narrativa gráfica impecável e cinematográfica, o autor até indica </span><a href="https://youtu.be/d_a9SdsT3AI?si=sletKpl5n1dAhTBq"><span style="font-weight: 400;">músicas</span></a><span style="font-weight: 400;"> para ouvir durante a leitura nas notas de rodapé. </span><i><span style="font-weight: 400;">A trilogia do acidente</span></i><span style="font-weight: 400;"> é indispensável para quem ama suspense e quadrinhos. </span><b>&#8211; Davi Marcelgo </b></p>
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<figure id="attachment_33464" aria-describedby="caption-attachment-33464" style="width: 296px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33464" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Noivaa.jpg" alt="A capa do livro &quot;Noiva&quot; de Ali Hazelwood apresenta um fundo cinza, com desenhos de pinheiros, que remete a uma floresta. Ela é monocromática e conta com ilustrações em estilo cartoon em destaque. No centro, há um desenho em branco de uma vampira vestida de noiva. Ela é alta, pálida e magra, seus cabelos estão trançados no topo da sua cabeça com flores, que também enfeitam seu vestido leve. Ela usa batom e unhas vermelhas, e seus olhos observam algo ao seu lado. Atrás dela há o desenho em cinza de um lobo com olhos acesos, e de uma lua branca. O título &quot;Noiva&quot; está escrito na parte inferior em letras grandes e vermelhas, e o nome da autora, Ali Hazelwood, aparece na parte de cima da capa em letras da mesma cor porém menores, com descrições com propósito de marketing à sua volta. No canto inferior em branco e em letras pequenas há um comentário sobre o livro, feito por uma autora identificada por letras do mesmo tamanho porém vermelhas. " width="296" height="425" /><figcaption id="caption-attachment-33464" class="wp-caption-text">Lançado em 24 de Março de 2024 pela editora Arqueiro, Noiva é o primeiro livro de fantasia de Ali Hazelwood. (Foto: Editora Arqueiro)</figcaption></figure>
<p><b>Ali Hazelwood &#8211; Noiva (368 páginas, Editora Arqueiro)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma aliança entre lados opostos e um acordo de paz. Misery Lark nunca imaginou que isso viria na forma de um casamento arranjado, e ainda mais que seu noivo fosse o chefe da matilha rival, Lowe Moreland, um lobisomem…Para encontrar sua melhor amiga desaparecida, Misery arriscaria sua própria vida em território inimigo. Mesmo sendo filha do vampiro mais poderoso, ela cresceu exilada da sociedade dos sanguinários, e mais uma vez é usada como moeda de troca para </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=eq0ZF7aL_F8"><i><span style="font-weight: 400;">“um bem maior”</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em meio a perigos, políticas e alianças entre vampiros e licanos, surge também uma atração inesperada. Em</span> <a href="https://www.amazon.com.br/Noiva-Ali-Hazelwood/dp/6555656034"><i><span style="font-weight: 400;">Noiva</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, traduzido por Raquel Zampil, Ali Hazelwood consegue trazer mistério, ação e romance em um formato intrigante. Mas afinal, uma paixão paranormal entre inimigos mortais pode ao fim resultar em paz? A aliança mais perigosa a se fazer talvez seja aquela acidental… E que melhor reviravolta se não o amor?</span><b> &#8211; Léa Secchi</b></p>
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<figure id="attachment_33465" aria-describedby="caption-attachment-33465" style="width: 305px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-33465" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2024/05/Girls-like-girls.jpg" alt="Capa do livro Girls Like Girls: Uma História de Amor Entre Garotas. Na foto, o título do livro está escrito com fonte branca na parte central superior da capa. O subtítulo aparece ao lado direito em um tom rosa. A capa apresenta duas meninas. Da esquerda para direita, uma menina de cabelos marrons com uma camiseta listrada e uma garota de cabelos escuros com uma jaqueta jeans. Elas estão se olhando, estão de mãos dadas e estão sentadas. Ao fundo da imagem, no canto inferior esquerdo da capa, há uma bicicleta. Além disso, a paisagem é composta por árvores e arbustos. Na parte central inferior da capa, o nome da autora Hayley Kiyoko aparece com uma fonte branca. Ao lado do nome da autora, há o nome da Editora Intrínseca em uma fonte branca com um círculo roxo ao lado." width="305" height="445" /><figcaption id="caption-attachment-33465" class="wp-caption-text">Girls Like Girls fala sobre a descoberta da própria sexualidade e é perfeito para meninas LGBTQIAPN+ (Foto: Editora Intrínseca)</figcaption></figure>
<p><b>Hayley Kiyoko &#8211; Girls Like Girls: Uma História de Amor entre Garotas (320 páginas, Editora Intrínseca)</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://www.terra.com.br/diversao/musicas-que-viraram-livros-conheca-historia-de-girls-like-girls-e-mais-romances-vindos-de-cancoes,b6027b455815c3d8992e295ba35526cb4vkejqzc.html"><span style="font-weight: 400;">livro</span></a> <i><span style="font-weight: 400;">Girls Like Girls</span></i><span style="font-weight: 400;"> de Hayley Kiyoko, traduzido por Helen Pandolfi no Brasil, acompanha Coley, uma adolescente cuja vida muda drasticamente após perder a mãe. Carregando um peso emocional enorme, ela embarca em uma jornada de autoconhecimento enquanto enfrenta o luto. Surge então Sonya, uma jovem popular com uma influência cativante, destacando-se por sua bondade, compaixão e genuíno cuidado com os outros, desafiando os estereótipos associados aos populares da escola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora presenteia o leitor com uma narrativa sincera, o levando para uma viagem nostálgica à adolescência, em busca de aceitação e amor verdadeiro. A obra preenche uma lacuna na jornada de autoconhecimento, entregando uma história cativante que faz com que o público perca a noção do tempo, nos deixando ocasionalmente felizes batendo os pés na cama. Agradecemos a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=I0MT8SwNa_U"><span style="font-weight: 400;">Hayley Kiyoko </span></a><span style="font-weight: 400;">por esse presente carinhoso! </span><b>&#8211; Eloah Kaway</b></p>
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