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	<title>Arquivos Tarkovsky &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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	<title>Arquivos Tarkovsky &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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		<title>Andrei Tarkovsky: 30 anos sem o escultor do tempo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 22:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nilo Vieira Filho de pai poeta e mãe atriz, o russo Andrei Arsenyevich Tarkovsky conviveu com a arte desde sua infância: ia a recitais, ouvia Bach, admirava quadros de Leonardo Da Vinci. Desse modo, não é surpresa que seu modo de fazer cinema tenha sido de um refinamento artístico raro e, mesmo com apenas sete &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/andrei-tarkovsky-30-anos-sem-o-escultor-do-tempo/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Andrei Tarkovsky: 30 anos sem o escultor do tempo"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6993" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky-1024x786.jpg" alt="andrei-tarkovsky-cinema-stalker" width="840" height="645" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky-1024x786.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky-300x230.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky-768x590.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky-1200x921.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/andrei-tarkovsky.jpg 1472w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><strong>Nilo Vieira</strong></p>
<p>Filho de pai poeta e mãe atriz, o russo Andrei Arsenyevich Tarkovsky conviveu com a arte desde sua infância: ia a recitais, ouvia Bach, admirava quadros de Leonardo Da Vinci. Desse modo, não é surpresa que seu modo de fazer cinema tenha sido de um refinamento artístico raro e, mesmo com apenas sete longas-metragens no currículo, ainda permaneça como um dos mais influentes da história.</p>
<p><span id="more-6989"></span></p>
<p>O aspecto mais comentado de seus filmes, com justiça, é a fotografia. Embora seu estilo tenha sido lapidado mais tarde, logo em seu primeiro filme essa característica já se mostrava um forte. Os belos enquadramentos de <em>A Infância de Ivan</em> (1962) só confirmam a grande contradição que cerca a arte das lentes: possibilitar que mesmo as piores tragédias rendessem uma composição esteticamente agradável aos olhos. Ruínas, aliás, são uma constante na obra tarkovskiana e revelam um grande diferencial de seu trabalho &#8211; o diretor não pretende fornecer uma <a href="http://personaunesp.com.br/regresso-bonito-ver-uma-vez/" target="_blank">masturbação visual gratuita com centenas de quadros em florestas serelepes</a> e sim, forçar o espectador a observações nos mais diferentes cenários.</p>
<figure id="attachment_6994" aria-describedby="caption-attachment-6994" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-6994" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood-1024x767.jpg" alt="A Infância de Ivan: o caos da guerra sob diversos ângulos" width="840" height="629" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood-1024x767.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood-300x225.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood-768x575.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood-1200x899.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ivan-childhood.jpg 1280w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-6994" class="wp-caption-text">A Infância de Ivan: o caos da guerra sob diversos ângulos</figcaption></figure>
<p>Observação, aliás, é um termo intrínseco aos projetos de Tarkovsky. Suas filmagens em longos planos-sequência parecem dizer que o mundo não para de girar, mas que não é necessário entrar no fluxo incessante e massivo imposto pela sociedade. Os mínimos traços, sejam de um ser humano ou algum objeto qualquer, podem possuir uma beleza singular imperceptível no cotidiano e nos contar diversas histórias. É na meditação que o autoconhecimento melhor funciona, afinal; vale relembrar o clássico vídeo onde o cineasta aconselha os jovens a apreciar a solidão:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_Vvdtaaprzw?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>No entanto, o toque de mestre de Andrei é sua relação intimista com outras vertentes artísticas. A poesia de seu pai, Arseny, é essencial para a construção do tempo psicológico na obra-prima <em>Espelho</em> (1975), ao passo em que os conflitos entre arte e artista são tema central em <em>Andrei Rublev</em> (1966) &#8211; que, curiosamente, foca em períodos onde o pintor esteve inativo. O final deste, onde a pintura converge com a música erudita (escolha predominante nas trilhas de Tarko) após uma odisseia de mais de três horas, é um dos mais singulares já registrados &#8211; quantas outras tomadas contemplativas são tão substanciais e, ao mesmo tempo, épicas?</p>
<p>A arquitetura, além de fornecer perspectivas para a câmera, também colabora para a criação da ótica simbolista do cineasta, como bem representado em <em>Nostalgia</em> (1983). Posicionar alguém acima de uma estátua se torna um ato político, fundir uma casa de campo à construções antigas representa a grandiosidade de choques culturais; as possibilidades são infinitas.</p>
<figure id="attachment_6996" aria-describedby="caption-attachment-6996" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6996" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/nostalghia.png" alt="nostalghia" width="700" height="385" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/nostalghia.png 850w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/nostalghia-300x165.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/nostalghia-768x423.png 768w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6996" class="wp-caption-text">Nostalgia: o perfeccionismo de Tarkovsky</figcaption></figure>
<p>Por fim, a dramaturgia teatral em sua obra derradeira, <em>O Sacrifício</em> (1986), além de mostrar que seus enredos não necessitavam de grandes modismos para se sustentar, denuncia sua maior influência: Ingmar Bergman. O apreço era tanto que, para este filme, Tarkovsky trouxe o diretor de fotografia de boa parte dos filmes do sueco, além de novamente ter o ator Erland Josephson no <em>cast</em>. O longa, produzido na Suécia, têm muito da chamada &#8220;Trilogia do Silêncio&#8221; de Bergman (composta pelos filmes <em>Através do Espelho</em> (1961), <em>Luz de Inverno</em> (1963) e <em>O Silêncio</em> (1963)), onde a fé &#8211; ou a falta dela &#8211; guia crises existenciais e familiares. Já em <em>Nostalgia</em>, o ato de um indivíduo adentrar na mente do outro é claramente uma releitura do colossal <a href="http://personaunesp.com.br/persona-silencio-fala/" target="_blank"><em>Persona</em></a> (1966).</p>
<p>A religiosidade e os retratos tarkovskianos da fé, inclusive, lhe renderam seus maiores feitos e também os grandes problemas de sua carreira. A URSS não aprovou o teor explícito de <em>Andrei Rublev</em> (1966), e o filme só ganharia uma estreia formal cinco anos depois de finalizado. Pra melhorar, a produtora soviética Mosfilm fiscalizava e chegava a censurar roteiros, o que acabou limitando ainda mais a carreira do diretor.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/_tLsRA68aXQ?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Mas, embora curta, sua trajetória no cinema é uma das poucas que se pode chamar de irrepreensível. Mesmo que a fé marque presença em boa parte de seus filmes, Tarkovsky passou longe de ser repetitivo. Colocou nas telas o embate entre crença e ciência, questionou preceitos da igreja perante as mulheres e os considerados loucos, mostrou como a fé afeta o ofício da arte. Todavia, talvez nenhum de seus filmes demonstre tão bem essa relação como <em>Stalker</em> (1979), considerado por crítica e público como o seu melhor filme.</p>
<p>De maneira breve, o enredo do filme trata da viagem de um &#8220;stalker&#8221;, criatura seleta com o dom de guiar pessoas através de um lugar chamado de &#8220;Zona&#8221; (cuja lenda diz que possui a capacidade de tornar desejos realidade), e dois clientes, referidos apenas como Professor e Escritor. É bastante curioso notar como estes personagens representam um conflito ainda atual: a emoção contra a razão lógica, que o ambiente universitário contemporâneo insiste em segregar como &#8220;humanas vs exatas&#8221;. E, da mesma maneira como ocorre na sociedade, o filme mostra que esses dois prismas não são insolúveis e que acabam na mesma estaca zero perante reflexões interiores profundas, revelando comportamentos egoístas e destrutivos.</p>
<p>A filmagem paciente, a alternância entre planos em p&amp;b e coloridos e a trilha sonora ambiental (uma raridade se tratando de Tarkovsky) criam um clima profundamente desolador, e as mais de duas horas e meia do filme se revelam desafiadoras. Porém, a mensagem final que <em>Stalker </em>propõe ao público &#8211; inclusive com a quebra da quarta barreira &#8211; é otimista. Ter fé não significa depender de divindades ou aceitar a vida passivamente, e sim, ter esperança.</p>
<figure id="attachment_6998" aria-describedby="caption-attachment-6998" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-6998" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky--1024x651.jpg" alt="Professor, Stalker e Escritor: cuidado com o que deseja" width="840" height="534" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky--1024x651.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky--300x191.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky--768x488.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky--1200x763.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20-Stalker-Sublime-escultura-temporal-de-Tarkovsky-.jpg 1259w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-6998" class="wp-caption-text">Professor, Stalker e Escritor: cuidado com o que deseja</figcaption></figure>
<p>A crítica mais constante aos filmes de Tarkovsky é que aparentam ser muito semelhantes entre si. De fato, o menos entusiasmado pode se cansar com o ritmo devagar, mas é muito reducionismo rotular sua carreira como homogênea demais. <em>A Infância de Ivan </em>é um filme de guerra raro, onde o <em>status</em> de criança do protagonista é sempre bem demarcado, mas jamais ileso às brutalidades da guerra &#8211; algo como um meio termo entre o afamado <em>A Vida é Bela</em> (1998) e o conterrâneo <em>Vá e Veja </em>(1985), sem cair nos extremos de ambos. Já <em>Andrei Rublev </em>é um biópico distinto, tanto por sua narrativa não convencional como por mostrar experimentações do próprio diretor &#8211; a invasão dos tártaros é digna dos melhores momentos de <a href="https://cinephiliabeyond.org/akira-kurosawa-watching-solaris-andrei-tarkovsky/" target="_blank">Akira Kurosawa, amigo pessoal do russo</a>.</p>
<p>Mas foi com <em>Solaris</em> (1972) que o diretor provou a sua capacidade em imprimir seu estilo peculiar aos mais variados gêneros cinematográficos. Buscando fugir dos parâmetros da ficção científica então estabelecidos por obras como <em>2001: Uma Odisseia No Espaço</em> (1968), definido pelo próprio como &#8220;estéril e frio&#8221;, Tarkovsky adaptou o romance homônimo e cravou de vez o elemento humano no estilo. O empirismo se choca com o onírico, em uma obra-prima intimista sobre solidão, memórias e arrependimento. Infelizmente, essas ideias foram herdadas e diluídas ao máximo por alguns cineastas, e servem de base até hoje para atrocidades como <em>Interestelar</em> (2015) e <a href="http://personaunesp.com.br/a-chegada-extraterrestres/" target="_blank"><em>A Chegada</em></a> (2016), dotadas de um didatismo ofensivo e piegas.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/R4vSPEDxGic?rel=0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Contudo, os filmes de Andrei Tarkovsky também renderam bons alunos e frutos notáveis. O húngaro Bela Tárr quiçá foi seu aprendiz mais <em>hardcore</em>, diminuindo ainda mais o ritmo da câmera e criando obras dantescas em preto e branco, como a epopeia<em> <a href="http://www.imdb.com/title/tt0111341/?ref_=nm_ov_bio_lk3" target="_blank">Satantango</a></em> (1994), uma boa pedida para suas férias. O norte-americano Gus Van Sant e seu <a href="http://www.imdb.com/title/tt0363589/?ref_=nv_sr_3" target="_blank">Elefante</a> (2003) também não seriam os mesmos sem Tarkovsky, e mostram que sua influência vai além do continente europeu &#8211; notável notar que, embora tenha sido crucial para a consolidação do cinema russo,<a href="http://www.openculture.com/2014/08/andrei-tarkovsky-creates-a-list-of-his-10-favorite-films-1972.html" target="_blank"> nenhum de seus dez filmes favoritos</a> seja de diretores conterrâneos.</p>
<p>O ápice de todo esse reconhecimento, entretanto, viria de seu maior professor, certeiro em <a href="http://www.azquotes.com/picture-quotes/quote-tarkovsky-for-me-is-the-greatest-director-the-one-who-invented-a-new-language-true-to-ingmar-bergman-102-27-76.jpg" target="_blank">sua definição</a>: &#8220;<em>Tarkovsky é, para mim, o maior (diretor), aquele que inventou uma nova linguagem, verdadeira à natureza do cinema, ao capturar a vida como uma reflexão, como um sonho</em>&#8220;. Três décadas após sua morte, essa citação se mantém isenta de qualquer exagero, bem como seus &#8220;meros&#8221; sete filmes parecem não ter envelhecido um segundo; nada incomum para um artista que dominou o tempo como <a href="http://personaunesp.com.br/tempo-espaco-david-bowie/" target="_blank">poucos</a>, no final.</p>
<figure id="attachment_6999" aria-describedby="caption-attachment-6999" style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-6999" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Akira-Kurosawa-with-Andrei-Tarkovsky-www.cinematheia.com_.jpg" alt="Akira Kurosawa e Andrei Tarkovsky: tudo que você precisa saber sobre cinema" width="500" height="700" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Akira-Kurosawa-with-Andrei-Tarkovsky-www.cinematheia.com_.jpg 500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Akira-Kurosawa-with-Andrei-Tarkovsky-www.cinematheia.com_-214x300.jpg 214w" sizes="auto, (max-width: 500px) 85vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-6999" class="wp-caption-text">Akira Kurosawa e Andrei Tarkovsky: tudo que você precisa saber sobre cinema</figcaption></figure>
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<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/andrei-tarkovsky-30-anos-sem-o-escultor-do-tempo/">Andrei Tarkovsky: 30 anos sem o escultor do tempo</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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