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	<title>Arquivos Only The Young &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Taylor Swift não é a Miss Americana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2020 16:50:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Laura Ferreira O que significa ser mulher no mundo de hoje? O que significa ter seu corpo e suas ações a mercê do olhar e da opinião alheia? E se todas nós já sofremos as pressões que respondem tais perguntas, o que isso significa em um nível maior? “Viva uma narrativa que os entretenha, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/miss-americana-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Taylor Swift não é a Miss Americana"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16159" aria-describedby="caption-attachment-16159" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-16159" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover.jpg" alt="" width="1280" height="854" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/7798218385_le-photoshoot-de-taylor-swift-pour-son-album-lover-1200x801.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16159" class="wp-caption-text">“Eu me tornei a garota que todos queriam que eu fosse” (Foto: Republic Records)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Laura Ferreira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que significa ser mulher no mundo de hoje? O que significa ter seu corpo e suas ações a mercê do olhar e da opinião alheia? E se todas nós já sofremos as pressões que respondem tais perguntas, o que isso significa em um nível maior? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“</span><i><span style="font-weight: 400;">Viva uma narrativa que os entretenha, mas não os deixe desconfortáveis</span></i><span style="font-weight: 400;">”. Talvez essa seja a resposta que a sociedade impõe às mulheres, em especial aquelas que fazem parte da indústria do entretenimento. E é destrinchando as camadas encobertas pela mídia e explorando o lado bom, e o ruim, de ser uma figura pública que acompanhamos alguns anos da vida de uma das maiores estrelas </span><a href="https://www.consumidormoderno.com.br/2019/12/13/taylor-swift-artista-da-decada/"><i><span style="font-weight: 400;">pop </span></i><span style="font-weight: 400;">da década</span></a><span style="font-weight: 400;">, Taylor Swift. Produzido pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Netflix</span></i><span style="font-weight: 400;">, o documentário </span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;"> embarca em uma viagem pelo emocional e criativo da cantora e abre margem para discussões políticas que transcendem suas músicas românticas.</span></p>
<p><span id="more-16153"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É em meio a seus diários que começamos a entender um pouco mais da vida particular de Taylor e de como ela cresceu e amadureceu dentro do meio musical. Cercada por expectativas e pressões, a jovem ascensão do </span><i><span style="font-weight: 400;">country </span></i><span style="font-weight: 400;">americano se </span><a href="http://personaunesp.com.br/folklore-critica/"><span style="font-weight: 400;">reinventou</span></a><span style="font-weight: 400;"> mais vezes do que podemos contar, </span><a href="https://www.cifraclubnews.com.br/review/88488-taylor-swift-acerta-ao-dar-novos-rumos-a-sua-carreira-em-1989.html"><span style="font-weight: 400;">migrando para o </span><i><span style="font-weight: 400;">pop</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">sem perder sua essência, seus fãs ou sua popularidade. A transição, apesar de parecer extrema, foi construída de forma gradual, intercalando gêneros e misturando estilos, que resultou em um processo de contínua ascensão em sua carreira. Mas apesar de todas as diferentes fases, acompanhamos aqui a chamada </span><i><span style="font-weight: 400;">“Era Reputation” &#8211;</span></i><span style="font-weight: 400;"> iniciada com o sexto álbum em estúdio da cantora -, seu amadurecimento e o processo de criação de </span><i><span style="font-weight: 400;">Lover</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<figure id="attachment_16155" aria-describedby="caption-attachment-16155" style="width: 612px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16155" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/2-2.jpg" alt="" width="612" height="423" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/2-2.jpg 612w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/2-2-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-16155" class="wp-caption-text">Quase como um complemento de Miss Americana, a Netflix lançou o show Reputation Tour para aqueles que não se contentaram com o curto documentário (Foto: Matt Winkelmayer)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como a própria diz, cada cantor tem um </span><span style="font-weight: 400;">diferencial </span><span style="font-weight: 400;">que o destaca em meio a outros tantos. Sia tem sua voz inigualável, </span><a href="http://personaunesp.com.br/lemonade-amor-confianca-empoderamento/"><span style="font-weight: 400;">Beyoncé</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem seu visionarismo, </span><a href="http://personaunesp.com.br/chromatica-critica/"><span style="font-weight: 400;">Lady Gaga</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem suas múltiplas e excêntricas facetas e Taylor tem suas composições intimistas e sinceras, que se desenvolvem junto a ela. Em </span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;">, somos convidados a mergulhar de cabeça em seu imaginário e processo criativo. Apesar de toda a construção de imagem e de todo o planejamento comercial que paira sobre suas produções, é reconfortante ter permissão de observar seu processo de criação orgânico e divertido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Intercalando a gênese de </span><a href="http://personaunesp.com.br/lover-taylor-swift-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Lover</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> à experiências pessoais e recortes de sua adolescência, entendemos a narrativa que perpassa sua música e mais ainda, entendemos como cada uma das diferentes fases e gêneros pelos quais passou estavam intrinsecamente ligados a cada um de seus momentos. De seu início de carreira em Nashville à sua expansão internacional, de seus álbuns de término à declarações públicas de amor, de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VuNIsY6JdUw"><i><span style="font-weight: 400;">You Belong With Me</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> à </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mXTO2VI0GFQ"><i><span style="font-weight: 400;">The Archer</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, os altos e baixos de sua vida são transformados em melodias e letras entoadas por multidões ao redor do mundo. </span></p>
<figure id="attachment_16156" aria-describedby="caption-attachment-16156" style="width: 1199px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16156" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3-2.jpg" alt="" width="1199" height="821" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3-2.jpg 1199w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3-2-300x205.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3-2-1024x701.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/3-2-768x526.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16156" class="wp-caption-text">Os shows da “Era Lover” seriam os primeiros a passarem pelo Brasil, mas tiveram de ser adiados por conta da pandemia de COVID-19; as novas datas ainda não foram divulgadas (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">E falando em baixos: apesar de ser uma produção autorizada pela cantora, Taylor cita algumas das polêmicas que rondam sua carreira. A principal delas: o </span><a href="https://veja.abril.com.br/cultura/vexame-de-kanye-west-e-destaque-do-vma-2009/"><i><span style="font-weight: 400;">VMA</span></i><span style="font-weight: 400;"> de 2009</span></a><span style="font-weight: 400;">. Não vale a pena entrar em detalhes do ocorrido aqui, mas ainda assim sua presença durante o documentário é significativa, em especial os desdobramentos do caso que até hoje geram notícias. A massiva pressão midiática que rotulou a cantora após o lançamento da música </span><i><span style="font-weight: 400;">Famous </span></i><span style="font-weight: 400;">de Kanye West, e o reavivamento do ocorrido na premiação de anos atrás, afastou Swift dos holofotes por um ano, o que não diminuiu o </span><a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/gente/noticia/2018/11/lady-gaga-fala-sobre-assedio-na-industria-da-musica-era-regra-nao-excecao-cjqxw9w6700090qcn16bourn0.html"><span style="font-weight: 400;">assédio</span></a><span style="font-weight: 400;"> sofrido por ela na mídia e nas redes sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em certo ponto, </span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;"> abre espaço para trazer a tona os julgamentos e ameaças sofridas por Taylor em rede nacional. Manchetes e recortes de programas de televisão constroem uma denúncia ao cerco criado pela imprensa que a condenou por ser <em>&#8220;</em></span><em><span style="font-weight: 400;">bonita demais, magra demais e ter amigas modelos&#8221;</span></em><span style="font-weight: 400;"> &#8211; assim como uma comentarista diz durante a passagem.</span></p>
<figure id="attachment_16157" aria-describedby="caption-attachment-16157" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16157" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/4.gif" alt="" width="650" height="366" /><figcaption id="caption-attachment-16157" class="wp-caption-text">“Eu preciso estar do lado certo da história” (Gif: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Dirigido por Lana Wilson, o documentário traz uma visão muito mais assertiva e sensível de temas como bulimia, machismo e assédio sexual, que são trazidos de forma orgânica para a narrativa, sem tirar os pesos e responsabilidades que os assuntos apresentam. O olhar feminino de Wilson prende o espectador a suas queixas e não romantiza a humilhação e desafios diários aos quais as mulheres são submetidas. E apesar de transcorrer rapidamente pelos pontos, por conta da curta duração de </span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;">, a diretora se atém o suficiente a cada um deles, e a tantos outros, de forma a instigar um debate que transcenda o longa. Quase como um pontapé para conversas entre jovens mulheres que, assim como Taylor, enfrentam tantas dificuldades sociais intrínsecas ao gênero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A política também se torna pauta. Durante todo o documentário fica clara a constante pressão para que a cantora incorpore a figura da &#8216;</span><span style="font-weight: 400;">boa menina&#8217;</span><span style="font-weight: 400;"> que apenas sorri e canta músicas de amor, prezando sempre pelo entretenimento e conforto alheio, sem nunca defender seus ideais políticos ou visões de mundo. Mas mesmo depois de tantos anos e uma carreira sólida, acompanhamos a luta de Taylor contra a censura da mídia, e de sua própria produção, para que ela pudesse enfim </span><a href="http://www.midiorama.com.br/taylor-swift-week-entenda-sua-influencia-e-como-a-cantora-esta-revolucionando-a-industria-e-beneficiando-outros-artistas"><span style="font-weight: 400;">expressar sua opinião</span></a><span style="font-weight: 400;"> sincera. E como boa compositora que é, a cantora ainda transforma seus pensamentos e sentimentos políticos em música entregando a nós a original </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GJU-S1t2r1M"><i><span style="font-weight: 400;">Only The Young</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, feita exclusivamente para o documentário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tomando partidos, assimilamos o desenvolvimento da artista em uma mulher mais educada politicamente e que se preocupa com as </span><a href="https://reverb.com.br/artigo/taylor-swift-doa-usdollar-113-mil-para-ong-que-luta-contra-leis-homofobicas-no-tennessee"><span style="font-weight: 400;">bandeiras que levanta</span></a><span style="font-weight: 400;">. Para isso, uma generosa parcela do filme se dedica a entender a relação de Swift com a comunidade LGBTQ+. Somos mais uma vez levados a refletir sobre o que está ao nosso alcance para apoiar a comunidade e fazer cumprir direitos básicos que os são privados. Lana Wilson ainda dedica uma cena do documentário a pressionar o governo americano, relembrando da </span><a href="https://www.change.org/p/test-test-06258347-9bdc-4671-907f-03fb29e79287"><span style="font-weight: 400;">petição </span></a><span style="font-weight: 400;">anexada ao clipe de </span><i><span style="font-weight: 400;">You Need To Calm Down</span></i><span style="font-weight: 400;"> que ainda não recebeu resposta da Casa Branca, mesmo tendo quase 10 vezes mais assinaturas do que o necessário.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="Taylor Swift - You Need To Calm Down" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/Dkk9gvTmCXY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A montagem do longa, que flui de acordo com os assuntos, nos leva até a cansativa, infeliz e inevitável necessidade de reinvenção constante a qual as artistas femininas são obrigadas a se submeter. Tendo que sempre entregar algo inesperado, se superando a cada fase, fica clara que essa constante busca pelo novo não se restringe apenas a sua música, mas principalmente a sua imagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O “</span><a href="https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/08/16/etarismo-por-que-ofender-madonna-pela-sua-idade-e-um-retrocesso.htm"><span style="font-weight: 400;">descarte</span></a><span style="font-weight: 400;">” de mulheres na indústria do entretenimento por conta da idade já foi pautado por diversas outras estrelas, e apesar de parecer algo distante, Taylor, no auge de seus 30 anos, já se vê engolida pela fanática busca pela juventude incentivada pelo corpo social sobre a qual fala: </span><i><span style="font-weight: 400;">“vou trabalhar enquanto a sociedade tolera que eu tenha sucesso”</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<figure id="attachment_16158" aria-describedby="caption-attachment-16158" style="width: 1300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16158" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5.png" alt="" width="1300" height="700" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5.png 1300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5-300x162.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5-1024x551.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5-768x414.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/10/5-1200x646.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16158" class="wp-caption-text">Taylor Swift é a única cantora a ganhar duas vezes o prêmio de Melhor Álbum do Ano no Grammy em uma única década, com Fearless (2008) e 1989 (2014) (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao trazer uma visão mais intimista da pessoa por trás da diva Taylor Swift, Lana Wilson entrega um longa bem construído e narrativamente sedutor. Agindo quase que como um catalisador de epifanias, nos é oferecido muito mais do que apenas sua história, mas sim um compilado de temas, de grande importância social, de forma simples e até lúdica, abrindo caminho para que novas gerações também entrem nessa conversa e comecem a se educar. </span><i><span style="font-weight: 400;">Miss Americana</span></i><span style="font-weight: 400;"> parece ser apenas um pretexto para que a cantora possa finalmente dizer o que foi censurada por tanto tempo. E assim como a própria canta na última cena do filme, Taylor está pronta para o combate. </span></p>
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