<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Tron: O Legado &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/tron-o-legado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/tron-o-legado/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Dec 2020 16:00:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Tron: O Legado &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/tron-o-legado/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>10 anos depois, Tron: O Legado se revela uma obra injustiçada</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Tron]]></category>
		<category><![CDATA[Tron: O Legado]]></category>
		<category><![CDATA[Videogame]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=17134</guid>

					<description><![CDATA[<p>Caio Machado Tron: Uma Odisseia Eletrônica estreou originalmente em 1982. A história do jovem programador Kevin Flynn (Jeff Bridges), lutando para sair de um mundo digital no qual foi inserido contra sua vontade, chamou a atenção por seu visual e efeitos especiais inovadores para a época. Hoje, a obra ganhou o status de cult. Em &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "10 anos depois, Tron: O Legado se revela uma obra injustiçada"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/">10 anos depois, Tron: O Legado se revela uma obra injustiçada</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_17139" aria-describedby="caption-attachment-17139" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-17139" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1.jpg" alt="A imagem mostra dois homens brancos se encarando de perfil. O primeiro usa um capacete e uma roupa branca com fios neons azuis por toda a extensão. O segundo usa uma roupa igual, porém seus fios neons são vermelhos." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/1-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17139" class="wp-caption-text">Tron: Uma Odisseia Eletrônica tinha um visual inovador para a época (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><b>Caio Machado</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tron: Uma Odisseia Eletrônica </span></i><span style="font-weight: 400;">estreou originalmente em 1982. A história do jovem programador Kevin Flynn (Jeff Bridges), lutando para sair de um mundo digital no qual foi inserido contra sua vontade, chamou a atenção por seu visual e efeitos especiais inovadores para a época. Hoje, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=EtyHX7z8fi8"><span style="font-weight: 400;">a obra ganhou o </span><i><span style="font-weight: 400;">status </span></i><span style="font-weight: 400;">de </span><i><span style="font-weight: 400;">cult</span></i></a>.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 17 de dezembro de 2010, o filme ganhou uma continuação, </span><i><span style="font-weight: 400;">Tron: O Legado</span></i><span style="font-weight: 400;">. Seu desempenho nas bilheterias não atendeu às expectativas e </span><a href="https://www.rottentomatoes.com/m/10011582-TRON_legacy"><span style="font-weight: 400;">as críticas recebidas não foram favoráveis</span></a><span style="font-weight: 400;">. No entanto, ao vê-lo dez anos depois de seu lançamento, percebe-se o quanto o filme foi injustiçado e não tem a atenção que merece.</span></p>
<p><span id="more-17134"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova história acompanha o filho de Kevin Flynn, Sam (Garrett Hedlund). Atormentado pelo desaparecimento misterioso do pai, o jovem decide investigar um sinal que recebeu e acaba sendo transportado para o mesmo mundo digital no qual Kevin se viu inserido, muitos anos antes. Lá dentro, precisa encontrar o pai desaparecido e sobreviver em um ambiente desconhecido e hostil. </span></p>
<figure id="attachment_17136" aria-describedby="caption-attachment-17136" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-17136" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1.jpg" alt="A imagem mostra o personagem de Sam Flynn. Ele é branco, tem cabelos loiros curtos, olhos azuis e usa um macacão preto com fios neons azuis pela extensão. Em sua mão direita ele segura um aro também de neon azul." width="1440" height="900" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1.jpg 1440w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1-300x188.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1-1024x640.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1-768x480.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/2-1-1200x750.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17136" class="wp-caption-text">Sam Flynn, filho de Kevin, é quem assume o protagonismo na continuação do filme de 1982 (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A principal diferença de </span><i><span style="font-weight: 400;">Tron: O Legado</span></i><span style="font-weight: 400;"> em relação à seu antecessor é a mudança de tom: sai o olhar ingênuo, entra a visão sóbria e cinzenta, típica das produções do começo do século XXI, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Batman Begins</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Zodíaco</span></i><span style="font-weight: 400;">. Isso se reflete na fotografia das cenas ocorridas no mundo real &#8211; sempre escuras e quase sem cores &#8211; e na figura de seu protagonista. Sam Flynn atua como símbolo de uma nova geração sem grandes ideologias para seguir ou combater, que vê inovações tecnológicas a cada semana e ainda precisa lidar com um planeta em crise constante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto isso, Kevin viveu durante a </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-gambito-da-rainha-critica/"><span style="font-weight: 400;">Guerra Fria</span></a><span style="font-weight: 400;">, ajudou na popularização dos computadores e está há 20 anos desatualizado sobre o que aconteceu no mundo. Quando os dois conversam, diferenças de comportamento e mentalidade evidenciam o quanto o filme quer fazer essa &#8216;passagem de bastão&#8217; da geração mais velha para a atual. É também um recado para os fãs da obra original, o que funcionou em 1982 não funciona agora, e a mudança é necessária para seguir em frente. É preciso aceitar a velhice e deixar a juventude assumir o comando. </span></p>
<figure id="attachment_17140" aria-describedby="caption-attachment-17140" style="width: 964px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-17140" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/3-1.jpg" alt="A imagem mostra o personagem de Kevin Flynn de perfil em uma sala branca escura. Ele tem cabelos e barba acinzentados e usa uma blusa branca larga. " width="964" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/3-1.jpg 964w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/3-1-300x124.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/3-1-768x319.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-17140" class="wp-caption-text">Kevin Flynn representa uma época que não existe mais (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Como parte dessa adequação aos novos tempos, os temas de </span><a href="https://personaunesp.com.br/o-dilema-das-redes-netflix-critica/"><span style="font-weight: 400;">vigilância</span></a><span style="font-weight: 400;"> e repressão, já presentes no primeiro filme, retornam de forma mais escancarada sob a figura do vilão, Clu. Seu comportamento ditatorial naquele mundo digital serve como uma alegoria simples das ditaduras que aconteceram no decorrer da História. Para deixar essa alusão ainda mais explícita, existem até mesmo cenas que adotam enquadramentos similares aos de </span><a href="https://youtu.be/sZrk0YAAg94?t=1580"><span style="font-weight: 400;">filmagens reais</span></a><span style="font-weight: 400;"> de governos ditatoriais do século XX. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, </span><i><span style="font-weight: 400;">Tron: O Legado</span></i><span style="font-weight: 400;"> passeia por esses temas rapidamente e não dá muita atenção a nenhum deles. O verdadeiro foco da direção de Joseph Kosinski está no visual, na ação e no funcionamento daquele mundo. Através de planos gerais que quase fazem o protagonista desaparecer da imagem, estabelece a grandiosidade e a beleza desse </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=75O8rgUbdQE"><span style="font-weight: 400;">mundo virtual </span><i><span style="font-weight: 400;">neon </span></i><span style="font-weight: 400;">futurista</span></a><span style="font-weight: 400;">. Aos poucos, revela informações que tornam aquele espaço mais vivo e ampliam a mitologia da franquia, funcionando como um jogo cujo mundo aberto é até mais interessante do que a campanha principal.</span></p>
<figure id="attachment_17138" aria-describedby="caption-attachment-17138" style="width: 630px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17138" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4.jpg" alt="A imagem mostra o personagem Clu. Ele usa um macacão preto com fios neons laranja e tem o cabelo castanho claro e curto penteado para trás. Ele se parece com uma versão mais nova do personagem de Kevin Flynn. " width="630" height="266" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4.jpg 630w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/4-300x127.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17138" class="wp-caption-text">Clu, vivido por Jeff Bridges rejuvenescido digitalmente, é o grande vilão do filme (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas cenas de ação, essa dinâmica similar a jogos de mundo aberto como </span><i><span style="font-weight: 400;">Fallout </span></i><span style="font-weight: 400;">se torna algo digno de fliperama</span><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i><span style="font-weight: 400;"> Kosinski é bem direto e logo estabelece qual será a &#8216;fase&#8217; e o que o protagonista precisa fazer nela. Graças à fotografia de Claudio Miranda, trabalhada na combinação de preto e azul ou preto e laranja, o que acontece em seguida é um espetáculo visual que extrai o máximo de seus efeitos especiais ainda impressionantes, mesmo depois de uma década. Nesses conflitos, a trilha-sonora do Daft Punk atinge seu ápice e transforma-os numa experiência acelerada, empolgante e excepcional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parte importantíssima do filme, as músicas compostas pela dupla contribuem tão bem para a construção da atmosfera futurista que fica difícil pensar em outras pessoas para substituí-los. O perfeito equilíbrio entre faixas tranquilas (como </span><i><span style="font-weight: 400;">Armory</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Solar Sailer</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span> <span style="font-weight: 400;">e as mais agitadas (como </span><i><span style="font-weight: 400;">The Game Has Changed </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Derezzed</span></i><span style="font-weight: 400;">)</span> <span style="font-weight: 400;">fazem com que a trilha sonora ainda seja celebrada nos dias de hoje. </span></p>
<figure id="attachment_17137" aria-describedby="caption-attachment-17137" style="width: 630px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17137" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5.jpg" alt="A imagem mostra uma pessoa de costas com um macacão preto com fios neons. Vemos apenas um pedaço da perna dela, que segura um aro neon nas mãos. Através do arco está a imagem de Sam Flynn, usando a mesma roupa. " width="630" height="341" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5.jpg 630w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/12/5-300x162.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-17137" class="wp-caption-text">As cenas de ação são um espetáculo visual (Foto: Reprodução).</figcaption></figure>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tron: O Legado, </span></i><span style="font-weight: 400;">assim como seu antecessor, está mais interessado no estilo do que no conteúdo. O roteiro de Edward Kitsis e Adam Horowitz faz referências breves a temas mais profundos e conta uma história desenvolvida o bastante para que você se importe com o que está em jogo. Porém, tudo isso serve como veículo para o filme mostrar o que faz de melhor: propor um espetáculo visual </span><i><span style="font-weight: 400;">neon </span></i><span style="font-weight: 400;">em um mundo de mitologia riquíssima, recheado de possibilidades para uma futura continuação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre a sequência, relatos sobre </span><i><span style="font-weight: 400;">Tron 3</span></i><span style="font-weight: 400;"> apareceram na </span><i><span style="font-weight: 400;">internet</span></i><span style="font-weight: 400;"> por vários anos e o projeto já até foi </span><a href="http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-137416/"><span style="font-weight: 400;">cancelado</span></a><span style="font-weight: 400;">. Agora, parece que o </span><a href="https://www.omelete.com.br/tron-legacy/tron-3-titulo-jared-leto"><span style="font-weight: 400;">filme finalmente sairá do papel</span></a><span style="font-weight: 400;"> e com Jared Leto como personagem principal. Afinal, não aproveitar o potencial dessa franquia seria um desperdício. </span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: TRON: Legacy" width="300" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/4US3nmuLIKELhVZdBPiKxx?si=RW9ZJ_f7SC-i5DuWOMY2pg"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/">10 anos depois, Tron: O Legado se revela uma obra injustiçada</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/tron-o-legado-10-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17134</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
