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	<title>Arquivos The Chalk Man &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>5 anos depois, O Homem de Giz ainda desenha homens palito na história do mistério literário</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 20:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabrielli Natividade Em 1986, cinco crianças encontram um corpo mutilado na floresta cercado por homens palito desenhados com giz, um crime que mudaria o rumo da cidade de Anderbury. Essa é a premissa de O Homem de Giz, livro de C. J. Tudor lançado há cinco anos, em 2018, que se tornou um título muito &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/o-homem-de-giz-5-anos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "5 anos depois, O Homem de Giz ainda desenha homens palito na história do mistério literário"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32128" aria-describedby="caption-attachment-32128" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-32128" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-1-2.jpg" alt=" Ilustração de O Homem de Giz. No centro de um fundo preto que imita um quadro negro é possível ver um homem palito desenhado em giz branco enforcado. " width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-1-2.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-1-2-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-1-2-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-1-2-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-32128" class="wp-caption-text">A obra aniversariante dá ao leitor um caso de assassinato difícil de desvendar (Foto: Intrínseca)</figcaption></figure>
<p><b>Gabrielli Natividade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 1986, cinco crianças encontram um corpo mutilado na floresta cercado por homens palito desenhados com giz, um crime que mudaria o rumo da cidade de Anderbury. Essa é a premissa de </span><a href="https://www.amorporlivros.com.br/o-homem-de-giz-cj-tudor/"><i><span style="font-weight: 400;">O Homem de Giz</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, livro de C. J. Tudor lançado há cinco anos, em 2018, que se tornou um título muito popular entre os amantes de </span><a href="https://emporiodolivro.com.br/livros-de-misterio/"><span style="font-weight: 400;">mistério</span></a><span style="font-weight: 400;">. A narrativa cheia de reviravoltas faz com que o leitor mergulhe com interesse nas páginas para desvendar o caso de assassinato. Como um bom exemplo do gênero, ninguém está a salvo &#8211; todos os personagens têm seus motivos para se tornarem suspeitos desse crime hediondo. </span></p>
<p><span id="more-32126"></span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">The Chalk Man</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi o primeiro livro publicado por </span><a href="https://www.amorporlivros.com.br/livros-cj-tudor/"><span style="font-weight: 400;">Tudor</span></a><span style="font-weight: 400;">. A britânica é, desde sempre, admiradora do sombrio e do mistério e, sendo fã de escritores como </span><a href="https://personaunesp.com.br/depois-stephen-king-critica/"><span style="font-weight: 400;">Stephen King</span></a><span style="font-weight: 400;"> e James Herbert, não foi realmente uma surpresa quando começou a lançar suas próprias histórias nesse estilo. O suspense que flerta com o sobrenatural de seus livros é uma referência direta de suas inspirações. Seus outros títulos, como </span><i><span style="font-weight: 400;">O que aconteceu com Annie</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2019), </span><i><span style="font-weight: 400;">Garotas em chamas</span></i><span style="font-weight: 400;"> (2021) e </span><i><span style="font-weight: 400;">As outras pessoas </span></i><span style="font-weight: 400;">(2020) seguem essa mesma linha de crime, assassinato e desaparecimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar da obra ter estreado há cinco anos, é uma história atemporal que tem potencial para se tornar um clássico. O mistério é um gênero que nunca sai de moda e crianças que resolvem casos que parecem sem solução é um estilo com histórico de agradar o público. </span><i><span style="font-weight: 400;">Conta Comigo </span></i><span style="font-weight: 400;">(1986), </span><a href="https://personaunesp.com.br/it-a-coisa-5-anos/"><i><span style="font-weight: 400;">It &#8211; A Coisa</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2017) e </span><a href="https://personaunesp.com.br/stranger-things-4-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Stranger Things</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2016) são exemplos de que, independente do ano de lançamento, narrativas desse tipo ainda têm seu valor e influenciam novos projetos a todo tempo. Da mesma forma que Tudor se inspirou em outros artistas, seu trabalho pode se tornar exemplo para outras pessoas no futuro. </span></p>
<figure id="attachment_32127" aria-describedby="caption-attachment-32127" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-32127" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-scaled.jpg" alt="C. J. Tudor. A mulher branca, de olhos castanhos, blusa preta de mangas compridas e cabelo bem curto platinado sorri para a foto no centro da imagem. Em suas mãos está um exemplar de O Homem de Giz, capa preta com o homem palito enforcado desenhado em giz branco e o título na mesma textura. Ela usa um colar, algumas pulseiras e anéis simples, está sentada em uma cadeira de madeira escura. Atrás de si há uma parede branca e um móvel também de madeira escura com vários livros em cima.  " width="2560" height="1645" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-scaled.jpg 2560w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-800x514.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-1024x658.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-768x494.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-1536x987.jpg 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-2048x1316.jpg 2048w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/IMAGEM-2-2-1200x771.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-32127" class="wp-caption-text">Vale a pena conferir os outros trabalhos da escritora de mão cheia que entregou essa obra envolvente (Foto: Filipe Amorim)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Um fator que torna </span><i><span style="font-weight: 400;">O Homem de Giz</span></i><span style="font-weight: 400;"> tão interessante é a narração em primeira pessoa em que Eddie conta toda a história sobre os acontecimentos. O que torna esse recurso atrativo é que o leitor deve escolher confiar ou não nos fatos relatados, considerando que podem estar distorcidos pela visão limitada. A obra tem apenas um ponto de vista, portanto não se sabe se tudo que é dito é verdade ou apenas suposições. Um narrador em primeira pessoa sempre pode mentir para favorecer a si mesmo, sendo uma aventura ler o que ele tem a dizer. Outros grandes clássicos usam essa ferramenta, como </span><a href="https://www.raphaelmontes.com.br/jantar-secreto"><i><span style="font-weight: 400;">Jantar Secreto</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2016) e </span><a href="https://www.minhavidaliteraria.com.br/2020/05/29/resenha-verity-colleen-hoover/"><i><span style="font-weight: 400;">Verity</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (2018). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra característica importante do livro é a história dividida em duas linhas temporais intercaladas, uma se passando em 1986 e outra em 2016. Torna-se difícil se desprender da narrativa quando os capítulos não apresentam respostas lineares, ou seja, é uma estratégia que realmente atiça o </span><a href="https://www.minhavidaliteraria.com.br/2020/05/29/resenha-verity-colleen-hoover/"><span style="font-weight: 400;">interesse do leitor</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o faz querer mergulhar cada vez mais. A dupla linha temporal também mostra claramente como o assassinato e os homens de giz tiveram impacto na vida dos personagens, que foram de crianças com sonhos e uma amizade forte para adultos traumatizados e com problemas. As pessoas mudam com o passar do tempo e isso fica claro na obra. </span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Em cinco anos, </span><i><span style="font-weight: 400;">O Homem de Giz</span></i><span style="font-weight: 400;"> não perdeu o seu charme e, até hoje, continua a conquistar fãs para si e para o gênero de mistério. Suas 334 páginas são bem desenvolvidas e, mesmo que o final seja um divisor de águas entre os que amam e os que odeiam, a obra vale a pena pela narrativa </span><a href="https://livroecafe.com/2014/10/os-livros-mais-assustadores-de-todos-os-tempos/"><span style="font-weight: 400;">sombria</span></a><span style="font-weight: 400;"> e intrigante, além dos personagens que carregam suas complexidades cativantes. A história é capaz, ao longo de todos os capítulos, de fazer com que o leitor fique faminto por respostas e novas informações, e com medo de um inocente pedacinho de giz branco. </span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/o-homem-de-giz-5-anos/">5 anos depois, O Homem de Giz ainda desenha homens palito na história do mistério literário</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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