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	<title>Arquivos Thaís Frítoli &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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	<title>Arquivos Thaís Frítoli &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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		<title>As melhores séries de 2016</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 21:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se 2015 foi marcado pela consolidação dos serviços de streaming impulsionados por boas séries, este ano coloca ainda mais abaixo o conceito de &#8220;séries televisivas&#8221;. São produções grandes, extremamente competentes, que impactam e pautam nossas conversas virtuais como poucas coisas conseguem. Outra tendência das séries de 2016 é um olhar crítico e criativo sobre o &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-series-2016/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "As melhores séries de 2016"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6928" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-1024x538.png" alt="melhores-do-ano-capa-series" width="840" height="441" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-1024x538.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-300x158.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries-768x403.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/melhores-do-ano-capa-séries.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></h3>
<p>Se 2015 foi marcado pela consolidação dos serviços de streaming impulsionados por boas séries, este ano coloca ainda mais abaixo o conceito de &#8220;séries televisivas&#8221;. São produções grandes, extremamente competentes, que impactam e pautam nossas conversas virtuais como poucas coisas conseguem.</p>
<p>Outra tendência das séries de 2016 é um olhar crítico e criativo sobre o passado recente &#8211; que vai desde os divertidos filmes dos anos 80 até os conflitos raciais. Eis as cinco melhores de 2016 do <strong>Persona UNESP</strong>:<span id="more-6892"></span></p>
<h3>5 &#8211; Black Mirror</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-6925 size-full" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano.jpg" alt="black-mirror-melhores-do-ano" width="768" height="509" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/black-mirror-melhores-do-ano-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de duas temporadas de sucesso, <em>Black Mirror</em> não desapontou nessa terceira temporada, a primeira produzida pela <em>Netflix</em>, que comprou os direitos da série ainda neste ano. A série conta com uma premissa aparentemente simples, que explora o uso excessivo da tecnologia e como essa dependência pode afetar o convívio social. Uma ideia semelhante ao clássico lançado em 1959, <em>Além da Imaginação</em>, que usava de situações fantasiosas para analisar as mudanças sociais da época.</p>
<p style="text-align: justify;">Semelhante ao seriado da década de 50, <em>Black Mirror</em> faz uso da tecnologia para mostrar como o comportamento humano pode ser perverso e espetacularizado. Com apenas seis episódios lançados nesse ano, a temporada trata de temas como vida após a morte, o cotidiano na era dos <em>likes</em>, a desumanização interpessoal, o <em>voyeurismo </em>impiedoso, entres outros tantos aspectos do comportamento social. É uma série digna de maratona, de análise e de desgraçar a cabeça, alguns dos motivos que a tornam uma das melhores séries do ano. <strong>&#8211; Thaís Fritoli</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">4 &#8211; O.J.: Made In America</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6926" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1024x576.jpg" alt="o-j-made-in-america" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/o-j-made-in-america.jpg 1534w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O.J.: Made in America</em> é o maior documentário feito sob o selo <em>ESPN 30 for 30 </em>até hoje, tanto em duração – são quase oito horas no total – quanto em importância. 2016 foi um ano marcado pelo descontentamento das populações ocidentais com suas estruturas, pela ruptura de democracias e pela irracionalidade dos conflitos internos, especialmente nos Estados Unidos de Trump. Os acontecimentos são caóticos, mas eles escancararam de vez a hipocrisia das relações. E é nesse contexto em que se insere o documentário sobre O.J. Simpson, uma tragédia dos anos 90 que ganha ainda mais força hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido por Ezra Edelman, o documentário não tem pressa para chegar ao assassinato de Nicole Brown, esposa de O.J., e consequentemente ao infame julgamento. Os três primeiros episódios – que alternam a ascensão da jovem promessa negra do futebol americano no mundo dos brancos com a terrível violência policial contra os afro-americanos em Los Angeles – deixam mais do que claro que a absolvição de O.J. no tribunal foi o ponto máximo de uma tensão presente há décadas na sociedade.<strong> &#8211; Lucas Marques</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">3 &#8211; Narcos</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6940" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1024x683.jpg" alt="narcos-melhores-series" width="840" height="560" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries-1200x801.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/narcos-melhores-séries.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Netflix decidiu divulgar o segundo ano de <em>Narcos </em>revelando o final. Que o narcotraficante Pablo Escobar iria morrer. Apesar do spoiler a série não perdeu força, e a grande questão passou a ser como isso iria acontecer. O período de um ano e meio retratado na nova temporada foi tão intenso e cheio de tensão, que fez o espectador se envolver com a trama e esquecer o inevitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Escobar ao mesmo tempo que fugia da polícia e lidava com a concorrência para se manter no topo do império das drogas, também fazia de tudo para proteger sua família. Essa relação familiar fez com que o personagem ganhasse mais profundidade, o que deu a chance para Wagner Moura mostrar todo seu talento. Com uma excelente atuação, mostrou um Pablo Escobar preocupado, melancólico, tenso, mas ainda muito cruel. Como se Escobar soubesse, assim como nós o que iria acontecer no final. O que fez com que a empatia em relação ao protagonista só aumentasse no decorrer dos dez episódios. A intensidade da trama juntamente com a atuação de Wagner Moura, fez de Narcos uma série imperdível no ano de 2016. <strong>&#8211; Isaque Costa</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;">2 &#8211; The Get Down</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6931" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1024x576.jpg" alt="the-get-down-melhores-do-ano" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/the-get-down-melhores-do-ano.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p>Em meio a músicas, rimas, danças e batalhas de DJ, <a href="http://personaunesp.com.br/the-get-down-homenagem-origens-hip-hop/"><em>The Get Down</em></a> conta a história do surgimento do hip hop. Narrada por Zeke (personagem dublado pelo rapper Nas) nos anos 90, a série já começa com um episódio cujo nome ilustra muito bem o seu contexto: &#8220;Onde há ruínas, há esperança de tesouros&#8221;. A cidade de Nova York vive um período caótico na década de 70. Mas no South Bronx, apesar da violência intensa &#8211; as brigas de gangue retratadas em clássicos como &#8220;The Warriors&#8221; &#8211; a juventude passa, ao mesmo tempo, por uma de suas fases mais criativas e dá início a um movimento contra cultural que dura até os dias atuais (e se fortalece cada vez mais).</p>
<p>Poderia dizer que miraram em Spike Lee e acertaram em Glee, mas seria só para não perder a piada. Baz Luhrmann consegue retratar os dramas e as dificuldades dos personagens de forma romântica e divertida, intercalando documentário com musical. Uma belíssima homenagem ao hip hop! <strong>&#8211; Bárbara Alcântara</strong></p>
<h3>1 &#8211; Stranger Things</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-6941" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1024x512.jpg" alt="stranger-things-melhores-do-ano" width="840" height="420" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1024x512.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-300x150.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-768x384.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano-1200x600.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2016/12/stranger-things-melhores-do-ano.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Star Wars, Dungeons &amp; Dragons, ET, Firestarter, O Enigma de Outro Mundo. Em <a href="http://personaunesp.com.br/stranger-things-anos-80-geracao-netflix/"><em>Stranger Things</em></a>, o maior fenômeno da cultura pop em 2016, o principal trunfo é homenagear fenômenos de uma outra era, capturando como poucos a essência mágica das obras oitentistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A série, dirigida pelos estreantes irmãos Duffer, surgiu com pouca expectativa, mas com uma história simples e bem amarrada que equilibra terror, comédia e aventura, personagens carismáticos e atuações impressionantes das crianças mais legais existentes e de uma Wynona Ryder em ressurgência, Stranger Things deu uma aula de como a televisão deveria ser em 2016, eletrizando milhões em torno dos mistérios de Hawkins, Indiana. O sucesso é tanto que até os personagens mais secundários, como Barb, tem sua própria fanbase dedicada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017 haverá mais uma oportunidade de ouvir a fascinante abertura da série, renovada pelo Netflix. Entre dúvidas se é possível manter o padrão em uma segunda temporada ou até onde vai a nostalgia, a principal questão sobre o futuro da série já foi respondia: Sim, Eleven está de volta. <strong>&#8211; Matheus Fernandes</strong></p>
<p><strong>Votantes:</strong></p>
<p>Bárbara Alcântara: 5 -Black Mirror/ 4 &#8211; Easy / 3 &#8211; Stranger Things / 2 &#8211; The Get Down / 1 &#8211; American Horror Story</p>
<p>Thaís Fritoli: 5 &#8211; This is Us/ 4 &#8211; Narcos/ 3 &#8211; How to Get Away With Murder / 2 &#8211; Stranger Things/ 1 &#8211; Black Mirror</p>
<p>Isaque Costa: 5 &#8211; Narcos/ 4 &#8211; Stranger Things/ 3 &#8211; Bates Motel / 2 &#8211; House of Cards / 2 &#8211; House of Cards / 1 &#8211; The Get Down</p>
<p>Matheus Fernandes: 5 &#8211; Narcos/ 4 &#8211; Atlanta/ 3 &#8211; O.J.: Made in America/ 2 &#8211; Bojack Horseman/ 1 &#8211; Stranger Things</p>
<p>Lucas Marques: 5 &#8211; The Get Down/ 4 &#8211; Westworld/ 3 &#8211; Better Call Saul/ 2 &#8211; Stranger Things/ 1 &#8211; O.J.: Made in America</p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/melhores-series-2016/">As melhores séries de 2016</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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