<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Messias Barros Góis &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/messias-barros-gois/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/messias-barros-gois/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 Oct 2021 17:50:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Messias Barros Góis &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/messias-barros-gois/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>A Felicidade das Coisas se exprime entre angústias</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 18:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
		<category><![CDATA[45 Mostra]]></category>
		<category><![CDATA[A Felicidade das Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[André Luiz de Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Competição Novos Diretores]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dicezar Leandro]]></category>
		<category><![CDATA[Enrico Souto]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Roterdã]]></category>
		<category><![CDATA[Lavínia Castelari]]></category>
		<category><![CDATA[Magali Biff]]></category>
		<category><![CDATA[Messias Barros Góis]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Internacional de Cinema em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra SP]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Saravy]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Thais Fujinaga]]></category>
		<category><![CDATA[The Joy of Things]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://personaunesp.com.br/?p=24160</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enrico Souto Uma família de classe média-baixa, desajustada, que viaja na expectativa de sair da rotina, fugir da monotonia e recarregar as energias, mas que ao chegar lá, precisa enfrentar todas as tensões que transbordam do lado de fora, dessa vez acompanhadas da frustração de que não há como escapar dos infortúnios da vida. É &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Felicidade das Coisas se exprime entre angústias"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/">A Felicidade das Coisas se exprime entre angústias</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24161" aria-describedby="caption-attachment-24161" style="width: 1376px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-24161" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1.jpg" alt="Imagem retangular retirada do filme ‘A Felicidade das Coisas’. Em foco, vemos o rosto de Paula, uma mulher de pele parda, cabelos da cor preta, curtos e lisos, que veste um suéter branco e vermelho, e uma camiseta branca por baixo. Ela olha para frente, séria e reflexiva. Ao fundo, vemos desfocado o pôr-do-sol tímido de um dia ligeiramente nublado." width="1376" height="774" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1.jpg 1376w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-1-4-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-24161" class="wp-caption-text">O drama familiar em questão integra tanto a seção Mostra Brasil quanto a Competição Novos Diretores da 45ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><b>Enrico Souto</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma família de classe média-baixa, desajustada, que viaja na expectativa de sair da rotina, fugir da monotonia e recarregar as energias, mas que ao chegar lá, precisa enfrentar todas as tensões que transbordam do lado de fora, dessa vez acompanhadas da frustração de que não há como escapar dos infortúnios da vida. É essa experiência, tão relacionável e tão próxima de nós, que é relatada em </span><i><span style="font-weight: 400;">A Felicidade das Coisas</span></i><span style="font-weight: 400;">, filme brasileiro que marca presença na 45ª </span><a href="http://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/"><span style="font-weight: 400;">Mostra Internacional</span></a><span style="font-weight: 400;"> de Cinema em São Paulo, revelando, por fim, a potência dessas pacatas relações, e o que encontramos ao investigá-las.</span></p>
<p><span id="more-24160"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, vemos o mundo pelos olhos de Paula (</span><a href="https://www.campograndenews.com.br/lado-b/artes-23-08-2011-08/curta-que-concorre-a-vaga-no-oscar-tem-atriz-campo-grandense"><span style="font-weight: 400;">Patrícia Saravy</span></a><span style="font-weight: 400;">), mãe de duas crianças, e que agora espera uma terceira filha. O cenário é o de uma casa de veraneio em Caraguatatuba, no litoral de São Paulo, onde ela passa as férias com os filhos e sua mãe (</span><a href="https://revistaquem.globo.com/TV-e-Novelas/noticia/2020/02/magali-biff-de-amor-de-mae-ja-foi-bruxa-em-chiquititas-nos-anos-90.html"><span style="font-weight: 400;">Magali Biff</span></a><span style="font-weight: 400;">). Acompanhamos o cotidiano daquele espaço, a família frequentando a praia suja e modesta; observando, do outro lado da grade, as outras crianças brincando e relaxando no clube riquíssimo da cidade, que eles não podem pagar; convivendo com a vizinhança, para eles ainda estranha; enquanto lidam com suas desconfianças e aprendem a confiar uns nos outros.</span></p>
<p><figure id="attachment_24162" aria-describedby="caption-attachment-24162" style="width: 1376px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-24162" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1.jpg" alt="Imagem retangular retirada do filme ‘A Felicidade das Coisas’. Vemos, em foco, duas pessoas. A primeira, à esquerda, é uma mulher branca, idosa, com cabelos lisos e castanhos-claros presos, vestindo uma regata florida e um colar no pescoço. Ela olha para cima, encarando as mãos de sua neta. A garota, à esquerda, é uma menina negra, com cabelos pretos e lisos, presos em um rabo-de-cavalo. Ela está de perfil, veste uma regata azul, e tem suas duas mãos levantadas em direção à cabeça de sua avó, onde ela coloca presilhas em seu cabelo. O cenário diurna, e as duas estão na parte interna de um carro, onde sentam no banco de trás." width="1376" height="774" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1.jpg 1376w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-2-4-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-24162" class="wp-caption-text">A ambientação e temas de A Felicidade das Coisas compartilham semelhanças com outra produção brasileira: Benzinho (2018), de Gustavo Pizzi [Foto: Embaúba Filmes]</figcaption></figure><span style="font-weight: 400;">Na maior parte do tempo, a narrativa gira em torno de um grande objeto: a piscina que Paula pretendia construir na casa. Esse desejo, contudo, desvanece quando seus problemas financeiros vêm à tona. Ela não consegue pagar pelos materiais para a construção, e seu marido mantém-se distante, recusando a ajudá-la financeiramente. A piscina, antes a solução imediata para seus problemas, agora torna-se apenas mais um dos inúmeros fardos que Paula precisa carregar, que culminam no seu </span><a href="https://www.brasildefato.com.br/2021/05/09/sobrecarga-desemprego-e-inseguranca-a-vida-das-maes-um-ano-apos-chegada-da-covid-19"><span style="font-weight: 400;">completo sufocamento</span></a><span style="font-weight: 400;">. O sentimento que fica é que, não importa o quanto se esforce, ela nunca terá </span><a href="https://periodicos.ufba.br/index.php/feminismos/article/download/42114/23913"><span style="font-weight: 400;">direito ao alívio</span></a><span style="font-weight: 400;">. E sua reação instintiva a essas viscerais emoções é a dureza e hostilidade, o que faz com que ela, ainda que não se dê conta, gradualmente se afaste daqueles que ama.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">A Felicidade das Coisas</span></i><span style="font-weight: 400;"> (</span><i><span style="font-weight: 400;">The Joy of Things</span></i><span style="font-weight: 400;">, no inglês) é a estreia de </span><a href="https://45.mostra.org/diretores/thais-fujinaga"><span style="font-weight: 400;">Thais Fujinaga</span></a><span style="font-weight: 400;"> na direção de longas-metragens e, através do filme, a diretora demonstra de cara sua inventividade e visão sofisticada. Sua direção ambienta o espectador de forma orgânica, e nos entrega elementos a respeito daquele microuniverso com plena naturalidade. Informações como ‘o lugar onde a história se passa’ ou ‘o período no tempo em que eles estão’ são ditas sutilmente, de modo que o público as absorva espontaneamente, mesmo que não perceba. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, não necessariamente o filme segue uma estrutura narrativa de três atos, apostando em uma divisão mais ramificada, quase como uma sequência de esquetes independentes que se conectam. Esse caminho poderia ser um ponto negativo, mas aqui ele potencializa as qualidades do longa, pelo caráter sólito e corriqueiro daqueles conflitos. Isso dá verossimilhança para a trama, sugerindo que ela carrega muito mais história do que os registros que temos acesso, ao mesmo tempo que traz a sensação de que estamos realmente vivendo aquelas intempéries com a família. No fim, nos conectamos facilmente com esses personagens exatamente porque as situações retratadas ali são absolutamente cotidianas.</span></p>
<figure id="attachment_24163" aria-describedby="caption-attachment-24163" style="width: 1376px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-24163" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1.jpg" alt="Imagem retangular retirada do filme ‘A Felicidade das Coisas’. Vemos, de perfil, e em foco, Guto, um garoto negro, de cabelos lisos e curtos da cor preta, que veste uma camiseta laranja com gola branca. Ele tem fones de ouvido presos em suas orelhas, e ele fecha os olhos enquanto ouve a música. O menino está sentado no banco de passageiro de um carro, e apoia sua cabeça sobre o banco. O cenário é diurno e, ao fundo, do lado de fora, vemos materiais de construção dispostos pelo terreno onde o carro está estacionado." width="1376" height="774" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1.jpg 1376w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM-3-3-1-1200x675.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-24163" class="wp-caption-text">A fotografia de André Luiz de Luiz aposta em uma iluminação natural com cores sóbrias, reforçando a natureza ordinária daqueles registros (Foto: Embaúba Filmes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Fujinaga também sabe precisamente no que dar foco e quando dar foco. Um exemplo é a imagem do marido de Paula, pai das crianças. Ele não tem voz, não tem rosto, nem presença. Nunca explica-se a real conjuntura do casamento entre ele e a protagonista, mas sabe-se que o homem é negligente, tanto com sua esposa, que precisa mais do que nunca da sua ajuda pela chegada do bebê, quanto com seus filhos, que sentem com pesar essa ausência. A escolha de manter o personagem nas sombras, praticamente apagado, é primorosa, não só por traduzir com exatidão como a família se sente a seu respeito, como também por parecer partir da intenção ativa de não apagar o </span><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/cuidado-maes-pandemia/"><span style="font-weight: 400;">sofrimento e aflição</span></a><span style="font-weight: 400;"> de Paula, que poderiam, com facilidade, ser menosprezados por um cineasta menos sensível e sem a </span><a href="http://centrodaterra.org.br/thais-fujinaga"><span style="font-weight: 400;">bagagem</span></a><span style="font-weight: 400;"> e vivência de Thais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao contrário do que o título primariamente dá a entender, </span><a href="https://45.mostra.org/filmes/a-felicidade-das-coisas"><i><span style="font-weight: 400;">A Felicidade das Coisas</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> trata muito mais sobre as angústias que acompanham a vida e nossas relações afetivas. Mas, principalmente, trata sobre as alternativas que procuramos na tentativa de nos livrarmos dessas angústias: sobre o Guto (</span><a href="https://www.instagram.com/messiasbarrosgois/"><span style="font-weight: 400;">Messias Barros Góis</span></a><span style="font-weight: 400;">) desprendendo-se da mãe e buscando validação entre os garotos da comunidade; sobre a Gabi (</span><a href="https://www.instagram.com/laviniacastelari.oficial/?hl=pt-br"><span style="font-weight: 400;">Lavínia Castelari</span></a><span style="font-weight: 400;">) se esforçando para compreender os conflitos da família através de suas lentes ainda ingênuas; sobre a Paula lutando contra seus desencantos, e sobre a avó encontrando maneiras de colocar aquela piscina em pé, almejando restaurar os vínculos familiares, já em cacos. A mensagem final do filme é dúbia, sem saber concluir se a busca por essa felicidade vale ou não seu preço. Porém, ratifica que é apenas por meio desses elos tão complexos que conseguimos perceber o mundo à nossa volta.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="A felicidade das coisas – trailer | IFFR 2021" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/OvvXfpjJeJc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/">A Felicidade das Coisas se exprime entre angústias</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/a-felicidade-das-coisas-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24160</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
