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	<title>Arquivos Janice D&#039;Ávila &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Êxtase dissolve os limites</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 16:45:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Raquel Dutra É sempre surpreendente como algo profundamente pessoal pode ressoar de maneira tão universal. Fenômeno que é objeto de estudos das ciências humanas é também matéria-prima da arte, especialmente na que surge das mentes e mãos de uma nova geração de documentaristas brasileiras. Depois de explorar esse aspecto em produções como Elena, agora eu &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/extase-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Êxtase dissolve os limites"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16560" aria-describedby="caption-attachment-16560" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-16560" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ETpTAU6XsAAadOL.jpg" alt="" width="1200" height="675" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ETpTAU6XsAAadOL.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ETpTAU6XsAAadOL-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ETpTAU6XsAAadOL-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/ETpTAU6XsAAadOL-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16560" class="wp-caption-text">Depois de celebrar sua indicação ao Oscar, a roteirista de Democracia em Vertigem estreia na direção documentando sua experiência com a anorexia na 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Raquel Dutra</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É sempre surpreendente como algo profundamente pessoal pode ressoar de maneira tão universal. Fenômeno que é objeto de estudos das <a href="https://www.marxists.org/portugues/ilyenkov/1977/mes/universal.htm">ciências humanas</a> é também matéria-prima da arte, especialmente na que surge das mentes e mãos de uma nova geração de documentaristas brasileiras. Depois de explorar esse aspecto em produções como </span><i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://personaunesp.com.br/elena-critica/">Elena</a></span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">agora eu falo de </span><i><span style="font-weight: 400;">Êxtase</span></i><span style="font-weight: 400;">,</span><span style="font-weight: 400;"> documentário que participa da 44ª <a href="https://personaunesp.com.br/tag/mostra-internacional-de-cinema-em-sao-paulo/">Mostra Internacional</a> de Cinema em São Paulo marcando a estreia de Moara Passoni &#8211; também roteirista do anteriormente citado &#8211; na direção. A partir das vivências da própria com a anorexia, o filme estabelece uma narrativa que em nada compreende as estruturas clássicas do cinema para nos conectar com outras realidades e mostrar que, mesmo com as nossas individualidades, muitas das nossas angústias podem ser similares e mesmo com manifestações diferentes, podem carregar a mesma origem.</span></p>
<p><span id="more-16558"></span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Êxtase</span></i><span style="font-weight: 400;"> é resultado de quase 10 anos de pesquisa, elaboração e execução de Passoni e muitas outras pessoas que se envolveram com a ideia pelo caminho, que foi longo devido a busca da diretora por uma forma de abordar no cinema a anorexia sob a perspectiva complexa de quem a sofre. Sem linguagens mecânicas e distantes e sem se desenvolver unicamente sobre a história da diretora, o documentário conta através de uma narrativa elíptica quase dez anos da vida de Clara, a personagem por meio da qual assistimos toda a história e compreendemos todo o conhecimento que o filme abriga sobre o distúrbio, oriundo de muitas outras mulheres que passaram pela doença e profissionais de saúde que se dedicam ao seu tratamento e estudo.</span></p>
<p>A personagem é filha de militantes que encaram um Brasil especialmente complicado, aquele do final da década de 80 que implorava com fervor o fim da ditadura e uma constituição comprometida com o povo e com a democracia. Assim borrando a linha tênue entre ficção e realidade, <em>Êxtase</em> tensiona seu primeiro limite rompendo com os preceitos que cercam um documentário &#8216;<span style="font-weight: 400;">tradicional&#8217;</span>. Ponto já levantado enquanto <a href="https://personaunesp.com.br/critica-democracia-em-vertigem/"><em>Democracia em Vertigem</em></a> tomava as discussões da cena cultural nacional, o único compromisso aqui é com a sinceridade de quem produz a narrativa. E isso, assim como no nosso documentário indicado ao <em>Oscar</em> deste ano, é atenciosamente cumprido.</p>
<figure id="attachment_16566" aria-describedby="caption-attachment-16566" style="width: 1509px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16566" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo.png" alt="" width="1509" height="819" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo.png 1509w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo-300x163.png 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo-1024x556.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo-768x417.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/se-sentindo-1200x651.png 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16566" class="wp-caption-text">Tanto para o filme quanto para esse texto, vale o alerta de gatilhos sobre ansiedade, depressão, suicídio, outros transtornos alimentares além da anorexia (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p>No furacão que o país era na época, a família de Clara encontrava segurança na coletividade, retratada no filme através da comunidade do Jardim Ângela, em São Paulo. No início da sua adolescência, sua mãe é eleita deputada federal e a família se muda para Brasília. O rompimento de laços profundos de infância somado às insegurança de uma vida completamente nova constituem os fatores que desencadeiam a anorexia da jovem, que busca <span style="font-weight: 400;">“<em>uma forma de sobreviver</em>” e a encontra no controle intenso que exerce sobre seu próprio corpo através da (restrição da) alimentação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se lançando na profundidade do tema, a leitura que </span><i><span style="font-weight: 400;">Êxtase</span></i><span style="font-weight: 400;"> fornece sobre o distúrbio vai além de suas dimensões físicas, mas aborda todos os dilemas existenciais e morais que acompanham muito além de <em>“ser magra ou ser gorda</em>”. Chega até ser difícil falar sobre o filme de tão abstratos que são seus caminhos, propositalmente construídos dessa forma para se assemelhar ao máximo possível da experiência da anorexia que Clara vivencia: de desmanchar tudo, abstraindo a materialidade do alimento, a dimensão concreta da vida e, por consequência, seu próprio corpo. “</span><i><span style="font-weight: 400;">Ela não sentia o tempo nem as pessoas. Tudo o que ela sentia era êxtase</span></i><span style="font-weight: 400;">” diz a frase que é quase um subtítulo do filme, explicando muito bem o que sua personagem buscava através da anorexia: a emancipação absoluta sobre sobre si mesma, ao ponto de não depender de ninguém, não da comida, nem da sua mente, nem de seu próprio corpo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela encontra nos cálculos de calorias e na obsessão com o próprio corpo uma forma de ser definitivamente dona de si. Aos poucos, isso se desdobra para outros aspectos de sua existência, como a mente, os estudos, suas (poucas) ocupações e sua rotina. Nessa direção, Clara mergulha cada vez mais num narcisismo profundo, onde nada e nenhuma outra pessoa importa. Somos sufocados dentro da mente da personagem, que num contraste abissal com todo o resto de sua existência, soa desordenada, sensação construída por um roteiro rápido e extremamente pessoal. Esse texto ganha ainda mais força quando combinado com as cores apagadas e planos fechados da cinematografia de de Janice D&#8217;Ávila, concretizando um significado profundo numa narrativa protagonizada por quem sufoca todo e qualquer respiro de vida que seu corpo tenta manifestar.</span></p>
<figure id="attachment_16571" aria-describedby="caption-attachment-16571" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-16571" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1.jpg" alt="" width="1440" height="769" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1.jpg 1440w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1-300x160.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1-1024x547.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1-768x410.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Screen-Shot-2020-06-27-at-3.53.24-PM-1440x769-1-1200x641.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16571" class="wp-caption-text">Aqui, as cineastas invertem os papeis: se Petra Costa dirigia as produções anteriores enquanto Moara escrevia e produzia, em Êxtase, Costa assume parte da produção (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanta subjetividade e a premissa de ausentar quaisquer julgamentos não faz com que </span><i><span style="font-weight: 400;">Êxtase</span></i><span style="font-weight: 400;"> se esqueça da dimensão violenta e brutal da anorexia. As imagens desconfortáveis de corpos explicitamente doentes, a obsessão sufocante, todas as vezes em que a personagem é hospitalizada, todas as tentativas vãs de tratamento, o desespero de quando o próprio corpo ameaça sair do controle que é mantido com uma exaustiva disciplina. Nada aqui <em>glamouriza</em> aquela situação ou busca torná-la justificável. A intenção é exatamente o oposto: abrir as sensações mais profundas de quem passa pelo distúrbio para que o tabu acerca do tema seja superado e o conhecimento sobre ele seja mais próximo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses objetivos são confirmados quando o filme começa a entregar sinais da cura de Clara que, chegando na faculdade de arquitetura (escolha ainda motivada pelo vício da personagem em formas, estruturas e números), encontra muitos cenários e sentimentos desconhecidos &#8211; e portanto, inesperados e &#8216;descontrolados&#8217;. É nesse contexto também que ela desperta para sua situação, depois de um </span><i><span style="font-weight: 400;">insight</span></i><span style="font-weight: 400;"> que a personagem tem enquanto observa a cidade de Brasília, lá pelos cinquenta minutos, quando Moara Passoni mostra a que veio e transforma o texto do filme em algo absurdo, mudando completamente os ares da obra sem perder a linha da narrativa numa montagem impressionante de Fernando Epstein (que também assina o roteiro junto da diretora). </span></p>
<p>Nessa altura, enquanto nossos olhos percorrem uma Brasília macabra, fria e inóspita fotografada em preto e branco, as inquietudes de Clara transcendem a ficção relacionando-se perfeitamente com o termo que nomeia o documentário. <span style="font-weight: 400;"><em>Êxtase</em>, d</span>o grego é<em>kstasis</em>, significa <span style="font-weight: 400;">“</span><em>sair fora de si</em><span style="font-weight: 400;">”. É o que a personagem faz quando resiste ao buraco negro de sua própria solidão e enxerga sua situação de fora, dividindo conosco sentimentos que surpreendentemente podem se conciliar com muito do que nós, no aqui e no agora, sentimos. </span></p>
<figure id="attachment_16573" aria-describedby="caption-attachment-16573" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16573" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280.jpg" alt="" width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2020/11/image-w1280-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-16573" class="wp-caption-text">Na Mostra SP, Êxtase <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_dDnR2KMoiA">venceu</a> o prêmio da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">E falando da solidão, se existe algo que <em>Êxtase</em> deixa claro em meio a tanta subjetividade é que o processo de cura nada tem a ver com o egoísmo que marca tanto a experiência da anorexia. A recuperação vem da conexão com o outro e da ligação com outros mundos e realidades, numa direção completamente contrária à da experiência solitária que boa parte dos distúrbios alimentares e psicológicos desenvolvem e da qual se alimentam. </span><span style="font-weight: 400;">Curiosamente, dissolvendo mais sentidos pré-estabelecidos, dessa vez dentro de sua própria narrativa, nada mais imprevisível e difícil de controlar do que isso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Simbolizando uma etapa de compreensão profunda da própria história de sua autora junto de muitas outras mulheres que também vivenciaram a anorexia e participaram do seu processo de elaboração, o documentário marca uma nova forma de olhar para questões tão pouco discutidas, profunda e erroneamente abordadas. Com todo seu poder transcendental, <em>Êxtase</em> faz jus ao seu próprio nome e trabalha para tornar as linhas tênues que dividem o interior do exterior, a verdade da ficção e o individual do coletivo um pouco menos definidas e impressionantemente próximas.</span></p>
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