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	<title>Arquivos FX Studios &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>A 4ª temporada de The Bear pergunta quem somos quando paramos de cozinhar no automático</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 13:00:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Arthur Caires Se nas duas primeiras temporadas The Bear foi apresentada ao público como a série que deixava a gente em apneia, vivendo cada grito de “ATRÁS” como se estivesse dentro da cozinha, agora o prato servido é outro. O que começou como uma dramédia caótica, com planos-sequência sufocantes e diálogos atropelados, virou, ao longo &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-4a-temporada-de-the-bear-pergunta-quem-somos-quando-paramos-de-cozinhar-no-automatico/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A 4ª temporada de The Bear pergunta quem somos quando paramos de cozinhar no automático"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35698" aria-describedby="caption-attachment-35698" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-35698" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-800x450.png" alt="Foto de Carmy, da série The Bear, em um ambiente urbano. Ele é um homem branco com cabelo escuro e bagunçado, vestindo uma camiseta branca e um avental azul. Ele está ao ar livre, em uma rua com prédios altos ao fundo, e segura uma pequena xícara ou tigela preta. Carmy olha para o lado com uma expressão pensativa." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image1-3.png 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35698" class="wp-caption-text">The Bear é o resultado de caos e relações familiares que queimam igual as chamas do fogão (Foto: FX Studios)</figcaption></figure>
<p><b>Arthur Caires</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se nas duas primeiras temporadas </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-bear-1a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">The Bear</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> foi apresentada ao público como a série que deixava a gente em apneia, vivendo cada grito de “</span><i><span style="font-weight: 400;">ATRÁS</span></i><span style="font-weight: 400;">” como se estivesse dentro da cozinha, agora o prato servido é outro. O que começou como uma dramédia caótica, com planos-sequência sufocantes e diálogos atropelados, virou, ao longo dos anos, um fenômeno crítico que transcende a culinária. A produção deixou de ser só sobre um restaurante em crise para se tornar um retrato íntimo sobre saúde mental, sobre o peso e a cura que vêm da família, e sobre o que significa continuar vivendo quando tudo ao redor parece desmoronar.</span></p>
<p><span id="more-35697"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O arco de </span><a href="https://personaunesp.com.br/the-bear-2a-temp-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">O Urso</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> (tradução oficial), disponível no </span><i><span style="font-weight: 400;">Disney+</span></i><span style="font-weight: 400;">, parece seguir um manual não oficial das fases do luto: se o primeiro e segundo ano eram pura negação e raiva, o terceiro e o quarto mergulham na barganha e na depressão. Mas não no sentido pesado de paralisar: aqui, a série abre respiros, deixa espaço para piadas inesperadas, pequenos gestos de ternura e episódios que se dedicam a um personagem de cada vez. Essas histórias paralelas parecem quase independentes, porém sempre retornam ao todo maior, numa costura tão sutil que não soa planejada demais. O caminho, claramente, é de preparação para a aceitação, um destino que deve se consolidar na quinta, e provavelmente última, temporada.</span></p>
<figure id="attachment_35700" aria-describedby="caption-attachment-35700" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35700" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-800x450.png" alt="Em uma cena da série The Bear, os personagens Carmy (à esquerda) e Richie (à direita) estão em uma cozinha profissional. Carmy, vestindo seu dólmã de chef branco, está concentrado em um prato pequeno à sua frente, segurando um talher. Ao seu lado, Richie, de terno escuro, está inclinado sobre o balcão, escrevendo em um papel. Ambos parecem focados e sérios. Ao fundo, um relógio digital vermelho na parede marca &quot;5:47&quot;." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image3-3.png 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35700" class="wp-caption-text">Entre o caos da cozinha e a vulnerabilidade da vida, Carmy encontra espaço para mudar (Foto: FX Studios)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta continuação da narrativa, Carmy (Jeremy Allen White) está em transição, tentando mudar porém tropeçando no próprio silêncio – conversar com ele é quase como bater papo com o homem hétero médio que não sabe articular um sentimento, e tanto Sydney (Ayo Edebiri) quanto Claire (</span><a href="https://personaunesp.com.br/shiva-baby-critica/"><span style="font-weight: 400;">Molly Gordon</span></a><span style="font-weight: 400;">) acabam virando tradutoras dessa linguagem truncada. Sua decisão de sair do restaurante, no fim, funciona menos como derrota e mais como gesto de saúde mental: abrir mão do projeto que nasceu de um luto congelado e que o impedia de viver de verdade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse processo, o reencontro com Donna, sua mãe, interpretada por </span><a href="https://personaunesp.com.br/tudo-em-todo-o-lugar-ao-mesmo-tempo-critica/"><span style="font-weight: 400;">Jamie Lee Curtis</span></a><span style="font-weight: 400;">, é fundamental. Entre pedidos de desculpa e memórias dolorosas, o episódio nove, </span><i><span style="font-weight: 400;">Tonnato</span></i><span style="font-weight: 400;">, coloca mãe e filho frente a frente em um dos raros momentos de vulnerabilidade explícita da série – e talvez o mais próximo que Carmy já chegou de uma reconciliação consigo mesmo.</span></p>
<figure id="attachment_35703" aria-describedby="caption-attachment-35703" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-35703 size-medium" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-800x450.png" alt="" width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fotos-textos-persona.png 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35703" class="wp-caption-text">Qualquer episódio em que o foco é a personagem de Ayo Edebiri se torna um destaque (Foto: FX Studios)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem realmente ocupa o centro dessa temporada é Sydney, interpretada brilhantemente, como sempre, por Ayo Edebiri. Quando ela vai trançar o cabelo com a tia e acaba se aproximando da prima adolescente, a cena traduz seu dilema da melhor forma: a metáfora de uma festa do pijama funciona como comparação entre pertencer à família Berzatto ou buscar outro caminho próprio ao lado de Shapiro (</span><a href="https://personaunesp.com.br/eu-nunca-2a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">Adam Shapiro</span></a><span style="font-weight: 400;">). Carmy, ao admitir que o menu fixo era uma forma de egoísmo, finalmente reconhece o valor de Syd não só como braço direito, mas como mente criativa essencial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No desfecho, ele passa o bastão, deixando claro que ela é o coração e o cérebro do restaurante. E, felizmente, essa relação nunca descambou para o romance – ao contrário do que </span><a href="https://personaunesp.com.br/a-ascensao-skywalker-critica/"><i><span style="font-weight: 400;">Star Wars</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> fez com Rey e Kylo Ren, os showrunners Christopher Storer e Joanna Calo souberam manter o potencial da troca profissional e intergeracional, uma dinâmica de mestre e aprendiz que, ao longo do tempo que se conhecem, se inverte e se enriquece constantemente.</span></p>
<figure id="attachment_35699" aria-describedby="caption-attachment-35699" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35699" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-800x450.png" alt="Em uma cena da série The Bear, Carmy (à esquerda) e Sydney (à direita) estão em primeiro plano, ambos sorrindo e batendo palmas. Carmy usa uma camiseta branca e um avental azul. Sydney usa uma bandana laranja, camiseta branca e um avental azul combinando. Ao fundo, outros membros da equipe da cozinha também estão sorrindo e aplaudindo, criando uma atmosfera de celebração e sucesso compartilhado." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image2-3.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35699" class="wp-caption-text">Carmy e Sydney mostram que a melhor parceria é aquela onde há respeito mútuo (Foto: FX Studios)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Por mais que a eterna discussão sobre rotular </span><i><span style="font-weight: 400;">The Bear </span></i><span style="font-weight: 400;">como </span><a href="https://www.omelete.com.br/series-tv/emmy-2023-o-urso-comedia-the-white-lotus-drama"><span style="font-weight: 400;">Comédia</span></a><span style="font-weight: 400;"> seja meio desgastada – convenhamos, a série é muito mais eficiente no drama –, não dá para ignorar o quanto o humor funciona como válvula de escape. As piadas nunca estão na superfície, mas no timing e na secura com que os personagens interagem: a implicância fraternal entre Syd e Richie (Ebon Moss-Bachrach), as trocas afiadas de Natalie (Abby Elliott) com Francie (Brie Larson roubando a cena com apenas alguns minutos de tela), ou o humor involuntário do sempre caricato Computador (Brian Koppelman). São intervalos que aliviam a pressão sem quebrar a densidade; porque até em meio ao caos existe espaço para rir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse tom leve também aparece nas participações especiais, que desde o ano anterior ganharam um caráter quase de evento. O desfile de estrelas – Olivia Colman, John Cena, Sarah Paulson e </span><a href="https://personaunesp.com.br/guardioes-da-galaxia-vol-3-critica/"><span style="font-weight: 400;">Will Poulter</span></a><span style="font-weight: 400;"> – poderia facilmente soar como fan service gratuito, mas esses nomes entram em papéis pequenos e precisos, que acrescentam textura sem tirar o foco principal.</span></p>
<figure id="attachment_35701" aria-describedby="caption-attachment-35701" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-35701" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-800x450.png" alt="Em uma cena da série The Bear, um grupo de personagens está reunido debaixo de uma mesa. Da esquerda para a direita: a personagem Claire, com um vestido vermelho, está sentada e segura uma taça de vinho. Atrás dela, Carmy, vestindo um terno, inclina-se com uma expressão preocupada. No centro, sentado no chão, está Richie, de terno escuro, conversando com intensidade. Ao seu lado direito está Frank, de terno claro, e na extrema direita, a menina Eva, que segura um ursinho de pelúcia, sentada no chão e interagindo com os outros." width="800" height="450" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-800x450.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-1024x576.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-768x432.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-1536x864.png 1536w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2-1200x675.png 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/09/image4-2.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35701" class="wp-caption-text">O que faz The Bear funcionar não é só a cozinha, mas a forma como cada personagem aprende a lidar com seus medos (Foto: FX Studios)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">gran finale</span></i><span style="font-weight: 400;"> da quarta temporada é um daqueles momentos que fazem valer todo o percurso: Carmy finalmente admite que a cozinha sempre foi um escudo contra a dor, e que agora precisa descobrir quem é fora dela. A conversa dele com Richie, diante de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uSl1rfRDcmk"><span style="font-weight: 400;">Sydney</span></a><span style="font-weight: 400;">, é o ponto mais poderoso da série até aqui – dois homens emocionalmente travados tentando, com todas as falhas e pausas, articular o que sentem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atuação de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pP3ERM6TRdE"><span style="font-weight: 400;">Jeremy Allen White</span></a><span style="font-weight: 400;"> e Ebon Moss-Bachrach chega ao ápice, transformando silêncios em declarações. O abraço de Natalie, em lágrimas, sela essa despedida como síntese deste ciclo: aceitação, enfim. É a felicidade genuína de ver que ele finalmente está mudando seus hábitos destrutivos – um gesto que ecoa desde o segundo episódio, Soubise, quando lhe disse que não havia problema se ele tivesse perdido a paixão pela culinária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma série de cozinha ou um drama sobre luto, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Bear</span></i><span style="font-weight: 400;"> sempre foi, e continua sendo, uma história sobre família no sentido mais amplo: biológica, escolhida e profissional, entrelaçadas em laços de amor, rancor e cuidado. Seja em momentos intimistas como a conversa debaixo da mesa no casamento de Tiff (</span><a href="https://personaunesp.com.br/invencivel-2a-temp-critica/"><span style="font-weight: 400;">Gillian Jacobs</span></a><span style="font-weight: 400;">) – um dos melhores fragmentos de todas as temporadas – ou nas decisões mais pesadas de Carmy, a produção mostra que o que importa não é só para onde vai o restaurante, mas sim: “Quem somos quando paramos de cozinhar no automático?”</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe loading="lazy" title="The Bear | Season 4 Official Trailer | Jeremy Allen White, Ayo Edebiri, Ebon Moss-Bachrach | FX" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/vOyRo-Yjr2Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/a-4a-temporada-de-the-bear-pergunta-quem-somos-quando-paramos-de-cozinhar-no-automatico/">A 4ª temporada de The Bear pergunta quem somos quando paramos de cozinhar no automático</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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