<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Elizabeth Reaser &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/elizabeth-reaser/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/elizabeth-reaser/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 25 Jan 2022 18:34:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Elizabeth Reaser &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/elizabeth-reaser/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>A Maldição da Residência Hill rompe com as amarras do terror comum</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2018 10:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[A Maldição da Residência Hill]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Annabeth Gish]]></category>
		<category><![CDATA[Antologia]]></category>
		<category><![CDATA[Carla Gugino]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Reaser]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Thomas]]></category>
		<category><![CDATA[Horror]]></category>
		<category><![CDATA[Julian Hilliard]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Siegel]]></category>
		<category><![CDATA[Lulu Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Mckenna Grace]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Fimognari]]></category>
		<category><![CDATA[Michiel Huisman]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Flanagan]]></category>
		<category><![CDATA[Minissérie]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Jackson-Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Paxton Singleton]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Longstreet]]></category>
		<category><![CDATA[Samantha Sloyan]]></category>
		<category><![CDATA[Shirley Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[The Haunting of Hill House]]></category>
		<category><![CDATA[The Newton Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[Timothy Hutton]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Victoria Pedretti]]></category>
		<category><![CDATA[Violet McGraw]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Evangelista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://personaunesp.com.br/?p=11244</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vitor Evangelista Maquiada como uma produção de terror e fantasmas, A Maldição da Residência Hill usa de artifícios do gênero para tratar de uma relação familiar conturbada e extremamente relacionável ao mundo fora das telas. Transitando entre o passado e o presente dos moradores da Hill House, a produção de Mike Flanagan trabalha com alegorias &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A Maldição da Residência Hill rompe com as amarras do terror comum"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/">A Maldição da Residência Hill rompe com as amarras do terror comum</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11245" aria-describedby="caption-attachment-11245" style="width: 909px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11245" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1-300x169.jpg" alt="" width="909" height="512" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem1.jpg 1280w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11245" class="wp-caption-text"><em>O novo drama de suspense e terror da Netflix foi inspirado por Lost, revelou o criador Mike Flanagan (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p>Maquiada como uma produção de <a href="http://personaunesp.com.br/buffy-caca-vampiros-critica/">terror</a> e <a href="http://personaunesp.com.br/a-freira-critica/">fantasmas</a>, <em>A Maldição da Residência Hill </em>usa de artifícios do gênero para tratar de uma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ibHErzMzp2g">relação familiar conturbada</a> e extremamente relacionável ao mundo fora das telas. Transitando entre o passado e o presente dos moradores da Hill House, a produção de Mike Flanagan trabalha com alegorias e cria a melhor série original do ano da gigante de<em> streaming</em>.<br />
<span id="more-11244"></span></p>
<p>Mesmo pautada nos fundamentos já <a href="http://personaunesp.com.br/maldicao-casa-winchester-critica/">batidos</a> do terror – casa mal-assombrada, crianças, vultos ao fundo –, o seriado acerta a mão em não posicionar sob seu holofote os espíritos que residem na <em>Hill House</em>. Talvez uma das únicas produções que se propõe a estudar e analisar o pós disso tudo: quais feridas psicológicas são deixadas nas pessoas que experienciaram esses horrores?</p>
<p>A trama acompanha a família Crain, que se muda para a Residência Hill com o intuito de reformar a casa para vendê-la por um preço alto no fim do verão. Os pais e os cinco filhos acabam sofrendo com os espíritos que habitam a mansão. Já adultos, os irmãos são forçados a voltar para essa realidade quando uma tragédia une a família mais uma vez.</p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe title="THE HAUNTING OF HILL HOUSE Trailer (2018)" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/dA2OngsNXXk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Fator interessante é que as crianças só residiram na mansão durante um verão &#8211; tempo suficiente para que sofressem com consequências que carregaram até a vida adulta. O roteiro tem uma mão cirúrgica para dedilhar temas como abuso de drogas, depressão e até a negação perante o passado. Além de <em>linkar</em> de maneira extremamente limpa e orgânica as duas linhas temporais. Cada um dos irmãos sofre a sua maneira, mesmo tendo passado pelos mesmos eventos traumatizantes.</p>
<p>A abordagem da persona de cada familiar Crain, já detonada na própria infância, evolui exponencialmente. A escolha dos atores mirins é outro feliz acerto da <em><a href="http://personaunesp.com.br/tag/netflix/">Netflix</a></em>. <em>Hill House</em> sai tanto da curva do terror comum que em diversos momentos parecia estar assistindo um episódio da série <em>hit</em> americana <a href="http://personaunesp.com.br/this-is-us-2-critica/"><em>This Is Us</em></a> que, assim como a produção da plataforma de <em>streaming</em>, constrói relações de empatia público-personagens e abusa de linhas cronológicas passeando entre <a href="http://personaunesp.com.br/donnie-darko/">o antes e o agora</a>.</p>
<figure id="attachment_11250" aria-describedby="caption-attachment-11250" style="width: 1021px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-11250" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1-300x169.jpg" alt="" width="1021" height="575" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-2-1.jpg 1400w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11250" class="wp-caption-text"><em>A dinâmica infância e vida adulta casa bastante com a de It – A Coisa, livro de Stephen King adaptado pros cinemas nos anos 90 e novamente em 2017 (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p>O escritor Steven (Michiel Huisman) trabalha as nuances no limite entre negação e sanidade; a agente funerária Shirley (Elizabeth Reaser) é uma força da natureza, internaliza mágoa e lida com os frutos de decisões de seu passado; Theo (Kate Siegel) é a psicóloga infantil e também a Crain que carrega a melhor trama de apoio da série. Todos os momentos que envolvem sexualidade e culpa da personagem já valem a empreitada de maratonar os dez episódios.</p>
<p>Os gêmeos Luke (Oliver Jackson-Cohen) e Nell (Victoria Pedretti) complementam a prole de Olívia (Carla Gugino) Devo abrir um parênteses para falar sobre essa atriz: excepcional, que tem um olhar incisivo e uma calma terna que assusta quando a mulher começa a se seduzir pelos males da casa. O pai da casa é Hugh (Henry Thomas, na versão adulta e Timothy Hutton na idosa).</p>
<p>Luke sofre com o vício, e seus fantasmas na casa em momento algum se materializam em figuras pálidas e esguias. O temor que a atuação de Jackson-Cohen transmite é sempre carregado de um medo sobrenatural de si mesmo. Nell é a catapulta da história, é a partir dela que a família volta a ter contato com a casa e, enfim, enfrentar demônios já enraizados. É ela também que tem o melhor <em>plot-twist</em>.</p>
<p><figure id="attachment_11252" aria-describedby="caption-attachment-11252" style="width: 911px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11252" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1-300x169.jpg" alt="" width="911" height="513" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-3-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11252" class="wp-caption-text"><em>A série é inspirada no livro A Assombração da Casa da Colina (1953), da autora Shirley Jacskon [Foto: Reprodução]</em></figcaption></figure>O foco da produção na troca entre os membros da família acaba colocando os fantasmas em segundo plano – às vezes, literalmente, já que <em>Hill House</em> é recheado de vultos e convidados indesejados em quase todas as cenas. Houve até um cuidado estratégico em posicionar a cenografia de maneira a qual tudo casasse no plano final. Tanto que o roteiro nem se dá ao trabalho de enumerar as assombrações ou narrar suas origens em diálogos expositivos. Aqui, os fantasmas são alegorias, elementos narrativos que tem como função primária a de mover a trama da família. Mas que, vez ou outra, arrancam um susto enorme. Cuidado com a cena do carro.</p>
<p>Outro grande trunfo de <em>Hill House</em> é sua direção de arte. Desde o <em>design</em> de produção, a construção de cenários grandiosos (os ambientes internos são verdadeiras pinturas), passando pela equipe de iluminação que sabe muito bem como e quando mostrar certos segmentos da mansão. E, finalmente, a fotografia. Magistral, o sexto episódio foi todo gravado em quatro <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6XMuUVw7TOM">planos-sequência</a> (tomada sem cortes). O cenário teve de ser construído para que a execução fosse perfeita, com passagens para elenco e equipe se esgueirarem enquanto a câmera de Flanagan transitava entre enormes tempestades.</p>
<figure id="attachment_11254" aria-describedby="caption-attachment-11254" style="width: 875px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-11254" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-4-1-300x200.jpg" alt="" width="875" height="583" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-4-1-300x200.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-4-1-768x512.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-4-1-1024x683.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/12/imagem-4-1-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11254" class="wp-caption-text"><em>O Quarto Vermelho é a catarse poética que Mike Flanagan usa para selar a história da família Crain (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p>O último episódio é um <em>show</em> a parte, emocionante e dotado de uma paixão efervescente. A direção de Michael Flanagan imprime na conclusão da série a aura necessária para que seja lembrada na posteridade. Assim como <em>Invocação do Mal 2</em> (2016) e <em><a href="http://personaunesp.com.br/critica-hereditario/">Hereditário</a></em>(2018) conseguiram fazer, <em>A Maldição da Residência Hill</em> é um terror de qualidade tão alta que consegue pular barreiras e quebrar correntes de gênero.</p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/">A Maldição da Residência Hill rompe com as amarras do terror comum</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/residencia-hill-critica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11244</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
