<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Van McCann &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<atom:link href="http://personaunesp.com.br/tag/van-mccann/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/van-mccann/</link>
	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 14 Jul 2021 16:28:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-icon-certo-cristo-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Van McCann &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
	<link>https://personaunesp.com.br/tag/van-mccann/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">119746480</site>	<item>
		<title>The Ride: há 5 anos, nos perdíamos com Catfish and the Bottlemen</title>
		<link>http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/</link>
					<comments>http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2016]]></category>
		<category><![CDATA[5 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Laura Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Catfish and the Bottlemen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emo]]></category>
		<category><![CDATA[Outside]]></category>
		<category><![CDATA[Oxigen]]></category>
		<category><![CDATA[Punk Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Red]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[Soundcheck]]></category>
		<category><![CDATA[The Ride]]></category>
		<category><![CDATA[Van McCann]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://personaunesp.com.br/?p=21639</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ana Laura Ferreira A geração emo dos anos 2000 envelheceu e hoje é responsável por dar as novas rédeas do que influencia o mundo. Não é à toa que o sample de Misery Business do Paramore se tornou um sucesso nas mãos de Olivia Rodrigo em seu single good 4 u, conquistando os ouvintes de &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "The Ride: há 5 anos, nos perdíamos com Catfish and the Bottlemen"</span></a></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/">The Ride: há 5 anos, nos perdíamos com Catfish and the Bottlemen</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_21640" aria-describedby="caption-attachment-21640" style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-21640" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1.jpg" alt="Capa do álbum The Ride. Mostra a ilustração de um jacaré em branco mordendo a própria cauda. No canto superior esquerdo vemos o nome da banda, Catfish and the Bottlemen, em branco, com o nome do álbum logo abaixo. No canto inferior direito há o aviso de conteúdo explícito. O fundo da imagem é preto." width="1500" height="1500" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1.jpg 1500w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-800x800.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-1024x1024.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-150x150.jpg 150w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-768x768.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/1-1200x1200.jpg 1200w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-21640" class="wp-caption-text">“Talvez eu não aja da maneira que eu costumava/Porque eu não sinto o mesmo sobre você/Na verdade, isso é uma mentira, eu quero você” (Foto: Universal)</figcaption></figure>
<p><b>Ana Laura Ferreira</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A geração emo dos anos 2000 envelheceu e hoje é responsável por dar as novas rédeas do que influencia o mundo. Não é à toa que o </span><i><span style="font-weight: 400;">sample </span></i><span style="font-weight: 400;">de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aCyGvGEtOwc"><i><span style="font-weight: 400;">Misery Business</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> do Paramore se tornou um sucesso nas mãos de </span><a href="https://personaunesp.com.br/sour-olivia-rodrigo-critica/"><span style="font-weight: 400;">Olivia Rodrigo</span></a><span style="font-weight: 400;"> em seu </span><i><span style="font-weight: 400;">single good 4 u</span></i><span style="font-weight: 400;">, conquistando os ouvintes de todas as idades. Entretanto, quando pensamos em uma evolução um pouco mais madura dessas influências de alguns anos atrás, somos levados até bandas como Catfish and the Bottlemen. Com sua originalidade pautada nas boas memórias da era de ouro do </span><i><span style="font-weight: 400;">rock </span></i><span style="font-weight: 400;">feito no início do século, </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=N14146Rv5V0&amp;list=PLCRDmfkbxnFDLL8F-xVzOJJKexi67qj95"><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> chegava aos nossos ouvidos há 5 anos, marcando sua presença com hinos que ficarão para sempre.</span></p>
<p><span id="more-21639"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mantendo a mesma toada de seu álbum anterior, a banda britânica consegue seguir um nível de coesão que torna este disco uma complementação de seu primeiro, fazendo com que toda a sua harmonia sonora possa não apenas se perpetuar, mas solidificar seu estilo e originalidade. Desse modo, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i><span style="font-weight: 400;"> abre suas 11 faixas com uma das canções mais conhecidas da banda, </span><i><span style="font-weight: 400;">7</span></i><span style="font-weight: 400;">. Dando o tom do disco, a música é uma mistura de referências que percorrem desde </span><a href="https://personaunesp.com.br/lancamentos-musicais-marco-de-2021/"><span style="font-weight: 400;">Evanescence</span></a><span style="font-weight: 400;"> até </span><a href="https://open.spotify.com/album/0cRJKK0y1sfZEqWub4dK9v?si=jA2Wwa8uS3SSisWv_6o4DQ&amp;dl_branch=1"><span style="font-weight: 400;">Kings of Leon</span></a><span style="font-weight: 400;">. Assim, sua pegada um tanto densa se responsabiliza por nos imergir nessa narrativa.</span></p>
<figure id="attachment_21641" aria-describedby="caption-attachment-21641" style="width: 639px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-21641" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/2.jpg" alt="Imagem da banda Catfish and the Bottlemen. Mostra os integrantes, quatro homens brancos andando em uma rua. Da esquerda para direita vemos o primeiro deles com jaqueta, calça, blusa e tênis escuros, óculos e cabelos encaracolados soltos, ao lado de um homem com roupas iguais e um cachecol enrolado no pescoço, ele usa uma boina. Ao centro há um homem com roupas pretas e cabelo curto e liso solto e ao seu lado outro integrante com jaqueta, calça e tênis escuros, camisa branca e cabelos encaracolados soltos. A imagem é em branco e preto." width="639" height="960" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/2.jpg 639w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/2-533x800.jpg 533w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-21641" class="wp-caption-text">O vocalista da banda, Van McCann, contou que a composição e gravação do disco foram feitas em um abrigo antibombas, onde “não tinha sinal de telefone, nem janela. Ficávamos lá concentrados, atenção total” (Foto: Jordan Curtis Hughes)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Flutuando entre a sua unicidade e clichês do estilo que percorre o </span><a href="https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-rock-alternativo/"><i><span style="font-weight: 400;">rock </span></i><span style="font-weight: 400;">alternativo</span></a><span style="font-weight: 400;">, podemos dizer que o álbum definitivamente não é vanguardista. Entretanto, essa não é uma crítica negativa, uma vez que ao se manter na simplicidade, Catfish and the Bottlemen consegue construir uma relação mais próxima ao seus ouvintes, mantendo o foco não em serem um sucesso com a crítica especializada, mas sim em construir um diálogo que fosse facilmente entendido. Jogando todas as cartas na mesa, o disco não esconde seus coringas, já inserindo </span><i><span style="font-weight: 400;">Twice</span></i><span style="font-weight: 400;">, com sua ambiguidade sonora, e </span><i><span style="font-weight: 400;">Soundcheck</span></i><span style="font-weight: 400;">, a música mais destoante da coletânea, logo na sequência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E falando em crítica especializada, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i><span style="font-weight: 400;"> não foi muito bem em seu ano de lançamento. Sendo tachado como uma queda brusca de qualidade em comparação com o disco antecessor, o calcanhar de Aquiles do álbum aniversariante foi a expectativa. </span><a href="https://open.spotify.com/album/0C0OFASoQC57yC12vQhCwN?si=s_noTYfkR3iSzFxI0a5W-Q&amp;dl_branch=1"><i><span style="font-weight: 400;">The Balcony</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, obra primogênita de Catfish and the Bottlemen, é sem sombra de dúvidas um diamante. Com canções marcantes, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Kathleen </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">Cocoon, </span></i><span style="font-weight: 400;">que conseguem equilibrar passado, presente e futuro &#8211; e que se mantém atuais mesmo já completando 7 anos -, o primeiro lançamento da banda fez barulho e chamou a atenção por ser uma composição extremamente bem lapidada, ainda mais para o </span><i><span style="font-weight: 400;">debut </span></i><span style="font-weight: 400;">de um grupo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se mantendo na zona de conforto das influências e abrindo mão de um caráter progressista para isso, </span><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi sim uma decepção que, para nossa felicidade, conseguiu se recuperar. Envelhecendo tão bem como um vinho, o álbum hoje atingiu maiores reconhecimentos. Talvez pela empolgação do novo lançamento em meados de 2016, acabamos nos cegando para o tínhamos em mãos enquanto pensávamos no que poderíamos ter. Agora, olhando para o produto final de uma perspectiva um pouco mais completa, já com a continuação da banda em </span><a href="https://open.spotify.com/album/0eELSmJrZpzOKfdO80nJ9r?si=DlxqpexLTi-ervfsXPzqcg&amp;dl_branch=1"><i><span style="font-weight: 400;">The Balance</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, e sem nos prender em expectativas próprias, notamos que o disco é completo em todos os sentidos da palavra.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe title="Catfish and the Bottlemen - Twice" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/E79WQnDAXVc?list=PLgKNAAUSoV1qyX73kx1-3qTlG_Y52wjRM" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra crítica feita ao álbum é sua falta de organização narrativa, já que, aparentemente, acompanhamos uma mesma história contada em ordem totalmente desconexa. Partindo da poderosa </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bwhSQqJfF-c"><i><span style="font-weight: 400;">Oxigen</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que sonoramente falando mistura referências </span><i><span style="font-weight: 400;">à la</span></i> <a href="https://personaunesp.com.br/green-day-brasil/"><span style="font-weight: 400;">Green Day</span></a><span style="font-weight: 400;"> com um toque do </span><i><span style="font-weight: 400;">punk </span></i><span style="font-weight: 400;">setentista emprestado de bandas como </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_zBwRDEFMRY"><span style="font-weight: 400;">Blondie</span></a><span style="font-weight: 400;">, ouvimos a narração de um amor insistente e resistente ao que escutamos </span><i><span style="font-weight: 400;">“Eu te amava nessa época, e eu te amo agora”</span></i><span style="font-weight: 400;">. Entretanto, sem a transição necessária, somos logo jogados em </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=c9jORLvRNaQ"><i><span style="font-weight: 400;">Red</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e seu ciúmes barulhento, afinal </span><i><span style="font-weight: 400;">“Ele pode fazer o que eu faço por você?”</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos perdendo um pouco nessa história que vai e vem sem muita organização, às vezes nos pegamos mais entretidos em tentar mostrar seu quebra-cabeça cronológico do que simplesmente absorver sua construção. Contudo, para isso também há uma explicação, uma vez que a escolha da bagunça narrativa pode ser justificada a nosso olhos por uma priorização da harmonia sonora do álbum. Criando transições perfeitas, temos a impressão de estarmos quase que escutando uma faixa única, já que, em questão de batidas, nossa imersão é tão poderosa que chegamos até a nos assustar com a quebra brusca de atmosfera ao fim do disco, que encerra com a interrupção rude de </span><a href="https://genius.com/Catfish-and-the-bottlemen-outside-lyrics"><i><span style="font-weight: 400;">Outside</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, podemos facilmente resumir o segundo álbum da banda como uma mistura madura das canções que os músicos provavelmente </span><a href="https://santodecasa.co/2021/05/17/a-volta-do-emo-pop-punk/"><span style="font-weight: 400;">escutavam em sua adolescência</span></a><span style="font-weight: 400;">. É possível sentir toda a personalidade e identidade que os britânicos colocaram em </span><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i><span style="font-weight: 400;">, sem que temessem serem recheadas por isso. Afinal, como já até comentamos, o objetivo do disco não é ser um sucesso absoluto, mas uma conversa franca com que envelheceu na mesma época que eles. </span></p>
<figure id="attachment_21642" aria-describedby="caption-attachment-21642" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-21642" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3.jpg" alt="Imagem em preto e branco do vocalista Van McCann com as duas mãos segurando o microfone no pedestal. Ele usa uma blusa preta e tem os cabelos soltos e lisos. Vemos apenas parte do rosto encoberto pelas mãos. Acima de sua cabeça há um holofote o iluminando e no fundo há um pedaço do letreiro do Troubadour. No canto inferior esquerdo, há o guitarrista da banda, Johnny “Bondy” Bond, com uma blusa preta sem mangas e boina escura. Apenas metade dele aparece." width="1280" height="720" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3.jpg 1280w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3-800x450.jpg 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2021/07/3-1200x675.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-21642" class="wp-caption-text">The Ride foi produzido por Dave Sardy, o qual também trabalha com nomes como System of a Down e The Who entre suas produções (Foto: Tamarind Free Jones)</figcaption></figure>
<p><i><span style="font-weight: 400;">The Ride</span></i><span style="font-weight: 400;"> é o reflexo de uma geração toda que cresceu cercada de influências musicais dos mais diversos tipos. Podendo encontrar pistas sonoras que vão desde de </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vc6vs-l5dkc"><span style="font-weight: 400;">Panic! At The Disco</span></a><span style="font-weight: 400;"> até mesmo a </span><a href="https://personaunesp.com.br/tag/oasis/"><span style="font-weight: 400;">Oasis</span></a><span style="font-weight: 400;">, o que Catfish and the Bottlemen nos concede nesse disco é um amadurecimento </span><i><span style="font-weight: 400;">punk </span></i><span style="font-weight: 400;">e </span><i><span style="font-weight: 400;">rock </span></i><span style="font-weight: 400;">da primeira década deste século. Um tanto saudosista, o único empecilho que torna essa obra imperfeita é a sedenta necessidade de escrachar suas referências. Entretanto, mesmo entre altos e baixos, não podemos negar que esta é uma coletânea que consegue, com sucesso, resumir em poucas palavras a essência do </span><i><span style="font-weight: 400;">rock </span></i><span style="font-weight: 400;">alternativo.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Spotify Embed: The Ride" width="100%" height="380" allowtransparency="true" frameborder="0" allow="encrypted-media" src="https://open.spotify.com/embed/album/07IHAhsG4FnnfHQSb3bbAZ?si=RF3E8vA3SeOEWVjAyqmr7w&#038;dl_branch=1"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/">The Ride: há 5 anos, nos perdíamos com Catfish and the Bottlemen</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>http://personaunesp.com.br/the-ride-catfish-bottlemen-5-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">21639</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
