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	<title>Arquivos The Conjuring &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>A indecisão de A Freira</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 00:33:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na era dos filmes interligados, A Freira chega com uma bagagem de dois Invocações do Mal (ótimos) e dois Annabelles (mornos), o quinto filme da franquia remonta os anos 50 e vem narrar o primórdio de sua personagem título, o demônio Valak Vitor Evangelista Quando James Wan inaugurou o que seria um universo compartilhado de &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/a-freira-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A indecisão de A Freira"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Na era dos filmes interligados, A Freira chega com uma bagagem de dois Invocações do Mal (ótimos) e dois Annabelles (mornos), o quinto filme da franquia remonta os anos 50 e vem narrar o primórdio de sua personagem título, o demônio Valak</em></p>
<figure id="attachment_11001" aria-describedby="caption-attachment-11001" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-11001" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2-1024x576.jpg" alt="" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-2.jpg 1920w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11001" class="wp-caption-text"><em>A Freira se tornou fenômeno de bilheteria, atestando mais uma vez a força comercial dos filmes de gênero (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando James Wan inaugurou o que seria um universo compartilhado de terror em 2013 com <em>Invocação do Mal</em>, o público assistiu boquiaberto o casal Warren envolvido em casos sobrenaturais. Com um domínio técnico magistral, o cineasta abriu portas para que outros diretores fizessem experimentações, brincando com figuras célebres dessa mitologia.</span></p>
<p><span id="more-10999"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O escolhido para dar vida ao conto de terror situado na Romênia, em 1952, foi o novato Corin Hardy. O diretor tropeça na linha narrativa do longa mas tem bons acertos em enquadramentos inusitados, um bom senso de direção de cenas escuras e consegue manter uma tensão que sufoca o espectador. Todas virtudes herdadas de Wan, que aqui assina o roteiro e também é produtor do filme.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo após o suicídio de uma freira num convento distante na Romênia, um padre (Demián Bichir) e uma jovem noviça (Taissa Farmiga) são convocados pelo Vaticano para investigar o caso. Guiados por um vendedor ambulante (Jonas Bloquet, com um humor mal dosado), eles começam a desvendar mistérios antigos dentro do local. </span><span style="font-weight: 400;">A trama, por si só, não se sustenta. Sem qualquer artifício narrativo que leve a uma progressão da história, <em>A Freira</em> se pauta numa sequência de sustos, assombrações e ambientes escuros, todos muito soltos, repetitivos.</span></p>
<figure id="attachment_11002" aria-describedby="caption-attachment-11002" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-11002" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2-1024x530.jpg" alt="" width="840" height="435" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2-1024x530.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2-300x155.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2-768x398.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2-1200x621.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-2.jpg 1900w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11002" class="wp-caption-text"><em>O diretor faz muito o uso de espelhos e imagens refletidas para provocar o susto em sua audiência (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Padre Burke (Bichir) é o personagem que chega mais perto de ter um arco bem delimitado, entretanto o descuido na construção coesa do roteiro anula isso. Se, numa cena, o personagem é enterrado vivo e dá de cara com Valak, na sequência o longa esquece do ocorrido e age normalmente. Tudo mostrado em tela não tem peso, são blocos despidos de interconexões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo acontece com a Irmã Irene, personagem de Farmiga. Sempre em seus trajes brancos, a noviça que ainda não se tornou freira flerta com o sobrenatural. O histórico da atriz em produções de horror (<em>American Horror Story</em>) contribui para uma construção mais sólida de sua personalidade. Sempre aflita, amedrontada, Irene evoca a aura das <em>final girls</em> dos filmes de terror dos anos 80 e 90 mas acaba se tornando esquecível.</span></p>
<figure id="attachment_11003" aria-describedby="caption-attachment-11003" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-11003" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3-1024x445.jpg" alt="" width="840" height="365" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3-1024x445.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3-300x130.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3-768x334.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3-1200x522.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-3.jpg 1587w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11003" class="wp-caption-text"><em>O filme trabalha bem a dualidade bem e mal, fator acentuado pela escolha de cores dos mantos de suas protagonistas: a inocência e o pecado caminham de braços dados (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O protagonismo que deveria ser todo de Valak (Bonnie Aarons) também é perdido. A primeira aparição da personagem foi em 2016, em <em>Invocação do Mal 2</em>, mas chegamos em <em>A Freira</em> com poucas informações sobre sua origem, ela é um demônio que invoca desejos, tem a forma de uma freira, e só. </span><span style="font-weight: 400;">E, ao sair da sessão de <em>A Freira</em>, nada se acrescenta a sua história passada. O filme, preocupado em assustar, abdica totalmente de se aprofundar na entidade demoníaca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Frustra não só o espectador, como também as expectativas que James Wan plantou dois anos atrás em seu <em>Invocação</em>. </span><span style="font-weight: 400;">Os êxitos do filme são majoritariamente técnicos. A direção de Hardy faz ótimo uso de câmera na mão, o tremelique da imagem acentua o desconhecido que permeia a narrativa. Além disso, o diretor consegue criar figuras geométricas com seus fantasmas e vultos. Filmadas de cima, a gangue de freiras fantasmas aterroriza.</span></p>
<figure id="attachment_11004" aria-describedby="caption-attachment-11004" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-11004" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4-1024x575.jpg" alt="" width="840" height="472" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4-1024x575.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4-1200x674.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-4.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-11004" class="wp-caption-text"><em>O design de produção do filme é impecável, casando com os tons frios da cinematografia de Maxime Alexandre (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro fator extremamente positivo é a sequência final, os últimos quinze minutos são de tirar o fôlego e quase fazem esquecer os árduos setenta minutos que vieram antes. Um bom <em>twist</em> nos últimos segundos do longa (com dedo de James Wan, acredito) conecta sua trama ao vindouro <em>Invocação do Mal 3</em>. Com a volta de Wan no comando do Universo, espera-se mais uma obra prima que, quem sabe, pode enterrar <em>A Freira</em> em nossa memória.</span></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/a-freira-critica/">A indecisão de A Freira</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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