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	<title>Arquivos Tennessee Girl &#8211; Persona | Jornalismo Cultural</title>
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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Em Sunflowers and Leather, Jonah Kagen deixa sua marca e busca pelo legado</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 13:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vitória Mendes Já pensou em como seria a vida se você deixasse tudo para trás, entrasse em um trailer e desaparecesse no mundo? Jonah Kagen não só fez isso como também transformou essa experiência em Sunflowers and Leather, seu primeiro álbum de estúdio. Lançada em setembro pela Arista Records, uma divisão da Sony Music Entertainment, &#8230; <a href="http://personaunesp.com.br/sunflowers-and-leather-critica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Em Sunflowers and Leather, Jonah Kagen deixa sua marca e busca pelo legado"</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35893" aria-describedby="caption-attachment-35893" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-35893" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-4-800x790.png" alt="Capa do álbum Sunflowers and Leather. Um trailer prateado está estacionado em um campo escuro sob um céu noturno profundo. O interior do veículo está iluminado com luz amarela e faz um contraste com o céu azul intenso. A lua brilha no céu. Ao fundo da paisagem, há montanhas. Na parte inferior, há o nome do artista e o título do álbum em letras amarelas." width="800" height="790" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-4-800x790.png 800w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-4-1024x1012.png 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-4-768x759.png 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image1-4.png 1080w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35893" class="wp-caption-text">“Nenhuma cicatriz que ficou no meu coração / Foi deixada por um inimigo / Apenas velhas histórias familiares e coisas preciosas / Todas que tiraram o melhor de mim” (Foto: Sony Music Entertainment)</figcaption></figure>
<p><b>Vitória Mendes</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já pensou em como seria a vida se você deixasse tudo para trás, entrasse em um </span><i><span style="font-weight: 400;">trailer </span></i><span style="font-weight: 400;">e desaparecesse no mundo? Jonah Kagen não só fez isso como também transformou essa experiência em </span><i><span style="font-weight: 400;">Sunflowers and Leather</span></i><span style="font-weight: 400;">, seu primeiro álbum de estúdio. Lançada em setembro pela </span><i><span style="font-weight: 400;">Arista Records</span></i><span style="font-weight: 400;">, uma divisão da </span><i><span style="font-weight: 400;">Sony Music Entertainment</span></i><span style="font-weight: 400;">, a produção narra uma </span><a href="https://www.onestowatch.com/en/blog/born-on-the-road-jonah-kagens-sunflowers-and-leather-is-an-album-of-old-stories-and-new-beginnings-qa"><span style="font-weight: 400;">jornada de independência</span></a><span style="font-weight: 400;"> geográfica e, principalmente, emocional. Entre medos, aventuras e descobertas, há o esforço constante de aprender a viver e amar, mesmo que signifique se machucar no caminho. Consolidando o público que já o acompanhava nos </span><i><span style="font-weight: 400;">EPs </span></i><span style="font-weight: 400;">anteriores, o artista surpreende e traz uma nova percepção que une o </span><a href="https://folkdaworld.com/Podcasts/folkalizando-002-como-saber-se-estou-ouvindo-folk-country-bluegrass-ou-americana/"><i><span style="font-weight: 400;">country folk </span></i><span style="font-weight: 400;">e o </span><i><span style="font-weight: 400;">soft country</span></i></a><span style="font-weight: 400;">.</span><span id="more-35892"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando o contexto de concepção, é como acompanhar uma narrativa e vivenciar a experiência imersiva ao lado do artista, que também produziu o documentário complementar </span><i><span style="font-weight: 400;">Sunflowers and Leather &#8211; The Field Guide</span></i><span style="font-weight: 400;">. O projeto retrata sua trajetória pessoal e proporciona ao espectador uma apreciação do </span><a href="https://youtu.be/cXhfqFX-GzA?si=nszMq5Awf80uEafp"><span style="font-weight: 400;">processo de criação</span></a><span style="font-weight: 400;">, servindo como braço para a relação com a  obra. Desde suas primeiras composições, o sentimentalismo e a exploração de temas profundos e intrínsecos à natureza humana sempre estiveram presentes. Neste novo trabalho, esses elementos se tornam o foco principal e se mostram ainda mais acentuados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra explora a antítese entre liberdade e limites, dor e beleza, vida e morte, refletida no nome do álbum: </span><i><span style="font-weight: 400;">Sunflowers</span></i><span style="font-weight: 400;">, os girassóis, simbolizam os traços suaves e leves da vida, enquanto L</span><i><span style="font-weight: 400;">eather</span></i><span style="font-weight: 400;">, o couro, representa a dor, as perdas e a morte. Além disso, Jonah reconhece os conflitos internos e aborda autodescoberta, dúvidas religiosas, busca por amor e o desejo de fazer seu eu do passado se orgulhar. Por meio de </span><a href="https://personaunesp.com.br/os-dois-morrem-no-final-critica/"><span style="font-weight: 400;">questionamentos sobre a existência</span></a><span style="font-weight: 400;">, o ouvinte é levado para uma verdadeira montanha-russa emocional. É, sem dúvida, um disco para ser apreciado com calma e preparado para o </span><a href="https://personaunesp.com.br/wishbone-confessa-muito-mais-que-sentimentos-e-relata-experiencias-que-conan-gray-antes-deixou-em-branco/"><span style="font-weight: 400;">impacto emocional</span></a><span style="font-weight: 400;"> que provoca.</span></p>
<figure id="attachment_35894" aria-describedby="caption-attachment-35894" style="width: 740px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35894" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-740x800.jpg" alt="Fotografia postada no Instagram de Jonah Kagen. A imagem está em preto e branco. Um homem está sentado na porta aberta de um trailer metálico. Ele está com a cabeça baixa tocando um violão preto. Ele usa uma camiseta branca, jaqueta jeans, calça escura e botas marrons. O interior do trailer está iluminado suavemente e cria um contraste com o exterior escuro." width="740" height="800" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-740x800.jpg 740w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-947x1024.jpg 947w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2-768x830.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2025/10/image2.jpg 1035w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-35894" class="wp-caption-text">“E quando eu morrer, quero que minha vida pareça com céu azul e chuva / Girassóis e couro são o caminho” (Foto: Brenton Giesey)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho se ancora em elementos acústicos para construir uma atmosfera melancólica e contemplativa. Durante 16 faixas, o ouvinte é convidado a se sentar ao lado do cantor e observar uma longa estrada que, mais do que levar a algum lugar, revela tudo que ficou para trás. </span><a href="https://youtu.be/F0d4fCaECiw?si=PJyvYlqYec0S2jq4"><i><span style="font-weight: 400;">When My Ashes Turn White</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> abre o disco de forma suave, mas impactante ao refletir sobre encontrar as pessoas que um dia perdeu. O compositor é movido pela pergunta de como será lembrado quando tudo terminar e se o que fez em vida será suficiente para manter seu legado vivo. </span><a href="https://youtu.be/D0_gJB39VFM?si=IGXVtId7AVtuURmN"><i><span style="font-weight: 400;">Sunflowers and Leather</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://youtu.be/kQEDEt7yfoM?si=1coz72wce1aPn6hE"><i><span style="font-weight: 400;">Candy Land</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> abordam o crescimento e a necessidade de desbravar o mundo, ligada ao medo constante de perder sua base inicial: a família, os amigos e a ideia de um lar perfeito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo do álbum, há um cuidado narrativo ao se tratar de temas sensíveis, como violência doméstica e maternidade precoce em </span><i><span style="font-weight: 400;">Krissy</span></i><span style="font-weight: 400;">. Kagen também explora a complexidade dos relacionamentos, o luto de relações anteriores e a dificuldade de construir vínculos novos por estar assombrado pelas memórias em </span><i><span style="font-weight: 400;">Anvil</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://youtu.be/qFKCmdpoCEg?si=YK5_bo4gKKmiQ1eo"><i><span style="font-weight: 400;">Tennessee Girl</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://youtu.be/wsC_lwqf43M?si=YOrtJZg1npcL1REB"><i><span style="font-weight: 400;">You Again</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Também é apresentado o outro lado de querer ser amado e ter ânsia por viver tudo. </span><a href="https://youtu.be/sKyAyes1uzA?si=RLsZq-Kmu0j4cYqy"><i><span style="font-weight: 400;">The Reaper</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> traz a sensação de um suspiro leve que acalma e acolhe, evocando um sentimento similar à </span><a href="https://www.antena1.com.br/noticias/qual-a-historia-por-tras-de-vienna-de-billy-joel"><i><span style="font-weight: 400;">Vienna </span></i><span style="font-weight: 400;">de Billy Joel</span></a><span style="font-weight: 400;">. O multi-instrumentista também aborda religião e identidade, que se conflitam em </span><a href="https://youtu.be/hYRdE05BXSo?si=dBaahDPozXq69xzX"><i><span style="font-weight: 400;">Burn Me</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> ao refletir a indecisão entre seguir a tradição familiar ou o próprio caminho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas rupturas entre passado, presente e futuro são consistentes durante a exposição. Além disso, outro ponto de destaque está em </span><a href="https://youtu.be/vAmTxYFhRsM?si=3a7kByNlf_Nn1HOr"><i><span style="font-weight: 400;">Black Lung</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, que relaciona a </span><a href="https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-pulmonares/doen%C3%A7as-pulmonares-ambientais-e-ocupacionais/pneumoconiose-dos-trabalhadores-de-carv%C3%A3o"><span style="font-weight: 400;">pneumoconiose dos carvoeiros</span></a><span style="font-weight: 400;"> (PNC), conhecida como doença do pulmão negro, com a experiência de crises de ansiedade. O artista menciona a invalidação e banalização da saúde mental em comparação com doenças visíveis fisicamente. A temática e a produção técnica a tornam um destaque entre as outras, assim como </span><a href="https://youtu.be/bjNvEOARjBA?si=ySkyAJGAs2Zj2j_B"><i><span style="font-weight: 400;">Light in the End</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> que, em contraponto, funciona como um espaço de luz e amor. </span><a href="https://youtu.be/lvgLUeIXN3U?si=67GiCYKGz6StQrBH"><i><span style="font-weight: 400;">Enough</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">finaliza o álbum com uma reflexão da jornada. O cantor compartilha suas incertezas e pondera se fez o suficiente para manter viva a memória de quem partiu.</span></p>
<div class="jetpack-video-wrapper"><iframe title="SUNFLOWERS AND LEATHER - THE FIELD GUIDE || ALBUM DOCUMENTARY" width="840" height="473" src="https://www.youtube.com/embed/mxkT9Tuyfuc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais pontos positivos é a maneira como, apesar dos temas intensos, há faixas mais leves e até dançantes, que trazem discussões interessantes, mas que divertem, afinal, é possível falar das dores de forma mais serena. A colaboração com </span><a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/08GfvCW09pv2QP4y9sle2a?si=XuNQSsSsR7aAGGuLd2PfqA"><span style="font-weight: 400;">Sam Barber</span></a><span style="font-weight: 400;"> também se mostrou marcante, as vozes se encaixaram bem e trouxeram um ar notável para </span><i><span style="font-weight: 400;">Burn Me</span></i><span style="font-weight: 400;">. No panorama, as produções líricas são fortes e até mesmo o silêncio entre cada verso é parte da narrativa. O conjunto é uma epifania silenciosa e emotiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através do uso versátil do violão como base, a falta de experimentação não é um ponto negativo. Se encaixa muito bem no gênero e constrói uma personalidade interessante, que contribui para a aura reflexiva e a sensação de estar na estrada. Embora permaneça em uma zona segura e tenha uma produção similar a nomes como </span><a href="https://youtu.be/WtKTfzNcX9Y?si=xNtzaCt8zAH3wOZ1"><span style="font-weight: 400;">Noah Kahan</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://youtu.be/QCtEe-zsCtQ?si=yITHyBiwAYjjS5c2"><span style="font-weight: 400;">Dean Lewis</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://youtu.be/a7kNIlCWfUY?si=57KUHtdVLtjBPe7s"><span style="font-weight: 400;">Vincent Lima</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://youtu.be/A48hOToMuRE?si=IEobdDOqiWtNB39E"><span style="font-weight: 400;">Dermot Kennedy</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i><span style="font-weight: 400;">a obra</span> <span style="font-weight: 400;">revela a originalidade de Kagen, resultando em produções suaves. Apesar de não ser pensado ao </span><i><span style="font-weight: 400;">mainstream</span></i><span style="font-weight: 400;"> e não ter </span><i><span style="font-weight: 400;">hits</span></i><span style="font-weight: 400;">, há vários destaques no álbum. Em suma, a produção é sólida, complexa e se encaixa muito bem na discografia do artista e no </span><i><span style="font-weight: 400;">soft country</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Sunflowers and Leather</span></i><span style="font-weight: 400;"> não é apenas uma estreia, é uma carta aberta. O artista mostra que está disposto a se aventurar pelas estradas da vida, errando, acertando ou precisando recomeçar: o importante é deixar sua marca no mundo. Não apenas nas coisas que toca, mas também nas pessoas e nos lugares onde passa. Quanto ao seu legado, ainda está em construção, porém em um bom caminho com potencial de crescer e florescer. Todos querem ser lembrados, afinal, o que é uma pessoa, se não as </span><a href="https://www.michigandaily.com/arts/b-side/the-invisible-life-of-addie-larue-is-shelter-from-the-storm/"><span style="font-weight: 400;">marcas que deixa</span></a><span style="font-weight: 400;"> para trás?</span></p>
<p><iframe title="Spotify Embed: Sunflowers and Leather" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/6QpICdjsPyFcuCkb1M2i59?si=PHQjacSSTjCZWQUrPIAvwg&#038;utm_source=oembed"></iframe></p>
<p>O post <a href="http://personaunesp.com.br/sunflowers-and-leather-critica/">Em Sunflowers and Leather, Jonah Kagen deixa sua marca e busca pelo legado</a> apareceu primeiro em <a href="http://personaunesp.com.br">Persona | Jornalismo Cultural</a>.</p>
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