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	<description>Desde 2015 provando que a distância entre Bergman, Lady Gaga e a novela das 9 nem existe.</description>
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		<title>Venom: um filme perdido no tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 02:42:13 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10937" aria-describedby="caption-attachment-10937" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-10937 size-large" style="font-weight: bold; background-color: transparent; text-align: inherit;" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-1-1024x640.jpg" alt="" width="840" height="525" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-1-1024x640.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-1-300x187.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-1-768x480.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-1-1.jpg 1130w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10937" class="wp-caption-text">Num nebuloso narrativo e visual, Venom não enriquece o gênero de heróis e termina se mostrando mais do mesmo (Foto: Reprodução)</figcaption></figure>
<p><strong>Vitor Evangelista</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Onze anos já se passaram desde que o mundo assistiu à finalização da trilogia do <em>Homem-Aranha</em>, dirigida por Sam Raimi, e foi apresentado ao alienígena parasita que antagoniza as aventuras do Amigão da Vizinhança. Agora, Venom rouba o holofote para si, protagonizando uma aventura solo cinematograficamente dispensável. </span><span style="font-weight: 400;">Numa sucessão de blocos narrativos sem consistência no roteiro frágil e na direção caduca de Ruben Fleischer, a coprodução <em>Sony</em> e <em>Marvel</em> patina ao tentar contar a história de origem do (anti-herói?) vilão do Homem-Aranha. Herói, inclusive, que nem citado é. <em>Venom</em> funcionaria perfeitamente como um derivado dos filmes de Sam Raimi, quinze anos atrás.</span></p>
<p><span id="more-10934"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez esse sendo o principal equívoco do longa, sua temporalidade. <em>Venom</em> parece ter sido enfiado num buraco de minhoca lá na era pré-<em>Marvel</em> e cuspido agora. Nenhuma das decisões criativas da produção condiz com o histórico referencial que a Casa de Ideias cimentou na última década. </span><span style="font-weight: 400;">A direção de Fleischer opta por filmar o monstro sempre no escuro, economiza na computação gráfica e priva a audiência da melhor característica do filme: o próprio Venom. O caráter animalesco, a sede de sangue (censurado, para tristeza dos fãs de <em>Deadpool</em> ou <em>Logan</em>). O alter ego de Eddie Brock (Tom Hardy) se comporta como sua contraparte alucinante dos quadrinhos, traços que lembram King Kong e até mesmo o Hulk.</span></p>
<p><figure id="attachment_10938" aria-describedby="caption-attachment-10938" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-10938" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2-1024x588.jpeg" alt="" width="840" height="482" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2-1024x588.jpeg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2-300x172.jpeg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2-768x441.jpeg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2-1200x689.jpeg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/imagem-2.jpeg 1214w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10938" class="wp-caption-text"><em>O filme, mesmo fraco, passa longe dos fiascos Lanterna Verde (2011) e Mulher Gato (2004), mas falta em Venom tato para lidar com um anti-herói de maneira apropriada [Foto: Reprodução]</em></figcaption></figure>O longa aborda o início da relação entre o <em>alien</em> e seu hospedeiro humano, o jornalista investigativo Eddie Brock (Tom Hardy). Hardy trabalha com um material raso e corrido, seu personagem não consegue cativar e nem é dado tempo para tanto. A montagem frenética impossibilita qualquer vínculo personagem-audiência a ser laçado e sempre pula para a próxima sequência de ação. Sempre escura, borrada ou censurada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indo na contramão do Mercenário Tagarela e do Velho Logan, o filme do Venom abaixou a censura, deixando de fora das telas o banho de sangue que o simbionte invoca nas páginas dos gibis. Cabeças são decepadas aqui e ali ao longo das quase duas horas e meia da produção, mas sempre fora do alcance das lentes.</span></p>
<figure id="attachment_10939" aria-describedby="caption-attachment-10939" style="width: 600px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10939" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Imagem-4.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Imagem-4.jpg 600w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Imagem-4-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 984px) 61vw, (max-width: 1362px) 45vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-10939" class="wp-caption-text"><em><span style="font-weight: 400;">A força física do protagonista fica em evidência em cenas de combate corpo a corpo com inimigos humanos</span> (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A relação <em>a la</em> Médico e o Monstro de Venom e Brock é fator primordial para o julgo da qualidade do longa. Novamente por problemas na sala de roteiristas, a persona megalomaníaca de Venom ora atua na loucura e no primor da bestialidade, ora funciona como terapeuta de Brock. Não sendo algo necessariamente prejudicial ao filme, esse deslize só releva certo descaso em estabelecer a parceria entre ambas partes de forma crível àqueles que assistem em tela os puxões de orelha e as críticas ácidas que Venom faz do humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Michelle Williams faz o par romântico disfuncional de Brock, a advogada Anne Weying. Mal aproveitada, a personagem é alavanca do jornalista e de seu parasita. Outro fator que corrobora para a falta de preocupação em situar o longa no tempo atual. Num cenário em que existem produções como <em>Mulher Maravilha</em> (2017) e Capitã Marvel (que chega ano que vem), um filme de herói com a figura feminina subjugada soa estranho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No advento de decisões erradas chegamos ao vilão. Riz Ahmed murcha seu currículo com a interpretação do Dr. Carlton Drake, o dono da fundação que abriga os alienígenas simbiontes. Mascarado em camadas de superficialidade e jargões do gênero de heróis, o antagonista de <em>Venom</em> não convence nem encanta. Nem mesmo o embate final entre criaturas consegue empolgar. </span></p>
<figure id="attachment_10942" aria-describedby="caption-attachment-10942" style="width: 840px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-10942 size-large" src="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3-1024x576.jpg" alt="" width="840" height="473" srcset="http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3-1024x576.jpg 1024w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3-300x169.jpg 300w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3-768x432.jpg 768w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3-1200x675.jpg 1200w, http://personaunesp.com.br/wp-content/uploads/2018/10/IMAGEM-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 709px) 85vw, (max-width: 909px) 67vw, (max-width: 1362px) 62vw, 840px" /><figcaption id="caption-attachment-10942" class="wp-caption-text"><em>Comparativo entre as duas versões cinematográficos do alienígena simbionte (Foto: Reprodução)</em></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O que empolga mesmo é a primeira cena pós-créditos. Acende a luz de esperança aos fãs do Teioso e do anti-herói ao focar em outro nome dos quadrinhos, tudo indicando que <em>Venom</em> ganhará uma sequência. </span><span style="font-weight: 400;">Fica a esperança de mais sangue, um pouquinho de Homem-Aranha e muito mais do monstro preto e branco que adora devorar cabeças no café-da-manhã.</span></p>
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